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Educação Especial e Escola Inclusiva
Excepcionais, pessoas com 
deficiências ou, ainda, pessoas com 
necessidades especiais?
Objetivos de aprendizagem
Ao término desta aula, vocês serão capazes de:
• refletir sobre as diferenças;
• compreender o processo histórico e a evolução dos termos relacionados às pessoas com deficiência;
• identificar qual terminologia seria mais adequada a ser utilizada no modelo de inclusão.
Depois de conhecermos as concepções do desenvolvimento e aprendizagem, 
podemos agora investigar o universo da inclusão, mas antes de entrarmos diretamente 
no tema, precisamos estudar os conceitos relacionados ao atendimento das pessoas com 
deficiência, como exatamente devemos chamá-las? O que significa cada termo? O que 
seria mais adequado: excepcionais, deficientes, pessoas com deficiências, portadores de 
necessidades especiais? Enfim, existe uma vasta terminologia, vamos estudá-las!
Disponível em: http://4.bp.blogspot.com. Acesso em: 26 maio 2023.
Bons estudos!
02Aula
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1 - Diferença ou igualdade?
2 - Excepcionalidade e deficiência
1 - Diferença ou igualdade?
Ser diferente é um risco de qualquer maneira
(Ferreira, 2003, p. 40).
Antes de abordamos os conceitos de excepcionalidade e deficiência, 
falaremos um pouco sobre igualdade e desigualdade, assuntos bastante 
discutidos nos dias atuais.
Segundo Ferreira (2003), a questão gira em torno de: 
todos são iguais ou diferentes? Nesse sentido, diante das leis 
de Deus e do próprio homem, a resposta seria que todos são 
considerados iguais. A ideia de igualdade surge, então, com 
o cristianismo, pois na Antiguidade Clássica a desigualdade 
não era encarada como um problema, não gerava 
questionamentos. Dessa forma, a ideia cristã de igualdade 
perante Deus foi aperfeiçoada e transmitida como igualdade 
perante a lei e assim todos os seres são iguais com os mesmos 
direitos e deveres.
Para refletir
Qual é a sua opinião? Somos iguais ou diferentes?
No que diz respeito à discussão sobre 
igualdade, diferença, desigualdade e 
diversidade, percebe-se que é cada vez mais 
difícil negar a política e a organização que as 
diferenças vem assumindo, ultimamente, tanto 
nos países avançados quanto no chamados 
subdesenvolvidos (Ferreira, 2003, p. 39).
É visível o desenvolvimento da sociedade para a 
aceitação das diferenças, diante de tanta diversidade como: 
etnia, cor, classe social, fica impossível ser indiferente.
Por que há tanto interesse na igualdade? As escolas, por exemplo, 
padronizam os estudantes ao usarem o mesmo instrumento de 
avaliação. O que está por traz disso?
Do mesmo modo, considerar a diferença também pode 
ser um risco. Enfatizar as diferenças pode trazer prejuízos, 
pois é possível que haja a estigmatização da pessoa, que, por 
sua vez, pode ser barrada em empregos, escolas e outras 
oportunidades na sociedade. De toda forma, será que se 
tratarmos de maneira semelhante os diferentes poderíamos 
nos tornar insensíveis às essas diferenças? E assim também 
estigmatizá-los. Em ambos os casos, existem riscos (Pierucci, 
1999 apud Ferreira, 2003).
Apesar dessa obra continuar sendo uma referência 
significativa sobre o tema da inclusão de alunos com deficiência 
no Brasil, especialmente no contexto da municipalização da 
educação, uma obra mais atual que se destaca como referência 
Seções de estudo
no tema da inclusão de alunos com deficiência é “Educação 
Inclusiva: Práticas para o Ensino Regular”, de Maria Teresa 
Eglér Mantoan. Publicada em 2015, esta obra oferece uma 
visão abrangente e atualizada sobre as políticas, práticas 
pedagógicas e desafios da educação inclusiva no Brasil, 
abordando tanto aspectos teóricos quanto práticos para a 
implementação efetiva da inclusão nas escolas regulares. Fica 
como dica de leitura complementar.
Para refletir
Vamos refletir!! Vocês alguma vez já se sentiram diferentes? 
Como se comportam diante da diversidade ou diferença do outro?
Entraremos, a seguir, na discussão sobre a evolução do 
conceito de deficiência.
2 - Excepcionalidade e deficiência
FIGURA 1 - CORCUNDA DE NOTRE DAME
 Disponível em: http://blogs.diariodepernambuco.com.br. 
Acesso em: 26 maio 2023.
Após discutirmos alguns aspectos da educação e 
seu processo de ensino-aprendizagem e abordarmos as 
dificuldades em considerar as diferenças, teremos agora 
um momento para refletirmos acerca das deficiências, 
excepcionalidades ou, ainda, pessoas com necessidades 
educacionais especiais.
Segundo a Organização Mundial de Saúde, o termo 
deficiência trata-se da ausência ou a disfunção de uma 
estrutura psíquica, fisiológica ou anatómica, inserida na 
biologia da pessoa. Dessa forma, o termo pessoa com 
deficiência refere-se a qualquer pessoa que possua uma 
deficiência. É preciso observar, pois em contextos legais o 
termo pessoas com deficiências é utilizado de forma mais 
restrita, estando sob o amparo da lei.
 Ao longo dos séculos, a forma concebida de deficiência 
vem sofrendo alterações estruturais, assim como a forma de a 
sociedade lidar com as pessoas com deficiência.
A seguir, faremos uma retomada desde a Antiguidade, para 
percebermos esta transformação que vem acontecendo tanto na 
terminologia aplicada quanto aos preconceitos e atitudes referentes às 
pessoas com deficiências.
Na Grécia Antiga, a perfeição do corpo era algo 
extremamente cultuado. As pessoas com deficiência eram 
sacrificadas ou escondidas. Em Roma, eram levadas a 
16Educação Especial e Escola Inclusiva
participar de purificações, para livrá-las dos seus maus 
desígnios. Na Idade Média, somente as pessoas com 
deficiências eram consideradas loucas, criminosas ou, 
ainda, possuídas por demônios. Eram, portanto, excluídas 
e afastadas do convívio social ou até mesmo sacrificadas 
em alguns momentos. Santo Agostinho (354-430 d.C.) 
atribuía à deficiência mental a culpa, punição e expiação 
dos antepassados pelos pecados cometidos. São Tomás de 
Aquino, seis séculos mais tarde, considerou a deficiência 
como uma espécie de demência natural e não absolutamente 
um pecado. Tanto na Antiguidade quanto na Idade Média, 
as pessoas com deficiências eram vistas de formas distintas, 
ora eram sacrificadas, como um mal a ser evitado, perseguidas 
e evitadas como possuídas pelos demônios, ora privilegiadas, 
como detentoras de poderes, protegidas e isoladas como 
insanas e indefesas ou ainda lamentadas, como reparadoras de 
pecados cometidos contra Deus (Vizin, 1997).
Segundo o mesmo autor, o Renascimento foi uma época 
de perspectivas humanistas para a pessoa com deficiência, 
pois era visto de maneira mais natural, no entanto, não 
mais aceitável. Esse pensamento marcado por preconceitos, 
desvalorização e por incapacidades, durou até o advento da 
ciência no século XVIII e permaneceu até o século XX. 
Na atualidade, os acontecimentos apontam para uma 
crescente evolução do conceito de deficiência, assim como 
das condições das pessoas com deficiência, tratando-se dos 
direitos, necessidades de inserção e de integração.
Estão acompanhando?
Parece que as atitudes e pensamentos em relação às deficiências 
começam a mudar a partir do final do século XX, entrando no século XXI 
com atitudes mais positivas e proativas.
Vizin (1997), em seu histórico sobre deficiência, mostra 
que o termo está carregado de negatividade e foi construído 
por meio de práticas sociais de exclusão. O que se torna 
evidente é a visão de algo incompleto, ineficiente, deficiente, 
não funcional dentro dos parâmetros legítimos da sociedade. 
Dando continuidade, a autora coloca que a ideologia 
cristã defendeu que essas pessoas, apesar de deficientes, 
eram consideradas humanas, impedindo assim a prática de 
eliminação dos deficientes vivos. Eram amparadas pela igreja 
em troca de serviços braçais, ou eram torturadas e condenadas 
nos tribunais da Santa Inquisição. Um exemplo clássico é 
retratado na história do “Corcunda de Notre Dame”.
FIGURA 2 - CORCUNDA DE NOTRE DAME
Disponível em: https://www.ocamundongo.com.br/classicos-na-critica-corcunda-de-notre-dame/. Acesso em: 26 maio 2023.
Na figura 2, podemos observar o menino com deficiência 
e sua autoridade com a feição um tanto hostil!
Curiosidade
Pode parece estranho e inacreditável, mas a imagem demoníaca sobre 
a deficiência se faz presente nos dias atuais, conduzindo famílias a 
benzimentos e exorcização na busca de cura ou ainda pelo sentimento 
de castigo divino.
Importante frizar
É possível observar que o conceito tem avançado por meio de 
estudos da ciência moderna, dando agora uma visão, mais naturalista 
e pedagógica. Nesse processo, a deficiência deixa de ser entendida 
como lesões irreversíveis e passa a ser considerada uma carência de 
experiências sensoriais ou motoras. O termo excepcionalidade está mais 
especificamente relacionado à deficiência mental, contudo não muito 
utilizado.
Na verdade, definir saúde e doença, normalidade e patologia são tarefas 
difíceis, pois perpassa o âmbito da subjetividade, através de construções 
sociais, a partir de interesses políticos, entre outros. O que gera mais 
tarde o preconceito.
Conceito
A subjetividade é a forma não objetiva ou concreta de pensar, sentir e 
perceber, ou seja, é a forma emocional e peculiar de cada ser interpretar 
os acontecimentos externos e internalizá-los a sua maneira (Bock, 2004).
Para refletir
E vocês, por onde andam seus preconceitos? O que vocês estão sentindo 
em relação a toda essa evolução da deficiência?
Entre as décadas de 60 e 80, muitas terminologias foram 
aplicadas a fim de tentar esclarecer a diversidade, vejamos 
algumas delas: indivíduos “defeituosos”, “deficientes” ou 
“excepcionais”. Nesse período, a sociedade não se direcionou 
para a ausência de qualquer capacidade mental ou física das 
pessoas. Passando para os anos 90, o termo que mais se 
utilizou foi: pessoas portadoras de deficiências, passando 
a atribuir à deficiência um valor agregado à pessoa. Dessa 
forma, substituiu-se o termo deficiência por “necessidade”, 
contudo, este também foi eliminado. E, na atualidade, o 
termo aplicado é pessoas com deficiências, dando-lhes o 
aumento da autonomia na tomada de decisões e aumento 
das responsabilidades no sentido de favorecer a inclusão 
(Zavarezsi, 2009).
 Diante do exposto, é possível perceber que o termo 
deficiente é considerado impróprio, pois leva consigo uma 
carga negativa, o que pode gerar ou levar ao preconceito. 
Não podemos considerar as pessoas por parte, é preciso 
vê-las como um todo. O fato de ser ou ter dificuldades ou 
comprometimentos para executar determinadas tarefas não as 
impede de realizar outras. Se pararmos para pensar, todos nós 
temos deficiência em algo, ninguém é possivelmente perfeito 
ou possui habilidades em diversas tarefas.
Fica difícil, então, considerarmos uma pessoa como 
deficiente. O que devemos é ver as pessoas como capazes 
de superação. Contudo, é sabido que existem pessoas com 
deficiências um pouco mais acentuadas em determinados 
aspectos, como aquelas que necessitam de cadeiras de rodas ou 
que têm deficiência auditiva, visual, mental, entre outras. Estas, 
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geralmente precisam de atendimento especializado, seja para 
fins terapêuticos, como fisioterapia ou estimulação motora, 
seja para que possam aprender a lidar com a deficiência e a 
desenvolver as potencialidades. Mas isso não quer dizer que 
não possam compartilhar e desempenhar tarefas úteis ao 
convívio social.
FIGURA 3 - CRIANÇA COM DEFICIÊNCIA 
FÍSICA
Disponível em: http://2.bp.blogspot.com. Acesso em: 26 maio 2023.
Ao abordar o legado da história, explicando através 
da mitologia, da religiosidade e da supersticiosidade, alguns 
aspectos se destacam, ou melhor, ideias e sentimentos que 
marcaram profundamente a consciência coletiva ressaltam, 
gravados na psique humana, através de inúmeras e sucessivas 
vivências do homem em relação à deficiência. Tal legado, que 
traz a discriminação como fardo social, reflete no imaginário 
coletivo que se forma sobre a concepção de corpo ideal, 
corpo novo, desejado, belo, forte, produtivo, com profunda 
repercussão em leis e na educação das pessoas, de uma 
maneira geral (Ferreira, 2003, p. 49).
Uma obra recente e relevante sobre o histórico da 
deficiência no Brasil é “História Social da Deficiência 
no Brasil”, organizada por Izabel Maior e Carla Biancha 
Angelucci, publicada em 2019. Este livro oferece uma análise 
profunda das políticas públicas, movimentos sociais e das 
mudanças na percepção social sobre a deficiência ao longo 
do tempo no Brasil. Ele aborda a evolução dos direitos das 
pessoas com deficiência e como essas mudanças influenciaram 
as práticas educacionais e sociais no país. Trata-se de uma 
leitura importante para complementar o que estudamos até 
aqui.
O contexto vem sendo discutido ao longo da história e 
na atualidade se torna emergente.
A Declaração de Salamanca (1994, UNESCO) 
introduziu o termo “necessidades educativas especiais” 
(NEE), substituindo a expressão “criança especial”, que antes 
designava crianças com deficiência. Este novo termo ampliou 
o conceito, abrangendo não apenas pessoas com deficiência, 
mas também qualquer aluno que necessite de suporte específico 
devido a condições atípicas, sejam comportamentais, sociais, 
físicas, emocionais ou familiares. Inclui-se, também, aqueles 
com dificuldades de aprendizagem, superdotação, problemas 
de conduta e desafios emocionais.
É importante entender que jamais houve 
ou haverá um único termo correto válido 
definitivamente em todos os tempos e espaços, 
ou seja, latitudinal e longitudinalmente. A 
razão disso reside no fato de que a cada 
época são utilizados termos cujo significado 
seja compatível com os valores vigentes em 
cada sociedade enquanto esta evolui em seu 
relacionamento com pessoas que possuem 
este ou aquele tipo de deficiência (Sasaki, 
2005, p.12).
A partir da Declaração de Salamanca, dentre outros 
documentos importantes, a sociedade concentra-se no 
trabalho especializado e inclusivo com crianças que 
apresentem necessidades educativas especiais. É o que 
veremos nas próximas aulas.
É importante salientar que a mudança oficial do termo 
“excepcional” para “pessoa com deficiência” ocorreu com a 
promulgação da Convenção sobre os Direitos das Pessoas 
com Deficiência da ONU, adotada pela Assembleia Geral das 
Nações Unidas em 2006 e incorporada à legislação brasileira 
em 2008 através do Decreto Legislativo nº 186/2008 e do 
Decreto nº 6.949/2009. Esta convenção marcou uma 
mudança significativa na terminologia, promovendo uma 
abordagem baseada nos direitos humanos e na inclusão 
social das pessoas com deficiência, como estudaremos mais 
detalhadamente na próxima aula.
Texto complementar: música de Rita Lee, que retrata 
um pouco a realidade de ser diferente.
Balada do Louco
Dizem que sou louca
Por pensar assim
Se eu sou muito louca
Por eu ser feliz
Mais louco é quem me diz
E não é feliz, não é feliz
Se eles são bonitos
Eu sou a Sharon Stone
Se eles são famosos
I’’m a Rolling Stone
Mais louco é quem me diz
E não é feliz, não é feliz
Eu juro que é melhor
Não ser um normal
Se eu posso pensar
Que Deus sou eu
Se eles têm três carros
Eu posso voar
Se eles rezam muito, eu sou santa
Eu já estou no céu
Mais louco é quem me diz
E não é feliz, não é feliz
18Educação Especial e Escola Inclusiva
Eu juro que é melhor
Não ser um normal
Se eu posso pensar
Que Deus sou eu
Sim, sou muito louca
Não vou me curar
Já não sou a única
Que encontrou a paz
Mais louco é quem me diz
E não é feliz
Eu sou feliz !
Chegamos, assim, ao final da segunda aula. É 
importante que o conceito de deficiência e a 
aplicabilidade do conceito tenham ficado claros. É 
preciso recordar que: com a Declaração de Salamanca, 
(1994) (UNESCO), surgiu o termo necessidades educativas especiais, 
que veio a substituir o termo criança especial, anteriormente utilizado 
em educação para designar a criança com deficiência. Vamos, então, 
recordar:
Retomando a aula
1 - Diferença ou igualdade?
Nesta seção, vimos que é importante salientar o queé ser igual ou diferente, pois, em uma sociedade na qual se 
estabelece padrões de beleza, comportamento, fica difícil 
harmonizar tais conceitos. A grande questão, aqui, é que estes 
pontos perpassam pela subjetividade. Assim, o que pode ser 
diferente pra você pode ser igual pra mim. Desta forma, é 
preciso tratar diferente para tratar com igualdade.
2 - Excepcionalidade e deficiência
Nesta seção, estudamos o conceito de deficiência e toda 
a sua trajetória. Para fixar, apresento novamente o conceito 
elaborado pela OMS. “Deficiência é a ausência ou a disfunção 
de uma estrutura psíquica, fisiológica ou anatómica, inserida 
na biologia da pessoa”. 
Portadores de necessidades especiais segundo a 
Declaração de Salamanca, a declaração de Salamanca não se 
remete exatamente às pessoas com deficiências. Ela coloca 
a importância das necessidades educativas especiais e estas 
se relacionam também as altas habilidades, dificuldades de 
aprendizagem e déficit de atenção e hiperatividade.
SASSAKI, R.K. Como chamar as pessoas com deficiência. 
São Paulo: Cortez, 2005.
Vale a pena ler
Vale a pena
As Borboletas de Zagorsk, Documentário. Disponível em: 
https://www.youtube.com/watch?v=KxEaHMxi7wE.
O Corcunda de Notre Dame -1996, Musical/Infantil.
300, 2006,Ação/Guerra.
Vale a pena assistir
ZAVAREZE, T. E. (2009). A construção histórico cultural 
da deficiência e as dificuldades atuais na promoção da inclusão. 
Disponível em: www.psicologia.com.pt. Acesso em: 10 fev. 
2012.
MACIEL.R.,C. Portadores de deficiência a questão 
da inclusão social. São Paulo em perspectiva. v.14, n.2, 
2000. Disponível em: http://www.scielo.br/pdf/spp/
v14n2/9788.pdf. Acesso em: 10 fev. 2012.
Formação Continuada a Distância de Professores para o 
Atendimento Educacional Especializado/ Pessoa com Surdez. 
Disponível em: http://portal.mec.gov.br/seesp/arquivos/
pdf/aee_ da.pdf. Acesso em: 10 fev. 2012.
Formação Continuada a Distância de Professores para 
o Atendimento Educacional Especializado/ Deficiência física. 
Disponível em: http://portal.mec.gov.br/seesp/arquivos/
pdf/aee_ df.pdf. Acesso em: 10 fev. 2012.
Formação Continuada a Distância de Professores para o 
Atendimento Educacional Especializado/ Deficiência mental. 
Disponível em: http://portal.mec.gov.br/seesp/arquivos/
pdf/aee_ dm.pdf. Acesso em: 10 fev. 2012.
Formação Continuada a Distância de Professores para 
o Atendimento Educacional Especializado/Deficiência visual. 
Disponível em: http://portal.mec.gov.br/seesp/arquivos/
pdf/aee_ dv.pdf. Acesso em: 10 fev. 2012.

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