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EXERCÍCIOS FÍSICO ADAPTADO PARA PESSOAS COM DEFICIÊNCIA AUDITIVA TITULO- MODELO DE APOSTILA 1 1 Sumário NOSSA HISTÓRIA .................................................................................. 2 INTRODUÇÃO ......................................................................................... 3 1. HISTÓRICO DA EDUCAÇÃO FÍSICA ............................................ 4 1.1 Educação física adaptada .................................................................. 5 2. DEFICIÊNCIA AUDITIVA ............................................................... 7 2.1 Tipos de deficiência auditiva .............................................................. 8 3. A IMPORTÂNCIA DA INCLUSÃO DE PESSOAS COM DEFICIÊNCIA NAS ATIVIDADES FÍSICAS ........................................... 11 3.1 Benefícios da inclusão de pessoas com deficiência nas atividades físicas 13 3.2 Esportes para pessoa com deficiência ...................................... 14 4. CARACTERÍSTICAS DO DESENVOLVIMENTO DO DEFICIENTE AUDITIVO .............................................................................................. 18 4.1 Atividade Física para Deficientes Auditivos ..................................... 23 4.2 A importância da atividade Física para Surdos ......................... 27 CONCLUSÃO ........................................................................................ 30 REFERÊNCIA ........................................................................................ 31 2 2 NOSSA HISTÓRIA A nossa história inicia-se com a ideia visionária e da realização do sonho de um grupo de empresários na busca de atender à crescente demanda de cursos de Graduação e Pós-Graduação. E assim foi criado o Instituto, como uma entidade capaz de oferecer serviços educacionais em nível superior. O Instituto tem como objetivo formar cidadão nas diferentes áreas de conhecimento, aptos para a inserção em diversos setores profissionais e para a participação no desenvolvimento da sociedade brasileira, e assim, colaborar na sua formação continuada. Também promover a divulgação de conhecimentos científicos, técnicos e culturais, que constituem patrimônio da humanidade, transmitindo e propagando os saberes através do ensino, utilizando-se de publicações e/ou outras normas de comunicação. Tem como missão oferecer qualidade de ensino, conhecimento e cultura, de forma confiável e eficiente, para que o aluno tenha oportunidade de construir uma base profissional e ética, primando sempre pela inovação tecnológica, excelência no atendimento e valor do serviço oferecido. E dessa forma, conquistar o espaço de uma das instituições modelo no país na oferta de cursos de qualidade. 3 3 INTRODUÇÃO A atividade física adaptada, de maneira geral, abrange uma série de conteúdos relacionados ao desenvolvimento motor e psicomotor de pessoas com necessidades especiais. Por isso, é importante a introdução da atividade física na vida do ser humano, desde a sua infância até chegar à fase adulta. Praticar esportes com regularidade traz inúmeros benefícios para a saúde física e mental, além de melhorar a qualidade de vida. Para as pessoas com deficiência, os ganhos são ainda maiores. Aprimora a força, a agilidade, a coordenação motora, o equilíbrio e o repertório motor. No aspecto social, proporciona a oportunidade de sociabilização entre quem tem e não tem deficiência, além de aumentar a independência no dia a dia. No aspecto psicológico, o esporte melhora a autoconfiança e a autoestima, tornando os praticantes mais otimistas e seguros para alcançarem seus objetivos. Previne as enfermidades secundárias à deficiência e ainda promove a integração social, levando o indivíduo a descobrir que é possível, apesar das limitações físicas, ter uma rotina normal e saudável é direito da pessoa surda, como de todos os cidadãos, sentir-se e perceber-se parte integrante da vida social. E, em consonância com os pressupostos filosóficos da inclusão, não é somente o aluno que se adapta à escola, mas é fundamental que a comunidade escolar esteja consciente de sua função, revendo seus conceitos filosóficos e ideológicos, respeitando a diversidade cultural e concomitantemente atendendo as necessidades de forma que, gradativamente, o ensino possa ir se adaptando a nova realidade educacional e social. Ao Professor de Educação Física cabe, desenvolver atividades que possam envolver todos os alunos no espaço que compreende suas aulas. No entanto, além desse espaço, cabe ao Professor de Educação Física junto com os demais funcionários do ambiente escolar trabalharem em um processo de formação inclusiva para que, não só o aluno surdo e com perda auditiva, mas todos possam usufruir do processo de ensino-aprendizagem. 4 4 1. HISTÓRICO DA EDUCAÇÃO FÍSICA Assim como as outras disciplinas, um dos objetivos da educação física é garantir uma educação acessível para todos e isso inclui a participação de alunos portadores de necessidades especiais, sejam elas permanentes ou não. Os primeiros sinais da educação física como esporte surgiram após a Primeira Guerra Mundial, período em que algumas atividades foram desenvolvidas, como uma maneira de reabilitar soldados que adquiriram lesões permanentes durante os conflitos. Ao final da guerra, a educação física continuou sendo vista como um auxílio durante o tratamento de pessoas com deficiência. O hospital Stoke Mandeville, localizado na Inglaterra tinha a prática de realizar jogos internos anualmente. A prática, portanto, adquiriu força e serviu de impulso para a criação dos primeiros Jogos Paralímpicos, em 1960, na cidade de Roma. Nesse contexto, é possível perceber a educação física adaptada como uma maneira de oferecer oportunidades aos alunos com necessidades educativas especiais de conhecer suas possibilidades e vencer os seus limites. https://www.educamaisbrasil.com.br/enem/educacao-fisica/jogos-paralimpicos 5 5 O conceito geral de educação física escolar inclui duas divisões na disciplina: a educação física inclusiva e a educação física adaptada. Mas, há uma diferença entre elas. Na educação física inclusiva, os alunos participam das mesmas atividades propostas a todos. Por conta disso, cabe ao professor planejar as aulas de acordo com as especificidades dos estudantes de cada turma. Já na educação física adaptada, os estudantes com deficiência praticam as atividades físicas separadamente de seus colegas. Contudo, a prática das duas modalidades requer um ambiente acessível, que promova a inclusão e a valorização das diferenças. 1.1 Educação física adaptada Como foi possível perceber nos tópicos anteriores, a educação física adaptada é considerada uma divisão da educação física escolar. Ela foi incluída pelo Conselho Federal de Educação na formação de educadores físicos apenas em 1987. https://www.educamaisbrasil.com.br/enem/educacao-fisica/educacao-fisica-inclusiva 6 6 Para o autor Winnick (2004), os diversos conteúdos abordados pela educação física na escola como, por exemplo, jogos, brincadeiras, lutas, dança e diversos esportes são apontados como Patrimônio da Humanidade. Ele explica quehá possibilidades múltiplas de aplicação dessas atividades no processo de aprendizagem dos alunos com deficiência. Segundo Carmo (2008), o objetivo da educação física adaptada é alcançar pessoas portadoras de transtornos, sejam eles físicos ou psicológicos, que impedem que elas participem ativamente de uma aula comum da disciplina, a exemplo dos portadores de deficiências mentais, visuais, auditivas, físicas, múltiplas deficiências, etc. O autor relata que não só eles, mas também alunos superdotados, com síndromes neurológicas, psiquiátricas e psicológicas ou com dificuldade de aprendizagem são alvos da disciplina. A sociedade está criando uma nova linha de pensamento para a educação física adaptada, o que promove a disciplina como uma maneira de encorajar e promover a atividade para todos os cidadãos. Portanto, a disciplina tem como objetivo o desenvolvimento afetivo, cognitivo e psicomotor dos estudantes com deficiência. Além disso, ela é capaz de garantir o estudo e a intervenção do profissional no universo das pessoas que apresentam diferentes e peculiares condições para a prática de exercícios. https://www.educamaisbrasil.com.br/enem/educacao-fisica/jogos https://www.educamaisbrasil.com.br/enem/educacao-fisica/brincadeiras https://www.educamaisbrasil.com.br/enem/educacao-fisica/lutas https://www.educamaisbrasil.com.br/enem/educacao-fisica/danca https://www.educamaisbrasil.com.br/enem/educacao-fisica/esportes 7 7 O futebol para cegos é um exemplo de atividade física adaptada (Foto: Wikipedia) 2. DEFICIÊNCIA AUDITIVA Qualquer alteração ou distúrbio no processamento normal da audição, seja qual for a causa, tipo ou grau de severidade, constitui uma alteração auditiva, determinando, para o indivíduo, uma diminuição da sua capacidade de ouvir e perceber os sons. A deficiência auditiva é adquirida , quando ocorre, após o nascimento. Já a surdez, quando ocorre, é antes do nascimento. Entre as principais causas da deficiência auditiva estão o envelhecimento e a exposição permanente a ruídos altos, doenças como a meningite, sarampo, caxumba, rubéola, pneumonia, otites médias e agudas e alguns remédios. E a surdez decorre da hereditariedade, doenças durante a gravidez (rubéola, sífilis, toxoplasmose), medicamentos que a mãe toma durante a gravidez, incompatibilidade do fator Rh entre a mãe e o bebê e parto prematuro. 8 8 Para detectar se a pessoas apresenta problemas na audição, normalmente é preciso realizar a audiometria. O profissional responsável por esse exame é o fonoaudiólogo ou o otorrinolaringologista. 2.1 Tipos de deficiência auditiva Condutiva: quando está localizada no ouvido externo e/ou ouvido médio. As principais causas deste tipo são as otites, rolha de cera e acúmulo de cera. Na maioria dos casos essas perdas são reversíveis após o tratamento. Neurossensorial: quando a alteração está localizada no ouvido interno. Esse tipo de lesão é irreversível. A causa mais comum é a meningite e a rubéola materna. Mista: quando a alteração auditiva está localizada no ouvido externo e/ou médio e ouvido interno. Geralmente ocorre devido a fatores genéticos, determinantes de má formação. Central: a alteração pode se localizar desde o tronco cerebral até as regiões subcorticais e córtex cerebral. Diferentes graus e níveis 9 9 A audição é medida e descrita em decibéis (dB), ou seja, medida relativa da intensidade do som. Portanto, esses são os níveis de limiares utilizados para caracterizar os graus de severidade da deficiência auditiva: audição normal: detecção de sons de 0 a 24dB surdez leve: de 25 a 40dB surdez moderada: de 41 a 55dB surdez acentuada: de 56 a 79dB surdez severa: de 71 a 90dB surdez profunda: acima de 91 Db Dificuldades da deficiência Se, como parte da perda auditiva, houve danos aos canais semicirculares do ouvido interno, é provável que ocorram problemas de equilíbrio. Esses problemas, por sua vez, podem levar a atrasos no desenvolvimento motor e na capacidade motora. Isso acontece em decorrência da lesão vestibular, e não da surdez. 10 1 0 Frente a acessibilidade está que a maioria das informações são verbais ou visuais. Até então, quando visuais para o deficiente auditivo, tudo tranquilo. O problema é quando são apenas informações orais. Muitas vezes as pessoas ainda falam sem estarem viradas diretamente para o deficiente auditivo não permitindo a leitura labial. Outra dificuldade é em relação a linguagem em libras, a qual a maioria dos professores de diversas instituições, desde a escola até uma academia de ginástica, não tem preparação. Atividades e exercícios mais indicados Atletismo; Judô; Basquetebol; Ciclismo; Futebol; Handebol; Natação; Voleibol; E muitas outras, pois não existem grandes limitações para os deficientes auditivos em relação às atividades praticadas pelas pessoas ditas “normais”. Adaptações dos exercícios Substituir os aspectos sonoros das atividades por visuais quando possível e necessário. Do contrário, não há muitas adaptações, pois, a deficiência auditiva não é limitante para a prática de exercícios. 11 1 1 Cuidados com o aluno Se os deficientes auditivos, mais especificamente os surdos, tiveram oportunidades iguais de aprender movimentos e participar de atividades físicas enquanto crianças, suas habilidades motoras devem ser equivalentes às de seus pares na mesma idade. Caso contrário, podem sofrer atraso na habilidade motora. O professor deve manter-se frente ao aluno quando estiver falando, para que este possa ler seus lábios. Não mudar constantemente as regras de uma atividade. Pessoas com deficiência auditiva têm a respiração curta, devido a não utilizarem os músculos exigidos na fala. Portanto, exercícios aeróbicos são bem vindos para eles. 3. A IMPORTÂNCIA DA INCLUSÃO DE PESSOAS COM DEFICIÊNCIA NAS ATIVIDADES FÍSICAS Percebemos uma deficiência nem tanto pela lesão em si, mas pelo fato da exclusão que ela causa. É a deficiência que o ônibus, as calçadas, os 12 1 2 estabelecimentos comerciais, as escolas, os centros de atividade física, nossa própria residência excluem tendo como resultado a desvantagem das pessoas que por algum motivo vieram a ter ou nasceram com algum tipo deficiência. A limitação desses indivíduos se torna visível ao passo que a sociedade dita padrões ergonômicos para pessoas “normais”. Isso repercute em todas as áreas como, por exemplo, a dos esportes. A inclusão de pessoas com deficiência nas atividades físicas ajuda a combater essas limitações. As atividades físicas em qualquer âmbito, escolar, amador ou competitivo buscam alternativas para essa desvantagem que limita a pessoas na sua orientação espacial, na independência física, na mobilidade, nas atividades da vida diária, na capacidade ocupacional e na integração social. A busca por inclusão de pessoas com deficiência nas atividades físicas motiva a criação de várias modalidades adaptadas para esse público. Para isso a palavra inclusão vem sendo amplamente difundida em todos os setores da sociedade. E as atividades físicas tem um papel importantíssimo quando inclui deficientes no meio esportivo. Nesse ponto o profissionalda educação física é peça importante no uso de metodologias de ensino e treinamento, adaptando o aluno ao meio e vice- versa. Dessa forma, a inclusão se propaga de maneira harmônica da sala de aula para qualquer outra vivência do portador da deficiência na sociedade tendo relevância em todos seus aspectos do desenvolvimento https://blogeducacaofisica.com.br/atividade-fisica-na-infancia/ https://blogeducacaofisica.com.br/carreira-do-profissional-de-educacao-fisica/ 13 1 3 3.1 Benefícios da inclusão de pessoas com deficiência nas atividades físicas A prática de atividades físicas dentro das condições possíveis, na vida do deficiente representa não somente pressuposto para sua inclusão social, mas condicionamento para seu desenvolvimento e melhoria em termos físicos e psicológicos. Ou seja, promoverá essencialmente efeitos e reflexos em sua saúde e seu bem-estar, observando-se que tanto quanto um indivíduo dito ‘normal’, o deficiente possui, em igual proporção, aspectos a serem zelados com maior ou menor intensidade, dependendo da faixa etária em que esteja enquadrado. O portador de deficiência possui sistema cardiovascular, circulatório, nervoso, muscular, respiratório, esquelético e todos os outros comuns a indivíduos não portadores de qualquer limitação ou deficiência. Nesse sentido, será beneficiado se inserido em programas e práticas de exercício físico regular, podendo ainda enquadrar-se, com preparação, no escalão de atletas de alto rendimento, tais quais aqueles observados nos Jogos https://blogfisioterapia.com.br/dor-psicologica-o-vilao-oculto-que-atrapalha-sua-aula/ 14 1 4 Paraolímpicos, onde inclusão de pessoas com deficiência nas atividades físicas é internacionalmente reconhecida. Em suma, a atividade física para o deficiente beneficia tanto seu físico quanto seus aspectos psicológicos. Fisicamente o prepara para os desafios da vida cotidiana, promovendo maior vitalidade, saúde e bem-estar. Psicologicamente, fomenta maiores condições de lidar com sua pseudofragilidade, ente imaterial e etéreo que o estigmatiza e o afasta de tudo quanto há, atualmente de prazeroso e minucioso em termos de realização. 3.2 Esportes para pessoa com deficiência Esportes para pessoa com deficiência representam muito mais que saúde. Existem vários aspectos positivos, especialmente nos campos físico, psíquico e social. A atividade física melhora a condição cardiovascular e aprimora a força, a coordenação motora, a agilidade e o equilíbrio. No âmbito psicológico, o esporte eleva a autoestima e a autoconfiança, tornando as pessoas mais seguras e otimistas para alcançar objetivos pessoais. https://blog.ortoponto.com.br/check-up-dicas-para-manter-a-saude-em-dia/ 15 1 5 Já no aspecto social, ter esse hábito ajuda a promover a socialização e a aceitação. Esportes para pessoa com deficiência Basquete A altura da tabela, as dimensões da quadra e as regras gerais são iguais às do basquete tradicional. A principal diferença está na classificação funcional que os esportistas recebem. O valor muda de acordo com o problema motor: quanto menor, maior a pontuação, que varia de 1 a 4,5. A infração acontece quando o atleta impulsiona a cadeira de rodas mais de duas vezes sem arremessar, quicar ou passar a bola. Atletismo Nessa modalidade, as classificações são realizadas com base na capacidade do esportista em realizar movimentos. Além disso, é considerado o tipo de sequelas da deficiência e a potencialidade dos músculos que não sofreram lesão. Com base nisso, existem alternativas para pessoas com variados tipos de deficiência. Na modalidade para portadores de deficiências visuais, por exemplo, o atleta é acompanhado por um guia. Cada uma tem suas particularidades e as provas podem variar de lançamento, pista, arremesso e salto. Bocha Nesse esporte, a meta é lançar bolas de cor azul ou vermelha — uma para cada time — o mais próximo possível da bola branca, denominada Jack. Para atingir a meta, é necessário ter muita concentração, precisão e controle muscular. https://blog.ortoponto.com.br/mobilidade-urbana-para-pcds/ https://blog.ortoponto.com.br/mobilidade-urbana-para-pcds/ https://blog.ortoponto.com.br/como-funciona-bateria-para-cadeira-de-rodas/ 16 1 6 A bocha pode ser disputada individualmente, em duplas ou em equipes. Pessoas com paralisia cerebral e outros danos neurológicos têm capacidade de desempenhar a atividade. Os jogadores estão liberados para usar pés, mãos e cabeça como auxiliares. Tênis de mesa No inclusivo universo dos esportes para pessoa com deficiência, o tênis de mesa é uma das alternativas mais tradicionais. Para que você tenha uma ideia, está presente desde a primeira edição de Jogos Paraolímpicos, que aconteceu no ano de 1960. As regras do tênis de mesa paralímpico são as mesmas do modelo tradicional, com a exceção do saque, que se diferencia para os usuários de cadeiras de rodas. O sacador deve fazer com que a bole ultrapasse a linha de fundo, sem que ela escape pelas laterais. Além disso, o saque deve ser feito com a mão contrária à que ele utiliza para segurar a raquete. Porém, para atletas andantes, mas que não tenham condições de utilizar o braço livre — por causa de uma deficiência ou amputação — é permitido utilizar a mão que segura a raquete para fazer o saque. Outro ponto importante é que, no tênis de mesa para usuários de cadeira de rodas, a bolinha pode pular até duas vezes sem que ele sofra penalização. Uma das questões mais interessantes desse esporte é que ele é bastante abrangente, incluindo quase todos os grupos de portadores de deficiência, exceto para os visuais. Os participantes podem competir em duplas, times maiores ou até mesmo sozinhos. Deficiência auditiva Handebol https://blog.ortoponto.com.br/entenda-cadeira-de-rodas-esportiva/ 17 1 7 As regras do esporte são as mesmas que as do tradicional. Porém, o handebol para surdos tem alguns traços próprios. O árbitro deve usar sinais, gestos e apito — já que existem pessoas sem deficiência auditiva no público. A grande alteração é a bandeira, útil para sinalizar determinadas situações de jogo. Vôlei Essa prática esportiva desenvolve as habilidades motoras e fortalece o caráter dos portadores de deficiência auditiva. Toda a experiência proporciona melhor qualidade de vida, além de ajudar a superar desafios. Não há diferença https://blog.ortoponto.com.br/aprenda-como-fazer-a-prevencao-de-lesoes-esportivas/ https://blog.ortoponto.com.br/desafios-da-pessoa-com-deficiencia-como-supera-los/ 18 1 8 nas regras: apenas o uso do apito é substituído por algum aviso visual, como o emprego de bandeiras e sinalizadores. 4. CARACTERÍSTICAS DO DESENVOLVIMENTO DO DEFICIENTE AUDITIVO O desenvolvimento completo de um indivíduo está muito relacionado com o desenvolvimento dos sistemas sensorial e perceptivo, pois é através desses sistemas que os estímulos ambientais são transmitidos ao indivíduo. Quando ocorre algum impedimento em um desses sistemas, o desenvolvimento do indivíduo pode vir a ser prejudicado devido à dificuldade de interagir com o ambiente. No caso do deficiente auditivo, as suas características especiais (físicas, psicomotoras e cognitivas)estão associadas ao “início da surdez, etiologia, localização da lesão e quantidade e qualidade dos estímulos ambientais que a criança é exposta” (Pedrinelli & Teixeira, 1994). É importante o diagnóstico precoce da surdez, possível a partir do 5º mês de gestação, para que sejam proporcionados estímulos adequados para o completo desenvolvimento do indivíduo. 19 1 9 Aspectos cognitivos e emocionais Segundo Vygotsky (1993), o maior desafio para o deficiente auditivo no campo intelectual é a “formação de conceitos, generalizações e abstrações” por envolverem comportamentos verbais, sendo mais importante para eles a memória visual. Ainda segundo os autores, o deficiente auditivo pode apresentar certos problemas de comportamento como: – Relutância em manter contato com pessoas estranhas; – Relutância em mostrar o aparelho auditivo, tentando esconder a deficiência, principalmente em adolescentes; – Concretismo na análise da realidade; – Rigidez de pensamento; – Imaturidade em relação ao ajustamento social; – Tendência para o isolamento social dos ouvintes; – Ansiedade; – Capacidade de concentração reduzida. A imagem corporal e o autoconceito também podem ser influenciados pela surdez. Isso porque são formados através de experiências oriundas do sistema vestibular, cinestésicos e tátil. “Quando a criança amadurece e começa a dar significado às informações visuais e verbais é que a imagem corporal e o autoconceito são afetados por estes sistemas. Normalmente esta mudança começa entre sete e oito anos. As crianças com deficiência visual e auditiva têm um grande impacto nessa mudança” (Pedrinelli & Teixeira, 1994). 20 2 0 Aspectos físicos e motores Os diversos tipos determinam quais serão as necessidades e as limitações a serem trabalhadas com o deficiente auditivo. Muitos apresentam certo grau de retardo no desenvolvimento motor se comparado com crianças ouvintes, mas estudos mostram que este fato está muito mais relacionado com o estímulo oferecido ao indivíduo do que a uma característica da surdez. No mundo dos ouvintes, a grande maioria dos estímulos é oferecida de maneira verbal, não sendo eficientes com os surdos. Por isso, quanto mais cedo a surdez for diagnosticada, melhor será o desenvolvimento físico do indivíduo surdo, uma vez que os estímulos serão fornecidos de maneira adequada. Um bom desenvolvimento físico e motor é muito importante ao deficiente auditivo, pois é “através do corpo que mais frequentemente experimentam situações de sucesso, tornando-se um recurso de comunicação e interação social sem comparação”. Esporte e deficiência auditiva As modalidades especiais para deficientes auditivos visam atender muito mais a necessidades sociais e de comunicação do que condições físicas. A procura por este tipo de esporte deve-se, segundo Pedrinelli & Teixeira (1994), a: – Atividades negativas para com a surdez por parte dos ouvintes que os rodeiam; – Ênfase na fala como única forma de expressão por parte dos ouvintes, o que dificulta a comunicação. Dança, música e deficiência auditiva Ao contrário do que muitas pessoas pensam, é possível trabalhar música com deficientes auditivos, sendo eles capazes de “responder a ela através da 21 2 1 dança e da expressão corporal. De forma adequada a cada ritmo e de maneira intensa e alegre” (Pedrinelli & Teixiera, 1994). O trabalho com a música pode ter dois objetivos: a música por si só ou ainda fins terapêuticos (enriquecimento do vocabulário, melhoria da autoimagem, estimulação da leitura labial, desenvolver ritmicidade na fala e introdução ao mundo sonoro). Para tanto, a criança deve ser estimulada a “descobrir e a perceber as vibrações sonoras através de todo o seu corpo (tocar instrumentos, realizar movimentos rítmicos com o corpo, palmas, etc)” (Pedrinelli & Teixeira, 1994). “A utilização de música e dança não deve ter o intuito de ‘normalizar’ a criança com dificuldade de comunicação verbal, preconizando essencialmente a sua oralização. O ser humano como sistema complexo apresenta uma infinidade de aspectos que devem ser abordados. Assim, o mais importante é promover o seu bem-estar, auxiliar sua auto-aceitação e auto-valoração, a reconhecer suas limitações e tirar o máximo de proveito de suas infinitas potencialidades” (Pedrinelli & Teixeira, 1994). Relacionamento professor X aluno deficiente auditivo Pedrinelli & Teixeira (1994) descrevem alguns pontos que devem ser observados quando em uma aula na qual haja deficientes auditivos: – Enxergar a criança mais do que a deficiência; – Considerar as limitações, mas enfatizar as capacidades; – Estar informado sobre a etiologia, local e gravidade da lesão; 22 2 2 – Procurar ajuda da família ou mesmo de outros profissionais envolvidos com a criança, se for necessário esclarecer algumas dúvidas; – Manter-se frente ao aluno quando estiver falando; – Usar todos os recursos possíveis para comunicar-se procurando certificar-se de que o aluno compreendeu a mensagem; – Não mudar constantemente as regras de uma determinada atividade; – Não articular exageradamente as palavras; – Substituir as pistas sonoras por visuais, se necessário. Exemplo de atividade Ritmica: – Objetivos da atividade: Desenvolver noções de ritmo e coordenação motora global; – Objetivos do grupo: Demonstrar a utilização da linguagem gestual, de sinais (libras) e cores para a comunicação com os alunos deficientes auditivos; Posicionamento do professor perante a classe. – Descrição da atividade: No primeiro momento, os alunos estarão dispostos em círculo e, parados, deverão bater bola no ritmo estipulado pelo professor; Num segundo momento, os alunos deverão andar em círculo em volta do professor, batendo a bola de acordo com o ritmo do próprio andar; 23 2 3 Num terceiro momento, os alunos deverão observar as cores e os números indicados pelo professor para formarem grupos durante a execução da atividade. · Bola vermelha – Pare ! · Bola amarela – Ande ! · Bola verde – Corra ! – Estratégias: 4.1 Atividade Física para Deficientes Auditivos http://www.luzimarteixeira.com.br/atividade-fisica-para-deficientes-auditivos/Professora com alunos: ouvinte e deficiente auditivo 24 2 4 Segundo o Instituto Nacional de Educação de Surdos: A deficiência auditiva traz algumas limitações para o desenvolvimento do indivíduo, uma vez que a audição é essencial para a aquisição da língua oral. Inicialmente, a surdez interfere no relacionamento da mãe com o filho e cria lacunas nos processos psicológicos de integração de experiências que irão afetar, em maior oumenor grau, a capacidade normal de desenvolvimento do indivíduo.Embora não se tenha uma estatística geral, é grande a incidência de casos de surdez. O Censo Escolar/2004 computou 62.325 crianças surdas matriculadas nasescolas de todo o país. Esse fato trouxe a necessidade de preparar os professores para atender, de forma adequada, essa população. O objetivo deste texto é, portanto, fornecer informações básicas sobre a audição,a deficiência e o deficiente auditivo, para facilitar a intervenção do professor de Educação Física, nasturmas onde estiverem incluídos alunos surdos. Audição: É o sentido por meio do qual se percebem os sons. O processo normal da audição inicia com a captação de ondas sonoras pela orelha externa e prossegue através da condução dessas ondas pela orelha média. Ao chegar à orelha interna, as ondas sonoras são transformadas em impulsos elétricos, que são enviados ao cérebro. No cérebro se dá a decodificação dos sons, o que caracteriza audição propriamente dita. O som possui características que influem na audição. Uma delas é a sua capacidade de se propagar nos meios gasoso, líquido ou sólido. Essa propagação, se dá sob a forma de ondas, provocando uma vibração tal que é capaz de ser transmitida para o cérebro através do ouvido (meio gasoso / ar) e 25 2 5 do corpo como um todo (meio sólido / ossos). Outras características que influenciam diretamente na qualidade da audição são a intensidade e a frequência. A intensidade é determinada pela amplitude da onda sonora, refere- se ao volume do som e é o que permite distinguir um som forte de um som fraco. É medida em decibéis (dB). A frequência varia de acordo com a quantidade de ondas emitidas em um determinado espaço de tempo e é o que faz com que um som seja alto (agudo) ou baixo(grave). É medida em Hertz (Hz) ou Ciclos por Segundo. Assim sendo, a capacidade de ouvir determinados sons vai depender da conjugação entre o grau de perda em decibéis e as frequências preservadas na orelha interna. É através do cruzamento dessas duas informações que se obtém o resultado da audiometria, que é o exame que determina o grau de audição das pessoas. Deficiência Auditiva: Essa expressão sugere a diminuição ou a ausência da capacidade para ouvir determinados sons, devido a fatores que afetem quaisquer das partes do aparelho auditivo A Política Nacional de Educação Especial define a deficiência auditiva como sendo a “perda total ou parcial, congênita ou adquirida, da capacidade de compreender afala através do ouvido” (BRASIL, 1994). Essa definição permite concluir que: 1) Existem diferentes graus de perda auditiva; 2) A surdez pode ocorrer em diferentes fases do desenvolvimento; 3) A sua pior consequência é a impossibilidade de ouvir a voz humana (fala). Dependendo da época da instalação da deficiência e do grau da perda auditiva, o indivíduo pode ter dificuldades no relacionamento, na comunicação, 26 2 6 na compreensão de conceitos e regras e na apreensão de conhecimentos através dos meios mais comuns (a língua oral e textos) No padrão normal de audição, o limiar de audibilidade vai até 25 dB em todas as frequências do espectro sonoro (entre 250 e 8000 Hz). A perda leve permite ouvir os sons, desde que estejam um pouco mais intensos. Na perda moderada há a necessidade de se repetir algumas vezes o que foi dito dificuldade de falar ao telefone, com a possibilidade de troca da palavra ouvida por outra foneticamente semelhante (pato/gato, cão/não, céu/mel). A perda acentuada não permite ouvir o telefone, a campainha e a televisão, tornando necessário o apoio visual para a compreensão da fala. A perda severa permite escutar sons fortes, como os de caminhão, avião, serra elétrica, mas não permite ouvir a voz humana sem amplificação. Na perda profunda só são audíveis sons graves que produzam vibração (trovão, avião). Assim sendo, se uma criança já nasce com ou adquire uma surdez severa ou profunda antes de ter acesso à língua oral de sua comunidade, vai ter muitas dificuldades de se integrar ao “mundo dos ouvintes”. Embora seja absolutamente necessário dominar a língua de sua comunidade, mesmo que somente na modalidade escrita, sabe-se que a língua de mais fácil acesso para os surdos é a de sinais. É por meio dela que esses indivíduos constroem sua identidade e desenvolvem-se nos aspectos afetivo, cognitivo e social. Logo, faz-se necessário que, desde cedo, a criança surda seja exposta a esta língua e que a família e a escola a utilizem como meio de comunicação e instrução. No Brasil, a Língua Brasileira de Sinais (LIBRAS) é reconhecida como meio legal de comunicação e expressão dos surdos pela Lei nº. 10.436, de 2002. Apesar disso, em seu parágrafo único, a referida lei reza que a LIBRAS não poderá substituir a modalidade escrita da língua portuguesa. Desta forma, não só é assegurado ao surdo ouso da língua de sinais, como é exigido dos sistemas educacionais o ensino, tanto da LIBRAS, quanto do português escrito. 27 2 7 Alfabeto em libras A inclusão de crianças surdas na rede regular vai gerar a necessidade do aprendizado da LIBRAS pelo restante da comunidade escolar. As línguas orais e as de sinais possuem estruturas completamente diferentes -uma é de modalidade oral-auditiva e a outra de modalidades espaço-visual – e a língua oral, principalmente na forma escrita, é muito mais complexa que a de sinais, o que dificulta o seu aprendizado por parte dos surdos que usam a LIBRAS. No entanto, a experiência tem demonstrado que os surdos que estudam em escolas regulares possuem leitura mais eficiente, o que influencia na escrita e na sua integração com a comunidade. 4.2 A importância da atividade Física para Surdos A surdez afeta apenas o aparelho auditivo, não trazendo nenhum outro prejuízo, além dos já citados. Desta forma, o desenvolvimento motor de crianças surdas costuma seguir os padrões de normalidade, não havendo, portanto, http://www.crfaster.com.br/sauda.gif 28 2 8 nenhuma restrição à prática de atividade física. Quando a surdez é acompanhada de outra deficiência ou de algum outro comprometimento, as possíveis restrições estarão relacionadas a esses(s) outro(s)problema(s). A escolha de atividades físicas para pessoas surdas deve respeitar os mesmos critérios usados para a seleção de atividades para crianças sem deficiência (condições de saúde, faixa etária, condicionamento físico, interesse etc.). As atividades aeróbicas são muito importantes, pois as crianças que não se utilizam da fala costumam ter uma respiração “curta”, isto é, não enchem completamente os pulmões deixando, com isto, de expandir a caixa torácica e de exercitar os músculos envolvidos na respiração. Assim sendo, além de todos os benefícios cardiovasculares já conhecidos, no caso dos surdos, as atividades aeróbicas também podem contribuir, indiretamente, para o aprendizado da emissão de sons da fala. Os surdos podem praticar qualquer tipo de esporte e de atividade rítmica. No caso dos esportes, não há necessidade de qualquer adaptação na forma de ensinar, conduzir ou arbitrar. Tampouco há adaptações nas regras de cada modalidade. Já as atividades rítmicas, se envolverem coreografia, costumam demandar um pouco mais de tempo de treinamento, devido à necessidade de internalizar o tempo e o andamento da execução dos movimentos sem o auxílio de uma trilha sonora (mesmo com boa amplificação os surdos não conseguem perceber a maior parte das nuances de uma música). Incluir alguém em um grupo é dar-lhe condições para que possa participar ativamente das ideias e atividades do mesmo. Sabe-se que as escolas regulares ainda não estão suficientemente preparadas para receber e propiciar uma inclusão real das crianças surdas, mas isto precisa mudar. Para tanto, é preciso que toda a comunidade escolar se abra para essa nova experiência, pois, com a troca, todos têm a ganhar. 292 9 As aulas de educação física podem ser momentos e espaços privilegiados para iniciar uma mudança de comportamento dentro da escola. O papel do professor em todo esse processo é primordial e deve ser assumido com responsabilidade. Existem, atualmente, muitas fontes de informação disponíveis (instituições, internet, livros, periódicos), mas, mais do que isso, é preciso que haja o reconhecimento do direito de TODAS as crianças de participar das aulas de educação física e demais atividades escolares. 30 3 0 CONCLUSÃO As atividades físicas em qualquer âmbito, escolar, amador ou competitivo buscam alternativas para essa desvantagem que limita a pessoas na sua orientação espacial, na independência física, na mobilidade, nas atividades da vida diária, na capacidade ocupacional e na integração social. A busca por inclusão de pessoas com deficiência nas atividades físicas motiva a criação de várias modalidades adaptadas para esse público. Para isso a palavra inclusão vem sendo amplamente difundida em todos os setores da sociedade. E as atividades físicas tem um papel importantíssimo quando inclui deficientes no meio esportivo. Nesse ponto o profissional da educação física é peça importante no uso de metodologias de ensino e treinamento, adaptando o aluno ao meio e vice- versa. O Professor de Educação Física contribui de forma satisfatória na educação de surdos e alunos com perda auditiva estimulando a prática de atividades que amplie a comunicação do aluno com o meio externo, possibilitando assim, a interação do discente com a sociedade que o cerca e contribuindo para a inclusão dos alunos que apresentam surdez total ou parcial, promovendo a execução de atividades tanto especificas, como atividades que envolvam surdos e ouvintes levando em conta que o principal papel do professor de Educação Física é quebrar preconceitos e promover a socialização entre as “diferenças”, gerando, inicialmente, transformação na sala de aula, atingindo todo ambiente escolar e, por fim, toda a sociedade. https://blogeducacaofisica.com.br/atividade-fisica-na-infancia/ https://blogeducacaofisica.com.br/carreira-do-profissional-de-educacao-fisica/ 31 3 1 REFERÊNCIA BRASIL. SECRETARIA DE EDUCAÇÃO ESPECIAL. POLÍTICA NACIONAL DE EDUCAÇÃO ESPECIAL:LIVRO 1/MEC/SEESP. – BRASÍLIA: A SECRETARIA, 1994. BRASIL. LEI Nº 9.394, DE 20 DE DEZEMBRO DE 1996. ESTABELECE AS DIRETRIZES E BASES DAEDUCAÇÃO NACIONAL. BRASIL. LEI Nº 10.436, DE 24 DE ABRIL DE 2002. DISPÕE SOBRE A LÍNGUA BRASILEIRA DESINAIS – LIBRAS E DÁ OUTRAS PROVIDÊNCIAS. CAPITONI, C. B. NA PRÁTICA DA EDUCAÇÃO FÍSICA ESCOLAR: A CONCEPÇÃO DA CULTURACORPORAL ALIADA À TEORIA SÓCIO-HISTÓRICA – UMA POSSIBILIDADE. REVISTA ESPAÇO, Nº11. INES: RIO DE JANEIRO, 1999. CERVELLINI, N. G.H. A CRIANÇA DEFICIENTE AUDITIVA E SUAS REAÇÕES À MÚSICA. SÃOPAULO: MORAES, 1986. FERNANDES, E. LINGUAGEM E SURDEZ. PORTO ALEGRE: ARTMED, 2003.INES. SÉRIE AUDIOLOGIA. EDIÇÃO REVISADA, RIO DE JANEIRO: AUTOR, 2003. SANTOS FILHA, D.A. A LINGUAGEM DE CRIANÇAS DEFICIENTES AUDITIVAS DO INES:UM ESTUDO AVALIATIVO (DISSERTAÇÃO DE MESTRADO). UFRJ: RIO DE JANEIRO, 1996. SANTOS FILHA, D.A. GINÁSTICA RÍTMICA DESPORTIVA NA AQUISIÇÃO DA LINGUAGEMDE CRIANÇAS DEFICIENTES AUDITIVAS. 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