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Histologia do Aparelho Reprodutor Feminino: Ovários e Tubas Uterinas SUMÁRIO 1. Introdução ao Aparelho Reprodutor Feminino ..........................................................3 2. Ovários ........................................................................................................................4 3. Crescimento Folicular .................................................................................................6 4. Ovulação....................................................................................................................11 5. Corpo Lúteo ...............................................................................................................12 6. Tubas Uterinas ..........................................................................................................12 Referências ....................................................................................................................14 Histologia do Aparelho Reprodutor Feminino: Ovários e Tubas Uterinas 3 1. INTRODUÇÃO AO APARELHO REPRODUTOR FEMININO O aparelho reprodutor feminino é um sistema complexo e essencial para a reprodu- ção humana, composto por diversos órgãos que desempenham funções específicas. Os principais componentes incluem: • Ovários: Glândulas reprodutivas localizadas em cada lado do útero, responsáveis pela produção de ovócitos (óvulos) e hormônios sexuais. • Tubas Uterinas (Trompas de Falópio): Canais que conectam os ovários ao útero, facilitando o transporte dos ovócitos e sendo o local onde geralmente ocorre a fertilização. • Útero: Órgão muscular oco onde o embrião se implanta e se desenvolve durante a gestação. • Vagina: Canal muscular que serve como via de saída para o fluxo menstrual, canal de parto e receptáculo durante a relação sexual. • Genitália Externa (Vulva): Inclui o monte de Vênus, lábios maiores e menores, clitóris e abertura vaginal, desempenhando papéis na proteção e prazer sexual. Cavidade uterina Fundo do útero Tuba uterina Infundíbulo Fímbrias Canal cervicalCérvix Vagina Ligamento largo Ligamento do ovário Ovário Figura 1. Aparelho reprodutor feminino. Fonte: logika600/Shutterstock.com https://drive.google.com/file/d/1_-gX4Ru4AgIkCEFkJwbgdu3UUCp3SkZq/view?usp=sharing Histologia do Aparelho Reprodutor Feminino: Ovários e Tubas Uterinas 4 1.1. Funções do Aparelho Reprodutor Feminino As funções do aparelho reprodutor feminino são diversas e cruciais para a re- produção e saúde hormonal da mulher. Entre as principais funções, destacam-se a produção de ovariana de ovócitos, os quais são liberados em um ciclo mensal, conhecido como ciclo menstrual; a fertilização e desenvolvimento embrionário nas tubas uterinas e no útero, respectivamente; a produção de hormônios sexuais nos ovários, como o estrógeno e a progesterona, que regulam o ciclo menstrual, mantêm a gravidez e influenciam características sexuais secundárias e funções de outros órgãos do aparelho reprodutor. 1.2. Hormônios e Seus Efeitos O estrógeno está associado ao desenvolvimento das características sexuais secundárias (como seios e distribuição de gordura corporal), regulação do ciclo menstrual, manutenção da saúde óssea e cardiovascular. No ciclo menstrual, sua atuação ocorre principalmente durante a fase folicular, havendo um pico de es- trógeno antes da ovulação. Por outro lado, a progesterona prepara o endométrio (revestimento uterino) para a possível implantação do embrião, mantém a gravidez e também regula o ciclo menstrual. Sua atuação predomina na fase lútea, após a ovulação. 2. OVÁRIOS Os ovários são órgãos bilaterais que produzem gametas femininos (óvulos) e hor- mônios. Histologicamente, eles são divididos em uma região cortical, onde ocorre o desenvolvimento folicular, e uma região medular, rica em vasos sanguíneos e nervos. Eles estão localizados na cavidade pélvica, um de cada lado do útero, e possuem uma forma ovalada, semelhante a uma amêndoa. Cada ovário mede aproximadamente 3-5 cm de comprimento, 1,5-3 cm de largura e 1-1,5 cm de espessura. Histologia do Aparelho Reprodutor Feminino: Ovários e Tubas Uterinas 5 Figura 2. Imagem histológica do ovário. A região cortical do ovário é representada no canto superior esquerdo da imagem, enquanto a região medular é vista no canto inferior direito. Note a presença de folículos ovarianos neste corte histológico. Fonte: DrWD40/Shutterstock.com 2.1. Epitélio Germinativo A superfície dos ovários é coberta por um epitélio germinativo, que pode variar en- tre epitélio pavimentoso simples, composto por células achatadas, e epitélio cúbico simples, composto por células cúbicas, que conferem maior resistência à superfície ovariana. O epitélio germinativo participa na proteção do ovário e é o local de origem de muitos dos tumores ovarianos epiteliais. 2.2. Túnica Albugínea Logo abaixo do epitélio germinativo, encontra-se a túnica albugínea, uma camada de tecido conjuntivo denso que proporciona uma estrutura de suporte e proteção ao ovário, conferindo resistência ao órgão. É formada por fibras colágenas densas e poucas células, criando uma barreira rígida. 2.3. Estrutura Interna dos Ovários Os ovários são compostos por duas regiões principais: o córtex e a medula. O córtex localiza-se na região externa do ovário e contém os folículos ovarianos em diferentes estágios de desenvolvimento, o corpo lúteo e o corpo albicans. No córtex, ocorre o Histologia do Aparelho Reprodutor Feminino: Ovários e Tubas Uterinas 6 desenvolvimento e a maturação dos ovócitos, bem como a produção de estrógeno e progesterona. Já a medula localiza-se na região interna do ovário e é composta por tecido conjuntivo frouxo, vasos sanguíneos, linfáticos e nervos. A medula nutre e co- munica o ovário ao restante do corpo. 3. CRESCIMENTO FOLICULAR O crescimento folicular inicia-se com folículos primordiais que amadurecem em folículos primários, secundários e finalmente, o folículo maduro ou de Graaf. Este processo é regulado por hormônios gonadotróficos. Folículo Folículo primordial Vesícula germinativa Zona pelúcida Cavidade antral Célula do cumulus Teca interna Ovócito ovulado Líquido folicularCélula da granulosa TecaMembrana basal Ovócito primário Folículo primário Folículo em crescimento Folículo maduro Ovulação Figura 3. Maturação dos folículos ovarianos. Fonte: inspiring.team/Shutterstock.com Figura 4. Folículos ovarianos. De cima para baixo, podem ser vistos folículos primordiais, primários e secundários. Fonte: Jose Luis Calvo/Shutterstock.com Histologia do Aparelho Reprodutor Feminino: Ovários e Tubas Uterinas 7 3.1. Folículo Primordial O folículo primordial é formado durante a vida fetal e consiste em um ovócito primário envolto por uma única camada de células foliculares pavimentosas. É encontrado na região cortical do ovário, próximo à túnica albugínea. Esse ovócito possui um núcleo esférico com um nucléolo bem evidente e está em repouso na primeira fase da prófase da primeira meiose. Além disso, é envolto por uma lâmina basal que delimita o folículo primordial do estroma ovariano adjacente. 3.2. Folículo Primário Após a puberdade, o hormônio folículo-estimulante (FSH) estimula um grupo de folículos primordiais a crescer, gerando o aumento do volume nuclear do ovócito e das células foliculares, que tornam-se cuboides. O folículo primário unilaminar é ca- racterizado por uma única camada de células foliculares cuboides. Nessa etapa, uma camada de glicoproteínas começa a se formar ao redor do ovócito, dando origem à zona pelúcida. Então, o folículo primário transforma-se em multilaminar a partir da proliferação celular, na qual as células foliculares proliferam formando um epitélio estratificado chamado camada granulosa. A zona pelúcida, agora já bem formada, cora-se em tom rosado nas lâminas histológicas. 3.3. Folículo Secundário (Antral) A formação do antro ocorre através do acúmulo de líquido folicular entre o ovócitoe as células da granulosa. Estas últimas se reorganizam formando o antro folicular, que contém esse líquido cuja composição inclui componentes do plasma, glicosami- noglicanos, proteínas, esteroides como progesterona, andrógenos e estrógenos. Além disso, as células da granulosa reorganizam-se formando o cúmulus oophorus, que apoia o ovócito dentro do líquido folicular. A corona radiata, por sua vez, é formada por células da granulosa que envolvem o ovócito, criando uma camada protetora. Antro folicular Ovócito Figura 5. Formação do antro folicular (azul) entre o ovócito (rosa) e as células da granulosa (cinza). Fonte: Adaptada de Fascija/Shutterstock.com Histologia do Aparelho Reprodutor Feminino: Ovários e Tubas Uterinas 8 Quadro 1. Identificação histológica dos graus de maturação dos folículos ovarianos. Identificação Histológica Folículo Primordial Observável como pequenos folículos próximos à túnica albugínea, com ovócitos de núcleo bem destacado. Na microscopia: Núcleo do ovócito bem evidente devido aos cromossomos desenrolados. Folículo Primário Identificável pela presença de células foliculares cuboides e zona pelúcida em formação. Na microscopia: • Folículo primário unilaminar: Células foliculares cuboides ao redor do ovócito, zona pelúcida visível. • Folículo primário multilaminar: Epitélio estratificado (camada granulosa), zona pelúcida bem definida. Folículo Secundário Notável pela presença do antro folicular e cúmulus oophorus, com um ovócito centralizado. Na microscopia: Presença de antro folicular, cúmulus oophorus e corona radiata. Fonte: Elaborado pela autora 3.4. Tecas foliculares Durante o crescimento e desenvolvimento dos folículos, ocorrem mudanças signi- ficativas no estroma ovariano ao redor dos folículos em maturação. Essas alterações incluem a formação das tecas foliculares, que desempenham papéis essenciais na produção hormonal e no suporte estrutural do folículo. As tecas foliculares se divi- dem em duas camadas distintas: a teca interna e a teca externa. A teca interna é composta por células poliédricas com núcleos arredondados e citoplasma acidófilo, que são responsáveis pela produção de esteróides, particular- mente a androstenediona. Sob a influência do FSH, este esteróide é transportado para as células da granulosa, nas quais a enzima aromatase converte a androstenediona em estradiol. Este estradiol é crucial para a regulação do ciclo menstrual e para a preparação do endométrio para a possível implantação de um embrião. Já a teca externa apresenta composição estrutural semelhante ao estroma ovaria- no, sendo formada por tecido conjuntivo denso e vasos sanguíneos. A teca externa organiza-se de maneira concêntrica ao redor do folículo secundário, fornecendo suporte estrutural e nutrientes via vascularização. Histologia do Aparelho Reprodutor Feminino: Ovários e Tubas Uterinas 9 Células da teca externa Células da teca interna Antro folicular Ovócito Células da granulosa Figura 6. Estrutura histológica de um folículo antral. A teca interna é visível ao redor do folículo, contendo vasos sanguíneos e células cuboides que produzem androstenediona. Já a teca externa envolve a teca interna e é composta por estroma organizado concentricamente. Fonte: Adaptada de Jose Luis Calvo/Shutterstock.com 3.5. Folículo dominante A estimulação de um grupo de folículos primordiais pelo FSH, que passam pelas fases primária e secundária, resulta no desenvolvimento de um folículo dominante, conhecido como folículo pré-ovulatório ou folículo de Graaf. O folículo dominante é o maior e mais desenvolvido entre o grupo, sendo o único folículo que amadurecerá e ovulará durante o ciclo menstrual. Figura 7. Folículo dominante com antro bem visível. O ovócito é circundado por zo- na pelúcida e corona radiata. O núcleo do ovócito está em outro plano de corte. Fonte: Jose Luis Calvo/Shutterstock.com https://www.shutterstock.com/pt/g/Jose+Luis+Calvo https://www.shutterstock.com/pt/g/Jose+Luis+Calvo Histologia do Aparelho Reprodutor Feminino: Ovários e Tubas Uterinas 10 O folículo dominante apresenta um grande antro preenchido com líquido folicular. Sua camada granulosa torna-se mais delgada conforme o folículo cresce, enquanto as tecas foliculares tornam-se mais espessas, especialmente a teca interna, que con- tinua a produção de esteróides. O folículo é tão grande que provoca uma saliência na superfície do ovário, visível por ultrassonografia. Este exame de imagem pode detectar a presença do folículo pré-ovulatório, indicando que a mulher está no período pré-o- vulatório do ciclo menstrual. O processo de desenvolvimento do folículo primordial até o folículo pré-ovulatório maduro leva cerca de 90 dias. Apenas o folículo dominante prossegue até a ovulação, enquanto os folículos que não se tornam dominantes pas- sam por um processo de degeneração chamado atresia. Teca interna e externa Antro (líquido folicular) Zona pelúcida Cumulus oophorus Corona radiata (células da granulosa) Células da membrana granulosa Figura 8. Estrutura histológica do folículo de Graaf. Fonte: Adaptada de Fascija/Shutterstock.com 3.6. Atresia folicular A atresia folicular é um processo natural e contínuo de degeneração dos folículos ovarianos que ocorre ao longo da vida reprodutiva da mulher. Durante cada ciclo menstrual, embora vários folículos primordiais sejam recrutados para crescer, apenas um deles atinge o estágio de folículo pré-ovulatório e eventualmente ovula. Os demais folículos que não alcançam a maturidade sofrem atresia. Histologia do Aparelho Reprodutor Feminino: Ovários e Tubas Uterinas 11 A atresia começa com a morte celular na camada granulosa, onde os núcleos das células foliculares tornam-se pequenos e condensados (picnose). A morte celular progride, resultando na desintegração das células da granulosa, que se destacam e ficam soltas no líquido folicular. O ovócito também sofre degeneração, com mudanças no núcleo (cariose) e no citoplasma, levando à morte celular. Além disso, a zona pelú- cida torna-se pregueada e desorganizada. Então, os macrófagos fagocitam os restos celulares, incluindo a zona pelúcida degenerada, e a área previamente ocupada pelo folículo atrésico é invadida por fibroblastos, que depositam colágeno, formando uma cicatriz de tecido conjuntivo denso. Figura 9. Folículo atrésico (canto inferior esquerdo). Fonte: Jose Luis Calvo/Shutterstock.com 4. OVULAÇÃO A ovulação envolve a liberação de um ovócito maduro do folículo ovariano. Este evento ocorre em resposta a um aumento significativo da secreção de hormônio luteinizante (LH). O pico de LH, junto aos altos níveis de estrógeno, provoca um aumento do fluxo sanguíneo no ovário e a chegada de prostaglandinas, que enfraquecem a parede do folí- culo maduro. Esse enfraquecimento da parede folicular somado ao aumento da pressão interna devido ao acúmulo de fluido levam à ruptura do folículo, resultando na liberação do ovócito, juntamente com a zona pelúcida, a corona radiata e o fluido folicular. https://www.shutterstock.com/pt/g/Jose+Luis+Calvo Histologia do Aparelho Reprodutor Feminino: Ovários e Tubas Uterinas 12 O ovócito é captado pela porção fimbriada da tuba uterina e começa sua jornada em direção ao útero. A primeira divisão meiótica, que estava interrompida desde o período fetal, torna-se completa pouco antes da ovulação, resultando na formação do ovócito secundário. Em geral, um ovócito é liberado por ciclo menstrual. Contudo, podem haver ciclos que liberam mais de um ovócito, aumentando a chance de gravidez gemelar. Também podem ocorrer ciclos anovulatórios, nos quais nenhum ovócito é liberado. 5. CORPO LÚTEO Após a ovulação, as células da granulosa e da teca interna remanescentes do fo- lículo no ovário se reorganizam para formar o corpo lúteo, uma glândula endócrina temporária essencial para a manutenção da função reprodutiva. Sob estímulo pelo LH, essas células transformam-se principalmente em tecido conjuntivoe coágulos sanguíneos, bem como em células luteínicas, que são responsáveis pela produção hormonal e são divididas em dois grupos: as células granulosa-luteínicas, derivadas das células da granulosa; e as células teca-luteínicas, derivadas das células da teca interna. Adicionalmente, vários vasos sanguíneos e linfáticos penetram no corpo lúteo, fornecendo suporte e nutrientes essenciais para sua função. O corpo lúteo secreta principalmente progesterona e, em menor quantidade, estrógeno. Se a fertilização não ocorrer, o corpo lúteo funciona por cerca de 10 a 12 dias e então degenera por apoptose, formando uma cicatriz de colágeno chamada corpo albicans. Já se ocorrer a fertilização, o embrião produz gonadotrofina coriônica humana (hCG), que mantém o corpo lúteo ativo, produzindo progesterona, até aproximadamente a metade da gestação. Eventualmente, o corpo lúteo degenera e é substituído por um grande corpo albicans devido ao tempo prolongado de funcionamento. 6. TUBAS UTERINAS As tubas uterinas, também conhecidas como trompas de Falópio, são estruturas musculares essenciais no sistema reprodutor feminino, desempenhando um papel crucial na captação do ovócito e no transporte do embrião. Cada tuba tem aproxima- damente 10-12 cm de comprimento e é composta por duas extremidades distintas: a intramural e a infundibular. A extremidade intramural passa através da parede do útero, conectando-se à cavidade uterina, e serve como canal de transporte para o ovócito ou embrião do ovário para o útero. Já a extremidade infundibular abre-se na cavidade peritoneal, próxima ao ovário, por meio de projeções semelhantes a dedos na extremidade do infundíbulo, conhecidas como fímbrias, que ajudam a captar o ovócito durante a ovulação. Histologia do Aparelho Reprodutor Feminino: Ovários e Tubas Uterinas 13 As tubas uterinas são compostas por três camadas distintas: mucosa, muscular e serosa, cada uma com funções específicas. A camada mucosa apresenta dobras longitudinais, mais numerosas na região do infundíbulo, e possui um epitélio colunar simples composto por dois tipos celulares: as células ciliadas, que movimentam o ovócito em direção ao útero através do batimento ciliar; e as células secretoras, as quais secretam o muco que recobre esse epitélio. Esse muco fornece um ambiente nutritivo e protetor para o ovócito. Subjacente ao epitélio, existe uma lâmina própria composta por tecido conjuntivo frouxo, fornecendo suporte estrutural e vascularização. Já a camada muscular é formada por músculo liso com duas subcamadas: a camada circular interna e a camada longitudinal externa. A contração da musculatura lisa é responsável pela movimentação ativa das tubas uterinas, possibilitando a captação do ovócito e seu transporte até o útero. Por fim, a camada serosa consiste em um folheto visceral do peritônio, fornecendo uma superfície lisa e lubrificada que reduz o atrito entre as tubas e outras estruturas abdominais. Camada serosa Camada muscular Camada mucosa Figura 10. Tuba uterina. Fonte: Adaptada de Rattiya Thongdumhyu/Shutterstock.com https://www.shutterstock.com/pt/g/PIYAPONG+THONGDUMHYU Histologia do Aparelho Reprodutor Feminino: Ovários e Tubas Uterinas 14 REFERÊNCIAS 1. Gartner LP, Hiatt JL. Tratado de Histologia em Cores. 4ª ed. Rio de Janeiro: Elsevier; 2017. 2. Junqueira LC, Carneiro J. Histologia Básica. 12ª ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan; 2013. sanarflix.com.br Copyright © SanarFlix. Todos os direitos reservados. Sanar Rua Alceu Amoroso Lima, 172, 3º andar, Salvador-BA, 41820-770 _jqav9aor43xf _h7bkkjrko983 _c2fku343bo5c _q19zqsd7du45 _exw542u7acv8 _76r5zfq7yfhy _jymvchdhwebt _vi8ufcgdy932 1. Introdução ao Aparelho Reprodutor Feminino 2. Ovários 3. Crescimento Folicular 4. Ovulação 5. Corpo Lúteo 6. Tubas Uterinas Referências