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ombro e cotovelo
adm cotovelo:
A flexão ativa é de 145 graus
A flexão passiva chega aos 160 graus
Em indivíduos com lassidão ligamentar pode
chegar a uma hiperextensão de 5 a 10 graus.
A luxação do cotovelo é a principal causa de instabilidade da articulação.
Quando uma pessoa sofre uma luxação, há um deslocamento dos ossos que formam a estrutura.
Ela pode, ou não, vir acompanhada de uma fratura na mesma região - devido ao impacto do trauma.
instabilidade cotovelo:
causas:
Se algo está instável quer dizer que está a ponto de deslocar. A Instabilidade do Cotovelo funciona pela mesma
lógica. O paciente com essa condição possui uma articulação sem firmeza e altamente suscetivel a danos.
cotovelo é uma articulação em dobradiça que possibilita os movimentos de flexão, extensão (dobrar e esticar) e
rotação do antebraço
mecanismo lesional:
Em geral, a luxação acontece quando há queda com a mão estendida (por
exemplo, quando a pessoa vai "aparar" uma queda e apoia a mão no chão).
A força que pressiona toda a estrutura acaba prejudicando, além dos ossos,
as partes moles (e estabilizadoras).
É muito comum que pacientes com luxação apresentem lesões de todos
ligamentos do cotovelo.
A Instabilidade de Cotovelo também pode aparecer
tardiamente como uma complicação.
Sempre ocorre um primeiro trauma que é tratado,
mas pode acabar desencadeando a perda de
estabilidade.
Esses casos podem ser notados pela facilidade do
membro em se deslocar, por sons e estalo contínuos
e por dor.
tratamento:
O primeiro passo após uma luxação é radiografar a área e realizar a redução, ou seja, "colocar" o cotovelo de
volta no lugar correto. Em seguida, o médico especialista em cotovelo realiza novos exames e testes para
verificar se a articulação já está no local correto e também para verificar quais estruturas estabilizadoras
foram danificadas.
Os casos mais simples, sem danos completos (com preservação do ligamento medial), podem ser tratados por
meio de imobilização e, posteriormente, exercícios. Já as situações mais graves ou associadas a fraturas
podem ser encaminhadas para tratamento cirúrgico (implantação de pinos e religação de ligamentos)
síndrome do túnel cubital:
O síndrome do túnel cubital ou ulnar é uma doença que se caracteriza
pela compressão do nervo cubital ou nervo ulnar a nível do cotovelo,
originando uma neuropatia cubital.
Nas fases Iniciais, a neuropatia cubital é essencialmente sensitiva,
manifestando-se por sintomas sensitivos, como adormecimento ou
parestes/as a nivel da região cubital (interna) da mão
É a segunda neuropatia mais frequente do membro superior
O nervo pode ser comprimido em vários níveis ao longo do membro, sendo o
cotovelo a localização mais frequente.
O nervo cubital ou ulnar atravessa a região do cotovelo, percorrendo um trajeto através da fossa cubital
constituída por um túnel osteoligamentar denominado túnel cubital ou canal cubital.
A possibilidade de compressão do nervo no intenor do tunel, associado à sua posição superficial e o aumento da
tensão e tração com a flexão do cotovelo fazem do nervo cubital susceptível a neuropatia por compressão.
Compressão direta do nervo a nível do cotovelo pelo posicionamento do braço ou pelo espessamento das
estruturas à volta do nervo ou pela presença de um músculo “extra" sobre o nervo que o impede de funcionar
normalmente;
Estiramento do nervo pelo posicionamento prolongado do cotovelo em flexão, que origina diminuição da área do
túnel e aumento da pressão no seu interior;
Subluxação do nervo com a moblização do cotovelo, que causa irritação do nervo;
Sequelas de trauma do cotovelo:
Artrose do cotovelo:
Alterações metabólicas (ex: diabetes)
causas:
À medida que a situação agrava, os doentes começam a referir fraqueza da mão, uma vez que o nervo cubital
é o principal responsável pela inervação da musculatura intrínseca da mão. Em casos graves ou de evolução
arrastada, pode existir atrofia marcada dos pequenos músculos da mão e músculos da região cubital do
antebraço.
fraturas e lesões traumáticas do cotovelo:
As fraturas da extremidade distal do úmero são extremamente graves, principalmente por serem intra
articulares, numa articulação muito delicada. Há elevada incidência de sequelas, independentemente do tipo de
tratamento realizado. Quase todas são de tratamento cirúrgico, que deve ser realizado o mais precocemente
possivel, dal a importância do diagnóstico precoce.
fraturas do capitulo:
Ocorre paralelamente à margem anterior da diáfise umeral sendo que as
estruturas moles não possuem inserção deixando o fragmento como corpo
livre intra-articular.
O mecanismo geralmente é a queda com o braço fletido transmitindo a força
através do capitulo até a cabeça do rádio (podendo gerar fratura). Esse
tipo de fratura pode ser classificada de acordo com o tamanho do
fragmento: lipo I fragmento grande, tipo II fragmento pequeno e tipo IIl
cominutiva
fraturas do olecrano:
É a fratura que acomete o processo do clecrano, esse tipo de
fratura é muito comum devido à localização subcutânea do
acidente ósseo. Dentre os mecanismos de lesão podem ser
citados a queda para trás sobre o cotovelo e a flexão passiva
do cotovelo combinada a uma força de contração súbita e
poderosa do triceps. resultando em avulsão do olécrano
fratura do processo coronoide:
As fraturas do processo coronoide são geralmente associados a
lesões complexas do cotovelo e são frequentemente relacionadas
à instabilidade deste. De acordo com estudos, quanto maior a
fratura do processo coronoide maior será a instabilidade, apesar
de que ela pode estar presente mesmo em fratura de pequenos
fragmentos do processo coronóide
fratura de monteggia
Consiste em fratura da ulna associada a uma luxação da
cabeça do rádio. Embora seja uma lesão relativamente rara,
pode apresentar complicações graves incluindo danos nos
nervos radial e ulnar
fratura de galeazzi:
Consiste em fratura do rádio na junção dos terços proximal e
médio com luxação ou subluxação da articulação radiulnar
distal. A fratura de Galeazzi é causada por um golpe direto
sobre a borda dorsolateral do antebraço, ou por uma queda
sobre a mão estendida com o antebraço em pronação forçada.
fraturas condilares:
São mais comuns nas crianças acometendo mais
o côndilo lateral em relação ao medial. O côndio
lateral inclui o capitulo e o epicôndio lateral, já o
medial inclui tróclea e epicôndio medial, O
mecanismo da fratura inclui abdução e adução
com o cotovelo em extensão. Na radiografia se
observa fratura da superficie articular até a
borda supracondilar, incluindo os componentes
articulares e não-articulares
fraturas da cabeca do radio:
As fraturas da cabeça do rádio podem se apresentar de forma
isolada na cabeça do rádio, colo e no cotovelo lateral ou podem
estar associados a fraturas do úmero, antebraço e punho.
Essas lesões resultam da força de impacto transmitida até a
mão através do punho e antebraço para a cabeça do rádio que
é forçada para dentro do capitulo
quadril e marcha
musculos chave quadril:
Flexores (iliopsoas)
Extensores (glúteo máximo, isquiotibiais)
Abdutores (glúteo médio/minimo)
Adutores e rotadores profundos
angulos:
Colo-diafisário: é a medida do ângulo formado
entre o eixo do colo femoral e o eixo da diáfise
do fêmur. Ângulo normal: 125• (coxa vara/valga)
Torção femoral: rotação do fêmur para dentro
(anteversão) ou para fora (retroversão)
traumatologias comuns do quadril:
Fraturas (colo do fêmur, acetábulo, bacia)
Alto impacto
Luxação de quadril (posterior e a mais comum)
Grande emergência ortopédica
patologias associadas (nao traumaticas):
Impacto femoro acetabular: condição em que há um contato anormal entre a cabeça do fêmur e o acetábulo. Os
três tipos são:
CAM: com uma protuberância anormal na cabeça do fêmur, ocorre devido a uma deformidade na transição entre
a cabeça e o colo do fêmur, com uma protuberância óssea que pode causar atrito com o acetábulo,
Pincer: a deformidade está no acetábulo,com excesso de cobertura do acetábulo;
Misto: a combinação de ambos, sendo o tipo mais comum, ocorrendo quando há alterações ósseas tanto no fêmur
quanto no acetábulo
Lesão do labrum acetabular
Osteoartrite (artroses) coxofemoral
Bursite trocantérica
Tendinopatia glútea
fases do ciclo da marcha:
Fase de apoio: 60%, absorção de choque, suporte de peso, propulsão.
Fases de balanço: 40%, aceleração, balanço médio, desaceleração
Papel do quadril na marcha:
Absorção de choque (flexão inicial)
Estabilidade pélvica (glúteo médio)
Propulsão (extensão do quadril)
Sub fases do apoio 60%:
Contato inicial
Resposta a carga
Apoio médio
Apoio terminal
Pré balanço
Sub fases do balanço 40%:
Balanço inicial
Balanço médio
Balanço terminal
O que avaliar na marcha:
Observação direta (planos frontal, sagital e transverso)
Largura da base
Cadência
Comprimento do passo
Simetria
Uso de auxílios
Instrumental:
Plataformas de força (cinética)
Sistemas de captura de movimento (cinemática)
Eletromiografia de superfície (emg)
Disfunções comuns na marcha:
Marcha trendelenburg: insuficiência/fraqueza de glúteo médio
Marcha antalgica: evita dor
Marcha em tesoura: espasticidade, padrões neurológicos
Reabilitação pós trauma:
Fases de Proteção
(Restrições de Carga/ADM) e Aumento de Carga.
Protocolos específicos para Artroplastia Total de
Quadril (ATQ) e Osteossínteses
Terapia aquática (hidroterapia)
Redução de carga e dor
Propicia o movimento precoce e treinamento de marcha em ambiente seguro
Treino de marcha específico (reeducação):
Ênfase na fase de apoio (estabilidade) e propulsão
Treino de cadência e comprimento de passo
Reintegração funcional e esportiva:
Do exercício de base do gesto esportivo.
Critérios de alta: Força muscular, Controle motor, Testes funcionais de salto/corrida
(se aplicável)
Educação e aconselhamento: fundamental para
promover a auto eficácia e adesão. Entendimento
da patologia e gerenciamento de carga
Controle da dor e inflamação: crioterapia, termo
terapia, eletroterapia, técnicas manuais suaves.
Prioridade na fase aguda para permitir o
movimento precoce.
Fortalecimento muscular: Progressão:
isométrico(início), concêntrico/excentrico, funcional.
Ênfase em glúteo médio, máximo e core
principios do tratamento multimoldal:
Mobilização e Adm: Mobilizado passiva/ativa assistida
Técnicas de terapia manual (graus I-IV) para modular
a dor e restaurar a artrocinematica (distração,
deslizamentos)
Fortalecimento na lesão do quadril: treinamento de
força e exercícios em cadeia cinética fechada para
osteoartrite e tendinopatias glúteas
Controle neuromuscular e propriocepcao muscular:
Treinamento de equilíbrio unipodal, exercícios de
controle motor em diferentes planos de movimentos,
treinamento de core
É uma doença que afeta os tendões do músculo reto abdominal e adutores, assim como articulação da sínfise púbica,
que fica na parte da frente da bacia. A causa parece ligada a um desbalanço da musculatura do reto abdominal e
adutores. Este desbalanço leva a desequilíbrio de toda região, que resulta num quadro de dor e inflamação. A pubalgia
ê muito mais frequente em homens do que em mulheres. Também é mois frequente em atletas, sendo muilo comum em
jogadores de futebol.
pubalgia
A pubalgia ou osteite púbica ocorre principalmente em atletas que praticam esportes com
movimentos rotacionais dos membros inferiores
Esportes de alto impacto.
Artrose
Traumas repetitivos.
Traumas cirúrgicos.
A principal queixa do paciente com pubalgia é dor na parte inferior do abdômen, que pode
irradiar para a parte de dentro das coxas, região genital, testículos ou períneo.
Dor na vírilha.
Dor irradiada para face interna da coxa
Dor na região abdominal baixa.
Marcha claudicante OU "marcha manca"
fatores de risco:
sintomas:
A dor pode piorar com atividades que
aumentem pressão na região pélvica:
Esportes (futebol, corridas: lutas, etc)
Tosse e espirros.
Deitar de lado.
Subir e descer escadas.
Levantar da cama.tratamento:
O tratamento é clínico. Inicialmente repouso e anti-inflamatórios são utilizados. O paciente é encaminhado à
fisioterapia. O principal objetivo é a fortalecimento do CORE (musculatura central) e estabilização da pelve.
testes:
Grava
Dor a compressão do púbis
fraturas pélvicas:
Elas variam de lesões estáveis com desvio mínimo causadas por quedas de baixo impacto a lesões instáveis com
desvio drástico e que podem causar hemorragia maciça. Também podem ocorrer lesões geniturinárias, intestinais e
neurológicas.
diagnostico:
Exame de urina para verificar hematúria
Exame neurológico
Fazer exame pélvico nas mulheres para verificar lesão vaginal
Uretrograma retrógrado para verificar se lesão uretral, se indicado
O diagnóstico das lesões associadas têm precedência em relação à definição completa da fratura pélvica.
tratamento:
Nas fraturas estáveis, normalmente somente tratamento sintomático
Para fraturas instáveis, fixação externa ou redução aberta e fixação interna (RAFI)
Em caso de hemorragia importante, a fixação externa ou, algumas vezes, embolização por angiografia ou
estabilização pélvica
fisioterapia:
A reabilitação é iniciada o mais rápido possível após uma cirurgia de fratura do quadril, frequentemente após um
dia. Os objetivos iniciais são ajudar as pessoas a preservar o nível de força que tinham antes da fratura
(mantendo-as em movimento, e evitando a perda do tônus muscular) e prevenir problemas que resultem do repouso
na cama. O objetivo principal é restabelecer sua capacidade de caminhar como faziam antes da fratura.
Pós operatório imediato (assim que possível, algumas vezes horas após a cirurgia):
Sentar em uma cadeira.
exercícios diários para fortalecer o tronco e os músculos dos braços durante o primeiro
dia depois da cirurgia,
o paciente é incentivado a levantar-se com ou sem auxilio, são orientadas a colocarem no
chão apenas as pontas dos dedos do pé da perna lesionada.
Início de marcha:
Os exercícios de deslocamento (caminhada) têm início ao fim de 4 ou 8 dias, assim que
a pessoa puder suportar todo o seu peso sobre a perna lesionada, sem que isso lhe
cause incômodo, e com equilíbrio suficiente.
Os exercícios de subir escadas são iniciados assim que a caminhada for retomada.
Além disso, podem aprender a utilizar uma bengala ou outro dispositivo de assistência e
a reduzir o risco de quedas.
traumatologia do joelho
Os meniscos são estruturas semicirculares de fibrocartilagem, que estão localizadas no centro do joelho e agem
como amortecedores de impacto, lubrificantes, estabilizadores e também como distribuidores das cargas que
passam dentro da articulação.
vascularizacao meniscos:
Meniscos são estruturas que recebem
vascularização sanguínea de melhor qualidade
apenas na sua região mais periférica.
Lesões nos meniscos são muito frequentes em
indivíduos de ambos os sexos e normalmente
estão associadas a um desgaste progressivo
de todo o conjunto articular do joelho.
lesoes meniscos:
As lesões meniscais são muito frequentes e ocorrem em indivíduos de diversas faixas etárias. Os mecanismos
causadores podem ser traumáticos ou degenerativos
Lesões degenerativas: são comuns em pacientes acima
de 40 anos e estão associadas ao desgaste progressivo
dos meniscos e demais estruturas do joelho
Lesões traumáticas: estão associadas à movimentos
rotacionais bruscos do joelho
sintomas:
A dor inicialmente é bem localizada, a dor e o inchaço podem aumentar e agravar durante a execução de
atividades do dia a dia. Alguns tipos de lesões podem gerar também limitação de movimento ou até episódios de
travamento da articulação do joelho.
tratamento:
Fisioterapia::
Eletrotermofototerapia (reduzir a dor e inflamação)
Fortalecimento de músculos específico responsáveis
pela estabilidade do membro inferior
Correção do comportamento biomecânico do paciente
Treino de equilíbrio
Treinamento de retomo às atividades esportivas
(atletas)
Cirurgia: Em casos em que o tratamento
conservadornão apresenta resultados
satisfatórios, a cirurgia artroscópica,
seguida de fisioterapia por 1 ou 3
meses pode promover a recuperação
total de joelho.
pos operatorio:
É muito comum que o paciente receba alta no mesmo dia da operação cirúrgica. E ele é orientado quanto a alguns
cuidados em casa. Normalmente, precisará de muletas para se locomover durante alguns dias. Após, mais ou
menos, uma semana, ele deverá iniciar sessões de fisioterapia
•O retorno às caminhadas e corridas pode ser feito com cerca de 30-45 dias depois
da operação.
•Atividades físicas e esportes que exigem mais esforço da paciente, devem aguardar um
período maior antes de serem retomados
lesões ligamentares joelho:
O ligamento é um estabilizador passivo de uma articulação com principal função de impedir um deslocamento entre
dois ossos. No joelho, existem quatro ligamentos:
cruzados anterior (LCA)
posterior (LCP)
colateral medial (LCM)
colateral lateral (LCL).
Quando existe a ruptura de um destes ligamentos, o joelho pode se tornar instável e gerar episódios de falseio,
dor e inchaço.
ligamento colateral medial:
Lesão ligamentar mais comum do joelho. Quando o paciente é acometido de maneira isolada por uma lesão nesse
ligamento, tende a apresentar dor e inchaço localizado, hemartrose (derrame de sangue dentro da articulação). Em
caso de suspeita dessa lesão, todos os ligamentos e meniscos do joelho devem ser examinados, pois podem existir
lesões associadas. Tratamento cirúrgico destas lesões é raramente necessário.
ligamento colateral lateral:
Lesões deste ligamento são menos comuns se comparadas às ocorrências do medial, Entretanto, quando ocorrem,
geralmente são mais graves e raramente são lesões isoladas. Po consequência, o tratamente destas lesões é bem
mais difícil.
ligamento cruzado anterior:
São lesões ligamentares mais comuns nos esportes em que o pé está fixo ao solo e a pera é rodada com o corpo,
Com a rotação no joelho, o paciente acometido pela lesão poderá ouvir um som ("pop") no momento exato em que
ela ocorrer e não conseguirá prosseguir com a atividade normalmente. Pessoas acima de 30 anos são as mais
suscetíveis a incidência desta lesão.
ligamento cruzado posterior:
A sua lesão é muito menos comum que a do cruzado anterior. Lesão isolada usualmente é resultado de queda sobre
o tubérculo tibial, ou trauma direto de tubérculo tibial contra o painel em acidente de automóvel.
causas:
Normalmente, as lesões ligamentares ocorrem em decorrência de atividades atléticas de contato ou não.
Existem 3 graus que as classificam:
1° grau - entorse do ligamento sem instabilidade;
2° grau - entorse com instabilidade detectável, porém com continuidade das fibras;
3° grau - ruptura completa do ligamento.
sintomas:
O paciente também ouve um estalido no joelho acompanhado de dor.
Se o ligamento acometido for um dos cruzados, o derrame articular pode acontecer, levando a instabilidade
antero/posterior e rotacional.
Caso a lesão seja nos ligamentos colaterais, o inchaço pode se instalar no joelho associado a
instabilidade médio/lateral.
Depois da lesão do LCA, a lesão ligamentar mais frequente no joelho é a lesão do LCM - na região interna do joelho
-, que ocorre quando o joelho é forçado para dentro e a perna para fora, mecanismo em valgo
diagnostico e exames:
O diagnóstico é feito por meio de exame clínico que, quando necessário, pode ser comprovado com a realização de:
Ressonância nuclear magnética (RNM).
Testes específicos
Mecanismo de lesão
fisioterapia:
A fisioterapia é fundamental para tratar as lesões ligamentares, especialmente no caso de atletas, que precisam
retomar à performance anterior. As sessões de fisioterapia envolvem, principalmente:
controle da dor e edema
correção biomecânica
estabilidade de movimentos, através de treinamentos de forço e equilíbrio
exercícios que auxiliem na prevenção de futuras lesões.
prognostico:
Em casos de rupturas totais ligamentares com sinais de instabilidade, o paciente será
submetido a um protocolo de reabilitação com duração entre três e seis meses, sendo
que aos três meses o paciente já pode correr e, em quatro meses, saltar. O retorno à
atividade esportiva pode acontecer entre seis e oito meses, vai depender do quadro de
evolução individual de paciente.
plica sinovial:
Plica sinovial é uma dobra na bainha sinovial do joelho. Em outras palavras, é
uma prega da membrana fibrosa que se projeta para a cavidade articular.
Essa anormalidade congênita deriva de um remanescente de pregas formadas
durante o estágio embriológico do desenvolvimento.
A plica sinovial é um tecido embrionário presente no joelho de mais de 70% da
população e que geralmente não atrapalha a vida inteira.
Resposta do tecido irritado: com a irritação crônica, o tecido toma-se uma banda fibrótica inelástica; quando a
irritação é aguda, o tecido fica doloroso à palpação e quando é crônica a faixa da plica fica hipersensível.
quadro clinico:
Dor, crepitações, derrames articulares e descompensações musculares.
Pode ocorrer dor na região ântero medial que piora a flexão do joelho, ou quando se permanece períodos
prolongados com o joelho flexionado e quando se sobe escadas.
classificacao:
Existem quatro tipos de plicas sinoviais:
Suprapatelar (mais frequente)
Medial
Inferior
Lateral (raríssima)
testes funcionais:
Teste para a síndrome da plica medial: o paciente deve estar sentado
com o joelho flexionado a 90•. Envolve o estiramento da cápsula
articular, ao mesmo tempo em que o joelho é flexionado e estendido,
com a tíbia em rotação interna. Se for positivo o examinador pode
sentir a plica quando esta cruza o côndilo femoral medial.
Teste da interrupção do movimento: paciente deve estar sentado com o
joelho flexionado. Na avaliação o paciente estende lentamente o joelho.
Tenta identificar a presença de uma plica medial, por meio da palpação do
movimento irregular se for positivo o, a plica colide contra o côndilo femoral
medial. Isso pode causar uma desorganização momentânea no movimento
patelar, na faixa dos 40• a 60•, interrompendo o movimento.
formas de tratamento:
tratamento:
Inicialmente geralmente é conservador, onde o paciente é afastado de suas atividades para tratamento médico a
base de anti inflamatórios, e fisioterapêutico. Se o problema persistir é indicado a artroscopia da plica sinovial.
Os objetivos do tratamento conservador compreendem diminuir a dor e a inflamação local, diminuir forças
compressivas anterior ao joelho, aumentar flexibilidade geral, normalizar a mobilidade patelar.
Eletroterapia (analgesia)
Laser pontual (ação analgésica, anti inflamatória e cicatrizante)
Ultrassom para analgesia e cicatrização
Crioterapia (analgesia, anti inflamatória e cinesioterapia)
A ressecação artroscopica e recomendada quando não ocorre melhora e alteração do quadro clínico.
síndromes femoropatelares:
A síndrome da dor femoropatelar (SDDP) pode ser ocasionada por um desequilíbrio biomecânico, que atinge a
art do joelho. Acomete 25% da população, e mais comum em mulheres que praticam algum esporte.
fisiopatologia:
Normalmente está associada ao desgaste da cartilagem retropatelar, sobrecarga ou impacto, ou seja, fatores
que causam um desequilíbrio biomecânico da patela. Diversas causas podem estar relacionadas com a SDFP
como condromalacia avançada, fraqueza de contração isométrica dos extensores de joelho (quadríceps femoral)
e de quadril (complexo póstero lateral).
sintomas:
Dor na região anterior do joelho, estalos ao andar e correr e
“sensação de areia” dentro da art. Se a síndrome não for
tratada no início, o problema pode evoluir para uma rigidez
articular, limitações funcionais e incapacidade
tratamento:
O tratamento é conservador e primordialmente fisioterapêutico, visando o alivio das dores através de recursos
de Eletrotermofototerapia (laser, gelo, teapia combinada, correntes) e melhorar o deslizamento da patela
sobre o sulco troclear no fêmur, utilizando exercícios de fortalecimento muscular,controle motor e correções
biomecânicas.
diagnostico:
Fisioterapeutas e ortopedistas devem realizar uma avaliação clínica a fim de avaliar prováveis insuficiências
musculares, identificar o estágio da síndrome, acometimento de estruturas articulares, além de fatores que
afetem o alinhamento articular.
fraturas e lesões traumáticas de joelho:
As lesões traumáticas e suas consequências representam 80% das patologias do joelho.
O sistema osteoligamentar, muito complexo e pouco elástico, é bastante submetido a traumas diretos e indiretos.
Hoje em dia, os acidentes automotivos e esportivos são os principais responsáveis.
quadro clinico:
O exame clínico do joelho em casos fusos é difícil e impreciso. A avaliação inicial deve ser registrada para
comparação poterior, que deve ocorrer em 4 a 5 dias após o trauma inicial.
História clínica:
Tipo de trauma
Aumento de volume
Dor
Atitude após o trauma
fraturas da patela:
Há dois mecanismos mecanismos frequentes de lesão na patela. O primeiro,
devido a sua posição extremamente superficial na face anterior do joelho, é o
trauma direto, muitas vezes com alguma lesão de pele associada. O segundo é
trauma indireto por tração violenta do aparelho extensor do joelho.
fraturas do plato tibial:
A diversidade, a complexidade e a dificuldade de tratamento
das fraturas do terço proximal da tibia fazem dessa condição
um dos assuntos mais desafiadores da traumatologia. Tais
fraturas podem ser agrupadas em duas categorias principais:
articulares e extra-articulares. As fraturas do platô tibial são
aquelas que acometem a superfície articular.
A lesão do platô lateral é, no mínimo, duas vezes mais
frequente do que a do medial. O risco de rigidez do joelho após
tais fraturas é alto.
tratamento:
O tratamento conservador está indicado nas fraturas sem desvio
(