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Estratégia
MED
As principais atualizações para residência médica de 2025 2E-BOOK
Fala, futuro residente!
Seja muito bem-vindo ao Estratégia MED! Sabemos que você está em uma fase crucial dos estudos e que estar em dia com as principais 
atualizações médicas é decisivo – tanto para gabaritar a prova da Residência no fim do ano, quanto para a sua prática clínica diária.
Compreendemos que acompanhar todas essas novidades em tempo real pode ser um desafio gigantesco. Afinal, sabemos bem como 
é conciliar a rotina de estudos para a prova com as demandas do internato ou os plantões externos! Por isso, fizemos algo pensando 
exclusivamente em você: reunimos neste e-book as PRINCIPAIS atualizações lançadas em 2025!
Aqui, você terá explicações completas para relembrar tudo o que mudou ao longo do ano, sem deixar nenhuma dúvida sobre as modificações 
mais relevantes.
Todos sabemos que atualizações são um prato cheio para as bancas das provas de residência. Por isso, nos esforçamos para oferecer a você 
este material exclusivo e gratuito, essencial para consolidar seu conhecimento nas novidades mais quentes do ano! Nosso compromisso é 
total com a sua aprovação, e nossa dedicação é para oferecer a você o melhor.
E não perca a chance de aprimorar ainda mais: garanta também seu acesso às questões inéditas no formato da sua banca com os Sprints 
do Estratégia MED. Sabemos que o número de questões das provas anteriores da sua banca é finito, e para gabaritar a prova no fim do ano, 
a prática contínua é fundamental! Afinal, você já tem uma base sólida, e agora é a hora de refinar seu conhecimento e aparar as arestas 
para arrasar na prova! Venha ser Estratégia MED!
Estratégia
MED
3As principais atualizações para residência médica de 2025E-BOOK
CONHEÇA NOSSOS APROVADOS
Dra Alexia Viegas Georg
🏆 Aprovada em 1º lugar em Ginecologia e Obstetrícia na USP-RP
🏅 2ª maior nota final de Acesso Direto na USP-RP
🏆 Maior nota na prova prática da USP-RP
🏅 2ª maior nota na prova teórica de Acesso Direto na USP-RP
"Este foi um ano de intenso trabalho e dedicação, que escolhi trilhar de mãos 
dadas com o Estratégia Med! Tive plena confiança na equipe, no material 
super atualizado, no banco de questões e no método de revisões espaçadas, 
que fizeram toda a diferença e que foram fundamentais para a realização desta 
conquista."
Dr Lucas Riquieri Nunes
🏆 1º lugar em Cirurgia Cardiovascular na UNICAMP
🏅 3º em Cirurgia Cardiovascular na USP-SP
🏆 1º em Cirurgia Cardiovascular na UFMG (ENARE)
🏅 85 pontos em Cirurgia Cardiovascular no ENARE (maior nota na 
especialidade)
"Focar em metodologias ativas de estudo, como questões e flashcards, foi o que 
me permitiu tirar 85 no ENARE 2025. Utilizei o Banco de Questões do Estratégia 
MED e recomendo para todos que desejam trilhar esse caminho. Os comentários 
são bem completos, permitindo o entendimento a fundo de cada questão."
Dr Arthur Oliveira Silva
🏆 1º em Anestesiologia no SUS-SP 
🏅 4º em Anestesiologia na SES-PE
🏆 6º em Anestesiologia no Hospital Geral de Fortaleza (ENARE)
🏅 81 pontos em Anestesiologia no ENARE
"Escolhi o curso extensivo + banco de questões por ter alguns pontos indispensáveis 
pra mim: conteúdo completo em texto e vídeo, questões comentadas alternativa 
por alternativa e possibilidade de adaptar o cronograma aos meus horários 
livres."
Estratégia
MED
As principais atualizações para residência médica de 2025 4E-BOOK
Dr Victor Amamia Yamanaka
🏆 1º em Oftalmologia na UFPR (ENARE)
🏅 87 pontos em Oftalmologia no ENARE (maior nota na especialidade)
"EMED possui ótimos professores com capacidade de explicar matérias difíceis 
com uma didática singular. Entre seus diversos recursos, possui um banco de 
questões enorme e um aplicativo para estudar ou revisar durante o tempo livre."
Dra Ana Cláudia Castilho Rivas
🏆 1º em Dermatologia na UFPR (ENARE)
🏅 5º lugar em Dermatologia no ENARE 
🏆 Aprovada em Dermatologia na Unifesp
"Estratégia Med foi meu grande parceiro de estudos durante o internato e também 
na preparação para a prova de residência, e digo com tranquilidade que foi minha 
melhor escolha. A didática do time de professores e a qualidade do material são 
coisa de outro mundo."
Estratégia
MED
Estratégia MED | As principais atualizações para residência médica de 2025
E-BOOK
5
SUMÁRIO
CONHEÇA NOSSOS APROVADOS 3
NOVOS INDICADORES DE DESEMPENHO DA ATENÇÃO PRIMÁRIA À SAÚDE 7
EQUIPES DE SAÚDE DA FAMÍLIA (ESF) E DE ATENÇÃO PRIMÁRIA (EAP) 7
EQUIPES MULTIPROFISSIONAIS (EMULTI) 9
LISTA DE NOTIFICAÇÃO COMPULSÓRIA 9
LEI 8.080/90 10
CAPÍTULO II 10
COMISSÃO NACIONAL DE INCORPORAÇÃO DE TECNOLOGIAS NO SISTEMA 
ÚNICO DE SAÚDE (CONITEC) 11
ATLS 11ª EDIÇÃO 11
 TRAUMATISMO CRANIOENCEFÁLICO 11
ATENDIMENTO INICIAL À VÍTIMA DE POLITRAUMA 13
ETAPA “X”: CONTROLE DE HEMORRAGIAS EXSANGUINANTES 13
ETAPA "A": VIA AÉREA COM PROTEÇÃO DA COLUNA CERVICAL 14
ETAPA “B”: VENTILAÇÃO 17
ETAPA “C”: CIRCULAÇÃO COM CONTROLE DE HEMORRAGIA 18
QUEIMADURAS E TRAUMA ELÉTRICO 20
INDICAÇÕES DE CIRURGIA BARIÁTRICA 21
GINA 2025 24
BIOMARCADORES DA INFLAMAÇÃO DO TIPO 2 24
FATORES DE RISCO PARA EXACERBAÇÕES GRAVES EM ADULTOS E ADOLESCENTES. 27
IMPACTO DAS CONDIÇÕES CLIMÁTICAS EXTREMAS 27
DIAGNÓSTICO EM CRIANÇAS COM 5 ANOS OU MENOS 27
TRATAMENTO RÁPIDO EM CRIANÇAS COM 5 ANOS OU MENOS 28
Estratégia
MED
Estratégia MED | As principais atualizações para residência médica de 2025
E-BOOK
6
EXACERBAÇÕES DE ASMA EM CRIANÇAS DE 5 ANOS OU MENOS: 30
DIAGNÓSTICO RÁPIDO EM ADULTOS E ADOLESCENTES 32
CUIDADOS PERSONALIZADOS PARA A ASMA: AVALIAR – AJUSTAR – REVISAR 33
DECISÕES DE TRATAMENTO EM NÍVEL POPULACIONAL E PERSONALIZADAS EM NÍVEL DE PACIENTE 33
RECOMENDAÇÕES DE TRATAMENTO PARA ADULTOS E ADOLESCENTES 33
TRATAMENTO DE EXACERBAÇÕES GRAVES EM ADULTOS, ADOLESCENTES E CRIANÇAS DE 
6 A 11 ANOS 35
DOENÇA HEPÁTICA GORDUROSA ASSOCIADA À DISFUNÇÃO METABÓLICA 
(MASLD) 36
PREVENÇÃO DA HIPOVITAMINOSE D PELA SOCIEDADE BRASILEIRA DE 
PEDIATRIA (SBP) 39
PROTOCOLO ASSISTENCIAL PRÉ-ECLÂMPSIA 2025 40
SUPLEMENTAÇÃO UNIVERSAL DE CÁLCIO EM GESTANTES - MINISTÉRIO DA SAÚDE 46
SUPLEMENTAÇÃO UNIVERSAL: 46
ATUALIZAÇÃO DAS INDICAÇÕES DA VACINA CONTRA ROTAVÍRUS HUMANO 47
ATUALIZAÇÃO DA VACINAÇÃO CONTRA A DOENÇA MENINGOCÓCICA 47
ATUALIZAÇÃO DA PROFILAXIA PRÉ-EXPOSIÇÃO (PREP) ORAL À INFECÇÃO 
PELO HIV 48
NOVA DIRETRIZ DO RASTREAMENTO DO CÂNCER DE COLO DO ÚTERO (2025) 51
MÉTODOS MOLECULARES PARA DIAGNÓSTICO DO HPV 51
POPULAÇÃO ALVO E INTERVALO DE RASTREAMENTO 53
RASTREAMENTO NAS MULHERES VIVENDO COM HIV/AIDS OU IMUNODEPRIMIDAS / 
IMUNOSSUPRIMIDAS 54
RECOMENDAÇÕES 55
ATUALIZAÇÃO DO TRATAMENTO DO DIABETES TIPO 2 56
Estratégia
MED
Estratégia MED | As principais atualizações para residência médica de 2025
E-BOOK
7
NOVOS INDICADORES DE DESEMPENHO DA ATENÇÃO 
PRIMÁRIA À SAÚDE
O Ministério da Saúde lançou, no dia 21 de maio de 2025, os novos indicadores do componente de qualidade do cofinanciamento 
federal da Atenção Primária à Saúde (APS) do SUS. 
O cofinanciamento federal da APS é formado por 6 componentes: 
- Componente fixo por equipe e recurso de implantação 
- Componente vínculo e acompanhamento territorial 
- Componente de qualidade e indução de boas práticas 
- Componente para ações e programas da APS 
- Componente para Atenção à saúde bucal 
- Componente per capita de base populacional
A principal mudança ocorreu no componente de qualidade e indução de boas práticas, com a introdução dos novos indicadores de 
qualidade. Esses indicadores servirão como referência para o monitoramento das ações ofertadas pelas equipes nos territórios e fazem 
parte do incentivo financeiro de melhoria contínua do cuidado. 
Ao todo, são 15 indicadores, organizados em três blocos: 
• Equipes de Saúde da Família (eSF) e de Atenção Primária (eAP)
• Equipes Multiprofissionais (eMulti)
• Equipesda GINA para o manejo personalizado da asma desde 2014. Recomendações 
em nível populacional, como em diretrizes e decisões de formulários, baseiam-se em evidências de alta qualidade em nível de grupo. Para 
decisões em nível de paciente, os médicos devem considerar diversos fatores, incluindo as características fenotípicas do paciente (incluindo 
biomarcadores), comorbidades, opiniões do paciente e questões práticas. 
O GINA de 2024 não citava o uso de biomarcadores. 
RECOMENDAÇÕES DE TRATAMENTO PARA ADULTOS E ADOLESCENTES
A etapa 1, com CI-formoterol como alívio, continua sendo a abordagem de tratamento preferencial (se disponível), pois reduz 
substancialmente o risco de exacerbações graves, exposição sistêmica a corticosteroides e necessidade de atendimento médico urgente, 
em comparação com regimes baseados em SABA. Além disso, é um regime mais simples, com um único medicamento combinado (CI mais 
formoterol, um beta-2-agonista de ação rápida e longa duração [LABA]) usado nas etapas 1 a 4, para aliviar os sintomas. O uso de um 
único inalador reduz erros na técnica inalatória e evita a não adesão seletiva ou inadvertida, em comparação com os inaladores de alívio e 
manutenção separados, exigidos na Etapa 2.
Na via alternativa, a Etapa 4 foi alterada de dose média a alta de CI-LABA para CI-LABA em dose média apenas, refletindo a ênfase de 
longa data do Relatório em minimizar a exposição aos efeitos adversos de CI em altas doses. Se for necessário CI-LABA em altas doses, seu uso 
deve ser limitado a 3 a 6 meses, se possível.
As doses diárias de fluticasona foram reclassificadas como baixa-média (100 µg) e média-alta (200 µg). 
O fenoterol foi adicionado à lista de broncodilatadores não recomendados devido a seu maior risco de efeitos adversos cardiovasculares 
e mortalidade por asma.
Estratégia
MED
Estratégia MED | As principais atualizações para residência médica de 2025
E-BOOK
34
COMO ERA NO GINA 2024?
Etapa 4 da via alternativa: manutenção de corticoide inalatório + LABA em dose média ou alta e SABA conforme necessário
Essa é uma abordagem alternativa se a terapia MART não for possível ou se a asma do paciente estiver estável com boa adesão e sem 
exacerbações com a terapia atual. 
Antes de prescrever um regime com SABA de alívio, considere a probabilidade de o paciente ser aderente ao tratamento contendo 
corticoide inalatório, pois, caso contrário, ele estará em maior risco de exacerbações. Ocasionalmente, corticoide inalatório + LABA em altas 
doses pode ser necessário.
Dose de furoato de fluticasona: 
- 100 mg: baixa-média; 
- 200 mg: alta.
Broncodilatadores não recomendados
Agentes anticolinérgicos na ausência de CI: em adultos, antagonistas muscarínicos de curta ação (SAMA) inalatórios, como o ipratrópio, 
são alternativas potenciais ao SABA para o alívio rotineiro dos sintomas da asma; no entanto, esses agentes têm um início de ação mais lento 
do que o SABA inalatório. Assim como os SABAs, eles não devem ser usados sem CI. O uso de antagonistas muscarínicos de longa ação (LAMA) 
na asma sem CI concomitante está associado a um risco aumentado de exacerbações graves.
Broncodilatadores orais: SABA e teofilina orais apresentam maior risco de efeitos colaterais e não são recomendados. Para médicos em 
regiões sem acesso a terapias inalatórias, orientações sobre como minimizar a frequência e a dose desses medicamentos orais foram fornecidas 
em outros lugares. Não foram realizados estudos de segurança de longo prazo para avaliar o risco de exacerbações graves associadas ao uso 
de SABA oral ou teofilina em pacientes que não estejam tomando CI.
Formoterol sem CI: o LABA de início rápido, formoterol, é tão eficaz quanto o SABA como medicamento de alívio em adultos e crianças, 
e reduz o risco de exacerbações graves em 15-45%, em comparação com o SABA conforme a necessidade, mas o uso de LABA regular ou 
frequente sem CI é fortemente desencorajado devido ao risco de exacerbações 
COMO FICOU NO GINA 2025?
Etapa 4 da via alternativa: manutenção de corticoide inalatório + LABA em dose média e SABA conforme necessário
Essa é uma abordagem alternativa se a MART não for possível ou se a asma do paciente estiver estável, com boa adesão e sem 
exacerbações com a terapia atual. Antes de prescrever um regime com SABA de alívio, considere a probabilidade de o paciente aderir ao 
tratamento com CIs, pois a baixa adesão aumentará o risco de exacerbações. 
Ocasionalmente, CIs-LABA em altas doses podem ser necessários, mas, se possível, devem ser limitados a 3 a 6 meses, para reduzir o 
risco de efeitos adversos.
Estratégia
MED
Estratégia MED | As principais atualizações para residência médica de 2025
E-BOOK
35
ETAPA (STEP) 1
Usar CI sempre 
que utilizar SABA
CI dose baixa de 
manutenção
CI dose baixa + 
LABA 
manutenção
CI DOSE MÉDIA 
+ LABA 
MANUTENÇÃO
Adicionar 
tiotrópio
Referenciar para 
fenotipar +/- 
anti-IgE, anti 
IL5/5R, anti IL-4R
Considerar altas 
doses de CI + 
LABA
ETAPA (STEP) 2
ETAPA (STEP) 3
ETAPA (STEP) 4
ETAPA (STEP) 5
ALÍVIO: SABA, se necessário
Dose de furoato de fluticasona: 
- 100 mg: baixa-média; 
- 200 mg: média-alta.
Broncodilatadores não recomendados
Fenoterol: esse beta-2-agonista de curta ação não é recomendado devido a seu maior risco de efeitos adversos (incluindo hipocalemia 
e efeitos cardiovasculares) e sua associação com o aumento da mortalidade por asma.
As demais terapias que anteriormente foram consideradas não recomendáveis continuam nessa categoria. 
TRATAMENTO DE EXACERBAÇÕES GRAVES EM ADULTOS, ADOLESCENTES E CRIANÇAS DE 
6 A 11 ANOS
A nebulização com magnésio não é mais recomendada.
COMO ERA NO GINA 2024?
O sulfato de magnésio intravenoso não é recomendado para uso rotineiro em exacerbações de asma; no entanto, quando administrado 
como uma infusão única de 2 g ao longo de 20 minutos, reduz as internações hospitalares em alguns pacientes, incluindo adultos com VEF1 
 5% de hepatócitos com esteatose.
Pode ter diversas causas, como uso de álcool, síndrome 
metabólica (os dois principais), medicamentos (corticoide, 
amiodarona, terapia antirretroviral, metotrexato), gravidez, 
síndromepara residência médica de 2025
E-BOOK
40
Grupos Colecalciferol (vitamina D3)
Crianças que possuam fatores de risco 
– Dieta estritamente vegetariana 
– Obesidade 
– Hepatopatia, nefropatia crônica 
– Má absorção intestinal (p. ex., doença celíaca, doença 
inflamatória intestinal, fibrose cística, cirurgia bariátrica) 
– Medicamentos (p. ex., anticonvulsivantes corticoides, 
cetoconazol, rifampicina)
1200 - 1800 UI/dia (ajustar dose de acordo com cada 
condição)
E como era antes? 
A suplementação de vitamina D era indicada somente até a criança completar 2 anos de idade e/ou grupos de risco:
• 400 UI/dia em menores de 1 ano;
• 600 UI/dia para maiores de 1 ano até 2 anos. 
Além disso, a Sociedade Brasileira de Pediatria recomendava a suplementação da vitamina D nos seguintes grupos de risco: 
• gestação e lactação; 
• dieta vegetariana estrita; 
• obesidade;
• hepatopatas e nefropatas crônicos; 
• síndromes malabsortivas (celíaca, fibrose cística, cirurgia bariátrica); 
• hiperparatireoidismo; 
• doenças granulomatosas como a tuberculose; 
• uso de medicamentos como: carbamazepina, fenitoína, fenobarbital, derivados imidazólicos, antirretrovirais, colestiramina, 
rifampicina, orlistat;
PROTOCOLO ASSISTENCIAL PRÉ-ECLÂMPSIA 2025 
Em 2025, a Rede Brasileira de Estudos sobre Hipertensão na Gravidez (RBEHG) apresentou uma atualização do Protocolo Assistencial 
de Pré-eclâmpsia. A última versão havia sido a de 2023. Vamos conferir os principais pontos desse protocolo e as mudanças em relação ao 
de 2023.
1- Definições:
• hipertensão arterial crônica: presença de hipertensão arterial prévia à gestação referida pela gestante ou identificada antes de 20 
semanas de gestação; 
Estratégia
MED
Estratégia MED | As principais atualizações para residência médica de 2025
E-BOOK
41
• hipertensão gestacional: identificação de hipertensão arterial na segunda metade da gestação, em gestante previamente 
normotensa, porém na ausência de proteinúria ou manifestação de outros sinais/sintomas relacionados à lesão de órgãos-
alvo. Seu principal significado é que até 25% dessas gestantes apresentarão sinais e/ou sintomas relacionados à pré-eclâmpsia, 
alterando-se, portanto, seu diagnóstico. Deve desaparecer até 12 semanas após o parto; 
• pré-eclâmpsia: manifestação de hipertensão arterial identificada após a 20ª semana de gestação, associada à proteinúria 
significativa e/ou disfunção de órgãos-alvo; 
• pré-eclâmpsia sobreposta à hipertensão arterial crônica — esse diagnóstico deve ser estabelecido em algumas situações 
específicas: 
1) quando, após 20 semanas de gestação ocorre aumento da concentração da proteinúria detectada na primeira metade da gestação 
(superior a três vezes o valor inicial) ou seu aparecimento, quando não detectada na primeira metade da gestação; 
2) na ocorrência de disfunção de órgãos-alvo; 
3) quando ocorrer disfunção uteroplacentária (restrição do crescimento, alterações relevantes Dopplervelocimétricas, descolamento 
prematuro da placenta, óbito fetal).
2- Critérios diagnósticos de pré-eclâmpsia
Como visto acima, a pré-eclâmpsia é definida por manifestação de hipertensão arterial identificada após a 20ª semana de gestação (≥ 
140 x 90 mmHg), associada à proteinúria significativa e/ou disfunção de órgãos-alvo. 
Veja, no quadro a seguir quais são as disfunções de órgão-alvo consideradas pelo protocolo:
DIAGNÓSTICO CLÁSSICO DA PRÉ-ECLÂMPSIA
Hipertensão
PAS ≥ 140 ou PAD ≥ 90 mmHg, aferidas em duas ocasiões, com intervalo ≥ 4 horas, após 20 
semanas de gestação.
+
Proteinúria Relação proteína/creatinina ≥ 0,3 ou ≥ 300 mg/24 horas ou ≥ 2+ em fita.
DIAGNÓSTICO DE PRÉ-ECLÂMPSIA POR DISFUNÇÃO DE ÓRGÃOS-ALVO
Hipertensão
PAS ≥ 140 ou PAD ≥ 90 mmHg, aferidas em duas ocasiões, com intervalo ≥ 4 horas, após 20 
semanas de gestação.
+
Comprometimento 
Hematológico
Contagem de plaquetas ≤ 150.000/mm³, coagulação intravascular disseminada, hemólise.
Comprometimento 
Hepático
Aumento de transaminases TGO ou TGP ≥ 40 U/L, com ou sem epigastralgia ou dor no quadrante 
superior direito.
Comprometimento Renal Elevação de creatinina sérica ≥ 1,0 mg/dL.
Comprometimento 
Neurológico
Eclâmpsia, rebaixamento do nível de consciência (sine eclâmpsia), cegueira, acidente vascular 
cerebral, clônus, cefaleia intensa ou escotomas visuais.
Edema Pulmonar
Dispneia, sibilos e estertores crepitantes e sub-crepitantes, palidez, sudorese fria, cianose de 
extremidades, ansiedade, confusão mental, secreção pulmonar rosada.
Comprometimento 
Placentário
Disfunção placentária (descolamento prematuro, desequilíbrio angiogênico, restrição de 
crescimento fetal, alteração do Doppler da artéria umbilical ou óbito fetal).
Estratégia
MED
Estratégia MED | As principais atualizações para residência médica de 2025
E-BOOK
42
O fluxograma a seguir resume os critérios diagnósticos de pré-eclâmpsia. 
As principais mudanças em relação aos critérios diagnósticos em relação ao documento de 2023 foram:
 - introdução de hemoglobinarealizar 
o rastreamento baseado na associação de marcadores biofísicos e bioquímicos, incluindo além dos marcadores de risco clínicos, associação 
da medida da pressão arterial média, dopplervelocimetria das artérias uterinas e a dosagem do PLGF. Importante salientar que mulheres 
sem antecedente de pré-eclâmpsia em gestação anterior, mantendo mesmo parceiro e sem outros marcadores clínicos, representam uma 
população de baixo risco. No entanto, sempre que a paciente apresentar marcadores clínicos de risco, a prevenção já deve ser iniciada, não 
sendo necessário avançar em outro método para predição”.
O quadro a seguir resume os fatores de risco a serem considerados nessa análise. A mudança em relação a 2023 foi a introdução da 
raça/cor preta ou parda e da condição socioeconômica desfavorável como fatores de risco moderado. 
RISCO ALTO* RISCO MODERADO
História pregressa de pré-eclâmpsia Condição socioeconômica desfavorável
Obesidade (IMC > 30) História familiar de pré-eclâmpsia (mãe e irmã)
Hipertensão arterial crônica Nuliparidade
Diabetes tipo 1 e tipo 2 Idade materna ≥ 35 anos
Doença renal crônica Intervalo interpartal > 10 anos
Doenças autoimunes (lúpus, SAAF) Raça/cor: preta ou parda
Tratamento de reprodução assistida
Gravidez prévia com desfecho adverso relacionado a 
disfunção placentária: DPP, RCF, TPP, óbito fetal. 
Gestação múltipla 
*Adaptada da ISSHP, FIGO, ACOG e MS
Estratégia
MED
Estratégia MED | As principais atualizações para residência médica de 2025
E-BOOK
46
SUPLEMENTAÇÃO UNIVERSAL DE CÁLCIO EM 
GESTANTES - MINISTÉRIO DA SAÚDE 
Suplementação universal: 
Em 14/02/2025, foi publicada a Nota técnica do Ministério 
da Saúde nº 251/2024 com mudanças acerca da suplementação 
de cálcio em gestantes. De acordo com esse documento, “a 
suplementação universal de cálcio para as gestantes se justifica 
pelos dados de baixa ingestão de cálcio pelas mulheres brasileiras 
em associação às evidências de redução do risco de pré-eclâmpsia 
e da morbimortalidade dela decorrente com a suplementação 
desse micronutriente”. 
Levando esses dados em consideração, a partir dessa nota 
técnica, é recomendado: 
• suplementação de 2 comprimidos de carbonato de 
cálcio 1.250 mg (500 mg de cálcio elementar) ao dia, 
equivalente a 1.000 mg de cálcio elementar, para todas 
as gestantes, com início na 12ª semana de gestação até 
o momento do parto;
• a prescrição pode ser feita por médicos(as), 
enfermeiros(as) e nutricionistas das equipes da Atenção 
Primária à Saúde (APS);
• a administração concomitante dos suplementos de 
cálcio e do ferro deve ser evitada. Recomenda-se que a 
ingestão do suplemento de cálcio ocorra com intervalo 
mínimo de 2 horas do suplemento de ferro (sulfato 
ferroso) ou de polivitamínicos contendo ferro, pois 
a biodisponibilidade de cálcio varia de acordo com a 
ingestão com outros alimentos e nutrientes que podem 
reduzir a absorção ou excreção;
• sugere-se que o cálcio não seja ingerido em jejum. 
Além disso, deve-se evitar a ingestão do suplemento 
em associação com alimentos ricos em fitatos, oxalatos 
ou ferro (por exemplo: feijão, fígado, espinafre, acelga, 
couve, beterraba, batata doce, sementes, castanhas 
ou cereais), bem como deve-se evitar a ingestão do 
suplemento com alta ingestão de cafeína e de alimentos 
ultraprocessados, pois podem afetar a absorção do 
cálcio. Uma opção é a ingestão no período da noite com 
um copo de leite ou suco de frutas, por exemplo.
Prevenção da pré-eclâmpsia em gestantes de alto risco:
São consideradas gestantes de alto risco aquelas com 
a presença de um fator de alto risco ou dois fatores de risco 
moderado ou rastreamento combinado positivo. O protocolo 
de 2025 passou a considerar rastreamento combinado positivo 
quando o resultado for ≥ 1/200; antes consideravam-se positivos 
valores ≥ 1/100. Essas gestantes têm indicação de suplementar 1 a 
2 gramas de cálcio ao dia juntamente com aspirina em baixa dose. 
O fluxograma a seguir resume a prevenção da pré-eclâmpsia 
para gestantes de alto risco.
GESTANTE DE ALTO RISCO PARA PRÉ-ECLÂMPSIA
1 fator de risco alto ou 2 fatores de risco moderado ou 
rastreamento combinado positivo
AAS (Aspirina) - baixa 
dose à noite 
(100–150 mg)
Início a partir de 12 
semanas 
(preferencialmente antes 
da 16ª semana, mas 
podendo ser iniciado até a 
20ª semana) até 36 
semanas
Primeiro trimestre 
até o momento do 
parto
Suplementação de 
cálcio (1,0 a 2g/dia)
Estratégia
MED
Estratégia MED | As principais atualizações para residência médica de 2025
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47
ATUALIZAÇÃO DAS INDICAÇÕES DA VACINA CONTRA 
ROTAVÍRUS HUMANO
No dia 03/01/2025, foi publicada a Nota Técnica Nº 193/2024 pelo Ministério da Saúde com atualização das indicações da vacina 
contra rotavírus humano G1P[8] (vacina rota) no Brasil.
Como era? 
Esquema de duas doses, com intervalo mínimo de 30 dias entre as doses, da seguinte forma: primeira dose aos 2 meses (podendo ser 
administrada na faixa etária de 1 mês e 15 dias a 3 meses e 15 dias) e a segunda dose aos 4 meses (podendo ser administrada na faixa etária 
de 3 meses e 15 dias até 7 meses e 29 dias).
Racional para a mudança:
“No Brasil, há situações que podem comprometer a oferta oportuna das vacinas, a exemplo das ações realizadas em áreas de difícil 
acesso geográfico. Para a vacina rotavírus humano, isso é ainda mais crítico devido às restrições da idade para a vacinação, uma vez que as 
ações podem ser realizadas no momento não adequado para iniciar ou completar o esquema vacinal, deixando as crianças suscetíveis às 
doenças diarreicas por rotavírus, fato evidenciado pelas coberturas vacinais abaixo da meta preconizada de 90%, observada no país nos 
últimos anos”.
Como ficou?
a) Primeira dose (D1) aos dois meses de idade, podendo ser administrada a partir de 1 mês e 15 dias até 11 meses e 29 dias.
b) Segunda dose (D2) aos 4 meses de idade, podendo ser administrada a partir de 3 meses e 15 dias até 23 meses e 29 dias.
Deve-se respeitar o intervalo mínimo de 30 dias entre as doses.
ATUALIZAÇÃO DA VACINAÇÃO CONTRA A DOENÇA 
MENINGOCÓCICA
No dia 24/06/2025, foi publicada a Nota Técnica Nº 77/2025 
pelo Ministério da Saúde, substituindo a dose de reforço da vacina 
meningocócica C pela meningocócica ACWY. 
Como era? 
A vacina meningocócica C era aplicada, de rotina, aos 3 e 5 
meses, com reforço aos 12 meses. A vacina meningocócica ACWY 
era aplicada apenas para os adolescentes, em dose única, dos 11 
aos 14 anos de idade. 
Racional para a mudança:
A introdução das vacinas meningocócica C (em 2010) 
e meningocócica ACWY (em 2020), no Programa Nacional de 
Imunizações foi bastante efetiva na redução das meningites 
bacterianas no Brasil, porém essa doença ainda é um fator 
de preocupação. A mudança é uma ação das Diretrizes do 
Enfrentamento das Meningites até 2030, publicadas pelo Brasil 
e proposto à Organização Mundial de Saúde, que estabelece 
estratégias para o combate às principais causas de meningite 
bacteriana aguda (meningococo, pneumococo, Haemophilus 
influenzae e estreptococo do grupo B). 
Como ficou?
Meningocócica C: 3 e 5 meses. 
Meningocócica ACWY: dose de reforço aos 12 meses e 
adolescentes dos 11 aos 14 anos, em dose única. 
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ATUALIZAÇÃO DA PROFILAXIA PRÉ-EXPOSIÇÃO (PREP) 
ORAL À INFECÇÃO PELO HIV
Em 23/01/2025, foi publicado pelo Ministério da Saúde o Protocolo Clínico e Diretrizes Terapêuticas (PCDT) para Profilaxia Pré-
Exposição (PrEP) Oral à Infecção pelo HIV, com algumas atualizações importantes sobre o tema, que listaremos a seguir!
1- Para quem a PrEP é indicada? 
A PrEP pode ser indicada para pessoas a partir de 15 anos, com peso corporal igual ou superior a 35 kg, sexualmente ativas e que 
apresentem contextos de vulnerabilidade acrescida para a aquisição da infecção pelo HIV.
Assim, devem também ser considerados os seguintespara 30 dias e, uma vez caracterizada a adesão do indivíduo 
à estratégia, o seguimento clínico será quadrimestral (a cada 120 dias). A realização do teste de HIV a cada consulta é obrigatória, 
preferencialmente por teste rápido.
Para pessoas em uso de PrEP há no mínimo um ano e sem histórico de descontinuidade da profilaxia, o seguimento clínico poderá ser 
ampliado para seis meses. 
NOVA DIRETRIZ DO RASTREAMENTO DO CÂNCER DE 
COLO DO ÚTERO (2025)
Estrategista, a nova diretriz de rastreamento do câncer de colo uterino do Ministério da Saúde foi 
publicada em agosto de 2025 e apresenta grandes mudanças em relação à diretriz anterior de 2016. Esta 
diretriz adotou como exame de rastreamento o teste de DNA-HPV, que substitui a colpocitologia oncótica 
(Papanicolau). 
MÉTODOS MOLECULARES PARA DIAGNÓSTICO DO HPV
Além das alterações citológicas e histológicas, hoje o HPV pode ser identificado por diversas técnicas moleculares.), detectando a 
presença do vírus no organismo antes da ocorrência de lesões ou câncer em estágios iniciais. A pesquisa de DNA HPV já é utilizada como 
método de rastreio para câncer de colo uterino em outros países e, no Brasil, também foi adotada como exame de rastreamento na diretriz 
de 2025.
A reação em cadeia da polimerase (PCR) identifica o tipo de HPV por meio da amplificação de um fragmento de DNA. Existem diversos 
testes disponíveis no mercado, sendo que o teste nacional é capaz de detectar 14 tipos de HPV de alto risco e indica especificamente a 
positividade para o 16 e 18 (tipos mais envolvidos no câncer de colo uterino). 
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POPULAÇÃO ALVO E INTERVALO DE RASTREAMENTO
Devem ser rastreadas as mulheres de 25 a 64 anos de idade, sexualmente ativas. Os exames de rastreamento devem ser feitos com 
intervalo de 5 anos. 
Se o teste de DNA-HPV for realizado a partir dos 60 anos e apresentar resultado negativo pode-se liberar a paciente do rastreamento, 
já que o próximo teste seria realizado após os 64 anos de idade.
O teste de rastreamento detecta os seguintes tipos de HPV de alto risco: 16, 18, 31, 33, 35, 39, 45, 51, 52, 56, 58, 59, 66 e 68.
A coleta do teste de DNA-HPV pode ser realizada por médico ou profissional de enfermagem ou por autocoleta (quando a própria 
mulher obtém a amostra da vagina para o teste de rastreamento sem a utilização de espéculo). A autocoleta pode ser uma opção a ser 
considerada em situações de limitações ou barreiras resultantes do serviço de saúde ou da própria mulher para a coleta por médico ou 
profissional de enfermagem.
As pessoas LGBTQIA+ devem seguir as mesmas recomendações das mulheres de risco padrão.
DÚVIDAS
1. Por que não rastrear mulheres sexualmente ativas abaixo dos 25 anos? 
A prevalência da infecção pelo HPV nessa faixa etária é alta, mas também é alta a taxa de clareamento viral. Além disso, a 
incidência de câncer de colo é muito baixa nessa faixa etária (corresponde a menos de 1% dos tumores). Quando ocorrem, são tumores 
bastante agressivos, que não seguem a história natural da infecção por HPV, não sendo detectáveis pelo rastreamento, em sua maioria.
2. Caso você atenda uma mulher com mais de 60 anos que nunca realizou teste de DNA-HPV, como proceder? 
A paciente deve realizar um teste. Se negativo estará liberada do rastreamento. Se positivo deve seguir a orientação da população 
de risco padrão.
3. Caso você atenda uma mulher com mais de 60 anos com tratamento prévio de NIC 2 ou NIC 3 ou AIS (adenocarcinoma in situ), 
como proceder?
 Deve-se manter o rastreamento enquanto possível, sendo aceitável até pelo menos 25 anos após o tratamento. 
4. Como se deve proceder no caso de doença cervical presente na colposcopia das mulheres com teste DNA-HPV positivo?
 A conduta nestes casos será definida na parte 2 dessa diretriz (ainda em elaboração).
SITUAÇÕES ESPECIAIS
• Como o HPV é transmitido sexualmente, não há necessidade de rastreamento com coleta do teste de DNA-HPV das mulheres 
virgens.
• Se houver atrofia vaginal em pacientes na pós-menopausa, proceder estrogenização antes da coleta. Isso garante a qualidade 
da amostra e o diagnóstico correto, já que a citologia reflexa será realizada no mesmo material (Com exceção se a amostra tiver 
sido obtida por autocoleta. Neste caso deve-se convocar a paciente e proceder com a coleta da colpocitologia por médico ou 
profissional de enfermagem). 
• As gestantes devem ser rastreadas da mesma forma que as não gestantes. A coleta do teste de DNA-HPV não oferece risco para a 
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gravidez.
• Em mulheres que se submeteram à histerectomia, é importante avaliar o motivo da cirurgia e seu rastreio prévio para câncer de 
colo uterino:
 o mulheres que realizaram histerectomia total (corpo e colo uterino) por doença benigna, sem histórico de tratamento de 
lesões cervicais de alto grau, podem ser excluídas do rastreamento;
 o mulheres histerectomizadas por lesão precursora ou câncer de colo uterino devem manter a coleta do teste DNA-HPV por 
pelo menos 25 anos após o tratamento ou indefinidamente.
RASTREAMENTO NAS MULHERES VIVENDO COM HIV/AIDS OU IMUNODEPRIMIDAS / 
IMUNOSSUPRIMIDAS
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RECOMENDAÇÕES
• Pela maior prevalência de infecção por HPV e maior persistência do vírus, as pacientes vivendo com HIV/AIDS, imunodeprimidas ou 
imunossuprimidas devem iniciar o rastreamento após o início da atividade sexual.
• O teste de DNA-HPV para estes casos deve ser realizado a cada 3 anos. 
• O rastreamento dessas mulheres deve prosseguir indefinidamente, não se devendo encerrar. 
Estrategista, o Ministério da Saúde prevê que a “implementação da nova diretriz (2025) começará por 
um município em cada estado, sendo ampliada conforme a finalização da troca do método” (ou seja, com 
a substituição gradual da colpocitologia pelo teste de DNA-HPV como método de rastreamento). A meta do 
Ministério da Saúde é de que, até dezembro de 2026, o rastreio com o teste de DNA-HPV esteja presente na 
rede pública de todo o território nacional.
Ou seja, durante este período estaria “valendo as duas diretrizes". Além disso, como vimos, a nova diretriz ainda não está 
completa, sendo que só foi publicada a primeira parte, faltando a conduta a ser indicada em relação à doença cervical presente na 
colposcopia.
Sendo assim, entendemos que as provas vão cobrar as duas diretrizes e, por isso, é muito importante que você saiba os 
conceitos de ambas.
Quando estiver frente a uma questão de rastreamento de câncer de colo, preste atenção qual o exame de rastreamento que 
está sendo usado (teste de DNA-HPV ou colpocitologia) e se a conduta que está sendo cobrada se refere a diretriz de 2025 ou a diretriz 
de 2016. 
 COMO ERA (Diretriz 2016) COMO FICOU (Diretriz 2025)
Exame indicado Colpocitologia oncótica Genotipagem DNA HPV
Faixa etária 25-64 anos
25-64 anos
(podendo encerrar se teste negativo 
colhido após 60 anos)
Periodicidade
Iniciar com dois exames anuais; se 
negativos, manter rastreio 3/3 anos
A cada 5 anos
 COMO ERA (Diretriz 2016) COMO FICOU (Diretriz 2025)
Imunossuprimidas
Iniciar após sexarca, com 2 
exames semestrais; se normais, 
manter rastreio anual enquanto 
imunossupressão
Se paciente HIV + com CD4Margens livres ou comprometidas 
por NIC 1
Citologia seis e 12 meses após o 
procedimento. A colposcopia fica a 
critério do serviço. Após o primeiro 
ano: citologia anual até completar 
cinco anos do tratamento.
Manter rastreio enquanto possível
Aceitável manter por ao menos 25 
anos após tratamento
NIC 2/3
Citologia + colposcopia 
semestralmente por dois anos. Após 
os dois primeiros anos: citologia 
anual até completar cinco anos 
do tratamento. Após cinco anos: 
citologia trienal.
Manter rastreio enquanto possível
Aceitável manter por ao menos 25 
anos após tratamento
Adenocarcinoma in situ
Citologia semestral por 2 anos, 
colposcopia a critério do serviço. 
Após 2 anos, retomar rastreio trienal.
Manter rastreio enquanto possível
Aceitável manter por ao menos 25 
anos após tratamento
ATUALIZAÇÃO DO TRATAMENTO DO DIABETES TIPO 2 
Estrategista, a diretriz de diabetes da Sociedade Brasileira de Diabetes foi atualizada em agosto de 2025 e apresenta algumas mudanças 
em relação à diretriz anterior. Uma das principais mudanças foi a possibilidade do uso dos análogos de GLP-1 e dos inibidores da SGLT-2 em 
monoterapia, sem associação com a metformina. Além disso, foi ressaltado de forma mais consistente sobre a necessidade de avaliação do 
risco cardiovascular e do peso do paciente antes da decisão do tratamento. 
Vamos relembrar os principais benefícios extraglicêmicos das 2 classes medicamentosas mais estudadas e utilizadas nos últimos anos, 
os inibidores da SGLT-2 e os análogos de GLP-1: 
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Tanto os inibidores da SGLT-2 (empagliflozina, dapagliflozina) 
quanto os análogos de GLP-1 (liraglutida, semaglutida, dulaglutida) 
têm benefício comprovado de redução de eventos cardiovasculares 
e redução de mortalidade, principalmente em indivíduos de alto 
risco cardiovascular. Esse é o ponto comum destas medicações. 
Mas o que irá ajudar você na escolha do tratamento do 
seu paciente é saber a diferença de benefícios entre essas classes 
medicamentosas. Com essa informação você irá conseguir acertar 
boa parte das questões sobre o tema. 
Os análogos de GLP-1 têm benefício para perda de peso 
e alguns dos seus representantes (liraglutida, semaglutida) 
são aprovados on label para o tratamento da obesidade. 
Consequentemente, serão sua preferência em pacientes com 
sobrepeso/obesidade. 
Já os inibidores da SGLT-2 diminuem a progressão da doença 
renal do diabetes (devem ser utilizados em todos os pacientes 
com albuminúria >30mg/g e/ou TFG entre 60-20ml/min/1,73m2) 
e diminuem taxa de hospitalização em pacientes com insuficiência 
cardíaca. 
Veja a seguir como era o tratamento proposto em 2024:
PACIENTES SEM ALTO OU MUITO ALTO RISCO 
CV/DRC
PACIENTES COM ALTO OU MUITO ALTO RISCO 
CV E/OU DRC
Perceba que a metformina era parte essencial do tratamento, 
e em casos de HbA1c 100mg/g), porém não são a 1a 
escolha, que continua sendo os inibidores da SGLT-2. Então na sua 
prova, doença renal do diabetes = iSGLT-2!
E a insulinoterapia? Veja como ficou:
A diretriz de 2025 retirou dos critérios de insulinoterapia 
a necessidade de HbA1c >9%!! A partir de agora, serão critérios 
para insulinização apenas os sintomas de insulinopenia (poliuria, 
polidipsia, polifagia, perda de peso) + hiperglicemia grave (que não 
foi definida na diretriz). Mudança arriscada ein? 
Lembrando que a diretriz americana da ADA ainda utiliza os 
valores de HbA1c >10% e Glicemias >300mg/dL para considerar o 
início de insulinoterapia, ok? 
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	CONHEÇA NOSSOS APROVADOS
	Novos Indicadores de Desempenho da Atenção Primária à Saúde
	Equipes de Saúde da Família (eSF) e de Atenção Primária (eAP) 
	Equipes Multiprofissionais (eMulti)
	Lista de Notificação Compulsória
	Lei 8.080/90 
	CAPÍTULO II 
	Comissão Nacional de Incorporação de Tecnologias no Sistema Único de Saúde (Conitec) 
	ATLS 11ª Edição 
	 Traumatismo cranioencefálico
	Atendimento inicial à vítima de politrauma
	Etapa “x”: controle de hemorragias exsanguinantes 
	Etapa "A": via aérea com proteção da coluna cervical
	Etapa “B”: ventilação 
	Etapa “C”: circulação com controle de hemorragia
	Queimaduras e trauma elétrico
	Indicações de cirurgia bariátrica
	GINA 2025
	Biomarcadores da inflamação do tipo 2
	Fatores de risco para exacerbações graves em adultos e adolescentes.
	Impacto das condições climáticas extremas
	Diagnóstico em crianças com 5 anos ou menos
	Tratamento rápido em crianças com 5 anos ou menos
	Exacerbações de asma em crianças de 5 anos ou menos:
	Diagnóstico rápido em adultos e adolescentes
	Cuidados personalizados para a asma: avaliar – ajustar – revisar
	Decisões de tratamento em nível populacional e personalizadas em nível de paciente
	Recomendações de tratamento para adultos e adolescentes
	Tratamento de exacerbações graves em adultos, adolescentes e crianças de 6 a 11 anos
	Doença hepática gordurosa associada à disfunção metabólica (MASLD)
	Prevenção da hipovitaminose D pela Sociedade Brasileira de Pediatria (SBP)
	Protocolo Assistencial Pré-eclâmpsia 2025 
	Suplementação Universal de Cálcio em Gestantes - Ministério da Saúde 
	Suplementação universal: 
	Atualização das indicações da vacina contra rotavírus humano
	Atualização da vacinação contra a doença meningocócica
	Atualização da profilaxia pré-exposição (PrEP) oral à infecção pelo HIV
	Nova diretriz do Rastreamento do câncer de colo do útero (2025)
	MÉTODOS MOLECULARES PARA DIAGNÓSTICO DO HPV
	POPULAÇÃO ALVO E INTERVALO DE RASTREAMENTO
	RASTREAMENTO NAS MULHERES VIVENDO COM HIV/AIDS OU IMUNODEPRIMIDAS / IMUNOSSUPRIMIDAS
	RECOMENDAÇÕES
	Atualização do tratamento do Diabetes tipo 2de Saúde Bucal (eSB)
Os indicadores integram o componente de qualidade, um dos pilares da nova metodologia de cofinanciamento federal da APS, instituída 
em 2024. O modelo considera o desempenho das equipes e a oferta efetiva de ações e serviços como critérios para a definição do valor 
mensal repassado aos municípios. 
Agora, vamos destrinchar os indicadores que são considerados para cada uma das equipes, e que podem estar presentes em sua prova:
 
EQUIPES DE SAÚDE DA FAMÍLIA (ESF) E DE ATENÇÃO PRIMÁRIA (EAP) 
1- Mais acesso à Atenção Primária à Saúde (APS). 
É calculado a partir da seguinte fórmula: 
O racional é o seguinte: uma equipe que apresenta baixa oferta de atendimentos programáticos/continuados pode estar desenvolvendo 
um modelo excessivamente centrado na demanda espontânea. Por outro lado, uma equipe que apresenta quase exclusivamente 
atendimentos programáticos/continuados pode não estar aberta à demanda espontânea.
2- Cuidado no desenvolvimento infantil.
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Leva em consideração os seguintes aspectos:
(A) ter realizado a 1ª consulta presencial por profissional 
médica(o) ou enfermeira(o), até o 30º dia de vida; 
(B) ter pelo menos 09 consultas por médica(o) ou 
enfermeira(o) até 2 anos de vida; 
(C) ter pelo menos 09 registros de peso e altura até os dois 
anos de vida; 
(D) ter recebido pelo menos 02 visitas domiciliares realizadas 
por ACS/Tacs, sendo a primeira até os primeiros 30 dias de vida e a 
segunda até os 6 meses de vida; 
(E) ter sido vacinada contra difteria, tétano, coqueluche, 
hepatite B, infecções causadas por Haemophilus influenzae tipo 
B, poliomielite, sarampo, caxumba e rubéola, com todas as doses 
recomendadas 
3- Cuidado à gestante e puérpera na Atenção Primária à 
Saúde (APS).
Serão contabilizados os seguintes itens:
(A) ter realizado a primeira consulta de pré-natal até 12 
semanas de gestação;
(B) ter realizado pelo menos 07 consultas durante o período 
de gestação para valorizar o diagnóstico e acolhimento oportuno;
(C) ter realizado pelo menos 07 registros de pressão arterial 
durante o período da gestação;
(D) ter realizado pelo menos 07 registros simultâneos de 
peso e altura durante o período da gestação;
(E) ter registro de pelo menos 03 visitas domiciliares do ACS/
Tacs, após a primeira consulta do pré-natal;
(F) ter registro de uma dose de dTpa a partir da 20ª semana 
de cada gestação; 
(G) ter registro dos testes rápidos ou dos exames avaliados 
para sífilis, HIV e hepatites B e C realizados no primeiro trimestre 
de cada gestação;
(H) ter registro dos testes rápidos ou dos exames avaliados 
para sífilis e HIV realizados no terceiro trimestre de cada gestação;
(I) ter registro de pelo menos 01 consulta presencial ou 
remota por profissional médica(o) ou enfermeira(o) realizada 
durante o puerpério;
(J) ter registro de pelo menos 01 visita domiciliar por ACS/
Tacs realizada durante o puerpério; 
(K) ter registro de pelo menos 01 avaliação odontológica 
realizada durante o período da gestação por profissional cirurgiã(ão) 
dentista.
4- Cuidado da pessoa com diabetes 
Serão contabilizados os seguintes itens:
(A) ter realizado pelo menos 01 consulta presencial ou 
remota por profissional médica(o) ou enfermeira(o), nos últimos 6 
meses; 
(B) ter pelo menos 01 registro de medição da pressão arterial, 
realizado nos últimos 06 meses; 
(C) ter pelo menos 02 visitas domiciliares por ACS/Tacs, com 
intervalo mínimo de 30 dias, realizadas nos últimos 12 meses; 
(D) ter realizado pelo menos 01 (um) registro de peso e 
altura, nos últimos 12 meses; 
(E) ter pelo menos 01 registro de hemoglobina glicada, 
solicitada ou avaliada, nos últimos 12 meses; 
(F) ter pelo menos 01 registro de avaliação dos pés, realizado 
nos últimos 12 meses. 
5- Cuidado da pessoa com hipertensão 
Serão contabilizados os seguintes itens:
• ter realizado pelo menos 01 consulta presencial ou 
remota por profissional médica(o) ou enfermeira(o), nos 
últimos 6 meses; 
• ter pelo menos 01 registro de aferição da pressão 
arterial, realizado nos últimos 6 meses; 
• ter pelo menos 02 visitas domiciliares por ACS/Tacs, com 
intervalo mínimo de 30 dias, realizadas nos últimos 12 
meses; 
• ter realizado pelo menos 01 (um) registro de peso e 
altura, nos últimos 12 meses. 
6- Cuidado integral da pessoa idosa 
Serão contabilizados os seguintes itens:
(A) ter registro de pelo menos 01 consulta presencial ou 
remota por profissional médica(o) ou enfermeira(o) realizada nos 
últimos 12 meses; 
(B) ter realizado pelo menos 02 (dois) registros simultâneos 
(no mesmo dia) de peso e altura para avaliação antropométrica nos 
últimos 12 meses até o último mês do quadrimestre avaliado; 
(C) ter pelo menos 02 (duas) visitas domiciliares realizadas 
por ACS, com intervalo mínimo de 30 (trinta) dias entre as visitas, 
realizadas nos últimos 12 meses até o último mês do quadrimestre 
avaliado; 
(D) ter registro de 1 (uma) dose da vacina contra influenza, 
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nos últimos 12 meses até o último mês do quadrimestre avaliado. 
7- Cuidado da mulher na prevenção do câncer 
Serão contabilizados os seguintes itens:
(A) mulheres entre 25 e 64 anos: ter registro de pelo menos 01 exame de rastreamento para câncer do colo de útero, solicitado ou 
avaliado nos últimos 36 meses; 
(B) crianças e adolescentes do sexo feminino entre 9 e 14 anos: ter registro de pelo menos uma dose da vacina HPV; 
(C) adolescentes do sexo feminino e mulheres entre 14 e 69 anos: ter registro de atendimentos presenciais ou remotos sobre atenção 
à saúde sexual e reprodutiva, realizado nos últimos 12 meses; 
(D) mulheres entre 50 e 69 anos: ter registro de pelo menos 01 exame de rastreamento para câncer de mama em mulheres de 50 a 69 
anos, solicitado ou avaliado nos últimos 24 meses.
EQUIPES MULTIPROFISSIONAIS (EMULTI)
1- Média de atendimentos por pessoa assistida pela eMulti. 
2- Ações interprofissionais realizadas pela eMulti. 
Equipes de Saúde Bucal (eSB)
1- Primeira consulta odontológica programada na APS 
2- Tratamento odontológico concluído na APS 
3- Taxa de exodontias na APS 
4- Escovação supervisionada na APS 
5- Procedimentos odontológicos preventivos na APS 
6- Tratamento restaurador atraumático na APS
LISTA DE NOTIFICAÇÃO COMPULSÓRIA
A esporotricose humana passa a fazer parte da Lista Nacional de Notificação Compulsória e deve ser registrada no Sistema de 
Informação de Agravos de Notificação (Sinan), conforme publicado pela Portaria GM/MS n°6.734/25. 
A notificação será realizada em âmbito nacional, semanalmente.
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LEI 8.080/90 
Houve a inclusão da Atenção Humanizada como Princípio do SUS. Veja como ficou a lei após a atualização: 
CAPÍTULO II 
Dos Princípios e Diretrizes 
Art. 7º As ações e serviços públicos de saúde e os serviços privados contratados ou conveniados que integram o Sistema Único de 
Saúde (SUS), são desenvolvidos de acordo com as diretrizes previstas no art. 198 da Constituição Federal, obedecendo ainda aos seguintes 
princípios: 
I - universalidade de acesso aos serviços de saúde em todos os níveis de assistência; 
II - integralidade de assistência, entendida como conjunto articulado e contínuo das ações e serviços preventivos e curativos, individuais 
e coletivos, exigidos para cada caso em todos os níveis de complexidade do sistema; 
III - preservação da autonomia das pessoas na defesa de sua integridade física e moral; 
IV - igualdade da assistência à saúde, sem preconceitos ou privilégios de qualquer espécie; 
V - direito à informação, às pessoas assistidas, sobre sua saúde; 
VI - divulgação de informações quanto ao potencial dos serviços de saúde e a sua utilização pelo usuário;VII - utilização da epidemiologia para o estabelecimento de prioridades, a alocação de recursos e a orientação programática; 
VIII - participação da comunidade; 
IX - descentralização político-administrativa, com direção única em cada esfera de governo: a) ênfase na descentralização dos serviços 
para os municípios; b) regionalização e hierarquização da rede de serviços de saúde; 
X - integração em nível executivo das ações de saúde, meio ambiente e saneamento básico; 
XI - conjugação dos recursos financeiros, tecnológicos, materiais e humanos da União, dos Estados, do Distrito Federal e dos Municípios 
na prestação de serviços de assistência à saúde da população; 
XII - capacidade de resolução dos serviços em todos os níveis de assistência; e 
XIII - organização dos serviços públicos de modo a evitar duplicidade de meios para fins idênticos. 
XIV – organização de atendimento público específico e especializado para mulheres e vítimas de violência doméstica em geral, que 
garanta, entre outros, atendimento, acompanhamento psicológico e cirurgias plásticas reparadoras, em conformidade com a Lei nº 12.845, 
de 1º de agosto de 2013. (Redação dada pela Lei nº 13.427, de 2017) 
XV – proteção integral dos direitos humanos de todos os usuários e especial atenção à identificação de maus-tratos, de negligência e 
de violência sexual praticados contra crianças e adolescentes. (Incluído pela Lei nº 14.679, de 2023) 
XVI – atenção humanizada. (Incluído pela Lei nº 15.126, de 2025)
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COMISSÃO NACIONAL DE INCORPORAÇÃO DE 
TECNOLOGIAS NO SISTEMA ÚNICO DE SAÚDE 
(CONITEC) 
Em abril de 2025, foi sancionada a Lei 15.120/2025, que altera a composição da Comissão Nacional de Incorporação de Tecnologias 
no Sistema Único de Saúde (Conitec) – responsável por decidir sobre a incorporação, exclusão ou alteração de medicamentos, produtos e 
procedimentos no SUS. 
Com a mudança, o órgão passará a incluir um representante de organização da sociedade civil constituída há mais de dois anos e 
atuante na área da respectiva especialidade ou patologia, assegurado o direito a voto.
A lei estabelece que o assento destinado ao representante de organização da sociedade civil de caráter nacional é de ocupação rotativa 
e será preenchido pela entidade cuja representatividade seja relacionada à condição de saúde analisada. 
Também continuam compondo a Conitec um representante indicado pelo Conselho Nacional de Saúde, um representante, especialista 
na área, indicado pelo Conselho Federal de Medicina, e um representante, especialista na área, indicado pela Associação Médica Brasileira.
A mudança busca ampliar a participação social nas decisões sobre tecnologias de saúde no SUS.
ATLS 11ª EDIÇÃO 
 TRAUMATISMO CRANIOENCEFÁLICO
Em 2025, foi lançada a 11ª Edição do Advanced Trauma Life Support (ATLS), e o documento trouxe uma série de mudanças no que 
diz respeito ao manejo do paciente com trauma. Muitas mudanças foram vistas em relação ao traumatismo cranioencefálico (TCE), vamos 
detalhar cada uma delas neste capítulo!
1- Alvo da pressão arterial no neurotrauma.
O ATLS traz que a hipotensão tem um efeito prejudicial no desfecho de lesões encefálicas e na medula espinhal. O efeito combinado 
de hipotensão e hipóxia duplica o risco de morte em pacientes com traumatismo cranioencefálico. 
A edição de 2025 trouxe atualizações acerca dos alvos da pressão no TCE:
• para pacientes acima de 15 anos com TCE: alvo de PAS ≥ 100 mmHg;
• para pacientes acima de 15 anos com traumatismo raquimedular (TRM): alvo de PAS > 90 mmHg;
• para pacientes abaixo de 15 anos com TCE ou TRM: alvo de PAS > (70 + idade x 2).
Como era (ATLS 10) Como ficou (ATLS 11)
• TCE 50-69 anos: PAS ≥ 100mmHg
• TCE 15-49 ou ≥ 70 anos: PAS ≥ 
100mmHg
• Crianças: não especificava
• TRM: não especificava
• TCE ≥ 15 anos: PAS ≥ 100mmHg
• TCE ≥ 15 anos: PAS > 90mmHg
• TCE (70 + idade x 2)
• TRM (70 + idade x 2)
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Veja o comparativo de como era antes e como ficou:
2- Uso do ácido tranexâmico.
O uso do ácido tranexâmico não era mencionado na parte 
de TCE no ATLS 10. O ATLS 11 traz a seguinte recomendação:
“Para pacientes com TCE moderado a grave que se apresentam 
em até 3 horas após a lesão, a administração intravenosa de ácido 
tranexâmico, seja uma dose única de 2g ou uma dose de 1g ao 
longo de 10 minutos, seguida de infusão intravenosa de 1 g ao 
longo de 8 horas, é segura e pode reduzir a mortalidade. 
A administração de ácido tranexâmico pode ser razoável para 
outros subgrupos, como TCE grave com pupilas reativas bilaterais 
e TCE leve com sangramento intracraniano, mas o benefício 
permanece incerto.”
3- Profilaxia de crise epiléptica.
A gravidade do TCE está correlacionada com convulsões 
pós-traumáticas precoces (ou seja, dentro de 7 dias). A maior 
incidência ocorre após lesões penetrantes. Portanto, de acordo com 
a 11ª edição do ATLS, recomenda-se medicação anticonvulsivante 
profilática nas seguintes condições:
• após TCE grave (ECG ≤ 8) e penetrante;
• TCE contuso e moderado: fratura craniana com 
afundamento, hematoma subdural, contusão 
cortical, hematoma extradural (epidural), hematoma 
intracerebral e ocorrência de convulsões dentro de 24 
horas após a lesão. 
A medicação anticonvulsivante profilática não é 
recomendada em cenários de ECG de 14-15 com ou sem 
sangramento intracraniano, HSA isolada, hemorragia 
intraventricular traumática isolada e hematoma subdural isolado 
com ECG ≥ 13. 
Os medicamentos mais estudados incluem fenitoína, 
fosfenitoína, ácido valproico e levetiracetam. 
Levetiracetam e lacosamida podem ter eficácia equivalente 
para prevenção de convulsões com menos eventos adversos e 
possivelmente melhores resultados funcionais. 
O ácido valproico (comparado à fenitoína) para profilaxia 
precoce das convulsões pós-traumáticas está associado a um risco 
aumentado de morte e não é utilizado. 
A medicação anticonvulsivante profilática é interrompida 
em até 7 dias, a menos que as convulsões tenham ocorrido > 24 
horas após a lesão. A administração prolongada não diminui o 
risco de convulsões após a primeira semana. 
Em casos pediátricos, levetiracetam ou (fos)fenitoína 
são apropriados por 7 dias. O levetiracetam apresenta menos 
interações adversas e não é necessário monitoramento terapêutico 
do medicamento. 
As doses de levetiracetam comumente utilizadas são de 10 a 
20 mg/kg, duas vezes ao dia.
Agora, compare as recomendações do ATLS 10 e como ficou 
no ATLS 11. 
Como era (ATLS 10) Como ficou (ATLS 11)
• (Fos-)Fenitoína não indicada para 
prevenção de crises tardias
• (Fos-)Fenitoína recomendada para 
diminuir crises agudas (abordagem do atendimento inicial ao politraumatizado em 
relação à prioridade das hemorragias exsanguinantes, o que 
impactou diretamente o algoritmo tradicional da avaliação primária.
1 – Algoritmo de avaliação primária: de ABCDE para XABCDE
Historicamente, a avaliação primária era baseada na 
sequência ABCDE:
• A – via aérea com proteção da coluna cervical;
• B – respiração;
• C – circulação com controle de hemorragias; 
• D – déficit neurológico;
• E – exposição completa do paciente e controle de 
hipotermia.
Na nova edição, a sequência passou a ser XABCDE, em que:
• X – controle imediato de hemorragias exsanguinantes;
• A – via aérea com proteção da coluna cervical;
• B – respiração;
• C – circulação com controle de hemorragias;
• D – déficit neurológico;
• E – exposição completa do paciente e controle de 
hipotermia.
Essa alteração reconhece que hemorragias massivas 
externas são a principal causa evitável de morte precoce, portanto 
devem ser abordadas antes mesmo da via aérea, utilizando 
medidas como:
• compressão direta;
• packing;
• torniquetes;
Essa mudança alinha o ATLS aos princípios do atendimento 
em combate e atendimento pré-hospitalar ao trauma (PHTLS), em 
que controlar hemorragias graves se tornou uma diretriz prioritária.
ETAPA “X”: CONTROLE DE HEMORRAGIAS EXSANGUINANTES 
A 11ª edição do ATLS enfatiza que a hemorragia exsanguinante é a principal ameaça imediata à vida no atendimento ao politraumatizado. 
Essa priorização justifica a inclusão do “X” no início da sequência da avaliação primária, como vimos acima (XABCDE).
1 – Conceito de hemorragia exsanguinante
Nem toda hemorragia externa se enquadra como exsanguinante. A hemorragia exsanguinante é um tipo de hemorragia externa que:
• coloca a vida do paciente em risco iminente;
• pode levar rapidamente à instabilidade hemodinâmica grave ou à morte se não for controlada de forma imediata.
Exemplos típicos incluem:
• sangramento arterial pulsátil em grande volume;
• hemorragias associadas à amputação traumática de membros;
• feridas penetrantes profundas com sangramento incontrolável.
2 – Manejo local da hemorragia exsanguinante
O ATLS 11 recomenda as seguintes condutas:
• exposição completa da área lesionada para avaliação e abordagem adequadas;
• compressão direta do ferimento;
 o se a ferida for profunda: considerar o packing (tamponamento com compressas no interior do ferimento);
• aplicação de torniquete nas seguintes situações:
 o o sangramento não é controlado rapidamente com compressão direta;
 o presença de sangramento arterial em jato;
 o ocorrência de amputação total ou subtotal de um membro.
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3 – Técnica adequada de aplicação do torniquete
• O torniquete deve ser aplicado diretamente sobre a pele, não sobre roupas.
• Deve ser posicionado a 5 a 8 cm proximal ao local da lesão, evitando regiões articulares.
• O objetivo é ocluir completamente o fluxo sanguíneo arterial:
 o pulsos distais não devem ser palpáveis;
 o o sangramento deve cessar imediatamente após aplicação.
• Se o sangramento não for controlado com um torniquete, um segundo torniquete deve ser posicionado 3 a 5 cm acima do 
primeiro.
• O tempo de aplicação deve ser anotado, preferencialmente, no próprio torniquete.
4 – Conversão do torniquete
A nova edição destaca a importância de considerar a conversão do torniquete dentro de 2 horas após a lesão a fim de evitar 
complicações isquêmicas e perda desnecessária do membro. Entretanto, também deixa claro que a conversão do torniquete só deve ser 
feita em condições ideais, pois a prioridade é salvar a vida, não o membro. 
• Em uso prolongado, o torniquete pode estar associado à síndrome pós-torniquete, caracterizada por:
 o hipotensão;
 o acidose metabólica;
 o injúria renal aguda.
• Torniquete não deve ser convertido:
 o em pacientes em choque grave, até que a ressuscitação esteja iniciada;
 o nos casos de amputação traumática, antes de avaliação cirúrgica especializada.
ETAPA "A": VIA AÉREA COM PROTEÇÃO DA COLUNA CERVICAL
A nova edição do ATLS declara de forma explícita a via aérea 
patente e protegida como uma prioridade, acima da proteção 
da coluna cervical, quando há risco de obstrução ou falência 
ventilatória iminente.
1 – Proteção da coluna cervical
Apesar de estar em um nível prioritário inferior em relação à 
patência de vias aéreas, a estabilização cervical é importante e deve 
ser devidamente aplicada. As recomendações atualizadas incluem:
• estabilização com colar cervical e head blocks para todas 
as vítimas com suspeita de lesão cervical. Entretanto, 
para ferimentos penetrantes, seu uso de rotina não é 
mais indicado;
• movimentação em bloco (log roll) durante a manipulação 
e transporte;
• prancha rígida pode ser utilizada, porém com aplicação 
minimizada, inclusive no contexto de transporte (caso o 
tempo de transporte seja longo, o uso da prancha rígida 
pode ser flexibilizado).
• rolar o paciente em bloco para o lado está indicado em 
casos de:
 o vômitos ou secreções abundantes;
 o múltiplas vítimas, quando pacientes estão 
inconscientes e, portanto, sob risco de broncoaspiração.
• em casos de sangramento profuso das vias aéreas 
ou trauma maxilofacial, se o paciente só consegue 
se manter ventilando adequadamente na posição 
sentada, ele deve permanecer nessa posição até que 
uma via aérea definitiva seja estabelecida.
2 – Vias aéreas definitivas 
• A intubação nasotraqueal não é mais citada como via 
aérea definitiva em vítimas de politrauma.
• Em casos de oxigenação inadequada (ex.: SatO₂o 
retorno venoso e pode agravar quadros de choque.
3 – Cuidados técnicos e equipamentos:
• videolaringoscópio é o equipamento de escolha, quando 
disponível;
• fio guia ou introdutor de Eschmann devem estar 
disponíveis e, idealmente, ser utilizados;
• manobra de Sellick não é mais indicada (pode dificultar 
a intubação);
• a primeira tentativa de intubação é a mais importante – 
deve ser cuidadosamente planejada;
• em pacientes com via aérea pré-hospitalar eficaz (como 
máscara laríngea) e oxigenação adequada, a via aérea 
definitiva pode ser adiada até que as condições clínicas e 
técnicas sejam ideais. 
4 - Drogas que podem ser utilizadas e doses:
• sedativos (+ fentanil):
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MEDICAÇÃO DOSE ATENÇÃO
QUETAMINA (SEDAÇÃO) 0,5 mg/Kg (repetir s.n.) PODE LEVAR À PARADA RESPIRATÓRIA
QUETAMINA (RSI) 0,5–2 mg/Kg REDUZIR A DOSE NO CHOQUE
ETOMIDATO 0,2–0,3 mg/Kg
PROPOFOL Dose de acordo com a experiência REDUZIR A DOSE NO CHOQUE
MIDAZOLAM Dose de acordo com a experiência REDUZIR A DOSE NO CHOQUE
FENTANIL 0,5–1 mcg/Kg REDUZIR A DOSE NO CHOQUE
• bloqueadores neuromusculares (BNM):
MEDICAÇÃO DOSE ATENÇÃO
ROCURÔNIO 0,6–1,2 mg/Kg
PODE SER REVERTIDO COM 
SUGAMADEX
SUXAMETÔNIO (SUCCINILCOLINA) 1 mg/Kg PODE AGRAVAR HIPERCALEMIA
• drogas vasoativas:
MEDICAÇÃO DOSE ATENÇÃO
METARAMINOL 0,5–1 mg (ou 10 µg/kg) bólus
FENILEFRINA 50 µg (ou 1 µg/kg) bólus
EFEDRINA 6 mg (ou 0,5 mg/kg) bólus
EPINEFRINA (ADRENALINA)
10–50 µg (ou 1–5 µg/kg) bólus
0,05 – 2 µg/kg/min infusão contínua
DEPENDE DA GRAVIDADE DA 
HIPOTENSÃO (USE COM CAUTELA)
NORADRENALINA 0,1–1 µg/kg/min infusão contínua
PARA ADMINISTRAÇÃO PERIFÉRICA 
USAR SOLUÇÃO DILUÍDA (20 µg/ml)
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ETAPA “B”: VENTILAÇÃO 
A nova edição traz ajustes conceituais e técnicos, especialmente no tratamento do pneumotórax hipertensivo e hemotórax maciço.
1 – Pneumotórax hipertensivo: abordagem atualizada
• Locais de descompressão sugeridos:
 o descompressão torácica digital: 5º espaço intercostal (EIC) entre a linha axilar anterior e média;
 o toracocentese com cateter (preferencialmente, Abocath ou Jelco 14):
 � 5º EIC entre as linhas axilar anterior e média;
 � ou 2º EIC na linha hemiclavicular.
• em pacientes obesos: preferir descompressão digital ou utilizar cateter de maior comprimento;
• em pacientes gestantes: preferir a punção no segundo EIC, linha hemiclavicular.
2 – Drenagem torácica: 
• ponto de inserção do dreno torácico:
 o 5º EIC entre a linha axilar anterior e média;
 o em gestantes, inserir 1 a 2 EIC acima.
• para os casos de pneumotórax simples ou hipertensivo, o dreno torácico de 14 Fr. mostrou-se eficaz. Esse calibre é bastante inferior 
aos drenos de 28 a 32 Fr. recomendados na edição anterior;
• na ausência de dreno torácico: pode-se improvisar com tubo orotraqueal;
• o procedimento pode ser guiado por ultrassonografia (USG), quando disponível.
3 – Hemotórax maciço ou hipertensivo
Definição anterior (ATLS 10ª edição):
Acúmulo de sangue na cavidade pleural com volume > 1500 mL ou superior a 1/3 do volume da cavidade pleural.
Definição atual (ATLS 11ª edição):
Hemotórax maciço ou hipertensivo ocorre quando há acúmulo de sangue suficiente na cavidade pleural que leve à hipotensão, 
devido à combinação de hipovolemia e comprometimento do retorno venoso.
4 – Tratamento do hemotórax: mudanças relevantes
• Fluxograma terapêutico do hemotórax na 10ª edição
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• Fluxograma terapêutico do hemotórax na 11ª edição
Vale ressaltar que o manual do ATLS não define o que seria alto débito. Portanto, a decisão de realizar a cirurgia fica a cargo do cirurgião 
e é menos engessada pelo fluxograma.
• Drenos de tórax recomendados:
 o hemotórax maciço: dreno de 24 Fr.;
 o hemotórax não maciço: dreno de 14 Fr.
ETAPA “C”: CIRCULAÇÃO COM CONTROLE DE HEMORRAGIA
A nova edição do ATLS trouxe atualizações importantes relacionadas à classificação do choque hemorrágico, à escolha de acessos 
vasculares e à estratégia de reposição volêmica inicial, com destaque para o uso de sangue total e o protocolo de hipotensão permissiva.
 
1 – Classificação do choque hemorrágico
A tradicional tabela com quatro classes de choque foi reformulada. Agora, a classificação conta com apenas três categorias, sendo que 
alguns parâmetros voltaram a ser expressos com valores absolutos, o que facilita a aplicação clínica.
Veja a comparação entre a tabela da 10ª e da 11ª edição do ATLS:
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SINAIS E SINTOMAS DE HEMORRAGIA CONFORME PERDA VOLÊMICA (ATLS 10ª EDIÇÃO)
PARÂMETRO CLASSE I CLASSE II CLASSE III CLASSE IV
Perda sanguínea 40%
Frequência cardíaca ↔ ↔ / ↑ ↑ ↑ / ↑↑
Pressão arterial ↔ ↔ ↓ ↓↓
Pressão de pulso ↔ ↓ ↓↓ ↓↓
Frequência 
respiratória
↔ ↑ ↑ ↑↑
Débito urinário ↔ ↓ ↓↓ ↓↓↓
Escala de coma de 
Glasgow
↔ ↔ ↓ ↓↓
Base déficit 
(gasometria)
0 a –2 mEq/L –2 a –6 mEq/L –6 a –10 mEq/L –10 mEq/L ou menos
Necessidade de 
transfusão
Monitorar Possível Transfundir
Protocolo de 
transfusão maciça
SINAIS E SINTOMAS DE HEMORRAGIA CONFORME PERDA VOLÊMICA (ATLS 11ª EDIÇÃO)
Parâmetro LEVE MODERADA GRAVE
Frequência cardíaca Inalterada Aumentada (>100) Muito aumentada (>120)
Pressão arterial sistólica Inalterada Inalterada ou diminuída Muito diminuída (• o uso de gelo é contraindicado, pois pode agravar o dano tecidual.
Reposição volêmica inicial no pré-hospitalar e antes do cálculo da superfície corporal queimada (SCQ):
• ≤ 5 anos: 125 mL/h de ringer com lactato;
• 6 a 12 anos: 250 mL/h de ringer com lactato;
• ≥ 13 anos: 500 mL/h de ringer com lactato.
2 – Reposição volêmica inicial (hospitalar)
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Situação Fórmula
ATLS 11ª Ed. ADULTOS E ≥13 ANOS 2 × SCQ × PESO
ATLS 11ª Ed. Pacientes pediátricos ( Comorbidades consideradas: diabetes, apneia do sono, hipertensão arterial, dislipidemia, doenças cardiovasculares incluindo 
doença arterial coronariana, infarto do miocárdio (IM), angina, insuficiência cardíaca congestiva (ICC), acidente vascular cerebral, hipertensão 
e fibrilação atrial, cardiomiopatia dilatada, cor pulmonale e síndrome de hipoventilação, asma grave não controlada, osteoartroses, hérnias 
discais, refluxo gastroesofageano com indicação cirúrgica, colecistopatia calculosa, pancreatites agudas de repetição, esteatose hepática, 
incontinência urinária de esforço na mulher, infertilidade masculina e feminina, disfunção erétil, síndrome dos ovários policísticos, veias 
varicosas e doença hemorroidária, hipertensão intracraniana idiopática (pseudotumor cerebral), estigmatização social e depressão.
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INDICAÇÃO DE CIRURGIA METABÓLICA:
2. pacientes com IMC 30-34,9 kg/m2 e diabetes mellitus não 
controlado com tratamento clínico otimizado;
• necessitam ter comorbidades consideradas: diabetes, apneia do sono, 
hipertensão arterial, dislipidemia, doenças cardiovasculares 
incluindo doença arterial coronariana, infarto do miocárdio (IM), 
angina, insuficiência cardíaca congestiva (ICC), acidente vascular 
cerebral, hipertensão e fibrilação atrial, cardiomiopatia dilatada, 
cor pulmonale e síndrome de hipoventilação, asma grave não 
controlada, osteoartroses, hérnias discais, refluxo gastroesofageano 
com indicação cirúrgica, colecistopatia calculosa, pancreatites 
agudas de repetição, esteatose hepática, incontinência urinária de 
esforço na mulher, infertilidade masculina e feminina, disfunção 
erétil, síndrome dos ovários policísticos, veias varicosas e doença 
hemorroidária, hipertensão intracraniana idiopática (pseudotumor 
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cerebri), estigmatização social e depressão;
• pacientes com IMC igual ou superior a 30 kg/m2 e inferior a 35 kg/m2 (obesidade classe 1) na presença de: 
 - diabetes mellitus tipo 2; (perceba que, nesse item, não entra mais tempopor serem mais propensos a eventos adversos devido à maior 
complexidade de sua doença.
INDICAÇÃO CIRÚRGICA (ADOLESCENTES)
Os estudos longitudinais atuais, avaliando desfechos de segurança e eficácia, não aplicam limite máximo específico de idade para 
a indicação da cirurgia. Pacientes com idade igual ou superior a 16 anos poderão ser elegíveis a tratamento cirúrgico para obesidade ou 
doença metabólica, utilizando-se, para tanto, dos mesmos critérios de adultos, desde que o paciente e seus familiares compreendam os 
riscos, a necessidade de mudanças de hábitos de vida inerentes ao tipo de cirurgia a que será submetido, bem como de acompanhamento 
pós-operatório com a equipe multidisciplinar em longo prazo. Além do IMC e das comorbidades, os critérios de eleição para cirurgia bariátrica 
e metabólica em adolescentes devem incluir:
 - desenvolvimento da maturidade psicológica e fisiológica; 
 - capacidade de compreender os riscos e benefícios e aderir às modificações no estilo de vida; 
 - capacidade de tomar decisões;
 - suporte social e familiar antes e depois da cirurgia.
A elegibilidade do adolescente para ser submetido à cirurgia bariátrica ou metabólica envolve processo atencioso de decisão 
compartilhada com o paciente, pais ou tutores e a equipe médica.
Cirurgia em adolescentes com idade acima de 14 anos e abaixo de 16 anos poderá ser considerada em casos excepcionais de obesidade 
grave (IMC maior do que 40 kg/m2), associadas a complicações clínicas que levem a risco de vida. É fundamental a emissão de termo de 
consentimento livre e esclarecido, que deverá ser obtido junto aos pais ou responsáveis legais.
Resumindo: o que mudou?
• Retirado do documento o limite de 65 anos de idade.
• Retirado do documento o prazo mínimo de tratamento clínico por 2 anos antes da indicação do tratamento.
• Adicionada a indicação de cirurgia em pacientes com IMC igual ou superior a 30 kg/m2 e inferior a 35 kg/m2 (obesidade classe 1) 
na presença das comorbidades listadas.
• Adicionada a indicação de cirurgia em adolescentes acima de 14 anos.
• Retirada do documento a necessidade da consolidação das cartilagens das epífises de crescimento dos punhos para indicar a 
cirurgia em adolescentes entre 16 e 18 anos.
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GINA 2025
BIOMARCADORES DA INFLAMAÇÃO DO TIPO 2
O GINA, em 2025, trouxe atualizações acerca do uso dos biomarcadores da asma, bem como de sua aplicabilidade clínica.
Diversos biomarcadores foram investigados no sangue, urina, escarro induzido, ar exalado e fluido de lavagem broncoalveolar de 
pessoas com asma. Os biomarcadores mais e utilizados são aqueles que refletem a inflamação das vias aéreas do tipo 2 e fenômenos alérgicos: 
contagem de eosinófilos no sangue, fração de óxido nítrico exalado (FeNO), imunoglobulina E total sérica (IgE) e IgE específica para alérgenos. 
A fração exalada de óxido nítrico (FeNO) é um marcador não invasivo da inflamação eosinofílica das vias aéreas, com aplicação crescente 
no diagnóstico e manejo da asma brônquica. O óxido nítrico (NO) é produzido naturalmente no trato respiratório, e seus níveis aumentam 
significativamente em presença de inflamação eosinofílica das vias aéreas – tipo de inflamação comum na asma alérgica e na asma do tipo 2 
(Th2). A dosagem da fração exalada de NO (FeNO) reflete a atividade da enzima iNOS (óxido nítrico sintase induzível), que é expressa nas vias 
aéreas inflamatórias. 
O exame é simples e não invasivo, realizado com o paciente sentado, em respiração controlada. O paciente inspira profundamente até 
a capacidade pulmonar total, em seguida, exala lentamente em um dispositivo portátil ou fixo. 
Esses biomarcadores desempenham papéis no diagnóstico, fenotipagem, monitoramento, prognóstico e previsão da resposta ao 
tratamento na asma e adesão à corticoterapia. A contagem de eosinófilos no escarro é útil para direcionar a corticoterapia em pacientes com 
asma moderada a grave, mas geralmente não está disponível na prática clínica.
COMO ERA NO GINA 2024?
 No GINA 2024, havia esta tabela detalhando o uso dos biomarcadores: 
Biomarcador Asma DPOC
Um teste positivo para atopia (IgE 
específica e/ou teste cutâneo para 
aeroalérgenos)
Aumenta a probabilidade de asma 
alérgica; não essencial para o 
diagnóstico de asma)
Não descarta DPOC
FeNO
Um nível alto (> 50 ppb) em não 
fumantes está moderadamente 
associado à inflamação eosinofílica 
das vias aéreas.
Geralmente normal
Baixo em tabagistas ativos
Eosinofilia sérica
Auxilia no diagnóstico de inflamação 
eosinofílica
das vias aéreas
Pode estar presente na DPOC, 
inclusive durante
exacerbações
Células inflamatórias no escarro O papel no diagnóstico diferencial não está estabelecido em grandes populações.
 
Além disso, o GINA 2024 trazia que pesquisas futuras devem incluir o estudo de características clínicas e fisiológicas, biomarcadores, 
desfechos e mecanismos subjacentes entre populações de pacientes com sintomas respiratórios ou com limitação crônica do fluxo aéreo. 
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COMO FICOU NO GINA 2025?
O GINA traz as seguintes tabelas com informações acerca dos principais biomarcadores na asma:
Tabela A1. Níveis elevados de eosinófilos e FeNO no sangue e fatores que afetam seus níveis em adultos e adolescentes
Biomarcador
Critério para considerar um valor 
“alto” em adultos/adolescentes 
Fatores que afetam a medição
Contagem de 
eosinófilos no 
sangue
Para diagnóstico de asma: eosinófilos 
acima do limite superior da 
normalidade.
Em pacientes com asma grave em 
uso de corticoide inalatório em altas 
doses:
• eosinófilos ≥ 150/µL: sugere a 
presença de inflamação do tipo 2;
• eosinófilos 300/µL: é um limite 
utilizado para elegibilidade para 
medicamentos biológicos.
Os níveis de eosinófilos são influenciados por múltiplos fatores, 
incluindo idade, sexo, horário do dia, tabagismo e exposição a 
alérgenos em indivíduos sensibilizados.
O nível de eosinófilos é maior:
• em homens do que em mulheres;
• pela manhã do que à tarde;
• em tabagistas ativos;
• com infecções parasitárias (por exemplo, helmintos);
• em doenças alérgicas (por exemplo, dermatite atópica, rinite 
alérgica, hipersensibilidade a medicamentos);
•após exposição a alérgenos em indivíduos sensibilizados;
• em outras condições não relacionadas à asma (por exemplo, 
bronquite eosinofílica).
O número de eosinófilos é menor:
• em alguns fenótipos de asma;
• em pacientes que fazem uso de corticosteroides 
(particularmente corticosteroides orais, mas
também inalatórios e intranasais).
Fração 
exalada de 
óxido nítrico 
(FeNO)
Não existem valores de referência 
padronizados até o momento.
Os seguintes níveis são sugeridos 
como indicativos de FeNO alta:
• pacientes que não fazem uso de 
corticoide: > 50 ppb;
• pacientes em uso de corticoide 
inalatório em dose média: > 25 ppb;
• pacientes em uso de corticoide 
inalatório em dose alta: > 20 ppb
Os níveis de FeNO são influenciados por múltiplos fatores, 
incluindo idade, sexo, hora do dia e exposição a alérgenos em 
indivíduos sensibilizados, bem como pelo dispositivo e local de 
medição.
Em uma população, a FeNO é maior: 
• em homens do que em mulheres;
• à tarde do que pela manhã;
• em doenças alérgicas, por exemplo, dermatite atópica e 
rinite alérgica;
• aproximadamente 24 horas após a exposição a alérgenos em 
indivíduos sensibilizados. 
Em uma população, o FeNO é menor: 
• em tabagistas ativos;
• durante broncoconstrição e em pacientes com função 
pulmonar reduzida;
• durante a resposta alérgica inicial;
• em pacientes em uso corticosteroides inalatórios (dependente 
da dose), mas também com corticosteroides orais ou nasais.
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26
Dadas as muitas fontes de variação listadas acima, a 
contagem de eosinófilosno sangue e os níveis de FeNO devem ser 
interpretados com cautela na prática clínica.
Para pacientes com asma grave que estão sendo avaliados 
para elegibilidade para terapia biológica direcionada ao tipo 2, se os 
eosinófilos no sangue e/ou FeNO não estiverem inicialmente acima 
do limiar alvo, eles devem ser repetidos pelo menos 3 vezes.
Em um paciente com sintomas típicos de asma, se a 
espirometria ou o PFE (pico de fluxo expiratório) não estiverem 
disponíveis, ou se o teste for negativo, o diagnóstico de asma tipo 
2 é sustentado por:
• FeNO: > 50 ppb (adultos/adolescentes) não tratados 
com corticosteroides inalatórios (CI);
• FeNO: ≥ 25 ppb (adultos/adolescentes) em uso de CI em 
dose média; 
• FeNO: ≥ 20 ppb (adultos/adolescentes) em uso de CI em 
dose alta;
• FeNO > 35 ppb (crianças);
• contagem de eosinófilos no sangue: acima do valor de 
referência.
No entanto, eosinófilos sanguíneos e FeNO também podem 
estar elevados devido a outras condições não relacionadas à 
asma, incluindo doenças alérgicas e infecções parasitárias. Muitos 
fatores afetam os níveis de FeNO e a contagem de eosinófilos no 
sangue, incluindo o horário do dia. 
ATENÇÃO: baixos níveis de eosinófilos no sangue e 
de FeNO não descartam o diagnóstico de asma
Em pacientes tratados com corticosteroides inalatórios com 
histórico de ≥ 1 exacerbação no ano anterior, níveis elevados 
de eosinófilos ou FeNO estão associados a maior risco de 
exacerbações, principalmente se ambos estiverem elevados. 
Esses biomarcadores também podem ser usados para 
verificar a adesão terapêutica. Em geral, quando o paciente 
adere ao CI, os níveis de FeNO reduzem-se. Sendo assim, se o 
FeNO estiver alto e a asma estiver descontrolada, apesar do uso 
de corticosteroides inalatórios (ICS) em dose média ou alta em 
combinação com LABA, devemos:
• verificar e corrigir primeiro a adesão e a técnica inalatória 
antes de considerar o aumento da dose de ICS ou a 
introdução de terapia biológica; 
• se eosinófilos no sangue e FeNO estiverem baixos, 
considerar outras opções terapêuticas antes de 
aumentar a dose de ICS.
Diante de tudo o que foi dito, podemos incluir os 
biomarcadores de resposta do tipo 2, sobretudo contagem de 
eosinófilos e FeNO, no fluxograma diagnóstico da asma da seguinte 
forma: 
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FATORES DE RISCO PARA EXACERBAÇÕES GRAVES EM ADULTOS E ADOLESCENTES.
Múltiplos fatores, incluindo biomarcadores do Tipo 2, devem ser considerados na avaliação do risco de exacerbações futuras em 
pacientes (conforme detalhado acima). 
IMPACTO DAS CONDIÇÕES CLIMÁTICAS EXTREMAS
Calor e frio extremos estão associados a um risco aumentado de exacerbações da asma e à necessidade de cuidados de saúde urgentes.
Esse fator de risco não era citado no GINA 2024.
DIAGNÓSTICO EM CRIANÇAS COM 5 ANOS OU MENOS
A mudança mais importante é a confirmação de que o diagnóstico de asma pode ser feito nessa faixa etária. 
COMO ERA NO GINA 2024?
O GINA 2024 apresentava uma abordagem baseada em probabilidade, que levava em consideração o padrão de sintomas durante e 
entre infecções respiratórias virais.
Probabilidade de diagnóstico de asma em crianças de 5 anos ou menos:
SINTOMAS (podem variar com o tempo)
Tosse, sibilância, respiração 
difícil por >10 dias durante 
infecção de vias aéreas 
superiores
Sim Sim Sim
Episódios/ano 2–3 episódios/ano
>3 episódios/ano, ou 
episódios severos e/ou piora 
durante a noite
>3 episódios/ano, ou 
episódios severos e/ou piora 
durante a noite
Sintomas entre episódios
Assintomático entre os 
episódios
Criança apresenta tosse 
ocasional, sibilância ou 
desconforto respiratório
Criança apresenta tosse, 
sibilância ou desconforto 
respiratório ao brincar ou rir
Condições associadas — —
Sensibilização alérgica, 
dermatite atópica, alergia 
alimentar, ou história familiar 
de asma
Probabilidade de asma Poucos têm asma Alguns têm asma A maioria tem asma
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COMO FICOU NO GINA 2025?
Uma abordagem pragmática para o diagnóstico é apresentada, com três critérios clínicos que podem ser resumidos em: 
1. episódios agudos recorrentes de sibilância, com ou sem sintomas semelhantes aos da asma entre os intervalos;
2. improvável que um diagnóstico alternativo esteja causando os sintomas ou sinais; e 
3. uma resposta oportuna ao tratamento da asma, incluindo melhora sintomática em minutos após a administração de SABA (em um 
ambiente de saúde ou em casa) ou durante um teste diagnóstico com CI diário mais SABA conforme necessário por 2 a 3 meses.
Todos os 3 critérios são necessários para o diagnóstico de asma em crianças com 5 anos ou menos.
(Adaptado do GINA 2025)
TRATAMENTO RÁPIDO EM CRIANÇAS COM 5 ANOS OU MENOS
Atualmente, existem poucas opções para crianças com sintomas de asma ≤ 2 dias/semana e que não têm histórico de episódios graves 
de sibilância. No entanto, vários estudos de terapia anti-inflamatória de alívio com baixas doses de CI-formoterol em crianças estão em 
andamento, incluindo em crianças com 5 anos ou menos.
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COMO ERA NO GINA 2024?
Etapa 1: sibilância infrequente durante infecções virais. Pouco ou nenhum sintoma nos intervalo.
Etapa 2: sintomas não característicos de asma, mas necessitando de SABA ≥ 3 vezes por ano (indicar teste terapêutico por 3 meses), 
sintomas característicos de asma, sintomas não controlados ou ≥ 3 exacerbações por ano. 
Etapa 3: diagnóstico de asma e ausência de controle com dose baixa de corticoide inalatório. 
Etapa 4: ausência de controle com dose dobrada de corticoide inalatório.
COMO FICOU NO GINA 2025?
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Etapa 1: sibilância infrequente durante infecções virais. Pouco ou nenhum sintoma nos intervalo.
Etapa 2: sintomas de asma não controlados ou uma ou mais exacerbações graves no último ano.
Etapa 3: ausência de controle com dose baixa de corticoide inalatório.
Etapa 4: ausência de controle com dose dobrada de corticoide inalatório.
EXACERBAÇÕES DE ASMA EM CRIANÇAS DE 5 ANOS OU MENOS:
O documento sofreu atualizações sobre o uso de sulfato de magnésio (mais evidências para magnésio intravenoso em exacerbações 
moderadas ou graves, mas o magnésio nebulizado não é mais recomendado) e sobre a dosagem de medicamentos inalatórios durante uma 
apresentação de atendimento agudo. A meta de saturação de oxigênio para crianças foi alterada de 94-98% para ≥ 94%, com lembretes 
(também para outras faixas etárias) para levar em consideração o efeito da cor da pele e ajuste para altitude, se relevante.
COMO ERA NO GINA 2024?
Sintomas de exacerbação em crianças pequenas
• Os primeiros sintomas de exacerbação em crianças 
pequenas podem incluir piora dos sintomas; aumento 
da tosse, especialmente à noite; letargia ou redução 
da tolerância ao exercício; comprometimento das 
atividades diárias, incluindo a alimentação; e má 
resposta à medicação de alívio.
Manejo domiciliar 
• Forneça um plano de ação para asma por escrito aos 
pais/cuidadores de crianças pequenas com asma para 
que possam reconhecer uma crise grave iminente, 
iniciar o tratamento e identificar quando é necessário 
tratamento hospitalar urgente.
• O tratamento inicial em casa é com beta-2-agonista 
inalatório de curta ação (SABA), com revisão após 1 hora 
ou antes.
• Os pais/cuidadores devem procurar atendimento médico 
urgente se a criança estiver gravemente dispneica, 
letárgica, não responder à terapia broncodilatadora 
inicial ou estiver piorando, especialmente em crianças 
com menos de 1 ano de idade.
• O atendimento médico deve ser procurado no mesmo dia 
se o SABA inalatório for necessário com mais frequência 
do quea cada 3 horas ou por mais de 24 horas.
• Não há evidências convincentes que sustentem o uso de 
corticosteroides orais iniciados pelos pais/cuidadores.
Manejo de exacerbações em unidade de atenção primária 
ou de cuidados intensivos
• Avaliar a gravidade da exacerbação ao iniciar o 
tratamento com SABA (2 a 6 puffs a cada 20 minutos na 
primeira hora) e oxigênio (para manter a saturação entre 
94 e 98%).
• Recomendar transferência imediata para o hospital se 
não houver resposta ao SABA inalatório em 1 a 2 horas; 
se a criança não conseguir falar ou beber, apresentar 
frequência respiratória > 40/minuto ou estiver cianosada, 
se houver falta de recursos em casa ou se a saturação de 
oxigênio for 40/minuto ou 
estiver cianosada, ou se a saturação de oxigênio forpara 30 dias e, uma vez caracterizada a adesão do indivíduo 
à estratégia, o seguimento clínico será quadrimestral (a cada 120 dias). A realização do teste de HIV a cada consulta é obrigatória, 
preferencialmente por teste rápido.
Para pessoas em uso de PrEP há no mínimo um ano e sem histórico de descontinuidade da profilaxia, o seguimento clínico poderá ser 
ampliado para seis meses. 
NOVA DIRETRIZ DO RASTREAMENTO DO CÂNCER DE 
COLO DO ÚTERO (2025)
Estrategista, a nova diretriz de rastreamento do câncer de colo uterino do Ministério da Saúde foi 
publicada em agosto de 2025 e apresenta grandes mudanças em relação à diretriz anterior de 2016. Esta 
diretriz adotou como exame de rastreamento o teste de DNA-HPV, que substitui a colpocitologia oncótica 
(Papanicolau). 
MÉTODOS MOLECULARES PARA DIAGNÓSTICO DO HPV
Além das alterações citológicas e histológicas, hoje o HPV pode ser identificado por diversas técnicas moleculares.), detectando a 
presença do vírus no organismo antes da ocorrência de lesões ou câncer em estágios iniciais. A pesquisa de DNA HPV já é utilizada como 
método de rastreio para câncer de colo uterino em outros países e, no Brasil, também foi adotada como exame de rastreamento na diretriz 
de 2025.
A reação em cadeia da polimerase (PCR) identifica o tipo de HPV por meio da amplificação de um fragmento de DNA. Existem diversos 
testes disponíveis no mercado, sendo que o teste nacional é capaz de detectar 14 tipos de HPV de alto risco e indica especificamente a 
positividade para o 16 e 18 (tipos mais envolvidos no câncer de colo uterino). 
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POPULAÇÃO ALVO E INTERVALO DE RASTREAMENTO
Devem ser rastreadas as mulheres de 25 a 64 anos de idade, sexualmente ativas. Os exames de rastreamento devem ser feitos com 
intervalo de 5 anos. 
Se o teste de DNA-HPV for realizado a partir dos 60 anos e apresentar resultado negativo pode-se liberar a paciente do rastreamento, 
já que o próximo teste seria realizado após os 64 anos de idade.
O teste de rastreamento detecta os seguintes tipos de HPV de alto risco: 16, 18, 31, 33, 35, 39, 45, 51, 52, 56, 58, 59, 66 e 68.
A coleta do teste de DNA-HPV pode ser realizada por médico ou profissional de enfermagem ou por autocoleta (quando a própria 
mulher obtém a amostra da vagina para o teste de rastreamento sem a utilização de espéculo). A autocoleta pode ser uma opção a ser 
considerada em situações de limitações ou barreiras resultantes do serviço de saúde ou da própria mulher para a coleta por médico ou 
profissional de enfermagem.
As pessoas LGBTQIA+ devem seguir as mesmas recomendações das mulheres de risco padrão.
DÚVIDAS
1. Por que não rastrear mulheres sexualmente ativas abaixo dos 25 anos? 
A prevalência da infecção pelo HPV nessa faixa etária é alta, mas também é alta a taxa de clareamento viral. Além disso, a 
incidência de câncer de colo é muito baixa nessa faixa etária (corresponde a menos de 1% dos tumores). Quando ocorrem, são tumores 
bastante agressivos, que não seguem a história natural da infecção por HPV, não sendo detectáveis pelo rastreamento, em sua maioria.
2. Caso você atenda uma mulher com mais de 60 anos que nunca realizou teste de DNA-HPV, como proceder? 
A paciente deve realizar um teste. Se negativo estará liberada do rastreamento. Se positivo deve seguir a orientação da população 
de risco padrão.
3. Caso você atenda uma mulher com mais de 60 anos com tratamento prévio de NIC 2 ou NIC 3 ou AIS (adenocarcinoma in situ), 
como proceder?
 Deve-se manter o rastreamento enquanto possível, sendo aceitável até pelo menos 25 anos após o tratamento. 
4. Como se deve proceder no caso de doença cervical presente na colposcopia das mulheres com teste DNA-HPV positivo?
 A conduta nestes casos será definida na parte 2 dessa diretriz (ainda em elaboração).
SITUAÇÕES ESPECIAIS
• Como o HPV é transmitido sexualmente, não há necessidade de rastreamento com coleta do teste de DNA-HPV das mulheres 
virgens.
• Se houver atrofia vaginal em pacientes na pós-menopausa, proceder estrogenização antes da coleta. Isso garante a qualidade 
da amostra e o diagnóstico correto, já que a citologia reflexa será realizada no mesmo material (Com exceção se a amostra tiver 
sido obtida por autocoleta. Neste caso deve-se convocar a paciente e proceder com a coleta da colpocitologia por médico ou 
profissional de enfermagem). 
• As gestantes devem ser rastreadas da mesma forma que as não gestantes. A coleta do teste de DNA-HPV não oferece risco para a 
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gravidez.
• Em mulheres que se submeteram à histerectomia, é importante avaliar o motivo da cirurgia e seu rastreio prévio para câncer de 
colo uterino:
 o mulheres que realizaram histerectomia total (corpo e colo uterino) por doença benigna, sem histórico de tratamento de 
lesões cervicais de alto grau, podem ser excluídas do rastreamento;
 o mulheres histerectomizadas por lesão precursora ou câncer de colo uterino devem manter a coleta do teste DNA-HPV por 
pelo menos 25 anos após o tratamento ou indefinidamente.
RASTREAMENTO NAS MULHERES VIVENDO COM HIV/AIDS OU IMUNODEPRIMIDAS / 
IMUNOSSUPRIMIDAS
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RECOMENDAÇÕES
• Pela maior prevalência de infecção por HPV e maior persistência do vírus, as pacientes vivendo com HIV/AIDS, imunodeprimidas ou 
imunossuprimidas devem iniciar o rastreamento após o início da atividade sexual.
• O teste de DNA-HPV para estes casos deve ser realizado a cada 3 anos. 
• O rastreamento dessas mulheres deve prosseguir indefinidamente, não se devendo encerrar. 
Estrategista, o Ministério da Saúde prevê que a “implementação da nova diretriz (2025) começará por 
um município em cada estado, sendo ampliada conforme a finalização da troca do método” (ou seja, com 
a substituição gradual da colpocitologia pelo teste de DNA-HPV como método de rastreamento). A meta do 
Ministério da Saúde é de que, até dezembro de 2026, o rastreio com o teste de DNA-HPV esteja presente na 
rede pública de todo o território nacional.
Ou seja, durante este período estaria “valendo as duas diretrizes". Além disso, como vimos, a nova diretriz ainda não está 
completa, sendo que só foi publicada a primeira parte, faltando a conduta a ser indicada em relação à doença cervical presente na 
colposcopia.
Sendo assim, entendemos que as provas vão cobrar as duas diretrizes e, por isso, é muito importante que você saiba os 
conceitos de ambas.
Quando estiver frente a uma questão de rastreamento de câncer de colo, preste atenção qual o exame de rastreamento que 
está sendo usado (teste de DNA-HPV ou colpocitologia) e se a conduta que está sendo cobrada se refere a diretriz de 2025 ou a diretriz 
de 2016. 
 COMO ERA (Diretriz 2016) COMO FICOU (Diretriz 2025)
Exame indicado Colpocitologia oncótica Genotipagem DNA HPV
Faixa etária 25-64 anos
25-64 anos
(podendo encerrar se teste negativo 
colhido após 60 anos)
Periodicidade
Iniciar com dois exames anuais; se 
negativos, manter rastreio 3/3 anos
A cada 5 anos
 COMO ERA (Diretriz 2016) COMO FICOU (Diretriz 2025)
Imunossuprimidas
Iniciar após sexarca, com 2 
exames semestrais; se normais, 
manter rastreio anual enquanto 
imunossupressão
Se paciente HIV + com CD4 < 200, 
manter rastreio semestral
Colposcopia na presença de qualquer 
alteração citológica
Iniciar após sexarca
Coleta a cada 3 anos
Encaminhar para colposcopia na 
detecção de DNA HPV positivo
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E nas pacientes com histórico de NIC 1, NIC 2 ou NIC 3?
 COMO ERA (Diretriz de 2016 COMO FICOU (Diretriz 2025)Margens livres ou comprometidas 
por NIC 1
Citologia seis e 12 meses após o 
procedimento. A colposcopia fica a 
critério do serviço. Após o primeiro 
ano: citologia anual até completar 
cinco anos do tratamento.
Manter rastreio enquanto possível
Aceitável manter por ao menos 25 
anos após tratamento
NIC 2/3
Citologia + colposcopia 
semestralmente por dois anos. Após 
os dois primeiros anos: citologia 
anual até completar cinco anos 
do tratamento. Após cinco anos: 
citologia trienal.
Manter rastreio enquanto possível
Aceitável manter por ao menos 25 
anos após tratamento
Adenocarcinoma in situ
Citologia semestral por 2 anos, 
colposcopia a critério do serviço. 
Após 2 anos, retomar rastreio trienal.
Manter rastreio enquanto possível
Aceitável manter por ao menos 25 
anos após tratamento
ATUALIZAÇÃO DO TRATAMENTO DO DIABETES TIPO 2 
Estrategista, a diretriz de diabetes da Sociedade Brasileira de Diabetes foi atualizada em agosto de 2025 e apresenta algumas mudanças 
em relação à diretriz anterior. Uma das principais mudanças foi a possibilidade do uso dos análogos de GLP-1 e dos inibidores da SGLT-2 em 
monoterapia, sem associação com a metformina. Além disso, foi ressaltado de forma mais consistente sobre a necessidade de avaliação do 
risco cardiovascular e do peso do paciente antes da decisão do tratamento. 
Vamos relembrar os principais benefícios extraglicêmicos das 2 classes medicamentosas mais estudadas e utilizadas nos últimos anos, 
os inibidores da SGLT-2 e os análogos de GLP-1: 
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Tanto os inibidores da SGLT-2 (empagliflozina, dapagliflozina) 
quanto os análogos de GLP-1 (liraglutida, semaglutida, dulaglutida) 
têm benefício comprovado de redução de eventos cardiovasculares 
e redução de mortalidade, principalmente em indivíduos de alto 
risco cardiovascular. Esse é o ponto comum destas medicações. 
Mas o que irá ajudar você na escolha do tratamento do 
seu paciente é saber a diferença de benefícios entre essas classes 
medicamentosas. Com essa informação você irá conseguir acertar 
boa parte das questões sobre o tema. 
Os análogos de GLP-1 têm benefício para perda de peso 
e alguns dos seus representantes (liraglutida, semaglutida) 
são aprovados on label para o tratamento da obesidade. 
Consequentemente, serão sua preferência em pacientes com 
sobrepeso/obesidade. 
Já os inibidores da SGLT-2 diminuem a progressão da doença 
renal do diabetes (devem ser utilizados em todos os pacientes 
com albuminúria >30mg/g e/ou TFG entre 60-20ml/min/1,73m2) 
e diminuem taxa de hospitalização em pacientes com insuficiência 
cardíaca. 
Veja a seguir como era o tratamento proposto em 2024:
PACIENTES SEM ALTO OU MUITO ALTO RISCO 
CV/DRC
PACIENTES COM ALTO OU MUITO ALTO RISCO 
CV E/OU DRC
Perceba que a metformina era parte essencial do tratamento, 
e em casos de HbA1c <7.5% podíamos utilizá-la em monoterapia 
para todos os pacientes. 
Agora veja como ficou a nova diretriz de 2025, em que 
o tratamento se baseia no risco cardiovascular e na presença de 
sobrepeso/obesidade:
** AD: outros antidiabéticos, como sulfonilureias ou pioglitazona
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/estrategiamed@estrategiamed t.me/estrategiamedEstratégia MED @estrategiamed
*o asterisco indica que a medicação deve ser preferível em relação à outra opção. 
Perceba que os análogos de GLP-1 podem ser CONSIDERADOS 
na abordagem da doença renal do diabetes, após estudos 
recentes que mostraram redução de desfechos renais em casos de 
albuminúria mais proeminente (>100mg/g), porém não são a 1a 
escolha, que continua sendo os inibidores da SGLT-2. Então na sua 
prova, doença renal do diabetes = iSGLT-2!
E a insulinoterapia? Veja como ficou:
A diretriz de 2025 retirou dos critérios de insulinoterapia 
a necessidade de HbA1c >9%!! A partir de agora, serão critérios 
para insulinização apenas os sintomas de insulinopenia (poliuria, 
polidipsia, polifagia, perda de peso) + hiperglicemia grave (que não 
foi definida na diretriz). Mudança arriscada ein? 
Lembrando que a diretriz americana da ADA ainda utiliza os 
valores de HbA1c >10% e Glicemias >300mg/dL para considerar o 
início de insulinoterapia, ok? 
https://t.me/estrategiamed
https://med.estrategia.com/
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	Equipes de Saúde da Família (eSF) e de Atenção Primária (eAP) 
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	Lei 8.080/90 
	CAPÍTULO II 
	Comissão Nacional de Incorporação de Tecnologias no Sistema Único de Saúde (Conitec) 
	ATLS 11ª Edição 
	 Traumatismo cranioencefálico
	Atendimento inicial à vítima de politrauma
	Etapa “x”: controle de hemorragias exsanguinantes 
	Etapa "A": via aérea com proteção da coluna cervical
	Etapa “B”: ventilação 
	Etapa “C”: circulação com controle de hemorragia
	Queimaduras e trauma elétrico
	Indicações de cirurgia bariátrica
	GINA 2025
	Biomarcadores da inflamação do tipo 2
	Fatores de risco para exacerbações graves em adultos e adolescentes.
	Impacto das condições climáticas extremas
	Diagnóstico em crianças com 5 anos ou menos
	Tratamento rápido em crianças com 5 anos ou menos
	Exacerbações de asma em crianças de 5 anos ou menos:
	Diagnóstico rápido em adultos e adolescentes
	Cuidados personalizados para a asma: avaliar – ajustar – revisar
	Decisões de tratamento em nível populacional e personalizadas em nível de paciente
	Recomendações de tratamento para adultos e adolescentes
	Tratamento de exacerbações graves em adultos, adolescentes e crianças de 6 a 11 anos
	Doença hepática gordurosa associada à disfunção metabólica (MASLD)
	Prevenção da hipovitaminose D pela Sociedade Brasileira de Pediatria (SBP)
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	Suplementação Universal de Cálcio em Gestantes - Ministério da Saúde 
	Suplementação universal: 
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	Atualização da vacinação contra a doença meningocócica
	Atualização da profilaxia pré-exposição (PrEP) oral à infecção pelo HIV
	Nova diretriz do Rastreamento do câncer de colo do útero (2025)
	MÉTODOS MOLECULARES PARA DIAGNÓSTICO DO HPV
	POPULAÇÃO ALVO E INTERVALO DE RASTREAMENTO
	RASTREAMENTO NAS MULHERES VIVENDO COM HIV/AIDS OU IMUNODEPRIMIDAS / IMUNOSSUPRIMIDAS
	RECOMENDAÇÕES
	Atualização do tratamento do Diabetes tipo 2

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