Prévia do material em texto
AvaliaçÕES Direito Civil Reais
Direito Civil III (Universidade Estácio de Sá)
Scan to open on Studocu
Studocu is not sponsored or endorsed by any college or university
AvaliaçÕES Direito Civil Reais
Direito Civil III (Universidade Estácio de Sá)
Scan to open on Studocu
Studocu is not sponsored or endorsed by any college or university
Downloaded by Monica Nascimento (monicabrasilminhapatria@gmail.com)
lOMoARcPSD|33560624
https://www.studocu.com/pt-br?utm_campaign=shared-document&utm_source=studocu-document&utm_medium=social_sharing&utm_content=avaliacoes-direito-civil-reais
https://www.studocu.com/pt-br/document/universidade-estacio-de-sa/direito-civil-iii/avaliacoes-direito-civil-reais/94882835?utm_campaign=shared-document&utm_source=studocu-document&utm_medium=social_sharing&utm_content=avaliacoes-direito-civil-reais
https://www.studocu.com/pt-br/course/universidade-estacio-de-sa/direito-civil-iii/3660340?utm_campaign=shared-document&utm_source=studocu-document&utm_medium=social_sharing&utm_content=avaliacoes-direito-civil-reais
https://www.studocu.com/pt-br?utm_campaign=shared-document&utm_source=studocu-document&utm_medium=social_sharing&utm_content=avaliacoes-direito-civil-reais
https://www.studocu.com/pt-br/document/universidade-estacio-de-sa/direito-civil-iii/avaliacoes-direito-civil-reais/94882835?utm_campaign=shared-document&utm_source=studocu-document&utm_medium=social_sharing&utm_content=avaliacoes-direito-civil-reais
https://www.studocu.com/pt-br/course/universidade-estacio-de-sa/direito-civil-iii/3660340?utm_campaign=shared-document&utm_source=studocu-document&utm_medium=social_sharing&utm_content=avaliacoes-direito-civil-reais
DIREITO CIVIL REAIS
SIMULADO 1
Acertos: 10,0 de 10,0 16/05/2023
1a
Questão
Acerto: 1,0 / 1,0
(FCC - 2018) São considerados direitos reais:
As servidões, a superfície, o usufruto e o contrato de locação.
O penhor, a hipoteca, a anticrese e o aval.
A propriedade, a habitação, a posse e a detenção.
O uso, a habitação, o direito do promitente comprador do imóvel, a concessão
real de uso e a laje.
A concessão de uso especial para fins de moradia, o direito à sucessão aberta
e a doação.
Respondido em 16/05/2023 15:56:42
Explicação:
Trata-se da única alternativa em que todos os direitos referidos são reais.
2a
Questão
Acerto: 1,0 / 1,0
(CONSULPLAN - 2017) De acordo com o Código Civil, são direitos reais, EXCETO:
O penhor.
A concessão de uso especial para fins de moradia.
A posse.
A laje.
O uso.
Respondido em 16/05/2023 15:59:35
Explicação:
A posse não é um direito real previsto pelo Código Civil.
3a
Questão
Acerto: 1,0 / 1,0
Ano: 2009 Banca: EJEF Órgão: TJ-MG (modificada)
A doutrina classifica a posse sob diferentes aspectos, sendo certo que cada uma
dessas características carrega consigo desdobramentos normativos que trarão
reflexos práticos para possuidores e terceiros. Sabendo que o Código Civil trata do
instituto da posse nos artigos 1.196 a 1.224, assinale a alternativa correta sobre o
tema.
Downloaded by Monica Nascimento (monicabrasilminhapatria@gmail.com)
lOMoARcPSD|33560624
https://www.studocu.com/pt-br?utm_campaign=shared-document&utm_source=studocu-document&utm_medium=social_sharing&utm_content=avaliacoes-direito-civil-reais
A posse nascida injusta não poderá se converter em posse justa.
A posse nascida justa pode tornar-se injusta, especialmente no que se
refere ao vício da precariedade.
A posse adquirida por ameaça, para ser considerada injusta, exige
ajuizamento de ação.
A posse do locatário e a do comodatário são consideradas posses
precárias.
A posse injusta impede que o atual possuidor reivindique sua posse perante
terceiros.
Respondido em 16/05/2023 16:07:39
Explicação:
É plenamente possível que a posse justa se torne injusta, como por exemplo o caso em que
o locatário se recusa a sair do imóvel após o fim do contrato. Posse precária é aquela
obtida em abuso de confiança, o que não é o caso do locatário e comodatário, partes
regulares de seus respectivos contratos. Não é necessário ajuizar ação judicial para que a
posse seja declarada injusta. Ademais, é possível em casos excepcionais que a posse
injusta se converta em justa, como nos casos de interversão da posse. Por fim, a posse é
injusta somente em relação àquele que perdeu a apreensão física da coisa, ao passo que
perante terceiros, a posse será legítima e, portanto, apta a desafiar proteção jurídica.
4a
Questão
Acerto: 1,0 / 1,0
A posse de um imóvel
não se transmite aos herdeiros ou legatários do possuidor com os mesmos
caracteres, tendo, cada novo possuidor, de provar seus requisitos para os
efeitos legais.
não se transmite de pleno direito aos herdeiros ou legatários do possuidor,
mas eles podem, assim como a qualquer sucessor a título singular é
facultado, unir sua posse à do antecessor, para efeitos legais.
transmite-se de pleno direito aos sucessores a título universal e a título
singular, não se permitindo a este recusar a união de sua posse à do
antecessor, para efeitos legais.
só pode ser adquirida pela própria pessoa que a pretende, mas não por
representante ou terceiro sem mandato, sendo vedada a ratificação posterior.
transmite-se aos herdeiros ou legatários do possuidor com os mesmos
caracteres, sendo que o sucessor universal continua de direito a posse do seu
antecessor, e, ao sucessor singular, é facultado unir sua posse à do
antecessor para os efeitos legais.
Respondido em 16/05/2023 16:14:53
Explicação:
A posse transmite-se de pleno direito, sendo facultativo unir apenas para o sucessor
singular; transmite-se com os mesmos caracteres; a posse pode ser adquirida por
representante ou pela gestão de negócios, com ratificação.
5a
Questão
Acerto: 1,0 / 1,0
(FCC, 2010) Considera-se petitória ação
reivindicatória que não é vedada em virtude de anterior julgamento de
improcedência de ação de reintegração de posse ajuizada pelo mesmo
autor.
de interdito proibitório, porque nela há cominação de pena pecuniária.
Downloaded by Monica Nascimento (monicabrasilminhapatria@gmail.com)
lOMoARcPSD|33560624
de manutenção de posse, porque nela não é expedido mandado de
devolução do bem.
reivindicatória, que fica inviabilizada se anterior ação de reintegração ou
manutenção de posse ajuizada pelo mesmo autor houver sido julgada
improcedente.
de imissão na posse, porque não incluída entre as ações possessórias, mas
não a ação reivindicatória, porque visa recuperar a coisa.
Respondido em 16/05/2023 16:15:54
Explicação:
A reivindicatória é demanda petitória, isto é, fundada em título, admitida quando o autor já
teve, em algum momento, posse pretérita. O julgamento de improcedência na ação
possessória não obstaculiza o manejo da ação petitória, uma vez que os fundamentos se
afiguram distintos. A ação de manutenção de posse visa repelir a turbação (perturbação) da
posse que não impede totalmente o exercício desta. O possuidor deve, assim, ajuizar essa
ação com o objetivo exclusivo de manter a posse. Como é uma ação que visa resguardar
uma situação de fato (posse), não pode ser classificada como ação petitória. Na ação de
reintegração de posse, o possuidor visa recuperar a posse, pois a ofensa exercida contra
ele o impediu de continuar exercendo suas prerrogativas e seus direitos. São requisitos
para essa ação a comprovação da condição de que era realmente o antigo possuidor e o
esbulho, ou seja, a ofensa que determinou a perda da posse. O interdito proibitório é
utilizado quando o possuidor se vê ameaçado de seu direito de posse. Trata-se de uma
ação preventiva, pois intenta impedir a concretização de perturbação ou de esbulho à
posse.
6a
Questão
Acerto: 1,0 / 1,0
(FCC, 2014) Em relação às açõespossessórias, é correto afirmar que
a mera ameaça à posse não justifica sua proteção judicial, havendo
necessidade de turbação ou esbulho, a legitimar as ações de manutenção e
de reintegração na posse, respectivamente.
é essencial, se houver composse, que todos os compossuidores proponham
a demanda de defesa da posse, em litisconsórcio necessário.
são propostas somente por quem foi privado da posse, pois aquele que a
possui não terá interesse processual na demanda possessória.
terá natureza possessória a ação que tiver a posse como fundamento e
como pedido; quando o pedido for a posse, mas o fundamento for a
propriedade, a ação terá natureza petitória.
a norma processual civil não prevê a fungibilidade dos interditos
possessórios, mas apenas destes com as ações reivindicatórias.
Respondido em 16/05/2023 16:18:11
Explicação:
O possuidor direto ou indireto que tenha justo receio de ser molestado na posse poderá
requerer ao juiz que o segure da turbação ou esbulho iminente, mediante mandado
proibitório em que se comine ao réu determinada pena pecuniária caso transgrida o
preceito (art. 567 do CPC.). O possuidor tem direito a ser mantido na posse em caso de
turbação e reintegrado no de esbulho. Não existe na lei essa exigência que, se houver
composse, que todos os compossuidores proponham a demanda de defesa da posse, em
litisconsórcio necessário. Cada compossuidor tem direito subjetivo de ação possessória, em
caso de esbulho ou turbação. Não depende da vontade dos compossuidores. O
litisconsórcio é facultativo. O litisconsórcio necessário é sempre passivo. Não existe
litisconsórcio necessário ativo, por ser esta uma figura que atenta contra a lógica do
sistema processual brasileiro, segundo o art. 73 do CPC. A propositura de uma ação
possessória em vez de outra não obstará a que o juiz conheça do pedido e outorgue a
proteção legal correspondente àquela, cujos requisitos estejam provados (art. 554 do CPC).
Downloaded by Monica Nascimento (monicabrasilminhapatria@gmail.com)
lOMoARcPSD|33560624
https://www.studocu.com/pt-br?utm_campaign=shared-document&utm_source=studocu-document&utm_medium=social_sharing&utm_content=avaliacoes-direito-civil-reais
7a
Questão
Acerto: 1,0 / 1,0
(VUNESP - 2019) Sobre a aquisição da propriedade imóvel por registro do título
aquisitivo, é correto afirmar que:
enquanto não se promover, por meio de ação própria, a decretação de
invalidade do registro, e o respectivo cancelamento, o alienante continua a
ser havido como dono do imóvel.
o registro é eficaz desde o momento em que se apresentar o título ao oficial
do registro, e este o prenotar no protocolo.
ainda que não se registre o título translativo, o alienante deixa de ser havido
como dono do imóvel se tiver havido negócio particular válido.
cancelado o registro, não poderá o proprietário reivindicar o imóvel,
independentemente da boa-fé ou do título do terceiro adquirente.
apenas se aplica para a transmissão da propriedade em decorrência de
testamento, quando se tratar de aquisição por causa mortis.
Respondido em 16/05/2023 16:21:34
Explicação:
O registro é eficaz desde o momento em que se apresentar o título ao oficial do registro, e
este o prenotar no protocolo, conforme determina o art. 1.246 do CC. As demais
alternativas não correspondem à correta definição da aquisição da propriedade imóvel por
registro do título aquisitivo.
8a
Questão
Acerto: 1,0 / 1,0
(VUNESP - 2019) Quanto à aquisição e perda da propriedade, é correto afirmar:
a usucapião especial urbana por abandono do lar corresponde à forma de
aquisição derivada da propriedade do bem imóvel em sua totalidade.
a propriedade móvel, por ser transmitida pela tradição, não permite sua
aquisição pela usucapião.
o imóvel urbano abandonado pelo proprietário, com a intenção de não mais o
conservar em seu patrimônio, mesmo na posse de outra pessoa, poderá ser
arrecadado, como bem vago, e passar, três anos depois, à propriedade do
Município ou à do Distrito Federal, caso se encontre nas respectivas
circunscrições.
aquele que, não sendo proprietário de imóvel rural ou urbano, possua como
sua, por cinco anos ininterruptos, sem oposição, área de terra em zona rural
não superior a duzentos e cinquenta hectares, tornando-a produtiva por seu
trabalho ou de sua família, tendo nela sua moradia, adquirirá a propriedade.
enquanto não se promover, por meio de ação própria, a decretação de
invalidade do registro, e o respectivo cancelamento, o adquirente continua a
ser havido como dono do imóvel.
Respondido em 16/05/2023 16:24:54
Explicação:
Transfere-se entre vivos a propriedade mediante o registro do título translativo no Registro
de Imóveis enquanto não se registrar o título translativo, o alienante continua a ser havido
como dono do imóvel; enquanto não se promover, por meio de ação própria, a decretação
de invalidade do registro, e o respectivo cancelamento, o adquirente continua a ser havido
como dono do imóvel, conforme disposto no art. 1245 do CC. Aquele que, não sendo
proprietário de imóvel rural ou urbano, possua como sua, por cinco anos ininterruptos, sem
oposição, área de terra em zona rural não superior a cinquenta hectares, tornando-a
produtiva por seu trabalho ou de sua família, tendo nela sua moradia, adquirir-lhe-á a
propriedade. A usucapião especial urbana por abandono do lar corresponde à forma de
aquisição ORIGINÁRIA da propriedade imóvel. O imóvel urbano que o proprietário
abandonar, com a intenção de não mais o conservar em seu patrimônio, e que se não
encontrar na posse de outrem, poderá ser arrecadado, como bem vago, e passar, três anos
Downloaded by Monica Nascimento (monicabrasilminhapatria@gmail.com)
lOMoARcPSD|33560624
depois, à propriedade do Município ou à do Distrito Federal, se se achar nas respectivas
circunscrições. Aquele que possuir coisa móvel como sua, contínua e incontestadamente
durante três anos, com justo título e boa-fé, adquirir-lhe-á a propriedade.
9a
Questão
Acerto: 1,0 / 1,0
(FCC - 2018 - Prefeitura de Caruaru - PE - Procurador do Município) A convenção
condominial:
não pode prever a competência e forma de convocação das assembleias, o
que é exclusivo da lei civil.
como regra geral dirige-se somente aos proprietários, excluídos os
cessionários de direitos e os promitentes compradores das unidades
autônomas.
é oponível contra terceiros a partir de sua aprovação, independentemente de
quaisquer formalidades.
deverá ser realizada necessariamente por escritura pública.
deve ser subscrita pelos titulares de, no mínimo, dois terços das frações
ideais e torna-se, desde logo, obrigatória para os titulares de direito sobre as
unidades, ou para quantos sobre elas tenham posse ou detenção.
Respondido em 16/05/2023 16:25:31
Explicação:
A convenção que constitui o condomínio edilício deve ser subscrita pelos titulares de, no
mínimo, dois terços das frações ideais e torna-se, desde logo, obrigatória para os titulares
de direito sobre as unidades, ou para quantos sobre elas tenham posse ou detenção. As
demais alternativas não se aplicam.
10a
Questão
Acerto: 1,0 / 1,0
É direito real de garantia:
A servidão.
O usufruto.
A anticrese.
A habitação.
O direito do promitente comprador.
Respondido em 16/05/2023 16:26:06
Explicação:
O art. 1.419 coloca a anticrese como direito de garantia, ao lado da hipoteca e do penhor:
"Nas dívidas garantidas por penhor, anticrese ou hipoteca, o bem dado em garantia fica
sujeito, por vínculo real, ao cumprimento da obrigação". Os direitos das alternativas II a
V são direitos reais de fruição sobre coisa alheia, mas não de garantia.
SIMULADO 2
(CESPE - 2013) Com relação aos direitos reais sobre coisas alheias, assinale a
opção correta.
Aquele que exercero direito de excussão tem o direito de receber primeiro,
independentemente da ordem dos registros da hipoteca.
Downloaded by Monica Nascimento (monicabrasilminhapatria@gmail.com)
lOMoARcPSD|33560624
https://www.studocu.com/pt-br?utm_campaign=shared-document&utm_source=studocu-document&utm_medium=social_sharing&utm_content=avaliacoes-direito-civil-reais
O penhor tem por objeto, exclusivamente, bens móveis e a hipoteca, bens
imóveis.
Os direitos reais de garantia são acessórios, ao passo que os direitos reais
de gozo são autônomos.
Dado determinado bem em garantia, executada a hipoteca, caso o produto
não baste para pagamento da dívida e das despesas judiciais, o devedor
ficará desobrigado do restante, já que se trata de garantia real.
A lei proíbe tanto aos cônjuges quanto aos conviventes gravar de ônus reais
os bens imóveis sem autorização do outro.
Respondido em 16/05/2023 16:31:30
Explicação:
Trata-se da única alternativa correta, haja vista a classificação doutrinária. A noção de
garantia está ligada à ideia de patrimônio. As garantias reais colocam o credor fora do
alcance da insolvência do devedor. A coisa dada como garantia sujeita-se por vínculo real
ao cumprimento da obrigação. Desta sujeição resulta a prelação (do latim praelatio: direito
de preferência duma pessoa, colocando-a sempre em primeiro lugar na satisfação de seus
direitos, frente a outras que pretendam disputar-lhe a primazia ou prioridade), uma das mais
importantes características do direito real de garantia. Daí dizer-se princípio basilar de
direito, em muitas legislações contemplado, que o patrimônio do devedor garante o credor.
Por fim, a doutrina, alude, ainda, a uma subdivisão dos direitos reais na coisa alheia, que
poderiam ser classificados em direitos principais e direitos acessórios. Nessa direção,
seriam direitos acessórios o penhor, a hipoteca e a anticrese. Por outro lado, seriam
principais, por exemplo, a enfiteuse ou aforamento, as servidões, o usufruto, o uso, a
habitação e a promessa de compra e venda.
2a
Questão
Acerto: 1,0 / 1,0
(ACEP - 2018) Considerando a teoria do "numerus clausus" e o Código Civil
brasileiro, atualmente vigente, assinale a alternativa que não constitui direito real.
O penhor.
A laje.
A anticrese.
A locação imobiliária urbana com cláusula de vigência no cartório de registro
de imóveis.
A concessão de uso especial para fins de moradia.
Respondido em 16/05/2023 16:32:11
Explicação:
Não é um direito real justamente porque o Código Civil adota a teoria do ¿numerus
clausus¿, é dizer, caso não esteja disposto no Código como sendo um direito real, assim
não o é.
3a
Questão
Acerto: 0,0 / 1,0
Sobre a posse:
I - A acessão possessória pode-se dar de modo facultativo ou por continuidade do
direito recebido do antecessor.
II - Admite-se o convalescimento da posse violenta e da posse clandestina.
Downloaded by Monica Nascimento (monicabrasilminhapatria@gmail.com)
lOMoARcPSD|33560624
III - A posse de boa-fé só perde este caráter no caso e desde o momento em que as
circunstâncias façam presumir que o possuidor não ignora que possui
indevidamente.
IV - O reivindicante, quando obrigado, indenizará as benfeitorias ao possuidor de má-
fé pelo valor atual.
V - Sérgio emprestou, a título gratuito, imóvel de sua propriedade a Maurício, para
que este lá residisse durante doze meses. Ultrapassado o prazo convencionado para
o comodato, Maurício recusou-se a restituir o bem a Sérgio. Nessa situação, como
Maurício tem posse clandestina do imóvel, Sérgio poderá retomar o bem utilizando-
se de ação de reintegração de posse.
Estão corretas as afirmativas:
I e V
I, II, III e IV
I, II, III e V
II e III
II, III e V
Respondido em 16/05/2023 16:37:02
Explicação:
A acessão possessória admite o modo facultativo ou por continuidade do direito. É admitido
também o convalescimento da posse violenta e da posse clandestina. A boa-fé na posse
presume que o possuidor não ignorou que possui indevidamente. O reivindicante indenizará
as benfeitorias não necessariamente pelo valor atual.
4a
Questão
Acerto: 1,0 / 1,0
Em virtude de viagem, Adriano solicitou de Sérgio que guardasse, durante o período
em que estivesse viajando, alguns pertences seus, entre os quais um automóvel,
uma motocicleta e um computador. Convencionaram um valor fixo que seria pago
por Adriano pela guarda dos bens. Dez dias depois, aproximadamente, Priscila, irmã
de Adriano, esteve na residência de Sérgio e exigiu a entrega do computador, pois
este lhe pertencia. Diante da negativa de Sérgio em entregar o computador, Priscila
tentou usar de violência para pegar o bem. Pode-se afirmar que, neste caso:
Sérgio somente pode solucionar a questão, ajuizando uma ação de
manutenção de posse;
Sérgio nada pode fazer, pois é mero detentor do bem.
Sérgio somente pode solucionar a questão, ajuizando uma ação de
reintegração de posse;
Sérgio pode fazer uso da autodefesa da posse, pois é possuidor do bem;
Sérgio somente pode solucionar a questão, ajuizando uma ação de interdito
proibitório;
Respondido em 16/05/2023 16:37:49
Explicação:
Como possuidor direto do bem, ante a presença de contrato de depósito, é possível
manejar ação possessória
5a
Questão
Acerto: 1,0 / 1,0
Downloaded by Monica Nascimento (monicabrasilminhapatria@gmail.com)
lOMoARcPSD|33560624
https://www.studocu.com/pt-br?utm_campaign=shared-document&utm_source=studocu-document&utm_medium=social_sharing&utm_content=avaliacoes-direito-civil-reais
(PUC-PR, 2019) É sabido que o direito de posse é disciplinado e consagrado pelo
Direito Civil, no entanto, o possuidor pode encontrar resistência de terceiros ao gozo
de sua posse, e nessas hipóteses, a legislação civil prevê para cada tipo de
incômodo uma medida jurídica para salvaguardar a sua posse, e quando o possuidor
vê sua posse ''esbulhada'', nessa hipótese, segundo o que disciplina o a legislação
civil, o possuidor deve socorrer-se do judiciário para ser
segurado de uma violência iminente.
conservado na posse.
salvaguardado em sua posse.
restituído na posse.
mantido de posse.
Respondido em 16/05/2023 16:38:24
Explicação:
A turbação enseja o manejo da reintegração de posse. Isso porque trata-se a turbação de
efetiva privação do exercício da posse. As demais alternativas não se amoldam
corretamente no caso concreto apresentado no enunciado da questão.
6a
Questão
Acerto: 1,0 / 1,0
(VUNESP, 2014) Assinale a alternativa correta acerca da ação reivindicatória e de
suas peculiaridades.
Pode o réu, em contestação, alegar exceção de domínio com fundamento
na usucapião.
Tem natureza de interdito possessório, objetivando a reintegração de posse
de bem imóvel.
O autor deve demonstrar a posse anterior, mas não se exige a
comprovação da propriedade do bem.
A ação segue rito especial, definido no vigente Código de Processo Civil.
Presta-se à expedição de mandado proibitório àquele que ameaça praticar
turbação ou esbulho ao possuidor.
Respondido em 16/05/2023 16:38:59
Explicação:
A ação reivindicatória é espécie de ação petitória, devendo ser ajuizada pelo proprietário
desprovido de posse contra o possuidor sem propriedade (art.1.228, do Código Civil). A
ação reivindicatória tem natureza real e eficácia erga omnes, sedimentada no direito de
sequela. O autor deverá provar dois requisitos para o êxito da ação reivindicatória: (i)
domínio sobre a coisa; (ii) posse injusta do réu (violenta, clandestina ou precária). O rito é
comum, segundo o CPC. e) art. 932. O possuidor direto ou indireto, que tenha justo receio
de ser molestado na posse, poderá impetrar ao juiz que o segure da turbação ou esbulho
iminente, mediante mandado proibitório, em que se comine ao réu determinadapena
pecuniária, caso transgrida o preceito.
7a
Questão
Acerto: 0,0 / 1,0
(TRF 4ª Região - 2012). Além da desapropriação por necessidade ou utilidade
pública ou interesse social, poderá ocorrer a desapropriação judicial da coisa se o
imóvel reivindicado consistir em extensa área e estiver na posse ininterrupta, por
mais de cinco anos e de boa-fé, de considerável número de pessoas, e estas nela
houverem realizado, em conjunto ou separadamente, obras e serviços considerados
pelo juiz de interesse social e econômico relevante. Qual o nome desta modalidade
de desapropriação?
Downloaded by Monica Nascimento (monicabrasilminhapatria@gmail.com)
lOMoARcPSD|33560624
Desapropriação pública.
Desapropriação privada.
Desapropriação regulamentar.
Desapropriação extraordinária.
Desapropriação administrativa.
Respondido em 16/05/2023 16:47:54
Explicação:
o enunciado descreve a desapropriação do artigo 1.228, parágrafos 4º e 5º. As demais
alternativas não se amoldam ao caso concreto trazido no enunciado da questão.
8a
Questão
Acerto: 1,0 / 1,0
(COPS - 2011) No que se refere às descrições do Código Civil acerca da
Desapropriação, assinale a alternativa incorreta:
o proprietário pode ser privado da coisa se o imóvel de sua propriedade
consistir em extensa área, na posse ininterrupta e de boa-fé, por mais de
cinco anos, de considerável número de pessoas, e estas nela houverem
realizado obras e serviços considerados pelo juiz de interesse social e
econômico relevante;
o proprietário pode ser privado da coisa em casos de interesse social;
a sentença é o título para o registro de imóveis, em casos de desapropriação
declarada pelo juiz como de interesse coletivo relevante, a partir de obras
realizadas por esta mesma coletividade, em imóvel de terceiro;
o proprietário pode ser privado da coisa na hipótese de necessidade ou
utilidade pública;
o proprietário pode ser privado da coisa, nos casos de desapropriação, na
hipótese de perigo público iminente.
Respondido em 16/05/2023 16:48:45
Explicação:
O proprietário pode ser privado da coisa, nos casos de desapropriação, por necessidade ou
utilidade pública ou interesse social, bem como no de requisição, em caso de perigo público
iminente, conforme art. 1.228 do CC. O proprietário também pode ser privado da coisa se o
imóvel reivindicado consistir em extensa área, na posse ininterrupta e de boa-fé, por mais
de cinco anos, de considerável número de pessoas, e estas nela houverem realizado, em
conjunto ou separadamente, obras e serviços considerados pelo juiz de interesse social e
econômico relevante. O juiz fixará a justa indenização devida ao proprietário; pago o preço,
valerá a sentença como título para o registro do imóvel em nome dos possuidores.
9a
Questão
Acerto: 1,0 / 1,0
(VUNESP - 2019 - Câmara de Mauá - SP - Procurador Legislativo) Sobre o direito de
vizinhança, assinale a alternativa correta.
Quando a lei civil faz menção a prédio vizinho, ela abrange imóveis rurais ou
urbanos, mesmo que não sejam contíguos ou confinantes, desde que haja
construções.
Pode o proprietário ou o possuidor de um imóvel ingressar com ação
demolitória ao argumento de que a construção do vizinho interfere na
ventilação e na iluminação de seu terreno, em razão do descumprimento de
posturas municipais.
Tanto o proprietário como o possuidor podem fazer cessar as interferências
que prejudiquem a saúde ou a segurança dos que habitam o imóvel,
Downloaded by Monica Nascimento (monicabrasilminhapatria@gmail.com)
lOMoARcPSD|33560624
https://www.studocu.com/pt-br?utm_campaign=shared-document&utm_source=studocu-document&utm_medium=social_sharing&utm_content=avaliacoes-direito-civil-reais
provocadas pelo uso anormal da propriedade vizinha, assim entendida como
imóveis confinantes ou contíguos.
As interferências prejudiciais à segurança, à saúde ou à segurança
provocadas pelo uso anormal da propriedade vizinha devem ser intoleráveis,
mesmo justificado por interesse público, como por exemplo um hospital
localizado em zona estritamente residencial, hipótese em que se deve
determinar a cessação da atividade lesiva.
O proprietário ou possuidor de um prédio pode ingressar com ação
cominatória contra estabelecimento comercial vizinho, fundado em
perturbações sonoras, comprovando a inexistência de alvará de
funcionamento.
Respondido em 16/05/2023 16:49:35
Explicação:
Atos ilegais ¿ como por exemplo, um vizinho que estraga a plantação de tomates de seu
confinante. Este ato é ilegal e sujeita o agente à obrigação de ressarcir o prejuízo causado.
Atos abusivos ¿ são os atos praticados com abuso de direito, pois, embora, o vizinho esteja
nos limites de sua propriedade, mesmo assim vêm a prejudicar seu confinante. Como
exemplo, podemos pensar no barulho excessivo. Atos lesivos ¿ nesta espécie, o causador
do incômodo age nos limites de sua propriedade, e muitas vezes, a atividade prejudicial foi
até autorizada, mediante alvará pelo poder público. Como no caso de uma fábrica, cuja
fuligem esteja prejudicando o ambiente. A atividade da fábrica é lícita e regular, mas causa
danos aos vizinhos.
10a
Questão
Acerto: 0,0 / 1,0
Não é hipótese de extinção da hipoteca:
A arrematação em hasta pública.
A quitação da dívida.
A destruição da coisa.
A constituição de uma segunda hipoteca sobre o imóvel.
A resilição unilateral pelo credor.
Respondido em 16/05/2023 16:50:15
Explicação:
Não se proíbe a constituição de duas hipotecas sobre um imóvel. Mesmo nos casos em que
ela é impossível de ocorrer, a consequência jurídica é a nulidade da 2ª hipoteca, e não a
extinção da 1ª hipoteca. Quanto às outras hipóteses, estão todas previstas no rol do art.
1.499. Obs.: lembrando que a quitação da dívida é uma forma de extinção da obrigação
principal.
AV
1a Questão (Ref.: 202110316416)
(PGR - 2015) De acordo com a jurisprudência do Superior Tribunal de Justiça.
A dívida condominial constitui uma obrigação propter rem, cuja prestação não deriva
da vontade do devedor, mas de sua condição de titular do direito real.
II - O dever de pagar pelo serviço de fornecimento de água tem a natureza jurídica
de obrigação propter rem, uma vez que se vincula a titularidade do bem.
III - A necessidade de reparação integral da lesão causada ao meio ambiente permite
a cumulação de obrigações de fazer, não fazer e indenizar, que tem natureza propter
rem.
Downloaded by Monica Nascimento (monicabrasilminhapatria@gmail.com)
lOMoARcPSD|33560624
javascript:alert('C%C3%B3digo da quest%C3%A3o: 6040046/n/nStatus da quest%C3%A3o: Liberada para Uso.');
IV - As contribuições criadas por Associações de Moradores podem ser equiparadas,
para fins de direito, a despesas condominiais, tendo a dívida natureza propter rem.
Das proposições acima:
I e II são corretas.
I e III são corretas.
Todas são incorretas.
Todas são corretas.
I e IV são corretas.
2a Questão (Ref.: 202110316418)
(MPDFT - 2013) Com referência aos direitos sobre coisa alheia, sob a ótica do
Código Civil, assinale a opção CORRETA.
Constituído o usufruto simultâneo e sucessivo em favor de dois ou mais
usufrutuários, aos usufrutuários sobreviventes serão acrescidas as parcelas dos
que vierem a falecer, só retornando a propriedade desonerada ao nu-proprietário
no instante que todos os beneficiários falecerem.
A servidão, que consiste na obrigação de possibilitar a utilização mais cômoda do
prédio dominante, tem como pressuposto a existência de prédios contíguos,
pertencentes ao mesmo dono e constitui-se mediante declaração expressa dos
proprietários ou por testamento.
O usufrutuário tem o direito de administrar a coisa, podendo alterar a sua
substância ou a sua destinação econômica, bem como perceber os frutosnaturais, industriais ou civis da coisa, e os produtos, ou seja, as utilidades que
diminuem a quantidade da coisa, à medida que são retiradas.
Direito real de habitação assegura moradia vitalícia ao cônjuge sobrevivente,
casado sob regime da comunhão universal de bens, no imóvel em que residia o
casal, desde que seja o único dessa natureza e que integre o patrimônio comum
ou o particular de cada cônjuge no momento da abertura da sucessão.
No usufruto os poderes de uso e fruição da coisa são transferidos ao usufrutuário,
surgindo um direito real, oponível erga omnes. Assim, ocorrendo a alienação da
nua- propriedade, o usufrutuário manterá a posse direta sobre o bem até o
advento do termo ou condição ajustados com o proprietário primitivo.
3a Questão (Ref.: 202110338686)
(VUNESP - 2019) Caroline é proprietária de um terreno localizado em área urbana,
em zona periférica e muito violenta da cidade. Caroline não consegue alienar o
imóvel para terceiros, de modo que o bem apenas lhe traz ônus, tais como despesas
para evitar a invasão e tributos imobiliários. Desse modo, não deseja mais preservar
o imóvel em seu patrimônio. Nesse cenário, Caroline procurou um advogado que a
orientou a renunciar à propriedade. Os efeitos da renúncia à propriedade do terreno
estão subordinados
à lavratura do ato renunciativo ao direito de propriedade.
à comprovação, por qualquer ato ou documento inequívoco, de que Caroline
tentou alienar o imóvel.
à apresentação do ato renunciativo perante a municipalidade, em se tratando de
imóvel urbano.
ao registro do ato renunciativo no Cartório de Registro de Imóveis.
à cessação dos atos de posse, deixando Caroline de satisfazer os ônus fiscais.
4a Questão (Ref.: 202110338579)
Downloaded by Monica Nascimento (monicabrasilminhapatria@gmail.com)
lOMoARcPSD|33560624
javascript:alert('C%C3%B3digo da quest%C3%A3o: 6040048/n/nStatus da quest%C3%A3o: Liberada para Uso.');
javascript:alert('C%C3%B3digo da quest%C3%A3o: 6062316/n/nStatus da quest%C3%A3o: Liberada para Uso.');
javascript:alert('C%C3%B3digo da quest%C3%A3o: 6062209/n/nStatus da quest%C3%A3o: Liberada para Uso.');
https://www.studocu.com/pt-br?utm_campaign=shared-document&utm_source=studocu-document&utm_medium=social_sharing&utm_content=avaliacoes-direito-civil-reais
(FCC - 2019) São defesos os atos que não trazem ao proprietário qualquer
comodidade, ou utilidade, e sejam animados pela intenção de prejudicar outrem.
Essa norma, prevista no Código Civil:
diz respeito à vedação do abuso do direito, considerado ato ilícito pela legislação
civil, e interpreta-se em harmonia com o princípio da função social da propriedade.
diz respeito ao abuso do direito como ato emulativo, mas não se harmoniza com a
função social da propriedade nem gera a invalidade do ato, somente possibilitando
perdas e danos ao ofendido.
tem a ver com a função social da propriedade, somente, vedando atos
impregnados de ilegalidade.
veda o abuso do direito, que embora lícito em sua literalidade desvia-se da
finalidade social da norma e gera a ineficácia do ato.
concerne ao direito à propriedade e defende a plena possibilidade de uso, fruição
e disponibilidade do bem, direito real que é.
5a Questão (Ref.: 202110353791)
(UFPR - 2018 - COREN-PR - Advogado) A moradia é um direito fundamental social.
As regras relativas aos direitos de vizinhança estão previstas no Código Civil de
2002. Com relação ao assunto, identifique como verdadeiros (V) ou falsos (F) as
seguintes afirmativas:
( ) O proprietário ou o possuidor tem direito a exigir do dono do prédio vizinho a
demolição, ou a reparação deste, quando ameace ruína, bem como que lhe preste
caução pelo dano iminente.
( ) A árvore, cujo tronco estiver na linha divisória entre dois imóveis confinantes,
presume-se pertencer ao proprietário do terreno onde as raízes da árvore estiverem
fincadas.
( ) Os frutos caídos de árvore do terreno vizinho pertencem ao dono do solo onde
caíram, se este for de propriedade particular.
( ) A construção de tapumes especiais para impedir a passagem de animais de
pequeno porte deve ter suas despesas repartidas proporcionalmente entre os
proprietários dos prédios confinantes.
Assinale a alternativa que apresenta a sequência correta, de cima para baixo.
F - F - V - F.
V - V - F - V.
V - F - V - F.
V - F - F - V.
F - V - F - V.
6a Questão (Ref.: 202110353704)
(VUNESP - 2014 - TJ-RJ - Juiz Leigo) O proprietário ou o possuidor de um prédio
tem o direito de fazer cessar as interferências prejudiciais à segurança, ao sossego e
à saúde dos que o habitam, provocadas pela utilização de propriedade vizinha. Esse
direito não prevalece quando as interferências forem justificadas por interesse
público. Nesse caso, o proprietário ou o possuidor, causador delas:
deverá desfazê-la assim que possível, apenas.
não necessitará pagar qualquer indenização.
pagará ao vizinho indenização cabal, apenas.
pagará ao vizinho indenização cabal e se comprometerá a desfazer as
interferências assim que possível, caso exigido pelo vizinho.
Downloaded by Monica Nascimento (monicabrasilminhapatria@gmail.com)
lOMoARcPSD|33560624
javascript:alert('C%C3%B3digo da quest%C3%A3o: 6077421/n/nStatus da quest%C3%A3o: Liberada para Uso.');
javascript:alert('C%C3%B3digo da quest%C3%A3o: 6077334/n/nStatus da quest%C3%A3o: Liberada para Uso.');
pagará ao vizinho indenização pelos danos morais e materiais provocados.
7a Questão (Ref.: 202110337995)
(CS-UFG, 2015) A posse, como situação de fato correlacionada, surge como
aparência dos poderes proprietários, amparando-se na intenção de ser dono ou na
provável propriedade. De acordo com a legislação vigente e os precedentes relativos
ao tema.
A tutela possessória é dita de cognição sumária de corte vertical, porque a
alegação e discussão do domínio não são questões irrelevantes para a
procedência da ação possessória
os objetos das ações demarcatória e possessória são distintos, sendo
desnecessário o aguardo da correta delimitação da área para que a reintegração
de posse seja cumprida.
o particular que ocupa terra pública tem posse sobre ela.
a posse advinda do compromisso de compra e venda, quando desprovida do
registro, impossibilita a oposição de embargos de terceiro.
a exceptio proprietaris, como defesa oponível às ações possessórias típicas, foi
mantida pelo Código Civil de 2002, que estabeleceu absoluta separação entre os
juízos possessórios e petitórios.
8a Questão (Ref.: 202110338318)
(CONSULPLAN, 2017) A lesão à posse pode se dar pela turbação ou pelo esbulho, a
que correspondem as ações de manutenção e ou reintegração, respectivamente. A
esse respeito, é correto afirmar:
A ação de manutenção de posse é cabível em caso de esbulho, que pressupõe a
perda da posse.
O possuidor tem direito a ser mantido na posse em caso de esbulho, restituído no
de turbação, e segurado de violência iminente, se tiver justo receio de ser
molestado.
No esbulho há mais que mera ameaça, o que justificaria o interdito proibitório, mas
não há a perda da posse.
As ações possessórias visam à tutela jurisdicional da posse, sendo classificadas
conforme a intensidade da agressão: a ação de reintegração de posse é cabível
em caso de turbação, entendida como incômodo ao exercício da posse.
A ação de interdito proibitório é cabível em caso de ameaça de lesão à posse,
seja por esbulho ou por turbação.
9a Questão (Ref.: 202110318789)
Assinale a alternativa correta:
O credor anticrético não terá preferência sobre a indenização do seguro quando o
prédio seja destruído.
O imóvel hipotecado não poderá ser dado em anticrese.
O credor anticrético não pode arrendar o bem dado em anticrese a terceiro, pois
deve ele próprio exercer a posse direta.
O credoranticrético terá preferência sobre a indenização da desapropriação do
imóvel.
Quando a anticrese recair sobre bem imóvel, este não poderá ser hipotecado pelo
devedor em favor de terceiro.
Downloaded by Monica Nascimento (monicabrasilminhapatria@gmail.com)
lOMoARcPSD|33560624
javascript:alert('C%C3%B3digo da quest%C3%A3o: 6061625/n/nStatus da quest%C3%A3o: Liberada para Uso.');
javascript:alert('C%C3%B3digo da quest%C3%A3o: 6061948/n/nStatus da quest%C3%A3o: Liberada para Uso.');
javascript:alert('C%C3%B3digo da quest%C3%A3o: 6042419/n/nStatus da quest%C3%A3o: Liberada para Uso.');
https://www.studocu.com/pt-br?utm_campaign=shared-document&utm_source=studocu-document&utm_medium=social_sharing&utm_content=avaliacoes-direito-civil-reais
10a Questão (Ref.: 202110324355)
É sabido que o direito de posse é disciplinado e consagrado pelo Direito Civil, no
entanto, o possuidor pode encontrar resistência de terceiros ao gozo de sua posse, e
nessas hipóteses, a legislação civil prevê para cada tipo de incômodo uma medida
jurídica para salvaguardar a sua posse, e quando o possuidor vê sua posse
"esbulhada", nessa hipótese, segundo o que disciplina o a legislação civil, o
possuidor deve socorrer-se do judiciário para ser
restituído na posse.
mantido de posse.
conservado na posse.
segurado de uma violência iminente.
salvaguardado em sua posse.
AVS
Downloaded by Monica Nascimento (monicabrasilminhapatria@gmail.com)
lOMoARcPSD|33560624
javascript:alert('C%C3%B3digo da quest%C3%A3o: 6047985/n/nStatus da quest%C3%A3o: Liberada para Uso.');