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2025 
 
1. TÍTULO 
 
INFORMAÇÃO, LETRAMENTO PRÁTICO E CONHECIMENTO SIMPLIFICADO 
DA EDUCAÇÃO FINANCEIRA. 
 
2. IDENTIFICAÇÃO 
 
Nome Completo Carlos Alberto Souza dos Santos 
RA 12525180944 
Curso Educação Contemporânea com ênfase em Educação 
Financeira - SP 
Tema Educação Financeira na escola pública: desafios para a 
construção de um vocabulário financeiro acessível. 
Unidade Curricular 
vinculada 
UC1 – Fundamentos da Educação Financeira: primeiras 
noções 
 
 
3. INTRODUÇÃO (DIAGNÓSTICO DO CONTEXTO E JUSTIFICATIVA) 
 
A introdução da educação financeira no ambiente escolar tem se tornado cada dia mais presente 
na vida dos estudantes. Compreender a maneira que essa habilidade influência e capacita a 
formação no decorrer da sua vida acadêmica, se torna essencial para gerir um planejamento 
financeira sólido e responsável, refletindo positivamente nas tomadas de decisões e desafios 
econômicos. 
A educação financeira no ambiente escolar deve ser observada e reconhecida como 
multidisciplinar, o conteúdo deve ser desenvolvido nas áreas do conhecimento com linguagem 
exatas (matemática), e consolidado na área do conhecimento com linguagem humanas. 
A matemática e suas linguagens deve habilitar os estudantes no aprofundamento do 
conhecimento em calcular, aplicar seus conceitos, teorias e técnicas para resolver problemas 
reais. Aqui apresentamos o primeiro desafio encontrado nas salas de aula, percebemos que 
existe uma resistência por parte dos estudantes em relação a matemática, um paradoxo cultural 
da disciplina ser vista como de difícil entendimento. 
 
 
 
 2025 
 
Devemos tratar o assunto com clareza e estratégias eficientes com objetivo de quebrar 
paradigmas, crenças ou pensamentos culturais, informando e desenvolvendo o estudante. A 
matemática se faz presente em todas as áreas e etapas do mundo moderno, trazer o aprendizado 
usando técnicas e estímulos diferentes, para a realidade do dia a dia, de escolas públicas 
estaduais, tem sido cada dia mais presente na sala de aula, usando metodologias ativas, 
possibilita o envolvimento do estudante, tornando sua presença como protagonista do seu 
conhecimento, fortalecendo a autoestima. 
Envolver o conhecimento na área de linguagens humanas e suas tecnologias (língua portuguesa, 
artes, história e projeto de vida), realizando a transversalidade da educação financeira é 
fundamental para consolidar e disseminar o aprendizado de maneira responsável e social. No 
ambiente escolar público, sentimos a necessidade e desafio em fazer com que os estudantes, 
adquirem conhecimento para aplicar na melhoria e conforto da sua própria vida e seus 
familiares, temos como objetivo que através dos alunos, o pensamento e letramento sobre a 
educação financeira alcance todos membros que formam a renda familiar. 
O letramento prático e simplificado da educação financeira, deve ser assunto pautado dentro do 
projeto político pedagógico (PPP), documento que define a identidade, os valores e as metas da 
unidade escolar, elaborado de forma colaborativa e democrática envolve a gestão escolar, corpo 
docente, alunos e a comunidade. Devemos elencar os problemas financeiros vivenciados pelos 
estudantes e seus familiares, muitas vezes ocasionados por falta de conhecimento e maneiras 
de como proceder na solução. Traçar metas claras de curto, médio e longo prazo, com foco em 
desenvolver os estudantes para se tornarem cidadãos com percepções e preparo cognitivo em 
solucionar questões como, economia doméstica, planejamento financeiro familiar, 
oportunidades de investimentos, habilidades em realizar cálculos matemáticos e tomada de 
decisão. A proposta estabelece exemplos reais, linguagem simples do alcance de todos, 
qualidade no ensino, organização, pensamento crítico e principalmente por se tratar de um 
documento “vivo”, dinâmico que deve ser constantemente revisado e atualizado para se adequar 
a realidade. 
 
Os problemas financeiros identificados na realidade social de cada família, são analisados e 
interpretados através do comportamento apresentado pelos estudantes, conseguimos perceber 
inúmeras situações de escassez, manter condições básicas de saúde e higiene, vestimentas 
inadequadas para o ambiente escolar e período climático do momento, excesso de faltas entre 
 
 
 
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outras situações sociais, ocasionando ônus direto e indireto no desenvolvimento pedagógico do 
estudante. Buscando amenizar e possibilitar maior conforto nesses episódios, devemos buscar 
auxílio em órgãos governamentais exclusivos e competentes na abordagem e parceria com a 
gestão escolar com finalidade de criar um plano social, porém apenas a parte que se trata 
externa, não deve ser suficiente para mudar essa realidade, outras ações devem caminhar em 
sincronia na solução desses problemas. Devemos nos posicionar em desenvolver 
oportunidades, estratégias e levar o conhecimento que possa possibilitar um crescimento 
responsável na camada social através de ações pedagógicas em conjunto, incentivando os 
estudantes na criação de projetos, palestras e feiras. 
De acordo com artigo do Professor-Doutor Daniel Bergmann publicado no portal on-line de 
atualidades gerenciado pelo Jornal da USP, pesquisas recentes realizadas pelo Banco Central 
do Brasil e Serasa Experian, mostra que os jovens brasileiros não estão conseguindo pagar suas 
dívidas, o professor especialista em educação financeira, explica que os motivos vão desde a 
má formação financeira até o aumento do custo de vida. 
Entendemos que má formação no processo e desenvolvimento acadêmico do estudante, na 
educação básica até o ensino superior, pode refletir negativamente na vida adulta e trazer 
impactos direto na economia. Destacamos a importância e urgência, embora enxergamos um 
grande avanço da educação financeira no ambiente escolar, esses dados acima destacados pelo 
professor-doutor Daniel Bergmann, são recentes, matéria publicada em 07 de outubro de 2024, 
o que nos demostra que ainda precisamos percorrer um longo caminho. 
 
4. OBJETIVOS 
 
Objetivo geral 
Desenvolver uma linguagem de fácil entendimento sobre educação financeira, proporcionando 
a inclusão dos estudantes de escolas públicas em pautas econômicas, sociais e formação 
adequada do comportamento financeiro. 
 
Objetivos Específicos 
Indicar metas de acordo com currículo escolar, respeitando o ciclo de aprendizado. 
 
 
 
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Educação de ciclo I 
Incluir e conscientizar o aluno na etapa de alfabetização, que educação financeira deve ser 
desenvolvida diariamente através de ações do cotidiano, como na economia de água no 
ambiente escolar, quanto no lar, com objetivo de entender, que existe um custo para consumir 
aquele recurso. Esse recurso custeado pelos responsáveis deve ser entendido pelo estudante que 
faz parte do planejamento financeiro familiar. 
 
Educação de ciclo II 
Na etapa do ciclo II, entendemos que o estudante já se faz consciente da origem do recurso 
financeiro familiar, devemos aprofundar o assunto, trazendo conhecimento que possa ser 
transmitido diretamente aos seus familiares. O estudante tem papel fundamental em 
desenvolver habilidades que possa ajudar a renda familiar diretamente. Mesmo entendendo que 
nessa etapa, o própria ainda não possua renda, deve se comportar em orientar através do 
conhecimento matemático, o apoio na organização do planejamento mensal da família, 
elaborando planilhas, analisando possíveis rendas extras e participando ativamente dos projetos 
desse grupo. 
 
Educação Ensino Médio 
Nessa etapa entendemos que o estudante possua autonomia financeira, contribua ativamente na 
renda familiar, oriente e decida sobre assuntos como investimentos e planos de financeiros com 
total segurança das decisões tomadas. 
 
5. REFERENCIAL TEÓRICO 
 
Seguindo nosso título Informação, letramento prático e conhecimento simplificado da 
educação financeira,adotaremos referências e conceitos fundamentados na Economia 
Comportamental. Segundo Mullainathan; Shafir, 2016, nos mostra um ponto de partida 
importante para nosso projeto de intervenção, ele se refere a escassez como grande vilã dos 
problemas financeiros. Não apenas por ter pouco dinheiro, mas sim por menos recursos do que 
o necessário para dar conta de tudo o que precisamos, o que nos leva a fazer escolhas, 
priorizando o básico para sobrevivência, na maioria das vezes. 
 
 
 
 2025 
 
Conceito de Escassez - Condição fundamental da economia onde a demanda por bens, serviços 
e recursos excede sua disponibilidade limitada. Isso significa que não há recursos suficientes 
para satisfazer todos os desejos e necessidades humanas ilimitados, tornando as escolhas e a 
gestão de recursos essenciais. A escassez não é o mesmo que pobreza, que se refere à falta de 
recursos básicos para satisfazer as necessidades mínimas. 
 
A escassez é um conceito fundamental na economia que molda nossa vida cotidiana e influencia 
a forma como as decisões econômicas são tomadas. Entender a escassez nos ajuda a 
compreender melhor o funcionamento da economia e a importância de tomar decisões eficazes 
na alocação de recursos limitados. Chama atenção para os momentos que o indivíduo só 
consegue enxergar o problema de escassez de forma isolada e imediata, fazendo com que tome 
atitudes emergenciais no efeito “apagando incêndio”, essa situação tende a tomar decisões 
piores ou mais caras, porque está sempre no modo urgente. 
 
A maneira adequada de sair dessa situação conhecida como “Efeito Túnel”, segundo 
Mullainathan; Shafir, 2016 é criar uma margem no orçamento, não é apenas ganhar mais 
dinheiro, mas sim ter uma margem que alivie a pressão no orçamento. 
 
A forma de pagamento e o uso do dinheiro são ferramentas essenciais para gerenciar a escassez, 
permitindo a troca de bens e serviços. A Educação Financeira ensina a usar essas ferramentas 
com consciência. Pensando no projeto, apresentamos explicações simples e formas corretas do 
uso, que embora parece óbvio, na prática é bem difícil para grande parte dos estudantes e seus 
familiares. 
 
1 - Dinheiro Vivo (Espécie) - É o meio de pagamento mais simples. O cuidado é que, ao pagar 
com notas, você tem a sensação física de perda, o que ajuda no controle de gastos. 
2 - Cartão de Débito - Retira o dinheiro da sua conta na hora. É como usar o dinheiro vivo, mas 
de forma digital. O cuidado é não esquecer que o dinheiro saiu de verdade, pois a transação é 
rápida e "sem dor". 
3 - Cartão de Crédito - É um empréstimo de curto prazo. Você só paga depois. O cuidado é que 
ele cria a ilusão de que você tem mais dinheiro do que realmente tem, facilitando gastos 
excessivos e endividamento (juros altos). O ideal é usá-lo com um orçamento rígido. 
 
 
 
 2025 
 
4 - PIX/Transferências - Pagamento instantâneo. Super prático, mas o cuidado é a velocidade. 
Deve-se ter a mesma consciência que se teria ao entregar dinheiro físico para evitar compras 
por impulso. 
Seguindo o letramento, sentimos a necessidade de informar os estudantes como o dinheiro pode 
ser afetado no planejamento, apresentamos a inflação. Sem dúvida esclarecer e explicar como 
funciona, auxiliará nas tomadas de decisões futuras. 
A inflação é conhecida como o “ladrão silencioso” do dinheiro, A inflação é o aumento contínuo 
e generalizado dos preços de bens e serviços. Ela é o principal inimigo do planejamento 
financeiro, pois reduz o poder de compra do dinheiro. Significa que, com a mesma quantidade 
de dinheiro, você consegue comprar menos produtos do que antes. É como se o seu dinheiro 
encolhesse. 
A causa típica, ocorre quando há muito dinheiro circulando na economia (demanda) para a 
quantidade de produtos disponíveis (oferta). A inflação é medida por índices, o mais comum é 
o IPCA (Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo), que acompanha a variação de preço 
de uma cesta básica de produtos e serviços que as famílias brasileiras consomem. Outro índice 
importante para a população de baixa renda é o INPC (Índice Nacional de Preços ao 
Consumidor), que foca nas famílias de renda mais baixa, até 5 salários mínimos. 
A inflação afeta diretamente a classe mais pobre, local onde se encontram os estudantes dessa 
intervenção. Um exemplo real com grande peso é o aumento dos itens essenciais, onde famílias 
de baixa renda gastam a maior parte de seus salários em itens básicos e inadiáveis como comida, 
aluguel, gás, transporte. Se o preço da carne sobe, o rico pode trocar por peixe ou frango sem 
grande impacto no orçamento. O pobre já consome o mínimo e, se o preço do feijão sobe, ele 
tem poucas ou nenhuma alternativa de substituição, sendo forçado a reduzir a quantidade ou a 
qualidade da alimentação, esse é apenas um exemplo da cesta de consumo rígida. 
A perda do poder de compra ocorre quando a inflação dos alimentos, que tem um peso maior 
no orçamento desses estudantes, sobe mais que o salário, a família fica mais pobre rapidamente, 
pois consegue comprar menos comida para sobreviver. A inflação é desigual, atingindo 
desproporcionalmente quem já está em situação de escassez. 
A ausência de conhecimento básico em educação financeira, pode comprometer o orçamento 
financeiro familiar dos estudantes, a partir do referencial teórico, apresentamos nossa 
intervenção na escola objeto do estudo. 
 
 
 
 2025 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Imagem: Acumulado nacional e por estado da inflação de 2025 Fonte: ibge.gov.br 
 
6. METODOLOGIA (PLANEJAMENTO E IMPLEMENTAÇÃO DA 
INTERVENÇÃO) 
 
6.1 - Local da intervenção: O projeto será desenvolvido na Escola Estadual do ensino médio, 
localizada na região com índices de pobreza e falta de conhecimento claro sobre educação 
financeira. O local escolhido tem como prioridade inserir na educação básica possibilidades de 
aprendizado com finalidade de melhorar a qualidade de vida dos estudantes e seus familiares. 
6.2 - Público Alvo: O projeto segue com ambição de atingir familiares com perfil, culturas e 
manias, através dos estudantes, além de professores, funcionários da escola com cargos que 
apresentam baixos salários e gestores. Buscamos levar o conhecimento não apenas para os 
alunos, mas sim para a sociedade daquela região. 
 
 
 
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6.3 - Plano de Intervenção: A intervenção será dividida em três fase: 
I. Abordagem no principal fator, “Efeito Túnel, Mullainathan; Shafir, 2016, utilização de 
oficinas práticas e criação do questionário de mapeamento (Escopo). 
II. Habilidades BNCC de acordo com Currículo Paulista 2025, conteúdo abordado e 
metodologias ativas; 
III. Devolutivas e replanejamento. 
 
Fase I: Conhecimento e Foco 
Conhecer o custo da escassez, vantagens, estratégias e soluções se faz necessário para 
desenvolver a primeira fase do projeto, com foco no Efeito Túnel, usaremos o jogo de tempo e 
dinheiro para habilitar e fortalecer a confiança dos estudantes, essa ferramenta tem o propósito 
de demonstrar onde a falta de recursos imediatos impede uma decisão estável de longo prazo. 
Usaremos recursos pedagógicos aplicados em situações reais dos estudantes e familiares. Jogos 
de tabuleiro e online, permitem que o estudante realize simulações reais, aprendizado 
diferenciado e lúdico. 
Banco Imobiliário, Monopoly e Jogo da Vida: Os três jogos simulam situações reais em que os 
participantes precisam lidar com seus ganhos e gastos, incluindo conceitos como aluguel, 
empréstimo, propriedade, salário, etc. Ao lidar com imprevistos da vida, os jogadores aprendem 
a lidar com cada situação de forma lúdica. 
O Banco Imobiliário é a versão brasileira do Monopoly, e mesmo após ter passado por algumas 
modificações, ambos os jogos continuam sendo o mesmo em essência: eles lidam com a compra 
e venda de propriedades como casas, hotéis e empresas, e vence o jogadorque não for à falência 
ou que tiver mais propriedades. 
Já no Jogo da Vida, o jogador trilha uma vida fictícia, com opções de carreira, casamento, 
compra de casa, e falência, determinados através do girar da roleta, e vence quem tiver a vida 
mais bem-sucedida. 
Questionário de mapeamento é o coração do projeto, ele indica a evolução e passo a passo das 
etapas, aplicando experiência reais e exemplos com base em tabelas e gráficos, as habilidades 
desenvolvidas na área de exatas deve ser abordada de maneira simples, sem exigir cálculos 
complexos. Em determinados casos, os alunos realizam a comparação da matemática (cálculo 
 
 
 
 2025 
 
complexo) com educação financeira. Importante esclarecer a importância da matemática e suas 
tecnologias e sinalizar que a educação financeira se trata de uma disciplina transversal, que 
contempla todas áreas do conhecimento. 
O conhecimento das fragilidades, aplicado ao plano de intervenção de maneira isolada e direta 
em cada situação, possibilita que o estudante acompanhe e sinta e evolução do projeto, se 
tornando protagonista do sucesso final, além de despertar auto - confiança. 
Fase II: Habilidades e Conteúdo 
 
Objetos de 
Conhecimento 
Habilidade Objetivo Conteúdo 
Análise 
Financeira e 
Planejamento 
EM13MAT303 
Interpretar e comparar 
situações que envolvam 
juros simples com as que 
envolvem juros 
compostos, por meio de 
representações gráficas 
ou análise de planilhas, 
destacando o crescimento 
linear ou exponencial de 
cada caso. 
Aplicar 
conceitos 
financeiros em 
simulações 
práticas para a 
tomada de 
decisões mais 
seguras. 
Estratégias para evitar o 
endividamento; 
Simulação de orçamento. 
Conscientização 
Financeira 
EM13CO23 - Analisar 
criticamente as 
experiências em 
comunidades 
virtuais e as relações 
advindas da interação e 
comunicação com 
outras pessoas, bem 
como seus impactos na 
sociedade. 
Compreender a 
necessidade de 
continuar 
aprendendo 
sobre finanças 
ao longo da vida 
para garantir o 
sucesso 
econômico. 
Importância da educação 
financeira ao longo da 
vida, adaptação a novos 
contextos econômicos. 
Planejamento 
financeiro com 
impacto social 
EM13MAT106 
Identificar situações da 
vida cotidiana nas quais 
seja necessário fazer 
escolhas levando-se em 
conta os riscos 
probabilísticos (usar este 
ou aquele método 
contraceptivo, optar por 
um tratamento médico 
Propor soluções 
práticas para 
engajar a 
comunidade e a 
família em ações 
de planejamento 
financeiro 
sustentável 
Desenvolvimento de 
estratégias de impacto 
social através da 
educação financeira 
consciente. 
 
 
 
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em detrimento de outro 
etc.). 
 
Fase III: Devolutiva e Replanejamento 
Realizar devolutivas preventivas identifica possíveis imprevistos que possam aparecer, essa 
prática facilita o replanejamento adequado, evitando que o estudante retroceda ao efeito túnel. 
 
Cronograma: 
 
O projeto deve ser encabeçado pelos docentes de ambas áreas do conhecimento, gestões 
pedagógicas e administrativas. 
 
Fases Período Responsável Recurso 
I - Conhecimento e 
Foco 
1 e 2° Bimestre Docentes de Projeto de 
Vida, Educação 
Financeira, Matemática, 
Tecnologia e Filosofia. 
Jogos de tabuleiros e 
online, sala de leitura, 
laboratório de 
informática, 
Plataformas SEDUC, 
caderno e livro do 
estudante. 
II – Habilidades e 
Conteúdo 
1°, 2°, 3° e 4° 
Bimestre 
Docentes, gestão 
administrativa e 
plataformas digitais 
Planejamento de aula 
semanal, Guia de 
Aprendizado, 
Plataformas digitais 
(slide) 
III – Devolutiva e 
Replanejamento 
1°, 2°, 3° e 4° 
Bimestre 
Docentes transversais Questionário e 
mapeamento, 
anotações e check-list. 
 
Estratégias de avaliação e monitoramento: 
 
Realização das avalições devem ser aplicadas em blocos de acordo com a disciplina de cada 
docente responsável, analisando os seguintes itens: 
 
- Engajamento e participação do estudante; 
 - Conhecimento técnico; 
- Apresentação de evidencias no crescimento. 
 
 
 
 
 2025 
 
Todo projeto será guiado pelo questionário de mapeamento, indicando detalhadamente a fase, 
proposta de aprendizado, responsáveis diretos e indiretos e o farol de crescimento com status 
preciso. O farol será nosso principal indicador, usando a cor verde para objetivos atingidos, em 
situações que apresente revisão ou replanejamento deve ser utilizado a cor amarela e para os 
casos que não apresente evolução esperada, indicaremos na cor vermelha. A coleta de dados e 
alimentação, deve ser de responsabilidade do estudante. 
 
O monitoramento será disponibilizado com uso de tecnologia, através de planilhas 
compartilhadas que permite acesso de todos envolvidos, criando um banco de dados e consulta, 
possibilitando debates, fóruns e comparações por meio de gráficos e tabelas. A avaliação entre 
os pares possibilita a troca do conhecimento entre estudantes, docentes e sociedade, nessa 
jornada todos ocupam posições importante de compartilhar o conhecimento.

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