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Ano: 2025 Banca: FGV Órgão: MPU
Há quase um século, os antropólogos estudam outras formas de vida, como Bronislaw Malinowski e os jardins, Edward
Evans-Pritchard e o gado, Gregory Bateson e os golfinhos. Contudo, nas últimas décadas, os praticantes da antropologia
têm ampliado as perspectivas que embasam suas etnografias, decentrando análises sobre agência e poder e advogando
por uma antropologia mais-que-humana. Uma das viradas teóricas responsáveis por esse decentramento é a virada
ontológica. Uma das contribuições feitas pela virada ontológica é:
A a crítica decolonial;
B a defesa da universalidade humana;
C o abandono de etnografias multiespécie;
D a tese da multiplicidade de mundos;
E a tese da similaridade dos sistemas de parentesco.
Ano: 2025 Banca: FGV Órgão: MPU
Em seu artigo Antropologia e política, Karina Kuschnir afirma:
“Questionar conceitos como 'clientelismo’ é deixar de tomar esse modelo como ponto de partida; é não considerar
universais termos como, por exemplo, ‘individualismo’, ‘representação’ e ‘domínio público’; é, finalmente, perceber que o
universalismo é um valor inspirado no paradigma da modernização, na crença de que a imparcialidade e a objetividade
devem prevalecer sobre as emoções e a subjetividade” (Kuschnir, 2007, p. 165-166). A contribuição da antropologia para a
compreensão da política é:
A relativizar e aceitar diferentes formas de exercício do poder;
B legitimar, na esfera política, sociedades contra o Estado; 
C analisar e enaltecer práticas políticas de grupos dominados;
D recomendar, com bases em laudos antropológicos, o que a política deve ser;
E estudar o que é a política para certo grupo, em determinado contexto histórico e social. 
Ano: 2025 Banca: FGV Órgão: MPU
Para Gilberto Velho, a antropologia urbana é uma antropologia das sociedades complexas. Em seu artigo Estilo de vida
urbano e modernidade, o antropólogo escreve o seguinte: “A metrópole moderna oferece a possibilidade de transitar entre
vários mundos e esferas diferenciadas. A fragmentação do trabalho tem, como outro lado da moeda, o desenvolvimento de
áreas e domínios especializados de sociabilidade, lazer, crença religiosa, atividade política etc.” (Velho, 1995, p. 229). A
antropologia urbana de Gilberto Velho tem um dos seus fundamentos teóricos na produção de:
A Luc Boltanski;
B Georg Simmel;
C Gayatri Spivak;
121 Q3337490
>Antropologia
Conceito e objeto da antropologia. Cultura. Relativismo cultural versus etnocentrismo. Observação participante e técnica
Prova: FGV - 2025 - MPU - Analista do MPU - Perito em Antropologia
122 Q3337489
>Antropologia
Interacionismo Simbólico e Antropologia Urbana. Estigma e Desvio. Cultura e Arte: corpo, roupa, festas rituais, dança, músi
Prova: FGV - 2025 - MPU - Analista do MPU - Perito em Antropologia
123 Q3337488
>Antropologia
Interacionismo Simbólico e Antropologia Urbana. Estigma e Desvio. Cultura e Arte: corpo, roupa, festas rituais, dança, músi
Prova: FGV - 2025 - MPU - Analista do MPU - Perito em Antropologia
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D Gabriel de Tarde;
E Bruno Latour. 
Ano: 2025 Banca: FGV Órgão: MPU
Em seu texto Esboço de uma teoria da prática, Pierre Bourdieu escreve o seguinte: "O caráter primordial da experiência do
dom é, sem dúvida, sua ambiguidade: de um lado, essa experiência é (ou pretende ser) vivida como rejeição do interesse,
do cálculo egoísta, como exaltação da generosidade, do dom gratuito e sem retribuição; de outro, nunca exclui
completamente a consciência da lógica da troca, nem mesmo a confissão de pulsões recalcadas ou, por éclairs, a denúncia
de uma outra verdade, denegada, da troca generosa, seu caráter impositivo e custoso (‘o presente é uma infelicidade’)”
(Bourdieu, 1996, p. 7). A ambiguidade da experiência que Bourdieu descreve está embasada em:
A Vladimir Lenin;
B Marcel Mauss;
C Victor Turner;
D Ferdinand de Saussure;
E Émile Durkheim.
Ano: 2025 Banca: FGV Órgão: MPU
A partir da década de 1970, o conceito de patrimônio cultural passou por significativas transformações. Seu escopo foi
alargado para além da valorização de bens materiais de caráter monumental. Essa mudança de perspectiva refletiu-se na
inclusão de novas categorias de patrimônio, como o patrimônio imaterial. No Brasil, um marco desse alargamento de
sentido foi o tombamento do terreiro de candomblé Casa Branca, na Bahia, em 1984. No Brasil, o patrimônio imaterial
permite: 
A reconhecer o valor arquitetônico de lugares sagrados de diversas religiões;
B patrimonializar apenas práticas de religiões afrobrasileiras;
C questionar o valor patrimonial da religião católica no Brasil;
D reconhecer o valor arquitetônico de lugares de memória indígena;
E
reconhecer e valorizar práticas e saberes de diversos grupos sociais como expressões da diversidade cultural e da
identidade afro-brasileira. 
Ano: 2025 Banca: FGV Órgão: MPU
No artigo Atualização e contraefetuação do virtual: o processo do parentesco, o antropólogo Eduardo Viveiros de Castro
propõe o conceito de "afinidade potencial" para explicar as complexas relações entre grupos e entidades nos sistemas de
parentesco ameríndios. O autor afirma que: "A afinidade potencial, valor genérico, não é um componente do parentesco
(como o é a afinidade matrimonial, efetiva), mas sua condição exterior. Ela é a dimensão de virtualidade de que o
parentesco é o processo de atualização” (Viveiros de Castro, 2000, p. 412). Em diversas sociedades amazônicas, a afinidade
potencial:
A configura o campo relacional a partir do qual o parentesco se atualiza;
124 Q3337487
>Antropologia
Psicanálise e antropologia. Totem e tabu. Simbologia cultural. Durkheim, Mauss e Malinowski - Funcionalismo Social
Prova: FGV - 2025 - MPU - Analista do MPU - Perito em Antropologia
125 Q3337485
>Antropologia
Interacionismo Simbólico e Antropologia Urbana. Estigma e Desvio. Cultura e Arte: corpo, roupa, festas rituais, dança, músi
Prova: FGV - 2025 - MPU - Analista do MPU - Perito em Antropologia
126 Q3337484
>Antropologia
Antropologia Social: Família, Sistemas de Parentesco, Matrimônio e Incesto.Organizações políticas em sociedades tradicion
Prova: FGV - 2025 - MPU - Analista do MPU - Perito em Antropologia
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B é um conceito análogo a "natureza" no pensamento ocidental, representando um domínio oposto à “cultura";
C
é uma força desagregadora que ameaça a ordem social e invariavelmente gera guerras e conflitos entre os grupos
indígenas;
D limita-se às relações de parentesco, definindo os laços entre grupos por meio do casamento e da consanguinidade;
E
restringe-se à esfera matrimonial, expressa na preferência por casamentos entre primos cruzados como forma de
garantir a reprodução social e a circulação de bens.
Ano: 2025 Banca: FGV Órgão: MPU
Em seu estudo de grupos étnicos, Fredrik Barth critica definições que se baseiam apenas em características culturais
compartilhadas, como língua, religião ou ancestralidade comum. Para o autor, elencar tais traços culturais, ainda que seja
relevante, não explica a persistência e a dinâmica dos grupos étnicos em contextos de mudança e interação social. O
problema desse tipo de definição, argumenta Barth, está justamente no seu caráter concreto e substantivo. Para o autor, é
importante elaborar uma definição conceitual da etnicidade com base em certos critérios analíticos. Para Barth, a
compreensão da etnicidade exige:
A priorizar a análise da estrutura social dos grupos étnicos, em detrimento da investigação das interações sociais;
B superar a ênfase na substância cultural e analisar as interações sociais e dinâmicas que definem um grupo étnico;
C
reconhecer que a cultura de um grupo étnico é estática e imutável, definindo de forma perene suas fronteiras
identitárias;
D
investigar as origens primordiais dos grupos étnicos, buscando em sua história remota a justificativa para sua
existência no presente;
E
priorizar a autoidentificação como único critério válido para a definição de um grupo étnico, desconsiderando outros
fatores e perspectivas.
Ano: 2025 Banca: FGV Órgão: MPU
Os laudos antropológicos, em especial aqueles relacionados à efetivação de direitos territoriais, impõem desafios
particulares aos praticantes da antropologia. Como apontado por Ilka Boaventura Leite, na introdução do livro Laudos
periciais antropológicos em debate: “Os laudos são, portanto, documentos produzidos com finalidades previamente
estabelecidas, dirigidos a uma audiência restrita, dotados de regras determinadas pelas instâncias onde irão tramitar e
podem ser submetidos a análises e avaliações bastante específicas” (Leite, 2005, p. 25). A elaboração de um laudo
antropológico:
A
dispensa a realização de trabalho de campo, uma vez que os requisitos elaborados pelos operadores do direito
delimitam o escopo da pesquisa;
B
deve se basear exclusivamente em fontes documentais e históricas, buscando a comprovação legal da ocupação
tradicional do território em questão;
C
pressupõe a defesa intransigente dos interesses dos grupos socialmente vulnerabilizados, de maneira tal que o laudo
é utilizado como instrumento de denúncia e mobilização social;
D
demanda a articulação entre o rigor metodológico da pesquisa etnográfica e a sensibilidade para compreender as
relações de poder, os conflitos e as disputas territoriais que permeiam o contexto da perícia; 
E
limita-se a analisar os aspectos culturais dos grupos envolvidos, não se ocupando das dimensões políticas e
econômicas do conflito.
127 Q3337483
>Antropologia
Conceito e objeto da antropologia. Cultura. Relativismo cultural versus etnocentrismo. Observação participante e técnica
Prova: FGV - 2025 - MPU - Analista do MPU - Perito em Antropologia
128 Q3337482 >Antropologia Antropologia jurídica
Prova: FGV - 2025 - MPU - Analista do MPU - Perito em Antropologia
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Ano: 2025 Banca: FGV Órgão: MPU
Em Genealogias da religião (1993), Talal Asad critica concepções essencialistas das religiões. Asad argumenta que a
categoria "religião", tal como compreendida no Ocidente moderno, não pode ser aplicada indiscriminadamente a outras
culturas e contextos históricos. Para esse autor, a religião não possui uma essência universal a-histórica. Ela deve ser, em
vez disso, entendida como um conceito historicamente produzido. A proposta de Asad está alinhada à: 
A teoria estruturalista, segundo a qual a religião produz coesão social;
B antropologia colonialista, segundo a qual as religiões dos povos não ocidentais são primitivas e inferiores;
C
crítica marxista, segundo a qual a religião é uma forma de opressão que legitima as desigualdades sociais e mantém
as estruturas de dominação;
D
antropologia interpretativa, segundo a qual a religião oferece significado e propósito à vida humana, transcendendo
as diferenças culturais;
E
crítica pós-colonial, segundo a qual as religiões são moldadas por relações de poder e discursos que definem o que é
considerado religioso em determinado tempo e lugar. 
Ano: 2025 Banca: FGV Órgão: MPU
Em As estruturas elementares do parentesco (1949), Claude Lévi-Strauss desenvolveu uma teoria sobre a proibição do incesto
e suas implicações para a estruturação das sociedades humanas. Conformea proposta do autor, a proibição do incesto não
é nem puramente de origem cultural nem puramente de origem natural, e também não é uma dosagem de elementos
variados tomados de empréstimo parcialmente à natureza e parcialmente à cultura. Segundo Lévi-Strauss, a proibição do
incesto:
A restringe as relações sexuais a um círculo limitado de indivíduos, garantindo sua superioridade social; 
B visa a proteger a espécie humana das consequências genéticas negativas dos casamentos consanguíneos;
C fortalece os laços de parentesco dentro do grupo familiar, consolidando a família como núcleo social fundamental; 
D é uma regra universal dos sistemas de parentesco difundida a partir de populações originárias ameríndias;
E
é uma regra universal que marca a transição da natureza para a cultura, estabelecendo a troca e a reciprocidade como
fundamentos da sociedade.
Ano: 2025 Banca: FGV Órgão: MPU
Entre o final do século XIX e início do século XX, o antropólogo Franz Boas deu ênfase à pesquisa de campo e ao estudo
detalhado de culturas específicas. Ao contrário do método dedutivo proposto pelos antropólogos evolucionistas, Boas
defendia: 
A o método de análise regressiva;
B o método da indução empírica;
C o método de análise estrutural;
D o materialismo histórico;
129 Q3337481
>Antropologia
Conceito e objeto da antropologia. Cultura. Relativismo cultural versus etnocentrismo. Observação participante e técnica
Prova: FGV - 2025 - MPU - Analista do MPU - Perito em Antropologia
130 Q3337479
>Antropologia
Antropologia Social: Família, Sistemas de Parentesco, Matrimônio e Incesto. Organizações políticas em sociedades tradicion
Prova: FGV - 2025 - MPU - Analista do MPU - Perito em Antropologia
131 Q3337478
>Antropologia
Pré-Evolucionsimo e Evolucionismo. L.H. Morgan e Evolução Cultural. Tylor e Frazer: animismo, magia e totemismo. Status e
Prova: FGV - 2025 - MPU - Analista do MPU - Perito em Antropologia
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E o estrutural funcionalismo.
Ano: 2025 Banca: FGV Órgão: MPU
Bruno Latour foi um importante antropólogo para a consolidação da chamada antropologia simétrica. Para Latour, entre
outras características, esse tipo de antropologia busca descrever e analisar as redes de relações que conectam humanos e
não humanos, sem privilegiar um polo em detrimento do outro. A perspectiva teórico-metodológica difundida por Bruno
Latour para essas análises é chamada de: 
A teoria da ação comunicativa;
B teoria da escolha racional;
C teoria da modernização;
D teoria do conflito;
E teoria ator-rede.
Ano: 2025 Banca: FGV Órgão: MPU
O antropólogo britânico Victor Turner dedicou-se ao estudo dos rituais. Em seu livro O processo ritual (1969), ele
desenvolveu o conceito de “liminaridade”. Para o autor, durante a fase liminar de um rito de passagem, o indivíduo se
encontra: 
A em um estado de purificação espiritual, retirado do mundo material e dedicado à contemplação; 
B
assimilado ao grupo social, desprovido de individualidade, em um estado de submissão total à autoridade do líder
ritual;
C
em um estado de rejeição de normas e valores da sociedade, em busca de uma experiência individual livre e
autônoma;
D
totalmente integrado à nova estrutura social, com identidade e status definidos, apto para exercer suas novas funções
e responsabilidades;
E
em um estado paradoxal de vulnerabilidade e poder, simultaneamente destituído de status social, mas dotado de uma
capacidade de transformação da ordem social.
Ano: 2025 Banca: FGV Órgão: MPU
Clifford Geertz foi um expoente da antropologia estadunidense do século XX. Em seu livro de 1973, o autor define cultura
como uma "teia de significados”. Para o autor, a antropologia deve ser entendida como: 
A uma ciência experimental em busca de leis gerais;
B uma ciência interpretativa, à procura do significado das práticas sociais;
C uma ciência descritiva, que registra os costumes e as práticas culturais de diferentes povos; 
D uma ciência normativa, que busca estabelecer padrões universais de comportamento e moralidade;
132 Q3337477
>Antropologia
Conceito e objeto da antropologia. Cultura. Relativismo cultural versus etnocentrismo. Observação participante e técnica
Prova: FGV - 2025 - MPU - Analista do MPU - Perito em Antropologia
133 Q3337476
>Antropologia
Conceito e objeto da antropologia. Cultura. Relativismo cultural versus etnocentrismo. Observação participante e técnica
Prova: FGV - 2025 - MPU - Analista do MPU - Perito em Antropologia
134 Q3337475
>Antropologia
Conceito e objeto da antropologia. Cultura. Relativismo cultural versus etnocentrismo. Observação participante e técnica
Prova: FGV - 2025 - MPU - Analista do MPU - Perito em Antropologia
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E
uma ciência histórica, dedicada à reconstrução do passado das sociedades humanas a partir de vestígios materiais e
documentos escritos.
Ano: 2025 Banca: FGV Órgão: MPU
Roy Wagner é um antropólogo estadunidense notabilizado por seus estudos sobre parentesco na Melanésia. Em seu livro A
invenção da cultura (1975), Wagner apresentou o conceito de “antropologia reversa”, que deu significativas contribuições
para as teorias da cultura na antropologia. Nessa obra, o autor argumenta que: 
A a “antropologia reversa” é uma metodologia de estudo das culturas de forma neutra e imparcial;
B a "antropologia reversa" enfatiza a pouca interação entre as culturas;
C
a "antropologia reversa" pressupõe a ausência de contato e interação entre a cultura ocidental e as culturas não
ocidentais;
D
os grupos estudados pelos antropólogos desenvolvem teorias sobre a cultura ocidental que são idênticas às teorias
antropológicas ocidentais;
E
os antropólogos constroem teorias sobre os grupos que pesquisam, assim como tais grupos criam suas próprias
teorias sobre os antropólogos. 
Ano: 2025 Banca: CEV-URCA Órgão: Prefeitura de Brejo Santo - CE
O povoamento do Cariri cearense ocorreu a partir do ciclo da “civilização do couro” dos séculos XVII e XVIII. A partir do
enunciado, pode-se afirmar que: 
A
A criação do gado, no vale superior e médio do São Francisco, foi a principal atividade econômica no interior
nordestino. 
B O desenvolvimento da pecuária nos sertões consistia apenas numa atividade complementar à atividade canavieira. 
C
Nos fins do século XVI, o governo do arcebispo Frei Manuel da Nóbrega deflagrou guerra contra os povos indígenas
que habitavam o vale do São Francisco e Rio Grande do Norte.
D
Sob a jurisdição da Bahia, coube a responsabilidade de liderar o combate aos nativos aos capitães André Pinto Correio
e Pedro Aranha Pacheco.
E
André Pinto Correio e Pedro Aranha Pacheco se deslocaram para Pernambuco, auxiliados pelo bandeirante Domingos
Jorge Velho, e combateram a sociedade indígena desse local.
Ano: 2025 Banca: CEV-URCA Órgão: Prefeitura de Brejo Santo - CE
“Assim, se a religião é uma das formas de ver o mundo, ela pode fornecer matrizes para construção deste mesmo mundo,
impregnando-o de signos e valores que ultrapassam o próprio sistema religioso. Portanto, seria possível ‘ler’ a cultura
brasileira a partir dos códigos do sistema religioso afro-brasileiro e, ao mesmo tempo, ‘ler’ os códigos deste sistema a partir
dos valores da cultura brasileira.”
(AMARAL, Rita. SILVA, Vagner Gonçalves. Religiões afro-brasileiras e cultura nacional: uma etnografia em hipermídia).
Sobre o tema das religiões afro-brasileiras, assinale a única alternativa que está consonante com a realidade:
135 Q3337474
>Antropologia
Conceito e objeto da antropologia. Cultura. Relativismo cultural versus etnocentrismo. Observação participante e técnica
Prova: FGV - 2025 - MPU - Analista do MPU - Perito em Antropologia
136 Q3335786
>Antropologia
Antropologia Social: Família, Sistemas de Parentesco, Matrimônio e Incesto. Organizações políticas em sociedades tradicion
Sistemas Religiosos - Magia, Ciência, Religião, Ritos e Cerimônias. Antropologia Econômica. Divisão do trabalho, comércio e 
Prova: CEV-URCA - 2025 - Prefeitura de Brejo Santo - CE - Professor
de Antropologia
137 Q3335785
>Antropologia
Sistemas Religiosos - Magia, Ciência, Religião, Ritos e Cerimônias. Antropologia Econômica. Divisão do trabalho, comércio e 
Prova: CEV-URCA - 2025 - Prefeitura de Brejo Santo - CE - Professor
de Antropologia
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A
Não é possível fazer correlação entre catolicismo e religiões afro-brasileiras, mesmo diante da devoção aos santos
católicos fundidos em orixás.
B
A capoeira, apesar da sua relação com os valores afro-brasileiros, não costuma estar presente nas comemorações
religiosas pelos candomblés e umbandas.
C
A influência do sistema religioso afro-brasileiro não interfere nos valores da cultura brasileira, estando restrito apenas
ao grupo de indivíduos que compartilham a mesma crença.
D
A umbanda é caracterizada por intenso processo sincretista, por meio do qual diversas culturas dialogam e permitem
a fusão de entidades divinas. 
E
As religiões de matriz africana, apesar de servirem de fonte de afirmação de sua identidade cultural, não podem ser
consideradas um meio de resistência, tendo em vista a forte influência do processo de colonização, responsável por
remodelar totalmente suas práticas.
Ano: 2025 Banca: CEV-URCA Órgão: Prefeitura de Brejo Santo - CE
“E aí então, as pessoas têm que ir para a periferia e observar como é o modo de vida e tentar então agora incorporar o
olhar do outro que é a grande contribuição que a Antropologia tem frente a outros recortes em Ciências Sociais, é valorizar
o discurso do outro e fazer um contraponto entre um discurso daquele que nunca foi ouvido porque parecia que era lá no
fundo escondido, com outros discursos dominantes”.
(Mendoza, Edgar Salvador Gutiérrez. Sociologia da Antropologia Urbana no Brasil: a década de 70).
De acordo com o texto acima e com os conhecimentos sobre a evolução da Antropologia Urbana, é correto afirmar:
A
A Ecologia Humana, conceito desenvolvido pela Escola de Manchester, avalia a coabitação das populações
heterogêneas em determinado território, a partir dos conhecimentos da ecologia vegetal e animal.
B
A Escola de Manchester desenvolveu seus estudos a partir dos movimentos imigratórios e do crescimento urbano
desenfreado pelo qual Chicago vivenciava, causadores de inúmeros problemas como aumento da pobreza,da
prostituição e da criminalidade. 
C A Escola de Chicago tinha como objeto de estudo o surgimento das novas nações na era pós-colonial.
D
Max Gluckman, pesquisador da Escola de Chicago, foi responsável por analisar a possibilidade da convivência entre
negros e brancos em determinado local, apesar da divisão simbólica e concreta entre eles. Tal estudo está contido em
seu livro “Análise de uma situação social na Zululândia moderna”.
E
O crescente processo de urbanização demonstra-se irreversível, trazendo consigo problemas como a marginalidade e
a pobreza. Assim sendo, é papel fundamental da antropologia entender o sujeito no contexto de tais transformações,
sua relação com os demais grupos sociais, sua organização, atuação e representação dentro do espaço urbano. 
Ano: 2025 Banca: CEV-URCA Órgão: Prefeitura de Brejo Santo - CE
Não é possível afirmar, a partir dos conceitos da Antropologia Urbana: 
A
Os estudos sobre sociedades complexas influenciaram a antropologia urbana brasileira, traduzindo a ideia de
heterogeneidade e dinamismo cultural.
B
No Brasil, a antropologia urbana leva em consideração os diversos grupos sociais presentes e suas relações com a
cidade, a religião, o turismo, etc.
C
A Escola de Chicago e a Escola Antropológica de Manchester, pioneiras nos estudos das cidades, foram as maiores
influências para o desenvolvimento da antropologia urbana no Brasil.
138 Q3335784
>Antropologia
Antropologia Social: Família, Sistemas de Parentesco, Matrimônio e Incesto. Organizações políticas em sociedades tradicion
Prova: CEV-URCA - 2025 - Prefeitura de Brejo Santo - CE - Professor
de Antropologia
139 Q3335783
>Antropologia
Antropologia Social: Família, Sistemas de Parentesco, Matrimônio e Incesto. Organizações políticas em sociedades tradicion
Prova: CEV-URCA - 2025 - Prefeitura de Brejo Santo - CE - Professor
de Antropologia
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D
A Revolução Industrial e o desenvolvimento do sistema capitalista criaram cenários complexos que modificaram a vida
em sociedade, bem como contribuíram com movimentos migratórios em razão do fator econômico.
E
O objeto de estudo da antropologia esvaziou-se com as transformações históricas e sociais pelas quais passaram as
sociedades simples. 
Ano: 2025 Banca: CEV-URCA Órgão: Prefeitura de Brejo Santo - CE
A luta contra as nações indígenas e o consequente domínio das terras constituíam-se em um pré-requisito para a conquista
de poder e da expansão da atividade pecuária para subsidiar o litoral canavieiro. A partir do enunciado, podemos afirmar
que: 
A
A dificuldade de ocupar as terras do interior nordestino, pela resistência indígena, foi superada pelo catolicismo, por
meio ideológico de legitimação do processo de apropriação das terras da América pelos europeus. 
B
As missões ou aldeamentos não constituíram elementos de aculturação dos nativos, tendo sua cultura preservada no
que se refere aos valores do mundo europeu.
C
As últimas décadas do século XVIII corresponderam ao início das primeiras investidas de colonização das terras do
Cariri cearense.
D
O processo de colonização do sul do Ceará, segundo o cronista Antônio Bezerra, efetivou-se utilizando o curso do rio
Jaguaribe, alcançando o rio Capibaribe e o riacho Carás. 
E
As concessões de sesmarias e suas ocupações, em áreas correspondentes ao Ceará, ocorreram em áreas e épocas
isoladas.
Respostas
121: D 122: E 123: B 124: B 125: E 126: A 127: B 128: D 129: E 130: E 131: B
132: E 133: E 134: B 135: E 136: B 137: D 138: E 139: E 140: A
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140 Q3335782
>Antropologia
Antropologia Social: Família, Sistemas de Parentesco, Matrimônio e Incesto. Organizações políticas em sociedades tradicion
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