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Estudo de Caso Clínico M.A.A de 32 anos, sexo feminino, busca atendimento em unidade de pronto socorro devido quadro de cefaleia intensa que já dura 12h. A paciente relata que a dor localiza-se principalmente em região temporal esquerda, e relata como se tivesse algo pulsando no local, náuseas e vômitos está com a sensação de luzes piscando em volta dos olhos com diminuição da visão e parestesia unilateral em lado E. Desde que iniciou o quadro se manteve em repouso em seu quarto, escuro, pois a luminosidade os ruídos e cheiros pioravam a dor. Não conseguiu ir ao trabalho devido intensidade da dor. A paciente refere que tem essa dor desde a infância, tendo que ir várias vezes no mês ao hospital tendo que tomar remédios endovenosos, porque por via oral não faziam efeito e quando faziam eram por pouco tempo. No entanto, estava há alguns anos sem apresentar dor nessa intensidade e que voltou a incomodá-la nos últimos meses. Paciente relata que notou que as dores mais fortes acontecem principalmente no período menstrual. Faz tratamento com Depakene 250 mg. Histórico familiar: mãe possuía cefaleia semelhante. Exame físico: Bom estado geral, consciente e orientada em tempo e espaço, corada, hidratada, anictérica, acianótica, afebril. Sinais Vitais: PA: 130x80 mmHg FC: 89bpm FR: 18irpm SPO: 98% em área ambiente. DUM: Na presente data. Cardiovascular: Ritmo cardíaco regular em 2 tempos com bulhas normofonéticas sem sopros. Pulsos periféricos palpáveis e simétricos. Respiratório: Tórax simétrico e sem abaulamentos ou depressões. Murmúrio vesicular universalmente audível, sem ruídos adventícios. Neurológico: sem sinais de irritação Sem déficits motores e sem déficits sensitivos. Pupilas isocóricas e fotorreagentes com reflexo fotomotor preservado.

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