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Tema: Identificação e 
modificação de crenças 
intermediárias e nucleares.
PSICOTERAPIA 
COGNITIVA
PROFa. Ana Carolina Carvalho A Fulaneto
CRP 06/153439
Profa. Ana Carolina Carvalho A. Fulaneto 
As crenças podem ser classificadas em duas categorias:
- crenças intermediárias (compostas de regras, atitudes e
pressupostos) e;
- crenças nucleares (ideias globais sobre si mesmo, sobre os
outros e/ou sobre o mundo).
As crenças intermediárias mal-adaptativas, embora não tão
facilmente modificáveis quanto os pensamentos
automáticos, ainda são mais maleáveis do que as crenças
nucleares.
Profa. Ana Carolina Carvalho A. Fulaneto 
CRENÇAS NUCLEARES, ESQUEMAS E MODOS
Crenças Nucleares e Esquemas
Crenças nucleares são nossas ideias mais centrais sobre nós mesmos,
sobre os outros e sobre o mundo.
As crenças adaptativas são realistas e funcionais e não são extremas.
As crenças nucleares disfuncionais são rígidas e absolutas, mantidas
pelo processamento mal-adaptativo das informações.
Alguns autores se referem a essas crenças como esquemas.
Profa. Ana Carolina Carvalho A. Fulaneto 
As pessoas começam a desenvolver crenças nucleares desde
muito cedo, influenciadas por sua predisposição genética, sua
interação com outras pessoas significativas e pelo significado que
atribuem a suas experiências e circunstâncias. Então, quando surge
uma situação relacionada tematicamente, o esquema contendo uma
dessas crenças nucleares é ativado.
Profa. Ana Carolina Carvalho A. Fulaneto 
Profa. Ana Carolina Carvalho A. Fulaneto 
Modos
Agrupamentos de esquemas inter-relacionados e com coocorrência são
denominados ―modos. A cada sessão, procuramos desativar o modo
depressivo (ou ―cliente/paciente) e ativar o modo adaptativo (Beck et
al., 2020).
Profa. Ana Carolina Carvalho A. Fulaneto 
O Modo Adaptativo
Durante boa parte da vida, a maioria das pessoas mantém crenças
nucleares preponderantemente realistas e equilibradas que são pelo
menos consideravelmente positivas
p. ex., ―Estou substancialmente no controle; ―Consigo fazer a maioria
das coisas com competência; ―Sou um ser humano funcional; ―Consigo
me proteger quando preciso; ―Sou de modo geral agradável; ―Eu tenho
valor
Quando os clientes estão em um modo adaptativo, os esquemas são
mais funcionais, e suas crenças são mais realistas e flexíveis. Suas
crenças nucleares negativas tendem a estar relativamente latentes.
Profa. Ana Carolina Carvalho A. Fulaneto 
Profa. Ana Carolina Carvalho A. Fulaneto 
O Modo Depressivo
Quando os clientes estão no modo depressivo, seus esquemas são
disfuncionais, e suas crenças são mais distorcidas e extremas. Suas
crenças positivas tendem a estar latentes. O modo depressivo tem
Profa. Ana Carolina Carvalho A. Fulaneto 
IDENTIFICANDO CRENÇAS NUCLEARES ADAPTATIVAS
Você começa a identificar crenças nucleares que são mais realistas e
adaptativas o mais cedo possível no tratamento.
Na avaliação ou na primeira sessão, você pode pedir que o cliente
descreva o melhor período em sua vida. Depois pergunte como ele
se via durante esse período e, se relevante, como ele via os outros e
o mundo. Pergunte também como as outras pessoas o viam.
Profa. Ana Carolina Carvalho A. Fulaneto 
Profa. Ana Carolina Carvalho A. Fulaneto 
IDENTIFICANDO CRENÇAS NUCLEARES MAL-ADAPTATIVAS
Várias estratégias são úteis na identificação de crenças nucleares
negativas dos clientes, incluindo
1. procurar temas centrais em seus pensamentos automáticos;
2. usar a técnica da ―seta descendente; e
3. observar crenças nucleares expressas como pensamentos
automáticos.
Profa. Ana Carolina Carvalho A. Fulaneto 
Procurando Temas Centrais em Pensamentos Automáticos
Sempre que o cliente apresentar dados (problemas, pensamentos
automáticos, emoções, comportamento, história), você “escuta” a
categoria de crença nuclear cujo esquema parece ter sido ativado.
Por exemplo, quando Abe expressa pensamentos negativos sobre
ser incapaz de se candidatar a empregos, desperdiçar seu tempo
assistindo à televisão e cometer erros ao pagar as contas, levanto a
hipótese de que está operando uma crença nuclear na categoria de
desamparo.
Profa. Ana Carolina Carvalho A. Fulaneto 
Procurando Temas Centrais em Pensamentos Automáticos
Exemplo:
Quando Maria expressa ansiedade em relação a telefonar para uma
amiga, quando consistentemente expressa pensamentos de que os
outros não se preocupam com ela e quando teme que haja alguma
coisa errada com ela e, portanto, não será capaz de manter um
relacionamento, levanto a hipótese de que uma crença nuclear na
categoria de desamor foi ativada.
Profa. Ana Carolina Carvalho A. Fulaneto 
Técnica da Seta Descendente
A técnica da seta descendente ajuda a identificar crenças nucleares
negativas dos clientes; ela envolve pedir que o cliente suponha que
seus pensamentos automáticos (aqueles com os temas atuais) são
verdadeiros e então questione sobre o significado dos seus
pensamentos automáticos.
Primeiro, identifique um pensamento automático decisivo cujo tema
seja recorrente; então descubra o que o cliente acha que esse
pensamento significa sobre ele.
Profa. Ana Carolina Carvalho A. Fulaneto 
JUDITH: OK, para resumir, você estava olhando à sua volta em seu
apartamento e pensou: ―Está tudo tão bagunçado. Eu nunca deveria ter
deixado chegar a esse ponto?
ABE: Sim.
JUDITH: Não examinamos as evidências para ver se esses pensamentos
são verdadeiros. Mas eu gostaria de ver se podemos descobrir por que
você teve esses pensamentos. Vamos supor por um momento que seu
apartamento esteja muito bagunçado e você não deveria ter permitido
que chegasse a esse ponto. O que isso significaria sobre você?
ABE: Não sei. Apenas me sinto incompetente.
Profa. Ana Carolina Carvalho A. Fulaneto 
Você pode formular a pergunta da seta descendente de formas
diferentes:
―Se isso for verdade, e daí?
―O que há de tão ruim em...?
―Qual é a pior parte sobre...?
Formulado dessa maneira, o cliente pode responder com outro
pensamento automático ou com uma crença intermediária. Se for
assim, você pode perguntar o que essa nova cognição significa a seu
respeito se quiser obter a crença nuclear negativa sobre ele.
Profa. Ana Carolina Carvalho A. Fulaneto 
Crenças Nucleares Expressas como Pensamentos Automáticos
Um cliente pode na verdade expressar uma crença como um
pensamento automático, especialmente quando deprimido.
JUDITH: O que passou pela sua mente quando você percebeu que
recebeu uma cobrança porque havia se esquecido de pagar a
conta?
ABE: Não consigo fazer nada direito. [pensamento automático]
Sou incompetente. [pensamento automático e crença nuclear]
Profa. Ana Carolina Carvalho A. Fulaneto 
IDENTIFICANDO CRENÇAS INTERMEDIÁRIAS MAL-
ADAPTATIVAS
Crenças intermediárias: pressupostos, atitudes e regras.
Há várias técnicas que você pode usar para identificá-las.
1. Reconhecer quando crenças intermediárias são expressas
como pensamentos automáticos.
2. Identificar diretamente uma crença intermediária.
3. Revisar um questionário de crenças.
Profa. Ana Carolina Carvalho A. Fulaneto 
Reconhecendo quando Crenças Intermediárias São Expressas como
Pensamentos Automáticos
A maioria dos pensamentos automáticos é específica para a situação – por
exemplo: ―Eu não deveria ter desapontado meu amigo quando ele me
pediu para ajudá-lo com a mãe dele; ―É muito grave eu ter me esquecido
do aniversário da minha sobrinha; ―Se eu tentar ajudar minha filha com
seu projeto de classe, vou fazer um trabalho ruim.
Porém, alguns pensamentos automáticos expressam ideias mais gerais –
por exemplo: ―É terrível decepcionar as pessoas; ―Devo sempre dar o
melhor de mim; ―Se eu tentar fazer alguma coisa difícil, vou falhar. Estas
últimas cognições são relevantes em muitas situações e, assim, são
tanto pensamentos automáticos quanto crenças intermediárias.
Profa. Ana Carolina Carvalho A. Fulaneto 
Identificando Diretamente uma Crença Intermediária
Muitas crençasintermediárias contêm uma estratégia de
enfrentamento disfuncional. Você pode identificar essas crenças
perguntando diretamente ao cliente sobre esses padrões
comportamentais. A pergunta geral foca no significado ou desfecho
de usar o comportamento ou de não usar o comportamento.
Exemplo: TERAPEUTA: Qual é sua crença sobre pedir ajuda? [Evitar pedir
ajuda é uma estratégia de enfrentamento.]
CLIENTE: Oh, pedir ajuda é um sinal de fraqueza, incompetência.
Profa. Ana Carolina Carvalho A. Fulaneto 
TERAPEUTA: O que de pior poderia acontecer se você não tentar mostrar
o melhor de si? [―Devo sempre mostrar o melhor de mim‖ é a regra do
cliente.]
CLIENTE: As pessoas vão achar que eu sou desinteressante; elas não vão me
querer por perto.
TERAPEUTA: Isso significaria para você que não teve alto desempenho?
[―Devo ter alto desempenho é a regra; ―É terrível ser medíocre é a
atitude do cliente.]
CLIENTE: Isso mostra que sou inferior às outras pessoas.
Profa. Ana Carolina Carvalho A. Fulaneto 
TERAPEUTA: O que há de mal em experimentar emoção negativa? [―Não devo me
permitir ficar abalado é a regra; ―É ruim experimentar emoção negativa é a
atitude.]
CLIENTE: Se isso acontecer, vou perder o controle.
TERAPEUTA: Quais são as vantagens de não se destacar na multidão? [Evitar se
destacar na multidão é uma estratégia de enfrentamento.]
CLIENTE: As pessoas não vão me notar. Elas não vão ver que eu não me encaixo.
TERAPEUTA: Como você preencheria esta lacuna? Se eu tentar fazer planos com
outra pessoa, então __________? [Evitar fazer planos é uma estratégia de
enfrentamento.]
CLIENTE: Eles vão me recusar porque não tenho nada a lhes oferecer.
Profa. Ana Carolina Carvalho A. Fulaneto 
A avaliação dos pressupostos condicionais por meio do questionamento
ou de outros métodos frequentemente cria maior dissonância cognitiva
do que a avaliação da regra ou atitude.
É mais fácil para Abe reconhecer a distorção e/ou disfuncionalidade
do pressuposto ―Se eu agradar as outras pessoas, elas não vão
me magoar – do que a regra relacionada (―Devo agradar os outros
o tempo todo) ou a atitude (―Não é bom desagradar os outros).
Profa. Ana Carolina Carvalho A. Fulaneto 
Revisando um Questionário de Crenças
Questionários também podem ajudá-lo a identificar as crenças dos
clientes (ver, p. ex., a Dysfunctional Attitude Scale [Weissman & Beck,
1978] ou o Personality Belief Questionnaire – SF [Short Form] [Beck &
Beck, 1991]).
São escalas de autoavaliação.
Conceitos Importantes sobre Crenças
Profa. Ana Carolina Carvalho A. Fulaneto 
Profa. Ana Carolina Carvalho A. Fulaneto 
MOTIVANDO O CLIENTE A MODIFICAR CRENÇAS DISFUNCIONAIS
O fato de sugerir que uma crença disfuncional pode não ser
verdadeira, ou não completamente verdadeira, pode provocar
ansiedade em alguns clientes.
Se for assim, você pode desenhar um quadro e pedir que o cliente
identifique as vantagens e desvantagens de manter sua crença
nuclear disfuncional e as vantagens e desvantagens de acreditar
na crença mais adaptativa.
Pergunte o que ele conclui dessa análise.
Profa. Ana Carolina Carvalho A. Fulaneto 
Quando o cliente precisa de motivação adicional, você pode pedir que
ele visualize um dia em sua vida vários anos atrás, primeiro
mantendo sua crença nuclear negativa como ela é, e depois
acreditando na sua nova crença nuclear por um tempo bem longo.
Você pode dizer algo assim:
“Eu gostaria que você imaginasse um dia na sua vida daqui a __________ anos; 
então este é o ano __________. Você não mudou sua crença nuclear de que é 
__________. Então você acreditou nisso dia após dia por mais __________ 
anos. Isso foi ficando cada vez mais forte a cada dia que passava, e a cada 
semana, a cada mês e a cada ano. (pausa) Agora eu gostaria de lhe fazer 
algumas perguntas. (pausa) Veja o quanto você consegue se imaginar e à sua 
experiência na sua mente.”
Profa. Ana Carolina Carvalho A. Fulaneto 
―Como você se sente sobre si mesmo?
―O quanto você está distante de atingir [cada uma de suas aspirações
e objetivos]?
―Em que medida você está vivendo de acordo com seus valores?
Profa. Ana Carolina Carvalho A. Fulaneto 
RESUMO
Você começa a formular uma hipótese sobre as crenças nucleares do
cliente sempre que ele fornecer dados na forma dos seus
pensamentos automáticos (e significados associados) e reações
(emoções e comportamentos). Você especula se as cognições parecem
recair nas categorias de desamparo, desamor ou desvalor. Você
identifica as crenças intermediárias e nucleares de muitas maneiras. Você
pode procurar a expressão de uma crença em um pensamento
automático, fornecer a sentença condicional (―Se...) de um
pressuposto e pedir que o cliente a complete, identificar diretamente uma
regra, usar a técnica da seta descendente, reconhecer um tema
comum entre os pensamentos automáticos, perguntar ao cliente o
que ele acha que é sua crença ou examinar o questionário de crenças do
cliente.
Profa. Ana Carolina Carvalho A. Fulaneto 
Profa. Ana Carolina Carvalho A. Fulaneto 
Técnicas para Modificar Crenças Negativas 
Profa. Ana Carolina Carvalho A. Fulaneto 
Questionamento Socrático
Perguntas para avaliar os pensamentos automáticos. Buscar evidências sobre a
veracidade ou realidade do pensamento. Esta especificidade ajuda a tornar a
avaliação mais concreta e significativa e menos abstrata e intelectual.
Reestruturação
Você pode desenhar à mão um quadro para ajudar o cliente a monitorar e
reestruturar evidências que pareçam apoiar suas crenças disfuncionais
Experimentos Comportamentais
Como com os pensamentos automáticos, você pode ajudar o cliente a elaborar
testes comportamentais para avaliar a validade de uma crença. Experimentos
comportamentais, quando apropriadamente planejados e executados, podem
modificar as crenças de um cliente com mais força do que técnicas verbais, tanto
no nível emocional quanto intelectual.
Profa. Ana Carolina Carvalho A. Fulaneto 
Usando Histórias, Filmes e Metáforas
Você pode ajudar o cliente a desenvolver uma ideia diferente sobre si mesmo
encorajando-o a refletir sobre sua visão de personagens ou pessoas que
compartilham a mesma crença nuclear negativa que a dele. Ao experimentar
exemplos vívidos de como as crenças muito fortes dos outros são inválidas, ou
preponderantemente inválidas, o cliente começa a entender que ele também pode
ter uma crença nuclear poderosa que não seja acurada.
Continuum Cognitivo
Esta técnica é útil para modificar pensamentos automáticos e crenças que refletem
pensamento polarizado, ou seja, quando o cliente vê alguma coisa em termos de
tudo ou nada.
Profa. Ana Carolina Carvalho A. Fulaneto 
Usando Outras Pessoas como Ponto de Referência
Quando o cliente considera as circunstâncias e as crenças de outras pessoas, ele
em geral obtém distância psicológica das próprias crenças disfuncionais. Ele
começa a ver uma inconsistência entre o que acredita que seja verdade ou certo
para ele e o que acredita mais objetivamente que é verdadeiro sobre outras
pessoas.
Usando Autoexposição
O uso apropriado e criterioso de autoexposição pode ajudar alguns clientes a
encararem seus problemas ou crenças de uma forma diferente. A autoexposição, é
claro, precisa ser genuína e relevante.
Profa. Ana Carolina Carvalho A. Fulaneto 
Dramatizações Intelectuais-Emocionais
Esta técnica, também denominada ―ponto-contraponto‖ (Young, 1999), em geral
é empregada depois que você tentou outras técnicas, como as descritas neste
capítulo. Ela é de particular utilidade quando o cliente diz que intelectualmente ele
consegue ver que uma crença é disfuncional, mas que emocionalmente ou no seu
íntimo ela ainda ―parece‖ verdadeira. Você primeiro apresenta uma justificativa
para pedir que o cliente faça o papel da parte ―emocional‖ da sua mente que
endossa fortemente a crença disfuncional, enquanto você faz o papel da parte
―intelectual‖. Depois vocês trocam os papéis. Note que em ambos os segmentos
você e ocliente falam como o cliente; ou seja, vocês dois usam o pronome ―eu.
Profa. Ana Carolina Carvalho A. Fulaneto 
Testes Históricos
Modificar crenças disfuncionais reestruturando a experiência atual relevante ou
usando material atual como exemplos é suficiente para muitos clientes. Outros se
beneficiam com a discussão de como e quando uma crença nuclear negativa se
originou e foi mantida e por que fez sentido para o cliente acreditar nela na época.
Reestruturando o Significado das Memórias Precoces
Para modificar o significado de acontecimentos consideravelmente negativos (da
infância ou posteriores) no nível emocional, alguns clientes também podem
precisar de técnicas experienciais em que ―revivem‖ as experiências na sessão
com você e, na presença de afeto significativo, usam dramatização ou imaginário
para reestruturar o significado no nível emocional.
PROFa. Ana Carolina Carvalho A Fulaneto
CRP 06/153439
Referências
BECK, J. S. Terapia Cognitivo-Comportamental. Teoria e Prática. 3. ed. Porto
Alegre: Artmed, 2013, cap. 17 e 18.
Próxima aula
BECK, J. S. Terapia Cognitivo-Comportamental. Teoria e Prática. 3. ed.
Porto Alegre: Artmed, cap. 19, p. 319 – 336, 2022.
PROFa. Ana Carolina Carvalho A Fulaneto
CRP 06/153439
LIMA, M. S. et al. Depressão. In: KNAPP, P. (Org.).
Terapia cognitivo-comportamental na prática
psiquiátrica. Porto Alegre: Artmed, 2004, p. 168-192.

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