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Aula Extra 1 - Questões Consulplan (aulas 3 a 5)

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Aula Extra
Direito Administrativo p/ TRF 2ª Região (Técnico Judiciário - Área Administrativa) - Com
videoaulas
Professor: Herbert Almeida
Noções de Direito Administrativo p/ TRF-2 
Técnico Judiciário (Área Administrativa) 
Teoria e exercícios comentados 
Prof. Herbert Almeida – Aula Extra 
 
 
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AULA EXTRA: QUESTÕES CONSULPLAN 
Sumário 
QUESTÕES CONSULPLAN .............................................................................................................. 2 
Atos administrativos ........................................................................................................................... 2 
Poderes administrativos ................................................................................................................... 20 
Licitação pública ................................................................................................................................ 30 
QUESTÕES COMENTADAS NA AULA ............................................................................................ 61 
GABARITO ................................................................................................................................. 85 
 
Olá pessoal, tudo certo? 
Na aula de hoje, vamos estudar algumas questões da Consulplan. 
Ressalto que essa será apenas a primeira aula exclusiva de questões, pois 
teremos outras, comentando todos os itens relativos ao conteúdo do nosso 
edital. 
As questões são relativas às aulas 3, 4 e 5. Então, tente resolvê-los 
como se fosse um simulado. Observo, ainda, que os comentários são bem 
completos, de tal forma que podem complementar aquilo que vimos na 
teoria do curso. 
Ressalto, todavia, que devido ao tamanho dessa aula, preferi deixar 
as questões da aula 6 para o nosso próximo arquivo extra, ok?! 
Vamos lá?! 
 
Noções de Direito Administrativo p/ TRF-2 
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Teoria e exercícios comentados 
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QUESTÕES CONSULPLAN 
Atos administrativos 
1. (Consulplan - TJ-MG/2016) Acerca do ato administrativo, assinale a opção 
correta. 
a) A presunção de legitimidade implica reconhecer como absolutamente verdadeiros 
os fundamentos fáticos motivadores do ato. 
b) O ato administrativo coletivo se verifica quando há manifestação da vontade de 
mais de um órgão da Administração Pública. 
c) O silêncio da Administração Pública, em face da presunção de legalidade, 
exigibilidade e imperatividade, não gera efeitos jurídicos. 
d) É nulo e de impossível convalidação o ato administrativo com objeto ilícito, ainda 
que praticado de boa-fé e sem desvio de poder. 
Comentário: 
a) a presunção de legitimidade implica uma presunção relativa de que o ato 
administrativo está de acordo com a lei. Além disso, é a presunção de 
veracidade que trata dos fatos, mas também se trata de uma presunção relativa 
– ERRADA; 
b) quanto à formação de vontade, os atos classificam-se em simples, complexo 
e composto. O ato simples é resulta da manifestação de vontade de um único 
órgão; o ato complexo é um único ato, mas que necessita da conjugação de 
vontade de dois ou mais diferentes órgãos ou autoridades; por fim, o ato 
composto é produzido pela manifestação de vontade de apenas um órgão da 
Administração, mas que depende de outro ato que o aprove para produzir seus 
efeitos jurídicos – portanto, trata-se de dois atos, um principal e o outro 
acessório ou instrumental. Assim, não é ato “coletivo” mas sim ato “complexo” 
– ERRADA; 
c) o silêncio ocorre quando a Administração não se pronuncia sobre matéria 
que deveria ter decidido. Por exemplo: você apresenta um requerimento para a 
Administração, mas não recebe resposta, nem que sim e nem que não. Em 
regra, o silêncio não gera qualquer efeito. Contudo, poderá gerar efeitos 
jurídicos quando a lei definir que a demora da Administração terá algum efeito. 
Em alguns casos, o silêncio poderá representar aceitação ou negação tácita da 
Administração. Portanto, a depender do que estiver previsto em lei, o silêncio 
poderá ter efeitos jurídicos – ERRADA; 
Noções de Direito Administrativo p/ TRF-2 
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Teoria e exercícios comentados 
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d) os vícios de finalidade, objeto e motivo serão sempre insanáveis, portanto 
não poderão ser convalidados. Logo, como se trata de um ato com objeto ilícito, 
não será possível convalidá-lo, sendo o ato nulo – CORRETA. 
Gabarito: alternativa D. 
2. (Consulplan – Notário e Registrador/TJ-MG/2015) A presunção de 
legitimidade é uma das características do ato administrativo e produz como efeitos 
a) a presunção absoluta de validade e inversão ônus da prova. 
b) a presunção relativa de validade e discricionariedade. 
c) a autoexecutoriedade e inversão do ônus da prova. 
d) a autoexecutoriedade e presunção absoluta de validade. 
Comentário: a presunção de legitimidade significa que todos os atos praticados 
pela Administração Pública presumem-se legítimos, ou seja, presumem-se de 
acordo com a lei e o Direito. Como consequência, os atos administrativos 
devem ser executados imediatamente, o que fundamenta inclusive a existência 
da autoexecutoriedade de alguns atos. Vale dizer: a presunção de legitimidade 
e a autoexecutoriedade “caminham” juntas, uma vez que permitem que os atos, 
por presumirem-se lícitos, sejam executados de forma direta e imediata pela 
própria Administração. 
Outro efeito da presunção de legitimidade é a inversão do ônus da prova. Assim, 
quando a Administração aplica, por exemplo, uma multa de trânsito porque 
alguém falava ao celular, não é o agente de trânsito que terá que provar que o 
motorista falava ao celular, mas sim o motorista que terá que comprovar que 
não estava falando. 
Anota-se, porém, que a presunção de legitimidade é relativa, justamente porque 
admite prova em contrário. 
Em resumo, a presun ção de legitimidade tem, entre os seus efeitos, a 
autoexecutoriedade e a inversão do ônus da prova. 
Gabarito: alternativa C. 
3. (Consulplan – Técnico Judiciário/TRE-MG/2015) No âmbito da administração 
pública existe a prática de vários atos que são objetos de classificação pelos 
estudiosos. Nesse âmbito constam os denominados atos de império que compõem a 
classificação de acordo com o seu 
a) objeto. 
b) alcance. 
c) destinatário. 
d) regramento. 
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Comentário: quanto à prerrogativa ou quanto ao objeto, os atos administrativos 
podem ser classificados em atos de império, de gestão e de expediente. Os atos 
de império são aqueles praticados com todas as prerrogativas e privilégios de 
autoridade e impostos de maneira unilateral e coercitivamente ao particular, 
independentemente de autorização judicial, a exemplo dos atos praticados no 
exercício do poder de polícia. 
Por outro lado, os atos de gestão são aqueles praticados em situação de 
igualdade com os particulares, para a conservação e desenvolvimento do 
patrimônio público e para a gestão de seus serviços, especialmente 
desempenhados para administração dos serviços públicos. 
Por fim, os atos de expediente são atos internos da Administração Pública que 
se destinam a dar andamento aos processos e papéis que se realizam no 
interior das repartições públicas, caracterizando-se pela ausência de conteúdo 
decisório, pelo trâmite rotineiro de atividades realizadas nas entidades e órgãos 
públicos. Um exemplo é a entrega de uma certidão ou o envio de umfinanceiros para sua 
execução, qualquer que seja a sua origem, exceto nos casos de empreendimentos 
executados e explorados sob o regime da concessão. 
b) Poderá participar indiretamente da licitação ou da execução de obra ou serviço e 
do fornecimento de bens a eles necessários, o autor do projeto, básico ou executivo, 
pessoa física ou jurídica. 
c) Nos projetos básicos e projetos executivos de obras e serviços será considerado 
ainda o impacto ambiental. 
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d) A Administração poderá conceder título de propriedade ou de direito real de uso de 
imóveis, dispensada licitação, quando o uso destinar-se a outro órgão ou entidade da 
Administração Pública, qualquer que seja a localização do imóvel. 
Comentário: note que, nessa questão, devemos marcar o item incorreto. Assim, 
vamos analisar cada alternativa, conforme o dispositivo da Lei 8.666/1993 
referente: 
a) de acordo com o art. 7º, § 3º, da Lei 8.666/1993, é vedado incluir no objeto da 
licitação a obtenção de recursos financeiros para sua execução, qualquer que 
seja a sua origem, exceto nos casos de empreendimentos executados e 
explorados sob o regime de concessão, nos termos da legislação específica – 
CORRETA; 
b) segundo o art. 9º da Lei 8.666/1993, não poderá participar, direta ou 
indiretamente, da licitação ou da execução de obra ou serviço e do 
fornecimento de bens a eles necessários: 
 o autor do projeto, básico ou executivo, pessoa física ou jurídica; 
 empresa, isoladamente ou em consórcio, responsável pela elaboração do 
projeto básico ou executivo ou da qual o autor do projeto seja dirigente, 
gerente, acionista ou detentor de mais de 5% (cinco por cento) do capital 
com direito a voto ou controlador, responsável técnico ou subcontratado; 
 servidor ou dirigente de órgão ou entidade contratante ou responsável pela 
licitação. 
Portanto, o autor do projeto básico ou executivo não pode participar, direta ou 
indiretamente, da licitação ou da execução de obra ou serviço e do 
fornecimento de bens a eles necessários. Anota-se ainda que, segundo a Lei de 
Licitações, considera- se participação indireta a existência de qualquer vínculo 
de natureza técnica, comercial, econômica, financeira ou trabalhista entre o 
autor do projeto, pessoa física ou jurídica, e o licitante ou responsável pelos 
serviços, fornecimentos e obras, incluindo-se os fornecimentos de bens e 
serviços a estes necessários – ERRADA; 
c) nos projetos básicos e projetos executivos de obras e serviços serão 
considerados principalmente os seguintes requisitos (art. 12): (i) segurança; (ii) 
funcionalidade e adequação ao interesse público; (iii) economia na execução, 
conservação e operação; (iv) possibilidade de emprego de mão- de-obra, 
materiais, tecnologia e matérias-primas existentes no local para execução, 
conservação e operação; (v) facilidade na execução, conservação e operação, 
sem prejuízo da durabilidade da obra ou do serviço; (vi) adoção das normas 
técnicas, de saúde e de segurança do trabalho adequadas; (vii) impacto 
ambiental – CORRETA; 
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d) o art. 17 da Lei 8.666/1993 trata dos casos de alienação de bens móv eis e 
imóveis. Nessa linha, o § 2º, I, do art. 17 dispõe que a Administração poderá 
conceder título de propriedade ou de direito real de uso de imóveis, dispensada 
licitação, quando o uso destinar-se, entre outras coisas, a outro órgão ou 
entidade da Administração Pública, qualquer que seja a localização do imóvel – 
CORRETA. 
Gabarito: alternativa B. 
43. (Consulplan – Técnico Judiciário/TRE-MG/2015) Ao normatizar a licitação 
como procedimento, o Estado procura obter os melhores preços e os contratantes 
mais habilitados para prestar serviços e alienar bens. Os atos licitatórios devem, 
dentre outros princípios, observar o da 
a) dispensa. 
b) conclusão. 
c) identificação. 
d) impessoalidade. 
Comentário: existem vários princípios aplicáveis às licitações públicas. Alguns 
deles constam de forma expressa no art. 3º, caput, da Lei 8.666/1993, são ele s: 
legalidade, impessoalidade, moralidade, igualdade, publicidade, probidade 
administrativa, vinculação ao instrumento convocatório e julgamento objetivo. 
As letras A, B e C não abordaram princípios licitatórios. A dispensa é uma forma 
de contratação direta, enquanto “conclusão” e “identificação” não são 
princípios nem termos relevantes no âmbito das licitações públicas. Por fim, a 
impessoalidade é um dos princípios licitatórios, estando relacionada a ideia de 
finalidade pública e de garantia da isonomia. 
Gabarito: alternativa D. 
44. (Consulplan – Agente/Câmara Municipal de Olinda /2015) A licitação está 
prevista em lei, sendo obrigatória para toda a administração direta e indireta e para 
as entidades que tenham a proveniência de seu capital formado por dinheiro público. 
A modalidade de licitação entre quaisquer interessados que, na fase inicial de 
habilitação preliminar, comprovem possuir os requisitos mínimos de qualificação 
exigidos no edital para execução de seu objeto denominaǦse: 
a) Leilão. 
b) Convite. 
c) Pregão. 
d) Concorrência. 
Comentário: segundo o art. 22, § 1º, da Lei 8.666/1993, a concorrência é a 
modalidade de licitação entre quaisquer interessados que, na fase inicial de 
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habilitação preliminar, comprovem possuir os requisitos mínimos de 
qualificação exigidos no edital para execução de seu objeto. Não vamos 
apresentar os conceitos das demais modalidades, tendo em vista que teremos 
várias questões nesse estilo a seguir. 
Gabarito: alternativa D. 
45. (Consulplan – Agente/Câmara Municipal de Olinda /2015) “A licitação destinaǦ
se a garantir a observância do princípio constitucional da isonomia, a seleção da 
proposta mais vantajosa para a administração e a promoção do desenvolvimento 
nacional sustentável e será processada e julgada em estrita conformidade com os 
princípios básicos da legalidade, da impessoalidade, da moralidade, da igualdade, da 
publicidade, da probidade administrativa, da vinculação ao instrumento convocatório, 
do julgamento objetivo e dos que lhes são correlatos.” (Lei nº 8.666/1993.) 
Segundo a Lei mencionada, são modalidades de licitação: 
a) Concorrência, compra direta, convite, concurso e leilão. 
b) Concorrência, tomada de preços, convite, concurso e leilão. 
c) Concorrência, tomada de preços, convite, compra direta e leilão. 
d) Concorrência, tomada de preços, compra direta, concurso e leilão. 
Comentário: na Lei 8.666/1993, são modalidades de licitação: concorrência, 
tomada de preços, convite, concurso e leilão. 
Gabarito: alternativa B. 
46. (Consulplan – Notário e Registrador/TJ-MG/2015) Quanto às licitações em 
geral, é INCORRETO afirmar: 
a) A licitação não será sigilosa, sendo todos os atos de seu procedimento acessíveis 
ao público, inclusive o conteúdo das propostas antes da respectiva abertura. 
b) Em igualdade de condições, como critério de desempate, será assegurada 
preferência aos bens e serviços produzidos no País. 
c) O procedimento licitatório caracteriza ato administrativo formal, seja ele praticado 
em qualquer esfera da Administração Pública. 
d) Todos os valores, preços e custos utilizados nas licitações terão como expressão 
monetária a moeda corrente nacional, ressalvadas as concorrências de âmbito 
internacional.Comentário: mais uma questão da Consulplan que meramente reproduz alguns 
dispositivos da Lei 8.666/1993. Assim, vamos tratar cada dispositivo ao analisar 
as alternativas: 
a) de acordo com o art. 3º, § 3º, da Lei 8.666/1993, a licitação não será sigilosa, 
sendo públicos e acessíveis ao público os atos de seu procedimento, salvo 
quanto ao conteúdo das propostas, até a respectiva abertura. A ideia é 
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preservar o conteúdo das propostas, uma vez que, se algum licitante tiver 
acesso antecipado ao conteúdo das propostas de seus concorrentes, terá 
vantagem sobre os demais, ferindo o princípio da isonomia. Logo, a regra é a 
transparência, mas o conteúdo das propostas será sigiloso até a sua abertura 
– ERRADA; 
b) os critérios de desempate nas licitações constam no art. 3º, § 2º, segundo o 
qual, em igualdade de condições, como critério de desempate, será assegurada 
preferência, sucessivamente, aos bens e serviços: (i) produzidos no País; (ii) 
produzidos ou prestados por empresas brasileiras; (iii) produzidos ou 
prestados por empresas que invistam em pesquisa e no desenvolvimento de 
tecnologia no País; e (iv) produzidos ou prestados por empresas que 
comprovem cumprimento de reserva de cargos prevista em lei para pessoa com 
deficiência ou para reabilitado da Previdência Social e que atendam às regras 
de acessibilidade previstas na legislação. Logo, a questão trouxe justamente o 
primeiro critério – CORRETA; 
c) consoante o art. 4º, parágrafo único, da Lei de Licitações, o procedimento 
licitatório caracteriza ato administrativo formal, seja ele praticado em qualquer 
esfera da Administração Pública – CORRETA; 
d) segundo o art. 5º da Lei de Licitações, todos os valores, preços e custos 
utilizados nas licitações terão como expressão monetária a moeda corrente 
nacional, ressalvadas as concorrências de âmbito internacional, previstas no 
art. 43 da Lei de Licitações – CORRETA. 
Gabarito: alternativa A. 
47. (Consulplan – Notário e Registrador/TJ-MG/2015) Assinale a alternativa 
INCORRETA: 
a) Não se subordinam ao regime da lei de licitações os fundos especiais. 
b) A licitação será processada e julgada em estrita conformidade com os princípios 
básicos da legalidade, da impessoalidade, da moralidade, da igualdade, da 
publicidade, da probidade administrativa, da vinculação ao instrumento convocatório, 
do julgamento objetivo e dos que lhe são correlatos. 
c) As compras, sempre que possível, deverão submeter-se às condições de aquisição 
e pagamento semelhantes às do setor privado. 
d) Nas compras deverá ser observada, ainda, a especificação completa do bem a ser 
adquirido sem indicação de marca. 
Comentário: de acordo com o art. 1º, parágrafo único, da Lei 8.666/1993, 
subordinam-se ao regime da lei de licitações: (i) os órgãos da administração 
direta; (ii) os fundos especiais; (iii) as autarquias; (iv) as fundações públicas ; 
(v) as empresas públicas; (vi) as sociedades de economia mista e demais 
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entidades controladas direta ou indiretamente pela União, Estados, Distrito 
Federal e Municípios. Portanto, a letra A está incorreta. 
Anota-se que, em relação às empresas públicas e sociedades de economia 
mista, houve uma revogação tácita do art. 1º, parágrafo único, da Lei 8.666/1993, 
tendo em vista que, atualmente, aplica-se às estatais o regime licitatório 
previsto na Lei 13.303/2016. 
Vejamos as demais alternativas: 
b) segundo o art. 3º da Lei de Licitações, a licitação será processada e julgada 
em estrita conformidade com os princípios básicos da legalidade, da 
impessoalidade, da moralidade, da igualdade, da publicidade, da probidade 
administrativa, da vinculação ao instrumento convocatório, do julgamento 
objetivo e dos que lhes são correlatos – CORRETA; 
c) essa é do art. 15 da Lei 8.666/1993, que estabelece que as compras, sempre 
que possível, deverão: (i) atender ao princípio da padronização, que imponha 
compatibilidade de especificações técnicas e de desempenho, observadas, 
quando for o caso, as condições de manutenção, assistência técnica e garantia 
oferecidas; (ii) ser processadas através de sistema de registro de preços; (iii) 
submeter-se às condições de aquisição e pagamento semelhantes às do setor 
privado; (iv) ser subdivididas em tantas parcelas quantas necessárias para 
aproveitar as peculiaridades do mercado, visando economicidade; (v) balizar-
se pelos preços praticados no âmbito dos órgãos e entidades da Administração 
Pública – CORRETA; 
d) ainda sobre as compras, o § 7º do art. 15 estabelece que, nas compras 
deverão ser observadas, também: (i) a especificação completa do bem a ser 
adquirido sem indicação de marca; (ii) a definição das unidades e das 
quantidades a serem adquiridas em função do consumo e utilização prováveis, 
cuja estimativa será obtida, sempre que possível, mediante adequadas técnicas 
quantitativas de estimação; (iii) as condições de guarda e armazenamento que 
não permitam a deterioração do material – CORRETA. 
Gabarito: alternativa A. 
48. (Consulplan – Técnico Judiciário/TRE-MG/2015) Em determinadas épocas de 
crise há necessidade de flexibilizar as licitações, sendo um caso de dispensa previsto 
na Lei Federal nº 8.666/1993 a 
a) intervenção da União para regular preços. 
b) alienação de bens imóveis pelo maior preço. 
c) contratação de profissionais notoriamente especializados. 
d) atuação do estado federado para normalizar abastecimento. 
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Comentário: os casos de dispensa de licitação constam expressamente nos 
arts. 17 (licitação dispensada) e 24 (licitação dispensável) da Lei de Licitações. 
Um dos casos de licitação dispensável consta no art. 24, VI, que permite que a 
Administração dispense a licitação quando a União tiver que intervir no domínio 
econômico para regular preços ou normalizar o abastecimento. Logo, o gabarito 
é a letra A. 
Vejamos o erro nas demais opções: 
b) a alienação de bens imóveis, em alguns casos, ocorre mediante licitação 
dispensada, mas não é simplesmente para alienar pelo maior preço, mas sim 
para atender a determinadas situações previstas na Lei, como a dação em 
pagamento e venda a outro órgão ou entidade da administração pública, de 
qualquer esfera de governo (art. 17, I, “a” e “e”) – ERRADA; 
c) a contratação de profissionais especializados, para prestar serviços técnicos 
profissionais, de natureza singular, é um caso de inexigibilidade de licitação 
(art. 25, II) – ERRADA; 
d) essa previsão aplica-se à União, e não aos estados federados, conforme 
vimos na análise da letra A – ERRADA. 
Gabarito: alternativa A. 
49. (Consulplan – Notário e Registrador/TJ-MG/2015) É dispensável a licitação, 
EXCETO: 
a) Nos casos de guerra ou grave perturbação da ordem. 
b) Quando a União tiver que intervir no domínio econômico para regular preços ou 
normalizar o abastecimento. 
c) Quanto houver possibilidade de comprometimento da segurança nacional, nos 
casos estabelecidos em decreto do Presidente da República, ouvido o Conselho de 
Defesa Nacional. 
d) Para a aquisição, por pessoa jurídica de direito público interno, de bens produzidos 
ou serviços prestados por entidade privada que tenha sido constituída para esse fim 
específico. 
Comentário: os casos de licitação dispensável estão enumerados no art. 24da 
Lei 8.666/1993. Vamos citar, abaixo, aqueles que interessam à presente questão: 
Art. 24. É dispensável a licitação: 
III - nos casos de guerra ou grave perturbação da ordem; [alternativa A – 
CORRETA] 
VI - quando a União tiver que intervir no domínio econômico para regular 
preços ou normalizar o abastecimento; [alternativa B – CORRETA] 
VIII - para a aquisição, por pessoa jurídica de direito público interno, de bens 
produzidos ou serviços prestados por órgão ou entidade que integre a 
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Administração Pública e que tenha sido criado para esse fim específico em 
data anterior à vigência desta Lei, desde que o preço contratado seja 
compatível com o praticado no mercado; [alternativa D – ERRADA] 
IX - quando houver possibilidade de comprometimento da segurança nacional, 
nos casos estabelecidos em decreto do Presidente da República, ouvido o 
Conselho de Defesa Nacional; [alternativa C – CORRETA] 
Gabarito: alternativa D. 
50. (Consulplan – Técnico Judiciário/TRE-MG/2015) Determinados materiais são 
fornecidos de forma exclusiva por determinadas empresas, o que inviabiliza a 
competição e torna o procedimento licitatório inexigível. Nesse caso deve a empresa, 
se quiser realizar o fornecimento à Administração Pública, comprovar a exclusividade 
mediante a apresentação de 
a) atestado fornecido pelo órgão de registro do comércio do local em que se realizaria 
a licitação. 
b) declaração de marca fornecida pelo órgão de registro do comércio do local em que 
se realizaria a licitação. 
c) certidão de quitação fornecida pelo órgão de registro do comércio do local em que 
se realizaria a licitação. 
d) comprovante de filiação fornecido pelo órgão de registro do comércio do local em 
que se realizaria a licitação. 
Comentário: um dos casos de inexigibilidade de licitação é a contratação de 
fornecedor exclusivo. Nessa linha, a exclusividade deverá ser demonstrada 
mediante atestado fornecido pelo órgão de registro do comércio do local em 
que se realizaria a licitação ou a obra ou o serviço, pelo Sindicato, Federação 
ou Confederação Patronal, ou, ainda, pelas entidades equivalentes (art. 25, I) – 
letra A. 
Gabarito: alternativa A. 
51. (Consulplan – Técnico em Contabilidade/Câmara Municipal de Olinda/2015) 
A Lei das licitações esclarece que: “o controle das despesas decorrentes dos 
contratos e demais instrumentos regidos por esta Lei será feito pelo Tribunal de 
Contas competente, na forma da legislação pertinente, ficando os órgãos 
interessados da Administração responsáveis pela demonstração da legalidade e 
regularidade da despesa e execução, nos termos da Constituição e sem prejuízo do 
sistema de controle interno nela previsto.” (Art. 113 da Lei nº 8.666/1993.) 
Segundo a referida Lei, quem poderá representar ao Tribunal de Contas ou aos 
órgãos integrantes do sistema de controle interno contra irregularidades na aplicação 
desta Lei, para os fins do disposto neste artigo? 
a) Somente o licitante. 
b) Somente o próprio poder judiciário. 
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c) Qualquer licitante, contratado ou pessoa física ou jurídica. 
d) Somente os poderes executivos, da União, dos Estados e dos Municípios. 
Comentário: de acordo com a Lei 8.666/1993, qualquer licitante, contratado ou 
pessoa física ou jurídica poderá representar ao Tribunal de Contas ou aos 
órgãos integrantes do sistema de controle interno contra irregularidades na 
aplicação da Lei 8.666/1993. 
Gabarito: alternativa C. 
52. (Consulplan – Técnico de Gestão Informática/CBTU/2014) Considerando o 
que dispõe a Lei de Licitações (Lei nº 8.666/93), marque V para as afirmativas 
verdadeiras e F para as falsas. 
( ) A obrigatoriedade de realização de licitação alcança tanto os entes da 
administração direta, quanto os da administração indireta, a exceção das empresas 
públicas e sociedades de economia mista, pois possuem natureza jurídica de direito 
privado. 
( ) A licitação destina-se a garantir, dentre outras finalidades, a promoção do 
desenvolvimento nacional sustentável. 
( ) A licitação não será sigilosa, sendo públicos e acessíveis ao público os atos de seu 
procedimento, salvo quanto ao conteúdo das propostas, até a respectiva abertura. 
( ) Em igualdade de condições, será assegurada, como primeiro critério de 
desempate, preferência aos bens e serviços produzidos ou prestados por empresas 
de capital nacional. 
A sequência está correta em 
a) V, V, F, F. 
b) F, V, V, F. 
c) V, F, V, F. 
d) F, F, V, V. 
Comentário : 
(F) A obrigatoriedade de realização de licitação alcança tanto os entes da 
administração direta, quanto os da administração indireta, a exceção das empresas 
públicas e sociedades de economia mista, pois possuem natureza jurídica de direito 
privado. 
A obrigatoriedade de licitar se aplica aos órgãos da administração direta, aos 
fundos especiais, às autarquias, às fundações públicas, às empresas públicas, 
às sociedades de economia mista e às demais entidades controladas direta ou 
indiretamente pela União, Estados, Distrito Federal e Municípios. Anota-se que, 
atualmente, as empresas públicas e sociedades de economia mista continuam 
obrigadas a licitar, como regra, porém com base na Lei 13.303/2016 – FALSO; 
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(V) A licitação destina-se a garantir, dentre outras finalidades, a promoção do 
desenvolvimento nacional sustentável. 
A leitura do art. 3º da Lei 8.666/1993 é primordial para concursos e é nele que 
encontramos a seguinte passagem “A licitação destina-se a garantir a 
observância do princípio constitucional da isonomia, a seleção da proposta 
mais vantajosa para a administração e a promoção do desenvolviment o 
nacional sustentável ” – VERDADEIRO; 
(V) A licitação não será sigilosa, sendo públicos e acessíveis ao público os atos de 
seu procedimento, salvo quanto ao conteúdo das propostas, até a respectiva 
abertura. 
Salvo quanto ao conteúdo das propostas, até a respectiva abertura, o processo 
licitatório não será sigiloso e os atos de seu procedimento deverão ser públicos 
e acessíveis (art. 3º) – VERDADEIRO; 
(F) Em igualdade de condições, será assegurada, como primeiro critério de 
desempate, preferência aos bens e serviços produzidos ou prestados por empresas 
de capital nacional. 
Os critérios desempate (art. 3º, § 2 º) se referem a preferência, sucessivamente, 
aos bens e serviços: produzidos no país; produzidos ou prestados por 
empresas brasileiras; e produzidos ou prestados por empresas que invistam 
em pesquisa e no desenvolvimento de tecnologia no País – FALSO. 
Finalizando, vemos que: I – F, II – V, III – V, e IV – F (alternativa B). 
Gabarito: alternativa B. 
53. (Consulplan – Analista de Gestão/CBTU METROREC/2014) O município de 
Itubaiuna pretende alugar determinado imóvel, no centro da cidade, para fins de 
atendimento das finalidades precípuas da administração, por preço compatível com 
o valor de mercado, devidamente demonstrado por avaliação prévia. Sabe-se que 
a necessidade de instalação e localização condicionou a escolha do referido imóvel 
e, considerando, ainda, a regra constitucional quanto à obrigatoriedade de 
realização de procedimento licitatório, assinale a alternativa correta.a) Para a locação do imóvel, a administração deverá realizar procedimento licitatório 
específico, podendo optar, a depender do valor do contrato, pela modalidade convite 
ou leilão. 
b) Não há que se falar em obrigatoriedade de procedimento licitatório, já que, como é 
cediço, a lei impõe a obrigatoriedade de realização do certame apenas nos casos de 
aquisição de bens, produtos ou serviços. 
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c) A administração municipal poderá realizar a contratação direta, ou seja, sem 
necessidade de realização do procedimento licitatório, já que o caso apresentado 
amolda-se a uma das possibilidades de dispensa de licitação. 
d) A escolha do imóvel pela administração no caso apresentado, mesmo que para 
locação, constitui ato imoral e atentatório aos princípios da isonomia e 
impessoalidade, vez que há flagrante favorecimento de um determinado particular. 
Comentário: um dos casos de licitação dispensável ocorre para a compra ou 
locação de imóvel destinado ao atendimento das finalidades precípuas da 
administração, cujas necessidades de instalação e localização condicionem a 
sua escolha, desde que o preço seja compatível com o valor de mercado, 
segundo avaliação prévia (art. 24, X). 
Portanto, será possível proceder a contratação direta, sem processo licitatório, 
uma vez que o caso consiste em um caso de dispensa de licitação (letra C). 
Vejamos as demais alternativas: 
a) não há a obrigatoriedade de licitar, conforme visto acima – ERRADA; 
b) de fato, não há a obrigatoriedade de licitar, mas não pelo motivo previsto na 
alternativa. A Lei determina que se licite para obras, serviços, inclusive de 
publicidade, compras, alienações e locações (art. 1º), ressalvando apenas os 
casos de contratação direta – ERRADA; 
d) não houve qualquer demonstração, no caso, de favorecimento. Pelo 
contrário, o enunciado deixou claro que “a necessidade de instalação e 
localização condicionou a escolha do referido imóvel ” – ERRADA. 
Gabarito: alternativa C. 
54. (Consulplan – Assistente Técnico Administrativo/CODERN/2014) Acerca das 
modalidades de licitação previstas na Lei nº 8.666/93, analise. 
I. É a modalidade de licitação entre interessados devidamente cadastrados ou que 
atenderem a todas as condições exigidas para cadastramento até o terceiro dia 
anterior à data do recebimento das propostas, observada a necessária qualificação. 
II. É a modalidade de licitação entre quaisquer interessados para escolha de trabalho 
técnico, científico ou artístico, mediante a instituição de prêmios ou remuneração aos 
vencedores, conforme critérios constantes de edital publicado na imprensa oficial 
com antecedência mínima de 45 (quarenta e cinco) dias. 
III. É a modalidade de licitação entre quaisquer interessados que, na fase inicial de 
habilitação preliminar, comprovem possuir os requisitos mínimos de qualificação 
exigidos no edital para execução de seu objeto. 
As descrições anteriores se referem, respectivamente a 
a) convite, concorrência e leilão. 
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b) leilão, tomada de preços e concurso. 
c) concurso, tomada de preços e convite. 
d) concorrência, convite e tomada de preços. 
e) tomada de preços, concurso e concorrência. 
Comentário: as modalidades de licitação previstas na Lei 8.666/1993 são: 
concorrência, tomada de preços, convite, concurso e leilão. Os três itens acima 
tratam, respectivamente, da tomada de preços, do concurso e da concorrência , 
conforme definições previstas no art. 22 da Lei de Licitações, vejamos: 
Art. 22. [...]: 
§ 1o Concorrência é a modalidade de licitação entre quaisquer interessados 
que, na fase inicial de habilitação preliminar, comprovem possuir os requisitos 
mínimos de qualificação exigidos no edital para execução de seu objeto. [item 
III] 
§ 2o Tomada de preços é a modalidade de licitação entre interessados 
devidamente cadastrados ou que atenderem a todas as condições exigidas 
para cadastramento até o terceiro dia anterior à data do recebimento das 
propostas, observada a necessária qualificação. [item II] 
§ 4o Concurso é a modalidade de licitação entre quaisquer interessados para 
escolha de trabalho técnico, científico ou artístico, mediante a instituição de 
prêmios ou remuneração aos vencedores, conforme critérios constantes de 
edital publicado na imprensa oficial com antecedência mínima de 45 (quarenta 
e cinco) dias. [item I] 
Gabarito: alternativa E. 
55. (Consulplan – Administrador/MAPA/2014) “Licitação – em suma síntese – é um 
certame que as entidades governamentais devem promover e no qual abrem disputa 
entre os interessados e com elas travam determinadas relações de conteúdo 
patrimonial, para escolher a proposta mais vantajosa às conveniências públicas. 
Estriba-se na ideia de competição, a ser travada isonomicamente entre os que 
preencham os atributos e aptidões necessários ao bom cumprimento das obrigações 
que se propõem assumir.” (Mello, 2008. p. 514.) 
Em relação às modalidades de licitação, é correto afirmar que 
a) o prazo mínimo entre a divulgação do certame e a apresentação das propostas 
para todos os casos submetidos à modalidade Concorrência será de 30 dias. 
b) na Tomada de Preços haverá a afixação de instrumento convocatório em local 
apropriado, geralmente, no prédio da sede da administração que a está promovendo. 
c) Concurso é a modalidade de licitação entre quaisquer interessados para escolha 
de trabalho técnico, científico ou artístico, com a instituição de prêmio ou remuneração 
aos vencedores. 
d) Leilão é a modalidade de licitação entre quaisquer interessados para a venda de 
bens imóveis inservíveis ou não para a administração ou de produtos ilegais 
apreendidos extrajudicialmente. 
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Comentário: 
a) nem sempre o prazo de divulgação da licitação será de 30 dias na 
concorrência. O prazo será de 45 dias quando o regime de execução for de 
empreitada integral ou quando a licitação for do tipo "melhor técnica" ou 
"técnica e preço"; e será de 30 dias nos demais casos – ERRADA; 
b) a afixação do instrumento convocatório em local apropriado deve ocorrer no 
convite, uma vez que, em tal modalidade, não há obrigatoriedade de publicação 
do aviso do resumo do instrumento convocatório – ERRADA; 
c) exato! O concurso é a modalidade de licitação entre quaisquer interessados 
para escolha de trabalho técnico, científico ou artístico, mediante a instituição 
de prêmios ou remuneração aos vencedores, conforme critérios constantes de 
edital publicado na imprensa oficial com antecedência mínima de 45 (quarenta 
e cinco) dias (art. 22, § 4º) – CORRETA; 
d) o leilão é a modalidade de licitação para alienação de bens móveis inservíve is 
para a administração ou de produtos legalmente apreendidos ou penhorados, 
ou para a alienação de bens imóveis que tenham sido adquiridos por processo 
judicial ou dação em pagamento, a quem oferecer o maior lance, igual ou 
superior ao valor da avaliação. Logo, o item possui dois erros: trocou a 
expressão “móveis” por “imóveis”; e pela inclusão do “ou não” após 
inservíveis – ERRADA. 
Gabarito: alternativa C. 
56. (Consulplan – Agente Administrativo/MAPA/2014) O Setor de Imprensa do 
Estado do Rio de Janeiro decidiu contratarum profissional artístico consagrado pela 
opinião pública, por meio do empresário, para inaugurar uma grande obra. De acordo 
com a Lei nº 8.666/93 (Lei de Licitações e Contratos Administrativos), nessa situação 
é cabível 
a) pregão. 
b) convite. 
c) dispensa de licitação. 
d) inexigibilidade de licitação. 
Comentário: em regra, os contratos administrativos deverão ser precedidos de 
licitação, mas são ressalvados os casos de contratação direta, isto é, de 
dispensa ou inexigibilidade. Esta última ocorrerá nos casos de inviabilidade de 
competição, sendo um dos casos a contratação de profissional de qualquer 
setor artístico, diretamente ou através de empresário exclusivo, desde que 
consagrado pela crítica especializada ou pela opinião pública (art. 25, I II). 
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O enunciado pecou, pois não informou que o empresário seria exclusivo . 
Contudo, é possível deduzir da questão que o avaliador queria, justamente, um 
caso de inexigibilidade. 
Gabarito: alternativa D. 
57. (Consulplan – Agente Administrativo/MAPA/2014) Considere a situação 
hipotética: “O Presidente da República decidiu vender alguns bens móveis 
inservíveis para a administração e alguns produtos legalmente apreendidos e 
penhorados.” Qual a modalidade de licitação deverá ser utilizada para esse fim? 
a) Leilão. 
b) Pregão. 
c) Convite. 
d) Tomada de preços. 
Comentário: já vimos que, para a alienação de bens móveis inservíveis ou 
produtos legalm ente apreendi dos e penhorados aplica-se a modalidade 
licitatória leilão. 
Gabarito: alternativa A. 
58. (Consulplan – Agente Administrativo/MAPA/2014) De acordo com a Lei nº 
8.666/93 (Lei de Licitações e Contratos Administrativos), na contratação da coleta, 
processamento e comercialização de resíduos sólidos urbanos recicláveis ou 
reutilizáveis, em áreas com sistema de coleta seletiva de lixo, efetuados por 
associações ou cooperativas formadas exclusivamente por pessoas físicas de baixa 
renda reconhecidas pelo poder público como catadores de materiais recicláveis, com 
o uso de equipamentos compatíveis com as normas técnicas, ambientais e de saúde 
pública é cabível 
a) leilão. 
b) concurso. 
c) dispensa de licitação. 
d) inexigibilidade de licitação. 
Comentário: de acordo com o art. 24, XXVII, a licitação será dispensável : 
XXVII – na contratação da coleta, processamento e comercialização de 
resíduos sólidos urbanos recicláveis ou reutilizáveis, em áreas com sistema de 
coleta seletiva de lixo, efetuados por associações ou cooperativas formadas 
exclusivamente por pessoas físicas de baixa renda reconhecidas pelo poder 
público como catadores de materiais recicláveis, com o uso de equipamentos 
compatíveis com as normas técnicas, ambientais e de saúde pública. 
Portanto, é cabível a dispensa de licitação no caso do enunciado. 
Gabarito: alternativa C. 
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59. (Consulplan – Agente Administrativo/MAPA/2014) Segundo a Lei nº 8.666/93 
e a Lei nº 10.520/2002, são consideradas modalidades de licitação, EXCETO: 
a) Leilão e pregão. 
b) Convite e concurso. 
c) Competência e caixa. 
d) Concorrência e tomada de preços. 
Comentário: as modalidades de licitação, constantes na Lei 8.666/1993 e na Lei 
10.520/2002, são: concorrência, tomada de preços, convite, concurso, leilão e 
pregão. Por outro lado, competência e caixa são regimes contábeis e não 
modalidades de licitação. 
Gabarito: alternativa C. 
60. (Consulplan – Engenheiro/MAPA/2014) Nos processos de licitação, o edital 
deve definir a modalidade em conformidade com o que estabelece o art. 22 da Lei nº 
8.666/93. São definições estabelecidas nesta lei, EXCETO: 
a) Concorrência: modalidade de licitação entre quaisquer interessados que, na fase 
inicial de habilitação preliminar, comprovem possuir os requisitos mínimos de 
qualificação exigidos no edital para execução de seu objeto. 
b) Tomada de preços: modalidade de licitação entre interessados devidamente 
cadastrados ou que atenderem a todas as condições exigidas para cadastramento 
até o terceiro dia anterior à data do recebimento das propostas, observada a 
necessária qualificação. 
c) Leilão: modalidade de licitação entre quaisquer interessados para escolha de 
trabalho técnico, científico ou artístico, mediante a instituição de prêmios ou 
remuneração aos vencedores, conforme critérios constantes de edital publicado na 
imprensa oficial com antecedência mínima de quarenta e cinco dias. 
d) Convite: modalidade de licitação entre interessados do ramo pertinente ao seu 
objeto, cadastrados ou não, escolhidos e convidados em número mínimo de três pela 
unidade administrativa, a qual afixará, em local apropriado, cópia do instrumento 
convocatório e o estenderá aos demais cadastrados na correspondente especialidade 
que manifestarem interesse com antecedência de até vinte e quatro horas da 
apresentação das propostas. 
Comentário: para evitar repetições, vamos apenas destacar o erro. O leilão é a 
modalidade entre quaisquer interessados para a venda de bens móveis 
inservíveis para a administração ou de produtos legalmente apreendidos ou 
penhorados, ou para a alienação de bens imóveis cuja aquisição haja derivado 
de decisão judicial ou dação em pagamento, a quem oferecer o maior lance, 
igual ou superior ao valor da avaliação. Na letra C, foi apresentado o conceito 
do concurso. 
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Gabarito: alternativa C. 
61. (Consulplan – Técnico de Contabilidade/MAPA/2014) Segundo a Lei nº 
8.666/93 e suas alterações, os avisos contendo os resumos dos editais das 
modalidades de licitação, embora realizados no local da repartição interessada, 
deverão ser publicados com antecedência, no mínimo, uma vez, no diário oficial da 
União, do Estado e/ou do Município em conformidade com o ente federado. O prazo 
mínimo até o recebimento das propostas ou da realização do evento será de cinco 
dias úteis para a modalidade 
a) Pregão. 
b) Convite. 
c) Concorrência. 
d) Tomada de preços. 
Comentário: o enunciado possui algumas imprecisões, mas que não 
prejudicam a análise da questão em si. O prazo de cinco dias úteis entre a 
divulgação do instrumento convocatório e o recebimento das propostas aplica-
se ao convite. Assim, já sabemos que o gabarito é a letra B. 
Porém, lembramos que, no convite, não há obrigatoriedade de publicar o aviso, 
mas apenas de enviá-los a pelo menos três interessados e fixar cópia em local 
apropriado. Além disso, o enunciado falou em “edital”, quando o instrumento 
convocatório do convite é a carta-convite. 
Gabarito: alternativa B. 
62. (Consulplan - Analista de Tributos/Prefeitura de Cascavel/2014) “São 
licitáveis unicamente objetos que possam ser fornecidos por mais de uma pessoa, 
uma vez que a licitação supõe disputa, concorrência, ao menos potencial, entre 
ofertantes.” (Mello, 2004. p. 497.) 
Verifica-se, acerca do tema, que alguns produtos e serviços não estão aptos ao 
procedimento licitatório. Sobre as causas de dispensa e inexigibilidade, em 
conformidadecom a Lei nº 8.666/93, é correto afirmar que 
a) quando não acudirem interessados à licitação promovida anteriormente e esta, 
justificadamente, não puder ser repetida sem prejuízo para a Administração, será 
caso de inexigibilidade de licitação. 
b) a compra ou locação de imóvel destinado ao atendimento das finalidades precípuas 
da administração pública deverá sempre ser precedida de licitação, não havendo 
hipóteses que justifiquem a dispensa. 
c) é inexigível a licitação para os casos de aquisição de bens nos casos de 
emergência ou de calamidade pública, sendo prescindível demonstrar a situação de 
perigo à segurança das pessoas, bastando, portanto, a comprovação do fato. 
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d) é dispensável a licitação para aquisição de materiais, equipamentos ou gêneros 
que só possam ser fornecidos por produtor, empresa ou representante comercial 
exclusivo, não estando vedada a preferência de marca, desde que justificada a 
qualidade. 
e) é inexigível a licitação nos casos de contratação de serviços em consultorias 
técnicas, desde que comprovada sua natureza singular, cujos profissionais ou 
empresas sejam de notória especialização, vedada a inexigibilidade para serviços de 
publicidade e divulgação. 
Comentário: a inexigibilidade de licitação surge nos casos de inviabilidade de 
competição, notadamente quando (art. 25, caput): (i) o fornecedor for exclusivo; 
(ii) o serviço for técnico profissional especializado (entre os previstos no art. 13 
da Lei 8.666/1993), de natureza singular, a ser prestado por profissional de 
notória especialização, vedada a inexigibilidade para serviços de publicidade e 
divulgação; (iii) for contratar profissional de qualquer setor artístico, 
diretamente ou por empresário exclusivo, desde que seja consagrado. 
Ademais, os serviços técnicos profissionais são os seguintes: 
Art. 13. Para os fins desta Lei, consideram-se serviços técnicos profissionais 
especializados os trabalhos relativos a: 
I - estudos técnicos, planejamentos e projetos básicos ou executivos; 
II - pareceres, perícias e avaliações em geral; 
III - assessorias ou consultorias técnicas e auditorias financeiras ou 
tributárias; 
IV - fiscalização, supervisão ou gerenciamento de obras ou serviços; 
V - patrocínio ou defesa de causas judiciais ou administrativas; 
VI - treinamento e aperfeiçoamento de pessoal; 
VII - restauração de obras de arte e bens de valor histórico. 
Portanto, a contratação de consultoria técnica, de natureza singular, com 
profissional ou empresa de notória especialização é um caso de inexigibilidade 
(letra E). 
Nas demais alternativas, a banca trocou casos de dispensa ou inexigibilidade, 
conforme o caso, com alguns ajustes na redação: 
a) quando não acudirem interessados à licitação promovida anteriormente e 
esta, justificadamente, não puder ser repetida sem prejuízo para a 
Administração (dispensável – art. 24, V) – ERRADA; 
b) a compra ou locação de imóvel destinado ao atendimento das finalidades 
precípuas da administração pública [cujas necessidades de instalação e 
localização condicionem a sua escolha, desde que o preço seja compatível com 
o valor de mercado, segundo avaliação prévia] (dispensável – art. 24, X) – 
ERRADA; 
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c) aquisição de bens nos casos de emergência ou de calamidade pública 
[quando caracterizada urgência de atendimento de situação que possa 
ocasionar prejuízo ou comprometer a segurança de pessoas, obras, , serviços, 
equipamentos e outros bens, públicos ou particulares, e somente para os bens 
necessários ao atendimento da situação emergencial ou calamitosa e para as 
parcelas de obras e serviços que possam ser concluídas no prazo máximo de 
180 (cento e oitenta) dias consecutivos e ininterruptos, contados da ocorrência 
da emergência ou calamidade, vedada a prorrogação dos respectivos 
contratos] (dispensável – art. 24, IV) – ERRADA; 
d) aquisição de materiais, equipamentos ou gêneros que só possam ser 
fornecidos por produtor, empresa ou representante comercial exclusivo, 
[vedada a preferência de marca] (inexigibilidade – art. 25, II) – ERRADA. 
Gabarito: alternativa E. 
63. (Consulplan - Auxiliar Administrativo/Prefeitura Natividade/2014) 
“Modalidade de licitação que ocorre entre interessados, devidamente cadastrados, ou 
que atenderem a todas as condições exigidas para o cadastramento até o terceiro dia 
anterior à data do recebimento das propostas, observadas a necessária qualificação.” 
TrataǦse da seguinte modalidade de licitação: 
a) Leilão. 
b) Convite. 
c) Concorrência. 
d) Tomada de Preços. 
Comentário: a modalidade de licitação entre interessados devidamente 
cadastrados ou que atenderem a todas as condições exigidas para 
cadastramento até o terceiro dia anterior à data do recebimento das propostas, 
observada a necessária qualificação é a tomada de preços (art. 22, § 2º). 
Gabarito: alternativa D. 
64. (Consulplan - Procurador Jurídico/Prefeitura de Natividade/2014 ) O 
município de Natividade/RJ pretende realizar uma concessão de direito real de uso 
estimada no valor de R$ 600.000,00, nos termos da legislação pertinente a licitações 
e contratos. É correto afirmar que a modalidade licitatória cabível é: 
a) Pregão. 
b) Convite. 
c) Concorrência . 
d) Tomada de Preços. 
Comentário: de acordo com o art. 23, § 3º, a concorrência aplicar- se-á, além dos 
casos de limite de valor, às seguintes situações: (i) compra ou alienação de 
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bens imóveis, ressalvada a alienação de imóveis oriundos de dação em 
pagamento ou processo judicial, que admitem o leilão ou a concorrência; (ii) 
concessões de direito real de uso; (iii) licitações internacionais (mas admite 
tomada de preços ou convite em alguns casos. 
Além disso, a concorrência também se aplica às concessões em geral, às 
parcerias público-privadas e ao registro de preços (este último também admite 
o pregão). 
Gabarito: alternativa C. 
65. (Consulplan – Analista Judiciário/TRE MG/2013) A Secretaria de Saúde de 
determinado Estado da Federação pretende adquirir material cirúrgico a ser utilizado 
em operações de pacientes dos seus hospitais. A esse respeito, assinale a alternativa 
correta. 
a) A compra deve ser precedida de licitação, a qual será dada ampla publicidade, por 
meio de audiência pública. 
b) A licitação não é exigida, mas, sim, procedimento simplificado de escolha dentre 
as Organizações Sociais cadastradas perante o Estado. 
c) A Administração Pública não necessita realizar licitação, uma vez que a aquisição 
de material para hospitais caracteriza-se como de urgência. 
d) A licitação é exigida, devendo ser utilizada a modalidade de tomada de preços, a 
qual não pode ser processada perante o sistema de registro de preços. 
e) A licitação é necessária, sendo que no procedimento licitatório, em igualdade de 
condições, como critério de desempate, será assegurada a preferência dos bens 
produzidos no Brasil. 
Comentário: o texto da questão não apresenta maiores informações sobre o 
caso, como o valor por exemplo. Assim, como o caso não se enquadra 
expressamente em nenhum caso de contratação direta, devemos aplicar a 
regra, que é o dever de licitar. Portanto, a compra será precedida de licitação. 
Além disso, a Lei 8.666/1993 prevê, em seu artigo 3º, § 2º, que, em igualdadede 
condições, como critério de desempate, será assegurada preferência, 
sucessivamente, aos bens e serviços: (i) produzidos no País; (ii) produzidos ou 
prestados por empresas brasileiras; (iii) produzidos ou prestados por empresas 
que invistam em pesquisa e no desenvolvimento de tecnologia no País; (iv) 
produzidos ou prestados por empresas que comprovem cumprimento de 
reserva de cargos prevista em lei para pessoa com deficiência ou para 
reabilitado da Previdência Social e que atendam às regras de acessibilidade 
previstas na legislação. 
Portanto, a primeira preferência, em caso de igualdade de condições, é para os 
bens produzidos no Brasil. Assim, o gabarito é a letra E. 
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Agora, vamos identificar o erro das demais alternativas: 
a) a realização de audiência pública se aplica às licitações de imenso vulto , isto 
é, aquelas cujo valor estimado para uma licitação ou para um conjunto de 
licitações simultâneas ou sucessivas for superior a 100 (cem) vezes o limite 
previsto para a concorrência de obras ou serviços de engenharia (100 x R$ 1,5 
milhão = R$ 150 milhões). Nesse caso, o processo licitatório será iniciado, 
obrigatoriamente, com uma audiência pública concedida pela autoridade 
responsável com antecedência mínima de 15 dias úteis da data prevista para a 
publicação do edital, e divulgada, com a antecedência mínima de 10 dias úteis 
de sua realização, pelos mesmos meios previstos para a publicidade da 
licitação, à qual terão acesso e direito a todas as informações pertinentes e a 
se manifestar todos os interessados (art. 39, caput). Contudo, a questão não 
apresenta qualquer valor estimado da contratação, logo não podemos dizer que 
ocorrerá a audiência pública – ERRADA; 
b) de fato, a contratação de organizações sociais – OS não depende de licitação, 
pois é um caso de dispensa de licitação (art. 24, XXIV). Em regra, a seleção das 
organizações sociais depende de processo seletivo. Contudo, o enunciado da 
questão não apresenta qualquer caso de contratação de OS, mas sim de 
aquisição de bens. Logo, não se trata da contratação desse tido de entidade – 
ERRADA; 
c) também não há qualquer informação de situação emergencial. A aquisição 
de medicamentos é uma atividade importante, mas se bem planejada não gera 
qualquer emergência – ERRADA; 
d) não existe informação do valor da contratação, assim não dá para dizer qual 
a modalidade adotada. Se fosse o caso de registro de preços (que seria possível 
no caso), a modalidade seria concorrência ou pregão (se o material fosse um 
bem comum) – ERRADA. 
Gabarito: alternativa C. 
66. (Consulplan – Auxiliar Administrativo/Prefeitura de Coimbra/2014) 
“Modalidade de licitação que ocorre entre interessados, devidamente cadastrados, ou 
que atenderem a todas as condições exigidas para o cadastramento até o terceiro dia 
anterior à data do recebimento das propostas, observadas a necessária qualificação.” 
TrataǦse da seguinte modalidade de licitação: 
a) Leilão. 
b) Convite. 
c) Concurso. 
d) Concorrência. 
e) Tomada de Preços. 
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Comentário: note que a Consulplan já aplicou uma questão idêntica a essa, 
alterando apenas a quantidade de alternativas. Novamente, a modalidade de 
licitações para os interessados cadastrados ou os que atenderem a todas as 
condições de cadastramento até o terceiro dia anterior ao recebimento das 
propostas é a tomada de preços. 
Gabarito: alternativa E. 
67. (Consulplan – Auxiliar Administrativo/Prefeitura de Coimbra/2014) Uma 
determinada prefeitura resolveu fazer uma licitação para a venda de 2 automóveis 
antigos, em estado avançado de deterioração, visando a substituição futura destes 
por veículos novos. Para isso, deverá atender ao seguinte processo de licitação: 
a) Leilão. 
b) Pregão. 
c) Convite. 
d) Concurso. 
e) Concorrência. 
Comentário: para a alienação de bens móveis inservíveis para a Administração 
deve-se adotar a modalidade de licitação leilão. Na verdade, essa modalidade 
só é cabível para bens cujo valor estimado seja de até R$ 650 mil, porém, como 
a questão não trouxe o valor, aplica-se a regra geral, qual seja, a modalidade 
leilão. 
Gabarito: alternativa A. 
68. (Consulplan – Advogado/CODEG/2013) De acordo com a Lei nº 8.666/93, que 
institui normas para licitação e contratos, é INEXIGÍVEL a licitação 
a) para a aquisição ou restauração de obras de arte e objetos históricos, de 
autenticidade certificada, desde que compatíveis ou inerentes às finalidades do órgão 
ou entidade. 
b) para contratação de profissional de qualquer setor artístico, diretamente ou através 
de empresário exclusivo, desde que consagrado pela crítica especializada ou pela 
opinião pública. 
c) na contratação de fornecimento ou suprimento de energia elétrica e gás natural 
com concessionário, permissionário ou autorizado, segundo as normas da legislação 
específica. 
d) para a celebração de contratos de prestação de serviços com as organizações 
sociais, qualificadas no âmbito das respectivas esferas de governo, para atividades 
contempladas no contrato de gestão. 
e) na contratação de instituição ou organização, pública ou privada, com ou sem fins 
lucrativos, para a prestação de serviços de assistência técnica e extensão rural no 
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âmbito do Programa Nacional de Assistência Técnica e Extensão Rural na Agricultura 
Familiar e na Reforma Agrária, instituído por lei federal. 
Comentário: já vimos acima que será inexigível a licitação para contratação de 
profissional de qualquer setor artístico, diretamente ou através de empresário 
exclusivo, desde que consagrado pela crítica especializada ou pela opinião 
pública (letra B). 
As demais alternativas versam sobre a dispensa de licitação, vejamos: 
a) para a aquisição ou restauração de obras de arte e objetos históricos, de 
autenticidade certificada, desde que compatíveis ou inerentes às finalidades do órgão 
ou entidade – art. 24, XV; 
c) na contratação de fornecimento ou suprimento de energia elétrica e gás natural 
com concessionário, permissionário ou autorizado, segundo as normas da legislação 
específica – art. 24, XXII; 
d) para a celebração de contratos de prestação de serviços com as organizações 
sociais, qualificadas no âmbito das respectivas esferas de governo, para atividades 
contempladas no contrato de gestão – art. 24, XXIV; 
e) na contratação de instituição ou organização, pública ou privada, com ou sem fins 
lucrativos, para a prestação de serviços de assistência técnica e extensão rural no 
âmbito do Programa Nacional de Assistência Técnica e Extensão Rural na Agricultura 
Familiar e na Reforma Agrária, instituído por lei federal – art. 24, XXX. 
Gabarito: alternativa B. 
69. (Consulplan – Procurador Jurídico/Prefeitura Cantagalo/2013) Acerca da Lei 
de Licitações, analise. 
I. São modalidades de licitação: menor preço; melhor técnica; técnica e preço; e, 
maior lance ou oferta. 
II. Nos casos em que couber convite, a administração poderá utilizar a tomada de 
preços e, em qualquer caso, a concorrência. 
III. É inexigível a licitação quando houver inviabilidade de competição. 
Está(ão) correta(s) a(s) afirmativa(s) 
a) I, apenas. 
b) I e II, apenas. 
c) I e III, apenas. 
d) II e III, apenas.e) I, II e III. 
Comentário : 
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I. São modalidades de licitação: menor preço; melhor técnica; técnica e preço; e, 
maior lance ou oferta. 
Não podemos confundir os tipos com as modalidades de licitação. As 
modalidades tratam do procedimento adota e são as seguintes: concorrência, 
tomada de preços, convite, concurso e leilão (além do pregão, previsto na Lei 
10.520/2002)2. Por outro lado, os tipos de licitação tratam do critério de 
julgamento e são os seguintes: menor preço; melhor técnica; técnica e preço; 
e, maior lance ou oferta – ERRADO; 
II. Nos casos em que couber convite, a administração poderá utilizar a tomada de 
preços e, em qualquer caso, a concorrência. 
Perfeito! O convite é a modalidade utilizada quando os valores são mais baixos. 
Por outro lado, a tomada de preços pode ser utilizada para os valores médios, 
mas que não alcancem o valor de utilização da concorrência. Finalmente, a 
concorrência é a modalidade mais complexa, que abrange as outras 
modalidades licitatórias. Pode-se dizer, portanto, que a modalidade mais 
complexa abrange a mais simples – CORRETO; 
III. É inexigível a licitação quando houver inviabilidade de competição. 
A inexigibilidade ocorre em situações que, mesmo que o Administrador 
desejasse, não seria possível proporcionar a competição – CORRETO. 
Assim, temos: I – errada, II – correta, e III – errada (alternativa D - II e III, apenas). 
Gabarito: alternativa D. 
70. (Consulplan – Analista Técnico de Políticas Públicas/Prefeitura 
Nepomuceno-MG/2013) As normas de direito administrativo consagram a 
obrigatoriedade de licitação. Assinale a alternativa que NÃO descreve uma das 
modalidades de licitação. 
a) Leilão. 
b) Concurso. 
c) Concorrência. 
d) Carta-convite. 
e) Tomada de preços. 
Comentário: questão fácil! São modalidades de licitação a concorrência, a 
tomada de preços, o convite, o concurso, o leilão, o pregão e a consulta (esta 
última, apenas para as agências reguladoras). 
 
2 Além dessas, temos a consulta, mas que é uma modalidade muito específica, raramente cobrada em provas. 
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Assim, a única alternativa que não corresponde a uma modalidade licitatória é 
a D, pois a “carta-convite” é o instrumento convocatório utilizado na 
modalidade “convite”. 
Gabarito: alternativa D. 
71. (Consulplan – Contador/Prefeitura de Cantagalo/2013) A licitação tem como 
objetivo verificar, entre vários fornecedores, quem oferece condições mais vantajosas 
à administração. Atendendo ao princípio da publicidade, a legislação prevê para a 
tomada de preços, quando a licitação for do tipo “melhor técnica” ou “técnica e preço”, 
o prazo para divulgação dos procedimentos licitatórios de 
a) 60 dias. 
b) 45 dias. 
c) 30 dias. 
d) 15 dias. 
e) no mínimo 8 dias úteis. 
Comentário: os prazos entre a divulgação do edital e o recebimento das 
propostas variam de acordo com as modalidades, os tipos de licitação e o 
regime de execução empregados, conforme quadro abaixo: 
Modalidade Prazo Situações específicas 
Concorrência 
45 dias 
 Regime de empreitada integral 
 Tキヮラゲ SW ノキIキデ;N?ラ さmelhor técnicaざ ラ┌ 
さtécnica e preçoざ 
30 dias  Demais casos 
Tomada de preços 
30 dias 
 Tキヮラゲ SW ノキIキデ;N?ラ さmelhor técnicaざ ラ┌ 
さtécnica e preçoざ 
15 dias  Demais casos 
Convite 5 dias úteis 
Concurso 45 dias 
Leilão 15 dias 
Pregão 8 dias úteis 
No caso do enunciado, a licitação será de tomada de preços, do tipo “melhor 
técnica” ou “técnica e preço”, logo o prazo será de 30 dias. 
Gabarito: alternativa C. 
72. (Consulplan – Oficial Administrativo/Prefeitura de Cantagalo/2013) 
“Modalidade de licitação entre interessados do ramo pertinente ao seu objeto, 
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cadastrados ou não, escolhidos e convidados em número mínimo de 3 pela unidade 
administrativa, a qual afixará, em local apropriado, cópia do instrumento convocatório 
e o estenderá aos demais cadastrados na correspondente especialidade que 
manifestarem seu interesse com antecedência de até 24 horas da apresentação das 
propostas.” Trata-se de 
a) Leilão. 
b) Pregão. 
c) Convite. 
d) Concorrência. 
e) Tomada de preço. 
Comentário: de acordo com o art. 22, § 3º, da Lei 8.666/1993, o convite é a 
modalidade de licitação entre interessados do ramo pertinente ao seu objeto, 
cadastrados ou não, escolhidos e convidados em número mínimo de três pela 
unidade administrativa, a qual afixará, em local apropriado, cópia do 
instrumento convocatório e o estenderá aos demais cadastrados na 
correspondente especialidade que manifestarem seu interesse com 
antecedência de até 24 (vinte e quatro) horas da apresentação das propostas. 
Portanto, a questão trouxe justamente o conceito do convite. 
Gabarito: alternativa C. 
73. (Consulplan – Procurador Geral/Prefeitura de Vila Rica-MT/2012) 
“Modalidade de licitação entre interessados do ramo pertinente ao seu objeto, 
cadastrados ou não, escolhidos e convidados em número mínimo de três pela 
unidade administrativa, a qual afixará, em local apropriado, cópia do instrumento 
convocatório e o estenderá aos demais cadastrados na correspondente especialidade 
que manifestarem seu interesse com antecedência de até vinte e quatro horas da 
apresentação das propostas.” Trataʘse de 
a) Concurso. 
b) Leilão. 
c) Tomada de Preços. 
d) Concorrência. 
e) Convite. 
Comentário: vamos conceituar cada uma das modalidades. Isso facilitará a 
nossa resposta e fixação: 
 concurso : modalidade de licitação entre quaisquer interessados para 
escolha de trabalho técnico, científico ou artístico, mediante a instituição de 
prêmios ou remuneração aos vencedores; 
 leilão : moda lidade de licitação entre quaisquer interessados para a venda 
de bens móveis inservíveis para a administração ou de produtos legalmente 
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apreendidos ou penhorados, ou para a alienação de bens imóveis 
adquiridos mediante dação em pagamento ou processo judicial, a quem 
oferecer o maior lance, igual ou superior ao valor da avaliação; 
 tomada de preços: modalidade de licitação entre interessados devidamente 
cadastrados ou que atenderem a todas as condições exigidas para 
cadastramento até o terceiro dia anterior à data do recebimento das 
propostas, observada a necessária qualificação; 
 concorrência : modalidade de licitação entre quaisquer interessados que, na 
fase inicial de habilitação preliminar, comprovem possuir os requisitos 
mínimos de qualificação exigidos no edital para execução de seu objeto; 
 convite : modalidade de licitação entre interessados do ramo pertinente ao 
seu objeto, cadastrados ou não, escolhidos e convidados em número 
mínimo de 3 (três) pela unidade administrativa, a qual afixará, em local 
apropriado, cópia do instrumento convocatório e o estenderá aos demais 
cadastrados na correspondenteespecialidade que manifestarem seu 
interesse com antecedência de até 24 (vinte e quatro) horas da apresentação 
das propostas. 
Portanto, podemos assinalar a alternativa E como correta, pois a modalidade 
que se encaixa com o enunciado é o convite. 
Gabarito: alternativa E. 
74. (Consulplan – Analista Judiciário/TSE/2012) No que tange às modalidades de 
licitações é correto afirmar que 
a) a concorrência pode ser substituída por tomada de preços. 
b) a tomada de preços pode ser substituída pelo convite. 
c) a tomada de preços pode substituir o convite. 
d) quando a lei aponta uma modalidade de licitação como a aplicável não há a 
possibilidade de substituição. 
Comentário: vamos relembrar quais os valores pertinentes para a escolha da 
modalidade licitatória: 
 Concorrência : 
 Obras e serviços: acima de R$1,5 milhão 
 Compras e demais serviços: acima de R$650 mil; 
 Tomada de preços : 
 Obras e serviços: até R$1,5 milhão 
 Compras e demais serviços: até R$650 mil; 
 Convite : 
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 Obras e serviços: até R$150 mil; e 
 Compras e demais serviços: até R$80 mil. 
A modalidade mais complexa pode substituir a mais simples. Por isso, a 
concorrência substitui as outras duas, enquanto a tomada de preços pode 
substituir o convite. 
Agora podemos analisar as opções, 
a) é a tomada de preços que pode ser substituída pela concorrência – ERRADA; 
b) é o convite que pode ser substituído pela tomada de preços – ERRADA; 
c) a tomada de preços pode substituir o convite, uma vez que é um 
procedimento mais complexo – CORRETA; 
d) conforme vimos, a modalidade mais complexa pode substituir as mais 
simples – ERRADA. 
Gabarito: alternativa C. 
75. (Consulplan – Analista Judiciário/TSE/2012) NÃO é hipótese de contrato 
sujeito à licitação dispensável: 
a) Aquisição de materiais, equipamentos ou gêneros que só possam ser fornecidos 
por produtor, empresa ou representante comercial exclusivo. 
b) Fornecimento de bens e serviços, produzidos ou prestados no País, que 
envolvam, cumulativamente, alta complexidade tecnológica e defesa nacional, 
mediante parecer de comissão especialmente designada pela autoridade máxima do 
órgão. 
c) Compra ou locação de imóvel destinado ao atendimento das finalidades precípuas 
da administração, cujas necessidades de instalação e localização condicionem a sua 
escolha, desde que o preço seja compatível com o valor de mercado, segundo 
avaliação prévia. 
d) Aquisição ou restauração de obras de arte e objetos históricos, de autenticidade 
certificada, desde que compatíveis ou inerentes às finalidades do órgão ou entidade. 
Comentário: a inexigibilidade ocorre quando há inviabilidade de competição 
(art. 25), ao passo que as hipóteses de licitação dispensável estão previstas no 
art. 24 da Lei de Licitações e Contratos. Contudo, como o artigo é relativamente 
grande, analisaremos cada uma das alternativas, demarcando a situação em 
que se enquadram: 
a) Aquisição de materiais, equipamentos ou gêneros que só possam ser fornecidos 
por produtor, empresa ou representante comercial exclusivo – licitação inexigível 
(art. 25, I) – ERRADA; 
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b) Fornecimento de bens e serviços, produzidos ou prestados no País, que 
envolvam, cumulativamente, alta complexidade tecnológica e defesa nacional, 
mediante parecer de comissão especialmente designada pela autoridade máxima do 
órgão – licitação dispensável (art. 24, XXVIII) – CORRETA; 
c) Compra ou locação de imóvel destinado ao atendimento das finalidades precípuas 
da administração, cujas necessidades de instalação e localização condicionem a sua 
escolha, desde que o preço seja compatível com o valor de mercado, segundo 
avaliação prévia – licitação dispensável (art. 24, X) – CORRETA; 
d) Aquisição ou restauração de obras de arte e objetos históricos, de autenticidade 
certificada, desde que compatíveis ou inerentes às finalidades do órgão ou entidade 
– licitação dispensável (art. 24, XV) – CORRETA. 
Gabarito: alternativa A. 
76. (Consulplan – Analista Judiciário/TSE/2012) No que tange a licitação é correto 
afirmar que 
a) licitação inexigível é aquela em que a lei confere ao administrador a possibilidade 
discricionária de realizar ou não a licitação. 
b) licitação dispensável é aquela onde não há a possibilidade de concorrência, por 
isso a contratação é feita sem procedimento licitatório. 
c) não existe a possibilidade de excepcionar a obrigatoriedade de licitação no Brasil. 
d) na licitação dispensada, a própria lei estabelece previamente as hipóteses onde 
não será necessária a licitação. 
Comentário: 
a) a inexigibilidade de licitação ocorre quando há inviabilidade jurídica de 
competição entre contratantes. Portanto, não existe discricionariedade, uma 
vez que a própria situação torna a licitação inexigível – ERRADA; 
b) a licitação dispensável ocorre quando, apesar de existir a possibilidade de 
competição, o legislador tenha autorizado ou determinado que a Administração 
não realize a licitação – ERRADA; 
c) somente analisando as alternativas nós já poderíamos ver que essa não pode 
ser a nossa resposta. Como já sabemos, nos casos previstos em lei, há 
possibilidade de contratação direta, isto é, sem licitação – ERRADA; 
d) a licitação dispensada não se confunde com a licitação dispensável. As 
situações de licitação dispensada ocorrem quando a própria lei determina que 
não se realize licitação, ou seja, obrigatoriamente a Administração não deve 
realizar licitação. Assim, está correto o item, uma vez que a própria lei 
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estabelece previamente as hipóteses onde não será necessária a licitação – 
CORRETA. 
Gabarito: alternativa D. 
77. (Consulplan – Analista Judiciário/TSE/2012) A venda de bens imóveis da 
administração pública, quando se sujeita à licitação deve ser realizada 
a) sempre na modalidade de concorrência. 
b) na modalidade de concorrência, tendo como exceção as hipóteses de imóveis 
adquiridos em procedimentos judiciais ou por dação em pagamento. 
c) por leilão, em regra. 
d) pela modalidade adequada ao preço do imóvel, podendo ser concorrência, tomada 
de preços, convite ou leilão. 
Comentário: a alienação de bens imóveis, quando exigir licitação, deverá 
ocorrer por meio de concorrência, exceto para alienação de bens adquiridos em 
procedimentos judiciais ou mediante dação em pagamento, nos quais também 
poderá ser utilizado o leilão (art. 19, III). Assim, podemos assinalar a alternativa 
B como nossa resposta. 
O erro da alternativa A é que a concorrência não será sempre a modalidade 
utilizada. Da mesma forma, a alternativa C está errada, pois a regra é a escolha 
pela concorrência. Por fim, o erro da alternativa D é que, para alienação de bens 
imóveis, não se adota o critério de preço para a escolha da modalidade, sendo 
que a tomada de preços e o convite não são aplicáveis. 
Gabarito: alternativa B. 
78. (Consulplan – Analista Judiciário/TSE/2012) É inexigível a licitação, conforme 
a Lei Federal nº 8.666/93 
a) na hipótese de contratação de remanescente de obra, serviço ou fornecimento, 
em consequência de rescisão contratual, desde que atendida a ordem de 
classificação da licitação anterior e aceitas as mesmas condições oferecidas pelo 
licitante vencedor,inclusive quanto ao preço, devidamente corrigido. 
b) nos casos de guerra ou grave perturbação da ordem. 
c) para contratação de profissional de qualquer setor artístico, diretamente ou 
através de empresário exclusivo, desde que consagrado pela crítica especializada ou 
pela opinião pública. 
d) para a aquisição ou restauração de obras de arte e objetos históricos, de 
autenticidade certificada, desde que compatíveis ou inerentes às finalidades do órgão 
ou entidade. 
Comentário : 
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a) na situação apresentada na alternativa a licitação é dispensável (art. 24, XI) – 
ERRADA; 
b) outra hipótese de licitação dispensável (art. 24, III) – ERRADA; 
c) a contratação de profissional de qualquer setor artístico, diretamente ou 
através de empresário exclusivo, desde que consagrado pela crítica 
especializada ou pela opinião pública é hipótese de licitação inexigível (art. 25, 
III) – CORRETA; 
d) mais um caso de licitação dispensável (art. 24, XV) – ERRADA. 
Gabarito: alternativa C. 
79. (Consulplan – PJ/MPE-MG/2012) Em relação à licitação, à luz da legislação de 
regência, é INCORRETO dizer que: 
a) A alienação de bens da Administração Pública deve ser precedida de avaliação, 
sendo dispensada a licitação quando se tratar de permuta de bens móveis entre 
órgãos ou entidades integrantes do próprio Poder Público. 
b) Nos casos em que couber a tomada de preços, a Administração poderá utilizar 
convite e, em qualquer caso, a concorrência. 
c) A licitação não será sigilosa, sendo públicos e acessíveis ao público os atos de seu 
procedimento, salvo quanto ao conteúdo das propostas, até a respectiva abertura. 
d) É dispensável a licitação na contratação de associação de portadores de 
deficiência física, sem fins lucrativos e de comprovada idoneidade, por órgãos ou 
entidades da Administração Pública, para a prestação de serviços ou fornecimento 
de mãoǦde-obra, desde que o preço contratado seja compatível com o praticado no 
mercado. 
Comentário: mais uma vez, devemos marcar a alternativa incorreta. Então, 
vamos lá! 
a) a alienação de bens, pela Administração Pública, depende da existência de 
interesse público devidamente justificado e será precedida de avaliação , 
devendo, ainda, obedecer algumas normas específicas. Ademais, em alguns 
casos, a licitação para alienação de bens será dispensada. No caso de bens 
móveis, um dos casos de licitação dispensada ocorre para a permuta, permitida 
exclusivamente entre órgãos ou entidades da Administração Pública – 
CORRETA; 
b) houve uma pequena inversão. O certo é: “nos casos em que couber convite , 
a Administração poderá utilizar a tomada de preços e, em qualquer caso, a 
concorrência ” (art. 23, § 4º). Isso porque a modalidade mais complexa abrange 
a mais simples – ERRADA; 
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c) de acordo com o art. 3º, § 3º, da Lei de Licitações, a licitação não será sigilosa, 
sendo públicos e acessíveis ao público os atos de seu procedimento, salvo 
quanto ao conteúdo das propostas, até a respectiva abertura – CORRETA; 
d) uma das hipóteses de licitação dispensável é a contratação de associação 
de portadores de deficiência física, sem fins lucrativos e de comprovada 
idoneidade, por órgãos ou entidades da Administração Pública, para a 
prestação de serviços ou fornecimento de mão- de-obra, desde que o preço 
contratado seja compatível com o praticado no mercado (art. 24, XX) – 
CORRETA. 
Gabarito: alternativa B. 
80. (Consulplan - Assistente Administrativo/Prefeitura de Uberlândia/2012) A 
modalidade de processo licitatório entre quaisquer interessados, que na fase da 
habilitação preliminar comprovem possuir os requisitos mínimos de qualificação 
exigidos no edital para execução do objeto a ser licitado, é definido pela Lei Federal 
nº 8.666/93 como 
a) concurso. 
b) pregão. 
c) concorrência. 
d) tomada de preços. 
e) leilão. 
Comentário: mais uma questão simples. Esse é o conceito legal da 
concorrência, que se caracteriza justamente pela existência de uma fase de 
habilitação preliminar (art. 22, § 1º): “concorrência é a modalidade de licitação 
entre quaisquer interessados que, na fase inicial de habilitação preliminar, 
comprovem possuir os requisitos mínimos de qualificação exigidos no edital 
para execução de seu objeto ”. 
Gabarito: alternativa B. 
 
Show! Finalizamos mais uma. Até a nossa próxima aula de questões. 
Bons estudos. 
HERBERT ALMEIDA. 
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QUESTÕES COMENTADAS NA AULA 
1. (Consulplan - TJ-MG/2016) Acerca do ato administrativo, assinale a opção 
correta. 
a) A presunção de legitimidade implica reconhecer como absolutamente verdadeiros 
os fundamentos fáticos motivadores do ato. 
b) O ato administrativo coletivo se verifica quando há manifestação da vontade de 
mais de um órgão da Administração Pública. 
c) O silêncio da Administração Pública, em face da presunção de legalidade, 
exigibilidade e imperatividade, não gera efeitos jurídicos. 
d) É nulo e de impossível convalidação o ato administrativo com objeto ilícito, ainda 
que praticado de boa-fé e sem desvio de poder. 
2. (Consulplan – Notário e Registrador/TJ-MG/2015) A presunção de legitimidade 
é uma das características do ato administrativo e produz como efeitos 
a) a presunção absoluta de validade e inversão ônus da prova. 
b) a presunção relativa de validade e discricionariedade. 
c) a autoexecutoriedade e inversão do ônus da prova. 
d) a autoexecutoriedade e presunção absoluta de validade. 
3. (Consulplan – Técnico Judiciário/TRE-MG/2015) No âmbito da administração 
pública existe a prática de vários atos que são objetos de classificação pelos 
estudiosos. Nesse âmbito constam os denominados atos de império que compõem a 
classificação de acordo com o seu 
a) objeto. 
b) alcance. 
c) destinatário. 
d) regramento. 
4. (Consulplan – NeR/TJ-MG/2015) O Município de Belo Horizonte, em razão de 
ampliação de avenida, retirou a permissão para estabelecimento de uma banca de 
jornais lá fixada, sob o fundamento de que a avenida passaria no local. 
Quanto ao mencionado ato administrativo, só NÃO é hipótese de 
a) cassação. 
b) revogação. 
c) conveniência e oportunidade. 
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d) extinção. 
5. (Consulplan – Psicólogo/Prefeitura de Coimbra/2014) Quanto aos elementos 
de validade do ato administrativo, é correto afirmar que 
a) motivo é requisito do ato vinculado e motivação é requisito do ato discricionário. 
b) os vícios de finalidade, competência e forma são sanáveis, podendo ser 
convalidados. 
c) o elemento objeto do ato é o fim mediato que a administração pública pretende 
alcançar. 
d) o elemento competência é discricionário, devendo ser definido pela autoridade 
máxima do órgão. 
e) motivo ou fundamento corresponde às razões de fato e de direito que autorizam a 
prática do ato. 
6. (Consulplan – Psicólogo/Prefeitura de Coimbra/2014) Certo municípioofício. 
Gabarito: alternativa A. 
4. (Consulplan – NeR/TJ-MG/2015) O Município de Belo Horizonte, em razão de 
ampliação de avenida, retirou a permissão para estabelecimento de uma banca de 
jornais lá fixada, sob o fundamento de que a avenida passaria no local. 
Quanto ao mencionado ato administrativo, só NÃO é hipótese de 
a) cassação. 
b) revogação. 
c) conveniência e oportunidade. 
d) extinção. 
Comentário: em alguns casos, os atos administrativos devem ser retirados do 
mundo jurídico, ou seja, devem ser extintos. Normalmente, essa retirada ocorre 
por meio da revogação e da anulação. Esta decorre de motivos de ilegalidade, 
ao passo que a primeira decorre de razões de conveniência e oportunidade. Por 
exemplo: é concedida uma permissão para uma pessoa usar um bem público, 
explorando uma banca de jornais. Contudo, meses depois, torna-se necessário 
fazer uma avenida no local. Nesse caso, a permissão de uso da banca não é 
mais conveniente e oportuna, pois surgiram novas prioridades para a 
Administração. Veja que esse é justamente o caso do enunciado. Portanto, no 
caso, houve a revogação da permissão, por motivos de conveniência e 
oportunidade, o que configura a extinção do ato. 
Porém, ao lado da anulação e da revogação, existem outras formas de extinção 
dos atos administrativos, como a cassação. Esta forma de extinção ocorre 
quando o beneficiário de um ato administrativa deixa de atender aos requisitos 
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necessários para a sua manutenção. Por exemplo: quando você recebe a 
licença para dirigir (carteira nacional de habilitação), não poderá ultrapassar a 
quantidade de pontos previstas em lei, sob pena de ter a licença cassada. 
No caso, o dono da banca de jornais não cometei qualquer irregularidade, pelo 
menos isso não foi informado no enunciado. Logo, o caso não é hipótese de 
cassação. 
Gabarito: alternativa A. 
5. (Consulplan – Psicólogo/Prefeitura de Coimbra/2014) Quanto aos elementos 
de validade do ato administrativo, é correto afirmar que 
a) motivo é requisito do ato vinculado e motivação é requisito do ato discricionário. 
b) os vícios de finalidade, competência e forma são sanáveis, podendo ser 
convalidados. 
c) o elemento objeto do ato é o fim mediato que a administração pública pretende 
alcançar. 
d) o elemento competência é discricionário, devendo ser definido pela autoridade 
máxima do órgão. 
e) motivo ou fundamento corresponde às razões de fato e de direito que autorizam a 
prática do ato. 
Comentário: 
a) primeiramente, motivação não é requisito de ato administrativo. A motivação 
é a demonstração dos fundamentos de fato e de direito que levaram à prática 
do ato. Portanto, trata-se de um requisito formal de alguns atos, mas não 
constitui um elemento de formação. O motivo, ao contrário, é sim requisito dos 
atos administrativos, mas ele estará presente tanto nos atos vinculados como 
nos discricionários – ERRADA; 
b) os vícios de finalidade, motivo e objeto serão sempre insanáveis; ao passo 
que os vícios de competência e forma, em alguns casos, serão sanáveis – 
ERRADA; 
c) o elemento é o fim imediato, uma vez que constitui o efeito jurídico imediato 
do ato. Por exemplo: o ato que aplicar a pena de suspensão de 30 dias terá 
como objeto a suspensão de 30 dias. O fim mediato é a finalidade, que 
representa o alcance do interesse público – ERRADA; 
d) os elementos competência, finalidade e forma serão sempre VINCULADOS. 
Somente o motivo e o objeto que poderão ser vinculados ou discricionários, 
conforme o caso – ERRADA; 
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e) o motivo, também chamado de fundamento, constitui as razões de fato (o que 
ocorreu) e de direito (o que consta na legislação) para a realização dos atos 
administrativos – CORRETA. 
Gabarito: alternativa E. 
6. (Consulplan – Psicólogo/Prefeitura de Coimbra/2014) Certo município 
determinou a afixação de placas, contendo a identificação do nome das ruas, nos 
muros dos imóveis de esquina, situados no centro da cidade. Diante da hipótese, é 
correto afirmar que o referido ato administrativo possui o(s) seguinte(s) atributo(s) 
a) imperatividade, somente. 
b) presunção de legitimidade, somente. 
c) imperatividade e autoexecutoriedade, somente. 
d) presunção de legitimidade e imperatividade, somente. 
e) presunção de legitimidade, imperatividade e autoexecutoriedade. 
Comentário: nessa questão, não devemos analisar o caso em si, até porque a 
banca não nos deu maiores informações sobre a situação hipotética. O que o 
avaliador quer saber, na verdade, é quais são os atributos dos atos 
administrativos. Para a doutrina majoritária, são atributos a presunção de 
legitimidade, a imperatividade e a autoexecutoriedade. Logo, o gabarito é a letra 
E. 
Além disso, também é atributo, de acordo com a Prof. Maria Di Pietro, a 
tipicidade. Porém, esse atributo aparece pouco em provas. 
Gabarito: alternativa E. 
7. (Consulplan – Assistente Técnico Administrativo/CODERN/2014) Como é 
cediço, os atos administrativos, como atos do Poder Público, possuem atributos que 
os diferenciam dos atos privados. Nesse sentindo, assinale a alternativa que NÃO 
cita um desses atributos. 
a) Imperatividade. 
b) Discricionariedade. 
c) Autoexecutoriedade. 
d) Presunção de veracidade. 
e) Presunção de legitimidade. 
Comentário: já falamos dos elementos dos atos, e agora passaremos a ver os 
atributos, afinal, a repetição é ideal para o concurseiro. 
Dessa maneira, são considerados atributos dos atos (a) a presunção de 
legitimidade ou veracidade, (b) a imperatividade, (c) a autoexecutoriedade e (d) 
a tipicidade. 
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Por fim, sabemos que a discricionariedade trata de uma margem de liberdade 
na decisão do ato. Logo, a discricionariedade não é um atributo do ato 
administrativo. 
Gabarito: alternativa B. 
8. (Consulplan – Administrador/Prefeitura de Cascavel- PR/2014) “A finalidade 
do ato administrativo é o bem jurídico objetivado pelo ato, o que se visa proteger com 
uma determinada conduta.” Segundo a doutrina administrativa, é correto afirmar que 
a finalidade é um 
a) sinônimo de poder vinculado. 
b) sinônimo de poder discricionário. 
c) atributo do ato administrativo, ao lado da forma e objeto. 
d) elemento do ato administrativo, tal como o motivo e o sujeito competente. 
e) princípio de direito administrativo que prima pela busca do interesse particular do 
cidadão. 
Comentário: a finalidade é o objetivo de interesse público a atingir, dividindo-
se em finalidade em sentido amplo, que é sinônimo de interesse público, pois 
todo ato administrativo deve ser realizado para alcançar o interesse público; e 
finalidade em sentido estrito, representada pela finalidade específica do ato, 
que é aquela que decorre da lei. 
A finalidade é um dos elementos ou requisitos dos atos administrativos, ao lado 
a competência, forma, motivo e objeto. 
Como podemos observar, está correta a opção D. 
A letra A está errada, pois apesar de a finalidade ser um elemento vinculado , 
isso não significa que os dois são sinônimos. O poder vinculado é representado 
nas competências administrativos em que não há opção de escolha para o 
agentedeterminou a afixação de placas, contendo a identificação do nome das ruas, nos 
muros dos imóveis de esquina, situados no centro da cidade. Diante da hipótese, é 
correto afirmar que o referido ato administrativo possui o(s) seguinte(s) atributo(s) 
a) imperatividade, somente. 
b) presunção de legitimidade, somente. 
c) imperatividade e autoexecutoriedade, somente. 
d) presunção de legitimidade e imperatividade, somente. 
e) presunção de legitimidade, imperatividade e autoexecutoriedade. 
7. (Consulplan – Assistente Técnico Administrativo/CODERN/2014) Como é 
cediço, os atos administrativos, como atos do Poder Público, possuem atributos que 
os diferenciam dos atos privados. Nesse sentindo, assinale a alternativa que NÃO 
cita um desses atributos. 
a) Imperatividade. 
b) Discricionariedade. 
c) Autoexecutoriedade. 
d) Presunção de veracidade. 
e) Presunção de legitimidade. 
8. (Consulplan – Administrador/Prefeitura de Cascavel- PR/2014) “A finalidade 
do ato administrativo é o bem jurídico objetivado pelo ato, o que se visa proteger com 
uma determinada conduta.” Segundo a doutrina administrativa, é correto afirmar que 
a finalidade é um 
a) sinônimo de poder vinculado. 
b) sinônimo de poder discricionário. 
c) atributo do ato administrativo, ao lado da forma e objeto. 
d) elemento do ato administrativo, tal como o motivo e o sujeito competente. 
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e) princípio de direito administrativo que prima pela busca do interesse particular do 
cidadão. 
9. (Consulplan – Administrador/Prefeitura de Cascavel- PR/2014) Acerca das 
formas de extinção do ato administrativo, analise as afirmativas. 
I. Entende-se por caducidade, a extinção do ato administrativo decorrente do 
descumprimento, por seu beneficiário, de alguma das condições que lhe foram 
impostas. 
II. A extinção do ato administrativo em razão da superveniência de lei que tornou o 
ato ilegal é chamada de cassação. 
III. O fundamento para a anulação de um ato administrativo é a existência de uma 
ilegalidade, o que viola o dever de obediência à lei, ofendendo o princípio 
constitucional da legalidade. 
Está(ão) correta(s) apenas a(s) afirmativa(s) 
a) I. 
b) II. 
c) III. 
d) I e II. 
e) II e III. 
10. (Consulplan – Administrador/Prefeitura de Cascavel- PR/2014) “No âmbito da 
administração pública, sabe-se que o administrador está adstrito aos motivos 
declarados da edição do ato administrativo, sujeitando-se à demonstração de sua 
ocorrência de tal modo que, se inexistentes ou falsos, implicam a nulidade do próprio 
ato.” Trata-se da teoria 
a) dos poderes implícitos. 
b) das razões de validação. 
c) dos motivos determinantes. 
d) dos motivos de fato e de direito. 
e) da conformação da vontade administrativa. 
11. (Consulplan – Analista Técnico de Políticas Públicas/Prefeitura 
Nepomuceno-MG/2013) Em relação aos atos administrativos e sua classificação, 
assinale a alternativa correta. 
a) Os atos conjugados, para se formar, dependem da soma de duas vontades 
totalmente independentes. 
b) No que se refere à formação dos atos, a doutrina classifica-os como atos simples, 
completos e conjugados. 
c) Nos atos completos há a manifestação de uma vontade principal, aliada a uma 
manifestação de vontade acessória, ou seja, há dois ou mais atos. 
d) Os atos completos e conjugados serão privativos dos agentes que possuam cargo 
público, competindo aos empregados públicos apenas a edição de atos simples. 
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e) O ato simples depende da manifestação de vontade de um único agente, ou seja, 
apenas uma manifestação de vontade é suficiente para aperfeiçoar o ato. 
12. (Consulplan – Analista Técnico de Políticas Públicas/Prefeitura 
Nepomuceno-MG/2013) Segundo a doutrina clássica, os atos administrativos são 
formados por cinco elementos. Assinale a alternativa que NÃO se refere a um destes 
elementos. 
a) Forma. 
b) Objeto. 
c) Finalidade. 
d) Competência. 
e) Imperatividade. 
13. (Consulplan – Advogado/Prefeitura de Barra Velha-SC/2012) Marque a 
alternativa que NÃO contenha um elemento do ato administrativo. 
a) Finalidade. 
b) Forma. 
c) Objeto. 
d) Móvel. 
e) Sujeito competente. 
14. (Consulplan – Técnico Judiciário/TSE/2012) No que tange à revogação e à 
anulação do ato administrativo, é correto afirmar que 
a) a revogação produz efeito retroativo e a anulação não. 
b) a revogação e a anulação podem ser realizadas pela administração ou pelo 
judiciário. 
c) na revogação, há análise do mérito do ato administrativo, já na anulação há juízo 
de legalidade. 
d) a revogação é ato vinculado, enquanto a anulação é discricionária. 
15. (Consulplan – Técnico Judiciário/TSE/2012) Os atos administrativos possuem 
como atributos, EXCETO: 
a) Imperatividade. 
b) Coercibilidade. 
c) Atipicidade. 
d) Autoexecutoriedade. 
16. (Consulplan – Advogado/AVAPE ARAÇATUBA- SP/2012) De acordo com a 
doutrina, nos atos administrativos discricionários, a discricionariedade encontra-se 
presente, de regra, nos elementos 
a) motivo e objeto. 
b) sujeito competente e forma. 
c) sujeito competente e objeto. 
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d) motivo e sujeito competente. 
e) forma e finalidade em sentido estrito. 
17. (Consulplan – Técnico Judiciário/TSE/2012) Sobre Ato Administrativo, Abuso 
de Poder e Poder de Polícia, analise cada uma das afirmativas, assinalando aquela 
que for verdadeira. 
a) O mérito do ato administrativo está sempre presente nos atos discricionários, o que 
não acontece nos atos vinculados. 
b) São exemplos de atos administrativos discricionários a licença para construir e a 
autorização para porte de arma. 
c) Na Administração Pública, o abuso de poder apresenta-se unicamente de forma 
comissiva, seja por excesso ou desvio de poder. 
d) O poder de polícia é exercido com vinculação estrita, obedecendo às limitações da 
lei relativamente à competência, forma, fins, motivos e objeto. 
18. (Consulplan – Técnico Judiciário/TSE/2012) Sobre o tema ato administrativo, 
analise. 
I. Toda revogação pressupõe um ato legal e perfeito, mas inconveniente ao 
interesse público. Como a revogação atinge um ato que foi editado em conformidade 
com a lei, ela não retroage (seus efeitos são ex nunc). 
II. O ato administrativo a que falte um dos elementos essenciais de validade será 
considerado inexistente, independentemente de qualquer decisão administrativa ou 
mesmo judicial. 
III. A permissão é ato administrativo negocial, discricionário e precário, pelo qual o 
Poder Público faculta ao particular o uso de bens públicos a título gratuito ou oneroso, 
nas condições estabelecidas pela Administração. 
Assinale 
a) se apenas as afirmativas I e II estiverem corretas.b) se apenas as afirmativas I e III estiverem corretas. 
c) se apenas as afirmativas II e III estiverem corretas. 
d) se todas as afirmativas estiverem corretas. 
19. (Consulplan – Procurador/Prefeitura de Londrina/2011) “Ato administrativo é 
ato jurídico que decorre do exercício da função administrativa, sob um regime jurídico 
de direito público.” Acerca disso, marque a afirmativa INCORRETA: 
a) São requisitos do ato administrativo: o sujeito competente, a finalidade, a forma, o 
motivo, o objeto. 
b) São atributos do ato administrativo: a presunção de legitimidade, a imperatividade 
e a autoexecutoriedade. 
c) O ato administrativo é vinculado quando a lei estabelece que, perante certas 
condições, a Administração deve agir de tal forma, sem liberdade de escolha. 
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d) O ato administrativo é discricionário, quando a lei deixa completamente livre o 
poder de decisão diante do caso concreto, de modo que a autoridade poderá 
escolher, independente dos critérios pertinentes, qual o melhor caminho para o 
interesse público. 
e) A Teoria dos Motivos Determinantes sustenta que a validade do ato fica atrelada 
aos motivos indicados como seu fundamento, de tal forma que, se inexistentes ou 
falsos, implicam em sua nulidade. 
20. (Consulplan – Advogado/COFEN/2011) A Administração Pública, por motivo de 
conveniência ou oportunidade, pode: 
a) Revogar seus próprios atos. 
b) Anular seus próprios atos. 
c) Restaurar seus próprios atos. 
d) Perdoar. 
e) Abdicar de seus próprios atos. 
21. (Consulplan – ESET/CREA-RJ/2011) Sobre ato administrativo, relacione as 
colunas a seguir: 
1. Anulação. 
2. Revogação. 
3. Finalidade do ato. 
4. Teoria dos motivos determinantes. 
5. Perfeição. 
 
( ) Quando o ato encerrou o seu ciclo de formação. 
( ) A Administração Pública pode fazê-lo em relação aos seus próprios atos quando 
eivados de vícios que os tornem ilegais. 
( ) Interesse Público. 
( ) A Administração pode fazê-lo em relação aos seus próprios atos, por motivo de 
conveniência ou oportunidade. 
( ) Baseia-se no princípio de que o motivo do ato administrativo deve sempre guardar 
compatibilidade com a situação que gerou a manifestação de vontade. 
 
A sequência está correta em: 
a) 1, 2, 3, 4, 5 
b) 5, 4, 3, 2, 1 
c) 1, 3, 5, 4, 2 
d) 5, 1, 3, 2, 4 
e) 4, 1, 3, 2, 5 
22. (Consulplan - Of Adm/CMCV/2010) Os requisitos dos atos administrativos os 
distinguem dos demais atos jurídicos de direito privado, conferindo-lhes o status de 
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emanação do poder público e dando-lhes validade. Assinale a alternativa que 
apresenta tais requisitos do ato administrativo: 
a) Competência, finalidade, forma, motivo e objeto. 
b) Competência, imperatividade e publicidade. 
c) Supremacia do interesse público, moralidade e legitimidade. 
d) Legalidade, impessoalidade, moralidade, publicidade e eficiência. 
e) Presunção de legitimidade, imperatividade e autoexecutoriedade. 
23. (Consulplan – Advogado/Prefeitura de Sertaneja/2010) Sobre Atos 
Administrativos, marque a alternativa INCORRETA: 
a) A Administração pode anular seus próprios atos, quando eivados de vícios que os 
tornem ilegais, porque deles não se originam direitos; ou revogá-los, por motivo de 
conveniência e oportunidade, respeitados os direitos adquiridos e ressalvada, em 
todos os casos, a apreciação judicial. 
b) A autorização é um ato administrativo, discricionário e precário, pelo qual a 
Administração consente que o particular exerça atividade ou utilize bem público no 
seu próprio interesse. 
c) A licença é um ato discricionário. 
d) Atos vinculados são aqueles que o agente pratica reproduzindo os elementos que 
a lei previamente estabelece. 
e) Imperatividade significa que os atos administrativos são cogentes. 
24. (Consulplan - Tec Cont/ Prefeitura de Guaxupé/2010) A extinção de um ato 
administrativo perfeito, que se tornou inoportuno e inconveniente, denomina-se: 
a) Revogação. 
b) Anulação. 
c) Convalidação. 
d) Conversão. 
e) Invalidação. 
25. (Consulplan – Advogado/Prefeitura de Itabaiana/2010) Sobre a extinção dos 
atos administrativos, marque a alternativa INCORRETA: 
a) Há caducidade quando a retirada do ato funda-se no advento de nova legislação 
que impede a permanência da situação anteriormente consentida. 
b) A cassação é a forma extintiva que se aplica quando o beneficiário descumpre 
condições que permitem a manutenção do ato do seus efeitos. 
c) A anulação é a forma de desfazimento do ato administrativo em virtude da 
existência de vício de legalidade. Pode ser feita pela própria Administração ou pelo 
Poder Judiciário. 
d) A revogação se dá quando a Administração Pública promove a retirada do ato 
administrativo por razões de conveniência e oportunidade. 
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e) A revogação gera efeitos retroativos. 
26. (Consulplan – Técnico Judiciário/TRE-MG/2015) O poder regulamentar é um 
dos mais relevantes para a Administração Pública e, em regra, concretizaǦse via 
decreto expedido pelo chefe do Poder Executivo. Nos termos da Constituição Federal, 
quando o decreto regulamentador expedido pelo Executivo é exorbitante, caberá a 
sua suspensão pelo: 
a) Congresso Nacional. 
b) Senado da República. 
c) Câmara dos Deputados. 
d) Supremo Tribunal Federal. 
27. (Consulplan – Técnico Judiciário/TRE-MG/2015) Quando o Estado estabelece 
limitações e restrições ao exercício de determinadas profissões e existe lei criando 
uma entidade responsável pela fiscalização está sendo realizado o 
a) ato especial. 
b) poder de polícia. 
c) funcionamento regular. 
d) intervencionismo burocrático. 
28. (Consulplan – Técnico Judiciário/TRE-MG/2015) O poder de polícia deve ser 
exercido pela Administração Pública de acordo com o interesse público. Por tal razão 
é chamado de poderǦdever. A esse respeito, é correto afirmar que o poder de polícia 
a) é amplo e permite a edição de regulamentos autônomos e executórios à margem 
da lei. 
b) impõe que a Administração Pública apure infrações e aplique penalidades, mesmo 
que não haja legislação prévia. 
c) é discricionário e confere ao administrador a liberdade subjetiva de aplicar sanções 
ainda que em desacordo com os princípios da proporcionalidade e razoabilidade. 
d) é uma competência estatal que autoriza o agente público a restringir a liberdade e 
a propriedade em nome do interesse público, desde que sejam observados os 
princípios da proporcionalidade e razoabilidade. 
29. (Consulplan – Técnico Judiciário/TRE-MG/2015) Quando a lei estadual Y 
determina que os atos administrativos sobre o tema P devem ser praticados de acordo 
com a aplicação de determinados formulários constantes em manual existente no 
âmbito da Secretaria de Fazenda está impondo ao administrador público o poder 
a) finalístico. 
b) vinculado. 
c) controlador. 
d) discricionário. 
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30. (Consulplan – Técnico Judiciário/TRE-MG/2015) Qualquer ato de autoridade, 
para ser irrepreensível, deve conformarǦse com a lei, com a moral da instituição e com 
o interesse público. Sobre o uso e abusodo poder, é INCORRETO afirmar que 
a) o uso do poder é lícito; o abuso, sempre ilícito. 
b) o ato administrativo imoral ou ilegal expõeǦse à nulidade. 
c) o gênero abuso de poder ou abuso de autoridade reparteǦse em duas espécies: o 
excesso de poder e o desvio de finalidade. 
d) o abuso do poder se manifesta sempre de forma comissiva, posto que a forma 
omissiva representa a inércia da autoridade administrativa. 
31. (Consulplan – Assistente Técnico Administrativo/CODERN/2014) O poder 
conferido à Administração Púb l ica que lhe permite punir, apenar a prática de 
infrações funcionais dos servidores denomina-se poder 
a) funcional. 
b) de polícia. 
c) disciplinar. 
d) hierárquico. 
e) regulamentar. 
32. (Consulplan – Administrador/Prefeitura de Cascavel- PR/2014) “Ao 
administrador público, em regra, chefe do executivo, é conferido o poder de editar 
normas complementares à lei, visando a sua fiel execução.” Trata-se do poder 
a) dever. 
b) de polícia. 
c) disciplinar ou de disciplina. 
d) normativo ou regulamentar. 
e) de regrado ou de regramento. 
33. (Consulplan – Assistente Técnico Administrativo/CODERN/2014) Seja um 
caso hipotético em que um governante desapropria uma propriedade de uma 
empresa, cujo proprietário é seu adversário político. Considerando a possibilidade de 
a autoridade ter incorrido em abuso de poder, é correto afirmar que 
a) se a autoridade comprovar que o ato praticado restringiu-se aos limites 
estabelecidos na legislação específica, não há amparo legal para possível 
configuração de abuso de poder. 
b) para configurar abuso de poder, há que se demonstrar que se trata de ato 
discricionário, o que significa que a autoridade teria praticado o ato em acordo com 
seu juízo e interesse pessoal. 
c) se o ato praticado corresponder ao interesse público da coletividade, a 
configuração do abuso de poder não encontra acolhida na legislação aplicável, 
mesmo que haja falhas formais na prática do ato. 
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d) o proprietário pode impetrar representação contra o ato da autoridade, avocando 
possível abuso de poder, mas não mandado de segurança, pois a Administração 
Pública tem presunção de idoneidade. 
e) para configurar abuso do poder da autoridade, é necessário comprovar desvio 
da finalidade da desapropriação, o que, de per si, permitiria o questionamento da 
legalidade do ato, por violação do espírito da lei. 
34. (Consulplan – Psicólogo/Prefeitura de Coimbra/2014) O prefeito de 
determinado município editou um decreto disciplinando o horário de funcionamento 
interno da prefeitura. Diante da hipótese, é correto afirmar que o prefeito agiu no 
exercício dos poderes 
a) de polícia e disciplinar. 
b) disciplinar e vinculado. 
c) vinculado e hierárquico. 
d) de polícia e regulamentar. 
e) regulamentar e hierárquico. 
35. (Consulplan – Estagiário/TJ-MG/2014) “É aquele através do qual a lei permite 
à Administração Pública aplicar penalidades às infrações funcionais de seus 
servidores e demais pessoas a ela ligadas.” TrataǦse do poder 
a) de Polícia. 
b) disciplinar. 
c) hierárquico. 
d) discricionário. 
36. (Consulplan – Advogado/TERRACAP/2014) O poder de polícia é normalmente 
conceituado pela doutrina administrativista como a prerrogativa de direito público que, 
calcada na lei, autoriza a Administração Pública a restringir o uso e o gozo da 
liberdade e da propriedade em favor do interesse da coletividade (In CARVALHO 
FILHO, José dos Santos. Manual de Direito Administrativo. 21. ed. Rio de Janeiro: 
Lumen Juris, 2009, p. 73.). Nesta linha de ideias, NÃO se pode afirmar sobre o poder 
de polícia: 
a) De regra, admiteǦse a delegação do poder de polícia. 
b) O princípio da proporcionalidade é um limite ao poder de polícia. 
c) Coercibilidade é uma característica, o que o torna obrigatório, independentemente 
da vontade do administrado. 
d) Discricionariedade é uma característica, podendo também ser vinculado, quando 
todos os elementos da atuação estatal estiverem previstos na lei. 
e) Autoexecutoriedade é uma característica, o que significa que a Administração pode 
promover a execução por si mesma, independentemente de manifestação judicial 
37. (Consulplan – Analista Técnico de Políticas Públicas/Prefeitura 
Nepomuceno-MG/2013) O Direito Administrativo consagra alguns poderes que são 
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inerentes ao desempenho da atividade administrativa, denominando-os Poderes 
Administrativos. Neste pórtico, assinale a alternativa que NÃO indica um destes 
poderes. 
a) Poder de polícia. 
b) Poder disciplinar. 
c) Poder hierárquico. 
d) Poder instrumental. 
e) Poder regulamentar. 
38. (Consulplan – Técnico Judiciário/TSE/2012) Em relação aos poderes 
administrativos, é correto afirmar que 
a) entre ente federativo e autarquia há poder hierárquico. 
b) entre um superior e seu subordinado em uma repartição há poder hierárquico. 
c) a multa aplicada a um particular que avança o sinal tem fundamento no poder 
hierárquico. 
d) a multa aplicada pelo poder concedente a uma concessionária de serviço público 
tem base no poder hierárquico. 
39. (Consulplan – Técnico Judiciário/TSE/2012) Sobre o tema poderes 
administrativos, marque a alternativa correta. 
a) É pacífico o entendimento de que os poderes administrativos são renunciáveis. 
b) Regulamento autônomo é aquele que complementa a lei, permitindo a sua fiel 
execução. 
c) Hierarquia é o escalonamento em plano horizontal dos órgãos e agentes da 
Administração, estabelecendo uma relação de coordenação. 
d) O poder disciplinar permite a aplicação de sanções dos servidores da 
Administração Pública por infração funcional. 
40. (Consulplan - Técnico Judiciário/TSE/2012) Sobre Ato Administrativo, Abuso 
de Poder e Poder de Polícia, analise cada uma das afirmativas, assinalando aquela 
que for verdadeira. 
a) O mérito do ato administrativo está sempre presente nos atos discricionários, o que 
não acontece nos atos vinculados. 
b) São exemplos de atos administrativos discricionários a licença para construir e a 
autorização para porte de arma. 
c) Na Administração Pública, o abuso de poder apresenta-se unicamente de forma 
comissiva, seja por excesso ou desvio de poder. 
d) O poder de polícia é exercido com vinculação estrita, obedecendo às limitações da 
lei relativamente à competência, forma, fins, motivos e objeto. 
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41. (Consulplan – TJ-MG/2016) A Administração Pública, quando contrata com 
terceiros, em regra, o faz através da licitação, nos termos definidos pela Lei nº 
8.666/93. Todavia, esse certame NÃO se destina a garantir 
a) a observância do princípio constitucional da isonomia. 
b) a seleção da proposta mais vantajosa para a administração. 
c) a promoção do desenvolvimento nacional sustentável. 
d) a probidade administrativa, assegurada pelo sigilo da licitação. 
42.(Consulplan – Notário e Registrador/TJ-MG/2015) Assinale a alternativa 
INCORRETA: 
a) É vedado incluir no objeto da licitação a obtenção de recursos financeiros para sua 
execução, qualquer que seja a sua origem, exceto nos casos de empreendimentos 
executados e explorados sob o regime da concessão. 
b) Poderá participar indiretamente da licitação ou da execução de obra ou serviço e 
do fornecimento de bens a eles necessários, o autor do projeto, básico ou executivo, 
pessoa física ou jurídica. 
c) Nos projetos básicos e projetos executivos de obras e serviços será considerado 
ainda o impacto ambiental. 
d) A Administração poderá conceder título de propriedade ou de direito real de uso de 
imóveis, dispensada licitação, quando o uso destinar-se a outro órgão ou entidade da 
Administração Pública, qualquer que seja a localização do imóvel. 
43. (Consulplan – Técnico Judiciário/TRE-MG/2015) Ao normatizar a licitação 
como procedimento, o Estado procura obter os melhores preços e os contratantes 
mais habilitados para prestar serviços e alienar bens. Os atos licitatórios devem, 
dentre outros princípios, observar o da 
a) dispensa. 
b) conclusão. 
c) identificação. 
d) impessoalidade. 
44. (Consulplan – Agente/Câmara Municipal de Olinda /2015) A licitação está 
prevista em lei, sendo obrigatória para toda a administração direta e indireta e para 
as entidades que tenham a proveniência de seu capital formado por dinheiro público. 
A modalidade de licitação entre quaisquer interessados que, na fase inicial de 
habilitação preliminar, comprovem possuir os requisitos mínimos de qualificação 
exigidos no edital para execução de seu objeto denominaǦse: 
a) Leilão. 
b) Convite. 
c) Pregão. 
d) Concorrência. 
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45. (Consulplan – Agente/Câmara Municipal de Olinda /2015) “A licitação destinaǦ
se a garantir a observância do princípio constitucional da isonomia, a seleção da 
proposta mais vantajosa para a administração e a promoção do desenvolvimento 
nacional sustentável e será processada e julgada em estrita conformidade com os 
princípios básicos da legalidade, da impessoalidade, da moralidade, da igualdade, da 
publicidade, da probidade administrativa, da vinculação ao instrumento convocatório, 
do julgamento objetivo e dos que lhes são correlatos.” (Lei nº 8.666/1993.) 
Segundo a Lei mencionada, são modalidades de licitação: 
a) Concorrência, compra direta, convite, concurso e leilão. 
b) Concorrência, tomada de preços, convite, concurso e leilão. 
c) Concorrência, tomada de preços, convite, compra direta e leilão. 
d) Concorrência, tomada de preços, compra direta, concurso e leilão. 
46. (Consulplan – Notário e Registrador/TJ-MG/2015) Quanto às licitações em 
geral, é INCORRETO afirmar: 
a) A licitação não será sigilosa, sendo todos os atos de seu procedimento acessíveis 
ao público, inclusive o conteúdo das propostas antes da respectiva abertura. 
b) Em igualdade de condições, como critério de desempate, será assegurada 
preferência aos bens e serviços produzidos no País. 
c) O procedimento licitatório caracteriza ato administrativo formal, seja ele praticado 
em qualquer esfera da Administração Pública. 
d) Todos os valores, preços e custos utilizados nas licitações terão como expressão 
monetária a moeda corrente nacional, ressalvadas as concorrências de âmbito 
internacional. 
47. (Consulplan – Notário e Registrador/TJ-MG/2015) Assinale a alternativa 
INCORRETA: 
a) Não se subordinam ao regime da lei de licitações os fundos especiais. 
b) A licitação será processada e julgada em estrita conformidade com os princípios 
básicos da legalidade, da impessoalidade, da moralidade, da igualdade, da 
publicidade, da probidade administrativa, da vinculação ao instrumento convocatório, 
do julgamento objetivo e dos que lhe são correlatos. 
c) As compras, sempre que possível, deverão submeter-se às condições de aquisição 
e pagamento semelhantes às do setor privado. 
d) Nas compras deverá ser observada, ainda, a especificação completa do bem a ser 
adquirido sem indicação de marca. 
48. (Consulplan – Técnico Judiciário/TRE-MG/2015) Em determinadas épocas de 
crise há necessidade de flexibilizar as licitações, sendo um caso de dispensa previsto 
na Lei Federal nº 8.666/1993 a 
a) intervenção da União para regular preços. 
b) alienação de bens imóveis pelo maior preço. 
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c) contratação de profissionais notoriamente especializados. 
d) atuação do estado federado para normalizar abastecimento. 
49. (Consulplan – Notário e Registrador/TJ-MG/2015) É dispensável a licitação, 
EXCETO: 
a) Nos casos de guerra ou grave perturbação da ordem. 
b) Quando a União tiver que intervir no domínio econômico para regular preços ou 
normalizar o abastecimento. 
c) Quanto houver possibilidade de comprometimento da segurança nacional, nos 
casos estabelecidos em decreto do Presidente da República, ouvido o Conselho de 
Defesa Nacional. 
d) Para a aquisição, por pessoa jurídica de direito público interno, de bens produzidos 
ou serviços prestados por entidade privada que tenha sido constituída para esse fim 
específico. 
50. (Consulplan – Técnico Judiciário/TRE-MG/2015) Determinados materiais são 
fornecidos de forma exclusiva por determinadas empresas, o que inviabiliza a 
competição e torna o procedimento licitatório inexigível. Nesse caso deve a empresa, 
se quiser realizar o fornecimento à Administração Pública, comprovar a exclusividade 
mediante a apresentação de 
a) atestado fornecido pelo órgão de registro do comércio do local em que se realizaria 
a licitação. 
b) declaração de marca fornecida pelo órgão de registro do comércio do local em que 
se realizaria a licitação. 
c) certidão de quitação fornecida pelo órgão de registro do comércio do local em que 
se realizaria a licitação. 
d) comprovante de filiação fornecido pelo órgão de registro do comércio do local em 
que se realizaria a licitação. 
51. (Consulplan – Técnico em Contabilidade/Câmara Municipal de Olinda/2015) 
A Lei das licitações esclarece que: “o controle das despesas decorrentes dos 
contratos e demais instrumentos regidos por esta Lei será feito pelo Tribunal de 
Contas competente, na forma da legislação pertinente, ficando os órgãos 
interessados da Administração responsáveis pela demonstração da legalidade e 
regularidade da despesa e execução, nos termos da Constituição e sem prejuízo do 
sistema de controle interno nela previsto.” (Art. 113 da Lei nº 8.666/1993.) 
Segundo a referida Lei, quem poderá representar ao Tribunal de Contas ou aos 
órgãos integrantes do sistema de controle interno contra irregularidades na aplicação 
desta Lei, para os fins do disposto neste artigo? 
a) Somente o licitante. 
b) Somente o próprio poder judiciário. 
c) Qualquer licitante, contratado ou pessoa física ou jurídica. 
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d) Somente os poderes executivos, da União, dos Estados e dos Municípios. 
52. (Consulplan – Técnico de Gestão Informática/CBTU/2014) Considerando o 
que dispõe a Lei de Licitações (Lei nº 8.666/93), marque V para as afirmativas 
verdadeiras e F para as falsas. 
( ) A obrigatoriedade de realização de licitação alcança tanto os entes da 
administração direta, quanto os da administração indireta, a exceção das empresas 
públicas e sociedades de economiamista, pois possuem natureza jurídica de direito 
privado. 
( ) A licitação destina-se a garantir, dentre outras finalidades, a promoção do 
desenvolvimento nacional sustentável. 
( ) A licitação não será sigilosa, sendo públicos e acessíveis ao público os atos de seu 
procedimento, salvo quanto ao conteúdo das propostas, até a respectiva abertura. 
( ) Em igualdade de condições, será assegurada, como primeiro critério de 
desempate, preferência aos bens e serviços produzidos ou prestados por empresas 
de capital nacional. 
A sequência está correta em 
a) V, V, F, F. 
b) F, V, V, F. 
c) V, F, V, F. 
d) F, F, V, V. 
53. (Consulplan – Analista de Gestão/CBTU METROREC/2014) O município de 
Itubaiuna pretende alugar determinado imóvel, no centro da cidade, para fins de 
atendimento das finalidades precípuas da administração, por preço compatível com 
o valor de mercado, devidamente demonstrado por avaliação prévia. Sabe-se que 
a necessidade de instalação e localização condicionou a escolha do referido imóvel 
e, considerando, ainda, a regra constitucional quanto à obrigatoriedade de 
realização de procedimento licitatório, assinale a alternativa correta. 
a) Para a locação do imóvel, a administração deverá realizar procedimento licitatório 
específico, podendo optar, a depender do valor do contrato, pela modalidade convite 
ou leilão. 
b) Não há que se falar em obrigatoriedade de procedimento licitatório, já que, como é 
cediço, a lei impõe a obrigatoriedade de realização do certame apenas nos casos de 
aquisição de bens, produtos ou serviços. 
c) A administração municipal poderá realizar a contratação direta, ou seja, sem 
necessidade de realização do procedimento licitatório, já que o caso apresentado 
amolda-se a uma das possibilidades de dispensa de licitação. 
d) A escolha do imóvel pela administração no caso apresentado, mesmo que para 
locação, constitui ato imoral e atentatório aos princípios da isonomia e 
impessoalidade, vez que há flagrante favorecimento de um determinado particular. 
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54. (Consulplan – Assistente Técnico Administrativo/CODERN/2014) Acerca das 
modalidades de licitação previstas na Lei nº 8.666/93, analise. 
I. É a modalidade de licitação entre interessados devidamente cadastrados ou que 
atenderem a todas as condições exigidas para cadastramento até o terceiro dia 
anterior à data do recebimento das propostas, observada a necessária qualificação. 
II. É a modalidade de licitação entre quaisquer interessados para escolha de trabalho 
técnico, científico ou artístico, mediante a instituição de prêmios ou remuneração aos 
vencedores, conforme critérios constantes de edital publicado na imprensa oficial 
com antecedência mínima de 45 (quarenta e cinco) dias. 
III. É a modalidade de licitação entre quaisquer interessados que, na fase inicial de 
habilitação preliminar, comprovem possuir os requisitos mínimos de qualificação 
exigidos no edital para execução de seu objeto. 
As descrições anteriores se referem, respectivamente a 
a) convite, concorrência e leilão. 
b) leilão, tomada de preços e concurso. 
c) concurso, tomada de preços e convite. 
d) concorrência, convite e tomada de preços. 
e) tomada de preços, concurso e concorrência. 
55. (Consulplan – Administrador/MAPA/2014) “Licitação – em suma síntese – é um 
certame que as entidades governamentais devem promover e no qual abrem disputa 
entre os interessados e com elas travam determinadas relações de conteúdo 
patrimonial, para escolher a proposta mais vantajosa às conveniências públicas. 
Estriba-se na ideia de competição, a ser travada isonomicamente entre os que 
preencham os atributos e aptidões necessários ao bom cumprimento das obrigações 
que se propõem assumir.” (Mello, 2008. p. 514.) 
Em relação às modalidades de licitação, é correto afirmar que 
a) o prazo mínimo entre a divulgação do certame e a apresentação das propostas 
para todos os casos submetidos à modalidade Concorrência será de 30 dias. 
b) na Tomada de Preços haverá a afixação de instrumento convocatório em local 
apropriado, geralmente, no prédio da sede da administração que a está promovendo. 
c) Concurso é a modalidade de licitação entre quaisquer interessados para escolha 
de trabalho técnico, científico ou artístico, com a instituição de prêmio ou remuneração 
aos vencedores. 
d) Leilão é a modalidade de licitação entre quaisquer interessados para a venda de 
bens imóveis inservíveis ou não para a administração ou de produtos ilegais 
apreendidos extrajudicialmente. 
56. (Consulplan – Agente Administrativo/MAPA/2014) O Setor de Imprensa do 
Estado do Rio de Janeiro decidiu contratar um profissional artístico consagrado pela 
opinião pública, por meio do empresário, para inaugurar uma grande obra. De acordo 
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com a Lei nº 8.666/93 (Lei de Licitações e Contratos Administrativos), nessa situação 
é cabível 
a) pregão. 
b) convite. 
c) dispensa de licitação. 
d) inexigibilidade de licitação. 
57. (Consulplan – Agente Administrativo/MAPA/2014) Considere a situação 
hipotética: “O Presidente da República decidiu vender alguns bens móveis 
inservíveis para a administração e alguns produtos legalmente apreendidos e 
penhorados.” Qual a modalidade de licitação deverá ser utilizada para esse fim? 
a) Leilão. 
b) Pregão. 
c) Convite. 
d) Tomada de preços. 
58. (Consulplan – Agente Administrativo/MAPA/2014) De acordo com a Lei nº 
8.666/93 (Lei de Licitações e Contratos Administrativos), na contratação da coleta, 
processamento e comercialização de resíduos sólidos urbanos recicláveis ou 
reutilizáveis, em áreas com sistema de coleta seletiva de lixo, efetuados por 
associações ou cooperativas formadas exclusivamente por pessoas físicas de baixa 
renda reconhecidas pelo poder público como catadores de materiais recicláveis, com 
o uso de equipamentos compatíveis com as normas técnicas, ambientais e de saúde 
pública é cabível 
a) leilão. 
b) concurso. 
c) dispensa de licitação. 
d) inexigibilidade de licitação. 
59. (Consulplan – Agente Administrativo/MAPA/2014) Segundo a Lei nº 8.666/93 
e a Lei nº 10.520/2002, são consideradas modalidades de licitação, EXCETO: 
a) Leilão e pregão. 
b) Convite e concurso. 
c) Competência e caixa. 
d) Concorrência e tomada de preços. 
60. (Consulplan – Engenheiro/MAPA/2014) Nos processos de licitação, o edital 
deve definir a modalidade em conformidade com o que estabelece o art. 22 da Lei nº 
8.666/93. São definições estabelecidas nesta lei, EXCETO: 
a) Concorrência: modalidade de licitação entre quaisquer interessados que, na fase 
inicial de habilitação preliminar, comprovem possuir os requisitos mínimos de 
qualificação exigidos no edital para execução de seu objeto. 
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b) Tomada de preços: modalidade de licitaçãoentre interessados devidamente 
cadastrados ou que atenderem a todas as condições exigidas para cadastramento 
até o terceiro dia anterior à data do recebimento das propostas, observada a 
necessária qualificação. 
c) Leilão: modalidade de licitação entre quaisquer interessados para escolha de 
trabalho técnico, científico ou artístico, mediante a instituição de prêmios ou 
remuneração aos vencedores, conforme critérios constantes de edital publicado na 
imprensa oficial com antecedência mínima de quarenta e cinco dias. 
d) Convite: modalidade de licitação entre interessados do ramo pertinente ao seu 
objeto, cadastrados ou não, escolhidos e convidados em número mínimo de três pela 
unidade administrativa, a qual afixará, em local apropriado, cópia do instrumento 
convocatório e o estenderá aos demais cadastrados na correspondente especialidade 
que manifestarem interesse com antecedência de até vinte e quatro horas da 
apresentação das propostas. 
61. (Consulplan – Técnico de Contabilidade/MAPA/2014) Segundo a Lei nº 
8.666/93 e suas alterações, os avisos contendo os resumos dos editais das 
modalidades de licitação, embora realizados no local da repartição interessada, 
deverão ser publicados com antecedência, no mínimo, uma vez, no diário oficial da 
União, do Estado e/ou do Município em conformidade com o ente federado. O prazo 
mínimo até o recebimento das propostas ou da realização do evento será de cinco 
dias úteis para a modalidade 
a) Pregão. 
b) Convite. 
c) Concorrência. 
d) Tomada de preços. 
62. (Consulplan - Analista de Tributos/Prefeitura de Cascavel/2014) “São 
licitáveis unicamente objetos que possam ser fornecidos por mais de uma pessoa, 
uma vez que a licitação supõe disputa, concorrência, ao menos potencial, entre 
ofertantes.” (Mello, 2004. p. 497.) 
Verifica-se, acerca do tema, que alguns produtos e serviços não estão aptos ao 
procedimento licitatório. Sobre as causas de dispensa e inexigibilidade, em 
conformidade com a Lei nº 8.666/93, é correto afirmar que 
a) quando não acudirem interessados à licitação promovida anteriormente e esta, 
justificadamente, não puder ser repetida sem prejuízo para a Administração, será 
caso de inexigibilidade de licitação. 
b) a compra ou locação de imóvel destinado ao atendimento das finalidades precípuas 
da administração pública deverá sempre ser precedida de licitação, não havendo 
hipóteses que justifiquem a dispensa. 
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c) é inexigível a licitação para os casos de aquisição de bens nos casos de 
emergência ou de calamidade pública, sendo prescindível demonstrar a situação de 
perigo à segurança das pessoas, bastando, portanto, a comprovação do fato. 
d) é dispensável a licitação para aquisição de materiais, equipamentos ou gêneros 
que só possam ser fornecidos por produtor, empresa ou representante comercial 
exclusivo, não estando vedada a preferência de marca, desde que justificada a 
qualidade. 
e) é inexigível a licitação nos casos de contratação de serviços em consultorias 
técnicas, desde que comprovada sua natureza singular, cujos profissionais ou 
empresas sejam de notória especialização, vedada a inexigibilidade para serviços de 
publicidade e divulgação. 
63. (Consulplan - Auxiliar Administrativo/Prefeitura Natividade/2014) 
“Modalidade de licitação que ocorre entre interessados, devidamente cadastrados, ou 
que atenderem a todas as condições exigidas para o cadastramento até o terceiro dia 
anterior à data do recebimento das propostas, observadas a necessária qualificação.” 
TrataǦse da seguinte modalidade de licitação: 
a) Leilão. 
b) Convite. 
c) Concorrência. 
d) Tomada de Preços. 
64. (Consulplan - Procurador Jurídico/Prefeitura de Natividade/2014 ) O 
município de Natividade/RJ pretende realizar uma concessão de direito real de uso 
estimada no valor de R$ 600.000,00, nos termos da legislação pertinente a licitações 
e contratos. É correto afirmar que a modalidade licitatória cabível é: 
a) Pregão. 
b) Convite. 
c) Concorrência . 
d) Tomada de Preços. 
65. (Consulplan – Analista Judiciário/TRE MG/20 13) A Secretaria de Saúde de 
determinado Estado da Federação pretende adquirir material cirúrgico a ser utilizado 
em operações de pacientes dos seus hospitais. A esse respeito, assinale a alternativa 
correta. 
a) A compra deve ser precedida de licitação, a qual será dada ampla publicidade, por 
meio de audiência pública. 
b) A licitação não é exigida, mas, sim, procedimento simplificado de escolha dentre 
as Organizações Sociais cadastradas perante o Estado. 
c) A Administração Pública não necessita realizar licitação, uma vez que a aquisição 
de material para hospitais caracteriza-se como de urgência. 
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d) A licitação é exigida, devendo ser utilizada a modalidade de tomada de preços, a 
qual não pode ser processada perante o sistema de registro de preços. 
e) A licitação é necessária, sendo que no procedimento licitatório, em igualdade de 
condições, como critério de desempate, será assegurada a preferência dos bens 
produzidos no Brasil. 
66. (Consulplan – Auxiliar Administrativo/Prefeitura de Coimbra/2014) 
“Modalidade de licitação que ocorre entre interessados, devidamente cadastrados, ou 
que atenderem a todas as condições exigidas para o cadastramento até o terceiro dia 
anterior à data do recebimento das propostas, observadas a necessária qualificação.” 
TrataǦse da seguinte modalidade de licitação: 
a) Leilão. 
b) Convite. 
c) Concurso. 
d) Concorrência. 
e) Tomada de Preços. 
67. (Consulplan – Auxiliar Administrativo/Prefeitura de Coimbra/2014) Uma 
determinada prefeitura resolveu fazer uma licitação para a venda de 2 automóveis 
antigos, em estado avançado de deterioração, visando a substituição futura destes 
por veículos novos. Para isso, deverá atender ao seguinte processo de licitação: 
a) Leilão. 
b) Pregão. 
c) Convite. 
d) Concurso. 
e) Concorrência. 
68. (Consulplan – Advogado/CODEG/2013) De acordo com a Lei nº 8.666/93, que 
institui normas para licitação e contratos, é INEXIGÍVEL a licitação 
a) para a aquisição ou restauração de obras de arte e objetos históricos, de 
autenticidade certificada, desde que compatíveis ou inerentes às finalidades do órgão 
ou entidade. 
b) para contratação de profissional de qualquer setor artístico, diretamente ou através 
de empresário exclusivo, desde que consagrado pela crítica especializada ou pela 
opinião pública. 
c) na contratação de fornecimento ou suprimento de energia elétrica e gás natural 
com concessionário, permissionário ou autorizado, segundo as normas da legislação 
específica. 
d) para a celebração de contratos de prestação de serviços com as organizações 
sociais, qualificadas no âmbito das respectivas esferas de governo, para atividades 
contempladas no contrato de gestão. 
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e) na contratação de instituição ou organização, pública ou privada, com ou sem fins 
lucrativos, para a prestação de serviços de assistência técnica e extensão rural no 
âmbito do Programa Nacional de Assistência Técnica e Extensão Rural na Agricultura 
Familiar e na Reforma Agrária, instituído por lei federal. 
69. (Consulplan – Procurador Jurídico/Prefeitura Cantagalo/2013) Acerca da Lei 
de Licitações, analise. 
I. São modalidades de licitação: menor preço; melhor técnica;técnica e preço; e, 
maior lance ou oferta. 
II. Nos casos em que couber convite, a administração poderá utilizar a tomada de 
preços e, em qualquer caso, a concorrência. 
III. É inexigível a licitação quando houver inviabilidade de competição. 
Está(ão) correta(s) a(s) afirmativa(s) 
a) I, apenas. 
b) I e II, apenas. 
c) I e III, apenas. 
d) II e III, apenas. 
e) I, II e III. 
70. (Consulplan – Analista Técnico de Políticas Públicas/Prefeitura 
Nepomuceno-MG/2013) As normas de direito administrativo consagram a 
obrigatoriedade de licitação. Assinale a alternativa que NÃO descreve uma das 
modalidades de licitação. 
a) Leilão. 
b) Concurso. 
c) Concorrência. 
d) Carta-convite. 
e) Tomada de preços. 
71. (Consulplan – Contador/Prefeitura de Cantagalo/2013) A licitação tem como 
objetivo verificar, entre vários fornecedores, quem oferece condições mais vantajosas 
à administração. Atendendo ao princípio da publicidade, a legislação prevê para a 
tomada de preços, quando a licitação for do tipo “melhor técnica” ou “técnica e preço”, 
o prazo para divulgação dos procedimentos licitatórios de 
a) 60 dias. 
b) 45 dias. 
c) 30 dias. 
d) 15 dias. 
e) no mínimo 8 dias úteis. 
72. (Consulplan – Oficial Administrativo/Prefeitura de Cantagalo/2013) 
“Modalidade de licitação entre interessados do ramo pertinente ao seu objeto, 
cadastrados ou não, escolhidos e convidados em número mínimo de 3 pela unidade 
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administrativa, a qual afixará, em local apropriado, cópia do instrumento convocatório 
e o estenderá aos demais cadastrados na correspondente especialidade que 
manifestarem seu interesse com antecedência de até 24 horas da apresentação das 
propostas.” Trata-se de 
a) Leilão. 
b) Pregão. 
c) Convite. 
d) Concorrência. 
e) Tomada de preço. 
73. (Consulplan – Procurador Geral/Prefeitura de Vila Rica-MT/2012) 
“Modalidade de licitação entre interessados do ramo pertinente ao seu objeto, 
cadastrados ou não, escolhidos e convidados em número mínimo de três pela 
unidade administrativa, a qual afixará, em local apropriado, cópia do instrumento 
convocatório e o estenderá aos demais cadastrados na correspondente especialidade 
que manifestarem seu interesse com antecedência de até vinte e quatro horas da 
apresentação das propostas.” Trataʘse de 
a) Concurso. 
b) Leilão. 
c) Tomada de Preços. 
d) Concorrência. 
e) Convite. 
74. (Consulplan – Analista Judiciário/TSE/2012) No que tange às modalidades de 
licitações é correto afirmar que 
a) a concorrência pode ser substituída por tomada de preços. 
b) a tomada de preços pode ser substituída pelo convite. 
c) a tomada de preços pode substituir o convite. 
d) quando a lei aponta uma modalidade de licitação como a aplicável não há a 
possibilidade de substituição. 
75. (Consulplan – Analista Judiciário/TSE/2012) NÃO é hipótese de contrato 
sujeito à licitação dispensável: 
a) Aquisição de materiais, equipamentos ou gêneros que só possam ser fornecidos 
por produtor, empresa ou representante comercial exclusivo. 
b) Fornecimento de bens e serviços, produzidos ou prestados no País, que 
envolvam, cumulativamente, alta complexidade tecnológica e defesa nacional, 
mediante parecer de comissão especialmente designada pela autoridade máxima do 
órgão. 
c) Compra ou locação de imóvel destinado ao atendimento das finalidades precípuas 
da administração, cujas necessidades de instalação e localização condicionem a sua 
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escolha, desde que o preço seja compatível com o valor de mercado, segundo 
avaliação prévia. 
d) Aquisição ou restauração de obras de arte e objetos históricos, de autenticidade 
certificada, desde que compatíveis ou inerentes às finalidades do órgão ou entidade. 
76. (Consulplan – Analista Judiciário/TSE/2012) No que tange a licitação é correto 
afirmar que 
a) licitação inexigível é aquela em que a lei confere ao administrador a possibilidade 
discricionária de realizar ou não a licitação. 
b) licitação dispensável é aquela onde não há a possibilidade de concorrência, por 
isso a contratação é feita sem procedimento licitatório. 
c) não existe a possibilidade de excepcionar a obrigatoriedade de licitação no Brasil. 
d) na licitação dispensada, a própria lei estabelece previamente as hipóteses onde 
não será necessária a licitação. 
77. (Consulplan – Analista Judiciário/TSE/2012) A venda de bens imóveis da 
administração pública, quando se sujeita à licitação deve ser realizada 
a) sempre na modalidade de concorrência. 
b) na modalidade de concorrência, tendo como exceção as hipóteses de imóveis 
adquiridos em procedimentos judiciais ou por dação em pagamento. 
c) por leilão, em regra. 
d) pela modalidade adequada ao preço do imóvel, podendo ser concorrência, tomada 
de preços, convite ou leilão. 
78. (Consulplan – Analista Judiciário/TSE/2012) É inexigível a licitação, conforme 
a Lei Federal nº 8.666/93 
a) na hipótese de contratação de remanescente de obra, serviço ou fornecimento, 
em consequência de rescisão contratual, desde que atendida a ordem de 
classificação da licitação anterior e aceitas as mesmas condições oferecidas pelo 
licitante vencedor, inclusive quanto ao preço, devidamente corrigido. 
b) nos casos de guerra ou grave perturbação da ordem. 
c) para contratação de profissional de qualquer setor artístico, diretamente ou 
através de empresário exclusivo, desde que consagrado pela crítica especializada ou 
pela opinião pública. 
d) para a aquisição ou restauração de obras de arte e objetos históricos, de 
autenticidade certificada, desde que compatíveis ou inerentes às finalidades do órgão 
ou entidade. 
79. (Consulplan – PJ/MPE-MG/2012) Em relação à licitação, à luz da legislação de 
regência, é INCORRETO dizer que: 
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a) A alienação de bens da Administração Pública deve ser precedida de avaliação, 
sendo dispensada a licitação quando se tratar de permuta de bens móveis entre 
órgãos ou entidades integrantes do próprio Poder Público. 
b) Nos casos em que couber a tomada de preços, a Administração poderá utilizar 
convite e, em qualquer caso, a concorrência. 
c) A licitação não será sigilosa, sendo públicos e acessíveis ao público os atos de seu 
procedimento, salvo quanto ao conteúdo das propostas, até a respectiva abertura. 
d) É dispensável a licitação na contratação de associação de portadores de 
deficiência física, sem fins lucrativos e de comprovada idoneidade, por órgãos ou 
entidades da Administração Pública, para a prestação de serviços ou fornecimento 
de mãoǦde-obra, desde que o preço contratado seja compatível com o praticado no 
mercado. 
80. (Consulplan - Assistente Administrativo/Prefeitura de Uberlândia/2012) A 
modalidade de processo licitatório entre quaisquer interessados, que na fase da 
habilitação preliminar comprovem possuir os requisitos mínimos de qualificação 
exigidos no edital para execução do objeto a ser licitado, é definido pela Lei Federal 
nº 8.666/93 como 
a) concurso. 
b) pregão. 
c) concorrência. 
d) tomada de preços.e) leilão. 
 
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GABARITO 
1. D 21. D 41. D 61. B 
2. C 22. A 42. B 62. E 
3. A 23. C 43. D 63. D 
4. A 24. A 44. D 64. C 
5. E 25. E 45. B 65. C 
6. E 26. A 46. A 66. E 
7. B 27. B 47. A 67. A 
8. D 28. D 48. A 68. B 
9. C 29. B 49. D 69. D 
10. C 30. D 50. A 70. D 
11. E 31. C 51. C 71. C 
12. E 32. D 52. B 72. C 
13. D 33. E 53. C 73. E 
14. C 34. E 54. E 74. C 
15. C 35. B 55. C 75. A 
16. A 36. A 56. D 76. D 
17. A 37. D 57. A 77. B 
18. B 38. B 58. C 78. C 
19. D 39. D 59. C 79. B 
20. A 40. A 60. C 80. Bpúblico, que deverá decidir nos termos limitados em lei. 
A opção B também está errada, pois não há nenhuma relação entre poder 
discricionário e finalidade. A discricionariedade ocorre quando há liberdade de 
escolha para o agente público. 
A alternativa C está errada, uma vez que a finalidade é um elemento do ato 
administrativo e não um atributo. 
Por fim, a finalidade também pode ser considerada um princípio administrativo. 
Contudo, ela representa a busca pelo interesse público e não pelo interesse 
particular. 
Gabarito: alternativa D. 
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9. (Consulplan – Administrador/Prefeitura de Cascavel- PR/2014) Acerca das 
formas de extinção do ato administrativo, analise as afirmativas. 
I. Entende-se por caducidade, a extinção do ato administrativo decorrente do 
descumprimento, por seu beneficiário, de alguma das condições que lhe foram 
impostas. 
II. A extinção do ato administrativo em razão da superveniência de lei que tornou o 
ato ilegal é chamada de cassação. 
III. O fundamento para a anulação de um ato administrativo é a existência de uma 
ilegalidade, o que viola o dever de obediência à lei, ofendendo o princípio 
constitucional da legalidade. 
Está(ão) correta(s) apenas a(s) afirmativa(s) 
a) I. 
b) II. 
c) III. 
d) I e II. 
e) II e III. 
Comentário: os itens I e II inverteram o conteúdo da caducidade e da cassação 
e por isso estão errados. Esta última representa a extinção do ato administrativo 
decorrente do descumprimento, por seu beneficiário, de alguma das condições 
que lhe foram impostas. Já a caducidade ocorre quando uma lei posterior 
(superveniente) torna o ato ilegal. 
O item III, por outro lado, está correto, pois a anulação decorre da ilegalidade 
do ato, ou seja, da ofensa ao princípio constitucional da legalidade. 
Dessa forma, apenas o item III está correto. 
Gabarito: alternativa C. 
10. (Consulplan – Administrador/Prefeitura de Cascavel- PR/2014) “No âmbito da 
administração pública, sabe-se que o administrador está adstrito aos motivos 
declarados da edição do ato administrativo, sujeitando-se à demonstração de sua 
ocorrência de tal modo que, se inexistentes ou falsos, implicam a nulidade do próprio 
ato.” Trata-se da teoria 
a) dos poderes implícitos. 
b) das razões de validação. 
c) dos motivos determinantes. 
d) dos motivos de fato e de direito. 
e) da conformação da vontade administrativa. 
Comentário: segundo a teoria dos motivos determinantes, a validade dos atos 
administrativos se sujeita aos motivos expressamente declarados para a sua 
edição. Logo, se for constatado que os motivos alegados eram falsos ou 
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inexistentes, consequentemente, o ato será inválido. Assim, o nosso gabarito é 
a opção C. 
A teoria dos poderes implícitos é estudada no Direito Constitucional e significa 
que se a Constituição outorgou determinada competência a um órgão, 
implicitamente também outorgou os poderes necessários para bem 
desempenhá-la. 
As demais alternativas sequer demonstram teorias. 
Gabarito: alternativa C. 
11. (Consulplan – Analista Técnico de Políticas Públicas/Prefeitura 
Nepomuceno-MG/2013) Em relação aos atos administrativos e sua classificação, 
assinale a alternativa correta. 
a) Os atos conjugados, para se formar, dependem da soma de duas vontades 
totalmente independentes. 
b) No que se refere à formação dos atos, a doutrina classifica-os como atos simples, 
completos e conjugados. 
c) Nos atos completos há a manifestação de uma vontade principal, aliada a uma 
manifestação de vontade acessória, ou seja, há dois ou mais atos. 
d) Os atos completos e conjugados serão privativos dos agentes que possuam cargo 
público, competindo aos empregados públicos apenas a edição de atos simples. 
e) O ato simples depende da manifestação de vontade de um único agente, ou seja, 
apenas uma manifestação de vontade é suficiente para aperfeiçoar o ato. 
Comentário: no meu ponto de vista esta questão deveria ser anulada. Contudo, 
como ela não foi, vamos analisá-la, pois eventualmente ela poderá aparecer de 
forma semelhante em nossa prova. 
Quanto à formação, os atos administrativos podem ser simples , compostos e 
complexos. 
O ato simples é que resulta da manifestação de vontade de um único órgão , 
seja ele unipessoal ou colegiado. Assim, não importa o número de agentes que 
participa do ato, mas sim que se trate de uma vontade unitária. O gabarito da 
questão foi dado como a alternativa E, contudo um ato simples pode ser 
realizado por um colegiado, por exemplo, situação em que seria praticado por 
vários agentes. Portanto, o correto é afirmar que ele é praticado por um único 
órgão. Dessa forma, apesar das considerações, o gabarito é a opção E. 
Não se costuma falar em atos conjugados, motivo pelo qual a opção A está 
errada. 
O erro na opção B é que, conforme vimos acima, quanto à formação os ato s 
classificam-se em simples , compostos e complexos. 
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A letra C, por sua vez, apresentou o conceito de ato composto, em que existem 
dois atos: o principal e o acessório. 
Por fim, a letra D não apresenta uma classificação utilizada em nossa doutrina. 
Gabarito: alternativa E. 
12. (Consulplan – Analista Técnico de Políticas Públicas/Prefeitura 
Nepomuceno-MG/2013) Segundo a doutrina clássica, os atos administrativos são 
formados por cinco elementos. Assinale a alternativa que NÃO se refere a um destes 
elementos. 
a) Forma. 
b) Objeto. 
c) Finalidade. 
d) Competência. 
e) Imperatividade. 
Comentário: repetir para fixar! 
Constituem requisitos, elementos ou aspectos de validade dos atos (a) 
competência, (b) finalidade, (c) forma, (d) motivo, e (e) objeto. 
Assim, a única alternativa que não apresenta um elemento é a E – 
imperatividade, que representa um atributo do ato administrativo. 
Gabarito: alternativa E. 
13. (Consulplan – Advogado/Prefeitura de Barra Velha-SC/2012) Marque a 
alternativa que NÃO contenha um elemento do ato administrativo. 
a) Finalidade. 
b) Forma. 
c) Objeto. 
d) Móvel. 
e) Sujeito competente. 
Comentário: segundo os ensinamentos de Celso Antônio Bandeira de Mello 1, a 
representação subjetiva, psicológica, interna do agente é o móvel, e 
corresponde àquilo que demonstra a intenção do agente. O móvel difere do 
motivo, pois este último é a situação objetiva, real, empírica do agente, servindo 
de suporte para a realização do ato. Em resumo, enquanto o móvel é um aspecto 
subjetivo, interno, o motivo é objetivo e real. Portanto, o móvel não é elemento 
dos atos administrativos. Dessa forma, o nosso gabarito é a opção D. 
 
1 Bandeira de Mello, p. 403. 
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As demais alternativasdemonstram elementos do ato administrativo. A 
finalidade é a busca pelo interesse público e pelo objetivo específico previsto 
para o ato. A forma é o revestimento que exterioriza o ato, ou seja, o meio pelo 
qual ele se apresenta para o mundo. O objeto é o conteúdo do ato 
administrativo. Por fim, o sujeito competente é a pessoa que possui o poder 
legal para realizar o ato. 
Gabarito: alternativa D. 
14. (Consulplan – Técnico Judiciário/TSE/2012) No que tange à revogação e à 
anulação do ato administrativo, é correto afirmar que 
a) a revogação produz efeito retroativo e a anulação não. 
b) a revogação e a anulação podem ser realizadas pela administração ou pelo 
judiciário. 
c) na revogação, há análise do mérito do ato administrativo, já na anulação há juízo 
de legalidade. 
d) a revogação é ato vinculado, enquanto a anulação é discricionária. 
Comentário: a revogação do ato administrativo ocorre por meio do juízo de 
conveniência e oportunidade, ou seja, pela análise do mérito. Por outro lado, na 
anulação, há juízo de legalidade, ou seja, verifica-se se o ato administrativo está 
em conformidade com a lei. Dessa forma, está correta a opção C. 
Vejamos o erro das demais opções. 
a) a anulação é que produz efeitos retroativos (ex tunc), enquanto a revogação 
produz efeitos prospectivos (ex nunc ) – ERRADA; 
b) a anulação pode ser realizada pela administração e pelo Poder Judiciário, ao 
passo que a revogação só é realizada pela administração – ERRADA; 
d) novamente uma inversão, pois a revogação é discricionária, enquanto a 
anulação, em regra, é vinculada – ERRADA. 
Gabarito: alternativa C. 
15. (Consulplan – Técnico Judiciário/TSE/2012) Os atos administrativos possuem 
como atributos, EXCETO: 
a) Imperatividade. 
b) Coercibilidade. 
c) Atipicidade. 
d) Autoexecutoriedade. 
Comentário: os atributos dos atos administrativos são os seguintes: 
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 presunção de veracidade e legitimidade : presume-se que os fatos 
alegados para praticar o ato são verdadeiros e que a decisão 
administrativa adotada está em conformidade com a lei; 
 imperatividade : característica pelo qual os atos administrativos impõem 
obrigações a terceiros; 
 autoexecutoriedade : possibilidade de a Administração executar o ato 
administrativo de forma direta e imediata, sem necessidade de solicitar 
autorização judicial para isso. A autoexecutoriedade divide-se em 
exigibilidade (utilização de meios indiretos de coação) e em 
executoriedade (utilização de meios diretos/materiais de coação); 
 tipicidade : é a previsão do ato em lei. 
Podemos perceber rapidamente que a atipicidade não é característica do ato 
administrativo, mas sim a tipicidade. Por outro lado, não costumamos ver a 
doutrina mencionar a coercibilidade como um atributo dos atos administrativos. 
Contudo, a coercibilidade se manifesta tanto pela imperatividade quanto pela 
autoexecutoriedade dos atos administrativos, uma vez que eles impõem 
obrigações e exigem a sua execução de forma coativa, ou seja, sem 
concordância com o particular. Por isso, podemos considerar que a letra B 
também está correta. 
Gabarito: alternativa C. 
16. (Consulplan – Advogado/AVAPE ARAÇATUBA- SP/2012) De acordo com a 
doutrina, nos atos administrativos discricionários, a discricionariedade encontra-se 
presente, de regra, nos elementos 
a) motivo e objeto. 
b) sujeito competente e forma. 
c) sujeito competente e objeto. 
d) motivo e sujeito competente. 
e) forma e finalidade em sentido estrito. 
Comentário : enquanto nos atos vinculados todos os atributos do ato estão 
rigidamente previstos, nos atos discricionários há margem para que o agente 
faça a valoração do motivo e a escolha do objeto, conforme o seu juízo de 
conveniência e oportunidade. 
Portanto, correta a alternativa A. 
Gabarito: alternativa A. 
17. (Consulplan – Técnico Judiciário/TSE/2012) Sobre Ato Administrativo, Abuso 
de Poder e Poder de Polícia, analise cada uma das afirmativas, assinalando aquela 
que for verdadeira. 
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a) O mérito do ato administrativo está sempre presente nos atos discricionários, o que 
não acontece nos atos vinculados. 
b) São exemplos de atos administrativos discricionários a licença para construir e a 
autorização para porte de arma. 
c) Na Administração Pública, o abuso de poder apresenta-se unicamente de forma 
comissiva, seja por excesso ou desvio de poder. 
d) O poder de polícia é exercido com vinculação estrita, obedecendo às limitações da 
lei relativamente à competência, forma, fins, motivos e objeto. 
Comentário: esta questão apresenta duas opções sobre os poderes 
administrativos, assunto que foge ao escopo desta aula. Ainda assim, podemos 
chegar facilmente ao gabarito. 
O mérito é o juízo de conveniência e oportunidade que a administração faz para 
definir qual a melhor decisão a tomar quando houver a margem de liberdade 
para decidir, dentro dos limites previstos em lei. Portanto, o exame de mérito 
ocorre nos atos discricionários, não existindo nos atos vinculados. Logo, está 
correta a alternativa A. 
Vamos analisar as outras opções: 
b) a licença é ato vinculado, ou seja, presentes os requisitos legais, a autoridade 
é obrigada a concedê-la. É o que ocorre, por exemplo, na licença para construir. 
Já a autorização para porte de arma é discricionária, pois a Administração 
Pública deverá fazer o juízo de conveniência e oportunidade para conceder ou 
não a autorização – ERRADA; 
c) a omissão na administração pública pode ser genérica ou específica. Aquela 
não caracteriza abuso de poder, uma vez que se insere nas decisões 
administrativas sobre as políticas públicas. Isso porque o Estado não possui 
capacidade de resolver todos os problemas da sociedade e, portanto, aloca os 
seus esforços por meio das denominadas políticas públicas. Por outro lado, na 
omissão específica há um poder-dever de agir específico e, nesse caso, a 
ausência de atuação caracteriza abuso de poder. Logo, o abuso de poder pode 
decorrer de conduta comissiva ou omissiva – ERRADA; 
d) o poder de polícia possui como um de seus atributos a discricionariedade – 
ERRADA. 
Gabarito: alternativa A. 
18. (Consulplan – Técnico Judiciário/TSE/2012) Sobre o tema ato administrativo, 
analise. 
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I. Toda revogação pressupõe um ato legal e perfeito, mas inconveniente ao 
interesse público. Como a revogação atinge um ato que foi editado em conformidade 
com a lei, ela não retroage (seus efeitos são ex nunc). 
II. O ato administrativo a que falte um dos elementos essenciais de validade será 
considerado inexistente, independentemente de qualquer decisão administrativa ou 
mesmo judicial. 
III. A permissão é ato administrativo negocial, discricionário e precário, pelo qual o 
Poder Público faculta ao particular o uso de bens públicos a título gratuito ou oneroso, 
nas condições estabelecidas pela Administração. 
Assinale 
a) se apenas as afirmativas I e II estiverem corretas. 
b) se apenas as afirmativas I e III estiverem corretas. 
c) se apenas as afirmativas II e III estiverem corretas. 
d) se todas as afirmativas estiverem corretas. 
Comentário: vamos analisarcada item: 
I – a revogação é o desfazimento de um ato administrativo válido e 
discricionário por motivo de interesse público superveniente, que o tornou 
inconveniente ou inoportuno. Trata-se, pois, da extinção de um ato 
administrativo válido e eficaz por conveniência e oportunidade da 
Administração. Dessa forma, a revogação possui efeitos não retroativos 
(prospectivos ou ex nunc), justamente porque o ato foi praticado em 
consonância com a lei – CORRETO; 
II – esse item trata do atributo da presunção de legitimidade do ato. Um ato que 
for praticado com a ausência de um dos elementos de formação (competência, 
finalidade, forma, motivo e objeto) será considerado inexistente. Contudo, uma 
vez praticado, o ato possui presunção de legitimidade, o que faz com que ele 
produza efeitos, ainda que viciado, até que a Administração ou o Poder 
Judiciário providenciem a sua anulação. Logo, a declaração da nulidade 
dependerá sim de decisão administrativa ou judicial – ERRADO; 
III – perfeita a definição da permissão. A permissão é um ato negocial, uma vez 
que depende de prévia solicitação do interessado, por meio da qual a 
Administração consente que o particular utilize um bem público, de forma 
gratuita ou onerosa. Com efeito, a permissão constitui ato discricionário e 
precário (revogável a qualquer tempo) – CORRETO. 
Logo, os itens I e III estão corretos. 
Gabarito: alternativa B. 
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19. (Consulplan – Procurador/Prefeitura de Londrina/2011) “Ato administrativo é 
ato jurídico que decorre do exercício da função administrativa, sob um regime jurídico 
de direito público.” Acerca disso, marque a afirmativa INCORRETA: 
a) São requisitos do ato administrativo: o sujeito competente, a finalidade, a forma, o 
motivo, o objeto. 
b) São atributos do ato administrativo: a presunção de legitimidade, a imperatividade 
e a autoexecutoriedade. 
c) O ato administrativo é vinculado quando a lei estabelece que, perante certas 
condições, a Administração deve agir de tal forma, sem liberdade de escolha. 
d) O ato administrativo é discricionário, quando a lei deixa completamente livre o 
poder de decisão diante do caso concreto, de modo que a autoridade poderá 
escolher, independente dos critérios pertinentes, qual o melhor caminho para o 
interesse público. 
e) A Teoria dos Motivos Determinantes sustenta que a validade do ato fica atrelada 
aos motivos indicados como seu fundamento, de tal forma que, se inexistentes ou 
falsos, implicam em sua nulidade. 
Comentário : 
a) os requisitos dos atos administrativos são competência (ou sujeito 
competência), finalidade, forma, motivo e objeto – CORRETA; 
b) os atributos, por sua vez, são a presunção de legitimidade (e de veracidade), 
a imperatividade e a autoexecutoriedade. Isso torna o item correto. Lembra-se, 
contudo, que para parte da doutrina ainda temos a tipicidade – CORRETA; 
c) exato! Nos atos vinculados, a lei não deixa margem de liberdade – CORRETA; 
d) os atos discricionários possuem uma margem de liberdade para o agente 
públi co, diante do caso concreto, escolher qual é a melhor decisão para o 
interesse público. Contudo, essa liberdade ocorre dentro dos parâmetros da lei, 
uma vez que nenhum ato é “completamente livre” – ERRADA; 
e) a teoria dos motivos determinantes determina que os atos administrativos, 
uma vez motivados, devem ter a correlação entre os motivos indicados e o 
conteúdo da decisão. Dessa forma, se os motivos forem falsos ou inexistentes, 
o ato consequentemente será nulo – CORRETA. 
Gabarito: alternativa D. 
20. (Consulplan – Advogado/COFEN/2011) A Administração Pública, por motivo de 
conveniência ou oportunidade, pode: 
a) Revogar seus próprios atos. 
b) Anular seus próprios atos. 
c) Restaurar seus próprios atos. 
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d) Perdoar. 
e) Abdicar de seus próprios atos. 
Comentário: como se vê, a Consulplan adora isso! A análise da conveniência e 
da oportunidade poderá gerar a revogação do ato. 
Gabarito: alternativa A. 
21. (Consulplan – ESET/CREA-RJ/2011) Sobre ato administrativo, relacione as 
colunas a seguir: 
1. Anulação. 
2. Revogação. 
3. Finalidade do ato. 
4. Teoria dos motivos determinantes. 
5. Perfeição. 
 
( ) Quando o ato encerrou o seu ciclo de formação. 
( ) A Administração Pública pode fazê-lo em relação aos seus próprios atos quando 
eivados de vícios que os tornem ilegais. 
( ) Interesse Público. 
( ) A Administração pode fazê-lo em relação aos seus próprios atos, por motivo de 
conveniência ou oportunidade. 
( ) Baseia-se no princípio de que o motivo do ato administrativo deve sempre guardar 
compatibilidade com a situação que gerou a manifestação de vontade. 
 
A sequência está correta em: 
a) 1, 2, 3, 4, 5 
b) 5, 4, 3, 2, 1 
c) 1, 3, 5, 4, 2 
d) 5, 1, 3, 2, 4 
e) 4, 1, 3, 2, 5 
Comentário: vamos colocar cada assertiva, fazendo os comentários e a 
correlação: 
(5) Quando o ato encerrou o seu ciclo de formação. 
Os atos administrativos podem ser perfeitos, imperfeitos, pendentes e 
consumados/exauridos. O primeiro já completou o seu ciclo de formação, ou 
seja, e está pronto! O ato imperfeito, por sua vez, é aquele que ainda depende 
de alguma medida para estar pronto (exemplo: ato que já foi preparada, mas 
ainda aguarda a assinatura da autoridade competente). Já o ato pendente é 
aquele que está pronto, mas que depende de um elemento acidental para 
produzir efeitos, como termo ou condição. Por fim, o ato consumado ou 
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exaurido é aquele que já produziu todos os efeitos que deveria produzir, como 
o ato de concessão de férias após o cumprimento de todo o prazo de duração. 
(1) A Administração Pública pode fazê-lo em relação aos seus próprios atos quando 
eivados de vícios que os tornem ilegais. 
Os atos viciados (ilegais) são passíveis de anulação. 
(3) Interesse Público. 
Um dos elementos de formação dos atos é a finalidade, que será 
invariavelmente o interesse público. 
(2) A Administração pode fazê-lo em relação aos seus próprios atos, por motivo de 
conveniência ou oportunidade. 
Os atos inconvenientes e inoportunos são passíveis de revogação, realizada 
pela própria Administração. 
(4) Baseia-se no princípio de que o motivo do ato administrativo deve sempre guardar 
compatibilidade com a situação que gerou a manifestação de vontade. 
Uma vez motivados, os atos dependerão da legitimidade dos motivos alegados 
para a prática do ato. Assim, se for comprovado que os motivos apresentados 
são falsos ou inexistentes, o ato será nulo. Logo, o motivo do ato deve guardar 
compatibilidade com a situação que gerou a decisão. 
Assim, temos a seguinte sequência: 5, 1, 3, 2 e 4. 
Gabarito: alternativa D. 
22. (Consulplan - Of Adm/CMCV/2010) Os requisitos dos atos administrativos os 
distinguem dos demais atos jurídicos de direito privado, conferindo-lhes o status de 
emanação do poder público e dando-lhes validade. Assinale a alternativa que 
apresenta tais requisitos do ato administrativo: 
a) Competência, finalidade, forma, motivo e objeto. 
b) Competência, imperatividade e publicidade. 
c) Supremacia do interesse público, moralidade e legitimidade. 
d) Legalidade, impessoalidade, moralidade, publicidade e eficiência. 
e) Presunção de legitimidade, imperatividade e autoexecutoriedade. 
Comentário: os requisitosou elementos dos atos administrativos são 
competência, finalidade, forma, motivo e objeto, que formam o mnemônico: 
ComFiForMOb. 
Gabarito: alternativa A. 
23. (Consulplan – Advogado/Prefeitura de Sertaneja/2010) Sobre Atos 
Administrativos, marque a alternativa INCORRETA: 
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a) A Administração pode anular seus próprios atos, quando eivados de vícios que os 
tornem ilegais, porque deles não se originam direitos; ou revogá-los, por motivo de 
conveniência e oportunidade, respeitados os direitos adquiridos e ressalvada, em 
todos os casos, a apreciação judicial. 
b) A autorização é um ato administrativo, discricionário e precário, pelo qual a 
Administração consente que o particular exerça atividade ou utilize bem público no 
seu próprio interesse. 
c) A licença é um ato discricionário. 
d) Atos vinculados são aqueles que o agente pratica reproduzindo os elementos que 
a lei previamente estabelece. 
e) Imperatividade significa que os atos administrativos são cogentes. 
Comentário: 
a) a alternativa reflete o conteúdo da Sú mula 473 do STF que dispõe que “a 
administração pode anular seus próprios atos, quando eivados de vícios que 
os tornam ilegais, porque deles não se originam direitos; ou revogá-los, por 
motivo de conveniência ou oportunidade, respeitados os direitos adquiridos, e 
ressalvada, em todos os casos, a apreciação judicial ” – CORRETA; 
b) a autorização é um ato negocial ou de consentimento, discricionário e 
precário (revogável a qualquer tempo), por meio do qual a Administração 
consente (permite) que o particular exerça uma atividade (ex.: serviço de táxi) 
ou utilize um bem público – CORRETA; 
c) a licença também é ato negocial, porém vinculado e permanente (em regra, 
não pode ser revogado) – ERRADA; 
d) nos atos vinculados, o agente meramente reproduz os elementos 
previamente estabelecidos em lei, uma vez que não há margem de liberdade – 
CORRETA; 
e) ato cogente é aquele que impõe obrigações, ainda que sem concordância, o 
que é justamente o conceito de imperatividade – CORRETA. 
Gabarito: alternativa C. 
24. (Consulplan - Tec Cont/ Prefeitura de Guaxupé/2010) A extinção de um ato 
administrativo perfeito, que se tornou inoportuno e inconveniente, denomina-se: 
a) Revogação. 
b) Anulação. 
c) Convalidação. 
d) Conversão. 
e) Invalidação. 
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Comentário: essa já está de graça! Os atos inconvenientes e inoportunos 
podem ser revogados. 
A anulação ou invalidação é a extinção de um ato inválido. A convalidação é o 
meio de correção dos atos sanáveis. Por fim, a conversão é uma espécie de 
convalidação que ocorre quando a Administração, depois de retirar a parte 
inválida do ato anterior, faz a sua substituição por uma nova parte, de modo que 
o novo ato passe a conter a parte válida anterior e uma nova parte. 
Gabarito: alternativa A. 
25. (Consulplan – Advogado/Prefeitura de Itabaiana/2010) Sobre a extinção dos 
atos administrativos, marque a alternativa INCORRETA: 
a) Há caducidade quando a retirada do ato funda-se no advento de nova legislação 
que impede a permanência da situação anteriormente consentida. 
b) A cassação é a forma extintiva que se aplica quando o beneficiário descumpre 
condições que permitem a manutenção do ato do seus efeitos. 
c) A anulação é a forma de desfazimento do ato administrativo em virtude da 
existência de vício de legalidade. Pode ser feita pela própria Administração ou pelo 
Poder Judiciário. 
d) A revogação se dá quando a Administração Pública promove a retirada do ato 
administrativo por razões de conveniência e oportunidade. 
e) A revogação gera efeitos retroativos. 
Comentário: 
a) a caducidade é a retirada de um ato decorrente de lei superveniente, que 
impeça a permanência do ato anterior. Portanto, uma lei nova, posterior ao ato, 
torna-o ilegal. É o caso da autorização concedida pela prefeitura municipal para 
o funcionamento de um circo com animais; mas depois surge uma lei nova, 
proibindo esse tipo de atividade no âmbito municipal com animais – CORRETA; 
b) a cassação ocorre quando o beneficiário do ato deixa de observar os 
requisitos essenciais para a sua manutenção, a exemplo do motorista que 
ultrapassa o limite de pontos em sua carteira nacional de habilitação e que, por 
isso, tem a licença para dirigir cassada – CORRETA; 
c) exato! A anulação decorre de uma ilegalidade, podendo ser realizada pela 
Administração ou pelo Poder Judiciário – CORRETA; 
d) e e) a revogação decorre da análise do mérito do ato, ou seja, de suas razões 
de conveniência e oportunidade, gerando efeitos prospectivos (não 
retroativos): D – CORRETA; E – ERRADA. 
Gabarito: alternativa E. 
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Poderes administrativos 
26. (Consulplan – Técnico Judiciário/TRE-MG/2015) O poder regulamentar é um 
dos mais relevantes para a Administração Pública e, em regra, concretizaǦse via 
decreto expedido pelo chefe do Poder Executivo. Nos termos da Constituição Federal, 
quando o decreto regulamentador expedido pelo Executivo é exorbitante, caberá a 
sua suspensão pelo: 
a) Congresso Nacional. 
b) Senado da República. 
c) Câmara dos Deputados. 
d) Supremo Tribunal Federal. 
Comentário: de acordo com a Constituição Federal, compete ao Congresso 
Nacional sustar os atos normativos do Poder Executivo que exorbitem do poder 
regulamentar ou dos limites de delegação legislativa (CF, art. 49, V). 
Portanto, quando o Presidente da República editar um decreto executivo que, 
por exemplo, crie obrigações não previstas em lei, caberá ao Congresso 
Nacional analisá- lo e, se for o caso, sustar (tirar a eficácia) daquilo que exorbitar 
o poder regulamentar. 
Gabarito: alternativa A. 
27. (Consulplan – Técnico Judiciário/TRE-MG/2015) Quando o Estado estabelece 
limitações e restrições ao exercício de determinadas profissões e existe lei criando 
uma entidade responsável pela fiscalização está sendo realizado o 
a) ato especial. 
b) poder de polícia. 
c) funcionamento regular. 
d) intervencionismo burocrático. 
Comentário: define-se como poder de polícia o poder-dever da Administração 
de condicionar ou restringir o gozo de bens, atividades, e direitos individuais, 
em benefício da coletividade ou do próprio Estado. Por exemplo: quando se 
regulamenta o exercício de determinada profissão, estabelecendo condições 
para o seu exercício e normas para a sua fiscalização, estará presente o poder 
de polícia normativo. 
Ademais, os conselhos de fiscalização de profissão em geral (como o Conselho 
Regional ou Nacional de Medicina) exercem o poder de polícia quando 
fiscalizam o exercício da atividade profissional regulada, pois, nesse caso, 
estão exercendo restrições ou condicionamentos para o exercício de 
determinada profissão, em benefício da sociedade. Logo, o gabarito é a letra B. 
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As demais alternativas estão todas erradas. Não existe uma definição do que 
seria “ato especial”. Funcionamento regular, por sua vez, remete a algo que está 
ocorrendo dentro da normalidade. Por fim, intervencionismo burocrático 
remete à ideiade intervenção do Estado. De fato, há intervenção do Estado 
quando se regula a ativi dade profissional, mas esta não seria a “melhor 
alternativa”. 
Gabarito: alternativa B. 
28. (Consulplan – Técnico Judiciário/TRE-MG/2015) O poder de polícia deve ser 
exercido pela Administração Pública de acordo com o interesse público. Por tal razão 
é chamado de poderǦdever. A esse respeito, é correto afirmar que o poder de polícia 
a) é amplo e permite a edição de regulamentos autônomos e executórios à margem 
da lei. 
b) impõe que a Administração Pública apure infrações e aplique penalidades, mesmo 
que não haja legislação prévia. 
c) é discricionário e confere ao administrador a liberdade subjetiva de aplicar sanções 
ainda que em desacordo com os princípios da proporcionalidade e razoabilidade. 
d) é uma competência estatal que autoriza o agente público a restringir a liberdade e 
a propriedade em nome do interesse público, desde que sejam observados os 
princípios da proporcionalidade e razoabilidade. 
Comentário: 
a) o poder de polícia de fato é amplo, pois envolve várias áreas. Contudo, 
qualquer restrição de direito deve ser precedida de previsão legal, não se 
podendo admitir a edição de regulamentos autônomos e executórios, no âmbito 
do poder de polícia, despidos de previsão legal – ERRADA; 
b) novamente, a aplicação de sanções depende de previsão em lei – ERRADA; 
c) de fato, uma das características do exercício do poder de polícia é a 
discricionariedade. No entanto, a liberdade do agente público deve ser limitada 
pela lei e pelos postulados da razoabilidade e da proporcionalidade. Assim, 
ainda que uma sanção esteja dentro dos limites da lei, mas se mostrar 
desarrazoada ou desproporcional à irregularidade cometida, ela será passível 
de anulação – ERRADA; 
d) exato! No poder de polícia, o Estado poderá limitar a liberdade de propriedade 
em nome do interesse público, observando- se, é claro, as balizas da 
razoabilidade e da proporcionalidade – CORRETA. 
Gabarito: alternativa D. 
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29. (Consulplan – Técnico Judiciário/TRE-MG/2015) Quando a lei estadual Y 
determina que os atos administrativos sobre o tema P devem ser praticados de acordo 
com a aplicação de determinados formulários constantes em manual existente no 
âmbito da Secretaria de Fazenda está impondo ao administrador público o poder 
a) finalístico. 
b) vinculado. 
c) controlador. 
d) discricionário. 
Comentário: a questão é interessante. O que o enunciado da Consulplan está 
passando é que determinado tema deverá ser realizado na exata forma prevista 
em lei. Logo, trata-se do poder vinculado. Veja, o ato administrativo sobre o 
tema P deverá será praticado segundo os formulários previamente 
estabelecidos. Logo, o gabarito é a opção B.a 
Assim, a letra D está errada, justamente porque não existe discricionariedade 
no caso. 
As letras A e C estão erradas, uma vez que não existe “poder finalístico” e 
“poder controlador”. 
Gabarito: alternativa B. 
30. (Consulplan – Técnico Judiciário/TRE-MG/2015) Qualquer ato de autoridade, 
para ser irrepreensível, deve conformarǦse com a lei, com a moral da instituição e com 
o interesse público. Sobre o uso e abuso do poder, é INCORRETO afirmar que 
a) o uso do poder é lícito; o abuso, sempre ilícito. 
b) o ato administrativo imoral ou ilegal expõeǦse à nulidade. 
c) o gênero abuso de poder ou abuso de autoridade reparteǦse em duas espécies: o 
excesso de poder e o desvio de finalidade. 
d) o abuso do poder se manifesta sempre de forma comissiva, posto que a forma 
omissiva representa a inércia da autoridade administrativa. 
Comentário : 
a) o agente público, ao atuar na condição de agente público, exerce um poder 
concedido a ele pela Administração. Trata- se, portanto, de um “poder-dever”, 
pois a lei concede uma prerrogativa aos agentes públicos, ao mesmo tempo 
que determina a sua atuação. Desse modo, o uso do poder é lícito. Por outro 
lado, o exercício ilegítimo das prerrogativas previstas no ordenamento jurídico 
à Administração Pública se caracteriza, de forma genérica, como abuso de 
poder. Posto isso, por não se tratar de atividade legal, o abuso de poder é 
sempre ilícito – CORRETA; 
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b) essa alternativa não versa sobre os poderes administrativos, mas sim sobre 
os atos administrativos. No entanto, é uma questão simples de ser respondida. 
Um ato viciado é um ato ilegal, e portanto passível de anulação. Da mesma 
forma, um ato imoral é aquele que ofende a moral e os bons costumes. Da 
mesma forma como ocorre com o ato ilegal, os atos imorais também são 
passíveis de anulação – CORRETA; 
c) isso mesmo. O abuso de poder desdobra-se em duas categorias, (i) excesso 
de poder: quando o agente público atua fora dos limites de sua esfera de 
competência; e (ii) desvio de poder (desvio de finalidade): quando o 
agente atua dentro de sua esfera de competência, porém de forma contrária à 
finalidade explícita ou implícita na lei que determinou ou autorizou o ato. Nesse 
caso, será desvio de poder a tanto conduta contrária à finalidade geral 
(interesse público, finalidade mediata) quanto à finalidade específica (imediata) 
– CORRETA; 
d) o reconhecimento do abuso de poder pode se expressar tanto na conduta 
comissiva (no fazer) quanto na conduta omissiva (deixar de fazer). Assim, 
quando um agente público deixa de agir quando a lei determina a sua atuação, 
também estaremos diante de um abuso de poder – ERRADA. 
Gabarito: alternativa D. 
31. (Consulplan – Assistente Técnico Administrativo/CODERN/2014) O poder 
conferido à Administração Púb l ica que lhe permite punir, apenar a prática de 
infrações funcionais dos servidores denomina-se poder 
a) funcional. 
b) de polícia. 
c) disciplinar. 
d) hierárquico. 
e) regulamentar. 
Comentário: vamos ver uma breve definição de cada um dos poderes? Assim 
aproveitamos para “refrescar” a nossa memória: 
 poder de polícia : poder inserido na esfera privada, que permite que se 
apliquem restrições ou condicionamentos nas atividades privadas. Assim, 
por meio deste poder, é possível que a Administração Pública condicione 
e restrinja o uso e gozo de bens, atividades, e direitos individuais, em 
benefício da coletividade ou do próprio Estado; 
 poder disciplinar : permite a aplicação de punições em decorrência de 
infrações relacionadas com atividades exercidas no âmbito da própria 
Administração Pública; 
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 poder hierárquico : poder que possui o Executivo (ou os demais Poderes 
no exercício da função administrativa) para distribuir e escalonar as 
funções de seus órgãos, ordenar e rever a atuação de seus agentes, 
estabelecendo a relação de subordinação entre os servidores do seu 
quadro de pessoal; 
 poder regulamentar : poder conferido ao chefe do Poder Executivo para a 
edição de normas complementares à lei, permitindo a sua fiel execução. 
Assim, podemos assinalar a alternativa C – poder disciplinar – como nosso 
gabarito. 
Gabarito: alternativa C. 
32. (Consulplan – Administrador/Prefeitura de Cascavel- PR/2014) “Ao 
administrador público, em regra, chefe do executivo, é conferido o poder de editar 
normas complementares à lei, visando a sua fiel execução.” Trata-sedo poder 
a) dever. 
b) de polícia. 
c) disciplinar ou de disciplina. 
d) normativo ou regulamentar. 
e) de regrado ou de regramento. 
Comentário: agora que já relembramos as definições fica fácil identificar o 
poder correto. A edição de decretos regulamentares que se destinam à fiel 
execução das leis é conferida pelo poder normativo ou regulamentar 
(alternativa D). 
Gabarito: alternativa D. 
33. (Consulplan – Assistente Técnico Administrativo/CODERN/2014) Seja um 
caso hipotético em que um governante desapropria uma propriedade de uma 
empresa, cujo proprietário é seu adversário político. Considerando a possibilidade de 
a autoridade ter incorrido em abuso de poder, é correto afirmar que 
a) se a autoridade comprovar que o ato praticado restringiu-se aos limites 
estabelecidos na legislação específica, não há amparo legal para possível 
configuração de abuso de poder. 
b) para configurar abuso de poder, há que se demonstrar que se trata de ato 
discricionário, o que significa que a autoridade teria praticado o ato em acordo com 
seu juízo e interesse pessoal. 
c) se o ato praticado corresponder ao interesse público da coletividade, a 
configuração do abuso de poder não encontra acolhida na legislação aplicável, 
mesmo que haja falhas formais na prática do ato. 
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d) o proprietário pode impetrar representação contra o ato da autoridade, avocando 
possível abuso de poder, mas não mandado de segurança, pois a Administração 
Pública tem presunção de idoneidade. 
e) para configurar abuso do poder da autoridade, é necessário comprovar desvio 
da finalidade da desapropriação, o que, de per si, permitiria o questionamento da 
legalidade do ato, por violação do espírito da lei. 
Comentário: questão bem interessante. A desapropriação de propriedade deve 
ter finalidade pública, como ocorre por exemplo na expropriação de um terreno 
para a construção de um aeroporto. Se, eventualmente, a desapropriação for 
praticada com finalidade diferente da prevista em lei (desvio de finalidade), 
configura-se abuso de poder da autoridade pública. 
Por exemplo, se uma autoridade desapropriar o terreno simplesmente para 
prejudicar um inimigo seu, estará configurado o desvio de finalidade e, por 
conseguinte, o abuso de poder. 
Nesse contexto, para se configurar o abuso de poder, é necessário comprovar 
que a desapropriação foi realizada com desvio de finalidade. Assim, a 
legalidade do ato poderá ser questionada, por violação do espírito (finalidade) 
da lei. Portanto, o nosso gabarito é a alternativa E. 
Vejamos as demais opções: 
a) um ato administrativo deve observar os limites e a finalidade da lei. Logo, 
mesmo que o ato seja realizado nos limites da lei, ele poderá configurar abuso 
de poder se não for observada, também, a finalidade prevista em lei – ERRADA; 
b) o abuso de poder pode ocorrer nos atos discricionários ou vinculados – 
ERRADA; 
c) o ato pode observar o interesse público e ainda sim ser praticado com abuso 
de poder. É o que ocorre, por exemplo, quando não se observa o direito ao 
contraditório ou quando o ato é praticado por pessoa incompetente – ERRADA; 
d) o mandado de segurança tem justamente a finalidade de proteger o direito 
líquido e certo afetado por ilegalidade ou abuso de poder de autoridade pública 
(CF, art. 5º, LXIX ) – ERRADA. 
Gabarito: alternativa E. 
34. (Consulplan – Psicólogo/Prefeitura de Coimbra/2014) O prefeito de 
determinado município editou um decreto disciplinando o horário de funcionamento 
interno da prefeitura. Diante da hipótese, é correto afirmar que o prefeito agiu no 
exercício dos poderes 
a) de polícia e disciplinar. 
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b) disciplinar e vinculado. 
c) vinculado e hierárquico. 
d) de polícia e regulamentar. 
e) regulamentar e hierárquico. 
Comentário : o ato de editar um decreto é pertencente ao poder regulamentar, 
posto que ele é o poder que permite a edição de normas complementares à lei, 
permitindo a sua fiel execução. 
Além disso, temos um segundo poder na questão. Esse segundo poder reflete 
àquele que permite disciplinar questões internas da Administração, que 
envolvam distribuição e escalonação (no caso exposto, o horário de 
funcionamento interno da prefeitura), qual seja, o poder hierárquico. 
Assim, podemos assinalar a alternativa E como nosso gabarito (regulamentar e 
hierárquico). 
Gabarito: alternativa E. 
35. (Consulplan – Estagiário/TJ-MG/2014) “É aquele através do qual a lei permite 
à Administração Pública aplicar penalidades às infrações funcionais de seus 
servidores e demais pessoas a ela ligadas.” TrataǦse do poder 
a) de Polícia. 
b) disciplinar. 
c) hierárquico. 
d) discricionário. 
Comentário: a aplicação de penalidades internas, aos servidores públicos ou 
às pessoas sujeitas à disciplina interna da Administração, denomina-se poder 
disciplinar (alternativa B). Com efeito, o poder disciplinar não alcança apenas 
os servidores, mas também particulares que possuem algum vínculo especial 
com a Administração, como uma empresa que firma um contrato administrativo 
com o poder público. 
Gabarito: alternativa B. 
36. (Consulplan – Advogado/TERRACAP/2014) O poder de polícia é normalmente 
conceituado pela doutrina administrativista como a prerrogativa de direito público que, 
calcada na lei, autoriza a Administração Pública a restringir o uso e o gozo da 
liberdade e da propriedade em favor do interesse da coletividade (In CARVALHO 
FILHO, José dos Santos. Manual de Direito Administrativo. 21. ed. Rio de Janeiro: 
Lumen Juris, 2009, p. 73.). Nesta linha de ideias, NÃO se pode afirmar sobre o poder 
de polícia: 
a) De regra, admiteǦse a delegação do poder de polícia. 
b) O princípio da proporcionalidade é um limite ao poder de polícia. 
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c) Coercibilidade é uma característica, o que o torna obrigatório, independentemente 
da vontade do administrado. 
d) Discricionariedade é uma característica, podendo também ser vinculado, quando 
todos os elementos da atuação estatal estiverem previstos na lei. 
e) Autoexecutoriedade é uma característica, o que significa que a Administração pode 
promover a execução por si mesma, independentemente de manifestação judicial 
Comentário: 
a) em regra, o poder de polícia não é passível de delegação. Motivo pelo qual o 
item está incorreto. Ressalta-se, todavia, que o STJ admite a delegação de parte 
do poder de polícia aos particulares, especialmente as atividades d e 
consentimento e de fiscalização (não admite a delegação das atividades de 
ordem de polícia e de sanção). Já o STF admite apenas a delegação de 
atividades materiais, como a realização de uma demolição. Portanto, em regra, 
não é possível a delegação do poder de polícia – ERRADA; 
b) o poder de polícia, em regra, é discricionário. Mas essa discricionariedade é 
balizada pela lei e pelos postulados da proporcionalidade e da razoabilidade, 
que impedem a aplicação de sanções ou restrições exageradas – CORRETA; 
c) a coercibilidade é um atributo (característica) do poder de polícia, que 
significa que os atos de polícia tornam-se obrigatórios,independentemente de 
concordância do administrado – CORRETA; 
d) em regra, os atos de polícia são discricionários, mas é sim possível que um 
ato seja vinculado, quando todos os seus elementos de formação estiverem 
previstos em lei (exemplo: licença) – CORRETA; 
e) a autoexecutoriedade também é uma característica dos atos de polícia, que 
significa que a Administração poderá executar suas decisões por seus próprios 
meios, independentemente de ordem judicial – CORRETA. 
Gabarito: alternativa A. 
37. (Consulplan – Analista Técnico de Políticas Públicas/Prefeitura 
Nepomuceno-MG/2013) O Direito Administrativo consagra alguns poderes que são 
inerentes ao desempenho da atividade administrativa, denominando-os Poderes 
Administrativos. Neste pórtico, assinale a alternativa que NÃO indica um destes 
poderes. 
a) Poder de polícia. 
b) Poder disciplinar. 
c) Poder hierárquico. 
d) Poder instrumental. 
e) Poder regulamentar. 
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Comentário: questão de graça, não é mesmo? 
São poderes administrativos os poderes vinculado e discricionário, 
hierárquico, disciplinar, regulamentar e de polícia. Portanto, a única alternativa 
que não corresponde a um poder administrativo é a D – poder instrumental. 
Gabarito: alternativa D. 
38. (Consulplan – Técnico Judiciário/TSE/2012) Em relação aos poderes 
administrativos, é correto afirmar que 
a) entre ente federativo e autarquia há poder hierárquico. 
b) entre um superior e seu subordinado em uma repartição há poder hierárquico. 
c) a multa aplicada a um particular que avança o sinal tem fundamento no poder 
hierárquico. 
d) a multa aplicada pelo poder concedente a uma concessionária de serviço público 
tem base no poder hierárquico. 
Comentário : 
a) não existe hierarquia entre a administração direta e indireta. Assim sendo , 
não há a ocorrência de poder hierárquico entre o ente federativo e a autarquia 
– ERRADA; 
b) o poder hierárquico estabelece a relação de subordinação entre os 
servidores do seu quadro de pessoal. Isso quer dizer que é o poder hierárquico 
que existe entre o superior e o seu subordinado em uma repartição – CORRETA; 
c) a aplicação de uma multa de trânsito demonstra a ocorrência do poder de 
polícia – ERRADA; 
d) enquanto a aplicação de uma multa de trânsito decorre do poder de polícia, 
a aplicação de punições em decorrência de infrações relacionadas com 
atividades exercidas no âmbito da própria Administração Pública confirma a 
aplicação do poder disciplinar – ERRADA. 
Gabarito: alternativa B. 
39. (Consulplan – Técnico Judiciário/TSE/2012) Sobre o tema poderes 
administrativos, marque a alternativa correta. 
a) É pacífico o entendimento de que os poderes administrativos são renunciáveis. 
b) Regulamento autônomo é aquele que complementa a lei, permitindo a sua fiel 
execução. 
c) Hierarquia é o escalonamento em plano horizontal dos órgãos e agentes da 
Administração, estabelecendo uma relação de coordenação. 
d) O poder disciplinar permite a aplicação de sanções dos servidores da 
Administração Pública por infração funcional. 
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Comentário : 
a) os poderes administrativos são outorgados aos agentes públicos para que 
eles possam atuar em prol do interesse público. Logo, as competências são 
irrenunciáveis e devem obrigatoriamente ser exercidas – ERRADA; 
b) os decretos que permitem a fiel execução da lei são os decretos 
regulamentares. Os decretos autônomos (ou regulamentos autônomos), 
citados na alternativa, tratam de matérias não disciplinadas em lei – ERRADA; 
c) hierarquia é a relação de subordinação existente entre os vários órgãos e 
agentes administrativos, com a distribuição de funções e a gradação de 
autoridade de cada um. Assim, o que ocorre é a o escalonamento vertical, vindo 
do superior ao seu subordinado – ERRADA; 
d) isso mesmo. O poder disciplinar é o poder-dever de punir internamente as 
infrações funcionais dos servidores e demais pessoas sujeitas à disciplina dos 
órgãos e serviços da Administração – CORRETA. 
Gabarito: alternativa D. 
40. (Consulplan - Técnico Judiciário/TSE/2012) Sobre Ato Administrativo, Abuso 
de Poder e Poder de Polícia, analise cada uma das afirmativas, assinalando aquela 
que for verdadeira. 
a) O mérito do ato administrativo está sempre presente nos atos discricionários, o que 
não acontece nos atos vinculados. 
b) São exemplos de atos administrativos discricionários a licença para construir e a 
autorização para porte de arma. 
c) Na Administração Pública, o abuso de poder apresenta-se unicamente de forma 
comissiva, seja por excesso ou desvio de poder. 
d) O poder de polícia é exercido com vinculação estrita, obedecendo às limitações da 
lei relativamente à competência, forma, fins, motivos e objeto. 
Comentário: vamos analisar cada uma das alternativas: 
a) os atos discricionários são aqueles em que o servidor possui uma margem 
de escolha em suas decisões e pode agir por seu próprio mérito, valorando o 
motivo e o objeto do ato. Por outro lado, os atos vinculados não permitem essa 
valoração, ou seja, não existe mérito, apenas uma rigidez maior na execução 
dos atos – CORRETA; 
b) a licença é ato vinculado, ou seja, presentes os requisitos legais, a autoridad e 
é obrigada a concedê-la. Já a autorização é discricionária, pois a Administração 
Pública deverá fazer o juízo de conveniência e oportunidade para concedê-la ou 
não – ERRADA; 
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c) o abuso de poder pode se expressar tanto na conduta comissiva (no fazer) 
quanto na conduta omissiva (deixar de fazer) – ERRADA; 
d) uma das características do poder de polícia é a discricionariedade, pois cabe 
à Administração decidir o momento da escolha do que se deve fiscalizar e, no 
caso em concreto, escolher a sanção ou medida dentre diversas previstas em 
lei – ERRADA. 
Gabarito: alternativa A. 
Licitação pública 
41. (Consulplan – TJ-MG/2016) A Administração Pública, quando contrata com 
terceiros, em regra, o faz através da licitação, nos termos definidos pela Lei nº 
8.666/93. Todavia, esse certame NÃO se destina a garantir 
a) a observância do princípio constitucional da isonomia. 
b) a seleção da proposta mais vantajosa para a administração. 
c) a promoção do desenvolvimento nacional sustentável. 
d) a probidade administrativa, assegurada pelo sigilo da licitação. 
Comentário: de acordo com o art. 3º, caput, da Lei 8.666/1993, as licitações 
públicas destinam-se a: (i) garantir a observância do princípio constitucional da 
isonomia; (ii) selecionar a proposta mais vantajosa para a administração; (iii) 
promover o desenvolvimento nacional sustentável. Logo, as opções A, B e C 
estão corretas. 
Por outro lado, a probidade administrativa é um princípio que deve ser 
observado nas licitações, e não uma destinação/finalidade. Além disso, em 
regra, as fases da licitação serão públicas, exceto o conteúdo das propostas, 
até a data de sua abertura (art. 3º, § 3º). 
Gabarito: alternativa D. 
42. (Consulplan – Notário e Registrador/TJ-MG/2015) Assinale a alternativa 
INCORRETA: 
a) É vedado incluir no objeto da licitação a obtenção de recursos

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