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Prova Objetiva
Aluno(a): BRUNO CESAR JESUS DE MENEZES | Matrícula: 105466 | Curso: SEGURANÇA PÚBLICA
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A Comunicação Não Violenta (CNV), desenvolvida pelo psicólogo Marshall Rosenberg, se traduz
em uma abordagem que visa melhorar a qualidade das interações humanas, promovendo a
empatia, a compreensão mútua e a resolução construtiva de conflitos. A CNV é baseada em um
conjunto de princípios. Assinale a alternativa que representa os princípios da CNV.
Princípio da solidariedade e princípio da autodeterminação informativa.
Princípio da observação objetiva; princípio do da identificação e expressão de
sentimentos; princípio da empatia e escuta ativa.
Princípio da igualdade, princípio da empatia e escuta ativa; princípio da
autodeterminação informativa.
Princípio da autodeterminação informativa; princípio da autotutela.
Princípio do julgamento antecipado da lide e princípio da igualdade.
O primeiro princípio da CNV é observar de forma objetiva e sem julgamento. Isso envolve
descrever o que está acontecendo sem avaliar ou criticar.
GESTÃO DE CONFLITOS
1 Princípios da Comunicação Não Violenta (CNV)
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14/04/2026, 08:28 Gran Faculdade
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O segundo princípio da CNV incentiva a identificação e a expressão de sentimentos.
Reconhecer e comunicar nossos sentimentos de maneira honesta e vulnerável é essencial
para promover a compreensão.
O terceiro princípio da CNV destaca a importância de identificar e comunicar nossas
necessidades. Todos têm necessidades legítimas, e a CNV nos ensina a reconhecê-las.
O quarto princípio da CNV envolve fazer pedidos claros e concretos em vez de demandas
ou críticas.
O quinto princípio da CNV enfatiza a empatia e a escuta ativa. A empatia promove a
conexão humana e a resolução de conflitos, criando um ambiente propício para a
compreensão mútua.
Resp.: 14/04/2026 08:21:29
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Tão importante quanto apresentar feedback, é usar as técnicas de feedback a seu favor.
Técnicas de feedback são abordagens específicas e estratégias utilizadas para fornecer
informações, avaliações ou comentários a outra pessoa de maneira clara, construtiva e eficaz.
Assim, considere as seguintes afirmações:
I – Feedback Descritivo: descreve observações e comportamentos específicos em vez de fazer
generalizações abstratas. Isso torna o feedback mais concreto e objetivo. Por exemplo, "Você
chegou atrasado para a reunião hoje", em vez de "Você nunca é pontual".
II – Feedback com Emoção Controlada: aborda tanto as áreas que precisam de melhoria quanto
os pontos fortes. Destacar apenas o que está errado pode desmotivar a pessoa.
III – Feedback Positivo e Construtivo: além de destacar áreas que precisam de melhoria, inclui
reconhecimento e elogios pelas ações ou comportamentos bem-sucedidos. Isso equilibra a
avaliação e aumenta a aceitação do feedback.
Marque a alternativa que representa corretamente técnicas de feedback:
As alíneas I e II representam técnicas de feedback.
As alíneas I e III representam técnicas de feedback.
As alíneas II e III representam técnicas de feedback.
Apenas a alínea II representa uma técnica de feedback.
Todas as alternativas representam técnicas de feedback.
A alínea II não tratou do Feedback com Emoção Controlada, e sim do Feedback
Equilibrado, que justamente aborda tanto as áreas que precisam de melhoria, quanto os
pontos fortes. Destacar apenas o que está errado pode desmotivar a pessoa. O Feedback
com Emoção Controlado visa a um tom calmo e profissional ao fornecer feedback,
evitando emoções negativas excessivas. A entrega emocionalmente carregada pode
dificultar a aceitação do feedback.
Resp.: 14/04/2026 08:21:30
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Marque verdadeiro ou falso para as sentenças a seguir:
( ) Compartilhamento de Informações Recíprocas é uma maneira eficaz de construir
temperança e criar um ambiente de reciprocidade.
( ) Cumprir Promessas e Compromissos está relacionado a cumprir com os compromissos que
foram pactuados em uma negociação para construção da temperança.
( ) Escuta Ativa significa ouvir não apenas as palavras, mas também os sentimentos
subjacentes. Demonstrar que você está realmente ouvindo e se importando com o que a outra
pessoa está dizendo é essencial.
( ) Compreensão Contextual é a técnica de tentar entender o contexto da outra pessoa. Isso
2 Escuta Ativa e Feedback
3 Relações Sociais e Comunicação Humana
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14/04/2026, 08:28 Gran Faculdade
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envolve considerar sua história de vida, experiências passadas e as pressões que pode estar
enfrentando.
F; F; V; V
F; V; V; F
V; F; F; V
V; F; V; F
F; F; V; F
Compartilhamento de Informações Recíprocas é uma maneirade construir confiança e
criar um ambiente de reciprocidade. Comece compartilhando informações relevantes
sobre o caso ou processo, demonstrando sua disposição para ser transparente. Isso
encoraja a outra parte a fazer o mesmo
Cumprir Promessas e Compromissos: Cumprir o que você promete é crucial para a
construção da confiança. Se você prometer proteger a confidencialidade de uma
testemunha, por exemplo, é vital honrar essa promessa para que eles se sintam seguros
em cooperar.
Resp.: 14/04/2026 08:21:30
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No contexto jurídico brasileiro, conciliação e mediação são frequentemente mencionadas como
métodos alternativos de resolução de conflitos, mas possuem características distintas que são
fundamentais para a compreensão e aplicação correta de cada uma. Enquanto a mediação é
regida pela Lei n. 13.140/2015, a conciliação é amplamente abordada no Código de Processo
Civil, especialmente nos artigos relacionados aos procedimentos de resolução consensual de
litígios. Nesse sentido, assinale a alternativa que representa as principais distinções entre a
conciliação e a mediação.
O mediador pode propor alternativas e direcionar as partes para um acordo, sendo
comum em casos em que as partes não têm um relacionamento prévio ou prolongado,
como em disputas consumeristas ou pequenas causas.
A principal diferença entre conciliação e mediação reside na abordagem do terceiro
facilitador. Enquanto o conciliador pode ter uma postura mais propositiva e ativa na
busca por uma solução, o mediador atua como um facilitador do diálogo, sem interferir
no conteúdo das decisões, priorizando a autonomiadas partes.
A principal diferença entre conciliação e mediação reside na abordagem do das partes.
Enquanto as partes, na conciliação, podem ter uma postura mais propositiva e ativa na
busca por uma solução, na mediação, as partes atuam como norteadoras do diálogo, sem
que uma interfira no conteúdo das decisões da outra, em decorrência da autonomia das
partes.
A principal diferença entre mediação e conciliação reside na abordagem do terceiro
facilitador. Enquanto o mediador pode ter uma postura mais propositiva e ativa na busca
por uma solução, o conciliador atua como um facilitador do diálogo, sem interferir no
conteúdo das decisões, priorizando a autonomia das partes.
A conciliação caracteriza-se pela figura do conciliador como um facilitador neutro que
auxilia as partes a identificar e explorar interesses comuns e alternativas de solução, sem,
contudo, sugerir ou impor soluções.
A Lei n. 13.140/2015 descreve em seu texto o conceito de mediação como sendo uma
técnica de negociação na qual um terceiro, indicado ou aceito pelas partes, as ajuda a
encontrar uma solução que atenda a ambos os lados. Apesar de serem métodos muito
similares, o Código de Processo Civil, em seu artigo 165, faz uma diferenciação entre
mediadores e conciliadores judiciais. Segundo o CPC, o conciliador atua preferencialmente
nas ações, nas quais não houver vínculo entre as partes, e pode sugerir soluções.
Já o mediador atua nas ações nas quais as partes possuem vínculos, com objetivo de
restabelecer o diálogo e permitir que elas proponham soluções para o caso. Tanto a Lei n.
4 Mediação
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14/04/2026, 08:28 Gran Faculdade
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13.140/2015, quanto o Código de Processo Civil tratam a conciliação como um sinônimo
de mediação, mas na prática há uma sutil diferença, a técnica usada na conciliação para
aproximar as partes é mais direta, há uma participação mais efetiva do conciliador na
construção e sugestão de soluções. Na mediação o mediador interfere menos nas
soluções e age mais na aproximação das partes.
Resp.: 14/04/2026 08:21:30
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A aprendizagem sobre as técnicas de conciliação e mediação representa um avanço
significativo na forma como lidamos com conflitos e delitos. A conciliação e a mediação
emergem como abordagens essenciais, oferecendo caminhos alternativos para a resolução de
disputas e a reparação de danos. Dentre as técnicas essenciais para tornar o processo de
conciliação e mediação eficaz e eficiente, estão:
I – Recontextualização do caso.
II – Escuta passiva das propostas implícitas.
III – Uso estratégico da oratória.
IV – Teste de realidade.
As alternativas I e II estão corretas.
As alternativas III e IV estão corretas.
As alternativas II e IV estão corretas.
As alternativas I e IV estão corretas.
As alternativas II e III estão corretas.
A escuta é ativa, e não passiva, como elencado na alínea II, utiliza-se do silêncio
estratégico, e não da oratória, como afirmou a alínea III.
Resp.: 14/04/2026 08:21:30
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Segundo Miguel Reale: “Princípios são, pois verdades ou juízos fundamentais, que servem de
alicerce ou de garantia de certeza a um conjunto de juízos, ordenados em um sistema de
conceitos relativos à dada porção da realidade. Às vezes também se denominam princípios
certas proposições, que apesar de não serem evidentes ou resultantes de evidências, são
assumidas como fundantes da validez de um sistema particular de conhecimentos, como seus
pressupostos necessários”. (REALE, Miguel. Filosofia do Direito. 11. ed. São Paulo: Saraiva, 1986.
p 60). Assinale a alternativa que apresenta os princípios gerais da mediação:
imparcialidade do mediador, isonomia entre as partes, formalidade, confidencialidade,
autonomia do processo privado, busca pelo consenso e informação.
imparcialidade do mediador, isonomia entre as partes, oralidade, confidencialidade,
autonomia da vontade das partes, busca pelo consenso e informação.
parcialidade do mediador, isonomia entre as partes, formalidade, confidencialidade,
autonomia do processo privado, busca pelo consenso e informação.
imparcialidade do mediador, isonomia entre as partes, formalidade confidencialidade,
autonomia da vontade das partes, busca pelo consenso e informação.
parcialidade do mediador, isonomia entre as partes, oralidade, confidencialidade,
autonomia da vontade das partes, busca pelo consenso e informação.
O Artigo 2º da Lei de Mediação (Lei n. 13.140/2015) apresenta os princípios gerais da
mediação, como a imparcialidade do mediador, isonomia entre as partes, oralidade,
confidencialidade, autonomia da vontade das partes, busca pelo consenso e informação.
5 Formas Não Adversariais de Solução dos Conflitos
6 Mediação
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14/04/2026, 08:28 Gran Faculdade
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Resp.: 14/04/2026 08:21:30
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Pêssegos Indústria Ltda firmou um contrato internacional com a empresa Canadense Pess
Ltda. O contrato firmado entre as partes possuía cláusula compromissória arbitral prevendo
que a Câmara de Comércio Internacional (extrajudicial) era competente para dirimir conflitos
advindos do contrato. Na segunda remessa entregue, Pess Ltda alegou que os produtos
entregues pela Pêssegos Indústria Ltda estavam fora do padrão contratado e interrompeu o
pagamento. A empresa Pêssegos Indústria Ltda entrou com uma ação judicial no Brasil para
executar o contrato e cobrar os valores em atraso. O juiz, ao receber a ação, intimou a empresa
Pess, que, preliminarmente alegou a cláusula do compromisso arbitral e a incompetência do
Juízo. Nesse sentido, o juiz:
Declarou sua competência com base no princípio do Kompetenz-Kompetenz, que
consiste na prerrogativa do juiz, na esfera judicial, "para decidir a sua própria
competência”.
Julgou antecipadamente a lide, proferindo sentença terminativa e dando provimento ao
requerimento por parte do réu, conforme disposto no artigo 337, X, e § 5º, bem como no
artigo 485, VII, do CPC.
Extinguiu o processo sem resolução de mérito com base no inciso VII do artigo 485 do
Código de Processo Civil, que diz que o juiz não resolverá o mérito na situação em que for
acolhida a arguição "de existência de convenção de arbitragem ou quando o juízo arbitral
reconhecer sua competência".
Afastou a tese de incompetência à luz do artigo 5º, inciso XXXV, da Constituição Federal,
que preceitua que: "A lei não excluirá da apreciação do Poder Judiciário lesão ou ameaça a
direito".
Com base no artigo 337, parágrafo 5º, do Código de Processo Civil, não conheceu da
cláusula de compromisso arbitral, de ofício, e no mérito proferiu sentença contra a qual
cabe recurso de Apelação.
O art. 485 do CPC/15 traz as hipóteses em que será extinto o processo sem resolução do
mérito e o inciso VII é claro ao prever que, quando houver cláusula de convenção de
arbitragem estabelecendo a competência do juízo arbitral, enseja o reconhecimento da
competência do Juízo arbitral para decidir com primazia sobre o Poder Judiciário as
questões acerca da existência, validade e eficácia da convenção de arbitragem e do
contrato que contenha a cláusula compromissória. A consequência da existência do
compromisso arbitral é a extinção do processo sem resolução de mérito.
Resp.: 14/04/2026 08:21:30
0,40 / 0,40
Em um contexto fictício, a empresa Alfa, especializada em tecnologia, e a empresa Beta, uma
fornecedora de componentes, assinaram um contrato que incluía uma cláusula de
compromisso arbitral. Após dois anos, surgiu um conflito sobre a qualidade dos componentes
fornecidos pela Beta, levando a um processo arbitral. O árbitro, após análise detalhada, decidiu
a favor da Alfa, determinando que a Beta deveria pagar umaindenização substancial. A Beta,
no entanto, recusou-se a cumprir a decisão arbitral.
Nesse cenário, qual é o próximo passo legal que a Alfa pode tomar para garantir a execução da
decisão?
Negociar diretamente com a Beta, ignorando a decisão do árbitro.
Apelar para uma instância superior de arbitragem, buscando uma nova decisão.
Levar o caso a um tribunal internacional, visto que a arbitragem falhou.
Iniciar um novo processo arbitral, pois a decisão anterior não é vinculante.
Solicitar a intervenção do Poder Judiciário para a execução da sentença arbitral.
7 Arbitragem, Recuperação Judicial e Falência
8 Arbitragem e Direito Societário
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14/04/2026, 08:28 Gran Faculdade
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O fundamento legal para esta ação está na Lei de Arbitragem do Brasil (Lei n. 9.307/1996),
especificamente no Artigo 31, que estabelece: "A sentença arbitral produz, entre as partes
e seus sucessores, os mesmos efeitos da sentença proferida pelos órgãos do Poder
Judiciário e, sendo condenatória, constitui título executivo." Isso significa que, uma vez
proferida a sentença arbitral, se a parte perdedora não cumprir voluntariamente a
decisão, a parte vencedora pode requerer a execução forçada da sentença perante o Poder
Judiciário, da mesma forma que faria com uma sentença judicial. A sentença arbitral é
considerada um título executivo judicial, permitindo, assim, que o processo de execução
seja levado aos tribunais se necessário.
Resp.: 14/04/2026 08:21:30
0,40 / 0,40
A relação entre Direitos Humanos e Justiça Restaurativa é profunda e significativa, pois ambas
as abordagens compartilham um compromisso fundamental com a dignidade, a justiça e a
reconciliação. Em relação a Justiça Restaurativa e Direitos Humanos, avalie se as assertivas a
seguir são falsas (F) ou verdadeiras (V) e assinale a opção CORRETA.
( ) A justiça retributiva tem sua abordagem centrada nos Direitos Humanos e visa o foco de sua
atuação na reparação do dano.
( ) A Justiça Restaurativa tem seu foco na responsabilização, assim como no enfoque dos
Direitos Humanos.
( ) A Justiça Restaurativa está intimamente ligada à prevenção da reincidência, um objetivo
essencial dos Direitos Humanos.
( ) A base dos Direitos Humanos e da Justiça Retributiva está na crença inabalável de que todas
as pessoas, independentemente de sua origem, status ou histórico, merecem igualdade de
tratamento perante a lei.
F; V; F. F
V; V; F. F
F; V; V. V
F; V; V. F
F; F; V. F
Tanto a afirmativa que fala que a “justiça retributiva tem sua abordagem centrada nos
Direitos Humanos e visa o foco de sua atuação na reparação do dano” e a “base dos
Direitos Humanos e da Justiça Retributiva está na crença inabalável de que todas as
pessoas, independentemente de sua origem, status ou histórico, merecem igualdade de
tratamento perante a lei” dizem respeito à JUSTIÇA RESTAURATIVA, e não retributiva,
como afirmou erroneamente as questões falsas.
Resp.: 14/04/2026 08:21:30
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A implementação de modelos restaurativos tem mostrado sucesso em várias partes do mundo,
contribuindo para resolver conflitos de maneira mais eficaz e humanizada. A sua
implementação conta com uma metodologia específica, conhecido como:
Círculos Construtivos.
Círculos Restaurativos.
Círculos Convencionais.
Círculos Retributivos.
Círculos Paradoxais.
9 Justiça Restauradora e Justiça Restaurativa
10 Práticas Restaurativas: Círculos de Justiça Restaurativa
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14/04/2026, 08:28 Gran Faculdade
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Círculos restaurativos são encontros organizados que reúnem as partes envolvidas em
uma disputa ou em um ato de delinquência, juntamente com membros da comunidade,
para resolver coletivamente as questões decorrentes do incidente. A disposição física dos
participantes que se sentam em um círculo faz parte da metodologia. Essa disposição não
é mera coincidência, mas sim uma escolha deliberada. O círculo representa a igualdade e a
conectividade entre todos os presentes, enfatizando que cada voz é valorizada e ouvida.
Resp.: 14/04/2026 08:21:30
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14/04/2026, 08:28 Gran Faculdade
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