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AULA 11 – FÉRIASDO DIREITO A FÉRIAS E DA SUA DURAÇÃO
Art 129 a 145 CLT
- Férias anuais remuneradas são a interrupção do contrato de trabalho,
durante um determinado período contínuo, sem prejuízo de sua
remuneração, desde que cumpridas as exigências mínimas de trabalho.
- Mais que umDireito é um Dever
- São contados em dias corridos e não dias úteis
- Art 7º, inciso XVII da CF: gozo de férias anuais remuneradas com, pelo
menos, um terço amais do que o salário normal;
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Art 129 a 145 CLT
DIREITOS SOCIAIS DO LAZER ( Art 6º CF)
- Férias
- Limitação da Jornada de Trabalho
- Descanso Semanal Remunerado ( DSR)
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Art 129 a 145 CLT
- Resguardo da saúde física e mental (higidez
física)
- Incentivo ao turismo e ao comércio
- Ação de ordem pública e interesse social
- Reinserção familiar
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Art 129 a 145 CLT
- Art. 129, CLT: Todo empregado terá direito anualmente ao
gozo de um período de férias, sem prejuízo da
remuneração.
A) Período aquisitivo
- Art. 130, CLT: Após cada período de 12 (doze) meses de
vigência do contrato de trabalho, o empregado terá direito
a férias.
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Art 129 a 145 CLT
B) DURAÇÃO DAS FÉRIAS (Art 130, CLT)
I - 30 (trinta) dias corridos, quando não houver faltado ao serviço mais de 5 (cinco)
vezes;
OBS: Convenção 132 OIT: ( Art 3º § 3º) : período mínimo de férias 3 semanas
II - 24 (vinte e quatro) dias corridos, quando houver tido de 6 (seis) a 14 (quatorze)
faltas;
III - 18 (dezoito) dias corridos, quando houver tido de 15 (quinze) a 23 (vinte e três)
faltas
IV - 12 (doze) dias corridos, quando houver tido de 24 (vinte e quatro) a 32 (trinta e
duas) faltas.
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Art 129 a 145 CLT
- É vedado descontar, do período de férias, as faltas
injustificadas do empregado ao serviço ( Art 130, § 1º da
CLT)
- Art 130, § 2º da CLT: O período das férias será computado,
para todos os efeitos, como tempo de serviço.
- OBS: MAIS DE 32 FALTAS INJUSTIFICADAS NO PERÍODO
AQUISITIVO NÃO TEMDIREITO ÀS FÉRIAS
AULA 11 – FÉRIASDO DIREITO A FÉRIAS E DA SUA DURAÇÃO
Art 129 a 145 CLT 
Art. 131 da CLT: Não será considerada falta ao serviço, para os
efeitos do artigo anterior, a ausência do empregado:
a) Art 437 CLT:
- I: até 2 (dois) dias consecutivos, em caso de falecimento do
cônjuge, ascendente, descendente, irmão ou pessoa que,
declarada em sua carteira de trabalho e previdência social, viva
sob sua dependência econômica.
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Art 129 a 145 CLT 
Art. 131 da CLT: Não será considerada falta ao
serviço, para os efeitos do artigo anterior, a
ausência do empregado:
a) Art 437 CLT:
- II - até 3 (três) dias consecutivos, em virtude de
casamento;
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Art 129 a 145 CLT 
Art. 131 da CLT: Não será considerada falta ao serviço, para os efeitos
do artigo anterior, a ausência do empregado:
a) Art 437 CLT:
III: por 5 (cinco) dias consecutivos, em caso de nascimento de filho,
de adoção ou de guarda compartilhada; - (Contados do nascimento)
- Na hipótese de nascimento ou de adoção de criança com
deficiência decorrente de síndrome congênita associada à infecção
pelo vírus Zika, o prazo será ampliado para 20 (vinte) dias
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Art 129 a 145 CLT 
Art. 131 da CLT: Não será considerada falta ao serviço, para os efeitos do
artigo anterior, a ausência do empregado:
a) Art 437 CLT:
- IV - por um dia, em cada 12 (doze) meses de trabalho, em caso de
doação voluntária de sangue devidamente comprovada;
- V - até 2 (dois) dias consecutivos ou não, para o fim de se alistar eleitor,
nos termos da lei respectiva.
- VI - no período de tempo em que tiver de cumprir as exigências do
Serviço Militar (Apresentação Anual dos Reservistas)
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Art. 131 da CLT: Não será considerada falta ao serviço, para os efeitos do
artigo anterior, a ausência do empregado:
a) Art 437 CLT:
- VII - nos dias em que estiver comprovadamente realizando provas de
exame vestibular para ingresso em estabelecimento de ensino superior
- VIII - pelo tempo que se fizer necessário, quando tiver que comparecer
a juízo
- TST/Súmula 155: As horas em que o empregado falta ao serviço para
comparecimento necessário, como parte, à Justiça do Trabalho não
serão descontadas de seus salários.
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Art. 131 da CLT: Não será considerada falta ao serviço, para os
efeitos do artigo anterior, a ausência do empregado:
a) Art 437 CLT:
- IX - na qualidade de representante de entidade sindical,
estiver participando de reunião oficial de organismo
internacional do qual o Brasil seja membro.
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Art. 131 da CLT: Não será considerada falta ao serviço, para os efeitos
do artigo anterior, a ausência do empregado:
a) Art 437 CLT:
- X - acompanhar sua esposa ou companheira em até 6 (seis) consultas
médicas, ou em exames complementares, durante o período de
gravidez;
- XI - por 1 (um) dia por ano para acompanhar filho de até 6 (seis) anos
em consulta médica.
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Art 129 a 145 CLT 
Art. 131 da CLT: Não será considerada falta ao serviço, para os efeitos do
artigo anterior, a ausência do empregado:
a) Art 437 CLT:
- XII - até 3 (três) dias, em cada 12 (doze) meses de trabalho, em caso de
realização de exames preventivos de câncer devidamente comprovada.
- § 3º O empregador informará o empregado/a sobre a possibilidade de
deixar de comparecer ao serviço para a realização de exames preventivos
do papilomavírus humano (HPV) e de câncer, nos termos do inciso XII do
caput deste artigo. (Lei nº 15.377, de 6 de abril de 2026
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Art 129 a 145 CLT -4
Art. 131 da CLT: Não será considerada falta ao serviço, para
os efeitos do artigo anterior, a ausência do empregado:
b) II- durante o licenciamento compulsório da empregada por
motivo de maternidade ou aborto, observados os requisitos
para percepção do salário-maternidade custeado pela
Previdência Social; (licença-maternidade é considerada
tempo de trabalho efetivo)
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Art 129 a 145 CLT -3
Art. 131 da CLT: Não será considerada falta ao serviço, para os
efeitos do artigo anterior, a ausência do empregado:
c) III- por motivo de acidente do trabalho ou enfermidade
atestada pelo Instituto Nacional do Seguro Social – INSS .
Súmula 46-TST: As faltas ou ausências decorrentes de acidente
do trabalho não são consideradas para os efeitos de duração de
férias e cálculo da gratificação natalina.
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Exceção ao inciso III do Art 131 CLT
- inciso IV do art 133, CLT ( não terá direito à férias, se no período aquisitivo ,
tiver percebido do INSS prestação de acidente do trabalho por mais de 6
meses, mesmo descontínuos)
OBS: Contagem: Os 15 primeiros dias de afastamento são pagos pela empresa
e não contam para essa perda. A contagem dos 6 meses começa a partir do 16º
dia (afastamento pelo INSS).
Novo Período: Após o retorno, começa a contar um novo período aquisitivo de
12meses
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Art 129 a 145 CLT -1
OBS: Art. 118 da Lei 8.213/91:
- O segurado que sofreu acidente do trabalho tem garantida, pelo
prazo mínimo de doze meses, a manutenção do seu contrato de
trabalho na empresa, após a cessação do auxílio-doença acidentário,
independentemente de percepção de auxílio-acidente.
- Nota sobre Estabilidade: O fato de perder as férias (art. 133) não
anula a estabilidadeprovisória de 12 meses garantida ao funcionário
que sofreu acidente de trabalho ao retornar do INSS.
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Art 129 a 145 CLT 
Art. 131 da CLT: Não será considerada falta ao serviço, para os
efeitos do artigo anterior, a ausência do empregado:
d) IV - justificada pela empresa, entendendo-se como tal a que
não tiver determinado o desconto do correspondente salário;
e) V - durante a suspensão preventiva para responder a inquérito
administrativo ou de prisão preventiva, quando for
impronunciado ou absolvido; e
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Exemplo:
● Período Aquisitivo: 01/01/2023 a 31/12/2023.
● Prisão/Suspensão: O funcionário foi preso preventivamente em
30/09/2023.
● Absolvição/Retorno: Ele foi solto impronunciado e retornou ao trabalho
em 01/11/2023.
● Consequência: Os dias de 30/09 a 31/10 não são considerados faltas. O
funcionário trabalhou de 01/01 a 29/09 (9 meses) e, ao voltar, completará
o período aquisitivo apósmais 2meses de trabalho a partir de 01/11.
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Art 129 a 145 CLT 
Art. 131 da CLT: Não será considerada falta ao serviço, para os efeitos do
artigo anterior, a ausência do empregado:
f) VI - nos dias em que não tenha havido serviço, salvo na hipótese do
inciso III do art. 133
Ex: empresa fecha para balanço, conserto de máquinas ou por falta de
matéria-prima.
A Exceção (Art. 133, III): Se a empresa parar por mais de 30 dias e
continuar pagando o salário do funcionário durante esse tempo, o
empregado perde o direito às férias referente àquele período aquisitivo
https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/decreto-lei/del5452.htm#art133
https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/decreto-lei/del5452.htm#art133
https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/decreto-lei/del5452.htm#art133
https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/decreto-lei/del5452.htm#art133
https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/decreto-lei/del5452.htm#art133
https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/decreto-lei/del5452.htm#art133
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Art 129 a 145 CLT 
Art. 132 da CLT: O tempo de trabalho anterior à
apresentação do empregado para serviço militar
obrigatório será computado no período aquisitivo, desde
que ele compareça ao estabelecimento dentro de 90
(noventa) dias da data em que se verificar a respectiva
baixa. (contrato de trabalho fica suspenso durante o
período de serviço militar).
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Art 129 a 145 CLT -3
Art. 133 - Não terá direito a férias o empregado que, no
curso do período aquisitivo:
I- deixar o emprego e não for readmitido dentro de 60 dias
subsequentes à sua saída;
II- permanecer em gozo de licença, com percepção de
salários, por mais de 30 (trinta) dias;
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Art. 133 - Não terá direito a férias o empregado que, no curso do
período aquisitivo:
III - deixar de trabalhar, com percepção do salário, por mais de 30
(trinta) dias, em virtude de paralisação parcial ou total dos serviços da
empresa;
OBS: Empresa obrigada a informar ( prazo de início/final da paralização)
com 15 dias de antecedência mínima para órgão do TEM e o sindicato
da categoria.
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Art. 133 - Não terá direito a férias o empregado que, no
curso do período aquisitivo:
IV- tiver percebido da Previdência Social prestações de
acidente de trabalho ou de auxílio-doença por mais de 6 (seis)
meses, embora descontínuos.
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Art 129 a 145 CLT -1
Art. 133, IV, CLT: § 1º - A interrupção da prestação de serviços
deverá ser anotada na Carteira de Trabalho e Previdência Social.
§ 2º - Iniciar-se-á o decurso de novo período aquisitivo quando o
empregado, após o implemento de qualquer das condições
previstas neste artigo, retornar ao serviço.
OBS:
- 180 dias: a partir do 16º dia de afastamento
- Férias vencidas não são perdidas
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PERÍODO DE CONCESSÃO DAS FÉRIAS
Art. 134 da CLT: As férias serão concedidas por ato do empregador, em um só período, nos
12 (doze) meses subsequentes à data em que o empregado tiver adquirido o direito.
§ 1o Desde que haja concordância do empregado, as férias poderão ser usufruídas em
até três períodos, sendo que um deles não poderá ser inferior a quatorze dias corridos e os
demais não poderão ser inferiores a cinco dias corridos, cada um.
OBS: concordância escrita
§ 3o É vedado o início das férias no período de dois dias que antecede feriado ou dia de
repouso semanal remunerado.
OBS: Admite-se que o início das férias ocorra em período posterior ao feriado ou repouso
remunerado
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Art 129 a 145 CLT 
PERÍODO DE CONCESSÃO DAS FÉRIAS
Súmula 81- TST
"Os dias de férias gozados após o período concessivo deverão ser pagos
em dobro.“
Súmula 328- TST
FÉRIAS. TERÇO CONSTITUCIONAL.
- O pagamento das férias, integrais ou proporcionais, gozadas ou não, na
vigência da CF/1988, sujeita-se ao acréscimo do terço previsto no
respectivo art. 7º, XVII.
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Art. 135 da CLT: A concessão das férias será participada, por escrito,
ao empregado, com antecedência de, no mínimo, 30 (trinta) dias.
Dessa participação o interessado dará recibo.
OBS: não cumprimento causa uma irregularidade administrativa-
multa automática no eSocial)
§ 1º - O empregado não poderá entrar no gozo das férias sem que
apresente ao empregador sua Carteira de Trabalho e Previdência
Social, para que nela seja anotada a respectiva concessão.
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PERÍODO DE CONCESSÃO DAS FÉRIAS
Art. 135 da CLT:
- § 2º - A concessão das férias será, igualmente, anotada no livro ou
nas fichas de registro dos empregados.
- § 3º Nos casos em que o empregado possua a CTPS em meio
digital, a anotação será feita nos sistemas a que se refere o § 7º do
art. 29 desta Consolidação, na forma do regulamento, dispensadas
as anotações de que tratam os §§ 1º e 2º deste artigo.
https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/decreto-lei/del5452.htm#art29
https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/decreto-lei/del5452.htm#art29
https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/decreto-lei/del5452.htm#art29
https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/decreto-lei/del5452.htm#art29
https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/decreto-lei/del5452.htm#art29
https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/decreto-lei/del5452.htm#art29
https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/decreto-lei/del5452.htm#art29
https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/decreto-lei/del5452.htm#art29
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PERÍODO DE CONCESSÃO DAS FÉRIAS
Art. 136 da CLT: A época da concessão das férias será a que melhor consulte
os interesses do empregador.
§ 1º - Os membros de uma família, que trabalharem no mesmo
estabelecimento ou empresa, terão direito a gozar férias no mesmo período,
se assim o desejarem e se disto não resultar prejuízo para o serviço
§ 2º - O empregado estudante, menor de 18 (dezoito) anos, terá direito a fazer
coincidir suas férias com as férias escolares.
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PERÍODO DE CONCESSÃO DAS FÉRIAS
Art. 137, CLT: Sempre que as férias forem concedidas após o prazo
de que trata o art. 134, o empregador pagará em dobro a respectiva
remuneração.
§ 1º - Vencido o mencionado prazo sem que o empregador tenha
concedido as férias, o empregado poderá ajuizar reclamação
pedindo a fixação, por sentença, da época de gozo das
mesmas.
https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/decreto-lei/del5452.htm#art134
https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/decreto-lei/del5452.htm#art134https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/decreto-lei/del5452.htm#art134
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PERÍODO DE CONCESSÃO DAS FÉRIAS
Art. 137, § 2º, CLT: A sentença cominará pena diária de 5% (cinco
por cento) do salário mínimo da região, devida ao empregado até
que seja cumprida
Art. 138, CLT: Durante as férias, o empregado não poderá prestar
serviços a outro empregador, salvo se estiver obrigado a fazê-lo em
virtude de contrato de trabalho regularmente mantido com aquele.
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Consequências do não cumprimento do Art 137 CLT
- Em dobro inclusive o adicional
- O pagamento em dobro tem natureza de penalidade
- Súmula 7-TST: A indenização pelo não-deferimento das férias no
tempo oportuno será calculada com base na remuneração devida
ao empregado na época da reclamação ou, se for o caso, na da
extinção do contrato
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Consequências do não cumprimento do Art 137 CLT
- Súmula 81 TST: Os dias de férias gozados após o período legal de
concessão deverão ser remunerados em dobro.
- Pacífico que ônus da prova da concessão de férias é do
empregador ( por meio de recibos de pagamento e/ou avisos
com o ciente do empregado) RO nº 20317/91- TRT-1ª Região) –
OBS: Não há a penalidade para o empregador nos casos de afastamento
por acidente de trabalho ou licença-maternidade
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Art 129 a 145 CLT 
FÉRIAS COLETIVAS
Art. 139 - Poderão ser concedidas férias coletivas a todos os
empregados de uma empresa ou de determinados
estabelecimentos ou setores da empresa.
§ 1º - As férias poderão ser gozadas em 2 (dois) períodos
anuais desde que nenhum deles seja inferior a 10 (dez) dias
corridos.
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FÉRIAS COLETIVAS
Art. 139, § 2º, CLT: Para os fins previstos neste artigo, o empregador
comunicará ao órgão local do Ministério do Trabalho, com a
antecedência mínima de 15 (quinze) dias, as datas de início e fim das
férias, precisando quais os estabelecimentos ou setores abrangidos
pelamedida
§ 3º - Em igual prazo, o empregador enviará cópia da aludida
comunicação aos sindicatos representativos da respectiva categoria
profissional, e providenciará a afixação de aviso nos locais de trabalho.
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Art 129 a 145 CLT 
FÉRIAS COLETIVAS
Consequências férias coletivas
- Constitui faculdade do empregador
- Pode ser negociada em convenção coletiva
- Todos os empregados ou por setor
- Dois períodos não inferiores a 10 dias cada
- Informar ao MTE e Sindicato da categoria ( antecedência mínima
de15 dias).
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Art 129 a 145 CLT 
FÉRIAS COLETIVAS
Art. 140, CLT: Os empregados contratados há menos de 12 (doze) meses gozarão, na
oportunidade, férias proporcionais, iniciando-se, então, novo período aquisitivo
OBS:
- Direito Proporcional: O empregado não completou 1 ano de empresa tem direito
apenas aos dias de férias proporcionais ao tempo trabalhado.
- Quitação do Período: Ao gozar as férias coletivas, o período aquisitivo atual é
encerrado. ( sem direito aos dias de férias coletivas – licença remunerada).
- Ajuste de Calendário: No primeiro dia das férias coletivas, inicia-se a contagem de
um novo período aquisitivo.
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Art 129 a 145 CLT 
DA REMUNERAÇÃO
Art. 142, CLT: O empregado perceberá, durante as férias, a remuneração que
lhe for devida na data da sua concessão.
- § 1º (Horistas): jornada variável, a média das horas trabalhadas durante
o período aquisitivo. (atualizado na data da concessão)
- § 2º (Tarefeiros): média da produção (quantidade de tarefas) do período
aquisitivo. (valor da tarifa vigente nomomento das férias).
- § 3º (Comissionados): média aritmética dos valores recebidos nos 12
meses anteriores ao início do descanso.
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Art 129 a 145 CLT 
DA REMUNERAÇÃO
Art. 142, CLT: O empregado perceberá, durante as férias, a remuneração que lhe for
devida na data da sua concessão.
- § 4º (Salário in natura): esses valores anotados na CTPS devem ser somados à base
do cálculo.(Caso continue usufruindo, não compõem a base de cálculo)
- § 5º (Adicionais): Extras como hora extra, adicional noturno, insalubridade e
periculosidade integram o cálculo das férias obrigatoriamente.
- § 6º (Médias de Adicionais): Se os adicionais não foram constantes ou o valor
mudou, calcula-se a média dos últimos 12 meses, sempre atualizando os valores
conforme os reajustes salariais da categoria.
AULA 11 – FÉRIASDO DIREITO A FÉRIAS E DA SUA DURAÇÃO
Art 129 a 145 CLT 
DO ABONO PECUNIÁRIO 
- Art. 143 - É facultado ao empregado converter 1/3 (um terço) do período de
férias a que tiver direito em abono pecuniário, no valor da remuneração que
lhe seria devida nos dias correspondentes.
- § 1º - O abono de férias deverá ser requerido até 15 (quinze) dias antes do
término do período aquisitivo
AULA 11 – FÉRIASDO DIREITO A FÉRIAS E DA SUA DURAÇÃO
Art 129 a 145 CLT 
DO ABONO PECUNIÁRIO 
- Art. 143, § 2º da CLT: Tratando-se de férias coletivas, a conversão a que se
refere este artigo deverá ser objeto de acordo coletivo entre o empregador e
o sindicato representativo da respectiva categoria profissional,
independendo de requerimento individual a concessão do abono.
- Art. 145, CLT: O pagamento da remuneração das férias e, se for o caso, o do
abono referido no art. 143 serão efetuados até 2 (dois) dias antes do início do
respectivo período
https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/decreto-lei/del5452.htm#art143
https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/decreto-lei/del5452.htm#art143
https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/decreto-lei/del5452.htm#art143
AULA 11 – FÉRIASDO DIREITO A FÉRIAS E DA SUA DURAÇÃO
Art 129 a 145 CLT 
DO ABONO PECUNIÁRIO 
OBS:
- O abono é calculado sobre o seu salário bruto atual
- Não incide INSS (Previdência).
- Não incide IRRF (Imposto de Renda). **
- Não incide FGTS
- Não tem natureza remuneratória
AULA 11 – FÉRIASDO DIREITO A FÉRIAS E DA SUA DURAÇÃO
Art 129 a 145 CLT 
DOS EFEITOS DA CESSAÇÃO DO CONTRATO DE TRABALHO
Art. 146,CLT:
- Caput (Férias Vencidas): No fim do contrato, não importa o motivo da saída,
o empregado tem direito a receber pelas férias que já estavam vencidas. Se o
prazo para a empresa conceder essas férias já tivesse passado, o pagamento
deve ser feito em dobro.
- Parágrafo Único (Férias Proporcionais): Se o empregado trabalhou mais de
um ano e sai da empresa, ele tem direito a receber os meses "quebrados" do
ciclo atual (proporcionais).
- A regra de cálculo é:Cadamês trabalhado vale 1/12.
AULA 11 – FÉRIASDO DIREITO A FÉRIAS E DA SUA DURAÇÃO
Art 129 a 145 CLT 
DOS EFEITOS DA CESSAÇÃO DO CONTRATO DE TRABALHO-3
- Regra dos 14 dias: Se ele trabalhou 15 dias ou mais em um mês, esse mês conta como um
mês inteiro (1/12) para as férias. Se trabalhou 14 dias ou menos, esse mês não entra na
conta.
- Súmula 171- TST: FÉRIAS PROPORCIONAIS. CONTRATO DE TRABALHO. EXTINÇÃO.
Salvo na hipótese de dispensa do empregado por justa causa, a extinção do contrato de
trabalho sujeita o empregador ao pagamento da remuneração das férias proporcionais, ainda
que incompleto o período aquisitivo de 12 (doze) meses (art. 147 da CLT).
- Súmula 261- TST :FÉRIAS PROPORCIONAIS. PEDIDO DE DEMISSÃO. CONTRATO
VIGENTE HÁ MENOS DE UM ANO.
O empregado que se demite antes de complementar 12 (doze) meses de serviço tem direito a
férias proporcionais.
AULA 11 – FÉRIASDO DIREITO A FÉRIAS E DA SUA DURAÇÃO
Art 129 a 145 CLT 
DOS EFEITOS DA CESSAÇÃO DO CONTRATO DE TRABALHO -2
Art. 148, CLT: A remuneração das férias, ainda
quando devida após a cessação do contrato de
trabalho, terá natureza salarial, para os efeitos do art.
449. ( crédito trabalhistaprivilegiado em caso de
falência empresarial)
https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/decreto-lei/del5452.htm#art449
https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/decreto-lei/del5452.htm#art449
https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/decreto-lei/del5452.htm#art449
https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/decreto-lei/del5452.htm#art449
AULA 11 – FÉRIASDO DIREITO A FÉRIAS E DA SUA DURAÇÃO
Art 129 a 145 CLT 
DO INÍCIO DA PRESCRIÇÃO -1
- Art. 149, CLT: A prescrição do direito de reclamar a concessão das férias ou o
pagamento da respectiva remuneração é contada do término do prazo
mencionado no art. 134* ou, se for o caso, da cessação do contrato de trabalho.**
Término do período concessivo ( Contrato ativo) *
Ex: Contratado em 01/01/2022.
- Período Aquisitivo: De 01/01/2022 a 31/12/2022).
- Período Concessivo (Art. 134): 01/01/2023 a 31/12/2023.
- O que diz o Art. 149: O prazo para você reclamar essas férias na justiça só
começa a contar no dia 01/01/2024.
- Art 7º, XXIX, CF : 5 anos
https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/decreto-lei/del5452.htm#art134
https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/decreto-lei/del5452.htm#art134
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AULA 11 – FÉRIASDO DIREITO A FÉRIAS E DA SUA DURAÇÃO
Art 129 a 145 CLT 
DO INÍCIO DA PRESCRIÇÃO -1
- Art. 149, CLT: A prescrição do direito de reclamar a concessão das férias ou
o pagamento da respectiva remuneração é contada do término do prazo
mencionado no art. 134* ou, se for o caso, da cessação do contrato de
trabalho.**
** Cessão do Contrato: cobrar as férias proporcionais ou vencidas que não
foram pagas na rescisão começa a contar no dia da saída da empresa
(considerando a projeção do aviso prévio).
- Ação trabalhista: prescrição bienal
- Pode pleitear as férias dos últimos 5 anos
https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/decreto-lei/del5452.htm#art134
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AULA 11 – FÉRIASJURISPRUDÊNCIA 
SÚMULA 308 –TST
I - Respeitado o biênio subsequente à cessação contratual, a
prescrição da ação trabalhista concerne às pretensões
imediatamente anteriores a cinco anos, contados da data do
ajuizamento da reclamação.
II - A norma constitucional que ampliou o prazo de prescrição da ação
trabalhista para 5 anos é de aplicação imediata e não atinge
pretensões já alcançadas pela prescrição bienal quando da
promulgação da CF/1988. (EX- NUNC)
AULA 11 – FÉRIASJURISPRUDÊNCIA-2 
AGRAVO EM RECURSO ORDINÁRIO EM AÇÃO RESCISÓRIA. ACÓRDÃO RESCINDENDO
TRANSITADO EM JULGADO NA VIGÊNCIA DO CPC/2015. ATRASO NO PAGAMENTO DAS
FÉRIAS. PAGAMENTO DA DOBRA. PRETENSÃO RESCISÓRIA FUNDAMENTADA NO ARTIGO
966, V, DO CPC/2015. VIOLAÇÃO AOS ARTS. 137 E 145 DA CLT. ADPF 501.
INCONSTITUCIONALIDADE DA SÚMULA Nº 450 DO TST. PRECEDENTES DESTA
SUBSEÇÃO. [...] O Supremo Tribunal Federal, no julgamento da Arguição de
Descumprimento de Preceito Fundamental nº 501, declarou a inconstitucionalidade da
Súmula nº 450 desta Corte. Embora o STF não tenha modulado os efeitos da decisão,
decidiu-se invalidar as decisões judiciais ainda não transitadas em julgado que tiveram
como fundamento o referido verbete sumular. Assim, não mais subsistindo no universo
jurídico, com efeitos ex tunc , a Súmula 450 do TST. Agravo conhecido e desprovido" (ROT-
0045622-60.2023.5.15.0000, Subseção II Especializada em Dissídios Individuais, Relatora
Ministra Liana Chaib, DEJT 11/03/2025).
AULA 11 – FÉRIASJURISPRUDÊNCIA -1
"RECURSO DE EMBARGOS. ATRASO DE DOIS DIAS NO PAGAMENTO DAS FÉRIAS.
INAPLICABILIDADE DA SÚMULA 450 DO TST. IMBEL. ART. 894, §2º, DA CLT. No caso vertente, a
Eg. 8ª Turma consignou que o atraso de dois dias no pagamento de férias não causa prejuízos
ao trabalhador, não havendo falar, portanto, na aplicação da Súmula 450 do TST. [...]. Com
efeito, o Tribunal Pleno, no julgamento do E-RR-10128-11.2016.5.15, consolidou o entendimento
acerca da matéria, no sentido de que a Súmula 450 do TST deve ser interpretada
restritivamente, para afastar sua aplicação nos casos de atraso ínfimo. Conforme se
depreende da leitura dos autos, o atraso no pagamento das férias foi de dois dias, coincidindo
com o início do descanso da Autora. [...]. Recurso de embargos não conhecido" (E-RR-11183-
31.2015.5.15.0088, Subseção I Especializada em Dissídios Individuais, Relator Ministro Alexandre
Luiz Ramos, DEJT 04/03/2022).
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