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EPILEPSIA resumo
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Neurologia Universidade Federal do AmazonasUniversidade Federal do Amazonas

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Crises Epilépticas Diagnóstico e Propedêutica Crises resultam de atividade Avaliação clínica detalhada: neuronal síncrona, excessiva semiologia, idade de e e súbita no cérebro. história familiar. Manifestações clínicas Exames complementares: EEG, dependem da região cerebral vídeo-EEG, neuroimagem (RNM) e afetada e sua propagação. avaliação neuropsicológica. Crises convulsivas EEG identifica foco epiléptico e apresentam fenômenos diferencia causas cerebrais de motores, não convulsivas não extracerebrais. apresentam. Vídeo-EEG é essencial para estudo Estado de mal epiléptico: das crises e localização crises durando mais de 30 topográfica do foco. minutos ou sem recuperação. Definição e Epidemiologia Epilepsia Etiologia da Epilepsia Epilepsia é condição crônica com Etiologia multifatorial: crises espontâneas não provocadas. genética, estrutural, Diagnóstico: duas ou mais crises metabólica, infecciosa, imune e não provocadas em mais de 24 desconhecida. horas. Fatores perinatais e infecções Incidência maior em crianças congênitas são causas abaixo de 2 anos e idosos acima de importantes em crianças. 65 anos. Lesões estruturais como Aproximadamente 1% da população tumores, AVC e traumatismos até 20 anos e 3% até 65 anos são podem gerar epilepsia. afetados. Doenças genéticas raras, como Tratamento e Manejo esclerose tuberosa, causam Tratamento inicial com epilepsia estrutural e monoterapia na menor dose genética. para controle total das Classificação das Crises (ILAE 2017) crises. Medicamentos variam conforme Síndromes Epilépticas Início focal: crises iniciam em um tipo de crise, evitando Síndrome de West: espasmos hemisfério, podendo ter aura e paralisia agravantes como carbamazepina infantis, hipsarritmia no EEG e pós-ictal. em ausências. regressão psicomotora. Início generalizado: envolvem ambos Crises refratárias podem Síndrome de Lennox-Gastaut: hemisférios, com crises motoras e não necessitar cirurgia ou uso de crises múltiplas, retardo motoras. múltiplos fármacos. mental e anomalias no EEG. Início desconhecido: crises motoras e não Conduta hospitalar inclui Síndrome de Dravet: crises motoras sem definição clara de início. benzodiazepínicos, fenitoína febris focais, mutação genética Crises podem evoluir, por exemplo, crises e suporte avançado em crises SCNIA e crises intratáveis. focais podem generalizar-se tônico-clônicas. prolongadas. Síndrome de Rasmussen: epilepsia imunomediada com hemiparesia progressiva e atrofia.

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