Prévia do material em texto
preencoded.png Nutrição e Dietoterapia na Enfermagem: Papel Essencial no no Cuidado ao Paciente A intervenção nutricional adequada é um componente fundamental do cuidado de enfermagem, impactando diretamente os resultados clínicos e a qualidade de vida dos pacientes. preencoded.png A Importância da Nutrição na Enfermagem O Desafio da Desnutrição Hospitalar Até 50% dos pacientes hospitalizados apresentam algum grau de desnutrição A desnutrição hospitalar agrava significativamente o prognóstico clínico, aumenta o risco de complicações, prolonga o tempo de internamento e eleva substancialmente os custos de tratamento. A enfermagem desempenha um papel crucial como primeira linha na identificação de riscos nutricionais, na avaliação contínua do estado nutricional e na implementação eficaz da terapia nutricional prescrita. preencoded.png Terapia Nutricional: Conceitos e Modalidades Nutrição Enteral Administração de nutrientes diretamente no trato digestivo através de sondas nasogástricas, nasoentéricas ou ostomias (gastrostomia, jejunostomia). Indicada quando o sistema digestivo está funcional. Nutrição Parenteral Fornecimento de nutrientes essenciais diretamente na corrente sanguínea através de acesso venoso central ou periférico. Utilizada quando a via digestiva está comprometida ou inacessível. Objetivo Terapêutico Manter ou recuperar o estado nutricional adequado do paciente, prevenir ou tratar a desnutrição, fortalecer o sistema imunológico e acelerar o processo de recuperação clínica. preencoded.png BRASPEN 2023 Diretrizes Atualizadas para Enfermagem em Terapia Nutricional Protocolos Padronizados Diretrizes específicas para avaliação inicial, prescrição criteriosa e monitorização sistemática da terapia nutricional Equipe Multidisciplinar Enfermeiro como elemento central na execução, controle rigoroso e educação contínua do paciente e familiares Segurança e Eficácia Padronização de procedimentos garante maior segurança ao paciente e eficácia comprovada do tratamento nutricional preencoded.png Avaliação Nutricional pelo Enfermeiro MonitorizaçãoAvaliaçãoTriagem A avaliação nutricional sistemática permite intervenção precoce e ajustes terapêuticos oportunos. Triagem Nutricional Identificação precoce de pacientes em risco nutricional ou com desnutrição instalada através de ferramentas validadas Métodos de Avaliação Combinação de avaliação clínica detalhada, medidas antropométricas (peso, IMC, circunferências) e exames laboratoriais específicos Monitorização Contínua Acompanhamento regular para identificar necessidade de ajustes na terapia e garantir resposta adequada ao tratamento preencoded.png Cuidados e Responsabilidades da Enfermagem na Terapia Nutricional Manutenção das Vias Gestão adequada de cateteres venosos e sondas enterais, assegurando permeabilidade e posicionamento correto Prevenção de Complicações Vigilância constante para evitar infecções, obstruções, desequilíbrios metabólicos e outras complicações associadas Educação Terapêutica Ensino ao paciente e familiares sobre importância da nutrição, cuidados domiciliares e sinais de alerta preencoded.png Avanços e Desafios na Dietoterapia em Enfermagem 01 Protocolos Baseados em Evidência Integração de diretrizes científicas atualizadas na prática clínica diária 02 Formação Especializada Desenvolvimento de competências avançadas em terapia nutricional para enfermeiros 03 Superação de Barreiras Enfrentar desafios de adesão, limitações de recursos e melhorar comunicação multidisciplinar preencoded.png Conclusão: Enfermagem como Pilar da Terapia Nutricional Cuidado Integral Integral A nutrição é componente essencial e indissociável do cuidado de enfermagem, fundamental para a recuperação plena do paciente Transformação Clínica Enfermeiros capacitados e especializados transformam a prática clínica quotidiana e contribuem decisivamente para salvar vidas Investimento Estratégico Investir na formação contínua e em protocolos padronizados é investir diretamente em saúde de excelência e qualidade Nutrição e Dietoterapia ANA LUIZA GONZAGA-NUTRICIONISTA-CRN11 3069 Introdução ao estudo da nutrição. Evolução, conceitos básicos. Técnica Dietética Conceitos e objetivos • A Dietética estuda e aplica os princípios e processos básicos da Ciência da Nutrição no organismo humano, permitindo o planejamento, a execução e a avaliação de dietas adequadas às características biopsicosociais dos indivíduos. VISA: • Valor nutritivo e à obtenção dos caracteres sensoriais desejados. ANA LUIZA GONZAGA-NUTRICIONISTA-CRN11 3069 Técnica Dietética • A dietética é a área da ciência da nutrição que estuda: • A origem e o modo como a alimentação atua no organismo humano, criando elementos e conhecimento para o planejamento de dietas para indivíduos. • Nutrição é a ciência que estuda os alimentos, seus nutrientes, bem como sua ação, interação e balanço em relação a saúde e doença, além dos processos pelos quais o organismo ingere, absorve, transporta, utiliza e excreta os nutrientes. ANA LUIZA GONZAGA-NUTRICIONISTA-CRN11 3069 O que é dieta para você? ANA LUIZA GONZAGA-NUTRICIONISTA-CRN11 3069 • A nutrição apropriada de um indivíduo é feita por meio da ingestão de alimentos variados. • Sabemos que a disponibilidade de produtos, sejam eles processados ou in natura, é muito grande e, por isso, não existe um caminho único para a alimentação saudável. ANA LUIZA GONZAGA-NUTRICIONISTA-CRN11 3069 • É preciso levar em consideração as características individuais: ▪ Idade ▪ Gênero ▪ Nível de atividade física ▪ Tipo de trabalho ▪ Renda ▪ Acesso aos serviços de saneamento básico ▪ Hábitos e práticas alimentares ▪ Estado nutricional e fatores que podem determinar a escolha dos alimentos (emocionais, sociais ou religiosos) ANA LUIZA GONZAGA-NUTRICIONISTA-CRN11 3069 Vocabulário • Alimento: Produto consumido que pode ser digerido e aproveitado pelo organismo. • Nutriente: Produtos da digestão ou elemento presente no alimento que exerce uma função específica no organismo. • Dieta: o consumo diário de produtos com substâncias nutritivas deve atender às necessidades das pessoas independente do seu estado de saúde A alimentação é o modo como as pessoas providenciam e realizam o consumo dos alimentos. Para garantir o crescimento e manutenção da saúde, é necessário um consumo de alimentos variados. ANA LUIZA GONZAGA-NUTRICIONISTA-CRN11 3069 Os objetivos da Técnica Dietética podem ser classificados em: • Dietético: consiste em adequar a quantidade, a qualidade e a forma de preparo dos alimentos da dieta às necessidades fisiopatológicas do indivíduo ou da população. • Digestivo: consiste em modificar os alimentos por meio de processos culinários, a fim de facilitar a digestão. ANA LUIZA GONZAGA-NUTRICIONISTA-CRN11 3069 • As técnicas utilizadas na preparação dos alimentos facilitam e antecipam as etapas digestivas. • Alguns alimentos podem ser ingeridos crus (verduras). • Outros necessitam apenas da separação das partes não comestíveis ou de divisão em partes menores (frutas). • Há também alimentos que necessitam de cocção para tornarem-se comestíveis e digeríveis (arroz e feijão). ANA LUIZA GONZAGA-NUTRICIONISTA-CRN11 3069 Os objetivos da Técnica Dietética • Nutritivo: consiste em selecionar os mais adequados métodos de preparo de alimentos para otimização e conservação máxima do seu valor nutritivo. • A preservação dos nutrientes deve ser observada em todas as etapas, desde a seleção, compra e o armazenamento até o consumo. ANA LUIZA GONZAGA-NUTRICIONISTA-CRN11 3069 • Higiênico: consiste em prevenir a ação de fatores externos que possam prejudicar a qualidade dos alimentos e, ao mesmo tempo, prolongar a sua vida útil. • Por serem substâncias vivas e ricas em nutrientes, os alimentos estão sujeitosà deterioração e contaminação, o que os torna veículos de agentes contaminantes biológicos, físicos ou químicos, que podem causar agravos à saúde dos indivíduos. Adequar: • Técnicas de seleção, • manuseio, preparo, • distribuição e armazenamento contribuem para a preservação dos alimentos. Portanto, os perecíveis, como frutas, verduras e legumes, merecem maiores cuidados. ANA LUIZA GONZAGA-NUTRICIONISTA-CRN11 3069 ANA LUIZA GONZAGA-NUTRICIONISTA-CRN11 3069 Os objetivos da Técnica Dietética • Sensorial: consiste em apresentar o alimento de forma que desperte todos os sentidos, não apenas o paladar, pois cada alimento possui suas próprias características sensoriais (aparência, cor, odor, sabor, consistência ou textura) que podem ser preservadas, ressaltadas ou modificadas por meio de técnicas culinárias adequadas. • Além de nutritivos, higienicamente seguros e com boa digestibilidade, os alimentos precisam estar sensorialmente atraentes para que sejam bem aceitos e consumidos. ANA LUIZA GONZAGA-NUTRICIONISTA-CRN11 3069 Os objetivos da Técnica Dietética • Operacional: consiste em preparar e organizar espaços físicos, materiais, equipamentos e utensílios; planejar os cardápios e capacitar o pessoal selecionado para o trabalho. • Econômico: consiste em escolher as técnicas a serem empregadas no preparo de alimentos, considerando os custos e os recursos humanos, materiais e financeiros disponíveis. ANA LUIZA GONZAGA-NUTRICIONISTA-CRN11 3069 PARA NÃO ESQUECER • Os objetivos da Técnica Dietética podem ser classificados em: ❑ Dietético ❑ Digestivo ❑Nutritivo ❑Higiênico ❑Sensorial ❑Operacional ❑Econômico. ANA LUIZA GONZAGA-NUTRICIONISTA-CRN11 3069 O médico argentino Pedro Escudero propôs, em 1937, quatro critérios para o planejamento dietético que são conhecidos até hoje como as leis da alimentação. ANA LUIZA GONZAGA-NUTRICIONISTA-CRN11 3069 LEIS FUNDAMENTAIS DA ALIMENTAÇÃO • Lei da quantidade e diz respeito às calorias e nutrientes que devem ser consumidos de acordo com a necessidade individual. • Lei da qualidade, que se refere à qualidade de nutrientes que deve ser consumida. Essa qualidade de nutrientes deve ser proveniente de uma dieta variada, que inclui alimentos de todos os grupos. ANA LUIZA GONZAGA-NUTRICIONISTA-CRN11 3069 • Lei da harmonia, que corresponde ao equilíbrio na distribuição dos nutrientes, pois a necessidade de cada um deles é diferente. Precisamos de alguns nutrientes em maior quantidade e, de outros, em menor quantidade. • Lei da adequação, o qual diz que em uma alimentação saudável é necessária à adequação dos nutrientes ao ciclo da vida de quem consome, à presença de alguma doença, aos hábitos alimentares sociais e culturais. ANA LUIZA GONZAGA-NUTRICIONISTA-CRN11 3069 ANA LUIZA GONZAGA-NUTRICIONISTA-CRN11 3069 NAS ÚLTIMAS DÉCADAS, O BRASIL • MUDANÇAS... • Políticas • Econômicas • Sociais Transformações no modo de vida das populações • Culturais Transformações no modo de vida das populações ANA LUIZA GONZAGA-NUTRICIONISTA-CRN11 3069 TRANSIÇÃO NUTRICIONAL • Intensa redução da desnutrição em crianças; • Aumento expressivo do SOBREPESO e da OBESIDADE em todas as faixas etárias ; O que mudou no padrão de comportamento alimentar? ANA LUIZA GONZAGA-NUTRICIONISTA-CRN11 3069 ALIMENTOS INDUSTRIALIZADOS REFEIÇÕES FEITAS FORA DE CASA • ALTO Consumo de: • Ácidos graxos saturados • Açúcares - refrigerantes • Álcool • Produtos industrializados com excesso de ácidos graxos “trans” - carnes • Leites e derivados ricos em gorduras • Guloseimas (doces, chocolates, balas, etc) ANA LUIZA GONZAGA-NUTRICIONISTA-CRN11 3069 ANA LUIZA GONZAGA-NUTRICIONISTA-CRN11 3069 preencoded.png Definindo Obesidade: Além do IMC IMC e Medidas O IMC é um indicador comum, mas limitado. Medidas corporais oferecem mais detalhes. • Circunferência abdominal • Relação cintura-quadril • Composição corporal Além dos Números A obesidade vai além dos números. É uma condição complexa e multifacetada. • Saúde metabólica • Bem-estar geral preencoded.png Causas Multifatoriais da Obesidade Genética A predisposição genética pode influenciar o metabolismo e o apetite. Ambiente O acesso a alimentos ultraprocessados e o sedentarismo contribuem. Comportamento Hábitos alimentares e a falta de atividade física são cruciais. preencoded.png Comorbidades da Obesidade Diabetes Resistência à insulina e altos níveis de glicose no sangue. Hipertensão Aumento da pressão arterial, sobrecarregando o coração. Doenças Cardiovasculares Risco de infarto, AVC e outras complicações cardíacas. preencoded.png Impactos na Saúde Mental Depressão Aumento do risco de tristeza profunda e perda de interesse. Ansiedade Preocupações excessivas e medo, impactando a qualidade de vida. Estigma Social Preconceito e discriminação, afetando a autoestima e o bem-estar. preencoded.png Tratamentos Contemporâneos Medicamentos Auxiliam na perda de peso e controle de comorbidades. Atividade Física Essencial para queimar calorias e melhorar a saúde geral. Dieta Balanceada Foco em alimentos nutritivos e controle de porções. Acompanhamento Psicológico, nutricional e médico são fundamentais. preencoded.png Cirurgia Bariátrica 1 Indicações IMC elevado e comorbidades graves são critérios. 2 Procedimentos Diferentes técnicas para reduzir o tamanho do estômago. 3 Resultados Perda de peso significativa e melhora na saúde geral. preencoded.png Prevenção e Políticas Públicas 1 Regulamentação Alimentos ultraprocessados e publicidade infantil. 2 Educação Alimentar e promoção de hábitos saudáveis. 3 Acesso A alimentos nutritivos e atividade física. • Alimentos processados • Alimentos processados são fabricados pela indústria com a adição de sal ou açúcar ou outra substância de uso culinário a alimentos in natura para torna-los duráveis e mais agradáveis ao paladar. EXEMPLOS: Conservas de legumes, doces em caldas, sardinha e atum em lata, azeitonas, pães. Por que limitar o consumo de alimentos processados? A adição de sal ou açúcar, em geral em quantidades muito superiores às usadas em preparações culinárias, ANA LUIZA GONZAGA-NUTRICIONISTA-CRN11 3069 Alimentos Ultraprocessados • A fabricação de alimentos ultraprocessados, feita em geral por indústrias de grande porte, envolve diversas etapas e técnicas de processamento e muitos ingredientes, incluindo sal, açúcar, óleos e gorduras e substâncias de uso exclusivamente industrial. • EXEMPLOS: Refresco em pó, biscoito, salgadinhos de pacote, temperos artificiais, refrigerante, balas, chocolate, margarina. ANA LUIZA GONZAGA-NUTRICIONISTA-CRN11 3069 •Prefira sempre alimentos in natura ou minimamente processados e preparações culinárias a alimentos ultraprocessados ANA LUIZA GONZAGA-NUTRICIONISTA-CRN11 3069 Os Alimentos podem ser modificados para atender situações específicas de saúde, como: • ALIMENTOS DIET: Que apresenta ausência de determinado nutriente. • Exemplo: adoçantes para diabéticos, produtos sem sal para hipertensos • Alimentos denominados de ”light” são aqueles que apresentam uma redução de no mínimo 25% de algum nutriente característico do produto original (normalmente calorias). ANA LUIZA GONZAGA-NUTRICIONISTA-CRN11 3069 • ALIMENTOS FUNCIONAIS: Além de fornecerem energia para o corpo produzem efeitos que proporcionam benefícios a saúde, prevenindo doenças. ✓Exemplo: alho,ômega • ALIMENTOS PARA FINS ESPECIAIS: além dos diet e light, temos os alimentos para praticantes de atividades físicas e nutrição enteral. ANA LUIZA GONZAGA-NUTRICIONISTA-CRN11 3069 • ALIMENTOS TRANSGÊNICOS: • São alimentos geneticamente modificados em laboratórios, com o objetivo de aumentar a resistência as pragas. •Exemplo: soja, produtos produzidos com a soja comprovadamente modificada, deve ter na embalagem o símbolo ANA LUIZA GONZAGA-NUTRICIONISTA-CRN11 3069 • ALIMENTOS ORGÂNICOS:Aqueles alimentos que na sua produção usam técnicas que respeitam o meio ambiente e visa a qualidade. • Exemplo: hortaliças sem agrotóxico, ANA LUIZA GONZAGA-NUTRICIONISTA-CRN11 3069 A Pirâmide Alimentar é um guia para orientar e ajudar na escolha de todos os grupos de alimentos. Auxilia as pessoas a planejarem suas refeições diárias de maneira adequada e variada, visando promover saúde e hábitos alimentares saudáveis. "No Brasil, por exemplo, a primeira pirâmide foi desenvolvida em 1999, entretanto, após esse período, ela recebeu reestruturação para se adequar melhor à realidade do nosso país ANA LUIZA GONZAGA-NUTRICIONISTA-CRN11 3069 ANA LUIZA GONZAGA-NUTRICIONISTA-CRN11 3069 Lembre-se • Todos os nutrientes exercem uma função específica no organismo e eles estão distribuídos em vários alimentos. Uma dieta adequada contempla alimentos dos oito grupos, de forma variada. As leis da alimentação devem ser o ponto de partida para o planejamento dietético • A recomendação de ingestão de alimentos varia de acordo com o grupo a que pertencem na pirâmide alimentar. Podemos fazer substituições entre os alimentos do mesmo grupo. Indivíduos mais altos e, principalmente, mais ativos necessitam de maior quantidade de energia. ANA LUIZA GONZAGA-NUTRICIONISTA-CRN11 3069 Faça você mesmo • Precisamos pensar agora no que pode acontecer quando restringimos ou reduzimos drasticamente o consumo de alimentos de um grupo da pirâmide alimentar. Como deveríamos nos alimentar diariamente? Imagine-se como um profissional, faça a análise da situação e procure indicar uma solução adequada. ANA LUIZA GONZAGA-NUTRICIONISTA-CRN11 3069 • Na seção anterior, vimos que o tamanho e, principalmente, o número de porções recomendadas pela pirâmide dos alimentos foram baseados em uma dieta de aproximadamente 2000 kcal. • Você já deve ter lido ou ouvido falar em caloria, mas precisa saber exatamente o que ela significa. ANA LUIZA GONZAGA-NUTRICIONISTA-CRN11 3069 • Em Nutrição, estudamos que cada alimento possui um valor energético, ou seja, uma quantidade de quilocalorias (kcal), e que os indivíduos têm uma necessidade de energia para o funcionamento adequado de suas funções. ANA LUIZA GONZAGA-NUTRICIONISTA-CRN11 3069 Exemplificando • Se uma pessoa decide substituir uma refeição principal por um lanche tipo fast food, não necessariamente consumirá maior quantidade de quilocalorias quando comparada àquela que comeu um prato de carne cozida com arroz, feijão, salada crua e vegetais cozidos. Entretanto, provavelmente consumiu menor quantidade e pior qualidade de nutrientes necessários para o funcionamento do organismo ANA LUIZA GONZAGA-NUTRICIONISTA-CRN11 3069 ANA LUIZA GONZAGA-NUTRICIONISTA-CRN11 3069 SILVA, S. M. C. S.; MURA, J. D. P. Tratado de Alimentação, Nutrição e Dietoterapia. [Recurso digital]. 2. ed. São Paulo: Roca, 2010. GOMES, C. T.; SANTOS, E. dos. Nutrição e Dietética. [Recurso digital]. 2. ed. São Paulo: Saraiva, 2014.