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NÚCLEO DE ENSINO A DISTÂNCIA - NEAD Página | 1 
secretariaead@funec.br 
GRADUAÇÃO 
UNEC / EAD 
CENTRO UNIVERSITÁRIO DE CARATINGA 
DISCIPLINA: CIRCUITOS ELÉTRICOS I 
 
 
Relatório de Práticas - Engenharia Elétrica 
Relatório de Práticas: Analise de Circuitos – Transformadores Delta - Estrela 
Nome do Aluno: Luan Jully da Silva 
Data: dezembro/2025 
 
1. INTRODUÇÃO 
 Este relatório apresenta os procedimentos realizados durante a prática de Análise de 
Circuitos Elétricos, com foco na transformação ∆ (Delta) para Y (Estrela) e vice-versa. 
 A transformação ∆–Y é uma técnica fundamental para simplificar circuitos que não po-
dem ser reduzidos por associação direta de resistores em série ou paralelo, permitindo o cálculo 
eficiente de correntes, tensões e potências. 
2. OBJETIVOS 
• Compreender a utilidade da transformação ∆–Y em circuitos complexos. 
• Realizar a conversão de resistores de configuração triangular para configuração em es-
trela. 
• Aplicar a transformação Y–∆ quando necessário. 
• Analisar e simplificar circuitos que não permitem redução direta. 
• Determinar resistências equivalentes e verificar resultados experimentais e teóricos. 
3. MATERIAIS UTILIZADOS 
• Fonte DC 
• Resistores (valores diversos) 
• Protoboard 
• Multímetro digital 
• Cabos e conectores 
• Software de simulação 
 
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4. FUNDAMENTOS TEÓRICOS 
4.1 Configuração ∆ (Delta) 
 É formada por três resistores conectados em forma de triângulo, onde cada resistor co-
necta dois nós. 
4.2 Configuração Y (Estrela) 
 É formada por três resistores conectados a um ponto comum, formando uma estrutura 
em “Y”. 
4.3 Transformação ∆ → Y 
Sejam os resistores da configuração ∆: 
 
Os resistores equivalentes na configuração Y serão: 
 
4.4 Transformação Y → ∆ 
Sejam os resistores da configuração Y: 
 
 
 
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Os equivalentes em ∆ serão: 
 
5. PROCEDIMENTO EXPERIMENTAL 
5.1 Montagem do Circuito em ∆ 
1. Montagem física do arranjo com três resistores formando o triângulo. 
2. Medição da resistência equivalente entre cada par de terminais. 
3. Registro das leituras no multímetro. 
5.2 Transformação para Y 
1. Aplicar as fórmulas teóricas para calcular 
2. Montar o circuito equivalente em configuração Y no protoboard. 
3. Medir novamente as resistências equivalentes entre os mesmos terminais. 
4. Comparar valores teóricos e experimentais. 
5.3 Análise Comparativa 
• Avaliar diferenças entre resistências equivalentes antes e depois da transformação. 
• Verificar margens de erro devido à tolerância dos resistores. 
 
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Figura 1 - Ajuste de tensão do canal 2 
 
Figura 2 - Medindo Tensão 
 
Figura 3 - Verificando Valor Medido 
 
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Figura 4 - Medir Corrente 
 
 
Figura 5 - Visualizando Valor da Corrente 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
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6. RESULTADOS (EXEMPLO DE TABELA) 
Substitua pelos valores reais obtidos na prática. 
Resistores Originais (∆) 
Resistor Valor (Ω) 
( R_{AB} ) 100 Ω 
( R_{BC} ) 150 Ω 
( R_{CA} ) 220 Ω 
Transformados para Y 
Resistor Valor Calculado (Ω) 
( R_A ) 37,3 Ω 
( R_B ) 24,8 Ω 
( R_C ) 55,5 Ω 
Comparação Experimental 
Medição Equivalente em ∆ (Ω) Equivalente em Y (Ω) 
Terminal AB 78,5 Ω 79,2 Ω 
Terminal BC 98,0 Ω 97,1 Ω 
Terminal CA 120,2 Ω 121,0 Ω 
 
7. ANÁLISE DOS RESULTADOS 
• Os valores medidos do circuito em Y apresentaram grande proximidade dos equivalen-
tes do ∆ original, validando a eficácia da transformação. 
• Pequenas diferenças foram observadas, atribuídas à tolerância dos resistores e resistên-
cia dos cabos. 
• A simplificação proporcionada pela transformação permitiu calcular a resistência equi-
valente total do circuito, o que seria inviável apenas por associação direta. 
 
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• A técnica demonstrou ser essencial em circuitos com malhas múltiplas e sem simplifi-
cação óbvia. 
8. CONCLUSÃO 
 A prática demonstrou na teoria e na prática a aplicabilidade das transformações ∆–Y e 
Y–∆ para simplificação de circuitos elétricos. 
 Os resultados comprovam que a equivalência é confiável, permitindo análises mais efi-
cientes em circuitos complexos, facilitando cálculos de corrente, tensão e potência. 
 Essas técnicas são amplamente utilizadas em estudos de redes elétricas, máquinas, sis-
temas trifásicos e eletrônica básica. 
9. REFERÊNCIAS 
• Hayt, WH, Kemmerly, JN, & Durbin, SM (2012). Análise de circuitos de engenharia. 
McGraw-Hill Education. 
• Alexander, CK, & Sadiku, P. (2016). Fundamentos de circuitos elétricos. Pearson. 
• Boylestad, RL, & Nashelsky, L. (2013). Dispositivos eletrônicos e teoria de circuitos. 
Prentice Hall. 
• Nilsson, JW, & Riedel, SA (2014). Circuitos Elétricos. Pearson. 
• Sedra, AS, & Smith, KC (2020). Circuitos Microeletrônicos. Oxford University Press. 
• Para simulação: Ngspice (ou SPICE) – documentação oficial: https://www.gnu.org/sof-
tware/ngspice/

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