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UNIASSELVI CURSO DE BACHARELADO EM NUTRIÇÃO RELATÓRIO PARCIAL DE ESTÁGIO EM ALIMENTAÇÃO COLETIVA PAULO HENRIQUE KLUGER PEREIRA PALHOÇA – DEZEMBRO/2025 UNIASSELVI CURSO DE BACHARELADO EM NUTRIÇÃO PAULO HENRIQUE KLUGER PEREIRA Júlia Graciela de Souza Professor Regente da Disciplina Relatório Parcial de Estágio Curricular Supervisionado, apresentado a Uniasselvi- SC, como requisito para obtenção do diploma. PALHOÇA – DEZEMBRO/2025 Dados do estagiário Aluno: Paulo Henrique Kluger Pereira Data de nascimento: 08/10/1993 Conclusão do Curso: 1º semestre de 2026. Endereço: Joacir dos Passos, 76 – 88133-597, Jardim Eldorado, Palhoça / SC Fone: (48) 99133-4545 Curso: Nutrição (NTR) Endereço: Rua Saldanha Marinho, 56 Bairro: Centro Cidade: Florianópolis/SC Cep: 88010-450 Fone: (48) 98814-8717 Dados do estágio Razão social: Serviço Social do Comércio – Sesc Endereço: Rua João Pereira dos Santos Bairro: Ponte do Imaruim Cidade: Palhoça Data de fundação: 29/09/48 Natureza: Assistência, saúde, cultura, lazer e educação Área de atuação da empresa: Prestadora de serviços para os empregados e empresários do Comércio. Número de empregados: Período de estágio (data de início e fim do estágio): Carga horária diária realizada no estágio e dias da semana: Representante legal da empresa (igual ao termo de compromisso): ÍNDICE 1 INTRODUÇÃO .............................................................................................................. 4 2 OBJETIVOS .................................................................................................................. 6 2.1 OBJETIVO GERAL ....................................................................................................................... 7 2.2 OBJETIVOS ESPECÍFICOS ........................................................................................................ 7 3 DESENVOLVIMENTO .................................................................................................. 8 3.1 CARACTERIZAÇÃO DA UAN...................................................................................................... 9 3.2 DOCUMENTAÇÃO ..................................................................................................................... 10 3.3 ESTRUTURA FÍSICA ................................................................................................................. 11 3.4 RECURSOS HUMANOS ............................................................................................................ 12 3.5 CONTROLES ............................................................................................................................. 23 3.6 CARDÁPIO ................................................................................................................................. 27 REFERÊNCIAS .............................................................................................................. 29 APÊNDICES ................................................................................................................... 30 ANEXOS ......................................................................................................................... 41 1 INTRODUÇÃO O setor de Alimentação Coletiva tornou-se um mercado representativo na economia mundial, o ritmo de vida moderna contribuiu significativamente para a conquista deste espaço. Nas sociedades modernas, as dificuldades impostas pelos longos deslocamentos e a extensa jornada de trabalho, impedem que um grande número de pessoas realize suas refeições regulares em suas residências, para uma expressiva camada da população, a refeição fora do lar em unidades de alimentação e nutrição é uma das alternativas viáveis. O setor de refeição coletiva é composto por empresas prestadoras de serviços que fornecem refeições para empresas, escolas, universidades e hospitais. E esta dividida em alimentação comercial e alimentação coletiva, os estabelecimentos que trabalham com produção e distribuição de alimentação para coletividades, recebem o nome de unidade de alimentação e nutrição (UAN),que tem por objetivo fornecer uma refeição equilibrada visando auxiliar o desenvolvimento de hábitos alimentares saudáveis e a satisfação do indivíduo (SANAR, 2019). Uma Unidade de Alimentação e Nutrição é uma unidade de trabalho que desempenha atividades relacionadas à alimentação e nutrição, como o fornecimento de refeições. O objetivo de uma UAN ou simplesmente Unidade de alimentação é fornecer refeições equilibradas nutricionalmente, com bom nível de sanidade, adequadas ao comensal (consumidor em alimentação coletiva). E com isso manter a saúde dos clientes, além de buscar desenvolver hábitos alimentares saudáveis. E também em outras palavras a Unidade de Alimentação e Nutrição (UAN) é o conjunto de áreas com o objetivo de operacionalizar o provimento nutricional e de coletividades. As UANs podem estar estabelecidas em complexos industriais, empresas, escolas e hospitais sob diversas formas de gerenciamento (SANAR, 2019). As etapas de produção de uma UAN, começa na área de recepção das matéria- prima, destinado ao recebimento de todas as mercadorias que chegam à UAN e deve ser realizado a higienização até a obtenção do produto final. A área de produção deve ser dividida em área de pré-preparo e preparo/cocção, distribuição das preparações e higienização de utensílios. A área de pré-preparo é destinada a comportar atividades e procedimentos de manipulação de alimentos que antecedem a etapa de cocção. Já a área de preparo é onde ocorrem as etapas posteriores ao pré-preparo, destinadas ao processamento térmico dos alimentos, com a finalidade de obter a preparação final. Já a distribuição fica no phastrous até a hora de distribuir as cubas para o buffet. Para alimentos frescos, o reaproveitamento pode ser realizado através do uso total do produto, desde o caule, folhas, talos e cascas até as sementes. Já para os pratos prontos, o reaproveitamento pode ser feito através da criação de uma nova receita, como bolinhos de carne, de arroz e risotos. 2 OBJETIVOS 2.1 OBJETIVO GERAL Desenvolver habilidades e competências em alimentação coletiva, integrando conhecimentos teóricos e práticos, para promover a oferta de refeições seguras e nutritivas por meio da aplicação das legislações sanitárias, processos adequados de produção, planejamento de cardápios, treinamento e gestão de equipes, em colaboração com outros setores das organizações, a fim de contribuir para a melhoria das condições de saúde dos comensais. 2.2 OBJETIVOS ESPECÍFICOS Descrever o local de estágio quanto ao histórico e sistema de gestão. Verificar e descrever os sistemas de qualidade existentes no local de estágio (MBP, APPCC, POPs). Observar e descrever a estrutura fisica do local de estágio de acordo com a RDC 216 e analisar os impactos das não conformidades encontradas na saúde dos comensais. Observar e descrever a composição e atribuições da equipe da UAN e calcular o dimensionamento ideal da equipe de acordo com o número de refeições servidas. Identificar os cuidados com a saúde ocupacional dos trabalhadores da UAN e descrever as documentações existentes no local (PCMSO, PGR, EPIs, etc). Verificar, descrever e realizar controles de temperaturas, estoque, coleta de amostras e de desperdícios. Observar e descrever a composição do cardápio da UAN, oferta de cardápios especiais e etapas de produção. Planejar, aplicar e analisar atividades no local de estágio (check list de boas práticas, treinamentos com a equipe, elaboração de POP e planta baixa, controle de resto ingesta, planejarcardápio, avaliar qualidade de cardápio, elaborar ficha de tecnica de preparo, fluxo de processos, EAN com os comensais). Correlacionar a teoria com a prática e realizar análise critica para propor planos de ações e gerar resultados efetivos para o local de estágio. Contribuir de forma positiva para a equipe e local de estágio. Desenvolver habilidades interpessoais e de comunicação com equipes. 3 DESENVOLVIMENTO 3.1 CARACTERIZAÇÃO DA UAN 3.1.1 Dados, localização e histórico da empresa contratada e contratante O estágio foi realizado na Unidade de Alimentação e Nutrição (UAN) na empresa Serviço Social do Comércio, cuja o nome fantasia é Sesc, localizada no bairro Ponte Do Imaruim, Palhoça-SC. São diversas legislações da vigilância sanitária, cito a portaria 1428 entre outras e mais recentemente a resolução- RDC n 216, de 15 de setembro de 2004. 3.1.2 Contrato de serviço O contrato de serviço utilizado pelo SESC é de autogestão, onde a própria administra todos os recursos da mesma, seja recursos financeiros, recursos humanos, recursos materiais, etc. Como ponto positivo desse tipo de gestão aponta-se não haver interferência de terceiros nas decisões da empresa. Já como pontos negativos, aponta-se que uma visão externa pode observar aspectos que não são observados de dentro da empresa, o que pode levar a tomadas de decisões erradas. 3.1.3 Sistema de distribuição O sistema de distribuição utilizado o SESC é centralizado. Nesse tipo de distribuição, a preparação das refeições é realizada em uma única central de produção e distribuída para todas as unidades onde serão servidas. Esse tipo de distribuição é comum em grandes empresas. Como pontos positivos destaca-se a centralização das demandas e a produção em um único local, dando agilidade ao processo. Já como pontos negativos pode-se apontar que cada unidade possui demandas específicas que muitas vezes não são observadas de perto devido a essa centralização. 3.1.4 Serviços prestados Os serviços prstados estão descritos nos quadros a seguir. 3.1.5 Certificações e validade das mesmas - ISO, outro selo de certificação, alvará sanitário, controle de pragas e vetores, certificado de limpeza da caixa d’agua, certificado de limpeza de caixa gordura, certificado de manutenção periódica de equipamentos. Os certificados estão nos anexos no final do trabalho. As ações de sustentabilidade são conscientização em relação ao gasto de água e sobre evitar o desperdício de alimentos. Além da coleta seletiva de lixo. 3.2 DOCUMENTAÇÃO O SESC implantou os requisitos de BP (Boas Práticas na Manipulação de Alimentos), obedecendo à sistemática do Programa Alimentos Seguros – PAS, a qual contempla as disposições legais vigentes. O qual teve emissão em 15 de abril de 2025. O objetivo do presente manual é orientar as rotinas e procedimentos que devem ser praticados nas várias etapas de elaboração de um produto alimentar, conferindo padrão de identidade e qualidade (PIQ) ao produto final, detalhando a estrutura física do local, discriminando e caracterizando a capacidade e cuidados do corpo técnico e os cuidados necessários para a qualidade dos processos de trabalho utilizados. O sistema Análise de perigos e Pontos Críticos de Controle (APPCC) originou-se na indústria química da Grã-Bretanha, em torno dos anos 1950, e tornou-se conhecido internacionalmente pela denominação Hazard Analysis and Critical Control Point (Haccp). Incialmente era usado de forma mais extensiva projetos de plantas de energia nuclear (MANUAL, 2001). O procedimento operacional padrão (POP) é um documento que reúne descrições sobre as atividades e rotinas de uma empresa. Pode ser entendido como um manual de instruções que dita o passo a passo de uma tarefa para assegurar qualidade, padronização e previsibilidade de processos e resultados. O objetivo do POP é padronizar processos, minimizar retrabalhos e eliminar desperdícios, mantendo uma rotina de operação eficiente e estimulando a gestão da qualidade dentro da empresa, com foco na melhoria contínua. Com um Procedimento Operacional Padrão, toda a equipe poupa tempo na execução de tarefas, podendo se dedicar a outras atividades. Além disso, manutenções, laudos e inspeções tornam-se menos suscetíveis a erros, aumentando consequentemente a satisfação do cliente. 3.3 ESTRUTURA FÍSICA O SESC segue a regra da RDC 216 que a Anvisa determina, as “regras” e padrões de boas práticas que o estabelecimento deve seguir, com o intuito de garantir condições higiênicas dos alimentos preparados, garantindo o bem-estar e a saúde do consumidor. Tipo de construção e material adequado (liso, impermeável lavável, antiderrapante e resistente) e encontra-se em bom estado de conservação. Ralos: Possui ralos sifonados, dotados de grelhas que permitem fechamento. Paredes: As paredes são contruídas em materias lisos, laváveis, são mantidas em bom estado de conservação e isentas de fungos. Teto: O teto em todas as áreas apresenta-se livre, trincas e rachaduras. Portas: As portas em geral são contruídas em material lavável e mantidas em bom estado de conservação. Janelas: as janelas existentes são devidamente ajustadas aos batentes, sendo vidraças com esquadria em alumínio. O refeitório, restaurante e cozinhas possuem tela milimétrica. Lixeiras: Possuem tampas e acionamento por pedal sem abertura por contato manual. São estabelecidos horários diferentes para saída do lixo, a fim de evitar contaminação cruzada. Discriminação dos setores e fluxo de produção: a entrada de mercadoria fica na garagem nos fundos da cozinha, onde fica uma balança e as caixas de horti-frutis, junto com o carrinho de transporte da matéria-prima. Banheiros: os banheiros dos funcionários ficam na entrada da garagem, no lado da porta de estrada para a cozinha. No quartinho dos funcionários ficam o guarda volume e 2 banheiros. Depósito de material de limpeza: são mantidos em áreas separadas do restaurante, cozinha e cozinha infantil. O depósito fica no lado do ginásio do SESC. Referente as inadequações, destaca-se o fato de não ter uma sala própria para o recebimento as matérias-primas, e assim poder escolher com cuidado e fazer a higienização correta antes de entrar na área de armazenamento, e essas inadequações já foram estudadas e repassadas para a diretoria e administração, para conseguir um plano de ação imediato. 3.4 RECURSOS HUMANOS 3.4.1 Composição da equipe de colaboradores Na tabela a seguir apresenta-se o quadro de funcionários Quadro 01: quadro de funcionários. FUNCIONÁRIAS FUNÇÃO TURNO Adriana Porto Detofano Auxiliar de Serviços Gerais Tempo integral Paulo Henrique Kluger Pereira Estagiário de Nutrição 6 horas por dia Betina Henes Wiesiok Nutricionista Tempo integral Cristiane da Cruz de Assis Alves Atendente de A&B Tempo integral Íris Mendes Carrilho Auxiliar de cozinha Tempo integral Isadora da Silva Estagiária de Nutrição 4 horas Josiane Nadir Auxiliar de Serviços Gerais Tempo integral Lorinez Callegaro Pintol Cozinheira Escolar Tempo integral Lilian Versal Cozinheira Escolar Tempo integral Maria Cristina Conte de Lima Cozinheira Escolar Tempo integral Marly Aparecida Cordeiro Auxiliar de cozinha Tempo integral Raquel de Souza Auxiliar de cozinha Tempo integral Rosemere Santos Carvalho Teles Auxiliar de cozinha Tempo integral Sueli Alves Bonfim Atendente de A&B Tempo integral Simone Ramos Costa Cozinheira Tempo integral Triscilen Vitória Pereira Atendente de A&B Tempo integral Vanessa de Barros dos Santos Assistente Administrativo Tempo integral Francielly de Souza Azevedo Auxiliar de Serviços Gerais Tempo integral Fonte: o autor(2025). 3.4.2 Rotina e descrição das funções de cada função Cozinheira – Simone A cozinheira Simone atua de segunda a sexta-feira, iniciando sua jornada às 4h30. Ao chegar à unidade, realiza o preparo inicial do café destinado à lanchonete e aos diversos setores do SESC, colocando a água para ferver e organizando os insumos necessários. Em seguida, executa a limpeza e higienização das bancadas e pias da cozinha, conforme as Boas Práticas de Manipulação, e realiza o aquecimento dos fornos, bem como a conferência das temperaturas dos equipamentos. Ainda no início do turno, Simone encaminha os assados da lanchonete para o forno e, conforme a programação semanal, adianta preparações para dias posteriores. Durante a rotina, orienta as auxiliares de cozinha, presta apoio nas atividades de produção e acompanha os processos até o horário de abertura do buffet. É responsável pelo preparo das massas de bolos, apoio na elaboração de receitas antecipadas e pela produção de coffee breaks destinados a reuniões, palestras, cursos e eventos internos e externos do SESC. Essa rotina se mantém até o encerramento de seu expediente. Auxiliar de Cozinha – Rosemere Rosemere inicia suas atividades às 6h, de segunda a sexta-feira. Sua rotina concentra-se, principalmente, na produção de saladas, frutas, molhos, legumes e vegetais, realizando as etapas de lavagem, higienização, corte e tempero dos alimentos. Também é responsável por separar os insumos que serão utilizados como saladas, legumes e vegetais refogados, recheios de tortas e frutas destinadas à salada de frutas. Após a finalização dessas etapas e com o avanço da manipulação pelas demais auxiliares, Rosemere passa a adiantar preparações previstas para o dia seguinte, contribuindo para a organização e otimização do fluxo de produção até o término de seu expediente. Auxiliar de Cozinha – Cristiane Cristiane inicia sua jornada às 5h30, de segunda a sexta-feira, auxiliando a cozinheira e as demais auxiliares nas atividades gerais da cozinha. É a principal responsável pelo preparo das tortas e lasanhas servidas diariamente no buffet. Além da produção, Cristiane atua diretamente na organização e distribuição do buffet. Realiza o porcionamento adequado dos alimentos nas cubas, pesa todas as preparações com tampa para controle quantitativo e permanece atenta à reposição conforme a demanda. Durante o serviço, também é responsável pela higienização da bancada de distribuição sempre que necessário. Ao final do buffet, realiza a coleta, separação e pesagem dos alimentos, classificando-os em rejeitos e sobras limpas. As sobras limpas que não foram manipuladas são congeladas, enquanto sobras de saladas e legumes são reaproveitadas como base para outras preparações, como refogados e sopas. Os alimentos expostos no buffet são destinados ao descarte, visando à segurança alimentar. Finaliza sua rotina com a limpeza completa da área de distribuição, encerrando seu expediente. Auxiliar de Cozinha – Merly Merly inicia suas atividades às 7h30, de segunda a sexta-feira. Atua na produção de doces, assados, recheios e caldas de bolos destinados à lanchonete, além do preparo das sobremesas servidas nas refeições. É responsável por monitorar e repor continuamente a demanda da lanchonete, garantindo a disponibilidade dos produtos. Também adianta preparações para o dia seguinte, mantendo essa rotina até o final de seu expediente. Auxiliar de Cozinha – Michele A auxiliar de cozinha Michele inicia sua jornada às 6h, de segunda a sexta- feira, sendo responsável pela área do açougue. Ao chegar, realiza a higienização da pia, bancadas e utensílios, dando início à manipulação das proteínas, como carnes, peixes e frangos. Executa a limpeza, corte e separação individualizada das proteínas, conforme o cardápio diário. Após essa etapa, participa da preparação das proteínas, realizando processos como empanamento, fritura ou assamento, contando com o apoio de outras auxiliares ou da cozinheira, conforme a demanda do dia. Ao concluir as atividades, é responsável pela limpeza completa da sala do açougue, permanecendo nessas funções até o final de seu expediente. Auxiliar de Cozinha – Raquel Raquel inicia suas atividades às 7h, de segunda a sexta-feira. Atua de forma multifuncional, auxiliando as demais auxiliares de cozinha conforme a necessidade da produção. Também presta apoio direto à Cristiane na distribuição do buffet, auxiliando na reposição dos alimentos e na limpeza da área, de acordo com a demanda. Após o encerramento do buffet, retorna ao apoio geral da cozinha até o término de seu expediente. Auxiliar de Serviços Gerais – Adriana Adriana atua de segunda a sábado, iniciando sua jornada às 7h. É responsável pela lavanderia, realizando a lavagem de utensílios utilizados na cozinha e na lanchonete. Também gerencia o manejo dos resíduos, efetuando a troca dos lixos três vezes ao dia (manhã, tarde e noite). Além disso, realiza a limpeza da lanchonete, incluindo mesas, cadeiras, vidros, móveis e banheiros, mantendo essa rotina até o final do dia. Auxiliar de Serviços Gerais – Franciele Franciele inicia suas atividades às 7h, de segunda a sábado. Atua na lavanderia, realizando a higienização de utensílios da cozinha e da lanchonete. Também é responsável pelo transporte dos alimentos até o refeitório para o almoço das crianças. Executa a troca dos resíduos nos três turnos do dia e realiza a limpeza da lanchonete, mesas, cadeiras, vidros, móveis e banheiros, mantendo essas atividades ao longo de sua jornada. Atendente de A&B – Sueli Sueli inicia suas atividades às 6h30, de segunda a sexta-feira, e aos sábados em regime alternado. Atua no atendimento da lanchonete, operando o caixa da lanchonete e do buffet. Após o encerramento do buffet, permanece no atendimento da lanchonete até o final de seu expediente. Atendente de A&B – Triscielen Triscielen inicia sua jornada às 9h, de segunda a sexta-feira, e aos sábados alternados. Atua no atendimento ao público na lanchonete, realizando operações de caixa tanto da lanchonete quanto do buffet, permanecendo nessas funções até o final do dia. Atendente de A&B – Marcela Marcela inicia suas atividades às 11h, de segunda a sexta-feira, e aos sábados alternados. É responsável pelo atendimento na lanchonete e pela operação do caixa da lanchonete e do buffet, permanecendo no atendimento até o encerramento de seu expediente. Cozinheira Escolar – Lilian Lilian atua de segunda a sexta-feira, iniciando suas atividades às 7h, na cozinha infantil. Ao chegar, organiza os lanches da manhã, o almoço e os lanches da tarde do refeitório. Realiza a higienização e organização dos alimentos destinados às crianças, corta os alimentos em tamanhos adequados para as faixas etárias menores e participa da produção dos lanches previstos no cardápio semanal, facilitando a rotina da cozinha até o final do dia. Cozinheira Escolar – Mari Mari atua de segunda a sexta-feira, iniciando às 7h, na cozinha infantil. Sua rotina inclui a organização dos lanches da manhã, almoço e lanches da tarde, higienização e preparo dos alimentos do refeitório, corte adequado dos alimentos para crianças menores e apoio na produção dos lanches do cardápio semanal, mantendo essa rotina até o encerramento do expediente. Cozinheira Escolar – Íris Íris inicia suas atividades às 7h, de segunda a sexta-feira, atuando na cozinha infantil. Organiza os lanches da manhã, almoço e lanches da tarde, realiza a higienização e preparo dos alimentos destinados ao refeitório, executa cortes adequados para as crianças menores e contribui na produção dos lanches do cardápio semanal, seguindo essa rotina até o final do dia. Auxiliar de Serviços Gerais – Josiane Josiane inicia suas atividades às 6h30, de segunda a sexta-feira. É responsávelpelo transporte das sobras limpas do refeitório para a cozinha principal ao final do último almoço servido. Também gerencia o manejo dos resíduos, realizando a troca dos lixos três vezes ao dia. Atua na limpeza do refeitório após o término de cada turma, realizando a higienização de mesas, bancos, vidros e móveis, mantendo essa rotina até o encerramento de seu expediente. 3.4.3 Descrição das funções Diretor: O gestor de UAN cuida da estruturação administrativa, visando atingir os objetivos da organização. Também faz a distribuição e adequação dos recursos humanos e materiais. Em alguns casos, pode cuidar da parte dietética e planejamento de cardápio. Administrativo: A principal função do gestor de UAN é manter a equipe conectada e empenhada para o cumprimento de suas funções, na qual poderá usar diversas ferramentas para que mantenham todos da equipe empenhados a conquistar suas metas e garantir a qualidade higiênico-sanitária que se espera. Nutricionista: Elaborar os cardápios respeitando os hábitos alimentares regionais, culturais e étnicos, informar os valores nutricionais do cardápio, coordenar as atividades de recebimento e armazenamento dos materiais utilizados na produção, elaborar e implantar fichas técnicas das preparações, supervisionar as atividades de pré-preparo, preparo, distribuição e transporte de refeições, elaborar e implantar o Manual de Boas Práticas e os Procedimentos Operacionais Padronizados, realizar periodicamente treinamentos para aperfeiçoamento e atualização de funcionários, promover programas de educação alimentar e nutricional para os alunos, clientes e funcionários, trabalhar para reduzir sobras, restos e desperdícios, monitorar as atividades de seleção de fornecedores e procedência dos alimentos. Já na área escolar garante também a oferta de uma alimentação adequada e segura para cada faixa etária e tempo de permanência do aluno na escola. A execução correta é fundamental para garantir que o aluno tenha uma alimentação e nutrição de qualidade. Além disso, auxilia o aluno no desenvolvimento de todo o seu todo o seu potencial e habilidades, interagindo com as crianças, fazendo atividades esducativas e assim ensinado eles a ter bons hábitos na hora de se alimenatar. Cozinheiras: Preparam alimentos sob supervisão de nutricionista, de modo que assegure a qualidade, higiene, sabor, aroma e apresentação da refeição a ser servida, inspecionam a higienização de equipamentos e utensílios, auxiliam na requisição do material necessário para a preparação dos alimentos e coordenam atividades da cozinha. Auxiliar de cozinha: preparação de alimentos, limpeza e conservação das dependências do restaurante, lanchonete e dos equipamentos existentes. Auxiliar no preparo das refeições, sobremesas, lanches, etc. Manter a ordem e a limpeza da cozinha. Serviços gerais: Limpar mesas, bancos, lavar louças, limpar banheiros, limpar vidros, retira os lixos, e material disponibilizado pelo restaurante. 3.4.4 Organograma Fonte: o autor (2025) 3.4.5 Dimensionamento da equipe Segundo Teixeira et al. (2019), Vaz (2016) e Silva Júnior (2014), para unidades de porte médio com produção própria e cardápio variado, recomenda- se um índice de produtividade entre 35 e 45 refeições por colaborador ao dia. Considerando a produção média de 300 refeições diárias na UAN estudada, o dimensionamento teórico aponta a necessidade de aproximadamente 8 funcionários operacionais. A equipe existente, composta por 11 colaboradores, encontra-se acima do mínimo recomendado, o que contribui para o adequado cumprimento das Boas Práticas de Fabricação e das exigências da RDC nº 216/2004. 3.4.6 Carteirinha de Vacina O SESC da Palhoça não tem carterinha de sáude, apenas na unidade de Florianopólis. Porém na unidade de Palhoça, é feito o pedido de exames dos funcionários a cada 3 meses a 6 meses. 3.4.7 Curso de Boas Práticas O curso de boas práticas, acontece a cada 2 anos e a nutricionista no local está sempre orientando os funcionários refente as regras de boas práticas. 3.4.8 Programa de Controle Médico de Saúde Ocupacional O SESC possui PCMSO e é atualizado anualmente, uma empresa terceirizada é contratada. 3.4.9 Programa de Gerenciamento de Riscos (PGR) A Unidade de Alimentação e Nutrição (UAN) do SESC Palhoça possui Programa de Gerenciamento de Riscos (PGR)implantado, conforme a Norma Regulamentadora nº 01 (NR-01). O documento contempla a identificação e o controle dos riscos ocupacionais presentes na UAN, incluindo riscos físicos, químicos, biológicos, ergonômicos e de acidentes. O PGR é atualizado periodicamente e sempre que ocorrem mudanças no processo produtivo, estrutura física ou equipamentos, sendo acompanhado pelo setor de Segurança do Trabalho em conjunto com a gestão da unidade. Sua importância está na prevenção de acidentes e doenças ocupacionais, na melhoria das condições de trabalho e no atendimento às exigências legais, contribuindo para a segurança e bem-estar dos colaboradores e para a continuidade das atividades da UAN. 3.4.10 Comunicação de Acidente de Trabalho (CAT) A Unidade de Alimentação e Nutrição (UAN) do SESC Palhoça realiza a Comunicação de Acidente de Trabalho (CAT) sempre que ocorre acidente de trabalho ou situação que possa gerar afastamento do colaborador, conforme determina a legislação trabalhista vigente. O procedimento é conduzido pelo setor responsável da instituição, com registro formal do ocorrido e encaminhamento aos órgãos competentes. A realização da CAT é fundamental para garantir os direitos trabalhistas do colaborador, possibilitar o acompanhamento médico adequado e permitir a adoção de medidas preventivas, contribuindo para a segurança dos trabalhadores e para a melhoria contínua das condições de trabalho na UAN. 3.4.11 Equipamentos de Proteção Individual (EPI) e Equipamentos de Proteção Coletiva (EPC) A Unidade de Alimentação e Nutrição (UAN) do SESC Palhoça fornece Equipamentos de Proteção Individual (EPI) adequados às atividades desempenhadas pelos colaboradores, incluindo touca, avental, jaleco, luvas, calçado fechado antiderrapante e protetores térmicos, quando necessário. Os equipamentos são disponibilizados de forma regular, em quantidade suficiente, e sua entrega é realizada mediante orientação e controle interno da instituição. O uso dos EPIs é exigido e supervisionado pela nutricionista responsável e pela equipe de gestão, sendo observado, durante o período de estágio, que os colaboradores utilizam corretamente os equipamentos durante as atividades de manipulação de alimentos. Quanto aos Equipamentos de Proteção Coletiva (EPC), a UAN dispõe de isos antiderrapantes, corrimãos, sinalização de segurança, coifas de exaustão, extintores de incêndio, proteção em equipamentos e iluminação adequada, contribuindo para a redução de riscos coletivos no ambiente de trabalho. A disponibilização e o uso adequado de EPIs e EPCs são fundamentais para a prevenção de acidentes e para a manutenção de condições seguras de trabalho, em conformidade com as normas de segurança e saúde ocupacional. 3.4.13 Doenças ocupacionais mais frequentes Na Unidade de Alimentação e Nutrição (UAN) do SESC Palhoça, as doenças ocupacionais mais frequentemente associadas às atividades desenvolvidas são aquelas relacionadas a esforços físicos repetitivos e às condições do ambiente de trabalho. Destacam-se principalmente dores musculoesqueléticas, como lombalgias, dores em ombros, braços e punhos, decorrentes de movimentos repetitivos, permanência prolongada em pé e levantamento manual de cargas. Também podem ocorrer lesões por esforços repetitivos (LER/DORT), além de dermatites de contato, associadas ao uso frequente de produtos de limpeza e higienização. Durante o período de estágio,não foram observados afastamentos por doenças ocupacionais, porém a UAN adota medidas preventivas, como uso de EPIs, orientações ergonômicas e acompanhamento por meio do PCMSO e PGR. 3.4.14 Critérios de ergonomia Os critérios de ergonomia adotados na Unidade de Alimentação e Nutrição (UAN) do SESC Palhoça visam à melhoria dos serviços prestados, à prevenção de acidentes de trabalho e à promoção de condições seguras e saudáveis no ambiente laboral, contribuindo para a proteção e preservação da saúde dos colaboradores, alunos e clientes. Entre as principais conformidades observadas, destacam-se a altura adequada das bancadas de trabalho, que favorece a postura correta durante as atividades, a luminosidade suficiente para execução das tarefas e a presença de piso antiderrapante, reduzindo o risco de quedas em áreas úmidas. O transporte e o carregamento de cargas são realizados, sempre que possível, com o auxílio de carrinhos e recipientes apropriados, minimizando o esforço físico dos trabalhadores. Quanto aos fatores ambientais, observou-se que a UAN dispõe de ventilação adequada, contribuindo para o controle da temperatura e da umidade no ambiente, além de medidas para minimizar a exposição a ruídos, principalmente nas áreas de maior concentração de equipamentos. De modo geral, a UAN do SESC Palhoça encontra-se em conformidade com os critérios ergonômicos recomendados, não sendo identificadas situações que representem riscos significativos à saúde dos trabalhadores. Embora não tenham sido obtidos registros fotográficos dos documentos específicos, as informações foram confirmadas por meio de relatos da coordenação do estágio, evidenciando a preocupação institucional com a ergonomia e a segurança do trabalho. 3.5 CONTROLES 3.5.1 Controles de temperatura (alimentos, equipamentos, ...) A Unidade de Alimentação e Nutrição (UAN) do SESC Palhoça possui controle sistematizado de temperatura dos alimentos e dos equipamentos, conforme preconiza a RDC nº 216/2004. O controle é realizado por meio de planilhas específicas, preenchidas diariamente, contemplando alimentos quentes, alimentos frios e equipamentos de conservação. As temperaturas dos alimentos quentes são aferidas no início e durante a distribuição, devendo permanecer acima de 60 °C. Já os alimentos frios são mantidos sob refrigeração, com temperaturas inferiores a 10 °C, conforme o tipo de preparação. Os equipamentos, como câmaras frias, refrigeradores e freezers, também têm suas temperaturas monitoradas diariamente, garantindo o armazenamento seguro das matérias-primas e preparações. Durante o estágio, o acadêmico auxiliou diariamente na aferição e registro das temperaturas, utilizando termômetro digital, bem como no preenchimento das planilhas de controle, contribuindo para a rastreabilidade e segurança dos alimentos. 3.5.2 Coleta de amostras A UAN realiza coleta diária de amostras de todas as preparações servidas, conforme POP específico e RDC nº 216/2004. A coleta ocorre diretamente do buffet, no início da distribuição, sendo retiradas amostras representativas de cada preparação. As amostras são acondicionadas em recipientes ou embalagens próprias, devidamente identificadas com nome da preparação, data, horário e responsável, e armazenadas sob refrigeração ou congelamento pelo período mínimo de 72 horas, possibilitando análise em caso de suspeita de Doença Transmitida por Alimentos (DTA). O estagiário participou ativamente desse processo, realizando a coleta, identificação, pesagem e armazenamento das amostras, sempre sob supervisão da nutricionista responsável. 3.5.3 Recebimento de insumos O recebimento de insumos ocorre em área específica da UAN, seguindo critérios definidos no Manual de Boas Práticas. No momento do recebimento, são verificados: Condições do veículo transportador; Integridade das embalagens; Prazo de validade; Condições sensoriais dos alimentos; Temperatura dos produtos perecíveis, especialmente carnes, laticínios e produtos refrigerados ou congelados. Produtos que não atendem aos critérios estabelecidos são recusados. Durante o estágio, o acadêmico acompanhou o recebimento de alimentos, auxiliando na conferência das temperaturas e demais requisitos sanitários. 3.5.4 Higienização (instalações, móveis, equipamentos e utensílios) A higienização da UAN é realizada conforme escala de limpeza padronizada, descrita em POP específico. A escala define: Frequência (diária, semanal ou mensal); Produtos utilizados; Diluição correta dos saneantes; Responsáveis por cada tarefa. As atividades incluem a limpeza e sanitização de bancadas, pisos, paredes, equipamentos, utensílios e áreas comuns, garantindo ambiente limpo e seguro. O estagiário acompanhou essas rotinas e observou a correta execução conforme os procedimentos estabelecidos. 3.5.5 Desinfeção hortifrutingranjeiros A desinfecção de hortifrutigranjeiros é realizada em setor específico, seguindo POP e orientações da RDC nº 216/2004. O processo envolve: Seleção e descarte de partes impróprias; Lavagem em água corrente; Imersão em solução clorada, na concentração e tempo de contato definidos pelo POP; Enxágue final em água potável; Armazenamento sob refrigeração, devidamente identificado. Durante o estágio, o acadêmico acompanhou diariamente o processo de higienização de saladas, observando o cumprimento rigoroso das etapas e orientações sanitárias. 3.5.6 Controle de estoque O controle de estoque é realizado por meio de planilhas e organização física adequada, adotando o método PVPS (Primeiro que Vence, Primeiro que Sai). Os alimentos são armazenados conforme sua classificação (secos, refrigerados e congelados), com identificação e controle de validade. O estagiário auxiliou no acompanhamento do estoque, verificando prazos de validade, organização das prateleiras e condições de armazenamento. 3.5.7 Controle de desperdícios A UAN realiza controle de desperdícios por meio da separação e identificação das sobras limpas e resíduos orgânicos, possibilitando análise do volume descartado. Parte dos resíduos orgânicos é destinada à compostagem, como ação de sustentabilidade adotada pela unidade. Durante o estágio, o acadêmico contribuiu com o monitoramento das sobras e participou da implantação de melhorias no fluxo de descarte, auxiliando na conscientização da equipe quanto à redução do desperdício. 3.5.8 Protocolo para DTA A UAN possui protocolo definido para casos suspeitos de Doença Transmitida por Alimentos (DTA). O procedimento inclui a preservação das amostras coletadas, registro do ocorrido, comunicação à nutricionista responsável e, quando necessário, acionamento da Vigilância Sanitária para investigação. Embora não tenham sido registrados casos de DTA durante o período de estágio, a existência do protocolo garante resposta rápida e adequada, reforçando o compromisso da instituição com a segurança alimentar. 3.6 CARDÁPIO A Unidade de Alimentação e Nutrição (UAN) funciona de segunda a sexta- feira, ofertando almoço diariamente, além de preparações destinadas à lanchonete e a eventos internos (coffee breaks). 3.6.1 Composição básica do cardápio O cardápio diário apresenta composição equilibrada e padronizada, sendo estruturado da seguinte forma: Prato base: arroz branco e arroz integral; Leguminosa: feijão; Pratos principais: em média 2 opções diárias, geralmente à base de carnes bovinas, frango, peixe ou preparações com ovos; Guarnições: 1 a 2 opções diárias, incluindo massas, legumes refogados, purês ou preparações à base de hortaliças; Saladas: variedade de saladas cruas e cozidas, com oferta média de 4 a 6 opções, incluindo folhas, legumes e saladas compostas; Sobremesas: fruta in natura diariamente e, em alguns dias, sobremesadoce; Complementos: molhos para saladas e acompanhamentos. O cardápio é elaborado de forma cíclica mensal, buscando variedade de cores, texturas, técnicas de preparo e grupos alimentares, conforme princípios da alimentação saudável. 3.6.2 Cardápio diferenciado/festivo A UAN oferta cardápio diferenciado em datas comemorativas específicas, como eventos institucionais, datas festivas ou ações internas do SESC, com preparações especiais, sobremesas diferenciadas e maior diversidade de pratos, mantendo sempre os cuidados higiênico-sanitários e o controle de qualidade. Essa ação chama Sabores do Mundo e ocorre no primiero sábado de cada mês. 3.6.3 Cardápio especial Não há oferta de cardápio especial individualizado (como dietas para diabéticos, sem glúten ou sem lactose) de forma contínua. Entretanto, quando necessário, a unidade realiza adaptações pontuais, priorizando opções naturalmente isentas (como frutas, legumes, carnes grelhadas e arroz), sempre com orientação da nutricionista responsável. Além disso, a UAN disponibiliza placas de identificação no buffet, informando os principais ingredientes e a presença de potenciais alérgenos nas preparações, como glúten, leite e derivados, ovos, soja e oleaginosas. Essa sinalização tem como objetivo orientar os comensais, promover escolhas alimentares mais seguras e atender às recomendações de rotulagem e comunicação de riscos alimentares, contribuindo para a prevenção de reações adversas e alergias alimentares. 3.6.4 Etapas de produção dos alimentos O processo produtivo da UAN segue um fluxo contínuo e organizado, compreendendo as seguintes etapas: Aquisição da matéria-prima: realizada por fornecedores previamente cadastrados, respeitando critérios de qualidade e segurança alimentar. Recebimento dos insumos: ocorre com conferência de nota fiscal, avaliação das condições da embalagem, validade, integridade e verificação de temperatura dos alimentos perecíveis, conforme RDC nº 216/2004. Armazenamento: os alimentos são armazenados de acordo com sua classificação (secos, refrigerados e congelados), respeitando temperaturas adequadas, identificação e organização por PEPS (primeiro que entra, primeiro que sai). Pré-preparo: inclui higienização de hortifrutigranjeiros conforme POP específico, cortes, porcionamento e separação das preparações, com uso de EPIs e áreas definidas. Preparo: realizado conforme o cardápio do dia, com acompanhamento de tempos e temperaturas adequadas, sob supervisão da nutricionista. Distribuição: os alimentos são disponibilizados no buffet aquecido, com controle de temperatura no início e durante a distribuição, garantindo manutenção acima de 60 °C para preparações quentes. Reaproveitamento e destino das sobras: Sobras limpas, que não tiveram contato com o buffet, podem ser reaproveitadas conforme critérios de segurança e congeladas adequadamente; Sobras do buffet (rejeitos) são descartadas; Resíduos orgânicos são separados e destinados à compostagem, prática implantada durante o período de estágio, como ação de melhoria contínua (PDCA). Todo o processo é documentado por meio de planilhas de controle, POPs e registros diários, assegurando rastreabilidade, segurança dos alimentos e qualidade das refeições oferecidas. REFERÊNCIAS BRASIL. Agência Nacional de Vigilância Sanitária. Resolução RDC nº 216, de 15 de setembro de 2004. Dispõe sobre Regulamento Técnico de Boas Práticas para Serviços de Alimentação. Diário Oficial da União, Brasília, DF, 16 set. 2004. Disponível em: https://bvsms.saude.gov.br/bvs/saudelegis/anvisa/2004/res0216_15_09_2004.htm l. Acesso em: 5 dez. 2025. SANAR SAÚDE. O que é uma UAN – Unidade de Alimentação e Nutrição? 2019. Disponível em: https://blog.sanarsaude.com/portal/carreiras/artigos- noticias/o-que-e-uma-uan-unidade-de-alimentacao-e-nutricao. Acesso em: 5 dez. 2025. SILVA, Heloiza. POP: o que é e como fazer um Procedimento Operacional Padrão. 2022. Disponível em: https://www.produttivo.com.br/blog/pop- procedimento-operacional-padrao/. Acesso em: 5 dez. 2025. ZENDESK. Metas a curto, médio e longo prazo: como planejar seus objetivos? 2024. Disponível em: https://www.zendesk.com.br/blog/metas-a-curto- medio-e-longo-prazo/. Acesso em: 5 dez. 2025. CFN – CONSELHO FEDERAL DE NUTRICIONISTAS. Resolução CFN nº 600, de 25 de fevereiro de 2018. Dispõe sobre as atribuições do nutricionista na área de alimentação coletiva. Diário Oficial da União, Brasília, DF, 26 fev. 2018. BRASIL. Ministério da Saúde. Manual de Boas Práticas em Serviços de Alimentação. Brasília: Ministério da Saúde, 2010. https://bvsms.saude.gov.br/bvs/saudelegis/anvisa/2004/res0216_15_09_2004.html?utm_source=chatgpt.com https://bvsms.saude.gov.br/bvs/saudelegis/anvisa/2004/res0216_15_09_2004.html?utm_source=chatgpt.com https://blog.sanarsaude.com/portal/carreiras/artigos-noticias/o-que-e-uma-uan-unidade-de-alimentacao-e-nutricao https://blog.sanarsaude.com/portal/carreiras/artigos-noticias/o-que-e-uma-uan-unidade-de-alimentacao-e-nutricao https://www.produttivo.com.br/blog/pop-procedimento-operacional-padrao/ https://www.produttivo.com.br/blog/pop-procedimento-operacional-padrao/ https://www.zendesk.com.br/blog/metas-a-curto-medio-e-longo-prazo/ https://www.zendesk.com.br/blog/metas-a-curto-medio-e-longo-prazo/ APÊNDICES • Materiais de Educação Alimentar e Nutricional (EAN), como painéis e cartazes orientativos voltados ao público em geral, abordando a importância do consumo adequado de proteínas e consumo de água, bem como atividade educativa realizada com crianças, envolvendo preparação culinária, estímulo sensorial e incentivo ao consumo de frutas, com participação dos professores da escola SESC; Figuras A1, A2 e A3 – Material educativo sobre consumo de proteína Fonte: Elaborado pelo estagiário (2025). Figura A4 – Material educativo sobre hidratação Fonte: Elaborado pelo estagiário (2025). Apoio e participação na revisão e aplicação de Procedimentos Operacionais Padronizados (POPs), incluindo o treinamento sobre a correta lavagem das mãos, elaborado e aplicado junto à equipe; Figura A5 – Material educativo sobre lavagem correta das mãos fixado na área de produção Fonte: Elaborado pelo estagiário (2025). Figuras A6 e A7 – Atividade de EAN com crianças de 3 anos Fonte: Acervo pessoal do estagiário (2025). Figuras A8 e A9 – Atividade de EAN com crianças de 4 anos Fonte: Acervo pessoal do estagiário (2025). o Registros fotográficos das atividades de controle, como aferição de temperatura de alimentos e equipamentos, coleta diária de amostras, acompanhamento do recebimento de insumos e higienização de hortifrutigranjeiros; Figuras A9 e A10 – Coleta diária de amostras Fonte: Acervo pessoal do estagiário (2025). Figura A11 – Aferição diária da temperatura dos alimentos no buffet Fonte: Acervo pessoal do estagiário (2025). Figura A12 – Aferição diária da temperatura dos equipamentos Fonte: Acervo pessoal do estagiário (2025). Figura A13 – Pesagem diária do total de amostras Fonte: Acervo pessoal do estagiário (2025). Figura A14 – Aferição diária da temperatura dos alimentos no buffet Fonte: Acervo pessoal do estagiário (2025). Figura A15 – Higienização e preparação de tomates Fonte: Acervo pessoal do estagiário (2025). Figura A16 – Recebimento de insumos Fonte: Acervo pessoal do estagiário (2025). Figura A17 – Recebimento de insumos Fonte: Acervo pessoal do estagiário (2025). Figura A18 – Recebimento de insumos Fonte: Acervo pessoal do estagiário (2025). o Registros relacionados à organização dos processos produtivos, incluindo separação de resíduos orgânicos e ações de melhoria implantadas durante o estágio.Figura A19 – Descarte de orgânicos para compostagem Fonte: Acervo pessoal do estagiário (2025). ANEXOS Anexo 1 Anexo 2 Anexo 3 Anexo 4 Anexo 5 Anexo 6 Anexo 7 Anexo 8 Anexo 9 Anexo 10 Anexo 11 Anexo 12 Anexo 13 Anexo 14 Anexo 15 Anexo 16 Anexo 17 Anexo 18 Anexo 19 Anexo 20 Anexo 21 Anexo 22 Anexo 23 1 INTRODUÇÃO 2 OBJETIVOS 2.1 OBJETIVO GERAL 2.2 OBJETIVOS ESPECÍFICOS 3 DESENVOLVIMENTO 3.1 CARACTERIZAÇÃO DA UAN 3.2 DOCUMENTAÇÃO 3.3 ESTRUTURA FÍSICA 3.4 RECURSOS HUMANOS 3.4.1 Composição da equipe de colaboradores 3.5 CONTROLES REFERÊNCIAS APÊNDICES ANEXOS