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HP Estrutura da consulta médica e comunicação: Apresentação ao paciente, princípios da relação médico- paciente, fornecimento de informações e aconselhamento, abordagem ética e humanizada, etapas da consulta médica (acolhimento, anamnese, exame físico, plano). Teoria de Piaget, para desenvolvimento intelectual de crianças (vídeo): Estágios: 1. Sensório-motor: de 0 a 2 anos, desenvolvimento e aprimoramento dos 5 sentidos. 2. Pré-operacional: de 2 a 7 anos, funções simbólicas e pensamentos intuitivos. Fase da imaginação, curiosidade (nascimento do raciocínio primitivo – era intuitiva). 3. Operacional concreto: de 7 a 11 anos, descobrimento da lógica e desenvolvimento de operações cognitivas concretas, raciocínio indutivo, conceito de conservação. 4. Operacional formal: a partir dos 12 anos, capacidade racional de pensar no abstrato e no hipotético, capacidade de dedução e generalização logica. Estágio final do conhecimento cognitivo. Estrutura da Consulta Médica Apresentação e acolhimento do paciente – Os 5 Cs da comunicação: 1. Clareza: transmitir informações de forma objetiva e compreensível 2. Concisão: reduzir o conteúdo para evitar mal-entendidos 3. Coerência: manter a consistência lógica do discurso 4. Contato: adaptação da mensagem às necessidades e características do público-alvo 5. Cortesia: utilizar de respeito e educação na comunicação. Guia Calgary-Cambridge: acolhimento e relação médico-paciente. Inicio da consulta à Coleta de informações à Exame físico à Explicação e planejamento à Finalização da consulta. • Soft Skills: Habilidades “macias”, relacionamento interpessoal. Competências comportamentais e socioemocionais – empatia, trabalho em equipe, resiliência. • Hard Skills: Habilidades técnicas, educação formal. Competências adquiridas na formação médica – sutura, diagnóstico, interpretação de exames. Acolhimento: requer uma preparação detalhada e um planejamento. Comunicação clara, escuta ativa, empatia e adequamento e reatividade. Manobra de Epley: manobra para reposicionamento dos cristais de carbonato de cálcio dentro do ouvido interno, que, quando deslocados, promovem crises de labirintite (vertigem posicional paroxística benigna). HP Técnicas de apresentação e acolhimento na consulta médica: Preparação detalhada, planejamento, comunicação clara, engajamento, narrativa, escuta ativa, acolhimento humanizado, empatia e protocolo de atendimento. • Escuta ativa: permitir a fala do paciente sem interrupções, prestar atenção no seu conteúdo verbal e não-verbal, se adequar a reatividade (deixar tempo de reflexão para o paciente). Grupos Balint: ajuda entre médicos para discutir casos clínicos e refletir sobre emoções, relação com os pacientes, confiança e satisfação. Primeira coisa a se fazer após acidentes químicos: tirar a roupa do paciente à por ser um meio de contaminação, deve-se tirar a roupa e fazer lavagem. Mastite: dor do tipo D (não-cardíaca), causada por pega errada do bebê na amamentação à gera sinais flogísticos: dor, calor, edema, rubor e perda de função à é preciso, além de tratar com antibiótico, corrigir a causa. Sinais de desidratação: O aumento do tempo de enchimento capilar é o primeiro sinal de desidratação à já mostra uma diminuição no volume sanguíneo por queda na circulação sanguínea na periferia. • Não é preciso esperar hipotensão (por hipovolemia) à aumento da FC para bombear essa menor quantidade de sangue à aumento da FR pela necessidade de oxigênio • Olhos vermelhos: perda da lubrificação • Salivação aumentada: mecanismo hídrico para compensar • Diminuição do turgor da pele • Em crianças a desidratação começa no abdome • Tremores leves: pela perda de substrato (água) para as sinapses Protocolo de más notícias: 1. Setting: privacidade, tempo, conforto e apoio 2. Perception: avaliar o que o paciente já sabe sobre o ocorrido 3. Invitation: pedir permissão para das as informações e verificar o quanto o paciente gostaria de ser informado 4. Knowledge: dar a notícia de forma clara, direta e acessível 5. Emotion: acolher as emoções com empatia 6. Strategy and Summary: traçar os próximos passos e metas Descalonamento verbal: Talking down à primeira técnica para se utilizar com pacientes em surto: falar baixo e se afastar • Comunicação empática, espaço pessoal, postura e linguagem não-ameaçadora • Formação de aliança terapêutica HP • Descalonamento verbal à medicamento oral à injetável à contenção mecânica Saúde da mulher: gravidez, parto e pós-parto: exames durante a gravidez, manejo do parto normal, atuação do médico no parto e no puerpério, assistência imediata no pós-parto, resposta celular durante a gestação, parto e pós-parto. Primeira consulta: em até 12 semanas à Exames laboratoriais iniciais: • Hemograma. Tipagem sanguínea e Rh + Coombs indireto. Glicemia de jejum. HIV. Sífilis (VDRL ou teste treponêmico). Hepatite B (HBsAg). Hepatite C. Toxoplasmose IgG/IgM. Rubéola IgG. EAS + urocultura. TSH (especialmente se risco). Citologia oncótica (se atrasada). USG obstétrica inicial (datação e vitalidade) 20 - 24 semanas • USG morfológica do 2° trimestre. Hemograma (repetir). Glicemia de jejum ou TOTG 75 g (24-28 semanas). Coombs indireto (se Rh negativo) 28 semanas à repetir: • HIV. Sífilis. HBsAg (conforme risco). Hemograma. Coombs indireto (Rh negativo) 32 - 34 semanas • Avaliação clínica e de crescimento fetal. USG obstétrica se indicação (não é rotina obrigatória) 35 - 37 semanas • Cultura para Streptococcus do grupo B (swab vaginal/anal). Repetir sorologias conforme risco. Avaliar posição fetal 39 - 40 semanas • Avaliação da vitalidade fetal. Cardiotocografia se indicado Fases clínicas do parto: 1. Dilatação (1° período): início do TP até dilatação completa. o Ocorre o apagamento e a dilatação do colo do útero. o O colo uterino, normalmente longo e firme, transforma-se em um tubo fino (apagado) para que a dilatação (abertura) ocorra de forma mais eficiente. § Fase latente: sem apagamento ou dilatação § Fase ativa: apagamento total e dilatação de 2 cm § Fase total: apagamento e dilatação total de 10 cm HP 2. Expulsão (2 ° período): dilatação total até a expulsão fetal. o Saída da cabeça fetal à liberação do ombro anterior à liberação do ombro posterior à expulsão 3. Secundamento (3° período): expulsão fetal até expulsão da placenta (dequitação). 4. Quarto Período: primeira hora após expulsão da placenta. o 1ª fase à miohemostasia § Ligaduras vivas de Pinard: contração potente e imediata da musculatura uterina (miométrio) após a saída da placenta, que tampona os vasos sanguíneos o 2ª fase à trombotamponamento § Formação de pequenos coágulos (trombos) nos vasos uteroplacentários. o 3 ª fase à indiferença miouterina § O útero alterna fases de contração e relaxamento (fase de "apatia" dinâmica) o 4ª fase à tetania § Contração Uterina Fixa: O útero adquire tônus permanente, garantindo a hemostasia final Papel do médico: monitorização materna (PA, FC, temperatura), monitorização fetal, identificar sofrimento fetal, prevenir hemorragia pós-parto (ocitocina profilática), avaliar hemorragia, infecção e depressão pós-parto. Golden Hour: primeira hora pós parto à contato pele com pele com a mãe • Não prematuros (mais de 34 semanas), chorando ou respirando e com tônus muscular preservado • Clampeamento tardio do cordão umbilical (1-3 minutos) à permite aumento das reservas de ferro, previne anemias e melhora a transição cardiopulmonar Hemorragia pós-parto: principal causa de morte materna. 1. Tônus: atonia uterina 2. Tecido: retenção de tecido placentário, coágulos, acretismo placentário 3. Trombina: coagulopatias congênitas ou adquiridas, uso de medicamentos anticoagulantes 4. Trauma: lacerações, hematomas, inversão e rotura uterina o Conduta: massagem uterina, ocitocina, ácido tranexâmico e avaliação cirúrgica se necessário.-- -- -- -- -- -- -- -- -- -- -- -- -- -- HP Técnica do exame ginecológico: coleta de secreção vaginal, preparação e avaliação de lâminas, interpretação básica de alterações celulares, infecções ginecológicas e resposta celular. Rastreio de CA de Colo de Útero: o 25 a 64 anos em mulheres sexualmente ativas o Anual, trianual pós dois resultados negativos consecutivos • Cuidados pré-coleta: o Não utilizar ducha vaginal 48 horas antes o Abstinência sexual 48-72 horas antes o Não utilizar cremes vaginais 7 dias antes o Não utilizar lubrificantes no espéculo à soro fisiológico, se necessário o Evitar coleta no período menstrual à por sangue na amostra • Introduzir o espéculo fechado e oblíquo, abrindo até a visualização do colo • Avaliar cor, ectopia, secreções, lesões e sangramentos • Coleta na zona de transformação (JEC) • Todo tumor é friável (sangra ao toque) à por isso colo com sangramento excessivo deve ser investigado • Papanicolau será substituído gradativamente pelo DNA-HPV, que pode ser feito a cada 5 anos o Sensibilidade: capacidade de detectar quem tem a doença à poucos falsos negativos à DNA-HPV: seu positivo não significa necessariamente lesão o Especificidade: capacidade de identificar quem não tem a doença à poucos falsos positivos à Papanicolau: pode deixar passar casos Infecções ginecológicas: • Purulentas - ISTs: o Clamídia o Micoplasma o Ureiaplasma o Gonococo: pode complicar em DIP, pois, se não tratada, ascende para órgãos superiores • Não purulentas: o Candidíase: grumosa, branca amarelada, placas brancas e colpite difusa à pruriginosa e sem cheiro o Tricomoníase: bolhoso, amarelo esverdeado, colpite focal (colo em framboesa) • Vaginose: micro bolhosa, branco-acinzentado, odor de peixe podre típico -- -- -- -- -- -- -- -- -- -- -- -- -- -- HP Exames laboratoriais básicos na prática médica: coleta e análise de urina, avaliação de secreção vaginal, correlação clínico-laboratorial e resposta celular em infecções urinárias e genitais. Exames laboratoriais e radiológicos: • Hemograma o Hemoglobina: proteína rica em ferro que transporta oxigênio nas hemácias. § Muito: aumento da viscosidade sanguínea, podendo ocorrer deposição à congestão à é necessário realizar sangria se maior que 12/16 § Pouco: choque, hipovolemia à quando menor que 8 deve-se realizar hemotransfusão (menor que 9/10 em cardiopatas) o Hematócrito: mede a porcentagem de hemácias no volume total do sangue (plasma) à avalia desidratação e necessidade de reposição de plasma. o RDW: amplitude de distribuição de glóbulos vermelhos à avalia variação de tamanho entre as hemácias à quando elevado: indica carência de ferro e anemia. o Leucócitos: tendência de aumentar em infecções bacterianas e a diminuir em infecções virais. § Bastões/bastonetes: neutrófilos imaturos em resposta a infecções bacterianas agudas. o Eosinófilos: resposta alérgica e helmintos o Plaquetas: resposta a coagulação, também podendo ser reduzida em infecções à plaquetopenia por consumação § Menor que 50 mil sangrando à transfusão § Menor que 20 mil sem sangrar à transfusão o PCR: mostra inflamação inespecífica § Normal: até 10 § Resposta bacteriana: 60-70 § Resposta viral: 10-30 o Na e K: alteração na repolarização das células, podendo gerar arritmias cardíacas § Aumento do sódio: alimentar, desidratação, medicamentos diuréticos § Queda do potássio: vômito, diarreia e desidratação • Participa da ação da insulina à cetoacidose diabética § Correção com soro 0/45 o Ca: reposição se sangramento o Urinário: com cultura § EAS: sedimentos anormais na urina • Nitrito positivo: atividade bacteriana • Piócitos: não indica necessariamente anormalidades • Glicose: diabetes • Corpos cetônicos: jejum prolongado ou cetoacidose § Cultura: ver qual bactéria está presente e qual antibiótico deve ser usado o Dímero D: risco de trombose venosa profunda § Exclui se menor que 500 § Não descarta se maior que 500 HP o Troponina: marcador inflamatório que geralmente indica IAM, por morte de miócitos cardíacos à sepse e choques. Deve ser dosado na hora 0,1 e 3 do atendimento. o Ureia: lesão aguda por sobrecarga ou desidratação. o Creatinina: ação crônica de lesão renal e desgaste por idade. o Glicemia: principal na emergência à diferencia AVC de hiper/hipoglicemia. -- -- -- -- -- -- -- -- -- -- -- -- -- Atenção ao recém-nascido e exame neonatal: atendimento inicial ao recém-nascido, exame físico completo do recém-nascido, alterações celulares no período neonatal e orientações à família no pós-natal. Primeiras 24 horas: • Respiratório/metabólico: asfixia perinatal o Prematuridade: imaturidade respiratória e deficiência de líquido surfactante o A termo: pneumonia o Pós-termo: dificuldade respiratória por obstrução à aspirar mecônio à sofrimento fetal Emergências pediátricas: • Febre antes dos 29 dias à sepse o Independe do estado geral do recém-nascido à o sistema imune ainda está primitivo e não faz febre • É necessário prevenir hipotermia no ambiente pós-parto à secar e colocar uma touca (pois o rn perde calor pela cabeça). • Perguntas para a mesa de reanimação: o Tempo gestacional menor do que 34 semanas? Prematuridade o Respirando ou chorando? Falência respiratória o Tônus flexor inadequado? Hipotônico à problemas neurais ou infecciosos • Se a FC em qualquer momento for menor do que 50 bpm deve-se iniciar IMEDIATAMENTE a reanimação à mesmo sem sinais clínicos • Respiratório: Inicialmente, não há necessidade de oxigênio à apenas se esforço respiratório. Normalmente, apenas aspirar boca e nariz é o suficiente para a volta dos movimentos. o Pode ser necessário uma pressão positiva com bolsa-válvula-máscara se queda do drive respiratório à sempre do tamanho adequado para evitar pneumotórax ou não ventilação efetiva. Avaliação inicial à fornecer calor à aspirar boca e nariz à sinais vitais à golden hour à amamentação Apgar: FC, respiração, tônus, irritabilidade, reflexo e cor. HP Icterícia: • Antes das 24 horas: requer avaliação à destruição das hemácias • Após 24 horas: fisiológica por imaturidade hepática Cordão umbilical: estrutura vascular com 2 artérias e 1 veia à pode ser usado como acesso Reflexos primitivos: o Moro: abdução e extensão dos braços em resposta à queda o Sucção: essencial para amamentação o Preensão palmar: fechamento dos dedos ao estimular a palma da mão o Marcha: movimentos dos pés ao tocar o chão Primeiro banho: recomenda-se esperar de 6 a, idealmente, 24 horas para proteção térmica. -- -- -- -- -- -- -- -- -- -- -- -- -- -- Sistema sensorial: olho, ouvido e equilíbrio: exame da audição, avaliação do equilíbrio, movimentos oculares, campos visuais e introdução às alterações celulares nas doenças oculares e auditivas Teste de Weber: vibração do diapasão no centro da cabeça. • Normal: ouvir igualmente nos dois lados. • Perda condutiva: som lateraliza no ouvido com problema. • Perda neurossensorial: som lateraliza no ouvido saudável. Teste de Rinne: compara condução óssea e aérea à diapasão no mastoide e próximo ao canal auditivo. • Normal – teste positivo: a via aérea é melhor do que a óssea. • Alterado – teste negativo: a via óssea é melhor do que a aérea. • Perda Condutiva: Rinne negativo no ouvido afetado + Weber lateraliza para o ouvido afetado. • Perda Neurossensorial: Rinne positivo + Weber lateraliza para o ouvido sadio. Tímpano: membrana cônica que deve ser perolada/acinzentada, integra e com o triangulo de luz reflexa característico Otite: é a inflamação ou infecção do ouvido, classificada em externa (canal auditivo) ou média (atrás do tímpano). • Otite externa: inflamação do conduto auditivo à causada por água parada ou uso de cotonetes. HP • Otite média aguda: infecção atrás do tímpano à comumente seguida de gripes, alergias ou resfriados à caracterizadapor abaulamento do canal timpânico. • Mastoidite: infecção do osso mastoide decorrente de OMA não tratada Teste de Romberg: exame neurológico simples para avaliar o equilíbrio estático, a propriocepção (noção espacial do corpo) e a função vestibular. • Consiste em manter-se de pé, com os pés unidos e braços ao longo do corpo, primeiro com os olhos abertos e depois fechados, verificando a capacidade de manter a postura sem o apoio visual. Perda de visão: • Hemianopsia: perda de metade do campo visual o Homônima: perde o mesmo lado nos dois olhos o Heterônima: perde de lados diferentes (ex.: bitemporal) • Quadrantanopsia: perda de ¼ da visão • Nistagmo: é um movimento involuntário, rítmico e repetitivo dos olhos, que podem oscilar horizontalmente, verticalmente ou de forma rotatória. Manobra dos olhos de boneca Reflexo óculo-cefálico: teste neurológico usado para avaliar a integridade do tronco encefálico em pacientes com rebaixamento de consciência ou comatosos. • Girar rapidamente a cabeça do paciente para os lados o Se os olhos se moverem para a direção oposta (como se estivesse focados em um ponto fixo) o reflexo é positivo e o tronco cerebral está preservado. -- -- -- -- -- -- -- -- -- -- -- -- -- -- Exame neurológico básico: avaliação dos nervos cranianos, relação com doenças do sistema nervoso central e noções de resposta celular em alterações neurológicas. Mecanismos de falha celular: Neurônio é nutrido por meio da difusão facilitada da glicose à hipoglicemia/hiperglicemia afetam o funcionamento do SNC à muito suscetível à glicose • Desmielinização: perda da bainha à impulso lento ou bloqueado à esclerose múltipla • Morte neuronal: isquemia/necrose do neurônio à perda permanente e súbita da função à AVC HP • Inflamação: edema à compressão e disfunção temporária da rede à meningite • Degeneração: perda das vias neurais à demências como Parkinson, Alzheimer... Análise dos nervos cranianos é o foco principal da investigação de patologias de lesões neurológicas 1. Olfatório: hiposmia, anosmia (ausência de cheiro) à teste de odores familiares (café e canela) à COVID-19, mas pode indicar trauma, tumores frontais e Parkinson precoce 2. Óptico: hemianopsia, anopsia, amaurose (lesão no trato óptico) à teste de acuidade, campo visual e fundoscopia à detecta neuropatias ópticas, hipertensão intracraniana, papiledema, neuropatia diabética 3. Tríade oculomotora: oculomotor, abducente e troclear à midríase, miose, ptose, diplopia vertical i. Isocoria, anisocoria... b. Formar a letra H com os olhos... c. Reflexo fotomotor 4. Trigêmeo: sensibilidade leve da face e força da mastigação à neuralgia do trigêmeo à teste de sensibilidade facial, reflexo corneano e força da mordida 5. Facial: mímica facial e gustação anterior da língua à sorrir e franzir a testa à testes: pedir para sorrir, franzir a testa, fechar os olhos e teste de gustação à diferenciar paralisia central e periférica (Bell – consegue franzir a testa) 6. Inferiores e motores: a. Vestibulococlear: teste de estalo de dedo, Rinne, Weber e Romberg b. Glossofaríngeo: deglutição e gustação posterior à avaliar disfagia à reflexo nauseoso e gustação c. Vago: fonação, deglutição e parassimpático à disfonia e disfagia à elevação do palato, rouquidão e reflexo nauseoso d. Acessório: esternocleidomastoideo e trapézio à elevação de ombros e rotação do pescoço contra resistência 7. Hipoglosso: pedir para o paciente mostrar a língua à em caso de desvio a língua apontará para o lado da lesão. OLHAR, OPERAR ONDE TEM TRAUMA. ABRIR A FERIDA, VERIFICAR GRANDES VASOS E CESSAR A HEMORRAGIA. -- -- -- -- -- -- -- -- -- -- -- -- -- -- HP Imobilização É preciso, antes de iniciar os cuidados de emergência, verificar a segurança da cena. 1. X: Contenção de hemorragias externas graves e massivas (uso de torniquetes ou curativos compressivos) antes de qualquer outra ação. 2. A: Garantir vias aéreas pérvias e proteção da coluna cervical (colar cervical). a. A estabilização da cervical deve ser feita por um dos membros da equipe com utilização de colar cervical de tamanho adequado à uma vez estabilizando a cervical esse profissional não deve sair da cena até posicionamento na prancha com coxins. Caso seja necessário deve ser realizada a intubação nesse momento. b. Deve ser feita a imobilização dos membros em trauma com o auxilio de talas e faixas à após deve ser realizada o rolamento para a prancha em blocos, com contagem realizada sempre pelo socorrista que estabiliza a cervical à os tirantes devem ser posicionados em ordem: quadril, MMII, MMSS e cabeça à ao transportar a prancha a contagem também deve ser feita pelo socorrista com a cervical. § Observações: sempre de joelhos e com a base aberta, nunca passar sobre o paciente (exceto ao realizar o rolamento para a maca), palpar pontos para ver dor e trauma (se paciente consciente), o sangue perde a capacidade de infectar após uma hora (mesmo assim utilizar luvas e máscaras), segurar maca com as palmas da mão voltadas para cima. 3. B: Avaliação da ventilação e respiração (pesquisa de pneumotórax, oxigenação). 4. C: Avaliação de pulsos, perfusão (cor/temperatura da pele) e controle de sangramentos menores, com reposição volêmica se necessário. 5. D: Avaliação do nível de consciência (Escala de Coma de Glasgow) e reação das pupilas. 6. E: Expor o paciente para buscar lesões ocultas, prevenindo a hipotermia. a. Utilização de mantas térmicas.