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UNIDADE II - DIREITO DO TRABALHO Marcelly Ribeiro CONTEÚDO: 1. Assédio Sexual; 2. Contrato de trabalho por prazo determinado; 3. Duração do trabalho 4. Trabalho Noturno 5. Horas Extras 6. Férias 7. 1. Assédio Sexual ASSÉDIO SEXUAL NO AMBIENTE DE TRABALHO “Toda conduta da natureza não desejada que, embora repelida pelo destinatário, cerceia-lhe a liberdade sexual em seu ambiente de trabalho.” (Filho, Rodolfo Pamplona. Assédio sexual: questões conceituais in http://jus2.uol.com.br/doutrina/texto.asp?id=6826, acesso em 17/09/2010 , adaptado) Elementos caracterizadores: ● Sujeitos agente (assediador) destinatário (assediado) ● Conduta de natureza sexual; ● Rejeição; Espécies: Assédio Sexual por chantagem (art.216-A, CP) Art. 216-A . Constranger alguém com o intuito de obter vantagem ou favorecimento sexual, prevalecendo-se o agente da sua condição de superior hierárquico ou ascendência inerentes ao exercício de emprego, cargo ou função."(Incluído pela Lei nº 10.224, de 15 de 2001) Pena - detenção, de 1 (um) a 2 (dois) anos. (Incluído pela Lei nº 10.224, de 15 de 2001) ...... § 2o A pena é aumentada em até um terço se a vítima é menor de 18 (dezoito) anos. ● “isto por aquilo” (quid pro quo) ● exigência formulada por superior hierárquico ● que o subordinado se preste à atividade sexual ● sob pena de perder benefícios advindos da relação ● pode ser de homem contra mulher, mulher contra homem ou entre pessoas do mesmo sexo ● pode ocorrer em todas as formas de relações sociais em que há discrepância de poder (ex: professor x aluno; médico x auxiliares; sacerdotes x fiéis, etc.) Assédio Sexual por intimidação (também chamado de assédio ambiental) ● incitações sexuais inoportunas ● propósito de prejudicar a atuação laboral de uma pessoa ● criar uma situação ofensiva, hostil, de intimidação ● pode ser praticada por um colega de trabalho ● pode ser de homem contra mulher, mulher contra homem ou entre pessoas do mesmo sexo Manifestações do Assédio Sexual ● não verbal ● olhares sugestivos ● exibição de fotos e textos pornográficos seguidos de insinuações ● passeios frequentes no local do trabalho ou diante do domicílio da vítima ● perseguição à pessoa assediada exibicionismo, etc. Verbal ● convites reiterados para sair ● pressões sexuais sutis ou grosseiras ● telefonemas obscenos ● comentários inoportunos de natureza sexual, etc. Física ● toques ● apertos ● palmadas ● esbarrões propositais ● apalpadelas ● agarramentos, etc. Enquadramento da falta - Tudo aquilo que tem uma conotação sexual. - Para que exista crime de assédio precisa da hierarquia, quando não tem hierarquia é importunação sexual. - - ● Se praticado por superior hierárquico: ● a vítima poderá pleitear a rescisão indireta do contrato de trabalho; ● o assediador poderá responder pelo crime de assédio sexual (art. 216-A, CP), em âmbito penal, e pagar indenização trabalhista por dano moral e material à vítima; ● a empresa poderá responder solidariamente: culpa in elegendo e in vigilando – art. 843, §1o da CLT). - A empresa tem obrigação de lidar com a situação de assédio. - NR-1; - ● Se praticado por um colega de trabalho: o assediador poderá ser demitido por justa causa (incontinência de conduta ou mau procedimento – art. 482, b, CLT); - PODE RESPONDER POR IMPORTUNAÇÃO SEXUAL; - ● poderá, ainda, ser condenado a pagar ao assediado indenização por danos morais e materiais. 2. Contrato de trabalho por prazo determinado; - é um exceção à regra; contrato por prazo certo; contrato a termo; - Não tem direito a aviso prévio e a multa de 40% do FGTS que a empresa pagaria; - Contrato de Trabalho (Art. 443 da CLT) - Expresso - Tácito - Verbal - Escrito - Por prazo indeterminado - Por prazo determinado Contrato de Trabalho (Art. 443 da CLT) Expresso Tácito Verbal Escrito Por prazo indeterminado Por prazo determinado - o contrato de trabalho não precisa ser escrito; Art. 443. O contrato individual de trabalho poderá ser acordado tácita ou expressamente, verbalmente ou por escrito, por prazo determinado ou indeterminado, ou para prestação de trabalho intermitente. (Redação dada pela Lei nº 13.467, de 2017) § 1º - Considera-se como de prazo determinado o contrato de trabalho cuja vigência dependa de termo prefixado ou da execução de serviços especificados ou ainda da realização de certo acontecimento suscetível de previsão aproximada. (Parágrafo único renumerado pelo Decreto-lei nº 229, de 28.2.1967) § 2º - O contrato por prazo determinado só será válido em se tratando: (Incluído pelo Decreto-lei nº 229, de 28.2.1967) a) de serviço cuja natureza ou transitoriedade justifique a predeterminação do prazo; (Incluída pelo Decreto-lei nº 229, de 28.2.1967) b) de atividades empresariais de caráter transitório; (Incluída pelo Decreto-lei nº 229, de 28.2.1967) c) de contrato de experiência. (Incluída pelo Decreto-lei nº 229, de 28.2.1967) § 3o Considera-se como intermitente o contrato de trabalho no qual a prestação de serviços, com subordinação, não é contínua, ocorrendo com alternância de períodos de prestação de serviços e de inatividade, determinados em horas, dias ou meses, independentemente do tipo de atividade do empregado e do empregador, exceto para os aeronautas, regidos por legislação própria. (Incluído pela Lei nº 13.467, de 2017)- - Garçom que trabalha com cerimonial em alguma festa; Já recebe tudo naquele dia. Possibilidade (Art. 443, §2º da CLT) ● serviço cuja natureza ou transitoriedade justifique a predeterminação do prazo ● atividades empresariais de caráter transitório • contrato de experiência O CONTRATO DE PRAZO DETERMINADO É ATÉ DOIS ANOS,MAS O CONTRATO DE EXPERIÊNCIA É DE 90 DIAS. ● Proibição de Exigência de Experiência (art. 442 – A da CLT) • “para fins de contratação, o empregador não exigirá do candidato a emprego comprovação de experiência prévia por tempo superior a 6 (seis) meses no mesmo tipo da atividade.” Prazo de duração: 2 anos • Contrato de experiência: 90 dias Art. 445 da CLT - O contrato de trabalho por prazo determinado não poderá ser estipulado por mais de 2 (dois) anos, observada a regra do art. 451. Parágrafo único. O contrato de experiência não poderá exceder de 90 (noventa) dias SÓ PODE PRORROGAR UMA VEZ. PRORROGAÇÃO É DENTRO DO CONTRATO. PARA RENOVAÇÃO APÓS OS 2 ANOS SÓ PODE RENOVAR DE 6 MESES. PODE ACONTECER DE NÃO PRECISAR. EX.: PARQUE AQUÁTICO QUE SÓ ABRE MESES DO ANO. Renovações sucessivas • Decurso de tempo entre dois contratos de prazo determinado • Deve respeitar o interstíci mínimo de 6 meses • Não pode ocorrer indefinidamente Art. 452 da CLT- Considera-se por prazo indeterminado todo contrato que suceder, dentro de 6 (seis) meses, a outro contrato por prazo determinado, salvo se a expiração deste dependeu da execução de serviços especializados ou da realização de certos acontecimentos Rescisão antecipada (sem cláusula assecuratória) - Não tem rescisão por acordo. - Não pode ser superior ao valor que o empregador receberia. • Por parte do empregador (art. 479, CLT) Deve pagar, como indenização, a remuneração pela metade a que o empregado teria direito até o final do contrato • Por parte do empregado (art. 480, CLT) Deverá indenizar o empregador, desde que a rescisão antecipada cause prejuízo ao empregador Art. 479 - Nos contratos que tenham termo estipulado, o empregador que, sem justa causa, despedir o empregado será obrigado a pagar-lhe, a titulo de indenização, e por metade, a remuneração a que teria direito até o termo do contrato. Parágrafo único - Para a execução do que dispõe o presente artigo, o cálculo da parte variável ou incerta dos salários será feito de acordo com o prescrito para o cálculo da indenização referente à rescisão dos contratos por prazo indeterminado. Art. 480 - Havendotermo estipulado, o empregado não se poderá desligar do contrato, sem justa causa, sob pena de ser obrigado a indenizar o empregador dos prejuízos que desse fato lhe resultarem. § 1º - A indenização, porém, não poderá exceder àquela a que teria direito o empregado em idênticas condições Rescisão antecipada (com cláusula assecuratória) • Rege-se pelas mesmas disposições do contrato por prazo indeterminado (art. 481, CLT) Art. 481 - Aos contratos por prazo determinado, que contiverem cláusula assecuratória do direito recíproco de rescisão antes de expirado o termo ajustado, aplicam-se, caso seja exercido tal direito por qualquer das partes, os princípios que regem a rescisão dos contratos por prazo indeterminado. ● Contrato por Prazo Determinado e Estabilidade Súmula 244, TST GESTANTE. ESTABILIDADE PROVISÓRIA (redação do item III alterada na sessão do Tribunal Pleno realizada em 14.09.2012) - Res. 185/2012 – DEJT divulgado em 25, 26 e 27.09.2012 I - O desconhecimento do estado gravídico pelo empregador não afasta o direito ao pagamento da indenização decorrente da estabilidade (art. 10, II, "b" do ADCT). II - A garantia de emprego à gestante só autoriza a reintegração se esta se der durante o período de estabilidade. Do contrário, a garantia restringe-se aos salários e demais direitos correspondentes ao período de estabilidade. III - A empregada gestante tem direito à estabilidade provisória prevista no art. 10, inciso II, alínea “b”, do Ato das Disposições Constitucionais Transitórias, mesmo na hipótese de admissão mediante contrato por tempo determinado. ● A grávida tem estabilidade e o contrato virá indeterminado. MAS ISSO SÓ FORA DOS 2 ANOS. Contrato de trabalho por prazo determinado e a Lei nº 9.601/98 • Deve ter presença de sindicato • Independe das condições previstas no art. 443, §2º da CLT – pode ser em qualquer atividade da empresa • Deve ser uma forma de acrescer o número de trabalhadores na empresa e não substituir • Estabilidade provisória durante o prazo do contrato • Não se aplica o art. 451 da CLT – pode ser prorrogado mais de uma vez ● DURAÇÃO DO TRABALHO - COPIAR SLIDE Slide 5- SÚMULA 423. para aumentar a jornada tem que aumentar o salário e isso APENAS em reunião sindical; SUMULA429 FOIREVOGADA SLIDE 11 EM DIANTE: Súmula 428, TST SOBREAVISO. APLICAÇÃO ANALÓGICA DO ART. 244, § 2º DA CLT(redação alterada na sessão do Tribunal Pleno realizada em 14.09.2012) -Res. 185/2012 – DEJT divulgado em 25, 26 e 27.09.2012 I - O uso de instrumentos telemáticos ou informatizados fornecidos pela empresa ao empregado, por si só, não caracteriza o regime de sobreaviso. II - Considera-se em sobreaviso o empregado que, à distância e submetido a controle patronal por instrumentos telemáticos ou informatizados, permanecer em regime de plantão ou equivalente, aguardando a qualquer momento o chamado para o serviço durante o período de descanso. ● JORNADA DE TRABALHO DE 12 X 36 HORAS Art. 59-A. Em exceção ao disposto no art. 59 desta Consolidação,é facultados às partes, mediante acordo individual escrito,convenção coletiva ou acordo coletivo de trabalho, estabelecer horário de trabalho de doze horas seguidas por trinta e seis horas ininterruptas de descanso, observados ou indenizados os intervalos para repouso e alimentação. Parágrafo Único: A remuneração mensal pactuada pelo horário previsto no caput deste artigo abrange os pagamentos devidos pelo descanso semanal remunerado e pelo descanso em feriados,e serão considerados compensados os feriados e as prorrogações de trabalho noturno, quando houver, de que tratam o art. 70(FERIADOS) e o § 5º do art. 73 (NOTURNO) desta Consolidação. ● EMPREGADO POR TEMPO PARCIAL “Art. 58-A. Considera-se trabalho em regime de tempo parcial aquele cuja duração não exceda a trinta horas semanais, sema possibilidade de horas suplementares semanais, ou, ainda, aquele cuja duração não exceda a vinte e seis horas semanais, com a possibilidade de acréscimo de até seis horas suplementares semanais. § 1o O salário a ser pago aos empregados sob o regime de tempo parcial será proporcional à sua jornada, em relação aos empregados que cumprem, nas mesmas funções, tempo integral. § 2o Para os atuais empregados, a adoção do regime de tempo parcial será feita mediante opção manifestada perante a empresa, na forma prevista em instrumento decorrente de negociação coletiva. LEI Nº 13.467/2017, DE 13 DE JULHO DE 2017. § 3o As horas suplementares à duração do trabalho semanal normal serão pagas com o acréscimo de 50% (cinquenta por cento) sobre o salário-hora normal. § 4o Na hipótese de o contrato de trabalho em regime de tempo parcial ser estabelecido em número inferior a vinte e seis horas semanais, as horas suplementares a este quantitativo serão consideradas horas extras para fins do pagamento estipulado no § 3o , estando também limitadas a seis horas suplementares semanais. § 5o As horas suplementares da jornada de trabalho normal poderão ser compensadas diretamente até a semana imediatamente posterior à da sua execução, devendo ser feita a sua quitação na folha de pagamento do mês subsequente, caso não sejam compensadas. § 6o É facultado ao empregado contratado sob regime de tempo parcial converter um terço do período de férias a que tiver direito em abono pecuniário. § 7o As férias do regime de tempo parcial são regidas pelo disposto no art. 130 desta Consolidação.” ● Trabalho por turno ininterrupto de revezamento ● A empresa não para ● Grupos de trabalhadores em turnos diferentes ● Escalas de revezamento ● Compromete a vida trabalhador (social, física, familiar,...) ● No trabalho em horas ininterruptas a jornada é de até 6 horas, sendo possivel aumentar para 8 se tiver acordo com o sindicato. Essas duas horas extras não podem ser pedida como horas extras. ● Descanso INTERjornada e INTRAjornada Art. 611-A A convenção coletiva e o acordo coletivo de trabalho têm prevalência sobre a lei quando, entre outros, dispuserem sobre: ..... III – intervalo intrajornada, respeitado o limite mínimo de trinta minutos para jornadas superiores a seis horas; ART. 71 CLT Em qualquer trabalho contínuo, cuja duração exceda de 6 (seis) horas,é obrigatória a concessão de um intervalo para repouso ou alimentação,o qual será, no mínimo, de 1 (uma) hora e, salvo acordo escrito ou contrato coletivo em contrário, não poderá exceder de 2 (duas) horas. § 1º – Não excedendo de 6 (seis) horas o trabalho, será, entretanto,obrigatório um intervalo de 15 (quinze) minutos quando a duração ultrapassar 4 (quatro) horas. § 2º – Os intervalos de descanso não serão computados na duração do trabalho. § 3º – O limite mínimo de 1 (uma) hora para repouso ou refeição poderá ser reduzido por ato do Ministro do Trabalho quando, ouvida a Secretaria De Segurança e Higiene do Trabalho, se verificar que o estabelecimento atende integralmente às exigências concernentes à organização dos refeitórios e quando os respectivos empregados não estiverem sob regime de trabalho prorrogado a horas suplementares. § 4 o A não concessão ou a concessão parcial do intervalo intrajornada mínimo, para repouso e alimentação, a empregados urbanos e rurais,implica o pagamento, de natureza indenizatória, apenas do período suprimido, com acréscimo de 50% (cinquenta por cento) sobre o valor da remuneração da hora normal de trabalho. (Acrescido pela Lei nº13.467/2017) 4. TRABALHO NOTURNO Urbanos: 20% (art. 73, CLT) Rurais: 25% (art. 7o da Lei no5.889/73) ● Hora noturna reduzida (art. 73, §1o da CLT) • 52’30’’ - hora do trabalhador urbano ● Regime de revezamento (Súmula 213, STF) ● Horário misto o diurno + noturno (art. 73, §4o da CLT) o noturno + diurno (art. 73, §5o da CLT e Súmula 60, TST) 73 - Salvo nos casos de revezamento semanal ou quinzenal, o trabalhonoturno terá remuneração superior à do diurno e, para esse efeito, sua remuneração terá um acréscimo de 20% (vinte por cento), pelo menos, sobre a hora diurna. § 1o - A hora do trabalho noturno será computada como de 52 (cinquenta e dois) minutos e 30 (trinta) segundos. § 2o - Considera-se noturno, para os efeitos deste artigo, o trabalho executado entre as 22 (vinte e duas) horas de um dia e as 5 (cinco) horas do dia seguinte. § 3o - O acréscimo a que se refere o presente artigo, em se tratando de empresas que não mantêm, pela natureza de suas atividades, trabalho noturno habitual, será feito tendo em vista os quantitativos pagos por trabalhos diurnos de natureza semelhante. Em relação às empresas cujo trabalho noturno decorra da natureza de suas atividades, o aumento será calculado sobre o salário mínimo geral vigente na região, não sendo devido quando exceder desse limite, já a crescido da percentagem. § 4o - Nos horários mistos, assim entendidos os que abrangem períodos diurnos e noturnos, aplica-se às horas de trabalho noturno o disposto neste artigo e seus parágrafos. § 5o - Às prorrogações do trabalho noturno aplica-se o disposto neste Capítulo. Lei no 5889/73 (Lei do Trabalhador Rural) Art. 7o Para os efeitos desta Lei, considera-se trabalho noturno o executado entre as vinte e uma horas de um dia e as cinco horas do dia seguinte, na lavoura, e entre as vinte horas de um dia e as quatro horas do dia seguinte, na atividade pecuária. Parágrafo único. Todo trabalho noturno será acrescido de 25% (vinte e cinco por cento) sobre a remuneração normal. Súmula 213 do STF Adicional de Serviço Noturno - Regime de Revezamento É devido o adicional de serviço noturno, ainda que sujeito o empregado ao regime de revezamento. Súmula 60 do TST - Adicional Noturno - Salário I - O adicional noturno, pago com habitualidade, integra o salário do empregado para todos os efeitos. II - Cumprida integralmente a jornada no período noturno e prorrogada esta, devido é também o adicional quanto às horas prorrogadas. Exegese do art. 73, § 5o, da CLT. Vigia Noturno (Súmula 35 do TST) O direito à hora reduzida de 52 minutos e 30 segundos aplica- se ao vigia noturno Trabalho Noturno. Petróleo (Súmula 112 do TST) O trabalho noturno dos empregados nas atividades de exploração, perfuração, produção e refinação do petróleo, industrialização do xisto, indústria petroquímica e transporte de petróleo e seus derivados, por meio de dutos, é regulado pela Lei no 5.811, de 11.10.1972, não se lhe aplicando a hora reduzida de 52 minutos e 30 segundos prevista no art. 73, § 2o, da CLT. Súmula 265 do TST - Adicional Noturno. Alteração de turno de trabalho. Possibilidade de supressão (mantida) -Res. 121/2003, DJ 19, 20 e 21.11.2003 A transferência para o período diurno de trabalho implica a perda do direito ao adicional noturno. 5. HORA EXTRA Definição: “Trabalho realizado em sobretempo à jornada normal do empregado, seja ela legal ou convencional” BARROS, Alice Monteiro. Curso de Direito do Trabalho, LTR, São Paulo, 5a. Edição, 2009, p.665. Acréscimo de, no mínimo, 50% na hora normal trabalhada (art.7o, XVI da CF) “Art. 59. A duração diária do trabalho poderá ser acrescida de horas extras, em número não excedente de duas, por acordo individual, convenção coletiva ou acordo coletivo de trabalho. § 1o A remuneração da hora extra será, pelo menos, 50% (cinquenta por cento) superior à da hora normal. ACORDO DE COMPENSAÇÃO DE HORAS EXTRAS § 2o Poderá ser dispensado o acréscimo de salário se, por força de acordo ou convenção coletiva de trabalho, o excesso de horas em um dia for compensado pela correspondente diminuição em outro dia, de maneira que não exceda, no período máximo de um ano, à soma das jornadas semanais de trabalho previstas, nem seja ultrapassado o limite máximo de dez horas diárias. FALTEI S FERIAS SLIDE 19 - SLIDE 40: NÃO É 14 DIAS, É SUPERIOR A 14 DIAS.. A PARTIR DE 15