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SIDVAL GALVÃO PRESTES ATIVIDADE PRÁTICA GEOLOGIA E MECÂNICA DOS SOLOS Apresentado à Universidade, como requisito parcial para a obtenção de média semestral nas disciplinas norteadoras do semestre letivo. São Pedro/SP. 2025 SUMÁRIO 1. Relatorio Descritivo...............................................................................................03 2. Relatório de Aula Prática Determinação do Limite de Platicidade .......................04 3. Classificação de Solos..........................................................................................06 4. Compactação e Movimento das Águas nos Solos................................................13 1 - Relatório Descritivo: Mineral Quartzo Citrino (Citrino) Cor: O Quartzo Citrino apresenta uma cor amarelo-pálido a amarelo-ouro, muitas vezes com tons esverdeados. Brilho: Possui um brilho vítreo, característico dos minerais de quartzo. Traço: O traço do Quartzo Citrino é branco. Dureza: Possui dureza 7 na escala de Mohs. Mineral Quartzo Fumê (Fumado) Cor: O Quartzo Fumê apresenta uma cor marrom-claro a marrom-escuro, muitas vezes com tons fumê. Brilho: Apresenta um brilho vítreo semelhante ao Quartzo Citrino. Traço: O traço do Quartzo Fumê também é branco. Dureza: Assim como o Quartzo Citrino, possui dureza 7 na escala de Mohs. Semelhanças: Ambos os minerais pertencem à família do quartzo, apresentando características comuns como o brilho vítreo e o traço branco. Possuem a mesma dureza na escala de Mohs, o que os torna relativamente resistentes a riscos. São minerais muito utilizados em joalheria e lapidação de gemas. Diferenças: A principal diferença entre eles está na cor, com o Quartzo Citrino sendo amarelo-ouro e o Quartzo Fumê sendo marrom-claro a marrom-escuro. O Quartzo Citrino pode apresentar tons esverdeados, enquanto o Quartzo Fumê pode ter tons fumê. Apesar das diferenças de cor, ambos são minerais muito apreciados por sua beleza e utilidade. Propriedades Quartzo Citrino (Citrino) Quartzo Fumê (Fumado) Cor Amarelo-pálido a amarelo-ouro Marrom-claro a marrom-escuro Brilho Vítreo Vítreo Traço Branco Branco Dureza 7 7 3 2. - Relatório de Aula Prática - Determinação do Limite de Plasticidade: O Limite de Plasticidade é uma propriedade importante dos solos que determina a sua capacidade de se deformar sem se romper. Neste experimento, realizamos a determinação do Limite de Plasticidade através da técnica do Limite de Liquidez. 4 Através da realização deste experimento, foi possível compreender os procedimentos necessários para determinação do Limite de Plasticidade e analisar os dados obtidos do ensaio. O experimento foi concluído com êxito, auxiliando no aprendizado e compreensão das propriedades dos solos em relação à plasticidade. 5 3. - Classificação de Solos Bacia sem amostra: 2655,00g. Bandeja funda vazia: 4210,00g. Peso da bacia e bandeja foram zerado ficando apenas o peso das amostras. Amostra 1 Grosso: Tipo de peneirament o Peneira (No.) Abertura (mm) Material Retido (g) Percentual retido (%) Percentual retido acumulado (%) Percentual passante acumulado (%) Grosso 1 ½" 38,1 0,00 0 0 100,00 1" 25,4 0,00 0 0 100,00 ¾" 19,1 0,00 0 0 100,00 3/8" 9,52 0,00 0 0 100,00 4 4,8 4,52 0,30 0,30 99,70 8 2,4 38,68 2,30 2,60 97,40 10 2 25,04 1,40 4,00 96,00 Fundo - 1800,49 96,00 100,00 0 Massa da amostra (g) 1868,74 Total 1868,74 6 Amostra 1 fino: Tipo de peneirament o Peneira (No.) Abertura (mm) Material Retido (g) Percentua l retido (%) Percentual retido acumulado (%) Percentual passante acumulado (%) Fino 10 2 0,00 g 0% 0 100 16 1,2 4,19 4,16 4,16 95,84 30 0,6 7,44 7,36 11,52 88,48 40 0,42 4,35 4,32 15,84 84,16 50 0,3 6,18 6,10 21,94 78,06 100 0,15 11,20 10,90 32,84 67,16 200 0,075 8,91 8,80 41,64 58,36 Fundo - 59,28 58,36 100,00 0 Massa da amostra (g) 101,58 Total 101,58 7 Amostra 2 Grosso: Tipo de peneirament o Peneira (No.) Abertura (mm) Material Retido (g) Percentual retido (%) Percentual retido acumulado (%) Percentual passante acumulado (%) Grosso 1 ½" 38,1 0 0 0 100 1" 25,4 0 0 0 100 ¾" 19,1 0 0 0 100 3/8" 9,52 0 0 0 100 4 4,8 3,92 0,21 0,21 99,79 8 2,4 33,88 1,85 2,06 97,73 10 2 20,88 1,14 3,20 96,80 Fundo - 1772,57 96,80 100 0 Massa da amostra (g) 1831,25 Total 1831,25 9 Amostra 2 fino: Tipo de peneirament o Peneira (No.) Abertura (mm) Material Retido (g) Percentual retido (%) Percentual retido acumulado (%) Percentual passante acumulado (%) Fino 10 2 0 0 0 100 16 1,2 3,84 4,00 4,00 96,00 30 0,6 6,46 6,72 10,72 89,28 40 0,42 3,90 4,07 14,79 85,21 50 0,3 5,41 5,64 20,43 79,57 100 0,15 9,63 10,03 30,46 69,54 200 0,075 8,02 8,35 38,61 61,19 Fundo - 58,74 61,19 100,00 0 Massa da amostra (g) 96,00 Total 96,00 10 Amostra 3 Grosso: Tipo de peneirament o Peneira (No.) Abertura (mm) Material Retido (g) Percentual retido (%) Percentual retido acumulado (%) Percentual passante acumulado (%) Grosso 1 ½" 38,1 0 0 0 100 1" 25,4 0 0 0 100 ¾" 19,1 0 0 0 100 3/8" 9,52 0 0 0 100 4 4,8 2,71 0,14 0,14 99,86 8 2,4 29,57 1,58 1,72 98,28 10 2 19,46 1,04 2,76 97,24 Fundo - 1819,67 97,24 100 0 Massa da amostra (g) 1871,41 Total 1871,41 11 Amostra 3 fino: Tipo de peneirament o Peneira (No.) Abertura (mm) Material Retido (g) Percentua l retido (%) Percentual retido acumulado (%) Percentual passante acumulado (%) Fino 10 2 0 0 0 100 16 1,2 3,23 3,30 3,30 96,70 30 0,6 6,24 6,38 9,68 90,32 40 0,42 3,46 3,53 13,21 86,79 50 0,3 4,86 4,97 18,18 81,82 100 0,15 8,12 8,30 26,48 73,52 200 0,075 5,21 5,33 31,81 68,19 Fundo - 66,70 68,19 100,00 0 Massa da amostra (g) 97,82 Total 97,82 12 4. - Compactação e Movimento da Água nos Solos. Determinação da Umidade Ótima e Massa Específica Aparente Seca Máxima: Este relatório apresenta os resultados de uma série de testes realizados para determinar a umidade ótima (Wot), e a massa específica aparente seca máxima (Pdmáx) de uma amostra de massa colocada em cilindros. Essas variáveis são fundamentais para o entendimento do comportamento de compactação de materiais em função da umidade, especialmente em projetos de pavimentação, terraplanagem, entre outros. Objetivos Determinar a massa específica aparente seca máxima (Pdmáx) e amostras de massa após o processo de secagem. Avaliar a umidade ótima (Wot), isto é, a quantidade de umidade necessária para obter a densidade seca máxima da amostra. Materiais e Equipamentos Utilizados Cilindros de massa. Cápsulas para armazenagem das amostras. Balança de precisão. Fonte de calor para secagem das amostras. Amostras de água para controle da umidade. 13 Procedimento Experimental: Pesagem do cilindro e das cápsulas: Inicialmente, foi medido o peso de cada cilindro contendo a massa total, além do peso de cápsulas vazias destinadas a conter a amostra durante a secagem. Pesagem da amostra úmida: A massa úmida foi colocada nas cápsulas e seu peso foi registrado. A adição de águafoi controlada para alguns testes, com 120 ml de água adicionados para verificar o comportamento da amostra em diferentes níveis de umidade. Secagem das amostras: As cápsulas contendo a massa foram submetidas a uma fonte de calor para remoção de toda a umidade. Pesagem após a secagem: Após o processo de secagem, as cápsulas foram pesadas novamente, e a diferença entre a massa úmida e seca foi utilizada para calcular a perda de água e o teor de umidade das amostras. Resultados Obtidos: Os resultados a seguir foram obtidos após a pesagem e secagem das amostras em cinco testes consecutivos. Test e Massa Cilindr o (g) Massa Cápsul a Vazia (g) Massa Cápsul a Úmida (g) Massa Cápsul a Seca (g) Água Adiciona da (ml) Umidad e Ótima (%) Massa Específic a Seca Máxima (g/g) 1 9136.0 15.1 73.0 64.3 N/A 15.02 0.0054 2 9225.7 15.1 76.0 66.1 120 16.26 0.0055 3 9413.3 15.1 78.7 67.2 120 18.08 0.0056 4 9397.3 15.1 81.2 61.9 120 29.20 0.0049 5 9313.6 15.1 74.8 68.1 120 11.22 0.0057 Cálculos Realizados Os cálculos foram realizados com base nos dados de peso das cápsulas e das amostras. Peso da amostra úmida: Peso da amostra uˊmida=Peso da cápsula com massa úmida−Peso da cápsula vazia. Peso da amostra seca: Peso da amostra seca=Peso da cápsula com massa seca−Peso da cápsula va zia. 14 Perda de água (g): Perda de água=Peso da amostra úmida−Peso da amostra seca. Teor de umidade (wot): Wot= (Perda de água / peso da amostra úmida) x 100. Massa específica aparente seca máxima (Pdmáx): Pdmáx= peso da massa seca / peso total do cilindro. Discussão dos Resultados A análise dos dados mostra uma variação significativa no comportamento das amostras em relação à umidade e à massa específica seca. Observou- se que o Teste 4 apresentou a maior umidade ótima (Wot = 29,20%) com uma densidade seca menor (Pdmáx = 0,0049), enquanto o Teste 5 apresentou o menor teor de umidade ( Wot = 11,22%) e a maior densidade seca (Pdmáx = 0,0057). Gráfico Abaixo está o gráfico que correlaciona a Umidade Ótima com a Massa Específica Aparente Seca Máxima. A curva ilustra a relação entre a quantidade de umidade presente na amostra e a densidade seca máxima obtida: o gráfico apresenta um comportamento parabólico, onde a densidade seca aumenta com a umidade até atingir um ponto máximo (pico da curva), e, após esse ponto, a densidade começa a diminuir conforme a umidade aumenta ainda mais. 14 Os resultados experimentais indicam que a umidade da massa influencia diretamente a densidade seca máxima obtida. Verificou-se que o ponto de umidade ótima (Wot) está correlacionado ao valor máximo da densidade seca (Pdmáx), sendo esse o ponto onde a compactação da massa é mais eficiente. Nos testes realizados, o ponto de máxima compactação foi atingido em uma faixa de umidade entre 11% e 29%. 15