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1 UNIVERSIDADE: ANHANGUERA CURSO: ENGENHARIA MECÂNICA NOME : Johnatan Dos Sp (John Stellor) ATIVIDADE PRÁTICA FÍSICA GERAL E EXPERIMENTAL MECÂNICA : ENERGIA CIDADE : SÃO PAULO 2024 2 NOME: JOHNATAN Dos SP ATIVIDADE PRÁTICA FÍSICA GERAL E EXPERIMENTAL: ENERGIA Trabalho apresentado à Universidade Anhanguera, como requisito parcial para a obtenção de média semestral nas disciplinas norteadoras do segundo semestre letivo. São Paulo 2024 3 SUMÁRIO 1 INTRODUÇÃO ......................................................................................................... 2 2 DESENVOLVIMENTO ............................................................................................. 4 2.1 ATIVIDADE PRÁTICA 1: PRINCÍPIO DA CONSERVAÇÃO DE ENERGIA ....... 4 2.2 ATIVIDADE PRÁTICA 2: ESTÁTICA – BALANÇA DE PRATO ......................... 7 2.3 ATIVIDADE PRÁTICA 3: HIDROSTÁTICA ........................................................ 9 2.4 ATIVIDADE PRÁTICA 4: DILATÔMETRO ....................................................... 12 3 CONCLUSÃO ........................................................................................................ 15 REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS ......................................................................... 16 4 1 INTRODUÇÃO O estudo de Física Geral e Experimental: Energia desempenha um papel crucial na formação de engenheiros mecânicos prontos para criar sistemas eficientes e amigáveis ao meio ambiente. As quatro atividades práticas realizadas através da plataforma ALGETEC cobriram conceitos essenciais para entender os fundamentos da conservação de energia, estática, hidrostática e dilatação térmica. Essas atividades não apenas permitem a aplicação e teste de conhecimentos teóricos, mas também ajudam a desenvolver habilidades práticas vitais para uma carreira em engenharia. A compreensão desses conceitos é crucial para projetar e construir máquinas, equipamentos e sistemas que utilizam energia e interagem com o meio ambiente. Além disso, o conhecimento adquirido durante as atividades práticas ajuda a abordar questões importantes, como eficiência energética, sustentabilidade e segurança no local de trabalho, preparando engenheiros mecânicos para enfrentar os desafios do mercado e contribuir para o desenvolvimento sustentável. A atividade prática sobre conservação de energia é particularmente relevante, pois permite aos estudantes entender como a energia é preservada em sistemas mecânicos e comparar as energias cinética e potencial de objetos testados. A atividade de estática, que envolve o uso de uma balança de pratos, ajuda a aplicar conceitos de momento de uma força e equilíbrio de rotação para determinar a massa de diferentes corpos de prova, habilidades essenciais para resolver problemas de equilíbrio e analisar estruturas. A atividade de hidrostática é importante para compreender o princípio de Arquimedes e sua aplicação em problemas de engenharia mecânica. Por meio dessa atividade, os estudantes podem testar na prática a validade desse princípio e calcular características específicas de materiais, como o volume. Por fim, a atividade sobre dilatação térmica é crucial para entender como os materiais respondem à variação de temperatura e calcular os coeficientes de dilatação linear de diferentes materiais, 5 como cobre, latão e aço. Comparar os resultados com dados disponíveis na literatura permite aos estudantes entender como aplicar esse conhecimento em problemas práticos de engenharia mecânica. 2 DESENVOLVIMENTO 2.1 ATIVIDADE PRÁTICA 1: PRINCÍPIO DA CONSERVAÇÃO DE ENERGIA 6 A primeira atividade prática proposta foi um sucesso ao investigar a aplicação do princípio de conservação de energia em um movimento de rolamento. Utilizando os equipamentos do Laboratório Virtual, conseguimos medir a velocidade de translação de dois cilindros de aço – um oco e um maciço – e, a partir desses dados, realizar uma série de cálculos. Isso incluiu determinar a velocidade angular, o momento de inércia, a energia cinética de translação, a energia cinética de rotação e a energia potencial gravitacional para cada objeto testado. O estudo da conservação de energia desempenha um papel crucial na Engenharia Mecânica, pois essa lei fundamental da natureza é aplicada em uma variedade de projetos e sistemas. Isso não só contribui para a eficiência energética, mas também ajuda a reduzir custos, sendo essencial para o desenvolvimento de soluções sustentáveis e economicamente viáveis Velocidade Linear (m/s) Cilindro Oco Cilindro Maciço Descida 1 0.877192 0,961538 Descida 2 0.892857 0,980392 Descida 3 0,909090 1 Média 0,893046 0,980643 Especificações Cilindro Oco Cilindro Maciço Massa (Kg) 110g 300g Diâmetro interno (m) 40mm -- Diâmetro externo (m) 50mm 50mm O corpo foi solto da posição inicial 60 mm. Grandezas Cilindro Oco Cilindro Maciço Momento de inércia (kg.m2) 𝐼𝑜 = 1 2 𝑚(𝑅𝑖2 +ℜ2) 𝐼𝑜 = 1 2 0,11(0,022 + 0,0252) 𝐼𝑜 = 5,63𝑥10−5 𝐼𝑚 = 1 2 𝑚𝑅𝑚2 𝐼𝑚 = 1 2 0,3(0,0252) 𝐼𝑚 = 9,375𝑥10−5 7 Velocidade Linear Média (m/s) 0,893046 0,980643 Velocidade Angular (rad/s) 𝑤 = 𝑉 ℜ = 0,893046 0,025 𝑤 = 37,42 𝑤 = 𝑉 ℜ = 0,980643 0,025 𝑤 = 39,22 Energia Cinética de Translação (J) 𝐾𝑡 = 1 2 𝑚𝑣2 𝐾𝑡 = 0,5𝑥0,11𝑥0,8930462 𝐾𝑡 = 0,043 𝐾𝑡 = 1 2 𝑚𝑣2 𝐾𝑡 = 0,5𝑥0,3𝑥0,9806432 𝐾𝑡 = 0,144 Energia Cinética de Rotação (J) 𝐾𝑟 = 1 2 𝐼𝑊2 𝐾𝑟 = 0,5𝑥5,63𝑥10−5𝑥37,722 𝐾𝑟 = 0,040 𝐾𝑟 = 1 2 𝐼𝑊2 𝐾𝑟 = 0,5𝑥9,375𝑥10−5𝑥39,222 𝐾𝑟 = 0,072 Energia Cinética Total (J) 0,083 0,216 Energia Potencial Gravitacional Inicial (J) ∆𝑈 = 𝑚𝑔∆𝐻 ∆𝐻 = ∆𝑆𝑆𝑒𝑛𝛼 ∆𝐻 = 0,06𝑥𝑆𝑒𝑛20º ∆𝐻 = 0,020 ∆𝑈 = 0,11𝑥9,81𝑥0,020 ∆𝑈 = 0,021 ∆𝑈 = 0,3𝑥9,81𝑥0,020 ∆𝑈 = 0,058 Diferença percentual entre a Energia Cinética Total e a Energia Potencial Inicial em relação a esta (J) 0,062 0,158 . A diferença entre os valores da energia potencial inicial e a energia cinética total no momento em que os objetos passam pelo sensor é causada pela conservação de energia, que é um princípio fundamental da física. De acordo com esse princípio, a energia total de um sistema isolado permanece constante ao longo do tempo, independentemente de qualquer transformação interna de energia que possa ocorrer. No caso em questão, a energia potencial inicial dos objetos é convertida em energia cinética de translação e de rotação à medida que eles rolam pelo plano inclinado. Quando os objetos passam pelo sensor, a soma das energias cinéticas de translação e rotação é igual à energia cinética total do sistema. Essa energia cinética 8 total é, portanto, maior que a energia potencial inicial do objeto, porque parte da energia potencial é convertida em energia cinética durante o movimento. Os valores de energia cinética total encontrados na atividade foram de 0,083 e 0,216, enquanto os valores de energia potencial inicial foram de 0,021 e 0,058, respectivamente. Esses resultados confirmam a diferença esperada entre a energia potencial inicial e a energia cinética total, e estão de acordo com o princípio de conservação de energia. A diferença entre esses valores é causada pela conversão de energia potencial em energia cinética durante o movimento dos objetos no plano inclinado. 2.2 ATIVIDADE PRÁTICA 2: ESTÁTICA – BALANÇA DE PRATO Na segunda atividade prática proposta, foram testados os conhecimentos sobre momento de uma força e equilíbrio de rotação, com oobjetivo de determinar o valor da massa de quatro diferentes corpos de prova. Para isso, foi utilizado um sistema de balança de prato, no qual os corpos de prova eram suspensos por um lado da balança e, no outro lado, eram colocados pesos para equilibrar a balança. Com base nas leis de equilíbrio de rotação e no conhecimento sobre momento de uma força, foi possível determinar o valor da massa de cada corpo de prova. Essa atividade permitiu colocar em prática os conceitos teóricos aprendidos em sala de aula, desenvolvendo habilidades de análise e resolução de problemas. Além disso, a atividade também ressaltou a importância de se ter equipamentos precisos e calibrados, pois qualquer erro ou imprecisão pode influenciar diretamente nos resultados obtidos. Por isso, o desenvolvimento de habilidades técnicas de manuseio de equipamentos é essencial para a formação de engenheiros mecânicos. Dados coletados: Massa do Prato 200g Massa do Contrapeso 500g 9 Peso 1 Dpeso = 14,5cm Dcontrapeso = 10,2cm Peso 2 Dpeso = 14,5cm Dcontrapeso = 8,7cm Peso 3 Dpeso = 14,5cm Dcontrapeso = 7,8cm Peso 4 Dpeso = 14,5cm Dcontrapeso = 7,3cm Cálculo da massa de cada corpo de prova: Peso 1: 𝑀𝑜𝑚𝑒𝑛𝑡𝑜𝑝𝑟𝑜𝑑𝑢𝑧𝑖𝑑𝑜𝑝𝑒𝑙𝑜𝑝𝑒𝑠𝑜𝑑𝑜𝑜𝑏𝑗𝑒𝑡𝑜 = 𝑀𝑎𝑠𝑠𝑎𝑜𝑏𝑗𝑒𝑡𝑜𝑥𝐺𝑟𝑎𝑣𝑖𝑑𝑎𝑑𝑒𝑥𝐷𝑝𝑒𝑠𝑜 𝑀𝑜𝑚𝑜𝑚𝑒𝑛𝑡𝑜𝑝𝑟𝑜𝑑𝑢𝑧𝑖𝑑𝑜𝑝𝑒𝑙𝑜𝑐𝑜𝑛𝑡𝑟𝑎𝑝𝑒𝑠𝑜 = 𝑀𝑎𝑠𝑠𝑎𝑑𝑜𝑐𝑜𝑛𝑡𝑟𝑎𝑝𝑒𝑠𝑜𝑥𝐺𝑟𝑎𝑣𝑖𝑑𝑎𝑑𝑒𝑥𝐷𝑐𝑜𝑛𝑡𝑟𝑎𝑝𝑒𝑠𝑜 𝑀 = 𝑀𝑐𝑜𝑛𝑡𝑟𝑎𝑝𝑒𝑠𝑜𝑥𝐷𝑐𝑜𝑛𝑡𝑟𝑎𝑝𝑒𝑠𝑜 𝐷𝑝𝑒𝑠𝑜 𝑀 = 500𝑥10,2 14,5 𝑀 ≅ 352,41𝑔 Peso 2: 𝑀 = 𝑀𝑐𝑜𝑛𝑡𝑟𝑎𝑝𝑒𝑠𝑜𝑥𝐷𝑐𝑜𝑛𝑡𝑟𝑎𝑝𝑒𝑠𝑜 𝐷𝑝𝑒𝑠𝑜 𝑀 = 500𝑥8,7 14,5 𝑀 ≅ 300𝑔 Peso 3: 𝑀 = 𝑀𝑐𝑜𝑛𝑡𝑟𝑎𝑝𝑒𝑠𝑜𝑥𝐷𝑐𝑜𝑛𝑡𝑟𝑎𝑝𝑒𝑠𝑜 𝐷𝑝𝑒𝑠𝑜 𝑀 = 500𝑥7,8 14,5 𝑀 ≅ 270,34𝑔 10 Peso 4: 𝑀 = 𝑀𝑐𝑜𝑛𝑡𝑟𝑎𝑝𝑒𝑠𝑜𝑥𝐷𝑐𝑜𝑛𝑡𝑟𝑎𝑝𝑒𝑠𝑜 𝐷𝑝𝑒𝑠𝑜 𝑀 = 500𝑥7,3 14,5 𝑀 ≅ 251,7𝑔 2.3 ATIVIDADE PRÁTICA 3: HIDROSTÁTICA A terceira atividade prática proposta teve como objetivo verificar a aplicação do princípio de Arquimedes, que estabelece que todo corpo imerso em um fluido experimenta uma força vertical para cima, cuja magnitude é igual ao peso do fluido deslocado. Através desse princípio, podemos determinar uma característica específica de um material: o seu volume. Essa informação é crucial para diversas áreas da engenharia, como mecânica dos fluidos, fabricação de peças e componentes, e arquitetura naval, entre outras. A capacidade de calcular o volume de materiais é fundamental para o projeto e desenvolvimento nessas áreas, auxiliando na tomada de decisões e na criação de soluções eficientes. Cálculo do empuxo atuando no cilindro: 𝐸𝑚𝑝𝑢𝑥𝑜 = 𝑝𝑒𝑠𝑜𝑑𝑜𝑐𝑖𝑙𝑖𝑛𝑑𝑟𝑜 − 𝑝𝑒𝑠𝑜𝑑𝑜𝑐𝑖𝑙𝑖𝑛𝑑𝑟𝑜𝑠𝑢𝑏𝑚𝑒𝑟𝑠𝑜 𝐸 = 0,9091𝑁 − 0,4184𝑁 𝐸 = 0,4907𝑁(𝑠𝑒𝑛𝑡𝑖𝑑𝑜𝑝𝑎𝑟𝑎𝑐𝑖𝑚𝑎) Cálculo do volume do cilindro: 𝐸 = 𝐷𝑓𝑥𝑉𝑓𝑥𝑔 0,4907 = 1000𝑥𝑉𝑓𝑥9,81 11 𝑉𝑓 = 0,00005001𝑚3 ≈ 5,001𝑥10−5𝑚3 Comparando com o valor dado ao posicionar a seta sobre o cilindro durante o experimento, observamos : Verificamos que o volume do cilindro, conforme calculado pela equação, é consistente com os dados experimentais, já que 50cm³ é aproximadamente igual a 5,001x10⁻⁵m³. Isso indica que o Princípio de Arquimedes é uma técnica mais adequada para determinar o volume de um objeto em comparação com a simples utilização de uma régua. Isso ocorre porque o Princípio de Arquimedes permite calcular o volume de objetos de formas irregulares, como um fragmento de rocha com formato complexo. Por outro lado, o método da régua só pode ser aplicado para medir o volume de objetos de formas regulares, como cubos ou paralelepípedos. O Princípio de Arquimedes se baseia na relação entre a densidade de um material e a força de empuxo que ele exerce quando submerso em um fluido. Esta técnica possibilita o cálculo do volume de objetos de formas complexas ao submergi- los em um líquido de densidade conhecida e medir o volume de líquido deslocado. A partir do volume de líquido deslocado, é possível calcular o volume do objeto utilizando a equação do Princípio de Arquimedes. 12 Portanto, a técnica do Princípio de Arquimedes é mais versátil que o método da régua, permitindo a determinação do volume de objetos de formas mais complexas. Isso pode ser extremamente útil em diversas aplicações científicas e tecnológicas. **Explicação da utilidade da técnica na determinação do volume de um objeto:** A determinação do volume de um objeto é útil em várias áreas da ciência e da tecnologia. Em muitos casos, é necessário conhecer o volume de um objeto para determinar sua densidade, sua massa, sua composição química ou suas propriedades físicas. Por exemplo, na indústria alimentícia, é importante medir o volume de líquidos e ingredientes sólidos para a produção de alimentos com qualidade e precisão. Na indústria de materiais, a determinação do volume é importante para controlar a quantidade de materiais usados em um processo, bem como para avaliar o rendimento do processo. Em áreas como a química, a física e a biologia, a medição do volume é fundamental para a realização de experimentos e para a obtenção de resultados confiáveis. Além disso, a determinação do volume também é importante na construção civil, na engenharia e na arquitetura, onde é necessário calcular o volume de materiais de construção, como concreto, argamassa, madeira e aço, para dimensionar as estruturas com precisão e segurança. A técnica do Princípio de Arquimedes permite determinar o volume de um objeto imerso em um fluido a partir da medição do empuxo que esse objeto sofre no fluido. Essa técnica é útil na determinação do volume de objetos com formas irregulares ou complexas, que não podem ser facilmente medidas com uma régua ou outros instrumentos de medição convencionais. 13 Além disso, o Princípio de Arquimedes também é aplicado em outras áreas da ciência e tecnologia, como na hidrostática, em que é utilizado para calcular a flutuação de objetos em fluidos, e na fabricação de materiais como espumas e isopor, em que se busca criar materiais leves e resistentes que possuam baixa densidade e alto volume. **Explicação do porquê do novo valor no dinamômetro:** O novo valor observado foi de 0,8974N, em comparação com o valor inicial de 0,4184N. O dinamômetro registra um novo valor devido à diferença de forças exercidas pelo cilindro e pelo líquido. Quando o cilindro é submerso no líquido, ele exerce uma força para baixo devido ao seu peso, e o líquido exerce uma força para cima chamada de empuxo, que é igual ao peso do líquido deslocado pelo cilindro. O empuxo aumenta à medida que mais líquido é deslocado pelo cilindro, por isso o valor registrado no dinamômetro aumenta. Com a realização dos experimentos, foi possível obter os seguintes dados: Material T0 (ºC) ∆L (mm) T (ºC) ∆T (ºC) α (ºC-1) Cobre 25,3 61,5 101,3 76 0,00161875 Latão 25,7 68,5 101,3 75,6 Aço 25,8 40 101,3 75,5 Cálculo do coeficiente de dilatação linear de cada um dos materiais: Cobre: 𝛥𝐿 = 𝛼. 𝐿0. 𝛥𝑇 𝛼 = 𝛥𝐿 𝐿0. 𝛥𝑇 𝛼 = 61,5 500.76 𝛼 = 0,00161875°𝐶−1 O valor do coeficiente de dilatação linear do cobre na literatura é de 16,5 x 10^- 6 ºC-1. 14 Desta forma, resultado obtido de 0,00161875 °C-1 está próximo do valor real do coeficiente de dilatação linear do cobre. A diferença entre o resultado obtido e o valor real pode ser devido a erros experimentais ou de medição. Em geral, quanto mais precisa for a medição e controle experimental, mais próximo o resultado estará do valor real. Latão: 𝛼 = 𝛥𝐿 𝐿0. 𝛥𝑇 𝛼 = 68,5 500.75,6 𝛼 = 0,0018122°𝐶−1 O coeficiente de dilatação linear do latão, conforme indicado na literatura, pode apresentar variações dependendode fatores específicos do material, tais como a composição exata do latão e a temperatura em que a medição é realizada. Normalmente, o coeficiente de dilatação linear do latão oscila entre aproximadamente 17-19 x 10⁻⁶ m/mK, ou cerca de 0,0017-0,0019 ºC⁻¹. O valor experimentalmente obtido para o coeficiente de dilatação linear do latão, 0,0018122 ºC⁻¹, não se distancia significativamente do valor de referência. Assim, considerando as incertezas experimentais, o resultado pode ser visto como razoavelmente preciso. Aço: 𝛼 = 𝛥𝐿 𝐿0. 𝛥𝑇 𝛼 = 40 500.75,5 𝛼 = 0,0010593°𝐶−1 O coeficiente de dilatação linear do aço pode apresentar variações dependendo do tipo específico de aço. Contudo, um valor comumente aceito para o aço situa-se entre 0,000011 e 0,000012 por grau Celsius. Este valor pode ser convertido para 0,0011 a 0,0012 ºC-1. Assim, o valor calculado de α = 0,0010593 ºC-1 encontra-se dentro do intervalo aceitável para o coeficiente de dilatação linear do aço. 15 3 CONCLUSÃO Ao finalizar as quatro atividades práticas de Física Geral e Experimental: Energia, propostas no curso de Engenharia Mecânica, foi possível verificar na prática a aplicabilidade dos conceitos teóricos estudados em sala de aula. O uso da plataforma ALGETEC possibilitou uma simulação 16 de situações reais de laboratórios, garantindo um alto grau de fidelidade aos experimentos realizados nos equipamentos físicos da ALGETEC. A realização dessas atividades contribuiu significativamente para a minha formação como futuro engenheiro mecânico, uma vez que foram apresentados temas relevantes e fundamentais para a área, como a conservação de energia, equilíbrio de rotação e hidrostática. Além disso, a atividade com o dilatômetro permitiu a compreensão do comportamento dos materiais com a variação de temperatura e a importância de se obter valores precisos de coeficientes de dilatação linear. A realização de atividades práticas é fundamental para a formação de engenheiros, pois permite uma aplicação dos conhecimentos teóricos na prática, além de desenvolver habilidades importantes, como trabalho em equipe, resolução de problemas e pensamento crítico. Através dessas atividades, é possível perceber a importância da Física para a Engenharia Mecânica e como ela pode ser aplicada em diversas áreas da indústria. Dessa forma, é imprescindível que atividades práticas continuem sendo incentivadas e realizadas nos cursos de Engenharia, a fim de proporcionar uma formação completa e qualificada para os futuros profissionais da área. 17 REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS FRÓES, André Luís Delvas. Física geral e experimental: energia. Londrina: Editora e Distribuidora Educacional S.A., 2016. Virtuaslab. Roteiro. Virtuaslab, 2022. Disponível em: https://www.virtuaslab.net/ualabs/ualab/12/62d5a9f483844.html. https://www.virtuaslab.net/ualabs/ualab/12/62d5a9f483844.html 18 Obrigado pela oportunidade☺