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Sala de Aula Inovadora Taxonomia de Bloom e Design Thinking (5)

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Segundo Mittler (2007), em sua concepção de inclusão, não basta colocar alunos com deficiência em escolas regulares; a escola precisa mudar e tornar-se mais receptiva às necessidades de todos. Isso implica rever currículos, práticas pedagógicas e a formação docente, assumindo um compromisso ético com a educação de todas as crianças, especialmente aquelas historicamente excluídas por diferentes motivos, e não apenas por associados às suas necessidades. A perspectiva de Mittler dialoga com abordagens contemporâneas de adaptação curricular e inovação pedagógica, que defendem a flexibilização dos objetivos, dos meios e das formas de expressão da aprendizagem, sem empobrecimento cognitivo, conforme princípios do Design Universal para a Aprendizagem e da Taxonomia de Bloom em seus superiores MITTLER, P. Educação inclusiva: contextos sociais. Porto Alegre: Artmed, 2007.
Considerando o texto base e fundamentos da adaptação curricular em uma sala de aula inovadora, analise o case a seguir e assinale a alternativa correta. Uma professora recebe em sua turma um aluno autista não verbal. Inicialmente, estava organizado predominantemente em atividades orais e escritas padronizadas. A partir da observação do aluno e do apoio pedagógico, a docente passa a utilizar recursos visuais, tecnologias assistivas, atividades colaborativas e formas de expressão, percebendo que tais mudanças ampliam a participação e a aprendizagem de toda a turma.
O uso de múltiplas linguagens atende apenas às necessidades do aluno autista, não interferindo nos processos cognitivos dos demais estudantes da turma.
A mudança curricular compromete a progressão cognitiva, pois adaptações reduzem níveis de complexidade exigidos pelo escolar.
A prática descrita contraria a inclusão, pois desloca o foco do conteúdo formal ao priorizar recursos alternativos em detrimento da comunicação oral e escrita tradicional.
A adequação curricular deveria restringir-se ao aluno autista não verbal, mantendo as originais da turma para evitar impactos no planejamento coletivo.
A situação apresentada traduz a concepção de Mittler, pois a professora adapta o currículo e as práticas, transformando a escola para responder à diversidade e estimular aprendizagens complexas.

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Questões resolvidas

Segundo Mittler (2007), em sua concepção de inclusão, não basta colocar alunos com deficiência em escolas regulares; a escola precisa mudar e tornar-se mais receptiva às necessidades de todos. Isso implica rever currículos, práticas pedagógicas e a formação docente, assumindo um compromisso ético com a educação de todas as crianças, especialmente aquelas historicamente excluídas por diferentes motivos, e não apenas por associados às suas necessidades. A perspectiva de Mittler dialoga com abordagens contemporâneas de adaptação curricular e inovação pedagógica, que defendem a flexibilização dos objetivos, dos meios e das formas de expressão da aprendizagem, sem empobrecimento cognitivo, conforme princípios do Design Universal para a Aprendizagem e da Taxonomia de Bloom em seus superiores MITTLER, P. Educação inclusiva: contextos sociais. Porto Alegre: Artmed, 2007.
Considerando o texto base e fundamentos da adaptação curricular em uma sala de aula inovadora, analise o case a seguir e assinale a alternativa correta. Uma professora recebe em sua turma um aluno autista não verbal. Inicialmente, estava organizado predominantemente em atividades orais e escritas padronizadas. A partir da observação do aluno e do apoio pedagógico, a docente passa a utilizar recursos visuais, tecnologias assistivas, atividades colaborativas e formas de expressão, percebendo que tais mudanças ampliam a participação e a aprendizagem de toda a turma.
O uso de múltiplas linguagens atende apenas às necessidades do aluno autista, não interferindo nos processos cognitivos dos demais estudantes da turma.
A mudança curricular compromete a progressão cognitiva, pois adaptações reduzem níveis de complexidade exigidos pelo escolar.
A prática descrita contraria a inclusão, pois desloca o foco do conteúdo formal ao priorizar recursos alternativos em detrimento da comunicação oral e escrita tradicional.
A adequação curricular deveria restringir-se ao aluno autista não verbal, mantendo as originais da turma para evitar impactos no planejamento coletivo.
A situação apresentada traduz a concepção de Mittler, pois a professora adapta o currículo e as práticas, transformando a escola para responder à diversidade e estimular aprendizagens complexas.

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4 Virtual Adaptação curricular] Segundo Mittler (2007), em sua concepção de inclusão, não basta colocar alunos com deficiência em escolas regulares; a escola precisa mudar e tornar-se mais receptiva às necessidades de todos. Isso implica rever currículos, práticas pedagógicas e a formação docente, assumindo um compromisso ético com a educação de todas as crianças, especialmente aquelas historicamente excluidas por diferentes motivos, e não apenas por associados às suas necessidades. A perspectiva de Mittler dialoga com abordagens contemporâneas de adaptação curricular e inovação pedagógica, que defendem a flexibilização dos objetivos, dos meios e das formas de expressão da aprendizagem, sem empobrecimento cognitivo, conforme princípios do Design Universal para a Aprendizagem e da Taxonomia de Bloom em seus superiores MITTLER, P. Educação inclusiva: contextos sociais. Porto Alegre: Artmed, 2007. Considerando 0 texto base e fundamentos da adaptação curricular em uma sala de aula inovadora, analise 0 case a seguir e assinale a alternativa correta. Uma professora recebe em sua turma um aluno autista não verbal. Inicialmente, 0 estava organizado predominantemente em atividades orais e escritas padronizadas. A partir da observação do aluno e do apoio pedagógico, a docente passa a utilizar recursos visuais, tecnologias assistivas, atividades colaborativas e formas de expressão, percebendo que tais mudanças ampliam a participação e a aprendizagem de toda a turma. 0 uso de múltiplas linguagens atende apenas às necessidades do aluno autista, não interferindo nos A processos cognitivos dos demais estudantes da turma. A mudança curricular compromete a progressão cognitiva, pois adaptações reduzem niveis de complexidade exigidos pelo escolar. A prática descrita contraria a inclusão, pois desloca 0 foco do conteúdo formal ao priorizar recursos C alternativos em detrimento da comunicação oral e escrita tradicional. A adequação curricular deveria restringir-se ao aluno autista não verbal, mantendo as originais da D turma para evitar impactos no planejamento coletivo. A situação apresentada traduz a concepção de Mittler, pois a professora adapta 0 e as transformando a escola para responder à diversidade e estimular aprendizagens complexas.

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