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Variação da pressão no interior de fluidos estáticos Para a obtenção da distribuição de pressões (p) entre limites estabelecidos 1 e 2 deve-se resolver a equação diferencial na forma ou seja, queremos obter a variação da pressão no interior do fluido estático, entre pontos com cotas diferentes, a partir do peso específico do fluido e da diferença entre estas cotas. 2 1 2 1 z z p p dzdp Estática dos Fluidos dz dp http://www.iph.ufrgs.br/ http://www.iph.ufrgs.br/ http://www.ufrgs.br/ http://www.ufrgs.br/ http://chasqueweb.ufrgs.br/~lendres/ Variação da pressão no interior de fluidos estáticos Para a obtenção da distribuição de pressões (p) entre limites estabelecidos 1 e 2 deve-se resolver a equação diferencial na forma variável = fluido compressível: (z) ; atmosfera, por exemplo constante = fluido incompressível; líquidos, por exemplo 2 1 2 1 z z p p dzdp Estática dos Fluidos dz dp http://www.iph.ufrgs.br/ http://www.iph.ufrgs.br/ http://www.ufrgs.br/ http://www.ufrgs.br/ http://chasqueweb.ufrgs.br/~lendres/ Fluido compressível: atmosfera Hipóteses: = variável T = variável aceleração da gravidade variável Exemplo: variação de pressão e temperatura na camada atmosférica Variação da pressão no interior de fluidos estáticos Estática dos Fluidos http://www.iph.ufrgs.br/ http://www.iph.ufrgs.br/ http://www.ufrgs.br/ http://www.ufrgs.br/ http://chasqueweb.ufrgs.br/~lendres/ Fluido compressível - exemplo: troposfera Hipóteses: • = variável = função(z) • T = variável = função(z) : T2 = T1 + K.z • validade da hipótese dos gases ideais: • aceleração da gravidade constante A partir de T2 = T1 + K.(z2 - z1) dT = K.dz ou dz = dT/K para z = z1 T = T1 e para z = z2 T = T2 Variação linear de temperatura x elevação Variação da pressão no interior de fluidos estáticos Estática dos Fluidos T.Rv.p T.Rv.p z T z2 T2 z1 T1 http://www.iph.ufrgs.br/ http://www.iph.ufrgs.br/ http://www.ufrgs.br/ http://www.ufrgs.br/ http://chasqueweb.ufrgs.br/~lendres/ Fluido compressível - exemplo: troposfera Hipóteses: • = variável = função(z) • T = variável = função(z) : T2 = T1 + K.z • validade da hipótese dos gases ideais: • aceleração da gravidade constante A partir de T2 = T1 + K.(z2 - z1) dT = K.dz ou dz = dT/K para z = z1 T = T1 e para z = z2 T = T2 e Variação linear de temperatura x elevação Variação da pressão no interior de fluidos estáticos Estática dos Fluidos T.Rv.p T.Rv.p z T z2 T2 z1 T1 T.R g.p T.R g.p T.R p T.Rv.p 2 1 2 1 2 1 2 1 T T p p T T p p T dT K.R g p dp K dT T.R g.p dp resulta lei dos gases ideais, substituindo na equação fundamental da hidrostática 2 1 e 1 2 e T T log K.R g p p log ou K.R g 121 1 12 zzKT T pp http://www.iph.ufrgs.br/ http://www.iph.ufrgs.br/ http://www.ufrgs.br/ http://www.ufrgs.br/ http://chasqueweb.ufrgs.br/~lendres/ Hipóteses: = constante (caso dos líquidos, em geral) Fluido incompressível Considerando a posição 1 sobre a superfície livre do líquido estático, submetida à pressão atmosférica (patm) e a posição 2 no interior do líquido, a uma profundidade (h) T = constante aceleração da gravidade constante Variação de pressão em fluido incompressível Variação da pressão no interior de fluidos estáticos Estática dos Fluidos y x z h z1 z2 superfície livre http://www.iph.ufrgs.br/ http://www.iph.ufrgs.br/ http://www.ufrgs.br/ http://www.ufrgs.br/ http://chasqueweb.ufrgs.br/~lendres/ e substituindo na resolução da equação fundamental da hidrostática resulta p2 - p1 = (z1 - z2); denominada fórmula de Stevin 2 1 2 1 z z p p dzdp Variação da pressão no interior de fluidos estáticos Estática dos Fluidos http://www.iph.ufrgs.br/ http://www.iph.ufrgs.br/ http://www.ufrgs.br/ http://www.ufrgs.br/ http://chasqueweb.ufrgs.br/~lendres/ e substituindo na resolução da equação fundamental da hidrostática ou p - patm = h; resulta p2 - p1 = (z1 - z2); denominada fórmula de Stevin 2 1 2 1 z z p p dzdp sendo a diferença (p - patm) = pressão relativa h = profundidade do ponto. Dessas relações é possível concluir que a pressão em todos os pontos de profundidade (h) de um fluido com peso específico constante (), permanece constante em toda a massa de fluido. e Variação da pressão no interior de fluidos estáticos Estática dos Fluidos y x z h http://www.iph.ufrgs.br/ http://www.iph.ufrgs.br/ http://www.ufrgs.br/ http://www.ufrgs.br/ http://chasqueweb.ufrgs.br/~lendres/ Manometria A figura representa, esquematicamente as escalas usuais, sendo: pabs = pressão em escala absoluta e prel = pressão em escala relativa: Manometria é o conjunto de técnicas para medição de pressões. As escalas adotadas diferem pelo referencial adotado: • escala absoluta referencial (fixo) = zero absoluto de pressão; • escala relativa referencial (móvel) = pressão atmosférica local. A Bpabs(A) pabs(B) prel(A) prel(B) patm(local) zero relativo (móvel) zero absoluto (fixo) Representação gráfica das escalas manométricas Manometria http://www.iph.ufrgs.br/ http://www.iph.ufrgs.br/ http://www.ufrgs.br/ http://www.ufrgs.br/ http://chasqueweb.ufrgs.br/~lendres/ Manometria prel > 0 pressão positiva prel = 0 pressão atmosférica prel 0 Manometria A Bpabs(A) pabs(B) prel(A) prel(B) patm(local) zero relativo (móvel) zero absoluto (fixo) Representação gráfica das escalas manométricas http://www.iph.ufrgs.br/ http://www.iph.ufrgs.br/ http://www.ufrgs.br/ http://www.ufrgs.br/ http://chasqueweb.ufrgs.br/~lendres/