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Universidade do Estado do Rio de Janeiro Departamento de Farmácia Faculdade de Ciências Biológicas e da Saúde/CBIO/UERJ-ZO Radiofármacos e sustentabilidade: rejeitos radioativos, logística e impacto ambiental Suellen Tito Paula Pedreira Dias, 201715505011 Thammy Cristine Ruy Da Silva, 202115511911 Radiofarmácia Departamento de Farmácia de Faculdade de Ciências Biológicas e da Saúde Centro Biomédico UERJ – Zona Oeste Rio de Janeiro 2026 1 INTRODUÇÃO Os radiofármacos são utilizados na medicina nuclear para diagnóstico e tratamento de diversas doenças, destacando-se por sua elevada sensibilidade diagnóstica e capacidade de avaliação funcional dos órgãos e tecidos. Os radiofármacos consistem na associação entre um radionuclídeo e uma molécula biologicamente ativa, o que possibilita a obtenção de imagens e/ou a realização de terapias direcionadas. Apesar dos benefícios clínicos, a utilização desses materiais gera rejeitos radioativos que necessitam de gerenciamento adequado para garantir a proteção da saúde humana e do meio ambiente (CNEN, 2020). O aumento da demanda por procedimentos de medicina nuclear tem resultado no aumento da produção de resíduos radioativos em hospitais, clínicas e também em centros de pesquisa. Esses rejeitos incluem materiais sólidos, líquidos e gasosos contaminados por radionuclídeos, exigindo assim, procedimentos específicos de armazenamento, monitoramento, transporte e descarte. Quando gerenciados inequadamente, podem ocasionar contaminação ambiental e exposição indevida à radiação ionizante (SANTOS et al., 2021). Nesse contexto, a sustentabilidade surge como um princípio fundamental para o desenvolvimento das atividades de radiofarmácia. A adoção de práticas voltadas para a minimização da geração de resíduos, otimização dos processos produtivos e redução dos impactos ambientais tem impulsionado o conceito de radiofarmácia verde. Essa abordagem busca conciliar os avanços tecnológicos da medicina nuclear com a responsabilidade socioambiental e a proteção das futuras gerações (INBRAEP, 2023). Além disso, a legislação brasileira estabelece requisitos rigorosos para o gerenciamento dos rejeitos radioativos, envolvendo desde sua geração até sua destinação final. No Brasil, órgãos como a Comissão Nacional de Energia Nuclear (CNEN) exercem papel fundamental na regulamentação e fiscalização dessas atividades, garantindo a adoção de medidas de segurança compatíveis com os riscos envolvidos (CNEN, 2020). 2 OBJETIVOS Analisar a relação entre radiofármacos e sustentabilidade, abordando a geração, gerenciamento e descarte de rejeitos radioativos, bem como seus impactos ambientais e as estratégias para redução de resíduos na medicina nuclear. 3 DESENVOLVIMENTO 3.1 Radiofármacos e geração de rejeitos radioativos Os radiofármacos são substâncias utilizadas em medicina nuclear contendo radionuclídeos capazes de emitir radiação ionizante para fins diagnósticos ou terapêuticos. Entre os mais utilizados encontram-se o Tecnécio-99m, Flúor-18, Gálio-68 e Iodo-131. Durante sua manipulação, preparo e administração são gerados resíduos contaminados que são classificados como rejeitos radioativos (CNEN, 2020). Rejeitos radioativos são materiais radioativos para os quais não são previstas nenhuma utilização presente ou futura. Esses rejeitos produzidos nos serviços de medicina nuclear podem ser sólidos, líquidos ou gasosos. Entre os resíduos sólidos destacam-se seringas, agulhas, luvas, frascos, papel absorvente e embalagens contaminadas. Os resíduos líquidos incluem soluções radioativas remanescentes, água utilizada em processos de descontaminação e excretas de pacientes submetidos a tratamentos com radionuclídeos. Já os rejeitos gasosos podem ser gerados em procedimentos específicos que envolvam radionuclídeos voláteis, como por exemplo o Iodo-131 (SANTOS et al., 2021). 3.2 Gerenciamento dos rejeitos radioativos O gerenciamento dos rejeitos radioativos se refere o conjunto de atividades técnicas e administrativas que tem como objetivo garantir a proteção dos trabalhadores, da população e do meio ambiente contra os efeitos nocivos das radiações ionizantes. Essas atividades abrangem todas as etapas do ciclo de vida do rejeito, desde sua geração até sua destinação final, devendo seguir rigorosamente as normas estabelecidas pela Comissão Nacional de Energia Nuclear. (CNEN, 2013). Qualquer instalação que utiliza materiais radioativos deve possuir um Plano de Gerência de Rejeitos Radioativos (PGRR), documento que descreve minuciosamente os procedimentos estabelecidos para coleta, segregação, acondicionamento, armazenamento, monitoração, transporte e descarte dos resíduos gerados. Esse plano constitui um requisito obrigatório para o licenciamento das instalações radiativas e tem como finalidade assegurar que os rejeitos sejam gerenciados de forma segura e ambientalmente adequada (CNEN, 2013). O desenvolvimento de um plano de gerenciamento exige a necessidade de conhecimento sobre as características dos rejeitos produzidos, incluindo o radionuclídeo presente, a atividade radioativa, a meia-vida, o estado físico do material e os possíveis riscos associados. Essas informações são essenciais para definir as estratégias de armazenamento, monitoramento e destinação final dos resíduos (SANTOS et al., 2021). Segundo a CNEN, o gerenciamento dos rejeitos radioativos deve seguir uma sequência de etapas que inclui geração, segregação, caracterização, acondicionamento, identificação, armazenamento, monitoração e destinação final. A execução adequada dessas etapas contibui para a redução dos riscos de exposição ocupacional, previne a contaminação ambiental e assegura a rastreabilidade dos materiais radioativos durante todo o processo (CNEN, 2013). Etapas do gerenciamento dos rejeitos radioativos: Fonte: adaptado de CNEN-8.01, 2014. GERAÇÃO SEGREGAÇÃ IDENTIFICAÇÃ ARMAZENAMENT O MONITORIZAÇÃO DESTINAÇÃO FINAL CARACTERIZAÇ ACONDICIONAMEN 3.3 Classificação dos rejeitos radioativos segundo a IAEA e a CNEN A classificação dos rejeitos radioativos constitui uma ferramenta fundamental para o gerenciamento seguro desses materiais, uma vez que determina os requisitos de armazenamento, transporte, tratamento e disposição final. Internacionalmente, a Agência Internacional de Energia Atômica (IAEA) estabelece critérios baseados na atividade radioativa, meia-vida dos radionuclídeos e potencial de risco associado aos rejeitos (IAEA, 2009). Segundo a IAEA, os rejeitos radioativos podem ser classificados como rejeitos isentos (Exempt Waste), rejeitos de meia-vida muito curta (Very Short Lived Waste), rejeitos de nível muito baixo (Very Low Level Waste), rejeitos de baixo nível (Low Level Waste), rejeitos de nível intermediário (Intermediate Level Waste) e rejeitos de alto nível (High Level Waste). Essa classificação busca orientar os países na implementação de sistemas de gerenciamento compatíveis com o grau de risco apresentado pelos resíduos radioativos (IAEA, 2009). No Brasil, A CNEN adotou essa classificação e a reorganizou em classes de 0 á 3. As classes, que estão definidas na Norma CNEN-NE-6.05, estão relacionadas ao nível de dispensa, ao armazenamento e ao tipo de deposição que deverão atender. As classes principais são: a) Classe 0: Rejeitos Isentos (RI): rejeitos contendo radionuclídeos com valores de atividade ou de concentração de atividade, em massa ou volume, inferiores ou iguais aos respectivos níveis de dispensa estabelecidos na Norma CNEN-NE 6.05. b) Classe 1: Rejeitos de Meia-Vida Muito Curta (RVMC): rejeitos com meia-vida inferior ou da ordem de 100 dias, com níveis de atividade ou de concentração em atividade superiores aos respectivos níveis de dispensa e que podem atender, num período de até 5 anos, aos critérios dedispensa estabelecidos na Norma CNEN-NE-6.05. c) Classe 2: Rejeitos de Baixo e Médio Níveis de Radiação (RBMN): rejeitos com meia-vida superior a dos rejeitos da Classe 1, com níveis de atividade ou de concentração em atividade superiores aos níveis de dispensa estabelecidos em Norma CNEN, bem como com potência térmica inferior a 2 kW/m3. A Classe 2 é subdividida em subclasses de acordo com determinadas características desse tipo de rejeito. d) Classe 3: Rejeitos de Alto Nível de Radiação (RAN): Rejeitos com potência térmica superior a 2kW/m3 e com concentrações de radionuclídeos de meia-vida longa que excedam as limitações para classificação como rejeitos de meia-vida curta. A classificação correta desses resíduos é essencial para determinar os procedimentos de armazenamento, monitoramento e descarte, reduzindo riscos de exposição ocupacional e impactos ambientais decorrentes da contaminação radioativa (INBRAEP, 2023). A implementação de uma classificação padronizada permite definir estratégias adequadas de gerenciamento para cada categoria de rejeito, promovendo para a proteção radiológica, a preservação ambiental e a sustentabilidade das atividades nucleares. Além disso, a compatibilidade entre os sistemas da IAEA e da CNEN favorece o alinhamento das práticas brasileiras com os padrões internacionais de segurança (INBRAEP, 2023). Comparação das classificações de rejeitos da IAEA e CNEN: Fonte: (Adaptação CNEN, 2014; IAEA, 2009). 3.4 Meia-vida dos radionuclídeos e armazenamento para decaimento Alguns rejeitos radioativos podem atingir níveis de inocuidade que permitem sua liberação como rejeitos normais, dependendo do tipo de radionuclídeos que contém, da forma física em que se encontram, da concentração existente desses radionuclídeos no material e da meia-vida. As condições para a denominada dispensa ou não dos rejeitos estão estabelecidas em Normas da CNEN e devem ser estritamente obedecidas. São elas: NE-6.05 de 17/12/1985 ―Gerência de rejeitos radioativos em Instalações Radiativas‖; NE-6.06 de 24/01/1990 ―Seleção e escolha de locais para depósito de rejeitos radioativos‖ e NN-6.09 de 23/09/2002 ―Critérios de aceitação para deposição de rejeitos radioativos de baixo e médio níveis de radiação. (CNEN, 2013). A meia-vida radioativa refere-se ao tempo necessário para que metade dos átomos radioativos presentes em uma amostra se desintegram espontaneamente. Esse fator constitui um dos principais fatores utilizados na definição das estratégias de gerenciamento dos rejeitos radioativos (CNEN, 2020). Na medicina nuclear são utilizados predominantemente radionuclídeos de meia-vida curta, como o Tecnécio-99m, cuja meia-vida física é de aproximadamente seis horas. Essa condição permite a utilização do armazenamento para decaimento, processo no qual os resíduos permanecem armazenados até que a atividade radioativa atinja níveis considerados seguros para descarte convencional (SANTOS et al., 2021). O armazenamento para decaimento é considerado uma prática sustentável, pois reduz significativamente a quantidade de resíduos classificados como radioativos, diminuindo custos operacionais e impactos ambientais associados ao armazenamento prolongado e à destinação especializada dos rejeitos (INBRAEP, 2023). 3.5 Descarte Os resíduos radioativos coletados são descartados da seguinte forma: ● Diluir e dispersar: Artigos sólidos de baixa atividade podem ser descartados como lixo hospitalar comum, desde que a atividade do artigo não exceda 1,35 microcuries (50 kBq) ou a concentração total da embalagem não exceda 135 microcuries/m³ ( 5 MBq/m³ ) . Incluem frascos, seringas, cotonetes, lenços de papel, entre outros. Da mesma forma, resíduos radioativos líquidos com atividade inferior a microcuries podem ser descartados na rede de esgoto sanitário, com lavagem adequada com água após o descarte. Entretanto, o limite máximo de descarte total de material radioativo líquido na rede de esgoto sanitário não deve exceder os limites (KHAN et al., 2010). ● Atraso e decaimento: Resíduos radioativos de atividade média e aqueles com meia-vida abaixo de um mês podem ser armazenados. A sala de armazenamento deve ser ventilada com um sistema de exaustão conduzido por dutos até uma saída no telhado. O espaço de armazenamento deve possuir blindagem de chumbo com espessura apropriada (10 HVL) a fim de evitar vazamento de radiação. Os resíduos radioativos devem ser armazenados por um período mínimo de cerca de 10 meias-vidas, quando, após o decaimento, resta apenas 0,1% da atividade inicial. Os resíduos serão monitorados quanto à atividade residual e, se o limite de dose for baixo, são descartados como resíduos sólidos ou líquidos de baixa atividade. A maior parte dos resíduos hospitalares radioativos de baixa e média atividade possui meia-vida curta, permitindo esse tipo de descarte (KHAN et al., 2010). 3.6 Blindagem e proteção radiológica A blindagem constitui uma das principais medidas de proteção radiológica utilizadas em instalações de medicina nuclear. Tem por finalidade reduzir a intensidade da radiação emitida pelos radiofármacos e rejeitos radioativos, minimizando a exposição dos pacientes. trabalhadores, e do público em geral (CNEN, 2020). Os materiais mais utilizados para blindagem incluem chumbo, tungstênio e concreto, pois sua elevada densidade permite a absorção de parte significativa da radiação emitida. Os rejeitos radioativos devem permanecer armazenados em locais específicos, equipados com barreiras físicas apropriada e sinalização radiológica adequada (CNEN, 2020). As orientações para descarte de materiais radioativos recomendam que caixas de perfurocortantes, bombonas e recipientes contendo resíduos permaneçam em áreas blindadas até a realização da monitoração final e posterior descarte, garantindo níveis seguros de radiação para manipulação e transporte (GUIMARÃES, s. d.). https://pubmed.ncbi.nlm.nih.gov/?term=%22Khan%20S%22%5BAuthor%5D 3.7 Logística e transporte de materiais radioativos O transporte de materiais radioativos representa uma etapa crítica na gestão dos rejeitos. A regulamentação da CNEN estabelece normas rigorosas para classificação, embalagem, identificação, rotulagem e monitoramento durante o transporte. (CNEN, 2022). Os materiais radioativos são classificados de acordo com sua atividade específica, potencial de contaminação e características físicas. Dependendo dessas propriedades, podem ser transportados em embalagens industriais, Tipo A, Tipo B ou embalagens especiais, projetadas para resistir a condições adversas e evitar vazamentos. (CNEN, 2022). É também determinado que programas de proteção radiológica sejam implementados durante o transporte, contemplando monitoramento de dose, treinamento de equipes e procedimentos para situações de emergência. (CNEN, 2022). 3.8 Contaminação ambiental e riscos ecológicos A contaminação ambiental ocorre quando materiais radioativos são liberados indevidamente no ambiente, podendo atingir o solo, a água, os organismos vivos e a atmosfera. Embora os serviços de medicina nuclear produzam quantidades relativamente pequenas de resíduos quando comparados à indústria nuclear, os riscos associados à radioatividade exigem rigoroso controle operacional (INBRAEP, 2023). A exposição ambiental pode resultar em bioacumulação de radionuclídeos e potencial impacto sobre ecossistemas locais. Dessa forma, as normas da CNEN estabelecem limites para liberação de efluentes líquidos e exigem monitoramento constante dos rejeitos antes de sua disposição final (CNEN, 2020). No caso dos rejeitos líquidos, a legislação estabelece critérios específicos para descarte na rede de esgoto sanitário. O material deve ser solúvel ou facilmente dispersável em água e respeitar limites anuais para radionuclídeos como trítio ecarbono-14. (CNEN, 2020). 3.9 Radiofarmácia verde e redução de resíduos O conceito de radiofarmácia verde está relacionado à aplicação dos fundamentos da sustentabilidade às atividades de medicina nuclear. Essa abordagem busca redução da geração de rejeitos radioativos por meio da otimização dos processos produtivos e do uso racional dos radionuclídeos (BJRS, 2016). Entre as principais estratégias destacam-se o planejamento adequado da produção de radiofármacos, a redução de perdas durante a manipulação, a utilização de radionuclídeos de meia-vida curta e a reutilização de materiais descontaminados se permitido pelas normas de segurança (SANTOS et al., 2021). Além dos benefícios ambientais, essas medidas proporcionam minimização de custos operacionais, maior eficiência dos processos e fortalecimento da responsabilidade social das instituições de saúde (INBRAEP, 2023). 3.10 Responsabilidade institucional e legislação A gestão dos rejeitos radioativos é uma responsabilidade multiprofissional, envolvendo a atuação integrada de profissionais da saúde, supervisores de proteção radiológica, gestores institucionais e órgãos reguladores. A legislação brasileira exige que todas as instalações que utilizam materiais radioativos tenham programas formais de gerenciamento de rejeitos e proteção radiológica (CNEN, 2020). A CNEN estabelece normas específicas para armazenamento, transporte, monitoração, descarte e resposta a emergências envolvendo materiais radioativos. Em situações de vazamento ou não conformidade, devem ser aplicadas medidas imediatas de contenção, investigação e comunicação aos órgãos competentes. (CNEN, 2020). A responsabilidade institucional também inclui treinamento contínuo das equipes, monitoramento ambiental e promoção de uma cultura de segurança capaz de garantir a proteção das pessoas e do meio ambiente em todas as etapas do ciclo de vida dos radiofármacos.(CNEN, 2020). Além disso, toda instalação que trabalhe com material radioativo e que produza rejeitos radioativos deve dispor de um Plano de Gerência de Rejeitos Radioativos, dentro do contexto dos respectivos processos de licenciamento e controle. (CNEN, 2013). 4 CONCLUSÃO Os radiofármacos desempenham papel essencial na medicina contemporânea, proporcionando diagnósticos precoces e terapias altamente eficazes. Entretanto, sua utilização gera rejeitos radioativos que requerem gerenciamento especializado para prevenir riscos à saúde humana e ao meio ambiente. A adoção de práticas adequadas de segregação, armazenamento, blindagem, monitoramento e transporte constitui elemento essencial para garantir a segurança radiológica e ambiental. A utilização do armazenamento para decaimento, associada ao emprego de radionuclídeos de meia-vida curta, representa uma importante estratégia de sustentabilidade dentro dos serviços de medicina nuclear. Além disso, o conceito de radiofarmácia verde demonstra que é possível conciliar inovação tecnológica e responsabilidade ambiental, promovendo a redução da geração de resíduos e a otimização dos recursos utilizados. Nesse cenário, a atuação das instituições e o cumprimento das normas da CNEN tornam-se fundamentais para assegurar que os benefícios dos radiofármacos sejam obtidos de forma segura, ética e sustentável. REFERÊNCIAS BRASIL. Comissão Nacional de Energia Nuclear (CNEN). Radioproteção e dosimetria: fundamentos. Rio de Janeiro: CNEN, 2020. BRASIL. Comissão Nacional de Energia Nuclear (CNEN). Requisitos de segurança e proteção radiológica para gerência de rejeitos radioativos. Rio de Janeiro: CNEN, 2013. BRASIL. Comissão Nacional de Energia Nuclear (CNEN). Regulamento para o transporte seguro de materiais radioativos. Rio de Janeiro: CNEN, 2022. INSTITUTO BRASILEIRO DE ENSINO E PESQUISA (INBRAEP). Rejeitos radioativos: conceitos, classificação e gerenciamento. Disponível em: https://inbraep.com.br/publicacoes/rejeitos-radioativos/. Acesso em: 15 jul. 2026. INTERNATIONAL ATOMIC ENERGY AGENCY (IAEA). Classification of radioactive waste. Vienna: IAEA, 2009. KHAN, S.; SYED, A. T.; AHMAD, R.; RATHER, T. A.; AJAZ, M.; JAN, F. A. Radioactive waste management in a hospital. 2010. SANTOS, A. S. et al. Gerenciamento dos rejeitos radioativos nos serviços de medicina nuclear. Recife: UNIBRA, 2021. SILVA, A. R.; OLIVEIRA, M. C.; SOUZA, P. R. Gestão de rejeitos radioativos e sustentabilidade em serviços de medicina nuclear. Brazilian Journal of Radiation Sciences, v. 4, n. 1, 2016. GUIMARÃES, M. I. C. C. Orientação para descarte de materiais radioativos. São Paulo: Universidade de São Paulo, s.d.