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VÉRTICE ESSENCIAIS / 01 AULA VISUAL Potencial de ação cardíaco Fases, canais iônicos e marcapasso DA BASE À PRÁTICA CLÍNICA 01 VÉRTICE ESSENCIAIS / 02 Como o coração dispara, contrai e volta a se preparar? -90 -60 -40 0 30 4 0 1 2 3 Vm (mV) Tempo (escala ilustrativa) Curva original e esquemática. Voltagens e duração variam com tecido, espécie, frequência e condições celulares. BASE · Correntes e fases. INTEGRAÇÃO · Automatismo, condução e ECG. CLÍNICA · Refratariedade e arritmias. Medicina e Fisioterapia · Edição 01 · Outubro de 2026 VÉRTICE ESSENCIAIS / 01 BASE O coração tem mais de uma curva. DA BASE À PRÁTICA CLÍNICA 02 VÉRTICE ESSENCIAIS / 02 Resposta rápida Miócitos atriais e ventriculares e fibras de Purkinje: subida rápida dominada por Na⁺. Usaremos o miócito ventricular como modelo. Resposta lenta Células nodais, sobretudo do nó sinoatrial: subida dominada por Ca²⁺ e despolarização diastólica espontânea. Purkinje também pode apresentar automatismo. Resposta rápida não significa ausência absoluta de atividade marcapasso. VÉRTICE ESSENCIAIS / 01 BASE Três íons, funções que dependem da fase. DA BASE À PRÁTICA CLÍNICA 03 VÉRTICE ESSENCIAIS / 02 EXTERIOR INTERIOR Na⁺ / Ca²⁺ K⁺ MEMBRANA Em condições típicas do potencial cardíaco, entrada de carga positiva despolariza; saída de carga positiva favorece repolarização. O efeito depende do canal aberto, da voltagem e do gradiente eletroquímico. As correntes se sobrepõem: cada fase indica predominância, não exclusividade. Bombas e transportadores conservam gradientes e controlam Ca²⁺. Não são o mecanismo único que desenha cada fase rápida. VÉRTICE ESSENCIAIS / 01 BASE Ventrículo: cinco fases para organizar a curva. DA BASE À PRÁTICA CLÍNICA 04 VÉRTICE ESSENCIAIS / 02 -90 -60 -40 0 30 4 0 1 2 3 Vm (mV) Tempo (escala ilustrativa) Curva original e esquemática. Voltagens e duração variam com tecido, espécie, frequência e condições celulares. 4: repouso · 0: subida rápida · 1: queda inicial 2: platô · 3: repolarização final A sequência começa no repouso: 4 → 0 → 1 → 2 → 3 → 4. A numeração é uma convenção da eletrofisiologia cardíaca. VÉRTICE ESSENCIAIS / 01 BASE Fase 4: repouso relativamente estável. DA BASE À PRÁTICA CLÍNICA 05 VÉRTICE ESSENCIAIS / 02 -90 -60 -40 0 30 4 0 1 2 3 Vm (mV) Tempo (escala ilustrativa) Curva original e esquemática. Voltagens e duração variam com tecido, espécie, frequência e condições celulares. No miócito ventricular, Vm permanece perto de −85 a −90 mV em condições típicas. A corrente de K⁺ IK1 ajuda a estabilizar esse repouso. IK1 é uma corrente de retificação para dentro, mas pode conduzir K⁺ para fora na faixa de voltagens relevante ao repouso. O nome não fixa uma única direção de fluxo. VÉRTICE ESSENCIAIS / 01 BASE Fase 0: Na⁺ produz a subida rápida. DA BASE À PRÁTICA CLÍNICA 06 VÉRTICE ESSENCIAIS / 02 EXTERIOR INTERIOR Na⁺ MEMBRANA A despolarização ativa canais rápidos de Na⁺, principalmente Nav1.5. A corrente INa aumenta e leva Vm rapidamente a valores positivos. A velocidade da subida depende da disponibilidade dos canais. Repouso excessivamente despolarizado pode inativar Na⁺ e prejudicar a condução. Em seguida, esses canais se inativam. Isso reduz a corrente de Na⁺ e participa do início da recuperação. VÉRTICE ESSENCIAIS / 01 BASE Fase 1: a queda inicial após o pico. DA BASE À PRÁTICA CLÍNICA 07 VÉRTICE ESSENCIAIS / 02 -90 -60 -40 0 30 4 0 1 2 3 Vm (mV) Tempo (escala ilustrativa) Curva original e esquemática. Voltagens e duração variam com tecido, espécie, frequência e condições celulares. A inativação de Na⁺ reduz a corrente de entrada. Uma corrente transitória de saída de K⁺, Ito, contribui para a pequena queda inicial. O entalhe varia entre regiões cardíacas. A forma ventricular desta aula não representa de modo idêntico todas as células atriais ou de Purkinje. VÉRTICE ESSENCIAIS / 01 BASE Fase 2: platô é balanço de correntes. DA BASE À PRÁTICA CLÍNICA 08 VÉRTICE ESSENCIAIS / 02 EXTERIOR INTERIOR Ca²⁺ K⁺ MEMBRANA A entrada de Ca²⁺ por canais tipo L, ICa,L, se contrapõe a correntes de saída de K⁺. O balanço mantém Vm relativamente elevado por um intervalo prolongado. Platô não significa ausência de fluxo. Correntes de entrada e de saída podem ser grandes, mas a corrente líquida é pequena. A voltagem não precisa ficar perfeitamente horizontal. A forma varia conforme a combinação de correntes e o estado da célula. VÉRTICE ESSENCIAIS / 01 INTEGRAÇÃO Ca²⁺ conecta eletricidade e contração. DA BASE À PRÁTICA CLÍNICA 09 VÉRTICE ESSENCIAIS / 02 Entrada pelo canal tipo L O Ca²⁺ que entra durante o potencial aproxima o sinal elétrico do sistema contrátil. Liberação pelo retículo A entrada de Ca²⁺ ativa receptores de rianodina RyR2, ampliando o Ca²⁺ citosólico: liberação de cálcio induzida por cálcio. Troponina C Ca²⁺ se liga à troponina C, favorece o deslocamento da tropomiosina e permite a interação entre actina e miosina. O potencial de ação é elétrico. A contração é mecânica. O Ca²⁺ faz a conexão entre os dois. VÉRTICE ESSENCIAIS / 01 BASE Fase 3: a saída de K⁺ prevalece. DA BASE À PRÁTICA CLÍNICA 10 VÉRTICE ESSENCIAIS / 02 -90 -60 -40 0 30 4 0 1 2 3 Vm (mV) Tempo (escala ilustrativa) Curva original e esquemática. Voltagens e duração variam com tecido, espécie, frequência e condições celulares. A corrente de Ca²⁺ diminui, enquanto correntes repolarizantes de K⁺, incluindo IKr e IKs, favorecem o retorno a voltagens negativas. IK1 contribui para a fase final e o repouso. Repolarizar recupera a disponibilidade dos canais de Na⁺. A célula precisa voltar a um estado que permita outro disparo propagável. VÉRTICE ESSENCIAIS / 01 INTEGRAÇÃO Relaxar também exige retirar Ca²⁺ do citosol. DA BASE À PRÁTICA CLÍNICA 11 VÉRTICE ESSENCIAIS / 02 SERCA2a A bomba do retículo usa ATP para recaptar Ca²⁺. A fosfolamban regula sua atividade. Trocador Na⁺/Ca²⁺: NCX No modo direto, retira 1 Ca²⁺ e permite a entrada de 3 Na⁺. Sua direção depende da voltagem e dos gradientes. Ca²⁺ diminui Ca²⁺ se dissocia da troponina C, reduzindo a ativação dos filamentos e favorecendo o relaxamento. A Na⁺/K⁺-ATPase sustenta o gradiente de Na⁺ que ajuda a movimentar o NCX. Não confunda o trocador com uma bomba de Ca²⁺ que hidrolisa ATP diretamente. VÉRTICE ESSENCIAIS / 01 INTEGRAÇÃO Por que o coração não entra em tétano? DA BASE À PRÁTICA CLÍNICA 12 VÉRTICE ESSENCIAIS / 02 Potencial e refratariedade prolongados O platô prolonga a atividade elétrica e mantém muitos canais de Na⁺ indisponíveis durante parte importante da contração. Sem somação sustentada das contrações O período refratário prolongado impede a tetanização fisiológica como a observada no músculo esquelético. O coração precisa alternar contração e relaxamento para ejetar sangue e permitir o enchimento. Período refratário efetivo: um estímulo não gera uma resposta normalmente propagável. No relativo, estímulos maiores podem produzir respostas, com propriedades ainda alteradas. VÉRTICE ESSENCIAIS / 01 BASE Nó SA: a fase 4 já prepara o próximo disparo. DA BASE À PRÁTICA CLÍNICA 13 VÉRTICE ESSENCIAIS / 02 -90 -60 -40 0 30 4 0 3 4 Vm (mV) Tempo (escala ilustrativa) Curva original e esquemática. Voltagens e duração variam com tecido, espécie, frequência e condições celulares. No modelo de célula marcapasso do nó sinoatrial, não há repouso estável como no ventrículo. Após a repolarização, Vm sobe espontaneamente durante a diástole. As fases principais são 4 → 0 → 3. Não há fases 1 e 2 bem definidas como no modelo ventricular. VÉRTICE ESSENCIAIS / 01 BASE Fase 4 nodal: a corrente funny ajuda a iniciar. DA BASE À PRÁTICA CLÍNICA 14 VÉRTICE ESSENCIAIS / 02 Canais HCN e corrente If Ativam-se com hiperpolarização e conduzem Na⁺ e K⁺. Nas voltagens diastólicas típicas, a corrente líquida é de entrada e despolariza. Mais do que If A redução de correntes de saída de K⁺ e correntes de Ca²⁺ também participam da despolarizaçãodiastólica. If não é um canal exclusivamente de Na⁺. Ela participa do automatismo, mas não explica sozinha todo o ritmo cardíaco. Ca²⁺ tipo T pode contribuir para a parte diastólica em determinadas células. A importância relativa das correntes varia dentro do nó e entre espécies. VÉRTICE ESSENCIAIS / 01 BASE O relógio de Ca²⁺ conversa com a membrana. DA BASE À PRÁTICA CLÍNICA 15 VÉRTICE ESSENCIAIS / 02 Liberações locais de Ca²⁺ Durante a diástole, o retículo pode liberar Ca²⁺ espontaneamente em regiões próximas à membrana. NCX gera corrente de entrada Ao extrusar Ca²⁺ no modo direto, o NCX permite entrada de Na⁺ e produz corrente líquida despolarizante. Relógios acoplados As correntes da membrana e o manejo intracelular de Ca²⁺ interagem para produzir o ritmo. A automaticidade emerge de mecanismos acoplados. Não é necessário escolher entre “só If” e “só Ca²⁺”. VÉRTICE ESSENCIAIS / 01 BASE No nó SA, a fase 0 depende de Ca²⁺. DA BASE À PRÁTICA CLÍNICA 16 VÉRTICE ESSENCIAIS / 02 -90 -60 -40 0 30 4 0 3 4 Vm (mV) Tempo (escala ilustrativa) Curva original e esquemática. Voltagens e duração variam com tecido, espécie, frequência e condições celulares. Na célula nodal típica, a entrada de Ca²⁺ por canais tipo L produz a subida. A fase 3 ocorre com redução da corrente de Ca²⁺ e predomínio de correntes de saída de K⁺. Ventrículo: fase 0 rápida por Na⁺. Célula nodal típica: fase 0 mais lenta por Ca²⁺. Há heterogeneidade no nó SA; esta comparação representa o modelo nodal didático, especialmente das células centrais. VÉRTICE ESSENCIAIS / 01 INTEGRAÇÃO Como o simpático acelera o marcapasso? DA BASE À PRÁTICA CLÍNICA 17 VÉRTICE ESSENCIAIS / 02 Noradrenalina → receptor β1 Ativa Gs, adenilato ciclase e aumenta cAMP. cAMP e sinalização por PKA cAMP modula diretamente HCN; PKA modula canais e proteínas do manejo de Ca²⁺. Próximo limiar mais cedo A modulação aumenta a velocidade de despolarização diastólica e encurta o intervalo entre disparos. O simpático modifica frequência, condução e manejo de Ca²⁺. A ação não se resume a abrir um único tipo de canal. VÉRTICE ESSENCIAIS / 01 INTEGRAÇÃO Como o parassimpático desacelera? DA BASE À PRÁTICA CLÍNICA 18 VÉRTICE ESSENCIAIS / 02 Acetilcolina → receptor M2 Ativa Gi e reduz a sinalização por cAMP. Menor If e modulação de Ca²⁺ A despolarização diastólica desacelera. Abertura de GIRK Subunidades Gβγ ativam canais de K⁺, gerando IK,ACh e favorecendo hiperpolarização e redução da frequência. O vago atua principalmente nos nós SA e AV. No nó AV, pode reduzir a velocidade de condução. VÉRTICE ESSENCIAIS / 01 INTEGRAÇÃO Quem dispara e por onde o sinal passa? DA BASE À PRÁTICA CLÍNICA 19 VÉRTICE ESSENCIAIS / 02 Nó SA → átrios O marcapasso dominante inicia o ritmo sinusal e ativa o tecido atrial. Nó AV A condução relativamente lenta cria um atraso entre ativação atrial e ventricular. His → ramos → Purkinje O sistema especializado distribui rapidamente a ativação aos ventrículos. Correntes passam entre células por junções comunicantes. A velocidade depende também do acoplamento e da organização do tecido, além da fase 0. VÉRTICE ESSENCIAIS / 01 INTEGRAÇÃO ECG é a soma espacial da atividade cardíaca. DA BASE À PRÁTICA CLÍNICA 20 VÉRTICE ESSENCIAIS / 02 P QRS T P: despolarização atrial. QRS: despolarização ventricular. T: repolarização ventricular. O ECG não é a curva de Vm de um único cardiomiócito. A onda T é positiva em várias derivações apesar de representar repolarização. Esquema original, sem escala clínica. A polaridade depende da sequência espacial de ativação e da orientação da derivação. VÉRTICE ESSENCIAIS / 01 INTEGRAÇÃO ST e QT: correlações com limites. DA BASE À PRÁTICA CLÍNICA 21 VÉRTICE ESSENCIAIS / 02 Segmento ST Em condições normais, muitos miócitos ventriculares estão em potenciais elevados relativamente semelhantes. O balanço espacial favorece uma linha próxima da isoelétrica. Intervalo QT Vai do início do QRS ao fim da T. Inclui a despolarização e a repolarização ventriculares e depende da frequência cardíaca. ST não significa ausência de atividade elétrica. QT não mede exclusivamente o platô e não é idêntico à duração do potencial de uma célula isolada. VÉRTICE ESSENCIAIS / 01 CLÍNICA Quando a recuperação favorece novos disparos. DA BASE À PRÁTICA CLÍNICA 22 VÉRTICE ESSENCIAIS / 02 Pós-despolarizações precoces Podem surgir antes de completar a repolarização, especialmente em condições que prolongam o potencial de ação. Pós-despolarizações tardias Ocorrem após a repolarização; sobrecarga de Ca²⁺ pode gerar liberações espontâneas e corrente despolarizante via NCX. Atividade deflagrada Se uma pós-despolarização alcança o limiar, pode gerar um novo potencial de ação. Esses mecanismos ajudam a entender algumas arritmias. Não são sinônimos do automatismo normal do nó SA. VÉRTICE ESSENCIAIS / 01 CLÍNICA Reentrada: um circuito pode se sustentar. DA BASE À PRÁTICA CLÍNICA 23 VÉRTICE ESSENCIAIS / 02 Bloqueio em um sentido Uma região não conduz em uma direção, mas o impulso percorre uma via alternativa. Condução lenta O tempo do percurso permite que o tecido previamente refratário recupere a excitabilidade. Retorno e nova ativação O impulso retorna a uma região recuperada e pode manter um circuito. Reentrada relaciona trajeto, velocidade e refratariedade. É diferente de um foco que dispara por automaticidade aumentada. Modelo conceitual simplificado. As condições reais variam entre arritmias e tecidos. VÉRTICE ESSENCIAIS / 01 REVISÃO Uma comparação para não confundir. DA BASE À PRÁTICA CLÍNICA 24 VÉRTICE ESSENCIAIS / 02 Miócito ventricular Fase 4 relativamente estável; fase 0 por Na⁺; fases 1, 2 e 3 presentes; platô por balanço Ca²⁺/K⁺. Marcapasso nodal típico Fase 4 espontaneamente despolarizante; fase 0 por Ca²⁺; fase 3 por predomínio de K⁺; sem platô ventricular bem definido. Guarde estas diferenças: Automatismo ≠ contração. ECG ≠ potencial de uma célula. Platô ≠ fluxo iônico parado. If ≠ corrente exclusivamente de Na⁺. VÉRTICE ESSENCIAIS / 01 PRATIQUE Teste seu raciocínio. Escolha uma alternativa por questão. Confira as explicações depois. DA BASE À PRÁTICA CLÍNICA 25 VÉRTICE ESSENCIAIS / 02 1. A subida rápida do potencial ventricular típico depende de: A) Entrada de Na⁺ por canais rápidos. B) Entrada de K⁺ por HCN. C) Saída de Ca²⁺ por canais tipo L. D) Ativação exclusiva da bomba Na⁺/K⁺. 2. O platô ventricular ocorre principalmente porque: A) Não existem correntes durante a fase 2. B) Todos os canais estão fechados. C) Correntes de entrada de Ca²⁺ e de saída de K⁺ se contrapõem. D) Na⁺ entra continuamente sem inativação. 3. Na célula marcapasso nodal típica, a fase 0 é dominada por: A) Saída de K⁺. B) Entrada de Ca²⁺ por canais tipo L. C) Saída de Na⁺ pelo NCX. D) Entrada de Cl⁻. VÉRTICE ESSENCIAIS / 01 PRATIQUE Automaticidade e ECG. DA BASE À PRÁTICA CLÍNICA 26 VÉRTICE ESSENCIAIS / 02 4. Qual afirmação sobre If é correta? A) É exclusivamente uma corrente de Na⁺. B) É a única responsável pela automaticidade. C) Surge apenas no platô ventricular. D) Passa por HCN e é ativada por hiperpolarização. 5. O intervalo QT representa: A) Somente a fase 2 de um miócito. B) Despolarização e repolarização ventriculares no ECG. C) Somente a contração atrial. D) Exclusivamente a repolarização do nó SA. Para justificar a resposta, identifique o tecido, a fase e a corrente predominante. VÉRTICE ESSENCIAIS / 01 GABARITO Questões 1 a 3: qual corrente predomina? DA BASE À PRÁTICA CLÍNICA 27 VÉRTICE ESSENCIAIS / 02 1 · A INa produz a subida rápida ventricular. No nó SA típico, a fase 0 é dominada por Ca²⁺, não pelo mesmo mecanismo ventricular. 2 · C O platô resulta do balanço entre correntes opostas. Não há ausência de fluxo e a corrente rápida de Na⁺ já se inativou. 3 · B ICa,L produz a subida nodal típica. A saída de K⁺ contribui para a repolarização. VÉRTICE ESSENCIAIS / 01 GABARITO Questões 4 e 5: mantenha a distinção. DA BASE À PRÁTICACLÍNICA 28 VÉRTICE ESSENCIAIS / 02 4 · D HCN é ativado por hiperpolarização e conduz uma corrente mista de Na⁺/K⁺. Nas voltagens diastólicas, sua corrente líquida é despolarizante. 5 · B QT inclui despolarização e repolarização dos ventrículos. O ECG registra diferenças de potencial produzidas pelo tecido, não o Vm de uma única célula. Próximo volume planejado Vértice Essenciais 03 Fisiologia Cardiovascular: ciclo cardíaco, débito e pressão arterial. VÉRTICE ESSENCIAIS / 01 FONTES Referências e aprofundamento. DA BASE À PRÁTICA CLÍNICA 29 VÉRTICE ESSENCIAIS / 02 Bases didáticas: Hall e Hall, Guyton & Hall: tratado de fisiologia médica, seções sobre músculo cardíaco e excitação rítmica; Silverthorn, Fisiologia humana: uma abordagem integrada, capítulos do sistema cardiovascular. Consulte a paginação da edição disponível. Revisões para aprofundar as correntes e o automatismo: Ion Channels in the Heart. PMC4516287. The Cardiac Pacemaker Story: Fundamental Role of the Na⁺/Ca²⁺ Exchanger in Spontaneous Automaticity. PMC7199655. pmc.ncbi.nlm.nih.gov/articles/PMC4516287/ pmc.ncbi.nlm.nih.gov/articles/PMC7199655/ Texto, questões e esquemas originais. Curvas ilustrativas, fora de escala; não são registros experimentais. Logo oficial fornecida pela responsável pelo Vértice. Aplicações para estudo, sem protocolo de diagnóstico ou tratamento. https://pmc.ncbi.nlm.nih.gov/articles/PMC4516287/ https://pmc.ncbi.nlm.nih.gov/articles/PMC7199655/