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FUNDAMENTOS E PRÁTICAS NO ENSINO DE GEOGRAFIA AULA 7 - CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO NO ENSINO ESPECÍFICO DA ÁREA DE GEOGRAFIA Prezado(a) aluno(a), O planejamento e a avaliação formativa são essenciais no ensino de Geografia. Através da avaliação formativa, o professor acompanha o progresso dos alunos e ajusta o planejamento para atender às suas necessidades individuais. A avaliação formativa é contínua e visa orientar a aprendizagem, fornecendo feedback e orientações. No ensino específico da área de Geografia, os critérios de avaliação desempenham um papel fundamental na mensuração do desempenho dos alunos. Esses critérios são estabelecidos com base nos objetivos de aprendizagem da disciplina e nas competências esperadas dos estudantes. Eles podem abranger diferentes aspectos, como conhecimentos conceituais, habilidades de análise e interpretação de informações geográficas, capacidade de elaborar argumentos e utilizar recursos tecnológicos. Os critérios de avaliação no ensino de Geografia devem ser claros, objetivos e alinhados às diretrizes curriculares, proporcionando uma avaliação justa e coerente com os objetivos educacionais da disciplina Bons estudos! 7 AVALIAÇÃO Conforme Medeiros et al. (2021), antes de discutir como avaliar, é importante refletir sobre os objetivos da avaliação. Em uma prática de ensino tradicional, a avaliação é vista como um fim, um dado quantitativo que supostamente indica se o aluno aprendeu. Caso o aluno não atinja a nota mínima nas provas regulares e nas atividades de recuperação, isso pode resultar em sua reprovação. Mendes (2005) caracteriza o processo avaliativo tradicional da seguinte forma: [...] apresentamos um conteúdo novo por meio da exposição, às vezes dialogada; aplicamos exercícios para fixação; tiramos as dúvidas durante a correção dos exercícios; logo em seguida avaliamos os alunos, geralmente através de provas e testes; realizamos a correção contando os acertos obtidos; e depois desse processo, reiniciamos uma nova unidade com um novo conteúdo (MENDES, 2005, p. 175). Mendes, também observa que raramente se dá atenção aos erros, apesar de serem eles que revelam as dificuldades de aprendizagem. Além disso, pouco se reflete sobre como superar essas dificuldades. Nesse contexto, a avaliação serve apenas para contabilizar os resultados dos alunos, sendo a nota um fim em si, uma simples “verificação” (MENDES, 2005, p. 175). Nessa concepção didática, a nota é a motivação para o estudo, já que ser aprovado na avaliação ao atingir a nota mínima garante a passagem para o próximo nível de ensino e a diplomação. A Lei de Diretrizes e Bases da Educação (LDB) afirma em seu art. 12 que a escola deve “prover meios para a recuperação dos alunos de menor rendimento” (BRASIL, 1996, documento online). Portanto, institui, no art. 24, a “obrigatoriedade de estudos de recuperação, de preferência paralelos ao período letivo, para os casos de baixo rendimento escolar, a serem disciplinados pelas instituições de ensino em seus regimentos” (BRASIL, 1996, documento online). A atribuição das notas é o único objetivo da avaliação na concepção tradicional de ensino; por isso, há a necessidade da instituição de um processo de recuperação dessa nota, pois, do contrário, os alunos seriam diretamente reprovados. Ao modificar a concepção de ensino para valorizar o protagonismo do aluno e adotar um processo avaliativo coerente, a nota torna-se uma consequência, não uma motivação para o estudo. Em relação à reprovação, ela tende a desaparecer, pois cada resultado insatisfatório implica em esforços para ajudar os alunos a superarem suas dificuldades (MENDES, 2005). O documento normativo do currículo, a Base Nacional Comum Curricular (BNCC), orienta que o professor deve desenvolver e implementar procedimentos de avaliação formativa, tanto de processo quanto de resultado, considerando os contextos e as condições de aprendizagem. Esses registros devem ser utilizados como referência para aprimorar o desempenho da escola, dos professores e dos alunos (BRASIL, 2018). 7.1 Avaliação Formativa Existem diversos tipos de avaliação, cada um devendo ser apropriado à proposta e à concepção didática do professor. Weber (2007) lista os seguintes tipos: ➢ A avaliação formativa: acontece durante o processo de ensino, oferecendo ao professor informações sobre as condições de aprendizagem do aluno. Ela permite identificar falhas no processo de ensino, possibilitando ajustes para superar dificuldades e garantir melhores condições de aprendizagem para o aluno. ➢ A avaliação somativa: também conhecida como tradicional, é realizada ao final de cada etapa visando verificar se o aluno aprendeu. Ela está associada à contabilização dos resultados obtidos pelos alunos, como notas, e pode ser utilizada para seleção e classificação em vestibulares e concursos públicos. ➢ A avaliação diagnóstica: permite ao professor identificar em que estágio do processo de construção do conhecimento o aluno se encontra, possibilitando a identificação das atividades pedagógicas que irão favorecer a aprendizagem. ➢ A avaliação mediadora: é caracterizada pelo acompanhamento do processo de aprendizagem do aluno, auxiliando na sua melhoria através da discussão das razões de sua efetivação entre o aluno e o professor, buscando soluções. ➢ A avaliação dialógica se opõe àquela que visa classificar e punir, sendo associada a uma escola democrática, transdisciplinar e plural, fundamentada nas ideias de Paulo Freire. A avaliação formativa é definida como qualquer prática de avaliação contínua que visa melhorar as aprendizagens em andamento, independentemente do contexto ou da extensão da diferenciação do ensino (MENDES, 2005). Assim, o professor deve ressignificar o processo avaliativo, considerando-o uma prática de investigação e não de classificação, com devolutivas constantes sobre a avaliação realizada. Mendes (2005) afirma que o primeiro passo é identificar quais situações, atividades e habilidades podem ser avaliadas no cotidiano da sala de aula. Ao planejar as atividades, é essencial incluir momentos de avaliação, que podem ocorrer ao longo da formação e não apenas em provas. A seguir, são apresentados os aspectos do processo avaliativo conforme Mendes (2005): ➢ A definição da função avaliativa: vai além de apenas punir, verificar ou atribuir notas aos alunos. Seu objetivo principal é fornecer informações relevantes ao professor sobre as condições de aprendizagem do aluno. ➢ Práticas metodológicas adequadas: envolvem valorizar o protagonismo do aluno, reconhecendo que se o aluno não aprendeu de uma forma específica, é necessário buscar outras abordagens, evitando o uso de punições, verificações ou atribuição de notas. O objetivo é fornecer informações relevantes ao professor sobre as condições de aprendizagem do aluno. ➢ É necessário reduzir a importância dada à avaliação: pois muitas vezes são criados rituais especiais em torno dela, dando mais valor ao dia da prova do que aos demais dias de ensino. É fundamental quebrar com a centralidade excessiva da avaliação. Além disso, é importante diversificar os instrumentos de avaliação utilizados. ➢ Mudar a atitude em relação aos resultados: requer reconhecer as necessidades e dificuldades dos alunos, e ser capaz de intervir na realidade para auxiliar na superação. É importante fornecer feedback constante. Para desenvolver um processo avaliativo adequado, é necessário compreender a função desse processo, que consiste em entender o desenvolvimento da aprendizagem dos alunos e intervir quando necessário para potencializar o processo. Portanto, na prática avaliativa formativa, é fundamental adotar a perspectiva daquele que aprende, ou seja,o aluno. Tanto o aluno quanto o professor devem: […] registrar, desde o início, suas observações e impressões no sentido de indicar ajustes ou propostas para que as dificuldades detectadas sejam superadas. Instrumentos como observação e entrevista são fundamentais e o diálogo como metodologia de trabalho é condição básica (MENDES, 2005, p. 179). Os instrumentos de avaliação são ferramentas pedagógicas utilizadas para obter informações e investigar se a aprendizagem está ocorrendo conforme o planejado, indo além de provas e testes. Esses instrumentos podem incluir exercícios em sala de aula, tarefas ou pesquisas realizadas fora da sala de aula, organização e apresentação de trabalhos, observação, entrevistas, autoavaliação, diários, entre outros. Todas as manifestações dos alunos que permitem ao professor acompanhar o processo ensino-aprendizagem, como por exemplo: testes, trabalhos, tarefas, resenhas, textos, pesquisas, trabalhos em grupos, apresentação oral, expressão corporal, etc. (SANTOS; BENEVIDES, 2013, p. 16045). Essas manifestações se transformam em instrumentos avaliativos através do registro das observações e impressões sobre a aprendizagem dos alunos. Dessa forma, a avaliação se torna um processo contínuo, pois não está focada apenas em um momento específico, ritualizado, evitando assim uma ênfase desnecessária nesse momento e na própria nota. Essas observações e impressões serão utilizadas para compor as avaliações formativas, as quais guiarão várias ações do professor. Essas ações podem incluir revisão, replanejamento, alteração do ritmo e busca por novas estratégias de abordagem, visando garantir que os alunos tenham condições de aprender. De acordo com Mendes (2005), o erro revela que o aluno precisa de nossa ajuda, portanto, é importante realizar a avaliação formativa do processo e dos resultados. Isso permite observar como o aluno está aprendendo, o que contribui para o desenvolvimento do ensino e pode gerar a necessidade de replanejamento da proposta. 7.2 Planejar e avaliar a aprendizagem Conforme Medeiros et al. (2021), o planejamento do ensino é essencial para que os objetivos propostos pelas normativas curriculares sejam alcançados pelo professor, conforme estabelecido em seu Plano de Ensino. Os objetivos visam permitir que os alunos desenvolvam aprendizagens que os capacitem a agir e transformar a sociedade em que vivem. Nesse sentido, o planejamento não se restringe apenas a propor ações educacionais alinhadas à realidade sociocultural dos alunos e às condições da escola, mas também inclui avaliar esse processo de maneira coerente, analisar os resultados e fazer ajustes quando necessário para garantir condições de aprendizagem e, consequentemente, um ensino de qualidade. Tanto o planejamento quanto a avaliação exercem aspectos importantes na promoção de um ensino em que o aluno seja o protagonista, contanto que esses elementos estejam alinhados com essa abordagem. O planejamento deve levar em consideração os objetivos do ensino, as competências a serem desenvolvidas, os recursos disponíveis, a realidade sociocultural e o conhecimento dos alunos, as metodologias e atividades propostas, o conteúdo a ser trabalhado e, por fim, as avaliações. As avaliações devem ser orientadas para a formação, ou seja, levar em conta o processo de aprendizagem dos alunos de maneira a permitir ajustes e modificações no planejamento, quando necessário. Essas avaliações podem ter caráter diagnóstico, processual, de resultados, mediador, somativo e dialógico, sendo importante considerar os objetivos do ensino, a função da avaliação, os instrumentos de avaliação e a necessidade de feedback. O planejamento do ensino representa a oportunidade de modificar a realidade com base nos princípios e concepções que colocam o aluno no centro do processo de aprendizagem, assegurando, dessa forma, uma educação de qualidade. Já foi mencionado anteriormente que o planejamento e a avaliação são questões complexas no ensino, pois determinam a maneira prática como o professor implementa suas abordagens pedagógicas. Portanto, afirmar que um "bom professor é aquele que reprova" ou que "uma disciplina é boa porque é impossível de ser aprovada" é problemático, pois reflete uma concepção de ensino tradicional que se preocupa apenas em transmitir o conteúdo que o professor já domina, em vez de desenvolver competências e aprendizagens (ZANON; KAILER; ALTHAUS, 2016). Em uma abordagem centrada no protagonismo do aluno no processo de aprendizagem, o erro cometido pelo aluno é um sinal de que é necessário compreender suas causas e ajustar o planejado. O objetivo não é obter boas notas em exames, mas sim aprender. Segue um exemplo a seguir. 7.3 Planejamento e avaliação formativa no ensino de Geografia Segundo Medeiros et al. (2021), ao planejar, o professor organiza de maneira clara e intencional seus objetivos, conteúdos, competências e habilidades a serem desenvolvidas, selecionando a metodologia mais apropriada, os recursos e o tipo de avaliação. Na metodologia, ocorre um momento de diálogo sobre o objetivo da atividade com o conteúdo, permitindo que o aluno desenvolva as competências e habilidades planejadas por meio das atividades propostas. Por fim, a avaliação deve estar alinhada a todo esse processo e dialogar com esses elementos, caso contrário, não haverá uma proposta coerente. Embora esse planejamento seja geralmente realizado no início das atividades do professor para o período letivo, ele deve ser executado e revisado periodicamente. O fator que determinará se o professor deve seguir o planejado ou fazer alterações é o feedback fornecido pelas avaliações. Se, ao receber o feedback, o professor constatar que os alunos não estão aprendendo, é necessário fazer modificações no planejamento. Um exemplo pode ser observado no caso de um professor de geografia do sexto ano do ensino fundamental. Ele já elaborou seu plano de ensino para o ano letivo, incluindo definições de atividades e horas/aulas para abordar cada conteúdo e desenvolver as competências estabelecidas nas normativas, além das avaliações e feedbacks. Ao acompanhar a implementação desse plano de ensino, verifica-se que o professor planejou uma aula para promover a compreensão do conceito de lugar. Em seu plano de aula, ele destaca o objetivo daquele momento, as atividades planejadas (conteúdo e competência a serem desenvolvidos), os recursos disponíveis e a avaliação da aula. Na normativa curricular nacional (BRASIL, 2018, p. 384–385), está mencionado que, para o 6º ano, existe um objeto de conhecimento chamado "Identidade sociocultural" que se relaciona a duas habilidades: "(EF06GE01) Comparar modificações nas paisagens nos locais de vivência e os usos desses locais em diferentes períodos"; e "(EF06GE02) Analisar modificações nas paisagens por diferentes tipos de sociedade, com destaque para os povos originários". Visando proporcionar essa aprendizagem, o professor elaborou uma atividade que envolve compreender as diferentes formas de brincar das crianças. Ele percebe que as brincadeiras ocorrem em ambientes seguros para as crianças, que representam diferentes lugares e identidades, e estão relacionadas às possibilidades da paisagem (em termos de acesso aos recursos ambientais). Como tarefa de casa, o professor solicita que os alunos questionem seus pais, irmãos ou responsáveis sobre as brincadeiras que eles costumavam realizar quando eram mais jovens, e que anotem essas informações para compartilhar com o professor e seus colegas. O professor dedica a primeira parte da aula a ter uma conversa com os alunos sobre as brincadeiras mais comuns em suas vidas e nas vidas de seus parentes mais velhos. Ele usa o quadro para registrar quais são essas brincadeiras, dividindo uma parte para as brincadeiras dos alunos eoutra para as brincadeiras dos parentes. Conforme a conversa avança, começam a surgir diferenças relacionadas às mudanças na paisagem e no acesso aos recursos ambientais. Os próprios alunos mencionam algumas manifestações nesse sentido, como quando dizem. Meu pai costumava nadar no rio, mas o rio nem existe mais", ou quando falam que "Minha mãe e as amigas brincavam de fazer arranjo de flores, ela disse que havia muitas flores no bairro, mas agora é só casas (MEDEIROS et al., 2021). A segunda etapa da atividade envolve a exibição de alguns curtas-metragens do projeto Territórios do brincar, que mostram as diversas formas como as crianças brincam em diferentes regiões do Brasil, incluindo as brincadeiras dos povos tradicionais, como indígenas e quilombolas. O professor encoraja os alunos a fazerem comentários sobre os vídeos e continua registrando no quadro as brincadeiras apresentadas. Finalmente, o professor elabora três perguntas para a turma: 1. Todos brincam da mesma maneira? 2. Seus pais brincam da mesma forma que vocês? 3. Os povos que vimos nos curtas-metragens brincam da mesma forma que vocês? Com base nas respostas a essas perguntas, ele compartilha a palavra com o aluno que deseja comentar algum ponto e incentiva outros alunos com perguntas mais específicas. Dessa forma, um diálogo é estabelecido. Ao planejar essa atividade, o professor já organizou os momentos de avaliação. O primeiro ocorre quando os alunos compartilham as brincadeiras de seus parentes, indicando que iniciaram essa conversa com seus pais e estabeleceram comparações com suas próprias experiências atuais. O professor também observa os comentários dos alunos sobre os curtas-metragens exibidos e as respostas às perguntas que foram feitas. Ele consegue identificar quais alunos estão compreendendo a atividade e desenvolvendo a habilidade de comparar modificações na paisagem e os usos (brincadeiras) que ocorrem em cada contexto. Ao incentivar a participação de outros alunos, ele pode avaliar se estão compreendendo e desenvolvendo essa habilidade. Portanto, sua avaliação é um processo contínuo, baseado na observação e no diálogo. Por fim, o professor utiliza um diário reflexivo, onde registra suas observações e impressões sobre o desenvolvimento da aprendizagem dos alunos durante a atividade proposta (MEDEIROS et al., 2021) Essa atividade procura proporcionar aos alunos uma compreensão prática do conceito de lugar como um espaço afetivo formado pelas experiências das pessoas e pelas possibilidades do ambiente. O professor utilizou recursos como quadro branco, pincel, projetor audiovisual, computador e vídeos-documentários para alcançar esse objetivo. Além disso, ele pode solicitar aos alunos que relatem a atividade por meio de texto ou desenho, buscando estabelecer conexões entre o conteúdo discutido e a noção de lugar, com uma pergunta como "qual é o seu lugar favorito para brincar?". Dessa forma, o professor continua desenvolvendo o diálogo com os alunos. Ao perceber, durante a avaliação, que não houve uma aprendizagem significativa, por exemplo, se os alunos não fizeram comentários ou não realizaram comparações entre as diferentes paisagens e seus usos conforme proposto, o professor precisa reavaliar o planejamento das aulas. É necessário compreender quais foram as dificuldades encontradas e, a partir disso, repensar e experimentar outras abordagens de ensino. Essa reflexão terá um impacto direto no planejamento das futuras aulas, e deve ser realizada a cada nova avaliação e devolutiva subsequente. De acordo Medeiros et al. (2021) dessa forma, é possível compreender como as avaliações têm influência no planejamento do ensino e na sua importância, uma vez que é por meio delas que a aprendizagem é garantida. As avaliações são relevantes tanto para o aluno que está aprendendo quanto para o professor e sua abordagem de ensino, portanto não devem impactar apenas a nota do aluno, por exemplo. Os alunos são diversos e aprendem de maneiras diferentes, o que significa que um mesmo planejamento de ensino pode resultar em experiências de aprendizagem distintas a cada ano. É necessário adaptar o planejamento conforme as características dos alunos, levando em consideração os diferentes contextos socioculturais. O trabalho do professor é vivido diariamente, e a cada atividade ou diálogo com os alunos, o professor pode avaliar se como a aprendizagem está ocorrendo e, assim, planejar e replanejar, se necessário. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS BRASIL. Ministério da Educação. Lei no 9.394, de 20 de dezembro de 1996. Estabelece as diretrizes e bases da educação nacional. Brasília: Presidência da República, 1996. Disponível em: http:// www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/l9394.htm. Acesso em: 29 jul. 2020. BRASIL. Ministério da Educação. Base Nacional Comum Curricular. Brasília: MEC, 2018. Disponível em: http://basenacionalcomum.mec.gov.br/images/BNCC_EI_EF_110518_versaofinal_sit e.pdf. Acesso em: 29 jul., 2024. MEDEIROS, A. L. N. et al. Didática da Geografia. Porto alegre. Grupo A, 2021. MENDES, O. M. Avaliação formativa no ensino superior: reflexões e alternativas possíveis. In: VEIGA, I. P. A.; NAVES, M. L. P. (org.). Currículo e avaliação na educação superior. São Paulo: Junqueira & Marin. p. 175–197. 2005 SANTOS, O.; BENEVIDES, A. A. Instrumentos avaliativos da aprendizagem no contexto do professor de Agronomia no IFMT – campus Confresa. In: CONGRESSO NACIONAL DE EDUCAÇÃO, 11., 2013, Curitiba. Anais [...]. Curitiba: Pontifícia Universidade Católica do Paraná, p. 16040–16055, 2013. WEBER, S. S. F. Avaliação da aprendizagem escolar: práticas em novas perspectivas. Orientador: Eduardo Adolfo Terrazzan. 2007. 199 f. Dissertação (Mestrado em Educação) – Centro de Educação, Universidade Federal de Santa Maria, Santa Maria, 2007. ZANON, D. P.; KAILER, E. Z.; ALTHAUS, M. T. M. Avaliação de aprendizagem e planejamento didático: o que revelam pedagogos e professores sobre as reflexões e discussões em Programa de Desenvolvimento Profissional. Educação em Debate, Fortaleza, v. 38, n. 71, p. 44–56, jan./jun. 2016.