Prévia do material em texto
Na classificação fisiológica de McNew, o Grupo V reúne doenças que interferem predominantemente na fotossíntese. Os órgãos mais atingidos são as folhas e outras partes verdes, e os danos decorrem da redução da área foliar ativa, da queda prematura das folhas e da menor produção de fotoassimilados, com reflexos sobre o crescimento, o enchimento de grãos ou frutos e a produtividade.[ 2] O grupo compreende quatro conjuntos principais: manchas foliares ou crestamentos, míldios, oídios e ferrugens. Apesar de compartilharem o efeito fisiológico final, eles diferem quanto ao agente causal, à relação nutricional com o hospedeiro, às estruturas reprodutivas, às condições ambientais favoráveis e às medidas prioritárias de manejo.[ 1] Subgrupo Principais agentes Relação com o hospedeiro Sinal ou sintoma característico Ambiente geralmente favorável Manchas foliares Fungos e bactérias Frequentemente necrotrófica ou hemibiotrófica Áreas necróticas delimitadas; quando extensas, queima ou crestamento Molhamento foliar e, em muitos casos, temperatura de amena a elevada Míldios Oomicetos da família Peronosporaceae Biotrófica obrigatória Mancha clorótica ou oleosa na face superior e esporulação na face inferior Alta umidade, molhamento e temperaturas geralmente amenas Oídios Fungos ascomicetos da ordem Erysiphales Biotrófica obrigatória Crescimento branco ou cinza, pulverulento e superficial Umidade relativa favorável, pouco molhamento e períodos pouco chuvosos Ferrugens Fungos basidiomicetos da ordem Pucciniales Biotrófica obrigatória Pústulas amarelas, alaranjadas, castanhas ou escuras Condição variável; muitas exigem orvalho ou molhamento para infecção As manchas foliares constituem o conjunto mais diverso do Grupo V. Caracterizam-se pela morte localizada de tecidos foliares; quando as lesões se expandem ou coalescem, formando grandes áreas necrosadas, recebem frequentemente as denominações de queima ou crestamento foliar.[ 2] Grupo V de McNew: manchas foliares, míldios, oídios e ferrugens Enquadramento fisiológico 1][ 3][ Manchas foliares Conceito e etiologia 4][ Podem ser causadas por numerosos fungos e bactérias. Entre os fungos associados a manchas estão espécies de Alternaria, Cercospora, Bipolaris, Colletotrichum, Septoria e outros gêneros; entre as bactérias estão espécies ou patovares de Pseudomonas, Xanthomonas e outros grupos. Diferentemente dos agentes de oídios, míldios e ferrugens, muitos patógenos causadores de manchas apresentam comportamento necrotrófico ou hemibiotrófico e podem sobreviver em sementes, resíduos culturais ou plantas voluntárias.[ 5][ 7] As lesões podem ser circulares, elípticas, angulares, retangulares ou irregulares. Sua coloração varia entre parda, castanha, cinza, avermelhada e negra, podendo apresentar centro claro, margens escuras, halo clorótico, anéis concêntricos, aspecto encharcado ou restrição pelas nervuras.[ 7][^9] Algumas estruturas ajudam na diagnose. Picnídios aparecem como pequenos pontos escuros no interior das lesões; acérvulos podem formar massas de esporos; conidióforos e conídios podem ser observados com lupa ou microscópio. Em manchas bacterianas, o aspecto inicialmente encharcado, a formação de halo e a exsudação sob alta umidade podem auxiliar, embora a confirmação laboratorial seja necessária em casos duvidosos. A progressão típica pode ser resumida em: 1. Surgimento de pontuações cloróticas ou áreas encharcadas. 2. Morte das células e formação de lesões necróticas. 3. Expansão ou coalescência das manchas. 4. Formação de crestamento e redução acentuada da área verde. 5. Senescência e queda prematura das folhas em ataques severos. O inóculo pode sobreviver em sementes, restos de cultura, plantas voluntárias, hospedeiros alternativos ou estruturas de resistência. A disseminação ocorre por vento, respingos de chuva, irrigação, sementes, mudas, ferramentas e operações de cultivo, variando conforme o patógeno. A umidade costuma ser o componente epidemiológico mais importante. Muitos fungos causadores de manchas necessitam de períodos prolongados de molhamento para germinação e infecção; na mancha-amarela de cereais de inverno, por exemplo, são favoráveis temperaturas de 18 a 28 °C e pelo menos 30 horas de molhamento. Esses valores são específicos do patossistema e não devem ser generalizados para todas as manchas.[ 7] As lesões eliminam tecido fotossintético e podem provocar desfolha. A planta passa a interceptar menos radiação e a produzir menos carboidratos, resultando em menor desenvolvimento vegetativo e reprodutivo, rendimento e qualidade.[ 2] 1][ 6][ Sintomas e sinais 8][ Ciclo e epidemiologia 5][ Danos e manejo 5][ O manejo integrado inclui: Cultivares resistentes ou menos suscetíveis. Sementes certificadas e tratamento de sementes quando indicado. Rotação com culturas não hospedeiras para patógenos que sobrevivem nos resíduos. Eliminação ou manejo adequado de restos infectados e plantas voluntárias. Espaçamento e condução que favoreçam o arejamento e a secagem das folhas. Irrigação que evite molhamento prolongado do dossel. Adubação equilibrada e controle de plantas daninhas hospedeiras. Monitoramento e aplicação de produtos registrados, quando houver justificativa técnica. Em cereais de inverno, a rotação por período adequado, o tratamento de sementes e, quando necessário, a proteção da parte aérea são medidas importantes. Em manchas bacterianas, sementes sadias, resistência genética, rotação e eliminação de resíduos são especialmente relevantes; fungicidas convencionais não controlam bactérias.[ 9] Os míldios são causados por oomicetos biotróficos obrigatórios, especialmente da família Peronosporaceae. Entre os gêneros importantes estão Plasmopara, Peronospora, Pseudoperonospora, Bremia e Sclerospora ou gêneros próximos associados às gramíneas.[ 2] Embora sejam tradicionalmente estudados junto aos fungos, oomicetos não são fungos verdadeiros. Apresentam micélio predominantemente cenocítico, produzem esporângios e, em diversas espécies, zoósporos biflagelados. Formam haustórios em células vivas para obtenção de nutrientes, razão pela qual dependem do hospedeiro vivo. Na face superior da folha aparecem manchas cloróticas, verde-claras, amareladas ou de aspecto oleoso. As lesões podem tornar-se angulares quando seu avanço é limitado pelas nervuras. Na região correspondente da face inferior observa-se, sob alta umidade, uma eflorescência branca, cinza ou violácea formada por esporangióforos e esporângios.[ 2] É importante distinguir os termos: a clorose, a mancha oleosa e a necrose são sintomas da planta; a esporulação visível é um sinal do patógeno. À medida que a doença progride, as lesões tornam-se necróticas, coalescem e podem causar crestamento, deformação e queda foliar. Brotos, inflorescências e frutos jovens também podem ser afetados, dependendo da cultura.[^4] 7][ Míldios Conceito e etiologia 4][ Sintomas e sinais 4][ O patógeno pode sobreviver como oósporo em resíduos ou solo, como micélio em tecidos vivos, ou em mudas e outras fontes de material infectado. Os esporângios são disseminados por vento, chuva e respingos; em condições favoráveis, germinam diretamente ou liberam zoósporos, que dependem de água livre para se deslocar. A penetração ocorre frequentemente pelos estômatos. Depois da colonização intercelular e da formação de haustórios, os esporangióforos emergem principalmente pelos estômatos da face inferior, originando novos esporângios. A repetição desse ciclo secundário torna muitos míldios policíclicos e capazes de gerar epidemias rápidas. Os fatores geralmente favoráveis são: Umidade relativa elevada. Orvalho, chuva ou irrigação por aspersão. Longos períodos de molhamento foliar. Temperaturas predominantemente amenas. Dossel adensado, baixa circulação de ar e secagem lenta. Os míldios reduzem a área verde por clorose, necrose e desfolha. Além da redução fotossintética,ataques a flores, brotos e frutos podem comprometer diretamente o estabelecimento e a produção. O manejo integrado envolve cultivares resistentes, material propagativo sadio, eliminação de fontes de inóculo, rotação quando o oósporo ou o micélio sobrevivem fora da cultura, espaçamento adequado, boa drenagem e redução do molhamento foliar. A irrigação por gotejamento e a ventilação do dossel ajudam a limitar ambientes favoráveis. Quando necessário, devem-se usar produtos registrados com alternância de mecanismos de ação, pois a elevada frequência de ciclos favorece a seleção de populações resistentes. Os oídios são causados por fungos ascomicetos da ordem Erysiphales e são biotróficos obrigatórios. Entre os gêneros associados estão Erysiphe, Podosphaera, Golovinomyces, Leveillula e outros; nomes como Oidium são frequentemente empregados para formas assexuadas.[ 2] Em muitos oídios, o micélio cresce superficialmente sobre folhas, caules jovens, flores e frutos. O fungo forma apressórios e haustórios que penetram células epidérmicas para retirar nutrientes, enquanto conidióforos e conídios permanecem expostos na superfície. Em espécies como as de Leveillula, parte do micélio desenvolve-se internamente, podendo concentrar a esporulação na face inferior. Ciclo e epidemiologia Danos e manejo Oídios Conceito e etiologia 4][ O sinal típico é uma cobertura branca ou cinza, pulverulenta, semelhante a pó ou farinha, formada por micélio, conidióforos e conídios. Pode aparecer em uma ou nas duas faces das folhas e também em pecíolos, caules, inflorescências, vagens e frutos.[ 10][^11] Sob a cobertura podem ocorrer clorose, bronzeamento e necrose. Folhas atacadas podem permanecer pequenas, retorcer, secar e cair; flores e frutos jovens podem abortar. Em videira, a infecção da baga pode interromper o crescimento da epiderme e causar rachaduras, favorecendo a entrada de outros microrganismos.[ 13] Os conídios são produzidos superficialmente e disseminados principalmente pelo vento, iniciando infecções sucessivas. A sobrevivência pode ocorrer como micélio em gemas ou tecidos vivos, ou em estruturas sexuais resistentes, conforme a espécie e o clima. Ao contrário dos míldios, os oídios geralmente não exigem água livre sobre a folha para a infecção. São frequentes em períodos pouco chuvosos, com temperaturas amenas a moderadas, umidade relativa suficiente para germinação e dossel sombreado; chuva intensa pode remover estruturas expostas. Essa regra geral possui exceções entre espécies, portanto a condição ótima deve ser verificada para cada cultura.[ 12][^11] O micélio e a necrose reduzem a interceptação luminosa e a fotoassimilação, enquanto a infecção aumenta o consumo de assimilados pelo parasita. No trigo, por exemplo, o oídio reduz a fotoassimilação e aumenta a respiração do tecido infectado.[^14] As principais medidas são: Cultivares resistentes. Eliminação de plantas voluntárias e tecidos que mantenham o patógeno. Redução do excesso de sombreamento e melhoria da ventilação. Adubação nitrogenada equilibrada, evitando crescimento vegetativo excessivamente tenro. Monitoramento das folhas e demais órgãos jovens. Uso de enxofre ou fungicidas registrados, quando tecnicamente indicado. Alternância de mecanismos de ação para reduzir o risco de resistência. O enxofre pode causar fitotoxicidade sob temperaturas elevadas; na videira, recomendações técnicas alertam para evitar sua aplicação acima de aproximadamente 30 °C. A indicação exata deve seguir o registro vigente, a bula e o receituário agronômico para cada cultura.[ 13] Sintomas e sinais 2][ 12][ Ciclo e epidemiologia 2][ Danos e manejo 12][ As ferrugens são causadas por fungos basidiomicetos da ordem Pucciniales. São parasitas biotróficos obrigatórios e dependem de tecido vegetal vivo para crescer e reproduzir-se.[ 15] [^16] Seus ciclos variam muito. Ferrugens autoécias completam o ciclo em um hospedeiro, enquanto as heteroécias precisam de dois hospedeiros botanicamente distintos. Espécies macrocíclicas podem formar cinco tipos de esporos: espermácios, eciósporos, urediniósporos, teliósporos e basidiósporos; outras espécies perderam uma ou mais fases.[ 17][^18] O sinal mais característico é a formação de pústulas ou soros que rompem a epiderme e liberam massas pulverulentas. A cor pode ser amarela, alaranjada, castanha, avermelhada ou negra, conforme a espécie e a fase do ciclo.[ 8] Ao redor das pústulas podem ocorrer clorose e necrose. Com a progressão, as folhas amarelecem, secam e caem. Na ferrugem-asiática da soja, pequenas pontuações aparecem inicialmente, sobretudo no terço inferior; depois ocorre amarelecimento, seca e desfolha precoce, prejudicando a formação dos grãos. Na ferrugem do cafeeiro, observam-se manchas na face superior e pústulas amarelo-alaranjadas na face inferior correspondente.[ 20] Os urediniósporos constituem a fase repetitiva de muitas ferrugens. Produzidos em uredínias, eles são disseminados pelo vento, infectam novos tecidos do mesmo tipo de hospedeiro e geram ciclos sucessivos, possibilitando rápido avanço epidêmico.[ 16][^21] Os teliósporos geralmente são estruturas de parede espessa associadas à sobrevivência e à fase sexual. Ao germinarem, originam basídios e basidiósporos. Nas ferrugens heteroécias, os basidiósporos infectam o hospedeiro alternativo, onde se formam as fases espermagonial e ecial; os eciósporos retornam ao hospedeiro principal ou telial.[ 18] A infecção de muitas ferrugens é favorecida por orvalho ou molhamento, temperaturas adequadas e presença contínua de tecido suscetível. Entretanto, as exigências ambientais variam amplamente entre espécies. A produção abundante de urediniósporos e sua dispersão aérea permitem a chegada do inóculo a longas distâncias. As pústulas reduzem a área funcional, aumentam a perda de água e comprometem o metabolismo foliar. A senescência e a queda antecipada das folhas reduzem o período de enchimento de grãos, frutos ou órgãos de reserva. O manejo deve integrar: Ferrugens Conceito e etiologia 4][ 15][ Sintomas e sinais 5][ 19][ Ciclo e epidemiologia 15][ 17][ Danos e manejo Cultivares resistentes e diversificação genética quando possível. Eliminação de plantas voluntárias, tigueras ou pontes verdes. Vazio sanitário quando previsto para a cultura e região. Ajuste da época de semeadura para reduzir exposição ao inóculo. Monitoramento sistemático e uso de sistemas de alerta. Eliminação de hospedeiros alternativos quando epidemiologicamente efetiva e legalmente indicada. Aplicação preventiva ou no início da epidemia com produtos registrados. Mistura e rotação de mecanismos de ação, respeitando dose, intervalo e número de aplicações. Na ferrugem-asiática da soja, o manejo reúne vazio sanitário, semeadura no início da época recomendada, cultivares precoces ou resistentes e fungicidas, acompanhados de estratégias antirresistência. Para ferrugens do milho, cultivares resistentes constituem a principal medida, complementada por ajuste da época e do local de plantio e controle químico sob alta pressão da doença.[ 19] Critério Mancha foliar Míldio Oídio Ferrugem Lesão predominante Necrose delimitada Clorose ou mancha oleosa que evolui para necrose Clorose discreta sob cobertura pulverulenta; pode necrosar Clorose e necrose associadas às pústulas Estrutura visível Picnídios, acérvulos ou esporulação variável; em bacterioses pode haver exsudato Eflorescência, geralmente abaxial Pó branco ou cinza superficial Pústulas amarelas, alaranjadas, castanhas ou negras Remoção por atrito Geralmente não remove a lesão; pode remover esporos superficiais Esporulação pode ser parcialmente removida, mas a mancha permanece Pó frequentemente removível Esporos podem sair, mas a pústula permanece no tecido Água livre Frequentemente importante Geralmente essencial ou muito favorável Normalmente desnecessária e por vezes desfavorável Frequentemente necessáriaà germinação e infecção Cultivo artificial Muitos agentes podem ser cultivados; bactérias e fungos variam Não em meios comuns, por biotrofia obrigatória Não em meios comuns, por biotrofia obrigatória Não em meios comuns, por biotrofia obrigatória Na diagnose de campo, deve-se observar as duas faces das folhas, a distribuição das plantas doentes, a posição inicial no dossel, a presença de estruturas do patógeno e o histórico de clima e manejo. A diagnose definitiva pode exigir microscopia, câmara úmida, isolamento — quando possível —, testes sorológicos ou técnicas moleculares. 8][ Diagnose comparativa Os quatro subgrupos convergem no mesmo efeito fisiológico: redução da assimilação de carbono pela planta. Nas manchas e míldios, a necrose elimina diretamente tecido; nos oídios, a cobertura superficial, a retirada de nutrientes e as alterações fisiológicas diminuem a fotoassimilação; nas ferrugens, pústulas, clorose, necrose e desfolha encurtam a vida funcional das folhas.[ 14][^19] O dano pode ultrapassar visualmente a área ocupada pelas lesões, pois tecidos próximos também sofrem alterações metabólicas. Por isso, a severidade foliar, o momento da infecção, a posição da folha no dossel e o estádio fenológico são determinantes para a perda de rendimento. Manchas foliares, míldios, oídios e ferrugens pertencem ao Grupo V de McNew porque comprometem principalmente a fotossíntese. Manchas são causadas sobretudo por fungos e bactérias e produzem necroses localizadas ou crestamentos. Míldios são causados por oomicetos biotróficos e apresentam manchas cloróticas ou oleosas com esporulação principalmente na face inferior. Oídios são causados por ascomicetos biotróficos e formam cobertura branca pulverulenta superficial, geralmente sem necessidade de água livre. Ferrugens são causadas por basidiomicetos biotróficos da ordem Pucciniales, formam pústulas e podem apresentar ciclos complexos com até cinco tipos de esporos e dois hospedeiros.[ 4] [^15] O manejo deve ser integrado e orientado pelo diagnóstico correto. Resistência genética, sanidade de sementes e mudas, eliminação de fontes de inóculo, rotação quando epidemiologicamente aplicável, manejo do microclima, monitoramento e uso racional de produtos registrados formam a base do controle. 1. Classificação e Controle das Doenças de Plantas Segundo McNew ... - Apresentação sobre classificação fisiológica das doenças de plantas, sintomatologia, etiologia e mét... 2. GUIA DE DIAGNOSE PARA AULAS PRÁTICAS DE ... - Esalq - As manchas foliares são caracterizadas por sintomas necróticos, que podem ser localizados ou general... 3. Classificação de doenças de McNew | PPT - SlideShare - O documento apresenta uma classificação detalhada das doenças de plantas baseado na abordagem de McN... 4. Apresentação do PowerPoint 5. 31 6. www.scielo.br › j › spControle de doenças de plantas pela rotação de culturas - Esta revisão aborda a importância da escolha e da adoção de práticas culturais e seus reflexos... 7. Manchas foliares - Site Ageitec - A Mancha das Glumas ocorre mais nas brácteas florais e nos nós das plantas, existindo eventualmente ... Relação com a fotossíntese 2][ Síntese para prova 1][ References https://pt.slideshare.net/slideshow/classificacao-e-controle-das-doencas-de-plantas-segundo-mcnew-1960/287995992 https://www.esalq.usp.br/biblioteca/pdf/Guia-Pratico-de-Diagnose.pdf https://pt.slideshare.net/slideshow/classificao-de-doenas-mc-new/25818661 https://www.esalq.usp.br/biblioteca/pdf/Guia_de_diagnose_2022.pdf http://www.biologico.agricultura.sp.gov.br/uploads/docs/bio/v72_1/russomanno1.pdf https://www.scielo.br/j/sp/a/rY6RwHSxThVb7krHRH8YWgM/?format=html&lang=pt&ilang=pt_BR https://www.embrapa.br/web/agencia-de-informacao-tecnologica/cultivos/triticale/producao/pragas-e-doencas/doencas/manchas-foliares 8. Doenças Foliares - Site Ageitec - Os sintomas caracterizam-se por manchas de coloração cinza, predominantemente retangulares, com as l... 9. Manejo de Doenças na Cultura do Sorgo - Os métodos de controle da mancha foliar bacteriana são o uso de cultivares resistentes, rotação de c... 10. Oídio - Site Ageitec - Portal Embrapa - Devem ser efetuadas quatro pulverizações, sendo duas antes da abertura das flores e duas na formação... 11. Eficiência de fungicidas para o controle do oídio, na safra ... - O oídio na cultura da soja é causado pelo fungo biotrófico Erysiphe diffusa. Os sintomas típicos da ... 12. Oídio - Site Ageitec - Portal Embrapa - Conhecido também por cinza ou mufeta, o oídio, causado pelo fungo Uncinula necator, pode atacar todo... 13. Oídio - Site Ageitec - Portal Embrapa - As folhas infectadas também podem se tornar subdesenvolvidas, retorcidas e murchas. Os sintomas são ... 14. Oídio - Site Ageitec - Portal Embrapa - Essa doença também é conhecida como mofo ou cinza, por apresentar micélio branco acizentado nas folh... 15. "The Rust Fungi". In: Encyclopedia of Life Sciences (ELS) 16. Pucciniales - Global Biodiversity Information Facility. Free and Open Access to Biodiversity Data. 17. Stem rust of wheat - Stem rust was once the most feared disease of cereal crops. It is not as damaging now due to the dev... 18. Class Pucciniomycetes - tidcf.nrcan.gc.ca - Database that provides detailed information on more than 200 native trees and more than 400 insects,... 19. Ferrugem-asiática da soja: bases para o manejo da doença e ... 20. [PDF] Controle da ferruguem - Infoteca-e 21. Nonhost resistance to rust pathogens - The rust fungi (order: Pucciniales) are a group of widely distributed fungal plant pathogens, which ... https://www.embrapa.br/web/agencia-de-informacao-tecnologica/cultivos/milho/producao/pragas-e-doencas/doencas/doencas-foliares https://www.infoteca.cnptia.embrapa.br/infoteca/bitstream/doc/486484/1/Circ89.pdf https://www.embrapa.br/web/agencia-de-informacao-tecnologica/cultivos/manga/producao/doencas-e-pragas/doencas/campo/oidio https://www.infoteca.cnptia.embrapa.br/infoteca/bitstream/doc/1135749/1/Circ-Tec-178.pdf https://www.embrapa.br/web/agencia-de-informacao-tecnologica/cultivos/uva-para-processamento/producao/doencas/doencas-fungicas/oidio https://www.embrapa.br/web/agencia-de-informacao-tecnologica/cultivos/uva-de-mesa/producao/doencas/fungicas/oidio https://www.embrapa.br/web/agencia-de-informacao-tecnologica/cultivos/trigo/producao/doencas/oidio https://www.ars.usda.gov/ARSUserFiles/50620500/Publications/JAK/rust_fungi.pdf https://www.gbif.org/species/113534127 https://www.apsnet.org/edcenter/pdlessons/Pages/StemRust.aspx https://tidcf.nrcan.gc.ca/en/diseases-caused-by-pathogens/classification/fungi/basidiomycota/pucciniomycetes https://www.infoteca.cnptia.embrapa.br/infoteca/bitstream/doc/1122923/1/DOC-428.pdf https://www.infoteca.cnptia.embrapa.br/bitstream/doc/710965/1/folderferruguemdocafeeiro.pdf https://pmc.ncbi.nlm.nih.gov/articles/PMC4263244/