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concreto I pronto RESISTENCIA DOS MATERIAS (Anhanguera Educational) Scan to open on Studocu Studocu is not sponsored or endorsed by any college or university Downloaded by Mykaelly Oliveira (omykaelly416@gmail.com) UNIVERSIDADE PITÁGORAS UNOPAR ANHANGUERA ENGENHARIA CIVIL JOSE SANTANA MENDES ROTEIRO AULA PRÁTICA ESTRUTURAS DE CONCRETO ARMADO I Peruíbe 2025 JOSE SANTANA MENDES ROTEIRO AULA PRÁTICA ESTRUTURAS DE CONCRETO ARMADO I Roteiro de Aula Prática apresentado a Universidade Pitágoras Unopar Anhanguera como requisito para obtenção de média para a disciplina – Estrutura de Concreto Armado I Tutor(a) à Distância: Lorena Furini Simeao Dias Peruibe 2025 SUMÁRIO INTRODUÇÃO 3 DESENVOLVIMENTO 4 DIMENSIONAR E DETALHAR VIGAS DE CONCRETO ARMADO PARA ARMADURA SIMPLES 15 DIMENSIONAR E DETALHAR VIGAS DE CONCRETO ARMADO PARA ARMADURA DUPLA 26 DETALHAMENTO DE LAJES MACIÇAS A DEFLEXÃO 38 CONCLUSÃO 47 REFERÊNCIAS 48 1 INTRODUÇÃO Este trabalho apresenta o desenvolvimento e aplicação de um roteiro de aula prática para a disciplina "Estruturas de Concreto Armado I", com ênfase na modelagem, análise e dimensionamento de elementos estruturais. Por meio da utilização dos softwares AutoCad e TQS, a atividade propõe aos alunos a integração entre teoria e prática, permitindo que se familiarizem com as ferramentas digitais utilizadas no desenvolvimento de projetos de edificações em concreto armado, conforme os critérios normativos brasileiros. O trabalho tem como objetivo proporcionar uma experiência didática que abrange desde o lançamento inicial da estrutura – envolvendo a definição e posicionamento de pilares, vigas e lajes – até o detalhamento das armaduras em vigas submetidas à flexão simples e dupla. Ao longo das atividades, os alunos são incentivados a identificar inconsistências no modelo estrutural, otimizar os arranjos de armadura e verificar a segurança dos elementos por meio do processamento global da estrutura. Dessa forma, espera-se que, ao final da prática, os estudantes não apenas compreendam os conceitos fundamentais do dimensionamento de estruturas de concreto armado, mas também desenvolvam habilidades essenciais para a execução e verificação de projetos de engenharia com precisão e eficiência. 3 Downloaded by Mykaelly Oliveira (omykaelly416@gmail.com) 2 DESENVOLVIMENTO LANÇAMENTO DE UMA ESTRUTURA NO MODELADOR ESTRUTURAL-TQS Figura 1 – Remoção de elementos desnecessários Fonte: elaborado pelo autor, (2025) Foram removidos principalmente todos os elementos de mobília, hachuras e informações arquitetônicas que são desnecessárias para o projeto estrutural. Também foram retiradas todas as cotas, visto que o desenho já está em escala, logo elas não são necessárias no TQS. Figura 2 – Criação de DWG diferentes por pavimento e posicionamento na origem usando um ponto comum 10 Downloaded by Mykaelly Oliveira (omykaelly416@gmail.com) Fonte: elaborado pelo autor, (2025) Figura 3 – Criação de um novo projeto no TQS e preenchimento de informações gerais Fonte: elaborado pelo autor, (2025) Figura 4 - Criação dos pavimentos com a altura correta Fonte: elaborado pelo autor, (2025) Figura 5 – Definição das propriedades do concreto Fonte: elaborado pelo autor, (2025) Foram usados o tipo de concreto e a classe de agressividade do exemplo fornecido. O tipo de concreto pode ser alterado visando melhorias no projeto. A classe de agressividade depende do local onde a casa será construída, na falta de informações agressividade moderada urbana é uma hipótese razoável. Figura 6 -Inserção dos coeficientes de arrasto (carga de vento) Fonte: elaborado pelo autor, (2025) Foram usados os valores de exemplo, mas não há muita diferença, visto que a carga de vento não é relevante para edifícios baixos, muito menos para casas comuns. Figura 7 - Inserindo referência externa para o térreo Fonte: elaborado pelo autor, (2025) Figura 8 - Criação dos pilares Fonte: elaborado pelo autor, (2025) Naturalmente, foi dada preferência em posicionar pilares nos cantos de paredes. Procurou-se manter um equilíbrio entre pilares orientados em x e em y, pois isso ajudar a aumentar a resistência horizontal da construção. Apesar de o carregamento horizontal não ser um problema nessa estrutura, como foi comentado anteriormente, é uma boa prática que não tem desvantagens nesse caso. Figura 7 – Verificando a altura dos pilares Fonte: elaborado pelo autor, (2025) Figura 8 - Definição da geometria e carga de alvenaria das vigas Fonte: elaborado pelo autor, (2025) Figura 9 - Criação das vigas Fonte: elaborado pelo autor, (2025) Conforme indicado, todas foram criadas de baixo para cima e da esquerda para a direita. Figura 10- Copiando as vigas para o nível da cobertura Fonte: elaborado pelo autor, (2025) Figura 11 – Criação das lajes (nível da cobertura) Fonte: elaborado pelo autor, (2025) Foi usada a espessura de exemplo, 15 cm, mas esta é uma dimensão comum para lajes. O carregamento foi definido como COBERT1, o carregamento de terraço descoberto. Figura 12 – Visualização do modelo 3D da estrutura Fonte: elaborado pelo autor, (2025) Figura 13 – Verificação de consistência da modelagem Fonte: elaborado pelo autor, (2025) Não foi encontrado nenhum erro na modelagem, foram indicados alguns avisos apenas. Figura 14 – Erros no processamento global Fonte: elaborado pelo autor, (2025) Análise dos erros · Espacial A estrutura foi identificada como de nós móveis, o que requer atenção em efeitos de segunda ordem. Para contornar isso, é necessário enrijecer a estrutura até transformá-la em uma de nós fixos ou então realizar análises de segundo ordem mais precisas. · Pilares Todos os erros e avisos relacionados a pilares decorrem de tamanho da seção transversal insuficiente, seja para resistir aos esforços ou para alojar armaduras. · Pavimento (Lajes e vigas) Todos os erros e avisos emitidos foram para as vigas e novamente são devidos a falta de resistência necessária. Isso pode ser corrigindo aumentado a seção transversal, a resistência do concreto ou diminuindo os vãos. Figura 15 – Estrutura com os ajustes finais Fonte: elaborado pelo autor, (2025) Perguntas · Foram inseridas as referências externas corretamente? Sim, as plantas foram inseridas na origem e com a escala correta. · As estruturas foram lançadas corretamente? Sim, os modelos da estrutura foram criados corretamente. Após as alterações de dimensões, a estrutura também se tornou adequada do ponto de vista estrutural. · As cargas representam o uso e realidade do edifico? Não, as vigas da cobertura foram mantidas com a carga de alvenaria, sendo que a maior parte delas não terá alvenaria, além disso não foi considerado o peso do telhado. O carregamento das lajes pode ser mantido como de terraço descoberto, desde que o peso da cobertura seja considerado separadamente, visto que o andar da cobertura exerceria uma função semelhante à de um terraço. Talvez fosse necessário adicionar o peso das caixas d’água como carregamento adicional. Vale ressaltar também que o peso das alvenarias não considerou vãos, como portas e janelas, apesar de isso não ser grave estruturalmente, poderia levar a superdimensionamentos. · Foi realizado o processamento das formas? Sim, o modelo estrutural foi extraído sem problemas. · Foi realizado o processamento global da estrutura? Sim, após as correções o processamento global da estrutura foi concluído com sucesso. · Os diagramas de esforços estão condizentes com o comportamento estrutural? Sim. 2.1 DIMENSIONAR E DETALHAR VIGAS DE CONCRETO ARMADO PARA ARMADURA SIMPLES Figura 1 – Configuração de desenho Fonte: elaborado pelo autor, (2025) Figura 2 - Relatório de vigas Fonte: elaborado pelo autor, (2025) Figura 3 - Diagramas de momento fletor da V9 Fonte: elaborado pelo autor, (2025) Figura 4 - Armadura proposta pelo TQS para a V9 Fonte: elaborado peloautor, (2025) Figura 5 - Novo arranjo proposto para a V9 Fonte: elaborado pelo autor, (2025) O arranjo proposto pelo TQS emprega 3 barras de 10 mm, totalizando uma área de 2,36 cm2. Se forem utilizadas 2 barras de 12,5 mm obtém-se 2,44 cm2, a área aumenta levemente, mantendo a segurança da viga e aumentando o consumo de aço, mas padroniza mais o diâmetro da barras utilizadas. Figura 6 - Verificação da segurança na alteração proposta Fonte: elaborado pelo autor, (2025) Como esperado, a viga permanece segura. Figura 7 - Ajustes e padronização dos cortes de armadura para V9 Fonte: elaborado pelo autor, (2025) Aqui, uniformizou-se o diâmetro das barras e o comprimento de corte. Em resumo, quanto mais similares as armaduras mais eficiência prática se obtém. Figura 8 - Ajustes e padronização dos cortes de armadura para V1 Fonte: elaborado pelo autor, (2025) Figura 9 - Ajustes e padronização dos cortes de armadura para V2 Fonte: elaborado pelo autor, (2025) Figura 10 - Ajustes e padronização dos cortes de armadura para V4 Fonte: elaborado pelo autor, (2025) Figura 11 - Ajustes e padronização dos cortes de armadura para V5 Fonte: elaborado pelo autor, (2025) Figura 12 - Ajustes e padronização dos cortes de armadura para V6 Fonte: elaborado pelo autor, (2025) Figura 13 - Ajustes e padronização dos cortes de armadura para V7 Fonte: elaborado pelo autor, (2025) Figura 14 - Ajustes e padronização dos cortes de armadura para V8 Fonte: elaborado pelo autor, (2025) Figura 15 - Ajustes e padronização dos cortes de armadura para V10 Fonte: elaborado pelo autor, (2025) Figura 16 - Ajustes e padronização dos cortes de armadura para V12 Fonte: elaborado pelo autor, (2025) Figura 17 - Ajustes e padronização dos cortes de armadura para V13 Fonte: elaborado pelo autor, (2025) Figura 18 - Ajustes e padronização dos cortes de armadura para V14 Fonte: elaborado pelo autor, (2025) Figura 19 - Ajustes e padronização dos cortes de armadura para V15 Fonte: elaborado pelo autor, (2025) Respostas · As vigas foram dimensionadas corretamente? Não, para dimensionar corretamente as vigas, deveria ter sido usada a calculadora de flexão normal composta. · O arranjo escolhido pelo TQS pode ser otimizado? Sim, apesar de o TQS minimizar a quantidade de aço enquanto mantém a segurança, satisfazendo tanto os critérios estruturais quanto de consumo de material, o fator econômico também abrange custo de mão de obra, que não é levado em consideração no programa. Ao uniformizar mais as armaduras, seja no quesito diâmetro, comprimento ou outros, a montagem e o corte no canteiro de obras se tornam mais simples, o que evita erros e economiza tempo. · Os novos arranjos escolhidos passam na verificação de vigas do TQS? Sim, desde que os novos arranjos não diminuam a quantidade de aço e o comprimento das barras, pode-se afirmar que eles passarão na verificação de vigas. Entretanto, nem toda redução de área ou de comprimento necessariamente reprovarão na verificação de segurança, desde que sejam alterações pequenas. 2.2 DIMENSIONAR E DETALHAR VIGAS DE CONCRETO ARMADO PARA ARMADURA DUPLA Figura 1 – Ajuste da altura da viga V7 e aumento da carga linear para1,5 tf/m Fonte: elaborado pelo autor, (2025) Figura 2 – Ajuste nas vigas V1 e V5 Fonte: elaborado pelo autor, (2025) As vigas V1 e V5 também tiveram suas alturas reduzidas, de modo que talvez possuam necessidade de armadura dupla. Figura 3 - Momentos máximos na V7 Fonte: elaborado pelo autor, (2025) Figura 4 – Cálculo da máxima armadura negativa na V7 Fonte: elaborado pelo autor, (2025) Figura 5 – Cálculo da máxima armadura positiva na V7 Fonte: elaborado pelo autor, (2025) Nota-se que o centro do vão não necessita de armadura dupla mas o apoio direito. Figura 6 – Armaduras sugeridas pelo TQS para V7 Fonte: elaborado pelo autor, (2025) Figura 7 – Novo arranjo para V7 Fonte: elaborado pelo autor, (2025) Figura 8 – Verificação de segurança na V7 Fonte: elaborado pelo autor, (2025) Figura 9 – Novo arranjo para V1 (também há armadura dupla) Fonte: elaborado pelo autor, (2025) Fonte: elaborado pelo autor, (2025) Figura 11 – Novo arranjo para V3 Fonte: elaborado pelo autor, (2025) 32 Figura 10 – Novo arranjo para V2 Downloaded by Mykaelly Oliveira (omykaelly416@gmail.com) Fonte: elaborado pelo autor, (2025) Figura 13 – Novo arranjo para V5 Fonte: elaborado pelo autor, (2025) 33 Figura 12 – Novo arranjo para V4 Downloaded by Mykaelly Oliveira (omykaelly416@gmail.com) Figura 14 – Novo arranjo para V6 Fonte: elaborado pelo autor, (2025) Figura 15– Novo arranjo para V8 Fonte: elaborado pelo autor, (2025) 34 Downloaded by Mykaelly Oliveira (omykaelly416@gmail.com) Fonte: elaborado pelo autor, (2025) Figura 17 – Novo arranjo para V10 Fonte: elaborado pelo autor, (2025) 35 Figura 16 – Novo arranjo para V9 Downloaded by Mykaelly Oliveira (omykaelly416@gmail.com) Fonte: elaborado pelo autor, (2025) Figura 19 – Novo arranjo para V13 Fonte: elaborado pelo autor, (2025) 36 Figura 18 – Novo arranjo para V12 Downloaded by Mykaelly Oliveira (omykaelly416@gmail.com) Fonte: elaborado pelo autor, (2025) Figura 21 – Novo arranjo para V15 Fonte: elaborado pelo autor, (2025) 37 Figura 20 – Novo arranjo para V14 Downloaded by Mykaelly Oliveira (omykaelly416@gmail.com) Respostas · As vigas foram dimensionadas corretamente? Não, a calculadora usada foi a para flexão simples quanto deveria ser utilizada a de flexão normal composta. · Houve necessidade de armadura dupla? Como verificar a armadura dupla? Sim, as vigas V1 e V7 necessitaram de armadura dupla após as alterações nas alturas. Se pode verificar a necessidade ou presença de armadura dupla quando a razão x/d, entre a altura da linha neutra e a altura da armadura positiva, atinge o valor limite de 0,45. · O arranjo escolhido pelo TQS pode ser otimizado? Sim, assim como no exercício anterior, as armaduras podem ser uniformizadas de modo a otimizar a mão de obra no momento do corte e montagem das armaduras de aço. · Os novos arranjos escolhidos passam na verificação de vigas do TQS? Sim, a área de aço e o comprimento de corte não foram reduzidos drasticamente, logo todos os novos arranjos passaram na verificação de vigas. 2.3 DETALHAMENTO DE LAJES MACIÇAS A DEFLEXÃO Figura 1 - Divisões detalhadas da laje Fonte: elaborado pelo autor, (2025) 38 Downloaded by Mykaelly Oliveira (omykaelly416@gmail.com) Figura 2 – Momentos positivos verticais na laje Fonte: elaborado pelo autor, (2025) Figura 3 – União dos trechos em faixas Fonte: elaborado pelo autor, (2025) Figura 4 - Critérios de cálculo para a faixa central Fonte: elaborado pelo autor, (2025) Figura 5 - Linhas de isovalores com intervalos de esforço (0,001 tfm/m, 0,75 tfm/m e 1,00 tfm/m). Fonte: elaborado pelo autor, (2025) Figura 6 – Faixas horizontais Fonte: elaborado pelo autor, (2025) Figura 7 - Agrupando faixas com esforços similares Fonte: elaborado pelo autor, (2025) Figura 8 – Comparação da armadura efetiva e calculada (Momento negativo horizontal) Fonte: elaborado pelo autor, (2025) Figura 9 – Comparação da armadura efetiva e calculada (Momento positivo horizontal) Fonte: elaborado pelo autor, (2025) Figura 10 – Comparação da armadura efetiva e calculada (Momento negativo vertical) Fonte: elaborado pelo autor, (2025) Figura 11 – Comparação da armadura efetiva e calculada (Momento positivo vertical) Fonte: elaborado pelo autor, (2025) Figura 12 – Otimização no arranjo de armaduras (Momento positivo horizontal) Fonte: elaborado pelo autor, (2025) Figura 13 – Otimização no arranjo de armaduras (Momento positivo vertical) Fonte: elaborado pelo autor, (2025) Figura 14 – Otimização no arranjo de armaduras (Momento negativo horizontal) Fonte: elaborado pelo autor, (2025) Figura 15 – Otimização no arranjo de armaduras (Momento negativo vertical)Fonte: elaborado pelo autor, (2025) Respostas · As lajes foram dimensionadas corretamente? Sim, supor que lajes estão em flexão simples é muito plausível visto que o seu comportamento de membrana é desprezível em comparação com a flexão, logo dimensiona-las para flexão simples não gera grandes erros como no caso das vigas em flexão composta. · Houve necessidade de armadura dupla? Não houve. Como lajes tem maior rigidez quando comparadas a vigas, é difícil haver necessidade de armadura dupla. · O arranjo escolhido pelo TQS pode ser otimizado? Sim, como o TQS dimensiona as armaduras por faixa de esforços, que são criadas automaticamente, é normal haver uma quantidade muito grande de barras diferentes em um curto espaço. Padronizar as armaduras global e localmente facilitará muito a montagem no canteiro de obras, economizando muito tempo. · Os novos arranjos escolhidos passam na verificação de vigas do TQS? As lajes não possuem uma função de verificação de vigas. Primeiramente porque o estado limite de lajes usualmente é o de serviço e não último, como no caso das vigas, além disso a laje naturalmente possuirá trechos com maior quantidade de armadura que a necessária e outros com menor quantidade, isso não é grave como seria no caso de vigas, visto que as lajes possuem uma alta capacidade de redistribuição de tensões. · Elaborou os desenhos das armaduras de lajes? Sim. 3 CONCLUSÃO A conclusão deste trabalho evidencia a importância da aplicação prática dos conhecimentos teóricos adquiridos na disciplina "Estruturas de Concreto Armado I". Através da modelagem da estrutura utilizando os softwares AutoCad e TQS, os alunos tiveram a oportunidade de vivenciar todas as etapas do projeto estrutural, desde o lançamento inicial dos pilares, vigas e lajes até o detalhamento e dimensionamento das armaduras, tanto para vigas submetidas à flexão simples quanto à flexão dupla, além do dimensionamento de lajes maciças. Ao longo das atividades, ficou demonstrada a relevância de uma abordagem integrada que combina análise crítica, verificação de inconsistências e otimização dos arranjos de armadura, contribuindo para o desenvolvimento de projetos estruturais mais seguros e eficientes. O processamento global da estrutura e a interpretação dos diagramas de esforços permitiram identificar pontos críticos e promover ajustes que garantiram a conformidade com os critérios normativos. Dessa forma, o experimento prático não só fortaleceu a compreensão dos conceitos fundamentais de dimensionamento, mas também aprimorou a capacidade dos alunos de utilizar ferramentas digitais para a solução de problemas reais na engenharia. Em síntese, o trabalho cumpriu seu propósito de formar profissionais capazes de elaborar projetos estruturais com rigor técnico e praticidade, preparando-os para os desafios da execução e análise de obras em concreto armado. REFERÊNCIAS AUTODESK. AutoCAD Education. Disponível em: https://www.autodesk.com.br/education/edusoftware/overview. TQS SISTEMAS. TQS – Software para cálculo estrutural e edição de projetos. Disponível em: https://www.tqs.com.br/systems/educational. VILLAR, R. T. Estruturas de concreto armado. 3. ed. São Paulo: Elsevier, 2003. WERNECK, J. C. de O. Concreto armado: teoria e prática. São Paulo: Blucher, 2012. image72.jpeg image73.jpeg image74.jpeg image75.jpeg image76.jpeg image77.jpeg image78.jpeg image2.png image3.png image4.jpeg image5.jpeg image6.jpeg image7.png image8.png image9.png image10.png image11.png image12.jpeg image13.jpeg image14.jpeg image15.png image16.png image17.jpeg image18.png image19.jpeg image20.jpeg image21.png image22.jpeg image23.jpeg image24.jpeg image25.jpeg image26.jpeg image27.jpeg image28.jpeg image29.jpeg image30.jpeg image31.jpeg image32.jpeg image33.jpeg image34.jpeg image35.jpeg image36.jpeg image37.jpeg image38.jpeg image39.jpeg image40.jpeg image41.jpeg image42.jpeg image43.jpeg image44.jpeg image45.jpeg image46.jpeg image47.jpeg image48.jpeg image49.jpeg image50.jpeg image51.jpeg image52.jpeg image53.jpeg image54.jpeg image55.jpeg image56.jpeg image57.jpeg image58.jpeg image59.jpeg image1.png image60.jpeg image61.jpeg image62.jpeg image63.jpeg image64.jpeg image65.jpeg image66.jpeg image67.jpeg image68.jpeg image69.jpeg image70.jpeg image71.jpeg