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ACOLHIMENTO NA
ATENÇÃO
PRIMÁRIA À SAÚDE
Escuta qualificada, vínculo,
acesso e resolutividade
ESCUTA
QUALIFICADA
VÍNCULO ACESSO RESOLUTIVIDADE
Discentes
Eberth Fonseca
Isabel Gomes
Preceptor
Evan P. Barreto
ATENÇÃO BÁSICA: SAÚDE MENTAL, SAÚDE COLETIVA E MEDICINA DA FAMÍLIA E COMUNIDADE I
O QUE É
ACOLHIMENTO?
O acolhimento é parte integrante de
todo o processo de trabalho da Atenção
Primária à Saúde, e não apenas uma
etapa da recepção.
ESCUTA
escuta
qualificada
COMPREENSÃO
identificação
das necessidades
RESPOSTA
orientação
responsabilização
resolutividade
VÍNCULO
construção de
relação de confiança
CONTINUIDADE
DO CUIDADO
acompanhamento
e seguimento
ACOLHIMENTO TRIAGEM
TRIAGEM ACOLHIMENTO
Seleção e classificação
Foco administrativo
Organização do atendimento
Risco de mecanização
Escuta qualificada
Avaliação de risco e vulnerabilidades
Orientação e responsabilização
Resolutividade e vínculo
Acolher não significa simplesmente
selecionar quem será atendido.
COMO QUALIFICAR
O ACOLHIMENTO?
Um processo
estruturado
que parte do
diagnóstico
e envolve a
equipe e a
comunidade.
01
02
03
04
05
06
CONHECER O TERRITÓRIO
Diagnóstico situacional e perfil epidemiológico
IDENTIFICAR DEMANDAS E NECESSIDADES
ANALISAR RECURSOS E ESTRUTURA
Levantamento de recursos disponíveis
PLANEJAR EM EQUIPE
Construção coletiva com a equipe e a comunidade
ORGANIZAR O ACESSO
Definição de fluxos e critérios de acolhimento
AVALIAR E REPACTUAR
Avaliação contínua e ajustes necessários
Mapeamento de vulnerabilidades e próvides
ESTRATÉGIAS DE
ORGANIZAÇÃO DO ACESSO
ACESSO
AVANÇADO
aproxima oferta
e demanda
atendimento rápido
DEMANDA
ESPONTÂNEA
atendimento sem
agendamento
para necessidades
imediatas
AGENDAMENTO
consultas
programadas
acompanhamento
longitudinal
Combinação conforme as necessidades do território e da equipe.
UNIDADE BÁSICA
DE SAÚDE
ACESSO AVANÇADO E
DEMANDA ESPONTÂNEA
ACESSO
AVANÇADO
Faça o trabalho de hoje, hoje
Atendimento no mesmo dia
ou curto prazo
Favorece o vínculo e a continuidade
Acesso avançado
NÃO transforma
a UBS em serviço
de urgência e
emergência.
DEMANDA
ESPONTÂNEA
Sem necessidade
de agandamento
Acolhe necessidades
esportâneas
Exige equipe disponível
Redução de filas e absolenteísmo
FLUXO E
CLASSIFICAÇÃO DE RISCO
USUÁRIO
CHEGA
PRIMEIRO
CONTATO
ESCUTA
QUALIFICADA
AVALIAÇÃO DE
RISCO E
VULNERABILIDADE
DEFINIÇÃO
DA
RESPOSTA
ATENDIMENTO
IMEDIATO
ATENDIMENTO
PRIORITÁRIO
ATENDIMENTO
NO DIA
ATENDIMENTO A
SER AGENDADO
UNIDADE BÁSICA
DE SAÚDE
Avaliação inclui risco
clínico
e vulnerabilidades,
adaptável à realidade local.
HUMANIZAÇÃO
privacidade
confidencialidade
escuta individualizada
ausência de julgamentos
singularidade do usuário
SAÚDE MENTAL
acolhimento contínuo
Projeto Terapêutico Singular
matriciamento Escutar
além da queixa
também é cuidar.
HUMANIZAÇÃO E
SAÚDE MENTAL
respeito
responsabilidade da equipe
integração corpo e mente
interdisciplinaridade
vínculo preservado
O QUE PRECISAMOS
LEVAR?
Acolhimento não é triagem.
Acolhimento é responsabilidade de toda a equipe.
Escutar é parte do cuidado.
O acesso deve considerar as necessidades do território.
O objetivo é garantir vínculo, resolutividade
e continuidade do cuidado.
Acolher é transformar
o encontro entre usuário e serviço em
uma oportunidade de cuidado.
Rio Grande do Sul. Secretaria Estadual de Saúde. Departamento de Atenção
Primária e Políticas de Saúde. Divisão de Atenção Primária à Saúde. Acolhimento
na Atenção Primária à Saúde. Porto Alegre: SES/RS, novembro de 2022.
BRASIL. Ministrio da Saúde. Humaniza/SUS: Política Nacional de Humanização,
2004.
BRASIL. Ministrio da Saúde. Acolhimento à demanda espontânea, 2013.
BRASIL. Ministrio da Saúde. Política Nacional de Atenção Básica, 2012.
MINÓNIA, N. P.: MINOZZO, F. Acolhimento em saúde mental: operando mudanças
na Atenção Primária à Saúde. 2015.
CIRINO et al. O acesso avançado como estratégia de organização da agenda e
ampliação do acesso, 2020.
REFERÊNCIAS
REFERÊNCIAS
RIO GRANDE DO SUL. Secretária Estadual de Saúde. Departamento de Atenção
Primária e Políticas de Saúde. Divisão de Atenção Primária à Saúde. Acolhimento
na Atenção Primária à Saúde. Porto Alegre: Secretaria da Saúde do Rio Grande do
Sul, 2022.
BRASIL. Ministério da Saúde. HumanizaSUS: Política Nacional de
Humanização. Brasilia: Ministério da Saúde, 2004.
BRASIL. Ministério da Saúde. Acolhimento à demanda espontânea.
Brasilia: Ministério da Saúde, 2013.
BRASIL. Ministério da Saúde. Política Nacional de Atenção Básica.
Brasilia: Ministério da Saúde, 2012.
SCHITH, M. D.; LIMA, M. A. D. S. Acolhimento e vínculo em uma equipe do
Programa Saúde da Família. Cadernos de Saúde Pública, 2004.
PENNA, C. M. M.: FARIA, R. S. R.; REZENDE, G. P. Acolhimento: triagem ou
estratégia para universalidade do acesso na atenção à saúde? Revista Mineira de
Enfermagem, 2014.
CIRINO, F. M. S. B. et al. O acesso avançado como estratégia de organização da
agenda e de ampliação do acesso em uma Unidade Básica de Saúde. Revista
Brasileira de Medicina de Família e Comunidade, 2020.
ROCHA, S. A.: BOCCHI, S. C. M.: GODOY, M. F. Acesso aos cuidados primários de
saúde: revisão integrativa. Physis: Revista de Saúde Coletiva, 2016.
9. MOURA, R. A. et al. Atendimento à demanda espontânea na Estratégia Saúde
da Família: práticas e reflexões de um processo em construção. Physis:
Revista de Saúde Coletiva, 2022.
MINÓIA, N. P.; MINOZZO, F. Acolhimento em saúde mental: operando mudanças na
Atenção Primária à Saúde. Psicologia: ciência e profissão, 2015.
VILLAS-BÓAS, M. E. O direito-dever de siglio na proteção ao paciente. Revista
Bioética, 2015.
SILVA JUNIOR, D. N., ARAÜJO, J. L.: GURGEL NASCIMENTO, E. C. Privacidade e
confidencialidade no contexto mundial de saúde: uma revisão integrativa. Revista
de Bioética e Derecho, 2017.
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	ATENÇÃO BÁSICA: SAÚDE MENTAL, SAÚDE COLETIVA E MEDICINA DA FAMÍLIA E COMUNIDADE I
	ACOLHIMENTO NA ATENÇÃO PRIMÁRIA À SAÚDE
	Escuta qualificada, vínculo, acesso e resolutividade
	Preceptor
	Discentes
	Eberth Fonseca
	Evan P. Barreto
	Isabel Gomes
	O QUE É ACOLHIMENTO?
	O acolhimento é parte integrante de todo o processo de trabalho da Atenção Primária à Saúde, e não apenas uma etapa da recepção.
	COMPREENSÃO
	ESCUTA
	RESPOSTA
	VÍNCULO
	CONTINUIDADE DO CUIDADO
	ACOLHIMENTO
	TRIAGEM
	TRIAGEM
	ACOLHIMENTO
	Acolher não significa simplesmente selecionar quem será atendido.
	COMO QUALIFICAR
	O ACOLHIMENTO?
	CONHECER O TERRITÓRIO
	Um processo estruturado que parte do diagnóstico
	e envolve a equipe e a comunidade.
	IDENTIFICAR DEMANDAS E NECESSIDADES
	ANALISAR RECURSOS E ESTRUTURA
	PLANEJAR EM EQUIPE
	ORGANIZAR O ACESSO
	AVALIAR E REPACTUAR
	ESTRATÉGIAS DE ORGANIZAÇÃO DO ACESSO
	ACESSO AVANÇADO
	aproxima oferta e demanda
	atendimento rápido
	DEMANDA ESPONTÂNEA
	atendimento sem agendamento
	para necessidades imediatas
	AGENDAMENTO
	consultas programadas
	acompanhamento longitudinal
	Combinação conforme as necessidades do território e da equipe.
	ACESSO AVANÇADO E DEMANDA ESPONTÂNEA
	ACESSO AVANÇADO
	DEMANDA ESPONTÂNEA
	FLUXO E
	CLASSIFICAÇÃO DE RISCO
	ATENDIMENTO
	IMEDIATO
	AVALIAÇÃO DE RISCO E VULNERABILIDADE
	DEFINIÇÃO
	DA
	RESPOSTA
	ATENDIMENTO
	PRIORITÁRIO
	USUÁRIO
	CHEGA
	PRIMEIRO
	CONTATO
	ESCUTA QUALIFICADA
	ATENDIMENTO
	NO DIA
	ATENDIMENTO A
	SER AGENDADO
	Avaliação inclui risco clínico
	e vulnerabilidades, adaptável à realidade local.
	HUMANIZAÇÃO E
	SAÚDE MENTAL
	SAÚDE MENTAL
	HUMANIZAÇÃO
	Escutar
	além da queixa
	também é cuidar.
	matriciamento
	O QUE PRECISAMOS LEVAR?
	Acolhimento não é triagem.
	Acolhimento é responsabilidade de toda a equipe.
	Escutar é parte do cuidado.
	O acesso deve considerar as necessidades do território.
	O objetivo é garantir vínculo, resolutividade
	e continuidade do cuidado.
	REFERÊNCIAS
	Acolher é transformar
	o encontro entre usuário e serviço em uma oportunidade de cuidado.
	REFERÊNCIAS
	1.
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	5.
	6.
	RIO GRANDE DO SUL. SecretáriaEstadual de Saúde. Departamento de Atenção Primária e Políticas de Saúde. Divisão de Atenção Primária à Saúde. Acolhimento na Atenção Primária à Saúde. Porto Alegre: Secretaria da Saúde do Rio Grande do Sul, 2022.
	BRASIL. Ministério da Saúde. HumanizaSUS: Política Nacional de Humanização. Brasilia: Ministério da Saúde, 2004.
	BRASIL. Ministério da Saúde. Acolhimento à demanda espontânea. Brasilia: Ministério da Saúde, 2013.
	BRASIL. Ministério da Saúde. Política Nacional de Atenção Básica. Brasilia: Ministério da Saúde, 2012.
	SCHITH, M. D.; LIMA, M. A. D. S. Acolhimento e vínculo em uma equipe do Programa Saúde da Família. Cadernos de Saúde Pública, 2004.
	PENNA, C. M. M.: FARIA, R. S. R.; REZENDE, G. P. Acolhimento: triagem ou estratégia para universalidade do acesso na atenção à saúde? Revista Mineira de Enfermagem, 2014.
	7.
	8.
	9.
	CIRINO, F. M. S. B. et al. O acesso avançado como estratégia de organização da agenda e de ampliação do acesso em uma Unidade Básica de Saúde. Revista Brasileira de Medicina de Família e Comunidade, 2020.
	ROCHA, S. A.: BOCCHI, S. C. M.: GODOY, M. F. Acesso aos cuidados primários de saúde: revisão integrativa. Physis: Revista de Saúde Coletiva, 2016.
	MOURA, R. A. et al. Atendimento à demanda espontânea na Estratégia Saúde da Família: práticas e reflexões de um processo em construção. Physis: Revista de Saúde Coletiva, 2022.
	MINÓIA, N. P.; MINOZZO, F. Acolhimento em saúde mental: operando mudanças na Atenção Primária à Saúde. Psicologia: ciência e profissão, 2015.
	VILLAS-BÓAS, M. E. O direito-dever de siglio na proteção ao paciente. Revista Bioética, 2015.
	SILVA JUNIOR, D. N., ARAÜJO, J. L.: GURGEL NASCIMENTO, E. C. Privacidade e confidencialidade no contexto mundial de saúde: uma revisão integrativa. Revista de Bioética e Derecho, 2017.

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