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Administração estratégica

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ADMINISTRAÇÃO 
ESTRATÉGICA 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
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1.) INTRODUÇÃO 
2.) MODELOS DE GESTÃO 
3.) O QUE É ADMINISTRAÇÃO ESTRATÉGICA ? 
4.) VISÃO, MISSÃO, VALORES, OBJETIVOS 
4.1) VISÃO 
4.2) MISSÃO 
4.3) VALORES 
4.4) OBJETIVOS 
5.) CENÁRIOS E ESQUEMA METODOLÓGICO 
6.) AMBIENTE DE MERCADO 
7.) COMO O CONSUMIDOR PENSA 
8.) FERRAMENTAS DE ADMINISTRAÇÃO ESTRATÉGICA 
8.1) PFOA ( SWOT) 
8.2) MATRIZ DE PORTER 
8.3) MATRIZ BCG (Boston Consulting Group) 
8.4) ANÁLISE DE GRUPOS ESTRATÉGICOS 
8.5) MATRIZ GE 
8.6) CICLO DE VIDA 
9.) ANÁLISE DO MERCADO 
10.) OBJETIVOS ESTRATÉGICOS 
11.) ESTRATÉGIAS DE COMPETIÇÃO 
11.1) ESTRATÉGIAS ESPECÍFICAS 
11.2) ESTRATÉGIAS GENÉRICAS 
11.3) BAIXO CUSTO, NICHO E DIFERENCIAÇÃO 
12.) MATRIZ DE ANSOFF 
13.) EFICÁCIA 
14.) POSICIONAMENTO E ATIVIDADES 
14.1) TRADE OFF’S 
15.) COMO IMPLEMENTAR A ESTRATÉGIA 
16.) ORÇAMENTO ESTRATÉGICO 
17.) REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS 
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1.) INTRODUÇÃO 
 
Enquanto ciência, a administração estuda as necessidades sócio-técnicas da organização, 
seu conjunto de diretrizes, cultura, processos, recursos e capital, possibilitando a 
realização de seu negócio de forma estruturada, integrada e consolidada. 
 
Na concepção sistêmica, a administração é entendida como um mecanismo estruturador e 
articulador de processos e recursos empresariais para a consecução dos resultados 
almejados: geração de bens, lucro e promoção do bem-estar social. 
 
A administração convencional enfoca o presente pela análise dos indicadores de 
desempenho e resultados dos processos responsáveis pela atual vantagem competitiva, 
enfim pela sustentação da organização, enquanto que a estratégica visa a vantagem 
competitiva futura para melhor posicionamente frente à concorrência, pelo 
desenvolvimento de competências de vanguarda. 
 
Hoje daremos mais um passo no sentido de conceituarmos uma disciplina, um ramo do 
extenso corpo do conhecimento da Administração – A Administração Estratégica. 
 
Definições: 
“Administração estratégica é um conjunto de orientações, decisões e ações estratégicas 
que determinam o desempenho superior de uma empresa longo prazo”, a saber: 
• Análise profunda dos ambientes internos e externos. 
• Formulação da estratégia (planejamento estratégico de longo prazo) 
• Implementação da estratégia. 
• Avaliação e controle. 
 
ou 
 
“Administração Estratégica é o processo contínuo e interativo que visa manter uma 
organização como um conjunto apropriadamente integrado a seu ambiente. 
 
O administrador estratégico é o executivo que analisa o contexto de sua empresa e, com 
base nos resultados desta análise, estabelece a estratégia, ou caminho, que a empresa 
vai adotar para atingir seus objetivos de planejamento. 
 
É uma administração que, de forma estruturada, sistêmica ou intuitiva, consolida um 
conjunto de princípios normas e funções para alavancar harmonicamente o processo de 
planejamento da situação futura desejada da empresa como um todo e seu posterior 
controle dos fatores ambientais, bem como a organização e direção dos recursos 
empresariais de forma otimizada com a realidade ambiental e com a maximização das 
relações pessoais. 
 
Resumidamente poderíamos conceituá-la com sendo a administração voltada a fortalecer 
as competências da organização com vistas a obtenção da vantagem competitiva ante à 
concorrência. Mas isto é muito pouco para vislumbrarmos todo o escopo nela contida. 
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Então, começamos por fatorar o ambiente empresarial em suas duas grandes dimensões: 
a externa e a interna à empresa. 
 
No cenário externo estão os atores com os quais a organização se relaciona e outros, 
ainda, que a influenciam indiretamente: clientes, concorrentes, fornecedores, os agentes 
de governança (stakeholders), a sociedade, tecnologias, elementos conjunturais 
(economia, política, meio-ambiente...), etc., enfim, eventos e processos sobre os quais a 
empresa não tem governança, mas que necessita conhecer o como, o porquê e o quando 
dos acontecimentos que provocam ameaças ou possibilitam oportunidades para 
organização. Para maior compreensão, vide artigo “Inteligência Competitiva” neste sitio. 
 
Neste ambiente, a organização só pode valer-se da inteligência nas inúmeras 
perspectivas: a inteligência do cliente, a inteligência do concorrente e a inteligência de 
mercado, pois como num jogo de xadrez, vence que consegue perceber antecipadamente 
os movimentos do oponente e aplica táticas eficazes de ataque. 
 
Na dimensão interna temos a inteligência organizacional – o conhecimento que a 
organização tem de si mesmo - suas forças e fraquezas e neste sentido consegue 
implementar programas de aprendizagem e desenvolvimento de seu capital humano, 
posto que se traduz, nesta era do conhecimento, como o ativo de maior relevância 
(embora seja um passivo!). 
 
Seu grande foco é a estruturação da organização com o objetivo de instalar as condições 
exigidas no esforço de um planejamento estratégico que promoverá a organização à níveis 
de maior competitividade e conseqüente vantagem no mercado de inserção. Começando 
com as premissas básicas (negócio, missão, visão, objetivos permanentes), diretrizes, 
políticas, análise do ambiente externo (oportunidades, fraquezas, concorrência...), do 
ambiente interno (forças, fraquezas), enfim todas as variáveis relevantes para a 
formulação do plano estratégico. 
 
O administrador estratégico é o responsável por criar um clima organizacional propício 
para a implementação do plano a partir do envolvimento da alta-administração e lideranças 
intermediárias, criando sincronia, sintonia e sinergia em todos os envolvidos no processo, 
o que somente ocorrerá com a clara comunicação dos benefícios almejados, uma vez que 
empreitadas de longo prazo tendem a perder foco e força com o passar do tempo. 
 
A escalada dos objetivos ensejados exige monitoramento constante e conseqüente 
correção e reorientação do plano (orientações emergentes), esta etapa de controle – o 
PDCA (plan-do-check-act) é parte integrante e importante em qualquer esforço de 
planejamento. 
 
Boa Leitura ! 
 
Prof. Mauricio Faganelo 
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ALGUMAS IDÉIAS ...
Mahatma Gandhi
"Se queremos progredir,
não devemos repetir a história,
mas fazer uma história nova."
“O CLIENTE É O VISITANTE MAIS IMPORTANTE EM
NOSSO NEGÓCIO. ELE NÃO DEPENDE DE NÓS. AO
CONTRÁRIO, NÓS É QUE DEPENDEMOS DELE.
ELE NÃO É UMA INTERRUPÇÃO EM NOSSO TRABALHO.
ELE É A SUA RAZÃO DE SER. ELE NÃO É UM ESTRANHO.
ELE É PARTE INTEGRANTE DO NOSSO NEGÓCIO.
NÃO LHE FAZEMOS NENHUM FAVOR, AO SERVI-LO.
ELE É QUE NOS FAZ UM FAVOR, DANDO-NOS A
OPORTUNIDADE DE SERVI-LO.”
CLIENTECLIENTE
MAHATMA GHANDI
4
 “A maneira de gerenciar as pessoas será
uma das mais significantes vantagens
competitivas que uma empresa poderá ter,
porque as vantagens competitivas
tradicionais desapareceram.”
 
 Dr. Edward E. Lawler
(Center for Effective Organizations)
O FATOR HUMANO ...O FATOR HUMANO ...
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2.) MODELOS DE GESTÃO 
 
Estamos passando por uma transformação silenciosa que muitos consideram como uma 
época de mudança, mas que na verdade trata-se de uma mudança de época. Uma época 
em que as relações entre capital e trabalho, empresa e funcionários também sofrem 
mudanças, principalmente se levarmos em consideração fatores como a globalização e a 
maior facilidade de acesso as informações, o que aumenta o nível de competitividade no 
mercado mundial. 
 
 
 
 
Há três formas