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Prótese Parcial Fixa
Princípios Fundamentais de Prótese Parcial Fixa
1-Preservação da estrutura dos dentes
2- Retenção e resistência
2.1-Conicidade
2.2-Liberdade de deslocamento
2.3 -Comprimento
2.4- Substituição das características internas
2.5- Eixo de inserção
3- Durabilidade Estrutural
4-Integridade das margens
4.1-Tipo de terminações marginais
5-Preservação do Periodonto
1.Preservação da Estrutura do Dente
Deve ser desgastado somente o necessário;
Fazendo o bisel para mascarar a interface da restauração.
2.Retenção e Resistencia
Retenção:
Impede que a restauração saia pelo eixo de inserção ou pelo eixo longitudinal do preparo do dente;
Quanto mais longo o preparo mais retenção. 
Resistência:
 Impede o deslocamento da restauração pela ação das forças tangenciais, além de impedir qualquer movimento da restauração sob ação das forças oclusais; 
Depende do preparo, quanto mais achatado, maior a resistência e mais arredondado menor a resistência. Sendo assim, maior a área de preparo maior a retenção.
Subprincípios de Retenção e Resistência
2.1 Conicidade
É a soma das paredes opostas;
Ângulo de convergência ou ângulo de divergência;
 Inclinação com as brocas tronco-cônicas (3º);
 Retenção: paralelismo das paredes (maisparalela mais retentiva);
 Menor a retenção maior a conicidade
Retenção Ideal: 6º, 3º em cada parede, conseguida através da broca tronco-cônica ao longo eixo de dente;
Conicidade Aceitável: até15º.
 
2.2 Liberdade de Deslocamento
A retenção melhora quando diminui, geometricamente, o número de trajetórias ao longo das quais a restauração pode sair do preparo do dente;
Podem ser feitas canaletas: Só um eixo de inserção permite um encaixe, com isso aumenta a retenção.
Diminuindo a trajetória de inserção aumenta a retenção.
2.3- Comprimento
O comprimento deve ser suficiente para interceptar o arco descrito pela restauração quando esta gira sobre um ponto situado na sua margem oposta;
Preparos longos aumentam a retenção;
Devem possuir área de travamento;
Altura do Preparo: Deve ter altura necessária.
Diâmetro do Dente: Preparo com o mesmo comprimento mais com diâmetros diferentes (molar ou incisivo, incisivo retém melhor), pois terá área de travamento.
Sulcos nas paredes axiais = Redução do raio rotacional, podem ser feitos canaletas.
2.4 Substituição das características internas
Utilização de artifícios internos para aumentar a retenção:
Sulcos
Caixas
Orifícios para pinos
Canaleta (mais contato do preparo com a estrutura interna)
Porque aumentar a retenção?
Esses artifícios deixam o preparo mais retentivo, pois aumentam a área de superfície de preparo, diminuindo a trajetória de inserção e remoção.
Aumentando a área de retenção do preparo, diminui a trajetória de inserção e remoção.
2.5 Eixo de Inserção
O eixo de inserção é uma linha imaginária ao longo da qual a restauração será colocada no preparo ou dela retirada;
Fechar um olho e olhar com um olho só a +- 30 cm, onde deve ser visualizada pela oclusal, toda a margem gengival;
Deve ser considerado em duas dimensões:
Vestíbulo- Lingual:
O longo eixo do dente deve coincidir com o longo eixo do preparo;
Caso não coincidir, e for deslocado para a vestibular duas coisas podem acontecer: Sobrecontorno (Maior volume), enfraquecimento (aparece o metal do coping), também é pouco estético.
Caso não coincidir e for deslocado para lingual, podem ter problemas endodônticos (pela proximidade da polpa0, menor retenção e ângulo de convergência aumentado.
Se para lingual: desgasta muito, a conicidade do preparo perde a retenção.
Mésio-Lingual: 
Eixo de inserção do preparo deve coincidir com o longo eixo dos dentes vizinhos;
Paralelismo entre o eixo do preparo e o longo eixo dos dentes vizinhos, seria ideal, caso contrário ocorrerá muitos desgastes e poderá ficar sem ponto de contato.
Quando paralelo evita áreas de travamento
3.Durabilidade Estrutural
Uma restauração deve conter um volume de material suficiente para resistir as forças de oclusão, e que se restrinja ao espaço criado pelo preparo do dente;
Redução oclusal
Bi selamento das cúspides funcionais
Redução axial
Redução Oclusal: com desgaste oclusal, tiramos o volume adequado conferindo resistência. Para coroa metalocerâmica: 2mm de desgaste nas cúspides funcionais e 1,5mm nas não funcionais.
O padrão de desgaste deve ser cópia do original.
Bi selamento das cúspides funcionais: bisel amplo das vertentes nas linguais: cúspides palatinas superiores e vestibular: cúspides vestibular inferiores.
Se o bisel não for feito: 
Área delgada: perfuração da coroa;
Sobrecontorno: problemas oclusais;
Inclinação exagerada: diminuí a retenção.
Redução Axial: Redução das paredes V, L e proximais insuficiente:
Restauração paredes finas: distorção e fratura;
Sobrecontontorno: problemas periodontais.
4.Integridade das Margens 
A restauração só poderá subsistir no meio biológico bucal se suas margens estiverem estreitamente adaptadas à linha de terminação cavo-superficial do preparo
Terminações marginais
Configuração ou forma do preparo na região cervical na sua porção final
Tipos de Terminações Marginais
Junta Topo a Topo
Junta Deslizante 
Tipos de Terminações Marginais Junta Topo a Topo
Ombro ou degrau
Broca 3039 após o preparo na terminação marginal;
Indicações: Coroa metal free.
Chanfro Grosso ou Chanfro Profundo
Indicações: Coroa metal free
Tipos de Terminações Marginais Junta Deslizante
Lamina de Faca
Término em 0º
Coroa totalmente metálica;
Se usa em 2º e 3º molar;
Desgaste mínimo de 0,5mm e ideal para metalocerâmica 1,5mm.
Chanfro Simples/Chanferete
Indicações: Coroas totalmente metálicas;
Face lingual de coroas metalocerâmicas.
Chanfro Grosso ou Profundo Biselado
Indicações: Coroa metalocerâmica
Chanfro grosso não faz bisel;
Diferença entre simples e profundo: profundidade
Ombro ou degrau biselado
Indicações: Coroa metalocerâmica
Degrau inclinado 135º (45º)
Indicações: Coroa Metaloceramica;
Broca 3125;
É sempre o mais indicado.
5.Preservação do Periodonto
A localização de linhas de terminação influencia diretamente na facilidade de construção de uma restauração e nos resultados finais obtidos
Localização da terminação marginal na margem gengival
Supra-sulcular – terminação aquém da margem gengival
 Gengival – ao nível da margem gengival
 Intra-sulcular – dentro do sulco gengival
 Sub-sulcular – invasão do espaço biológico
Indicação da localização da terminação marginal na margem gengival
Região Estética
 - Término intra-sulcular 0,5 mm dentro do sulco
 Região não-estética
 - Término supra-sulcular
 - Término gengival 
Linha de terminação Ideal:
Acessível a higienização
Facilidade de reprodução
Em esmalte quando possível
Supra gengival quando possível
Quando subgengival, não mais do que a 2mm da crista alveolar
0,5mm intra sulcular= Ideal
PROTEÇÃO DO COMPLEXO DENTINA-POLPA
EM PROCEDIMENTOS PROTÉTICOS
						
ASPECTOS HISTOLÓGICOS DO COMPLEXO DENTINA-POLPA
Vasos
Inervação
Fibras
Substância intercelular amorfa
Células de defesa
Células progenitoras
Túbulos dentinários
Dentina Peri e intratubular
Permeabilidade dentinária
Esclerose dentinária
Inflamação pulpar
Inflamação periapical
CONDIÇÕES DO DENTE PREPARADO
Quanto ao dente ideal para o preparo
- Dente Hígido x Dente Restaurado
Dente restaurado melhor para manter a vitalidade pulpar pois tem a deposição de dentina esclerosada, diminuindo a câmara pulpar.
Dente Hígido: maior numero de dentes que partem para a endo/exo.
Sempre tentar manter o dente vital.
Quanto a idade do dente
 		- Dente Jovem x Dente Adulto
Adulto tem mais deposição de dentina.
Quanto às condições de paralelismo
	
Melhor: posição normal
Inclinação: desgastesexagerados
Orto/endo: prévio ao preparo
Inclinado: mais chance de exposição
2.CUIDADOS DURANTE O PREPARO D0 DENTE
Profundidade do preparo
Profundidade de preparo, aumenta a velocidade de formação de dentina reparadora
Preparo muito profundo: danos aos prolongamentos odontoblásticos;
Profundidade ideal: metade da distância entre a JED e polpa (+-2mm); 
Distância crítica 0,3mm da polpa: necrose
Extensão do preparo
Esmalte apresenta melhor adesão;
Hipomineralização de dentina radicular.
Pressão
Alta rotação
Maior a pressão, maior o calor
Torques intermitentes de 1-2 segundos, diminui a dor.
INSTRUMENTAL E MATERIAL
Brocas
Pontas Diamantadas: desgastam (sem tarjas)
Quanto maior os grânulos e diâmetro menor o calor (ex: pneus)
Terminar o preparo com pontas de granulação e menores e uniformes (refinamento), elas não desgastam
Multilaminadas: deixam mais nítido o término do preparo (libera um pouco mais de calor, e fazem um bom alisamento mais são mais caras)
Refrigeração
Dupla ou tripla saída de água para a broca
41-42ºC temperatura máxima para polpa
ANESTESIA
Anestésico em maior concentração no vaso diminui o volume sanguíneo e pressão pulpar, mas podem causar danos irreversíveis;
AL sem vaso ou 1:100.000.
Evitar pacientes cardíacos.
LIMPEZA E SECAGEM
Diminui o número de microrganismos e lama dentinária;
EDTA 15% (não utilizado), remove a lama dentinária mas pode ter hipersensibilidade: selamento dentinário.
Ideal é utilizar Clorexidina 2%;
Corticóide+antibiótico: sobre o preparo diminui a inflamação pulpar;
Contra- indicado: Álcool, éter, acetona, peróxido de hidrogênio (esse último quando o dente não vital)
Secagem: bolinhas de algodão estéril, leves e rápidos jatos de ar.
SELAMENTO DOS TÚBULOS DENTINÁRIOS
Diminui a sensibilidade e preserva a vitalidade pulpar
Ácido 10% por 15 segundos, adesivo, foto e leves jatos de ar;
Produtos utilizados pré hibridização:
-Oxalato de potássio;
-Glutaldeído (GLUMA):
-Adesivo de 4º e 5º geração;
-Resina hidrofílica
Impede a penetração bacteriana e suas toxinas e é uma forma de proteção do complexo dentinho-polpa.
Utilizado: Auto condicionante (Clearfill) liberar termino cervical com ponta diamantada, margem bem adaptada e depois se precisar adesivo novo
MOLDAGEM
Evitar godiva termoplástica e ágar, hidrocolóide reversível
Não remover com força;
CONFECÇÃO DE PRÓTESES PROVISÓRIAS
Resina acrílica: problema é o calor
RAAQ: irritação química e térmica (monômeros): polimerização: jogar agua.
CIMENTOS
Colagem:
Cimentos provisórios:
Boas propriedades mecânicas;
Baixa solubilidade;
Boa adesão (impede a infiltração bacteriana)
Os mais utilizados:
Hidróxido de Cálcio
Oxido de Zinco (sem eugenol)
Cimentos Definitivos: 
Devem ser manipulados corretamente
Preparos não muito profundos
Mais utilizados:
Fosfato de Zinco
Ionômero de Vidro
Resinoso
LASERTERAPIA
Hipersensibilidade
Oclusão de túbulos dentinários
Fusão e cristalização de dentina
Vantagens: poucos efeitos colaterais, alto êxito, baixo trauma e alívio permanente;
Desvantagens: Alto custo e poucos profissionais com acesso ao equipamento.
Próteses Provisórias
Acrílico executados imediatamente após o preparo de dente, remanescente radicular ou NMF.Enquanto se:
Confecciona o definitivo
Faz tratamento ortodôntico
Preserva cirurgia periodontal
Adapta o paciente em DVO correta
Os provisórios permitem:
Avaliar a saúde dento gengival
Cor da futura prótese
Relação oclusal
Quantidade de preparo
Grau de higiene do paciente
Retenção do preparo
Deve ter 2mm de desgastes
Molda e envia para TPD
Desvantagens ao longo prazo:
Fraturas
Resposta periodontal desfavorável em função da característica superficial do material que favorece a instalação da placa=inflamação-cárie
Endodontia: deixa somente 4mm de guta-percha: clips cortados e dobra em formato de guarda-chuva, selac no canal, clips e resina acrílica, polimerizar e remover a resina com o clips.
Só em provisório:
Retenção no clips: discos de carburudum para reter resina acrílica, remove a cada 20 segundos até a polimerização.
Pré-Requisitos para Próteses Provisórias
Biológicos
Estéticos 
Mecânicos
Biológicos
Proteção pulpar;
Preparo não muito profundo (somente o necessário) com irrigação abundante;
Adaptação da Prótese Provisória: falta de adaptação= infiltração=inflamação=cárie
Agente Cimentante: Se dente vital: HCa, boa retenção e proteção da polpa
Saúde Periodontal: adaptação: perfil de emergência- plano termino cervical do dente
Subcontorno:
-Flacidez da margem gengival;
-Retração;
-Hiperplasias;
-Perda de tonicidade das fibras circunferenciais.
Sobrecontorno: placa= inflamação= dor=desconforto=desgaste;
Como deve ser o perfil de emergência? 
Plano, para não ter sob/sobrecontorno. Na hora da moldagem o tecido deve estar sadio.
Compatibilidade oclusal: contato prematuro.
Provisório ajuda a manter a posição do dente e protege contra fraturas.
Sem a coroa a gengiva invade o termino gengival e tem migração dental.
Estéticos
Contorno e alinhamento adequado
Cor adequada
Lisura e brilho adequado
Estabilidade de cor.
Mecânicos
Resistir cargas funcionais;
Resistir as forças;
Não deve ter o preparo curto/longo e expulsivo.
O que ocorre na perda do provisório:
Problema gengival;
Sensibilidade;
Maior risco de cárie, fratura, desconforto, insegurança, comprometimento do tecido pulpar;
Como remover o provisório:
 Espátula lecron adaptada na cervical;
Broca com canaleta no meio.
Núcleo com corrosão(cobre/alumínio)
Prejudica a adaptação e ligas ruins podem causar infiltração.
NiCrTi(tilite) melhor custo benefício
Pal-Ag: Baixa corrosão e alta durabilidade
Ag-Pal: muita demora para desgastar.
Como remover o pino:
Ultrassom-vibração-rompe a cimentação
Problemas na endo: 
Retratar o canal, pino muito curto: mínimo de 1-1,5mm.
Cirurgia periodontal:
Verificar espaço biológico;
Retalho para ver a tabua óssea(desgastar osso para ter 3 mm);
Cirurgia após a confecção do NMF;
Reembasar térmico cervical mesmo que sangre.
Coroa definitiva deve ser feita pois:
Melhor estética pois a gengiva retraí;
60 dias para gengiva ceratinizada
90 dias para garantir que a gengiva não vai retrair;
Reembasar até altura ideal;
Contra indicação: bruxismo.
Técnicas de Confecção
Direta;
Indireta.
Técnica Direta(4 formas):
Ocagem de dentes de estoque
Provisórios com pino intra canas;
Moldagem prévia com alginato;
Escultura negativa.
Ocagem de dentes de estoque
Para dentes anteriores;
No dente comprado é feito desgaste da parte palatina com fresas e adaptado em cima do preparo do dente;
Cimento com resina na palatina;
O preparo não pode tocar o antagonista e deve ter 2mm= Relação Cêntrica= Ajuste Oclusal;
Acabamento e polimento: escova de Robinson e pedra pomes/ disco de pano com branco espanha;
Provisórios com pino Intra-canal
Após o preparo do conduto, desobtura o canal com broca largo e deixa 3-4mm finais com guta-percha;
Com uma lima e algodão, limpa o canal com monômero de acrílico, depois com álcool 70, seca e aplica cel-ac no conduto.
Faz a moldagem do conduto: preparar um suporte intracanal(pinjet), prova e se necessário conta a ponta, até adequar-se a largura do conduto( não pode entrar justo, se o caso desgasta o pinjet);
Com Resina duralay preenche o conduto com auxilio de uma lima endodôntica, e colocar o pinjet, colocando um pouco de resina na parte coronária. Deve ser removido algumas vezes durante a polimerização(30-40 segundos até a primeira polimerização);
Se tiver bolha enquanto polimeriza, aplica-se uma resina fluida nesta, caso já esteja polimerizado refaz desde o começo da preparação;
Com fresas faz o desgaste até a escultura da coroa, e com broca 3118F a parte palatina;
Laboratório: NMF;
Acabamento e polimento;
Ajuste oclusal.
3)Moldagem prévia com Alginato
O dente é moldado antes do preparo com moldeira parcial;
Utilizado para pré molares emolares;
Apresenta baixa estética e lisura;
Rápida confecção;
Apresenta duas técnicas de moldagem:
-Prévia;
-Escultura negativa
Prévia 
Com moldeira parcial coloca resina acrílica fluida dentro do molde; Posiciona no dente e aguarda a polimerização;
Faz o acabamento e polimento;
Indicado para pacientes que tem a coroa e querem trocar
Escultura Negativa
Utilizado para dentes posteriores;
Requerem mais tempo
Esculpir a resina no formato do dente
Prepara o dente com cel -ac
Adapta a resina acrílica
Paciente morde, remove os excessos e risca com lapiseira, começando o acabamento com fresas;
Cuidados com a Resina Acrílica:
-ação exotérmica;
-passar vaselina;
-jogar agua.
Técnica Indireta
Molda para fazer o provisório, não faz direto na boca;
Molda superior e inferior, monta em charneira, identifica os dentes pilares, técnico faz a prova e reembasa.
Possui qualidade e durabilidade superior: Resina termopolimerizável
Desvantagem: custo
Cerâmicas Odontológicas
Etmologia:
 
Termo grego - KERAMOS - “ Oleiro/Olaria ” 
Significa - “ terra queimada ”
Histórico:
Pré-história – Barro cozido ao sol ou em baixas temperaturas 
CHINA
 
100 a.C – Lama queimada (pó de pedra) – LOUÇA 
1000 d.C – Porcelana ou Cerâmica (argila branca + pó de Javre 
Marco Polo - 1295 - Florença - Cerâmica na Europa
1717 – Pe. D’ENTRECOLLES - Os europeus copiaram a tecnologia dos Chineses 
1728 – PIERRE FOUCHARD- Sugeriu o uso em odontologia
1774 ALEXIS DUCHATEAU (farmacêutico francês) Teve a idéia de substituição dentaduras de marfim X dentaduras de porcelana. 
1788 NICHOLAS DUBOIS DE CHEMANT (Cirurgião-dentista) publicação de livro sobre dentes artificiais. Primeiro par de dentaduras higiênicas de porcelana.
1887 – Coroa oca de porcelana sobre matriz de platina (substrato posteriormente removido) 1965 - McLEAN e HUGHES - Coroa de porcelana reforçada com alumina cozida sobre um 1968 - MACCULLOCH - Uso das cerâmicas de fundição na odontologia. 1956 até 1980 – Restaurações metalocerâmicas 
 
A partir da década de 80 metal-free
Propriedades Mêcanicas
Coeficiente de expansão térmico linear
ou mais simplesmente coeficiente de dilatação ao quociente que mede a alteração relativa de comprimento ou volume que se produz quando um corpo sólido ou um fluido dentro de um recipiente experimenta uma alteração temperatura experimentando uma dilatação térmica.
Para combinar os materiais o CETL deve ser semelhante.
Tensão
forças que atuam internamente sobre as partículas de um corpo
Tração–Tendência de alongar o material;
Contração- Tendência de encurtar o material;
Cisalhamento- Força que tende a torcer ou deslocar uma porção de um corpo sobre o outro;( a pior força)
Flexão- Tendência de dobrar um corpo;
Complexas- todas ao mesmo tempo.
Deformação
Deformação plástica: irreversível(permanente)
Deformação elástica:reversível
As ligas de metal podem ser plástica ou elástica, dependendo da quantifade de material( Co-Cr ou Cr-Co)
Imagem: Deformação de maneira linear ate o limite de proporcionalidade(após isso deformação plástica)
Módulo de Elasticidade
Descreve a rigidez de um material. 
Quanto maior o modulo de elasticidade menor a deformação elástica do material e mais rígido será o material.
Resiliência
Capacidade de um material de absorver uma quantidade considerável de energia sem se deformar permanentemente.
Quantidade de energia absorvida até o limite de proporcionalidade.
Ex: Cerâmica/ Resina
Limite de proporcionalidade
É o limite no qual as tensões são diretamente proporcionais as deformações.
Tenacidade
Quantidade de energia absorvida por um corpo até o momento de sua fratura.
Material tenaz= material resistente
Material friável= pouca tenacidade
Tenacidade é diferente de dureza
Parede é mais tenaz que o vidro e o vidro é mais duro.
Dureza
Resistência de um material ao riscamento ou penetração.
O que são Cerâmicas?
Materiais de natureza vítrea constituídas de partículas cristalinas distribuídas numa grande proporção de matriz, com arranjo estrutural indefinido (susceptibilidade a fratura). Podendo ser utilizado como componente estrutural simples ou como uma das várias camadas na confecção de uma prótese. 
Fases da Cerâmica
Fase Vítrea
Fase Cristalina
Fase Vítrea
(formada durante o processo de cocção) Padrão de fratura não direcional Alta tensão superficial no estado fluido Predominante nos pós cerâmicos Função de unir as partículas da fase cristalina
Fase Cristalina
Sílica Quartzo Alguns óxidos metálicos
Feldspatos Naturias
Microlina
Albita
Microlina (K2.Al2.Si6 O16) 
Em odontologia o feldspato com alto conteúdo de potássio é preferível devido a sua resistência ao escoamento sob altas temperaturas
Fundido entre 1150 e 1530° C
A estrutura cristalina original é transformada em uma fase vítrea com estrutura amorfa e outra fase cristalina constituída com LEUCITA, Mineral silicato-potássio-alumínio Com alto CET.
Microlina tem menor escoamento e é mais fácil de trabalhar;
Leucita tem pouco transparência e muita translucidez e é muito resistente.
Se precisar de mais transparência como a incisal coloca menos leucita e mais material amorfa
Propriedades da Leucita: aumento da resistência mecânica, translucidez e aumenta o CETL.
Modificadores de vidro combinados com outros deixa mais fácil de trabalhar;
Intermediário: formação de matriz cristalina alumina.
Propriedades da Porcelana
CET semelhante ao dente;
Biocompatibilidade;
Estabilidade química.
Agulha perfura o material
Desvantagem da cerâmica: duraza, não se desgasta , o que pode gerar trauma.
Translucidez
É a propriedade de um material ou tecido que permite	a passagem de luz através dele, transmitindo a luz incidente, desordenando os raios e dirigindo-os em todas as direções.	
Opalescência
Capacidade do esmalte de transmitir ondas longas do comprimento da luz natural e refletir as ondas curtas. Observada na região incisal dos dentes em que há apenas presença de esmalte. Devido a translucidez, ele reflete ondas de luz azulada e transmite luz alaranjada.
Fluorescência
Capacidade do dente de absorver radiação ultravioleta (luz negra) e emitir esta radiação na faixa da luz visivel dando aspecto azulado.
Propriedades da porcelana
 Isolante 
Alta resistência compressiva 
Baixa condutividade elétrica 
Baixa condutividade térmica 
Resistência ao riscamento e desgaste : 460 KHN X 340 KHN do esmalte dental
Desvantagens da Porcelana
Friável e pouco plástica
Baixa resistência a flexão 
Baixa resistência a tração 
Baixa resistência ao cisalhamento
Dureza
Indicações da Cerâmica
INDICAÇÕES: Confecção de coroas unitárias, PPF, facetas, onlays, inlays, intermediários em prótese sobre implantes.
Classificação das Cerâmicas:
Quanto ao uso;
Quanto a composição;
Quanto ao método de processamento;
Quanto a temperatura de fusão;
Quanto a finalidade da aplicação.
Cerâmicas: Quanto ao uso:
Dentes para prótese total 
Metalocerâmica 
Facetas estéticas 
Blocos- Inlay e onlay 
Coroas puras
Cerâmicas: Quanto a composição:
Cerâmicas Vítreas:Feldspáticas, Leucita e Dissilicato de Lítio.
Cerâmicas Cristalinas/policristalinas( infraestrutura): Alumina, Zircônia e Spinel
Acréscimo ou predomínio de óxidos na estrutura molecular aumentam a resistência em prejuízo das propriedades óticas. 
Cerâmicas: quanto ao método de processamento:
Estratificação
Injeção( Fundição e Prensagem)
Torneamento CAD- CAM
Cerâmicas: quanto a temperatura de fusão:
Cerâmicas: quanto a finalidade da aplicação:
Ceramicas Estruturais: São cerâmicas Com alta resistência pelo reforço na fase cristalina. Ex: alumina, leucita, dissilicato, zircônia.
Cerâmicas para aplicação de infraestrutura ou cobertura:Ex.: Cerâmicas Feldspáticas, Fluor-apatita.
Cerâmicas Feldspáticas
Predominânica de feldspato (mineral cristalino, cinza) - 80%, sílica - 15% argila- 4%. 
Indicação: nas Restaurações metalocerâmicas, não usadas em posteriores sozinhas.
Exemplos comerciais: Vita VMK (Vita); Ceramco
(Dentsply); Noritake (Noritake). 
não apresentam propriedades para serem usadas sem estrutura metálica 
Evolução das Cerâmicas
Alterações nas formulações e no modo de obtenção das cerâmicas ao longo do tempo tornaram o material:
+ resistente 
 - friável 
Menor grau de contração 
+ estético
 - abrasivo
Processamento
Disponibilizados:
 Pó/líquido (água destilada ou aditivos)
 Blocos 
 Pastilhas 
Pasta (alguns opacos)
Obtenção do Pó
Por processamento térmico
Processamento:
1)preparo do coping
2)Desgaiseficação
3) Mistura
4)Condensação
5) Queima ou Sinterização
5.1) Pré sinterização
5.2) Sinterização
5.3)Resfriamento
6)Glase
Preparo do Coping:
Jateamento com óxido de alumínio
Usinagem com pedras sem contaminação com outras ligas
Desgaseificação: aqueciemetno do coping para eliminar impurezas; gera oxidação superficial; temperatura abaixo do ponto de fusão do metal;
Mistura: po/liquidoagua destilada ou aditivos): massa úmida.
Condensação: Forma do dente; Eliminação da água(vibração manual, ultrassônica e papel absorvente)
Queima ou sinterização: Pre sinterização, sinterização, resfriamento.
5.1) Pré Sinterização: na entrada do forno; subida ou descida lenta do elevador. Tem função de eliminar o resíduo do liquido e decomposição de resíduos inorgânicos dos aditivos.
5.2) Sinterização: Consolidação ou união das partículas do produto, resultando em um agregado com resistência mecânica. É o amolecimento da fase vítrea, escoando ligeiramente durante a queima, permitindo a união entre as partículas.
5.3) Resfriamento: descida lenta do elevador; reduz ou elimina as porosidades; aumenta a densidade volumétrica do material.
6) Glase: Função de selar as porosidades da cerâmica sinterizada. - Aplicação de vidros incolores ou corantes (overglase) - Glase natural (Autoglase) - Polimento de superfície. O pré-polimento com borrachas e lixas é condição obrigatória, bem como o polimento após desgastes.
Sistemas Cerâmicos Atuais
Coroa Metalocerâmica
Definição
Consiste de uma camada de porcelana, aplicada sobre uma fina peça fundida metálica.
Combina a resistência e a precisão de adaptação das peças fundidas metálicas, com a boa aparência da porcelana.	
Componentes
-Coping
 -Opaco
-Porcelana
Ligas metálicas
Nobres: Aureas
PAladio prata e prata paládio
Ligas Básicas:
NiCr
Titanio
NiCrTi
Requisitos do metal: 
Oferecer resistência.	
Ter forte aderência	a porcelana.	
Ponto de fusão mais alto que a porcelana.	
		(MÍNIMO	DE	148	À	260°C)	
Diferença de coeficiente de contração térmica deve ser a	menor possível
Principios para confecção da infra estrutura metálica (coping)
Rigidez maior que a porcelana.
Desenho deve oferecer controle das forças de tensão e compressão.
Transformar forças de tensão em compressão 
Biocompatibilidade ao dente e periodonto 
Coeficiente de contração térmica ligeiramente maior que da	 porcelana
Forma de superfície arredondada;
Jamais contatar antagonista na função metal porcelana
Fornecer perfeitas condições de higiene
Proporcionar espessura correta a porcelana ( 0,3 a 0,5mm)
Metodos de confecção da Infra- Estrutura Metálica
Fundição(técnica da cera perdida)
Fresagem
Sinterização a laser
Mecanismos de união metal/ porcelana
Químicos : união química aos óxidos da superfície do metal
Fisico: sanduiche d vidro(coeficiente de contração térmica)
Mecânico: abraçamento ao coping
Coroas metalo cerâmicas
Tipos:
Com colar metálico(1/3 cervical não coberto por porcelana)
Com porcelana de ombro(não usa mais)
Prensadas sobre o metal(injetadas)
Sistema de injeção sobre o metal
Ceramco press® Dentsply
Preparo em ombro arredondado
Não se faz prova do metal
Não se faz moldagem de transferência
Pode se fazer o ajuste oclusal no enceramento
Caracteriszação extrínseca
O sistema Ceramco®3 pode ser utilizado na confecção de próteses unitárias e múltiplas de porcelana com infraestrutura metálica 
fundida, utilizando ligas de cerâmica de alta fusão com e sem prata.
Terminações Marginais
Juntas deslizantes:
degrau inclinado
chanfro biselado 
Indicação da localização da margem gengival
Area estética: 
Término intra-sulcular 0,5mm dentro do sulco gengival
Regiao não estética:
Termino supra sulcular
Termino gengival
Quantidade de desgaste
Paredes axiais: 
1,2mm cervical vestibular
0,5mm cervical lingual
1,7mm terço médio vestibular
1,0mm terco médio lingual
Redução incisal/oclusal: 2,0mm
Coroas Cerâmicas Livres de Metal
Desvantagens
Fragilidade
Contração de cocção
Maior custo
Preparo mais crítico
Contra Indicações
Atividade Parafuncional;
Preparo inadequado do dente;
Espessura insuficiente de porcelana na face palatina <0,8mm;		
Coroas clínicas pequenas
 Oclusão topo a topo	
Antagonistas ocluindo no terço cervical
	
Quantidade de desgastes
(sistemas com infra-estrutura)
Paredes axiais: 1,2mm 
Redução incisal/oclusal: 2,0mm
Termino do preparo vestibular e lingual: 1,0mm
Termino do preparo proximal: 0,6 a 1,0mm
Termino Cervicais:
Junta topo a topo
Ombro arredondado
Chanfro profundo
Exemplos de utilização
Sistemas cerâmicos infiltrados por vidro
É um sistema baseado na confecção de uma infra-estrutura em alumina porosa, que posteriormente é infiltrada por vidro. Uma cerâmica feldspática compatível termicamente é aplicada pela técnica da estratificação para terminar a restauraçãoÉ um sistema baseado na confecção de uma infra-estrutura em alumina porosa, que posteriormente é infiltrada por vidro. Uma cerâmica feldspática compatível termicamente é aplicada pela técnica da estratificação para terminar a restauração.
In-Ceram Alumina
Cerâmica com alta concentração de óxidos de alumínio (70 a 85%) que se sinteriza mediante a uma agregação de grânulos muito compactos e em seguida, é infiltrada com vidro.
Propriedades
Resistência flexual do coping esta acima de 450 a 600 Mpa;
Baixa translucidez- devido a concentração elevada de óxido de alumínio
Indicações: coroas unitárias anteriores e posteriores/ ponte fixa anterior de até 3 elementos
Ceramicas hidrotérmicas de baixa fusão
DUCERAM-LFC, DUCERAGOLD, SYMBIOceram
Ducera/Degussa Dental
Propriedades:
DUCERAM-LFC, DUCERAGOLD, SYMBIOceram
Cerâmica hidrotérmica  Ultra-Baixo ponto de fusão	650°C a 850°C	
As baixas temperaturas preservam a microestrutura da	cerâmica;
Resistência à flexão – semelhante a porcelana feldspática convencional		
O que é cerâmica Hidrotérmica?
Base cerâmica - •  Quartzo e Feldspato 
Introdução de íons OH na estrutura molecular da cerâmica através de choque térmico em uma solução especial, sob calor e vapor.
Indicações:
DUCERAM LFC®Dentsply: Facetas, Inlays, Onlays
DUCERAGOLD®Dentsply,SYMBIOCERAM®Degudent: Coroas anteriores sobre liga nobre
Necessidade de Cerâmica de alta translucidez;
Necessidade de opalescência pronunciada.
Vantagens
Excelente adaptação marginal
Uso de modelo-mestre de gesso
Não requer nenhum equipamento especial
Permite modificações com queimas repetidas
Resistência a abrasão é semelhante (mais próxima) ao esmalte dental
Excelentes qualidades visuais, incluindo melhor reprodução da opalescência dos dentes naturais
Sistemas Cerâmicos Prensados
		
São obtidos pela técnica da cera perdida, onde a cerâmica é fornecida na forma de pastilhas, que é aquecida e prensada no interior de um molde sob pressão. Exemplos: Empress 1 e 2 (Ivoclar), OPC e OPC 3G (Jeneric/Pentron), Vision Esthetic (Wohlwend), VitaPress (Vita), Finesse (Dentsply/Ceramco), Cergogold (Degudent
IPS EMPRESS Ivoclar, 1983
IPS EMPRESS 2 Ivoclar, 1999
 É uma cerâmica vítrea, termo-injetável reforçada por cristais de leucita 40-50% (IPS Empress) ou reforçada com dissilicato de lítio 60-65% (IPS Empress 2). 
IPS EMPRESS 2
Coping	 a base de dissilicato de	lítio.
Ceramicade cobertura a base de flour apatita
Abrasão próxima ao esmalte
Resistência
Indicações:
Facetas, inlays e onlays
Coroas anteriores e posteriores
Ponte fixa de 3 elementos para região anterior ao 2ºpré
Propriedades:
Resistencia flexural é de 97 a 180 Mpa(1) e de 300 a 400 Mpa(2)
Resistência a abrasão e semelhante ao esmalte dental
Translucidez semelhante ao dente natural
Vantagens
Excepcional estética 
Alta resistência 
Excelente adaptação marginal 
Ausência de um núcleo opaco ou metálico 
Leva menor tempo para sua fabricação em relação a outros sistemas cerâmico
Desvantagens
Tendências de fratura em dentes posteriores 
Necessidade de equipamento especializado e caro 
Contra indicado para pontes fixas de dentes posteriores
Sistemas Cerâmicos Fresados
Permite confecção de subestrutura através da fresagem de blocos cerâmicos confeccionados industrialmente, com o auxílio de um torno de alta precisão ou após a captura da imagem em boca ou do troquel, através de sistema CAD-CAM.
Indicações:
Inlays, onlays 
Elementos unitários anteriores e posteriores e sobre implantes 
Prótese parcial fixa
Cerec III (Sirona)
Escaneamento intra oral
Bom isolamento
Correto afastamento dos tecidos
Pó de dióxido de titânio (40 um) para padronizar a reflexão da imagem;
Técnica extremamente critica
Sistemas disponíveis em CAD-CAM
PROCERA (NOBEL BIOCARE) 
CERCON (DENTSPLY) 
 LAVA ( 3M ESPE) 
KATANA (NORITAKE)
VIPI BLOCK (VIPI)
Procera (alumina)
Estrutura feita de óxido de alumínio extremamente compacto, puro (99,85%) sinterizado a 2000°C, massa uniforme (não ocorre a formação de núcleos ou matriz vítrea). Resistência flexural de 640 MPa.
Procera (zircônia)
Estrutura feita de óxido de zircônia (95%) e (5%) de óxido de ítrio, sinterizados . Resistência flexural de 1200 MPa.
A partir da imagem a Unidade de Produção, produz dois troquéis 23% maior que o original
Cimentação
Cerâmicas acido sensíveis ou não
Fosfato de zinco
Cimento de ionômero de vidro
Cimento resinoso
Ceramicas acido sensíveis permitem cimentação adesiva
Ceramicas ácido sensíveis: Felspaticas (ácido 60s+ lavagem 30s) e dissilicato de lítio(ácido 20s+lavagem 30s)
Tratamento de superfície 
Ácido Hidrofluorídrico - 9,5% Porcelain Etch, Ultradent
Agente silano, evaporação
Adesivo, duas camadas finas, fotoativação 10 segundos
Opção 2
Cerâmicas a base de Alumina ou Zircônia
•  CIMENTOS RESINOSOS CONTENDO MONÔMEROS ADESIVOS FOSFATADOS. • Capazes de se aderir a óxidos metálicos • Ex. - 10-MDP (10- metacriloxidecil dihidrogênio fosfato) • PANAVIA F® - Kuraray
Procera AllCeram e AllZircon
Tratamento de superfície
O Procera AllCeram e AllZircon permitem a cimentação com fosfato de zinco e cimento de ionômero de vidro, sendo o único material cerâmico totalmente aprovado para utilização com o agente cimentante ReliX Luting (cimento de ionômero de vidro modificado com resina).
Os métodos de produção Procera proporcionam uma interface uniforme, permitindo o controle do espaço entre a restauração e o preparo e uma conformidade com a adaptação marginal. As próteses Procera têm adaptação passiva, ou seja, nenhuma área da superfície interna entra em contato com a superfície do dente. Sempre existirá um espaço uniforme de 50 a 60 µm e adaptação marginal de no máximo 10 µm, para permitir um espaço suficiente à camada de cimento. Assim, durante a prova e o ajuste, recomenda-se que a prótese seja estabilizada com um meio de assentamento, tal como gel de clorexidina, alginato ou graxa siliconizada.
A CIMENTAÇÃO PROVISÓRIA DESTES SISTEMAS NÃO É RECOMENDADA
Retentores intra radiculares
Objetivos básicos:
Sustentação
Reforço
Pré requisito básico: Dente tratado endodonticamente
Bom selamento apical
Nenhuma sensibilidade a percussão
Ausência de exsudato
Ausência de fistula
Ausência de periapicopatia ativa
Tipos:
Pino intra canal
Nucleo
Núcleo
Em coroas com certo grau de destruição como: cáries, acessos endodônticos extensos e restaurações extensas.
Podem ser: intra radiculares ou de preenchimento
Vai depender do grau de destruição da coroa e da vitalidade pulpar
Dentes Polpados
A estrutura coronal remanescente após o preparo do dente deve envolver o término cervical e metade da estrutura dental, podendo ser confeccionado núcleo de preenchimento;
Dentes despolpados
necessita de retentores intra-radiculares
Núcleos intra-radiculares
Nos casos de grande destruição dentária, nos quais o remanescente coronário não é suficiente para prover resistência estrutural ao material de preenchimento, indica-se o uso de núcleos intra-radiculares
Exame clínico para retentores intra-radiculares:
Configuração do canal
Localização do dente no arco
Quantidade de tecido dental remanescente
Condição da raiz remanescente
Tipo de restauração/coroa
Oclusao
Função do dente
Núcleo metálico fundido
Tipos de ligas metálicas:
Ni-Cr
Cu-Al
Pd-Ag
Ni-Cr
Alta dureza
Ótima adaptação
Baixa corrosão
Difícil de ajustar
Custo intermediário
Cu-Al
Baixa dureza
Adaptação satisfatória
Alta corrosão
Fácil de ajustar
Baixo custo
Pd-Ag
Dureza intermediaria
Ótima adaptação
Mínima corrosão
Fácil de ajustar
Maior custo
Fatores que interferem na retenção
Comprimento do pino(se adequado, melhor distribuição das forças e longevidade da prótese. Se muito curtos, muito estresse e fratura)
Inclinação das paredes do conduto
Diamentro do pino
Características superficiais do pino intra-radicular
Sequência do preparo do remanescente dental para confecção do núcleo intra-radicular
Preparo do remanescente coronário: depende o tipo de prótese;
Remoção do material obturador e preparo do conduto: utilização de brocas largo e remoção de até 4mm antes do término da obturação;
Confecção do núcleo metálico fundido
Técnica direta
Técnica indireta
Núcleos em dentes multiradiculares
Câmara pulpar profunda
Raízes paralelas
Raízes divergentes que podem ser transformadas em paralelas
Núcleo Bipartido/bipartido com enxaixe/núcleo transpassado/ nicleo de preenchimento/: para raízes divergentes, faz uma canaleta e uma parte por vez.
Dentes com paredes dentinárias cervicais finas: tem necessidade de reforço com resina composta ou ionômero de vidro;
Cimentação: fosfato de zinco
Retentores intra-radiculares com pinos pré-fabricados
Características ideais:
Biocompatibilidade
Baixa transmissão de tensões;
Resistente a corrosão
Esterica
Boa relação custo benefício
Preparo do conduto em pinos pré fabricados
Diâmetro do pino: somente a largura do canal
Comprimento do pino: mesmas que NMF
Pinos pré- fabricados
Técnica
direta (pinos+núcleo de preenchimento)
indireta(núcleo cerâmico)
Forma(cilíndrico, cônico, serrilhado, liso)
Material( metálicos, fibra de vidro, fibra de carbono e zircônia)
Moldagem em Protése Fixa
Conjunto de operações clínicas com o objetivo de se conseguir a reprodução em negativo dos preparos dentais e regiões adjacentes, usando materiais e técnicas adequadas
Elastomeros
Dividido de acordo com a viscosidade: 
 leve ou fluido
 Regular
 pesado
 extra denso ou putty
fatores para execução de uma boa moldagem
Extensão do preparo( + nível gengival + fácil de moldar)
 Término cervical(deve ser liso, nítido e polido)
 Coroas provisórias corretas:
Sobrextensão: empurra a gengiva para cima
Recobrimento:preparo recoberto por gengiva
Controle do campo operatório
Meios mecânicos:
Roletes de algodão
Sugadores de alta potência
Meios químicos
Brometo de metantelina (Banthine – 50mg
 brometo de protantelina (Pro-Banthine – 15mg)
 hipocloreto de clonidina ( Catapres)
Posologia: 1 comprimido 1 hora antes do procedimento
Contra indicações:
Glaucoma
 Asma
 Doença obstrutiva do sistema digestivo 
 Problemas renais
 Insuficência cardíaca 
 Lactantes
Controle dos Tecidos Gengivais
Afastamentogengival com o intuito de facilitar a moldagem do término cervical em preparos intra-sulculares
Métodos de afastamento gengival
Afastamento mecânico
Afastamento químico-mecânico
Afastamento eletrocirúrgico
Afastamento mecânico
Moldeira individual em resina acrílica estendida no interior do sulco gengival= casquete de moldagem
VANTAGENS
 Menores danos teciduais
 Menor desconforto pós-operatório
 Menor recessão gengival
DESVANTAGEM
 não controla sangramento e exudato 
Afastamento Químico- Mecânico
Afastamento mecânico: fio intra sulcular
Afastemento químico: substancias químicas retratoras
Técnica do fio Retrator
Substancias Químicas:
Vaso-constritoras 
Adstringentes (Hemostáticos) 
Substancias vaso constritoras:
Epinefrina
soluções de 0,1 a 8% de 0,2 a 0,5mg/polegada de fio
 quantidades exageradas: taquicardia, aumento da PA, aumento da respiração, nervosismo, dor de cabeça 
 produtos comerciais: Gingi-PaK, Orostat, Racord
Substancias Adstringentes
Vantagens
Podem ser usados em tecidos ulcerados
Melhor hemostáticos
Não causam problemas sistêmicos 
Desvantagens
Podem deixar resíduos presos ao dente
Não afasta tão bem como a epinefrina
Cloreto de alumínio – Hemodent
Sulfato de alumínio*
Cloreto Férrico*
*interferem na polimerização do silicone de adição
Técnica de Inserção do fio
Levemente na entrada do sulco gengical, deixa 4 minutos e retira, a gengiva fica afastada e volta lentamente.
Técnica do fio único:
Um fio único na circunferência do dente
Técnica do duplo seletivo: Facilidade de sangramento de parte da gengiva marginal um fio na área inflamada e depois outro no resto.
Técnica do duplo fio: risco de sangramento em toda a extensão do sulco, um fio sem transpassar fino, e depois um fio mais grosso deixa de 3-4 minutos e tira o fio grosso, molda,
Afastamento eletrocirurgico
Bisturi elétrico
É uma técnica que exige muita habilidade e domínio extremo do profissional sobre o instrumento
Indicações:
Remoção de hiperplasias
Remoção de tecido de granulação
Linha de terminação muito próxima do epitélio juncional
Áreas não-estéticas
Pode causar danos irreversíveis a saúde gengival
Vantagens:
Controle de exudato
Controle do sangramento
Cuidados
Uso muito profundo pode causar necrose óssea pelo aumento exarcebado da temperatura
Técnicas de moldadem
Com fio retrator
Sem fio retrator
Com fio retrator
Técnica do reembasamento: 
1ªmoldagem silicone de adição e 2ªreembasamento
fio retrator no sulco
Agurada de 3-4 min e retira
Injeta levemente
Vaza após 2 horas
Técnica da dupla mistura
Para pequenas áreas
Manipula o pesado e coloca o leve, os dois ao mesmo tempo, empurrando para áreas que não alcança
Auxiliar manipula o pesado e o operador o outro e tira os fios
Menor possibilidade de bolhas 
Sem fio retrator
Casquetes individuais 
Casquete de resina acrílica com alívio interno e reembasado na região cervical, que promove afastamento gengival por ação mecânica imediata sem ação de meios físicos (fios) ou químicos (vasoconstritores)
OBTENÇÃO DOS CASQUETES INDIVIDUAIS
moldagem com alginato do preparo 
 obtenção de modelo de gesso
 delimitação com grafite entre a junção do término cervical e as paredes axiais do preparo
 alívio com cera (0,5 mm) acima da linha
 isola-se com vaselina ou isolante de resina
 aplicação da resina acrílica - Técnica do Pincel
 remoção dos excessos após a polimerização da resina acrílica
 identificar a face vestibular do casquete
Fatores de execução para uma boa moldagem:
Extensão do preparo: quanto mais subgengival mais difícil
Término cervical: melhor se nítido, liso e polido
Modelo de trabalho e troquelamento
Provas 
Núcleos estojados: 
Porque em casos de coroa curta em dentes posteriores está bem indicado a coroa total metálica?
Pois é a que precisa menor redução oclusal no preparo (1 a 1,5mm)
Qual o principal problema de usar núcleo metálico fundido em cobre- alumínio em regiões estéticas? Alta corrosão 
Após a confecção de uma coroa provisória confeccionada pela técnica de escultura negativa, além das margens estarem bem adaptadas no termino cervical, devemos ajustar a oclusão e verificar a existência de ponto de contato Inter proximal. Entretanto, antes de cimentar essa coroa devemos realizar o polimento.
Qual a profundidade ideal de desgaste na qual a formação de dentina se dá de forma mais rápida? 2mm entre dentina e polpa, formará dentina terciária
O uso de bisturi elétrico em afastamento gengival deve ser utilizado com cautela. Quais suas indicações no que se refere a afastamento gengival e quais áreas indicam seu uso? Linha de terminação muito próxima do epitélio juncional, Remoção de hiperplasias, Remoção de tecido de granulação e Áreas não-estéticas.
As coroas provisórias devem ter o perfil de emergência independente da técnica a ser utilizada para sua confecção.
Critérios a serem observados nas coroas provisórias antes da confecção das coroas definitivas: Definição da cor, contorno, avaliar saúde dento gengival, retenção do preparo, relação oclusal, higiene do paciente. 
Situação que está indicada a terminação marginal junta topo a topo para confecção de coroas metalocerâmicas? Cerâmicas injetadas sobre o metal (Ombro ou degrau (chanfro grosso ou profundo para metal free))
Preparo para canino em coroa metaloceramica para sulcos de orientações, qual ponta diamantada preconizada para fazer a planificação das paredes axiais e qual a conicidade que ela confere a cada parede? Broca tronco cônica, conferindo a cada parede 3°, somando as duas paredes 6°.
Cerâmicas ácido sensíveis, permitindo sua cimentação por cimentos adesivos: Leucita, Feldspatos e Dissilicato de lítio.
A substituição das características internas dos preparos dentário através da confecção de canaletas, sulcos e orifícios deixam o preparo mais retentivo, pois aumentam a área de superfície de preparo, diminuindo a trajetória de inserção e remoção. Aumentando a área de retenção do preparo, diminui a trajetória de inserção e remoção.
Um dos princípios que regem os preparos dentários é o do comprimento do preparo que diz que o comprimento deve ser suficiente para interceptar o arco descrito pela restauração quando esta gira sobre um ponto situado na margem oposta. Quando isto se confirma, forma-se uma área que ajuda na retenção, chamada de área de travamento.
As infraestruturas fresadas compostas por zircônia são obtidas a partir de blocos cerâmicos pré sinterizados e alcançam resistência mecânica próxima de 1200Mpa
Podemos confeccionar uma infraestrutura fresada através de um sistema CAD/Cam realizando o escaneamento do modelo de trabalho troquelado e delimitado.
Sistemas cerâmicos fresado por CAD/CAM, no caso de uma coroa metal -free em zircônia confeccionada pelo sistema E-Max (ivoclar- Vivadent) qual o componente do sistema será utilizado para confeccionar a infraestrutura (E-max Zircad) e a cerâmica utilizada para cobertura (E-max Ceram).
Os feldspatos naturais que dão origem as porcelanas odontológicas são o de potássio e do de sódio. A formula química do potássio é (K2OAl2O36SiO4) e quando submetido a processamento por alta temperatura dá origem a uma matriz de vidro e uma ou duas fases cristalinas. Qual o componente da fórmula da origem a matriz vítrea? Óxido de Silício Como se chama a fase cristalina Leucita.
Para um dente anterior que está indicado um NMF e coroa unitária e que necessita de aumento de coroa clínica, devem ser considerados: fazer a cirurgia depois do núcleo e aguardar de 60 a 90 dias para fazer a moldagem.
Sob o ponto de vista da proteção do complexo dentinho polpa, a melhor situação para realizar um preparo protético é em dente restaurado, pois este já sofreu uma agressão, fazendo com que tenha se formado dentina terciária, reduzindo as dimensões da polpa.
Características ideais dos pinos pré-fabricados que são vantajosas compassadas com os NMF: baixo custo, biocompatibilidadee estética.
NMF confeccionado a partir do metal Cu-Al tem a desvantagem de sofrer corrosão pelos líquidos que passam pelos túbulos dentanários expostos na raiz. Fazendo com que o pino fique escurecido e transpareça pela coroa do elemento.
Após o preparo do dente e confecção da coroa provisória, planejou- se fazer a moldagem na sessão seguinte, o tecido gengival esteja sadio. A melhor técnica para o caso é a moldagem com casquetes, pois vai promover um afastamento necessário sem lesar os tecidos. O material usado é o polissulfeto, com consistência intermediaria, colocando-o no casquete e molda o dente. Espera tomar presa e deixa no preparo, e depois molda com alginato, removendo tudo junto.
Coroa metalocerâmica: espessura do coping na região de terço médio vestibular: 0,3 a 0,5mm. Angulos internos arredondados (para melhor distribuição das forças e evitar trincas e fraturas) e ângulos externos vivos em 90ºantes de receber a cerâmica de cobertura, para que a cerâmica se adapte ao coping e transformar as forças de tensão em forças de compressão.
Um material sofre deformação elástica até o seu ponto de fusão, e deformação plástica após ter atingido seu ponto de fusão. É possível prever essa deformação a partir do modulo de elasticidade, onde a deformação vai ser linear até atingir o seu limite de proporcionalidade.
AS cerâmicas odontológicas são um material de natureza vítrea, constituídos de partículas cristalinas, distribuídas numa proporção de matriz. Este material apresenta um arranjo estrutural indefinido e é composto por duas fases: a fase vítrea (responsável pelas propriedades ópticas) e a fase cristalina (responsável pela resistência do material)
Técnica ideal para confecção de provisórios em dentes anteriores: técnica direta: ocagem de dentes de estoque
Porque devemos fazer um desgaste compensatório na cúspide de contenção Centrica em um preparo para coroa total metálica? Área pode ficar delgada demais, ocorrer perfuração da coroa, sobrecontorno e problemas de oclusão, diminui a retenção pois destruirá uma quantidade excessiva do dente.
Liga para coroa total metálica: Paládio- Prata: o paládio aumenta a resistência a corrosão e impede o manchamento pela prata, que é suscetível a corrosão, tem alta resistência mecânica, alta dureza.
O eixo de inserção de uma PPF é um dos princípios que regem a retenção dos preparos, ao analisarmos na dimensão mésio-distal, o eixo de inserção deve ser paralelo aos dentes adjacentes.
Proteção do complexo dentinho pulpar, em dentes vitais, os desinfetantes que devem ser evitados para limpeza do preparo: álcool, éter, acetona e peróxido de hidrogênio.
Para realizar a cimentação de coroas provisórias, em dentes vitais devemos usar: cimento de óxido de zinco e cimento de hidróxido de cálcio
Técnica de fio duplo seletivo: quando tiver facilidade de sangramento da gengiva marginal
Núcleos de preenchimento podem ser confeccionados de: fibra de vidro, zircônia
Contraindicações para medicamentos que inibem a salivação: lactantes, glaucoma, insuficiência renal e cardíaca.
O material e sua função na cerâmica:
K2O: resistência ao escoamento em alta temperatura
Al2O3: aumento da resistência mecânica
SiO2: formação da matriz vítrea.
Na2O: Diminuição da temperatura de fusão.
Sequencia confecção coroa metalocerâmica:
Obtenção do padrão de cera
Fundição do coping
Desgaseificação
Aplicação e queima do opaco
Mistura
Condensação
Pré sinterização
Sinterização
Resfriamento
Glaseamento
Uma coroa metaloceramica se caracteriza pela combinação de um material cerâmico e uma liga metálica que é utilizada como infraestrutura, tendo como função dar suporte e melhorar a resistência mecânica do conjunto. Podemos confeccionar a infraestrutura (coping) através de três métodos: Fresagem, Prensagem e Fundição.
Uma coroa metaloceramica obtida através da técnica de injeção sobre o metal, é confeccionada para evita a presença de metal no termino cervical, usado então o Chanfro profundo
Materiais utilizados como cobertura para coroa metal free- flúor-apatita e dissilicato de lítio.
Os sistemas cerâmicos fresados utilizam a tecnologia CAD/Cam para confeccionar o coping a partir de um modelo de trabalho troquelado. Este, é planejado 23% maior que o original. Como é obtida a imagem do troquel? É escaneado pelo programa. O processo de sinterização fará com que o coping sofra a contração desejada para se adaptar ao modelo.
Desvantagens das substancias adstringentes: podem deixar resíduos presos ao dente e não afasta tão bem quanto a epinefrina
Materiais cerâmicos utilizados para confecção de infraestrutura: Zircônia; Alumina
Profundidade ideal para formação de dentina mais rápida: 2mm da polpa
A infraestrutura metálica de uma coroa metalocerâmica é responsável por suportar a porcelana e conferir a ela a resistência necessária para receber cargas oclusais geradas pela mastigação. Para isso o coping na região de 1/3 médio vestibular deve ter a espessura de 0,3-0,5mm.
Indicação coroa total metálica é quando o dente posterior apresenta coroa curta.
Coroa metal free confeccionada em zircônia com o sistema E-Max (ivoclar-Vivadente), será utilizada para infraestrutura IPS Max Zircad e para cobertura o IP Max Ceram.
A resistência a flexão dos diferentes tipos de restaurações cerâmicas varia de acordo com a composição química da material cerâmica utilizada. Baseado nosso a resistência a flexão: In Ceram Alumina (650 mPa), IPS Empress II (400mPa), Procera Zircônia (1200 Mpa)
Pinos pré-fabricados podem ser: metálico (para dentes friáveis com pouco remanescente dental), fibra de vidro, fibra de carbono e zircônio.
A técnica de ocagem de dentes de estoque associada a um pino do tipo cabo de guarda-chuva é bem indicada no atendimento emergencial de uma incisivo central tratado endodonticamente e fraturado em seu terço cervical.
Formas de fazer o glaseamento: Auto glase (volta ao forno temperatura inferior ao ponto de fusão, derrete a superfície), polimento de superfície (borrachas), overglase (aplicação vidros incolores ou corantes)

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