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Histologia - Embriologia veterinaria

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UNIVERSIDADE VILA VELHA - UVV
CAROLINA PERIN MOTTA
EDER LACERDA DE BARROS
POLLYANNA VAZ DE AMORIM
ROBERTO ROMEU DE SOUZA
RODOLFO FIRME CARLETTO
EMBRIOLOGIA
 
VILA VELHA/ES
2014
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CAROLINA PERIN MOTTA
EDER LACERDA DE BARROS
POLLYANNA VAZ DE AMORIM
ROBERTO ROMEU DE SOUZA
RODOLFO FIRME CARLETTO
EMBRIOLOGIA
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VILA VELHA/ES
2014
“Temos o direito a ser iguais quando a nossa diferença nos inferioriza; e temos o direito a ser diferentes quando a nossa igualdade nos descaracteriza. Daí a necessidade de uma igualdade que reconheça as diferenças e de uma diferença que não produza, alimente ou reproduza desigualdades.”
Boaventura
SUMÁRIO
Conteúdo
61 INTRODUÇÃO	�
82 OBJETIVO	�
93 DESENVOLVIMENTO	�
93.1- FERTILIZAÇÃO:	�
93.1.1- TRANSPORTE DO ESPERMATOZÓIDE NO TRATO GENITAL FEMININO:	�
113.1.2- CAPACITAÇÃO:	�
123.1.3- INTERAÇÕES ENTRE OS ESPERMATOZÓIDES E A ZONA PELÚCIDA:	�
123.1.4- ADESÃO DOS ESPERMATOZOIDES À ZONA PELÚCIDA:	�
133.1.5- REAÇÃO ACROSSOMAL:	�
143.1.6- ADESÃO E FUSÃO DE ESPERMATOZOIDE E OVÓCITO:	�
143.1.7- ATIVAÇÃO OVOCITÁRIA:	�
143.1.8- BLOQUEIO À FERTILIZAÇÃO POLISPÉRMICA:	�
153.1.9- RETOMADA DA MEIOSE E FORMAÇÃO DO PRONÚCLEO:	�
164 CLIVAGEM EMBRIONÁRIA E BLASTULAÇÃO	�
164.1- CLIVAGENS E ATIVAÇÃO DO GENOMA:	�
174.2- COMPACTAÇÃO:	�
174.3- BLASTULAÇÃO:	�
184.4- ALONGAMENTO DO BLASTOCISTO:	�
185 GASTRULAÇÃO, DOBRAMENTOS EMBRIONÁRIO E FORMAÇÃO DO CELOMA:	�
195.1- DESENVOLVIMENTOS DO ÂMNIO:	�
195.2- FASES INICIAIS DA GASTRULAÇÃO:	�
205.3- FORMAÇÃO INICIAL DO MESODERMA E ENDODERMA:	�
215.4- O ECTODERMA E SEUS DERIVADOS INICIAIS:	�
215.5- NEUROCTODERMA:	�
225.6- ECTODERMA SUPERFICIAL:	�
225.7- O MESODERMA E SEUS DERIVADOS INICIAIS:	�
235.8- MESODERMA PARAXIAL:	�
235.9- MESODERMA INTERMEDIARIA:	�
245.10- MESODERMA LATERAL E DOBRAMENTO EMBRIONÁRIO:	�
245.11- FORMAÇÃO DO SANGUE E VASOS SANGUÍNEOS:	�
245.12- O ENDODERMA E SEUS DERIVADOS INICIAIS:	�
255.13- FORMAÇÃO DO ALANTÓIDE:	�
265.14- AS CÉLULAS GERMINATIVAS PRIMORDIAIS:	�
266 NEURULAÇÃO	�
266.1- FORMAÇÃO DO TUBO NEURAL: NEURULAÇÃO PRIMÁRIA E SECUNDÁRIA:	�
276.2- DOBRAMENTO DA PLACA NEURAL E APOSIÇÃO DAS PREGAS NEURAIS:	�
286.3- FUSÃO DAS PREGAS NEURAIS:	�
286.4- APOPTOSE DURANTE A REURULAÇÃO:	�
296.5- FORMAÇÃO DA CRISTA NEURAL:	�
296.6- MIGRAÇÃO DE CELULAS DA CRISTA NEURAL:	�
306.7- CRISTA NEURAL ANTERIOR:	�
306.8- CRISTA NEURAL CIRCUNFARINGEANA:	�
316.9- CRISTA NEURAL DO TRONCO:	�
326.10- ORIGENS FILOGENETICAS DA CRISTA NEURAL:	�
339 CONCLUSÃO	�
3410 REFERÊNCIAS	�
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1 INTRODUÇÃO
A fertilização consiste no processo pelo qual o espermatozoide, gameta masculino, se une ao ovócito, gameta feminino, para formação de um novo indivíduo. Esse processo costuma ocorrer logo após a cópula, variando o período dependendo da espécie. O transporte do espermatozoide até o local da fertilização no trato genital feminino se dá através da cópula, com o auxílio de componentes genitais feminino e masculino. O pênis, órgão copulador masculino, no momento da cópula, ejacula o sêmen no interior do trato genital feminino, e a partir daí os espermatozoides percorrem o caminho até encontrarem o óvulo. A adesão do espermatozoide à zona pelúcida ocorre por meio de interação fraca e não específica entre os gametas, e parece ser ao acaso. Ela é seguida por uma ligação relativamente firme, que é específica à espécie e é mediada por receptores espermáticos na zona pelúcida e na superfície do espermatozoide. Após a ligação com o ovócito o espermatozoide sofre a reação acrossomal, que resulta na liberação de enzimas hidrolíticas pelo acrossomo da cabeça do espermatozoide, fazendo com que ele penetre na matriz da zona pelúcida por digestão enzimática das glicoproteínas dessa zona e a partir da propulsão vigorosa de sua cauda. Após a fertilização, a meiose é concluída, a ciclicidade celular retorna ao padrão mitótico. O genoma embrionário único é estabelecido por meio da mistura dos cromossomos paternos e maternos com a dissolução dos dois pronúcleos. Este evento provê ao zigoto a genética completa para o desenvolvimento embrionário. Assim, quando o zigoto cliva em um embrião de duas células na primeira mitose, cada uma das células, denominadas blastômeros, contém uma cópia completa do genoma embrionário. O embrião ainda é, e continuará sendo, circundado pela zona pelúcida por alguns dias. Uma série de divisões mitóticas continuam a correr. A blastulação é provocada principalmente pelo controle do trofectoderma sobre o transporte de fluidos para a cavidade. Ao final, os blastômeros internos posicionam-se em um polo do embrião formando a massa celular interna. Blastulação è formada por células de massa celular interna trofoectoderma, epiblasto e hipoblasto. O hipoblasto e o trofoectoderma são linhagens extraembrionárias que participarão da formação da membrana fetal. O epiblato incluirão todas as linhagem celulares isso ocorre pela formação de três camadas germinativas ectoderma, mesoderma e endoderma tendo em destaque o endoderma que é o intestino primitivo formação da qual se dar o nome para o processo de formação de camadas germinativas a gastrulação também estabelece uma linhagem germinativa, na forma de células germinativas primordiais. A neurulação é um evento essencial da embriologia, pois nela ocorre a formação do tubo neural para posteriormente ser formado o sistema nervoso central, incluindo o cérebro e a medula espinhal, sendo um sistema de órgãos que inicia primeiramente o seu desenvolvimento funcionalmente, porém ele é ultrapassado pelo sistema vascular que é o primeiro sistema de órgãos que começa a desempenhar sua função. A placa neural que sofre dobramentos na neurulação primária ocorre em três sítios principais: O ponto de articulação mediano (MHP) em cima da notocorda, e os pontos de articulação dorsolaterais pareados (DLHP) nos pontos de junção do ectoderma superficial a porção externa de cada prega neural. A partir disso, o ponto de articulação mediano vai ser induzido por sinais de notocorda que é o único sitio de dobramento neural na placa neural espinhal superior. 
2 OBJETIVO
Esclarecer algumas etapas do desenvolvimento embrionário;
Discursar sobre a fecundação em animais domésticos.
Discursar sobre o transporte de espermatozoides no trato genital feminino;
Discursar sobre a ativação ovocitária;
Esclarecer sobre a clivagem embrionária;
Demonstrar o que é um blastulação;
Demonstrar um glastulação;
Discursar sobre um dobramento embrionário;
Discursar sobre a formação de um celoma;
Demonstrar uma neurulação;
3 DESENVOLVIMENTO
3.1- FERTILIZAÇÃO:
A fertilização consiste no processo pelo qual o espermatozoide, gameta masculino, se une ao ovócito, gameta feminino, para formação de um novo indivíduo. Esse processo costuma ocorrer logo após a cópula, variando o período dependendo da espécie.
O aparelho reprodutor feminino dos animais possui dois ovários, duas tubas uterinas, um útero, uma cérvix, uma vagina e uma vulva. A fertilização ocorre mais precisamente na área conhecida como ampola, na tuba uterina. Trata-se de uma região mais dilatada dessa porção. 
O ovo do mamífero é formado por um complexo de três componentes distintos: o ovócito, a zona pelúcida, e as células do cumulus. Essas últimas consistem em várias camadas de células do cumulus oophorus inseridas na matriz extracelular, composta principalmente de ácido hialurônico. É comum considerar a zona pelúcida e o ovócito como estrutura única, conhecida como complexo cumulus-ovócito (COC).
3.1.1- TRANSPORTE DO ESPERMATOZÓIDE NO TRATO GENITAL FEMININO:
O transporte do espermatozoide até o local da fertilização no trato genital feminino se dá através da cópula, com o auxílio de componentes genitais feminino e masculino. O pênis, órgão copulador masculino, no momento da