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UROGINECOLOGIA 
Manobra de valsalva a bexiga pode ate chegar o introito vaginal 
Grau 1 
Grau 2 
Grau 3 
Trato urinário superior: rins e utreteres 
Trato urinário inferior: bexiga e uretra 
Principais sintomas do trato urinário inferior são causadas por: distúrbios do SNC, da função d 
musculo Detrusor(m.liso) ou anormalidades estruturais, os principais são: 
FASE DE ENCHIMENTO 
• Aumento da frequência incontinência 
• Nocturia Enurese (falta controle micção, ao dormi) 
• Urgencia dor vesical 
FASE ESVAZIAMENTO 
• hesitação 
• esforço para urinar 
• diminuiçãodo jato 
• disúria 
• sensação de esvaziamento incompleto 
• gotejamento terminal 
DIAGNOSTICO 
• ANAMNESE 
• EXAME FISICO 
 Urina 1 e urocultura 
 Avaliação urodinamica 
Evaliação urodinamica: 
• AVALIAR AS RELAÇOES ENTRE AS PRESSOES OBDOMINAL, VESICAL E URETRAL, NAS FASES 
DE ENCHIMENTO E ESFAZIAMENTO VESICAL 
• VARIOS PARAMETROS SÃO ANALISADOS, MAS O PRINCIPAL É A PRESSAO DE PERDA AO 
ESFORÇO (PPE) 
• PPE < 60: insuficiência esficteriana 
• PPE> 60: hipermobilidade uretral 
AVALIAÇÃO URODINAMICA 
Indicações 
• Falha no tratamento clinico 
• No pre operatório de cirurgias anti-incontinecias 
• Recidiva pos operatória 
• Suspeita de dificuldade miccional 
• Causas neurológicas de disfunção miccional 
INCONTINENCIA URINARIA: 
É perda involuntária de urina, clinicamente demonstrável. Ocorre quando a pressão vesical, 
excede a pressão uretral, na ausência de contração do M.DETRUSOR. Pode ser classificada como 
por esforço, bexiga hiperativa ou mista 
BEXIGA HIPERATIVA 
• Causada por contrações inadequadas do M detrusor, durante a fase de enchimento do 
ciclo miccional neurogênica ou idiopática 
• Sintoma mais comum é o aumento da frequência miccional pela urgência: na ausência de 
infecção 
• Sintomas semelhantes podem advir por uso de algumas medicações, diabetes, icc, 
hipotireoidismo 
• Anamnese: sintomas como frequência, urge-incontinencia, nocturia, após esforços??? 
Cirurgias e uso de medicamento? Incontinenciia fecal? 
EXAME FISICO: avaliação neurológica, como reflexos, tônus e sensibilidade. Distopias genitais 
Exame complementares: urina 1 e urocultura. Urodinamico é o diagnostico definitivo 
TRATAMENTO: Essencialmente clinico, visa amenizar os sintomas e melhorar a qualidade de vida, 
pois não há cura. Ter adequada ingesta hídrica, evitar álcool, cafeína, frutas cítricas, pimenta, 
adoçantes artificiais. Se houber nocturia, evitar ingerir líquidos 4 hr antes de dormi. Fisioterapia e 
eletroestimulação 50% somente de melhora 
TRATAMENTO FARMACOLOGICO: 
• Oxibuinina: umas das drogas mais usadas para tratamento da hiperatividade de detrusor. 
Tem ação anestésicas, anticolinérgica e antiespasmódicos. Devido a grande afinidade pelas 
patoridas, causa secura na boca, o que provoca secura 
• Darifenacina: melhora os sintomas em duas semanas, com poucos efeitos colaterais 
porem com preços elevados. 
• Tártaro de tolterodina: possui afinidade pela bexiga duas vezes mais que a oxibuiina, e 
oito vezes menos pela parotida, com isso o efeito da boca seca é menor. Melhora 
urgeincontinencia 
INCONTINENCIA URINARIA AOS ESFORÇOES 
Perda involuntária de urina que pode ser consequente a alteração da mobilidade do colo vesical 
(hipermobilidade) ou lesão esficteriana. Quando há hipermobilidade é devido a lesão de algum 
componente do assoalho pélvico (m levantador do anus, faz 
TRATAMENTO CIRURGICO: melhor forma terapêutica 
 Entre as varias técnicas descritas, atualmente as mais executadas são a colpossupensao 
retropubica pela técnica de Burch e as Sling 
 Deve se levar em conta a idade, doenças sistêmicas, atrovia vaginal, distopia genital 
associada, obesidade e experiencias do cirurgião para escolha da técnica. 
BURCH: fixação do tecido paravaginal paravesical ao ligamento ileopectineo, indica quando há 
hipermobilidade de colo vesical e não há lesão de esfíncter. Exceto em pacientes obesas. Taxa de 
cura de 85% 
SLING: cria-se um novo suporte para uretra, que funciona como mecanismo esficteriana, sem 
comprimi-la, taxa de sucesso 93% em todos os casos de incontinência. 
Material para sling pode ser autólogo (aponeurose) ou sintético que deve ser inerte, não 
carcinogênico, forte, não causar inflamaçaoes ou alergias 
Monofilamentar, de polipropileno, macroporosa 
Indicada para IUE, recorrências, defeito esficteriano e forma mista de perdas urinarias. Taxa de 
sucesso de ate 98% 
Há técnicas pode ser suprapubicas ou transobturatoria, esta dispensa a cistoscopia ao final do 
procedimento. 
HIPERMOBILIDADE  BURCH SOMENTE INDICADO PARA ISSO 
LESAO ESFINCTERIANA  SLING 
Ftos das técnicas: prestar atençãoo que o sling tem que fazer a urocospia ( 
BEXIGA NEUROGENICA – rara e ele não deu muita importancia 
Decorre de lesão em qualquer segmento do SN. Controle medular da micção situa-se na região de 
S2-s4. Dependendo 
PROLAPSO GENITAL – vai ter que procurar 
 Ocorre por lesões 
Cistocele (queda da bexiga) rectocele 
Enterocele (alça do intestino grosos prolapsando para a parece vaginal)~ 
SINDROME DA BEXIGA DOLOROSA (CISTITE INTERSTICIAL) 
Conição inflamatória crônica, não infecciosa de bexiga. A etiologia e fisiopatologia 
Cistografia (ulceras) 
Tratamento: amnitriplina, hidroxizine, polissulfato de pentosana(melhor tratamento), 
gabapentina 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
PATOLOGIAS BENIGNAS DA MAMA 
• FLUXO PAPILAR 
• MASTITE NÃO LACTACIONAL E LACTACIONAL 
• ALTERAÇIOS FIBROCÍSTICAS: lesões não proliferativas, cistos, lesões proliferativas, 
epiteliais; ectasia ductal. 
ANATOMIA: acinos (unidades formadora de leite,), lóbulos (grupamento de acinos), ductos (todos 
desembocam no bico da mama); 
Complexo aorelo papilar, e a papila é o mamino (dentro do mamilo existem os ductos principais, 
com afluentes com ductos segmentares) o ducto principal tem a saída que é o mamilo. Nessas 
áreas existem as patologias da mama 
FLUXO PAPILAR 
• É a saída de secreção liquida pelo mamilo, excluindo-se os períodos gravídico-puerperal e 
de lactação. 
• Fluxo = derrame = descarga (anglicismo) 
Epidemiologia 
• 5 a 10% dos sintomas mamários 
• 95% dos casos é benigno (uma única situação NÃO é benigno, papiloma fluxo 
sanguinolento) 
CLASSIFICAÇAO 
• Funcionais 
• Patológicos: não neoplásicos, neoplásicos 
• Pseudofluxo: 
 Mamilo invertido 
 Eczemas 
 Erosões traumáticas 
 Infecções por herpes (lesão na derme com secreção aquosa0 
 Abcesso areolar (pus) 
FLUXO PAPILAR DIAGNOSTICO 
• IDADE 
• TEMPO DE UTIMA LACTAÇAO 
• ESTRESSE E USO DE MEDICAMENTOS (HIPERPROLACTIMIA) – (maconha, cocaína, 
anabolizantes,) 
• CONDIÇOES PATOLOGICOS PREVIA 
• CARACTERISTICA DO FLUXO 
 Espontâneo (o que mais preocupa-normalmente maligno) ou a expressão 
 Bilateralidade 
 Coloração 
 Quantidade e frequência 
 Aspectos (leitoso, branco, uniductal, unilateral,) 
MALIGNO: (transparente ou vermelho) 
BENIGNO: (bandeira do brasil) 
FLUXO FUNCIONAL: estimulo endógeno ou exógeno 
• Estresse (neuro adrenal) 
• Auto-expressao por cancerofobia 
• Estimulo sexual 
• Hiperprolactinemia (galactorreia) 
• Drogas: metoclopramida, antidepressivos, cimetidina, ansiolíticos, anticoncepcionais orais, 
metildopa, etc 
EXAMES NA PESQUISA DE GALACTORREIA 
• TSH 
• Prolactina (realmente elevada pesquisar células túrcicas para pesquisar adenomas e 
tumores) 
• RX de sela túrcica (normal) 
• Ressonância para descartar tumor 
CAUSAS DA PROLACTENEMIA 
• Medicamentos:antidepressivos triciclicos, opiaceos, diazepínicos, 
• Estresse, cirurgias, 
PESQUISA NO DERRAME PAPILAR 
• Citologia da secreção (positiva é importante, se negativa não exclui o problema e 
continuar investigação) 
• Ductografia – desusada (endoscópio com cateterismo do ducto com endoscópio e 
diagnostica, no brasil não se usa essa técnica) – problema é que é feito sem anestesia 
• Mamografia 
• Ultrassonografia 
PAPILOMA INTRADUCTAL ÚNICO 
• Dentro das células ductais, com características com números de mitoses características 
(amostragem boa com retirada da lesão inteira) – não se faz biopsia pois suas lesões são 
intraductais e não invadem tecidos visinhos. CORE-biopsy (dentro da fenestra da agulha 
interna fica o material da biopsia) 
• Quadro clinico 
• Diagnostico 
• Tratamento 
Neoplasa epitelial benigna 
Causa mais comum de fluxo espontâneo, principalmente SANGUINOLENTO Neoplasia epitelial 
QUADRO CLINICO 
• Hemorrágico ou serohemorragico(amarelado) 
• Espontâneo 
• Unilateral 
• Uniductal 
• Intermitente 
• Persistente 
• Existe ponto de gatilho que expressa mais liquido 
• SINAL DO “PONTO GATILHO” exame físico, 
• Presença de atipias: RR 7 
 <33% papiloma atípico 
DIAGNOSTICO 
• Usg: não distingue lesão benigna da maligna, ajuda localizar lesão, não invasivo e pratico 
CONDUTA: 
• ALTA TAXA DE FALSO NEGATIVO E BAIXA SENSIBILIDADE 
• PAAF: baixo valor preditivo 50% 
• CORE biopsy/ mamotomia 
DIAGNOSTICO é A MESMA COISA DO TRATAMENTO 
• AGULHAR A LESAO 
• EXCISAO DO DUCTO PRINCIPAL CONTINUA A SER O METODO PADRAO PARA 
DIAGNOSTICO E TRATAMENTO 
• Seguro 
• Baixa morbidade 
• Limitações: mulheres jovens, desejo de amamentação comorbidades. 
FLUXOGRAMA: PROCURAR NA INTERNET 
DOENÇAS RELACIONADAS A LACTAÇÃO 
• GALACTOCELE: 
 CISTO ÚNICO OU NÃO CONTENDO MATERIAL CREMOSO, ACUMULO DE LEITE 
 NO INTERIOR DO CISTO ENCONTRAM-SE MATERIAL AMORFO (LEITOSO), 
MACROFAGOS E CRISTAIS DE COLESTEROL 
 CISTO DE LEITE COMUM NA LATERALIDADE 
 CONDUTA: DEPENDE, MUITO GRANDE E DOENDO FAZER PUNÇAO, PROBLEMA DE 
GESTANTE É A FISTULA DEPOIS DA CIRURGIA. FAZER ORDENHA PARA TENTAR 
RESOLVER, CASO NÃO FUNCIONE FAZER CIRURGIA 
• MASTITE PUERPERAL: 
 FISSURA E RACHADURAS DA MAMA SÃO AS CAUSAS 
 MAMA DA PUERPERA MUITO CARREGADA COM LEITE E BOM MEIO DE CULTURA, 
PODENDO SER UMA MASTITE SIMULANDO UMA CELULITE LEVE 
 DEPENDENDO DE DIAGNOSTICO 
 NÃO EXISTE UMA GAMA DE MEDICAMENTOS, POR CAUSA DA AMAMENTAÇAO 
 MASTITE LOCALIZADA, SEM ABCESSO E SOMENTE ENDURECIMENTO OU 
ALTERAÇAO DO MAMILO SOMENTE, PODE USAR CEFALOXINA, OU CEFALODRIXILA 
 SE TIVER FEBRE E ALTERAÇAO NO HEMOGRAMA, ISSO É INDICATIVO DE MAU 
PROGNOSTICO, COM DEFORMAÇÃO DA MAMA FIBROSADA, 
 DEPENDENDO DO TAMANHO DA MASTITE DEVE-SE INIBIR A LACTAÇÃO, 
INTERNANDO A PACIENTE SE TIVER REPERCUSAO SISTEMICA, ODRAXILINA 
MEDICAÇAO DE ESCOLHA. 
Mastite não lactacionais 
MASTITES CRONICAS INFECCIOSAS (TODA MASTITE NÃO PUERPERAIS 30% TERA CANCER NA 
MASTITE) 
• ABCESSOS SUBAREOLAR RECIDIVANTE (ASCR) 
• MASTITE TUBERCULOSA 
 MULTIPLAS FISTULAS PERIFERICAS 
 Hx pessoal de tratamento tb ( 
 PPD, Rx tórax 
 DX definitivo – Bx com granulomas 
• MASTITE POR MICOBACTERIAS 
 Evolução muito lenta 
 HIV + com CD4 baixo 
 Prótese silicone – mycobacterium avium (prótese de silicone) 
 Dx por HMC ou Bx com micobacterias atípicas 
 Tratamento: claritromicina + etambutol + rifabutina por 6 meses(tratamento 
definitivo tirar a prótese) 
• MASTITE VIRAL 
 Herpes zoster 
 Tratamento aciclovir 
• MASTITE LUÉTICA 
 Lesões cutâneas no CAP – cancro duro (sífilis) 
 Forma terciarias pode formar nódulos que amole fistula 
 VDRL/FTD 
 Tratamento: penicilina Besentasil 
MASTITE PERIAEREOLAR RECIDIVANTE DO TABAGISMO (TRATAMENTO PARAR DE FUMAR, FASE 
AGUDA DAR ANTIBIOTICO POR CEFALEXINA E METADRINAZOL) 
Quadro com antibióticos 
MASTITE CRONICAS NÃO INFECCIOSAS 
MASTITE GRANULOMATOSA IDIOPATICA ( 
• Forma variável de apresentação podendo acomete mamilo, pel 
• Exames de imagem inespecífico 
• Dx biopsia com granulomas depois de descarto outros tipos de mastites 
• Tratamento: prednisona 60mg/dia por 4-6 semanas com redução gradual da dose 
• Doença autoimune 
• Observalie simportantes drente a um caso: 
MASTITE PSICOGENICA OU FACTICIOSA 
• coçando a mama com unha grande 
 
MASTITE LINFOCITÁRIA 
• QUADRANTE SUPERIORES GERALMENTE 
• TEM TELACTESIA LUCTAL, COM PROCESSO INFLAMATORIO 
• AUTOIMUNE 
• QUANDO ROMPE O DUCTO, NO PARENCMA MAMARIO, ENCHE DE MASTOCITO E INFLAMA 
Mastite granulomatosa 
• Difícil de tratar 
• Mastectomia não é conduta preferencial (somente em casos graves) 
• Conduta de corticoide 
• Deformida de da mama 
PATOLOGIAS BENIGNAS DA MAMA 
• Hoje são denominadas alterações funcionais benignas da mama, com o intuito de 
desvincular o termo da associação do câncer 
• A AFBM não e lesão precursora do câncer, e índicesob população na menacme (período da 
primeira menstruação atea menopausa) 
BI-RADS 
• Uniformização dos termos 
• Composição mamaria 
• Classificação das lesões 
• Auditoria 
O: a 6 
1: normal 
2:achados benignos 
3: ate 2 % benigno 
4: 2 a 95% media 20% 
5 acima de 95% 
BIRADS 
CATEGORIA 1 E 2: sem problema de interpretação ou analise, nem toda lesão benigna precisa ser 
relatada. 
Categoria 2 
• ECTASIA DUCTAL: mecanismo patológico; acumulo de secreção faz com que acumule 
infiltrado, mama com arvore ductal cheia de liquido inflamatório 
• CISTO: alteração de liquido, secreção local, não dentro do ducto, colesao liquida com 
capsula recorrente, o cisto pode ter comportamentos diversos, manter, absorvível, 
somene punção dse tiver dor, e incomodar paciente. A capsula fica lá acumulado, caso 
tenha que se repetir 3 vezes a punção, fazer processo cirúrgico para tirar a capsula. 
CATEGORIA 3: comum, seguimento prazo curto (6 meses) altamente sugerindo de benigno 98% de 
ser benigno. Cm nódulos regulares. Fazer seguimento, fibroadenomas ou tumor filoides benignos 
Acompanhamento semestral – exceções: 
 
• Quando biopsiar: gravidez planejada, plástica planejada (impossibilidade de seguimento 
• Perda de seguimento 
• Nódulo grande? 
Seguimento: 
• 6meses – BI-RADS 3 (risco menor) 
• 6m – BIRADS 3 (risco ainda menor) 
• 1 ano – BI-RADS 2 (total 2 anos) 
FIBROADENOMA 
• SOLIDA BENIGNA, MULHERES DE SEGUNDAS E TERCEIRAS DECADAS 
• NODULO BEM DELIMITADO, CIRCUNSCRITO, FORMA ARREDONDADA E CONSISTENCIA 
ELASTICA 
• CRESCIMENTO PODE SER ESTIMULADO PELO ESTROGENO (RETIRADA CIRURGICA QUANDO 
ESTIVER CRESCENDO ESSA É INDICAÇAO CIRURGICA) 
• PODE EXIBIR CALCIFICAÇOES DESTROFICAS E ASSUMIR CONSISTENCIA FIRME, SIMILAR A 
CARCINOMAS. 
• INDICAÇAO CRESCIEMTNO PARA CONSERVAR A FORMA DA MAMA 
Obs: LESAO MAMILAR EM HOMEM SEMPRE FAZER BIOPSIA 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
ENDOMETRIOSE TRATAMENTO NOVIDADES 
1) Definição: endometriose é uma doença comum definida por presença de estroma ou glândula 
endometrial em locais ectópicos. 
• Acomete 10% das mulheres em idade fértil 
• Acomete entre 20% e 50% das mulheres com infertilidade (estudos recentes 30%) 
• Diagnostico geralmente tardio (7 anos) 
• Infertilidade se pensa em vários fatores porem sempre pensar em endometriose e 
descartar essa patologia 
➢ Novidade: Fetal endometriosis: a case report “americana gravida de 37 semanas e gravidez 
foi por fertilização e feita por fecundação in vitro – o feto feminino teve um tumor intra 
utero” no 3º ou 4º dia de vida foi feito a cirurgia e saiu de lá um endometrioma e a partir 
dai fez-se o estudo. Expressão genética quefez o feto feminino que exposto ao hormônio 
desenvolveu o endometriose. 
➢ “Dano a exposição do estrogênio que acomete e inflama o tecido estromal” 
➢ Cirurgia peritectomia (retirada completa das glandlas endometriais) – menstrua sem dor a 
partir do 3 mês/ciclo pôs cirurgia. 
2) Por que tratamos? MUITA DOR – 40%(dor desde a primeira menstruação) E INFERTILIDADE 60% 
(porcentagem dos casos). 
3) Algumas pacientes não apresentam dor, por que limiar de dor alto, regiões em que há menos 
área sensitivas a dor. 
4) Quando se inicia a pílula, diminui a proliferação, inflamação e escamação celular – logo melhora 
da dor da paciente. Somente se descobre a endometriose quando essas pacientes deseja 
engravidar e para de tomar pílula 
INFLAMAÇÃO: FISIOPATOLOGIA DA DOR (processos inflamatórios) 
SINTOMAS: 
• DISUREMIA( dificuldade para urinar que pode ser acompanhada de dor; urodinia) / 
DISPAREUMIA (dor na relação sexual) 
• 70% dos endometriomas são a esquerda (não existe explicação para isso ainda) 
• O endemetrioma é marcador de doença profunda (sempre tem mais coisas – 
• NAUSEAS E VOMITOS: vômitos quando menstruava, dobra do apêndice por causa de 
endometriose, dor epigástrica náusea e vomito no período menstrual 15% das mulheres 
tem endometriose de apêndice. 
• DOR INGNAL E FEMORAL ESQUERDA: ingnal esquerda com erradiação a perna esquerda no 
período menstrual levada ao pronto socorro. Lesão pegava nos 3 nervos (musculo redondo 
se incere no anel inguinal) a maior dor cirúrgica é a dor na região inguinal. 
TRATAMENTO CLINICO 
• ACOs = pilula oral com tratamento do sintoma e não da doença. 
• Baixas doses (15mcg) – extremos de idade 
• Altas doses (30-35mcg) – controle de ciclo 
• Esquema continuo – mais indicado par dismenorreia (cólica antes ou durante a 
menstruação) e adenomiose concomitante 
• Acompanhamento clinico e de imagem rigoroso 
• ACOS melhoram escala de dor em pacientes sintomáticos (esses comprimidos diminuem a 
COX-2 fazendo diminuir a dor) 
ACOs e Endometriose 
• Meta analise de 608 estudos sobre resultados do us de ACO com estrogênio no tratamento 
clinico de endometriose 
• Para alivio de dor nas mulheres com endometriose é efetivo 
• Todas as combinações estudadas foram eficazes 
• As continuas são mais indicadas na DISMENORREIA(cólica antes ou durante a 
menstruação) 
• O uso de ACO estrogênio foi relacionada a um risco maior de endometriose profunda 
quando usadas por longo prazo (depois de 7 anos, a pilula desinflama porem ainda assim a 
célula endometrioma continua 
DIENOGESTE 
• Redução significativa da dor pélvica compara 
• Dor volta com mesma intensidade depois de cessar o uso 
PROGESTERONA X CIRURGIA 
• Estudo comparativo entre cirurgia e progesterona para tratamento de endometriose 
profunda 
• Avaliar melhora da dor 
• Evento avaliado: dor, satisfação, n de relações, função sexual, ansiedade depressão, 
qualidade de vida 
Cirurgia: redução significativo: maior – 3 meses *CONSEGUI FOTO 
LESAO INFLAMATORIA NA CUPULA DIAFRAGMATICA ONDE PASSA NERVO FRENICO 
(ENDOMETRIOSE GLANDULAR) dor no braço fazendo impossibilidade de dirigir. 
LESAO DE SIGMOIDE – INFERTILIDADE 
• Mais ligada a infertilidade a endometriose intestinal 
• Sem ressecção diminui a taxa de fertilidade 
• Laparoscopia com ressecção aumenta a taxa de gravidez. 
• Conclusão: endometriose intestinal: alivio total/satisfatória dos sintomas 93%, aumento 
das taxa de fertilidade 36 a 41%; abordagem cirúrgica radical é o tratamento de primeira 
escolha, procedimento seguro; 
Pelves congelada: não se faz cirurgia (não existe mobilidade do útero (TRATAMENTO CLINICO)) – 
melhor usado é a gestrinona 
IMPLANTES HORMONAIS 
• SIU – levogestrel (intra uterina) 
• ETONOGESTREL (sub dérmico) 
• ECOMETRINA (sub dérmico) 
• GESTRINONA (sub dérmico) 
REPOSIÇAO HORMONAL EM MULHERES COM ENDOMETRIOSE É PERIGOSO 
• Gestrinona e etonogestrel: melhores usados 
• Tem menores efeitos de inflamação 
INDICAÇÕES: 
• Endometrioses profundas com risco cirúrgico elevado 
• Endometrioses de plexos nervosos ou nervos 
• Pacientes que não querem cirurgia 
• Má adaptação aos demais tratamentos clínicos 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
HPV 
• + 100 tipos que acometem ser humano (sendo 5º tipos assolam mucosa do aparelho 
genital feminino) 
Tipos: 
 Baixo grau ONCOGENICO: 6 e 11 = lesões verrugosas genitais, lesões de baxio grau do colo 
uterino e papiloma de laringe em crianças. SÃO isolados em 90% dos casos de lesão genital 
 Alto grau ONCOGENICO: 16 e 18 = maior chance de lesões intra-epiteliais de alto grau. 70% 
de todos os casos de câncer de colo. ESTAO relacionados a outros canceres: CANCER 
VULVAR, CANCER PENIANO, CANCER ANAL, CARCINOMA CERVICAL INVASIVO 
EPIDEMIOLOGIA 
• Transmissão sexual 98% dos casos 
• Pode ocorrer transmissão vertical (via placentária ou contato vaginal direto) 
• NÃO HÁ CASOS DE TRANSMISSAO POR AMAMENTAÇÃO 
• Incidência maior em início da vida sexual e múltiplos parceiros 
• TABAGISMO: ↑ prevalência, pois reduz quantidade/ diminui a quantidade e função das 
células de Langherans (imunidade local contra esse vírus) 
HISTORIA NATURAL DA DOENÇA 
• Tempo de evolução do vírus: 10-15anos 
• Porém é um fenômeno transitório, normalmente, 90% dos casos o sistema imune resolve 
• Os outros 10% apresentam persistência do vírus LOGO “verdadeiro” grupo de risco para 
desenvolvimento câncer de colo. 
INFECÇÃO CLINICA – infecção clinica 
• Lesões verrucosas 
• Aspecto papilar 
• Únicas ou múltiplas 
• Base única 
• Localização mais comum: INTROITO e PERINEO (vulva) 
• + rara na vagina, colo de útero e região perianal 
• O diagnóstico é realizado pelo exame ginecológico 
• Regressão espontânea 30% a 60% dos condilomas acuminados 
INFECÇÃO SUBCLINICA 
• 4% da população 
• Lesões não são visíveis a olho nu 
• Necessidade de colpocitologia e exame anatopatologico 
 
 
 
INFECÇÃO LATENTE 
• Ausência de sinais 
• Diagnostico realizado somente por técnicas moleculares 
3 INDICAÇOES CLINICAS PARA EXAMES DETECÇÃO DNA do HPV 
1. Rastreamento primário do câncer de colo, teste idenpedente para mulheres acima de 30 
anos 
2. Triagem de mulheres com alterações citológicas ASCUS 
3. Seguimento pós-tratamento: predição de cura de lesões intraepiteliais de alto grau 
 
 
 
 
 
TRATAMENTO 
• Indicado somente nas lesões clinicas e subclínicas 
• Clinicas: método químico, imunológico (IMIQUIMOD 5%) e Físicos (CAUTERIZAÇÃO) 
SEGUIMENTO: recidiva 30% 
 Fatores relacionados a recidiva: 
 Idade acima de 50 anos 
 HPV ongogênico 
 Tabagismo 
 Multiparidade 
 Imunocomprometido 
 Lesões fora da zona de transcofrmação 
PREVENÇAO 
• PRIMÁRIA: uso de camisinha, (preservativo não protege por completo, pois as regiões 
vulvares, pubiana e escrotal não são protegidas. 
 VACINAÇÃO: quadrivalente (6,11, 16, 18) brasil oferece, meninas de 9 a 14 anos, 
meninos também. Hoje abrangeram para pessoas até 26 anos 
• SEGUNDÁRIA: minimizar desenvolvimento da lesão mesmo já instalada, rastreamento por 
colpocitologia 
• TERCIARIA: após o desenvolvimento da lesão, direcionada para tratamento de lesões pré-
neoplasicas, infecções 
persistentes, 
Heteriedade 
• Cancer de colo de útero 
NADA tem a ver 
Câncer colo de útero: herpes 
vírus, HIVm Epstein-bars 
 Tabagismo 
(nitrosaminas 
 Anticoncepção oral 
 Imunodepremidas 
 Transplantadas 
 
 
 
 
 
 
 
CANCER DE COLO 
• 2ª mais incidente nas mulheres brasileiras 
• SINTOMAS: corrimentovaginal anormal, sangramento vaginal entre os períodos 
menstruais, SANGRAMENTO VAGINAL POS-MENOPAUSA, sinurragia (sangramento relação 
sexual) 
• GRUPO DE RISCO: HPV PORTADORAS 
DIAGNOSTICO 
• Queixas clinicas (sangramento ou corrimento sanguinolentos) 
• Citologia cervical (exame Papanicolau) 
• Colposcopia (exame Papanicolau alterado obriga a fazer colposcopia) 
ESTADIAMENTO CLINICO 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Tratamento por Estádios 
 
Estádio IA1 
No estádio IA1, a profundidade de invasão estromal é menor do que 3 mm e a extensão superficial é 
de até 7 mm. 
Com relação à histerectomia total (abdominal, vaginal ou via laparoscópica), dá-se preferência a via 
vaginal, se prole definida, por ser de menor custo, menor morbidade e menor tempo de internação. 
A conização do colo uterino está indicada para pacientes sem prole definida. A ooforectomia é opcional 
na dependência da idade da mulher. A braquiterapia está indicada em caso de contraindicação 
absoluta de tratamento cirúrgico. 
 
Atenção! 
Caso o estudo histopatológico da peça de conização mostre margens comprometidas por neoplasia 
intraepitelial, é indicada a histerectomia, uma vez que a lesão mais grave, na maioria dos casos, 
origina-se na zona de transformação. Se há comprometimento de margens por carcinoma com 
invasão, deverá ser indicada a reconização, a fim de afastar a possibilidade de doença invasora mais 
extensa (IA1 e IA2). 
 
A linfadenectomia pélvica não se justifica para tumores em estádio IA1, visto que o comprometimento 
linfonodal nesses casos está em torno de 1,2%. O diagnóstico de microinvasão só pode ser definido 
pelo exame da peça de conização/ EZT do colo uterino. 
 
Estádio IA2 
 
No estádio IA2, a profundidade de invasão estromal é de 3 a 5 mm e a extensão superficial é de até 7 
mm. 
Tratamento 
Histerectomia radical modificada (tipo II de Rutledge e Piver), que envolve colpectomia do terço 
superior de vagina, ressecção de metade dos ligamentos útero-sacros e paramétrios, associando-se à 
linfadenectomia pélvica. 
 
Traquelectomia radical com linfadenectomia pélvica pode ser indicada em pacientes que manifestam 
o desejo de gestar. 
 
Radioterapia exclusiva está indicada em casos de pacientes não-elegíveis para cirurgia. 
A maior radicalidade do procedimento cirúrgico, nesses casos, se deve ao fato de que a incidência de 
comprometimento linfonodal pode chegar a até 13,8%, assim como a invasão parametrial proximal 
microscópica pode chegar a 5%. 
Estádios IB e IIA 
O tamanho do tumor é fator relevante na escolha do tratamento inicial. 
Lesões menores do que 4 cm nos estádios IB1 ou IIA: 
• Histerectomia abdominal radical tipo III. Atualmente, vem sendo indicada a histerectomia 
radical tipo II para lesões menores do que 2 cm. 
• Traquelectomia radical com linfadenectomia pélvica: para pacientes sem prole definida e com 
tumor até 2cm. 
• Histerectomia radical vaginal com linfadenectomia pélvica: para casos selecionados. 
• Radioterapia externa e braquiterapia: para pacientes com contra-indicação clínica para 
cirurgia. Nos casos de obesidade mórbida, em que a eficiência da radioterapia isolada pode 
ser comprometida, pode-se considerar o tratamento quimiorradioterápico concomitante. 
 
Indicações da radioterapia associada ou não à quimioterapia (pós-operatória) 
• Margens cirúrgicas da vagina comprometidas por carcinoma: braquiterapia de cúpula vaginal. 
• Metástase ovariana. 
• Metástase para linfonodos pélvicos. 
• Invasão do tecido parametrial. 
• Tumor maior do que 4cm, achado na peça operatória. 
• Adenocarcinoma, principalmente G III, invasão do estroma cervical no terço externo e invasão 
do espaço linfovascular são considerados critérios de alto risco e a complementação 
radioterápica pode ser indicada. 
Se houver comprometimento das margens da vagina por neoplasia intraepitelial, é indicada a 
realização de propedêutica adequada para colpectomia. 
 
Atenção! 
As pacientes que apresentarem linfonodos pélvicos ou paraaórticos comprometidos não 
deverão ser submetidas à histerectomia, e sim à quimioterapia + radioterapia. A cirurgia, se 
realizada, aumentará a morbidade. 
 
Lesões maiores do que 4 cm nos estádios IB2 ou IIA 
• Quimiorradioterapia concomitante: a droga indicada pelo Serviço de Oncologia Clínica do 
INCA é a cisplatina, na dose semanal de 40mg/m2, durante o curso da radioterapia externa. 
• Radioterapia exclusiva: quando houver contra-indicação ao uso de agentes quimioterápicos. 
Estádios IIB, IIIA, IIIB e IVA 
Nos estádios IIB, IIIA, IIIB e IVA, a quimiorradioterapia concomitante será feita da mesma forma que 
para o estádio IB2. 
Tratamento cirúrgico paliativo para estádio IVA: derivações intestinais ou urinárias podem ser 
indicadas. 
Pacientes, em estádio clínico IVA, com fístula vésico-vaginal ou retovaginal, podem ser candidatas à 
exenteração pélvica, na dependência do estado geral e PS da paciente ou receber radioterapia 
paliativa. 
Estádio IVB 
 
O câncer do colo do útero em estádio IVB é uma doença incurável. São controversos os tratamentos 
do câncer avançado do colo uterino, sendo a quimioterapia, radioterapia e cirurgia consideradas 
paliativas e indicadas de acordo com cada caso. Deve-se avaliar a necessidade da radioterapia anti-
hemorrágica. Como tratamento, a quimioterapia e radioterapia devem ser consideradas somente 
quando incluídas em protocolo. 
As pacientes não serão submetidas à quimioterapia, principalmente se as escórias estiverem 
elevadas. 
 
Contraindicações para tratamento cirúrgico 
• Doenças que contraindiquem cirurgia de grande porte. 
• Obesidade mórbida. 
Restrições para radioterapia 
• Obesidade mórbida 
• Massa pélvica anexial 
• Hemoglobina <10g/dl 
• Colagenoses 
• Processo inflamatório pélvico agudo 
 Histerectomia 
Os tipos de histerectomia, segundo Rutledge e Piver, estão descritos no quadro abaixo: 
Tipo Descrição 
I Histerectomia simples extrafacial 
II 
Histerectomia com remoção de metade dos paramétrios e útero-sacros com ressecção do 
terço superior da vagina 
III 
Histerectomia com remoção completa dos paramétrios e útero-sacros, incluindo terço superior 
da vagina 
IV 
Histerectomia com remoção de todo o tecido periuretral, ligadura da artéria vesical superior e 
ressecção de três quartos da vagina 
V Histerectomia com remoção da porção distal dos ureteres e bexiga 
Situações Especiais 
 
Gestação 
O tratamento do câncer do colo do útero na gestante depende do estadiamento e idade gestacional. 
 
Estádio IA1 
Se o estádio IA1 foi definido pela conização com margens livres, seguir a gravidez até seu termo. A 
histerectomia (abdominal ou vaginal), dois meses após o parto, ficará condicionada ao desejo da 
paciente à nova gestação. 
Se a invasão em profundidade na peça de conização for menor do que 3mm com margem 
comprometida, é razoável o seguimento com colposcopia e colpocitologia da gestante até a viabilidade 
fetal, indicando reconização para definir conduta. 
. 
Estádios IA2 e IB1 
Até a 24ª semana de gestação: histerectomia radical e linfadenectomia pélvica com feto in situ. 
Recentemente, tem sido utilizada a traquelectomia radical com linfadenectomia pélvica por via 
abdominal na tentativa de salvar o concepto ou após a 24ª semana de gestação: aguardar a viabilidade 
fetal, cesariana e, posteriormente, histerectomia radical mais linfadenectomia pélvica. 
 
Estádios IB, II, III e IVA 
Radioquimioterapia: conforme a idade gestacional e a viabilidade fetal. Se o tratamento inicial proposto 
for a radioquimioterapia com o concepto in loco, a braquiterapia só pode ser iniciada após o 
esvaziamento do conteúdo uterino. 
Gestação até a 24ª semana: decisão, pela mulher ou pelo casal, de interrupção ou continuidade dagestação até a viabilidade fetal. 
Gestação com feto viável: cesariana antes da radioquimioterapia. 
 
Estádio IVB 
Tratamento paliativo, com condutas individualizadas, tanto do ponto de vista do câncer como da 
gestação. 
Nota: Todos os procedimentos devem ser rigorosamente esclarecidos à mulher, ao casal ou ao 
responsável pela doente, devendo ser submetidos à sua anuência formal. Todos os aspectos legais 
devem ser considerados. 
Carcinoma invasor achado incidentalmente em peça de histerectomia simples 
Complementação cirúrgica: parametrectomia com linfadenectomia pélvica e colpectomia do terço 
superior de vagina. Na dependência do resultado do exame histopatológico da peça cirúrgica, pode-
se indicar RXT pélvica adjuvante. 
Complementação com radioterapia externa e braquiterapia: se o tempo decorrido da primeira cirurgia 
excede três meses, com doença residual macroscópica ou em pacientes com risco cirúrgico elevado. 
Complementação com quimiorradioterapia: em fase de avaliação. 
Carcinoma do colo após histerectomia subtotal 
O carcinoma do colo após histerectomia subtotal ocorre em pacientes com câncer diagnosticado no 
colo remanescente e o tratamento é feito conforme já descrito para os respectivos estádios tumorais. 
 
Atenção! 
No intuito de preservar a vida fetal, o tratamento, em gestantes, através da quimioterapia neo-
adjuvante, e a posterior complementação terapêutica após o nascimento da prole estão em fase de 
implementação no INCA. 
 
Exames de seguimento 
• Exame físico geral. 
• Exame ginecológico, incluindo a colpocitologia. 
• Exames laboratoriais e de imagens (RX de tórax, ultra-sonografia abdominopélvica, tomografia 
computadorizada abdominal e pélvica, de acordo com a indicação clínica e disponibilidade). 
Recidivas 
A conduta depende do tratamento prévio, tamanho da lesão e local da recidiva. 
Recidiva central (cúpula vaginal) 
Se o tratamento inicial foi cirúrgico, deve-se indicar radioterapia. 
Se o tratamento inicial for a radioterapia, pode ser realizada exenteração pélvica ou histerectomia 
simples ou radical, dependendo da extensão da doença e localização. 
Recidiva pélvica não-central ou linfonodal 
Se a cirurgia radical foi o tratamento primário, indica-se quimiorradioterapia combinada ou 
radioterapia, caso haja contra-indicação para quimioterapia. 
 
Se a radioterapia foi tratamento primário, é necessário realizar avaliação individualizada de 
ressecabilidade e quimioterapia paliativa, caso tenha sido esgotada a dose de radioterapia. 
Recidiva a distância 
Na recidiva a distância, o tratamento é paliativo com abordagem idêntica ao estádio IVB. 
Considerar a possibilidade de paciente Fora de Possibilidade Terapêutica Atual (FPTA). 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
DISTOPIA GENITAL 
DEFINIÇAO: depressão da parede genital posterior e anterior, útero, colo uterino, cúpula vaginal ou 
fundo de saco. Diretamente proporcional a IDADE 
EPIDEMIOLOGIA: 23,5 a 49% sexo feminino, ápice por volta dos 60 anos 
FATORES DE RISCO: múltiplas gestações, numero de parto normais, marossomia(diabetes 
gestacional), hipotrogenismo(hormonal na mulher), doenças crônicas (obesidade, hipertensão) 
ETIOLOGIA: multifatorial, PARTO GENITAL PE O PRINCIPAL FATOR (LESOA DIRETA LEVANTADOR DO 
ANUS, PARA O desenvolvimento distopia, o risco aumenta 1,3 vezes para cada parto vaginal 
 Receptores de estrogênio e de progesterona: nucloes das células do tecido conectivo e da 
musculatura lisa no estroma dos musculoe slevantadores 
 Etnia: mulheres negras menores riscos 
 Peso corporal: SOBREPESO (imc ENTRE 25 e 30 kg) foi associado a aumento entre 31 e 39% 
do prlapso 
ANATOMIA NORMAL: 
 Sistema de suspensão: região do assoalho pélvico e peritônio, formado tecido elástico e 
musculo liso sobre a cúpula vaginal, como um aro de bicicleta para sustentar (manutenção do colo 
pra tras e para cima, da fisiopatologia da distopia – relacionada a incontinência urinaria na distopia 
fica mais verticalizado) 
 Ligamento transverso do colo (cardinal): FORMA COMO O UTERO SE APOIA PRINCIPAL 
PASSIVA DO UTERO (SISTEMA DE SUSPENSAO) 
 Paracolpos: espessamento da fascia endopelvica, união lateral da fascea visceral com arco 
tendineo da fascia da pelve, ajudam aguentar o peso da bexiga. 
 SISTEMA DE SUSTENTAÇÃO: músculos 
 Diafragma pélvico: abertura oval que passa vagina, uretra e reto 
 Músculos: coccígeo: suscenta viceras pélvicas 
 Levantador do anus: composto por outros 3 musculos, maior parte do diafragma 
pevico, assoalho dinâmico, sustenta as vísceras pélvicas, mantem contração tonica para sustentar as 
viceras e ajuda a manter a contiencia urinaria. 
 Diafragma urogenital: músculos do períneo (esfíncter externo do anus, contra junto ao 
levantar do anus para manter a continência, eles proporcionam a sustentação do útero, quando 
estão sujeitos a manobras pélvicas “valsavas”) 
FISIOPATOLOGIA 
• Interações complexas entre musculatura do assoalho pélvico, tecido conectivo do soalho 
pélvico e parede vaginal. “estase pélvica”- manter em ordem o assoalho pélvico * principal 
musculo levantador do anus. 
• Estiramento conforme os anos pode causar a distopia 
 
CLASSIFICAÇÃO POR COMPARTIMENTO 
• Prolapso de parede anterior da vagina (MAIS COMUM) 
 Defeito do compartimento anterior, manutenção do útero e bexiga (cistocele) 
• Prolapso do compartimento posterior distal: retrocele 
• Prolapso de parede apical posterior: RELACIONADO A TRAUMATISMO NO PARTO, 
ESTERECTOMIA E OUTRAS CIRURGIAS PELVICAS, prolapso da cúpula vaginal (histerectomia0 
saida do intestino delgado 
CLASSIFICAÇAO POR GRAUS 
• Baden-walker: qualitativa (inspeção visual) 
 Subjetiva (intra e interobservador) 
 Avaliada do grau sepre durante a manobra de valsalva 
 5 graus: 
 0: sem prolapso 
 1: chega ate menos na metade da distancia do caminho entre o local original e 
carúncula himenal; 
 2: prolapso esta ao nível da carúncula himenal 
 3: ultrapassou 
 4: 
• Pelvic organ prolapse quantification POP(quantifica) 
DIAGNOSTICO 
É CLINICO 
• O exame físico revelerá o abaulamento da parede vaginal, especialmente quando associado 
a manobra de valsalva. 
• (EXAMES COMPLEMENTARES NÃO SÃO NECESSARIOS PARA DIAGNOSTICO) 
QUADRO CLINICO 
• Sensação de bola e saliência da vagina. 
Pioram durante o dia por causa da posição ortostática da paciente 
 
TRATAMENTO NÃO CIRURGICO 
• Prolapso leve a moderado 
• Preserva fertilidade 
• Fortalecimento do assoalho pélvico (exercícios de Hagen)50 a 60x repetições por dia, 
Dispositivos mecânicos: pessários 
TRATAMENTO CIRURGICO 
• Obliterativos: indicados para mais velhas e sem atividade sexual, COLPOCLEISE LEFORT: 
suturar as duas paredes da vagina * fechamento 
• Reconstrutivos: restaurar a anotomia normal, colporrafia anterior (redução do prolapso e 
depois sutura, baixa taxa de sucesso 30%) 
 Posterior: colporrafia posterior: TAXA DE CURA 76 96% 
 Apice vaginal: sacrocolpopexia abdominal, fixação ao ligamento sacroespinal 
Suspensao da cúpula vaginal com ligamento uterossacral – prolapso anterior taa de 
recorrência anterior 4 – 18% 
• Cirurgia concomitante para prolapso e incontinência: cirurgias principais (burch, sligs 
subrretal, slings de uretra média”retropubica e transsobturador”) *dois tipos de cirurgias 
concomitantes para tratamento de ambas. 
 
INCONTINENCIA URINARIA NA MULHER 
DEFINIÇÃO: sinal, estado alterado de saúde e sintoma (queixa da paciente) 
• Prejuízo social 
• Comprometimento higiene 
• Qualidade de vida ruim 
• Problemas cutâneos 
• Infeção de repetição 
• Instituicionalização de idosos 
EPIDEMIOLOGIA: 
• 5% com IU 
• 29 a 75% com IUE (esforço) 
• Aumenta coma idade 
• Mais velhas – mais urgência 
• Jovens também presente, atletas 
• Previsão de aumento de 55% na população d emulheres norte americanas com 
incontinência 
PRINCIPAIS TIPOS DE INCONTINENCIA 
• Esforço 
• Síndrome da bexiga hiperativa 
• IU mista 
• Defeito esfinctetriano intriseco 
FATORES DE RISCO 
• Idade 
• Hipoestrogenismo (receptorde estrogênio) 
• Obesidade 
• Gestação 
• Parto 
• História familiar 
• Tabagismo. 
FISIOPATOLOGIA 
• Coordenação devarios componentes músculos, sustentação, inervações e comunicação 
entre estruturas 
• Fase de enchimento da bexiga há a contração ureteral. 
• 
 
INERVAÇÃO 
• Fae esvaziamento da bexiga reduz estimulação simpática e desencadeia a parassimpática 
• Parassimpáticos são muscarinicos e nicotínicos 
DIAGNOSTICO 
• Anamnese 
• Numero de micções diários 
• N de absorventes usados 
• Itu 
• Circunstancias e manobras que levam a perda 
• Efeitos na qualidade de vida 
• Questionários para paciente (kelleher) 
SINTOMAS URINARIOS 
• Aumento da frequência urinaria 
• Esvaziamento inadequado da bexiga 
• Volume de urina perdido por episódio: maior volume, gojetamento normalmente 
confundido com incontinência 
• Tempo do início dos sintomas: pos menopausa pode ser por hipoestrogenismo, após 
histerectomia ou parto ou traumas pélvicos, alteração no tecido connectivo de 
sustentação ou inervação 
• Sendo sempre atento a história pregressa do paciente. 
EXAME FISICO 
• Inspeção geral e avaliação neurológica (reflexo bulbocanervoso, nocutâneo, prolapso do 
órgão pélvico, exame bimanual retovaginal), 
• Teste do COTONETE (tip test) = inserir ate a junção uretrevesical, manobra de valsalva, 
acima de 30 graus indica hipermobilidade da uretra 
• Resíduo pós-miccional: ultrassom, resíduo aumentado indica problema de infecção 
• Exames laboratoriais: urodinâmica. 
ESTUDO URODINÂMICO 
• CISTOMETRIA SIMPLES OU MULTICAMAL 
• UROFLUXOMETRIA 
TRATAMENTO NÃO FARMACOLÓGICO 
• Eletroestimulação intravaginal 
• Kegel’s exercises (com ou sem peso) 
TRATAMENTO FARMACOLÓGICO 
• Antagonistas de receptor muscarínicos  hiperatividade detrusora 
• Inibidor de recptor beta 3  maior aporte de urina e relaxamento 
• Estrogênio  trofismo e vascularização da musculatura pélvica 
• Desmopressina  diminuição do volume de urina produzida 
• Inibidores da recepção de serotonina  incontinência de esforço 
TRATAMENTO CIRURGICO 
• Refratários a medicamentos ou casos avançado 
• Acessos: vaginal (marshal-marchetti-krantz, burch, slings 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
LEIOMIOMAS “doença do menacme” 
EPIDEMILOGIA 
• Benigno mais frequente da musculatura lisa no sexo feminino 
• 30% das mulheres acima de 35 anos 
• 10% dos casos de infertilidade, único achado sendo o mioma 2,4% 
• Mulheres sintomáticas 
• Incidência varia grandemente 5-85% 
ANATOMIA 
• Órgão oco, fibromuscular com cavidade virtual 
• Situado na bexiga urinaria e o reto 
• Forma em pera invertida 
• Achado antero porterior 
• 2 porçoes: corpo e colo uterino (fibrosa) 
• 3 partes: camada mucosa endométrio 
• Camada mural : miométrio musculo liuso 
• Camada serosa: peritoneo parietal parte externa 
DEFINIÇÃO: mesenquimal, monoclona com origem nas células musculares lisas do miométrio 
Bem delimitado, redondos, brancos (nacarados), firmes, elásticos 
Conteúdo de colágeno, produzidos uma conssistencia fibrosa 
Localização: 
• Intramural (70%) 
• Subseroso (20%) 
• Submucoso (5%) 
FISIOPATOLOGIA 
• Fator iniciador: aumento do estrogênio, progesterona, receptores de estrogênio, genética 
e/ou epigenética 
• Fator promotor: estrogênio, progesterona (estimulo) 
• Fator efetor: fatores de crescimento (produzidos nos musculo liso e fibroblastos) 
• Cada leiomioma é derivado de um único miocito progenitor 
• Polimorfismo de gene COMT, IGF2C – tumores maiores que 290cm3 
• Polimorfismo em um nico nucleotídeo dos genes receptores alfas de estrogênio 
• O tecido possui excesso de matriz extracelular, exagerada proliferação de musculo liso, 
conteúdo de colágeno produzido em conistencia 
• DEGENERAÇÃO DOS LEIOMIOMAS: FLUXO SANGUINEO DEFICIENTE 
• DEGENERAÇÃO HIALINA: mais frequente, tumor amolecido e mais eosinofilico 
• DEGENERAÇAO CISTICA: secundaria aliquefaçao 
• DEGENERAÇAO VERMELHA, CARNOSA OU RUBRA: crescimento rápido do nódulo, 
(obstrução venosa, congestão e hemólise) 
• CALCIFICAÇÃO: acumulo de cálcio em aéreas com diminuição do aporte sanguíneo 
• DEGENERAÇAO SARCOMATOSA: degeneração maligna do tumor 
• NECROSE: interrupção do fluxo sanguíneo 
FATORES DE RISCO 
• Menarca precose (hormônio dependente) 
• Nuliparidade 
• Não utilização de progesterona injetaveis 
• Maior tempo decorrido do último parto 
• Idade 35 a 45 anos 
• Terapia hormonal 
• Obesidade e sobrepeso 
• Dieta gordurosa e com carnes vermelhas 
• Sedentarismo 
• Raça negra 
• Antecedentes familiares positivos 
• Pressão arterial diastólica elevada 
• Genética 
SINAIS E SINTOMAS 
• Grande maioria assintomáticas 
• Menorragia/hipermenorragia 
• Dismenorreia 
• Dor pélvica 
• Mudança na frequência urinaria 
• Obstipaão 
• Dispareunia 
• Infertiçidade 
• Abortos de repetição 
• Trabalho de parto prematuro 
• Distócia 
• Distensão abdominal 
• Aumento do volume abdominal. 
MIOMAS NA GRAVIDEZ 
• Aborto espontâneo: 1tri 40%, 2 tri 17% 
• Placenta previa 
• Restrição de crescimento fetal 
• Trabalho de parto prematuro 
• Descolamente de planceta distocia 
DIAGNOSTICO 
• ANAMNESE + exame físico + exames complementares 
• Anamnese:sinais e sintomas, investigar fatores de risco 
• Exame físico: abdominal, toque vaginal bimanual 
• Exames complementares: USG – padrão ouro 
• USG com histeressonografia (paciente senti muita dor na realização desse tipo de exame) 
TRATAMENTO CLINICO 
• Expectante: assintomáticos, exame pélvico anual 
• Sistema intauterino (SIU) liberador de levonorgestrel – mirena: redução da metrorragia, 
melhora da dismenorreia, diminuição do volume uterino (resultados inconssistentess) 
Progesragenios: poucos estudos, melhora da dismenorreia e menorragia 
Anticoncepcional orais combinados: controle do ciclo menstrual, sem redução do mioma 
*MIOMA É ESTROGENIO DEPEDENTE 
• Anti-inflamatorios não hormonais: dor pélvica, 
• Análogos do GnRH: pre operatórios, bloqueio do eixo HHO, melhora sangramento uterino, 
redução do tumor (30 a 64%), perda de massa óssea, fogachos (75%), cefaleia, alteração de 
humor, secura vaginal, rigidez nas articulações. 
TRATAMENTO CIRURGICO 
• Pacientes que não desejam engravdar: histerectomia 
• Paciente que querem engravidar: 
TRATAMENTO CIRURGICO: pacientes que não desejam engravidar 
• Histerectomia definitiva 
• Via vaginal, laparotomia ou laparoscópico 
• Grande melhora nos sintomas 
• Análogos ao GnRH pre operatórios. 
Embolização de artéria uterina: 
• Artéria femoral  artéria uterina 
• Injetar 
• Os vasos que nutrem o mioma 
PACIENTES QUE QUEREM ENGRAVIDAR 
MIOMECTOMIA 
• Método de escolha para pacientes que desejam engravidar 
• Evidencias de que tumores acima de 4cm causem infertilidade e perdas obstétricas 
• Via laparoscópica, histeroscopica ou laparotomia 
• Melhora da menorragia em 70 a 80% das pacientes 
 
SEMIOLOGIA - HPV - colocitologia 
Objetivo: o esfregaço cervico-vaginal tem como finalidade rastrear lesões pre-neoplasicas antes 
que progridam para carcinoma invasor. 
FINALIDADES DO EXAME CITOPATOLOGICO 
• Pesquisar decélulas neoplásicas ou pre-neoplasicas 
• Avaliação de microflora (presença de fungos, bactérias, protozoários) 
• Auxilio na avaliação hormonal (algumas citologias aparece atrofia, por inflamação) 
COLETA DO MATERIAL 
• Acolhimento da mulher 
• Importância da anamnese 
• Preenchimento completo requisição (em casos alterados assim que vai fazer a busca ativa) 
• Identificação lâmina (a lápis) 
• Preparo prévio do material 
• Posição ginecológica 
• Oportunizar o exame de mamas 
• Inspeção da genitália 
• Introdução do espéculo 
• Visualização do colo 
• Características do conteúdo vaginal (rastreamento) 
• Coleta material ectocervice (ayra espátula) 
• Endocervice com a escovinha (introduzir 2/3 da escovinha) 
OBS: no menacme a geque vai estar mais para fora então facilita 
ANOTAÇOES APÓS COLETA: importante para ajudar o patologia 
• Aspecto do colo 
• Características do conteúdo vaginal 
• Lesões e ulcerações 
• Ectopia 
• Áreas de sangramento 
ORIENTAÇÕES 
• Sobre o exame colhido 
• Abordagem DST, sexualidade, planejamento familiar 
• Se necessário encaminhas ao GO 
• Retorno para o resultado. 
COLPOCITOLOGIA 
• Historia: schauestein: inicio da descrição das lesões pre-neoplasicas. 1928 (Papanicolau e 
babes ou pap test). 1945 (programas de triagem do câncer), 1955 (redução da mortalidade 
falso-negativos) 
• No brasil: inicio de 1979 somente. 
 
Papanicolau 1943 (classes) 
• Classe 1: normal 
• Classe 2: pouco inflamação 
• Classe 3: suspeita 
• Classe 4: algumas células alteradas 
• Classe 4: células de carcinoma invasor 
RICHARD (NIC) 
• HPV: 
• NIC 1:neoplasia 
• NIC 2:neoplasia 
• NIC 3:neoplasia 
• CARCINOMA INVASOR 
BETHESDA + ATUAL 
• Qualidade da amostra: satisfatória, satisfatório limitado, limitado(sangue na lamina ou 
infecções ou quando atrófico), insatisfario (repetir coleta) 
• Descritiva: alterações reacionais (inflamação, atipias,) MICROFLORA (o que compõe) 
• Atipias significados: indeterminados (células escamosas – ascos; células glandulares – 
avos), 
• Lesão intra-epitelial: baixo grau (hpv/nic 1); alto grau (nic 2 nic3 e carcinoma invasor) 
CORRELAÇÃO ENTRE AS 3 CLASSIFICAÇOES ONDE TEM NIC, BETHESDA E SISTEMA CLASSICO 
(procurar essa tabela) – maioria das mulheres estaram na classificação 2 com alterações celulares 
benignas. 
PERIODICIDADE DO EXAME 
• Reduçao risco cumulativo após 1 exame negativo: 
 Anualmente-redução 93% chance de morrer 
 A cada 3 anos – redução de 91% chance de morrer 
 A cada 5 anos – redução 84% chance de morrer 
 A cada 10 anos – redução de 64%chance de morrer 
Mulheres sem historia de atividade sexual 
• Considerando os conhecimentos atuais em relação ao papel do HPV na carcinogênese do 
câncer do colo uterino e que a infecção viral ocorre por transmissão sexual, o risco de uma 
mulher que não tenha iniciado atividade sexual desenvolver essa neoplasia é desprezível 
• Recomendação: não há indicação para rastreamento do câncer do colo do útero e seus 
precursores nesse grupo de mulheres categoria (D) 
IMUNOSSUPRIMIDAS 
• Recomendação: o exame citopatologico deve ser realizado neste grupo após o inicio da 
atividade sexual com intervalos semestrais no primeiro ano, e se normais, manter 
seguimento anual enquanto se mantiver o fator de imunossupressão 
• Mulheres HIV positivo, deve-se fazer a cada 6 meses 
 
HISTERECTOMIZADAS 
• RECOMENDAÇOES: mulheres disterectomia total por lesões benignas, sem historia previa 
de diagnostico ou tratamento de lesões cervicais de alto grau, podem ser excluídas do 
rastreamento 
• Em casos de histerectomia por lesão precursora ou cancer do colo de útero, a mulher 
deverá ser acompanhada de acordo com a lesão tratada 
POS MENOPAUSA 
• Recomendações: mulheres devem ser rastrewadas de acordo com as orientações para as 
demais mulheres (A) – se necessário proceder estrogenizaçao previa a realização da coleta 
conforme suferido (atrofia do colo) 
GRAVIDEZ 
• Recomendações: devem seguir as mesma periocidades da faixa etária 
• Como demais mulheres, sendo que a procura do serviço de saúde para realização de pre-
natal deve sempre ser considerada uma oportunidade para rastreio ( 
• NÃO É QUE NÃO DEVE COLHER NA GESTANTE, SE ELA TEM DUAS CITOLOGIAS NEGATIVAS 
ANTERIORMENTE PODE-SE FAZER A CADA 3 ANOS, A PARTICULARIDADE DA GRAVIDA É A 
PROBABILIDADE DE ABORTAMENTO, ESSE EXAME NÃO INDUZ ABORTAMENTO (ISSO É 
IMPORTANTE), POREM O PERIODO DE COINCIDENCIA COM A MAIOR POSSIBILIDADE DE 
ABORTAMENTO PODE-SE CAUSAR ESTRANHEZA NA MULHER. MESMO QUE NÃO POSSA 
DAR NENHUM PROBLEMA JUDICIAL, POIS NA LITERATURA ESTA CLARO QUE NÃO CAUSA 
ABORTAMENTO. DEVE-SE COLHER NA PRIMEIRA CONSULTA DA GRAVIDA OU MESMO 
APÓS 12 SEMANAS, POIS PASSOU A FASE DE MAIOR CHANCE DE ABORTAMENTO. MESMO 
QUE POSSA FAER ANTES. MAS ESPERAR AS 12 SEMANAS EVITA CONSTRANGIMENTOS. 
INTERPRETAÇAO CITOLOGICA 
• Satisfatória da amostra 
• Insastisfatoria: acelular ou hipo-leitura prejudicada 
• Epitélios representdos: escamoso, glandular , metplasico(sinal que está na jeque) 
ALTERAÇOES BENIGNAS 
• Inflamação 
• Reparação 
• Metaplasia escamosa imatura 
• Atrofia com inflamação 
• Radiação 
• Outras,, 
 
MICROBIOLOGIA: lactobacillus so, cocobacilos sugestivo de gardinerella, cândida, trichomonas 
vaginalis, sugestivo de chlamydia sp, actinomyces, efeito citopatico compatível com herpes outras 
alterações 
 
 
 
 
ATIPIAS CELULARES 
• Escamosas 
• Possivelmente não neoplásicas ascos 
• Não se pode afastar lesão de alto grau ascos H 
• Glanduçares 
• De origem indefinida 
CELULAS ESCAMOSAS 
• Intra-epitelial baixo grau 
• Alto grau 
• De alto grayu não excluindo 
GLANDULARES 
• Adenocarcinoma in situ 
• Muitos outros 
CONDUTAS PRECONIZADAS 
• NORMAL – RASTREAMENTO ROTINA 
• ALTERAÇOES benignas: inflamação sem identificação do agente : sem clinica; com clinica 
(tratar leucorreia, ectopias, vaginites e/ou cervicites) 
• Metaplasia escamosa imatura (vulnerável HPV – não trata) 
• Reparação 
• Atrofia com inflamação 
• Radiação