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UROGINECOLOGIA Manobra de valsalva a bexiga pode ate chegar o introito vaginal Grau 1 Grau 2 Grau 3 Trato urinário superior: rins e utreteres Trato urinário inferior: bexiga e uretra Principais sintomas do trato urinário inferior são causadas por: distúrbios do SNC, da função d musculo Detrusor(m.liso) ou anormalidades estruturais, os principais são: FASE DE ENCHIMENTO • Aumento da frequência incontinência • Nocturia Enurese (falta controle micção, ao dormi) • Urgencia dor vesical FASE ESVAZIAMENTO • hesitação • esforço para urinar • diminuiçãodo jato • disúria • sensação de esvaziamento incompleto • gotejamento terminal DIAGNOSTICO • ANAMNESE • EXAME FISICO Urina 1 e urocultura Avaliação urodinamica Evaliação urodinamica: • AVALIAR AS RELAÇOES ENTRE AS PRESSOES OBDOMINAL, VESICAL E URETRAL, NAS FASES DE ENCHIMENTO E ESFAZIAMENTO VESICAL • VARIOS PARAMETROS SÃO ANALISADOS, MAS O PRINCIPAL É A PRESSAO DE PERDA AO ESFORÇO (PPE) • PPE < 60: insuficiência esficteriana • PPE> 60: hipermobilidade uretral AVALIAÇÃO URODINAMICA Indicações • Falha no tratamento clinico • No pre operatório de cirurgias anti-incontinecias • Recidiva pos operatória • Suspeita de dificuldade miccional • Causas neurológicas de disfunção miccional INCONTINENCIA URINARIA: É perda involuntária de urina, clinicamente demonstrável. Ocorre quando a pressão vesical, excede a pressão uretral, na ausência de contração do M.DETRUSOR. Pode ser classificada como por esforço, bexiga hiperativa ou mista BEXIGA HIPERATIVA • Causada por contrações inadequadas do M detrusor, durante a fase de enchimento do ciclo miccional neurogênica ou idiopática • Sintoma mais comum é o aumento da frequência miccional pela urgência: na ausência de infecção • Sintomas semelhantes podem advir por uso de algumas medicações, diabetes, icc, hipotireoidismo • Anamnese: sintomas como frequência, urge-incontinencia, nocturia, após esforços??? Cirurgias e uso de medicamento? Incontinenciia fecal? EXAME FISICO: avaliação neurológica, como reflexos, tônus e sensibilidade. Distopias genitais Exame complementares: urina 1 e urocultura. Urodinamico é o diagnostico definitivo TRATAMENTO: Essencialmente clinico, visa amenizar os sintomas e melhorar a qualidade de vida, pois não há cura. Ter adequada ingesta hídrica, evitar álcool, cafeína, frutas cítricas, pimenta, adoçantes artificiais. Se houber nocturia, evitar ingerir líquidos 4 hr antes de dormi. Fisioterapia e eletroestimulação 50% somente de melhora TRATAMENTO FARMACOLOGICO: • Oxibuinina: umas das drogas mais usadas para tratamento da hiperatividade de detrusor. Tem ação anestésicas, anticolinérgica e antiespasmódicos. Devido a grande afinidade pelas patoridas, causa secura na boca, o que provoca secura • Darifenacina: melhora os sintomas em duas semanas, com poucos efeitos colaterais porem com preços elevados. • Tártaro de tolterodina: possui afinidade pela bexiga duas vezes mais que a oxibuiina, e oito vezes menos pela parotida, com isso o efeito da boca seca é menor. Melhora urgeincontinencia INCONTINENCIA URINARIA AOS ESFORÇOES Perda involuntária de urina que pode ser consequente a alteração da mobilidade do colo vesical (hipermobilidade) ou lesão esficteriana. Quando há hipermobilidade é devido a lesão de algum componente do assoalho pélvico (m levantador do anus, faz TRATAMENTO CIRURGICO: melhor forma terapêutica Entre as varias técnicas descritas, atualmente as mais executadas são a colpossupensao retropubica pela técnica de Burch e as Sling Deve se levar em conta a idade, doenças sistêmicas, atrovia vaginal, distopia genital associada, obesidade e experiencias do cirurgião para escolha da técnica. BURCH: fixação do tecido paravaginal paravesical ao ligamento ileopectineo, indica quando há hipermobilidade de colo vesical e não há lesão de esfíncter. Exceto em pacientes obesas. Taxa de cura de 85% SLING: cria-se um novo suporte para uretra, que funciona como mecanismo esficteriana, sem comprimi-la, taxa de sucesso 93% em todos os casos de incontinência. Material para sling pode ser autólogo (aponeurose) ou sintético que deve ser inerte, não carcinogênico, forte, não causar inflamaçaoes ou alergias Monofilamentar, de polipropileno, macroporosa Indicada para IUE, recorrências, defeito esficteriano e forma mista de perdas urinarias. Taxa de sucesso de ate 98% Há técnicas pode ser suprapubicas ou transobturatoria, esta dispensa a cistoscopia ao final do procedimento. HIPERMOBILIDADE BURCH SOMENTE INDICADO PARA ISSO LESAO ESFINCTERIANA SLING Ftos das técnicas: prestar atençãoo que o sling tem que fazer a urocospia ( BEXIGA NEUROGENICA – rara e ele não deu muita importancia Decorre de lesão em qualquer segmento do SN. Controle medular da micção situa-se na região de S2-s4. Dependendo PROLAPSO GENITAL – vai ter que procurar Ocorre por lesões Cistocele (queda da bexiga) rectocele Enterocele (alça do intestino grosos prolapsando para a parece vaginal)~ SINDROME DA BEXIGA DOLOROSA (CISTITE INTERSTICIAL) Conição inflamatória crônica, não infecciosa de bexiga. A etiologia e fisiopatologia Cistografia (ulceras) Tratamento: amnitriplina, hidroxizine, polissulfato de pentosana(melhor tratamento), gabapentina PATOLOGIAS BENIGNAS DA MAMA • FLUXO PAPILAR • MASTITE NÃO LACTACIONAL E LACTACIONAL • ALTERAÇIOS FIBROCÍSTICAS: lesões não proliferativas, cistos, lesões proliferativas, epiteliais; ectasia ductal. ANATOMIA: acinos (unidades formadora de leite,), lóbulos (grupamento de acinos), ductos (todos desembocam no bico da mama); Complexo aorelo papilar, e a papila é o mamino (dentro do mamilo existem os ductos principais, com afluentes com ductos segmentares) o ducto principal tem a saída que é o mamilo. Nessas áreas existem as patologias da mama FLUXO PAPILAR • É a saída de secreção liquida pelo mamilo, excluindo-se os períodos gravídico-puerperal e de lactação. • Fluxo = derrame = descarga (anglicismo) Epidemiologia • 5 a 10% dos sintomas mamários • 95% dos casos é benigno (uma única situação NÃO é benigno, papiloma fluxo sanguinolento) CLASSIFICAÇAO • Funcionais • Patológicos: não neoplásicos, neoplásicos • Pseudofluxo: Mamilo invertido Eczemas Erosões traumáticas Infecções por herpes (lesão na derme com secreção aquosa0 Abcesso areolar (pus) FLUXO PAPILAR DIAGNOSTICO • IDADE • TEMPO DE UTIMA LACTAÇAO • ESTRESSE E USO DE MEDICAMENTOS (HIPERPROLACTIMIA) – (maconha, cocaína, anabolizantes,) • CONDIÇOES PATOLOGICOS PREVIA • CARACTERISTICA DO FLUXO Espontâneo (o que mais preocupa-normalmente maligno) ou a expressão Bilateralidade Coloração Quantidade e frequência Aspectos (leitoso, branco, uniductal, unilateral,) MALIGNO: (transparente ou vermelho) BENIGNO: (bandeira do brasil) FLUXO FUNCIONAL: estimulo endógeno ou exógeno • Estresse (neuro adrenal) • Auto-expressao por cancerofobia • Estimulo sexual • Hiperprolactinemia (galactorreia) • Drogas: metoclopramida, antidepressivos, cimetidina, ansiolíticos, anticoncepcionais orais, metildopa, etc EXAMES NA PESQUISA DE GALACTORREIA • TSH • Prolactina (realmente elevada pesquisar células túrcicas para pesquisar adenomas e tumores) • RX de sela túrcica (normal) • Ressonância para descartar tumor CAUSAS DA PROLACTENEMIA • Medicamentos:antidepressivos triciclicos, opiaceos, diazepínicos, • Estresse, cirurgias, PESQUISA NO DERRAME PAPILAR • Citologia da secreção (positiva é importante, se negativa não exclui o problema e continuar investigação) • Ductografia – desusada (endoscópio com cateterismo do ducto com endoscópio e diagnostica, no brasil não se usa essa técnica) – problema é que é feito sem anestesia • Mamografia • Ultrassonografia PAPILOMA INTRADUCTAL ÚNICO • Dentro das células ductais, com características com números de mitoses características (amostragem boa com retirada da lesão inteira) – não se faz biopsia pois suas lesões são intraductais e não invadem tecidos visinhos. CORE-biopsy (dentro da fenestra da agulha interna fica o material da biopsia) • Quadro clinico • Diagnostico • Tratamento Neoplasa epitelial benigna Causa mais comum de fluxo espontâneo, principalmente SANGUINOLENTO Neoplasia epitelial QUADRO CLINICO • Hemorrágico ou serohemorragico(amarelado) • Espontâneo • Unilateral • Uniductal • Intermitente • Persistente • Existe ponto de gatilho que expressa mais liquido • SINAL DO “PONTO GATILHO” exame físico, • Presença de atipias: RR 7 <33% papiloma atípico DIAGNOSTICO • Usg: não distingue lesão benigna da maligna, ajuda localizar lesão, não invasivo e pratico CONDUTA: • ALTA TAXA DE FALSO NEGATIVO E BAIXA SENSIBILIDADE • PAAF: baixo valor preditivo 50% • CORE biopsy/ mamotomia DIAGNOSTICO é A MESMA COISA DO TRATAMENTO • AGULHAR A LESAO • EXCISAO DO DUCTO PRINCIPAL CONTINUA A SER O METODO PADRAO PARA DIAGNOSTICO E TRATAMENTO • Seguro • Baixa morbidade • Limitações: mulheres jovens, desejo de amamentação comorbidades. FLUXOGRAMA: PROCURAR NA INTERNET DOENÇAS RELACIONADAS A LACTAÇÃO • GALACTOCELE: CISTO ÚNICO OU NÃO CONTENDO MATERIAL CREMOSO, ACUMULO DE LEITE NO INTERIOR DO CISTO ENCONTRAM-SE MATERIAL AMORFO (LEITOSO), MACROFAGOS E CRISTAIS DE COLESTEROL CISTO DE LEITE COMUM NA LATERALIDADE CONDUTA: DEPENDE, MUITO GRANDE E DOENDO FAZER PUNÇAO, PROBLEMA DE GESTANTE É A FISTULA DEPOIS DA CIRURGIA. FAZER ORDENHA PARA TENTAR RESOLVER, CASO NÃO FUNCIONE FAZER CIRURGIA • MASTITE PUERPERAL: FISSURA E RACHADURAS DA MAMA SÃO AS CAUSAS MAMA DA PUERPERA MUITO CARREGADA COM LEITE E BOM MEIO DE CULTURA, PODENDO SER UMA MASTITE SIMULANDO UMA CELULITE LEVE DEPENDENDO DE DIAGNOSTICO NÃO EXISTE UMA GAMA DE MEDICAMENTOS, POR CAUSA DA AMAMENTAÇAO MASTITE LOCALIZADA, SEM ABCESSO E SOMENTE ENDURECIMENTO OU ALTERAÇAO DO MAMILO SOMENTE, PODE USAR CEFALOXINA, OU CEFALODRIXILA SE TIVER FEBRE E ALTERAÇAO NO HEMOGRAMA, ISSO É INDICATIVO DE MAU PROGNOSTICO, COM DEFORMAÇÃO DA MAMA FIBROSADA, DEPENDENDO DO TAMANHO DA MASTITE DEVE-SE INIBIR A LACTAÇÃO, INTERNANDO A PACIENTE SE TIVER REPERCUSAO SISTEMICA, ODRAXILINA MEDICAÇAO DE ESCOLHA. Mastite não lactacionais MASTITES CRONICAS INFECCIOSAS (TODA MASTITE NÃO PUERPERAIS 30% TERA CANCER NA MASTITE) • ABCESSOS SUBAREOLAR RECIDIVANTE (ASCR) • MASTITE TUBERCULOSA MULTIPLAS FISTULAS PERIFERICAS Hx pessoal de tratamento tb ( PPD, Rx tórax DX definitivo – Bx com granulomas • MASTITE POR MICOBACTERIAS Evolução muito lenta HIV + com CD4 baixo Prótese silicone – mycobacterium avium (prótese de silicone) Dx por HMC ou Bx com micobacterias atípicas Tratamento: claritromicina + etambutol + rifabutina por 6 meses(tratamento definitivo tirar a prótese) • MASTITE VIRAL Herpes zoster Tratamento aciclovir • MASTITE LUÉTICA Lesões cutâneas no CAP – cancro duro (sífilis) Forma terciarias pode formar nódulos que amole fistula VDRL/FTD Tratamento: penicilina Besentasil MASTITE PERIAEREOLAR RECIDIVANTE DO TABAGISMO (TRATAMENTO PARAR DE FUMAR, FASE AGUDA DAR ANTIBIOTICO POR CEFALEXINA E METADRINAZOL) Quadro com antibióticos MASTITE CRONICAS NÃO INFECCIOSAS MASTITE GRANULOMATOSA IDIOPATICA ( • Forma variável de apresentação podendo acomete mamilo, pel • Exames de imagem inespecífico • Dx biopsia com granulomas depois de descarto outros tipos de mastites • Tratamento: prednisona 60mg/dia por 4-6 semanas com redução gradual da dose • Doença autoimune • Observalie simportantes drente a um caso: MASTITE PSICOGENICA OU FACTICIOSA • coçando a mama com unha grande MASTITE LINFOCITÁRIA • QUADRANTE SUPERIORES GERALMENTE • TEM TELACTESIA LUCTAL, COM PROCESSO INFLAMATORIO • AUTOIMUNE • QUANDO ROMPE O DUCTO, NO PARENCMA MAMARIO, ENCHE DE MASTOCITO E INFLAMA Mastite granulomatosa • Difícil de tratar • Mastectomia não é conduta preferencial (somente em casos graves) • Conduta de corticoide • Deformida de da mama PATOLOGIAS BENIGNAS DA MAMA • Hoje são denominadas alterações funcionais benignas da mama, com o intuito de desvincular o termo da associação do câncer • A AFBM não e lesão precursora do câncer, e índicesob população na menacme (período da primeira menstruação atea menopausa) BI-RADS • Uniformização dos termos • Composição mamaria • Classificação das lesões • Auditoria O: a 6 1: normal 2:achados benignos 3: ate 2 % benigno 4: 2 a 95% media 20% 5 acima de 95% BIRADS CATEGORIA 1 E 2: sem problema de interpretação ou analise, nem toda lesão benigna precisa ser relatada. Categoria 2 • ECTASIA DUCTAL: mecanismo patológico; acumulo de secreção faz com que acumule infiltrado, mama com arvore ductal cheia de liquido inflamatório • CISTO: alteração de liquido, secreção local, não dentro do ducto, colesao liquida com capsula recorrente, o cisto pode ter comportamentos diversos, manter, absorvível, somene punção dse tiver dor, e incomodar paciente. A capsula fica lá acumulado, caso tenha que se repetir 3 vezes a punção, fazer processo cirúrgico para tirar a capsula. CATEGORIA 3: comum, seguimento prazo curto (6 meses) altamente sugerindo de benigno 98% de ser benigno. Cm nódulos regulares. Fazer seguimento, fibroadenomas ou tumor filoides benignos Acompanhamento semestral – exceções: • Quando biopsiar: gravidez planejada, plástica planejada (impossibilidade de seguimento • Perda de seguimento • Nódulo grande? Seguimento: • 6meses – BI-RADS 3 (risco menor) • 6m – BIRADS 3 (risco ainda menor) • 1 ano – BI-RADS 2 (total 2 anos) FIBROADENOMA • SOLIDA BENIGNA, MULHERES DE SEGUNDAS E TERCEIRAS DECADAS • NODULO BEM DELIMITADO, CIRCUNSCRITO, FORMA ARREDONDADA E CONSISTENCIA ELASTICA • CRESCIMENTO PODE SER ESTIMULADO PELO ESTROGENO (RETIRADA CIRURGICA QUANDO ESTIVER CRESCENDO ESSA É INDICAÇAO CIRURGICA) • PODE EXIBIR CALCIFICAÇOES DESTROFICAS E ASSUMIR CONSISTENCIA FIRME, SIMILAR A CARCINOMAS. • INDICAÇAO CRESCIEMTNO PARA CONSERVAR A FORMA DA MAMA Obs: LESAO MAMILAR EM HOMEM SEMPRE FAZER BIOPSIA ENDOMETRIOSE TRATAMENTO NOVIDADES 1) Definição: endometriose é uma doença comum definida por presença de estroma ou glândula endometrial em locais ectópicos. • Acomete 10% das mulheres em idade fértil • Acomete entre 20% e 50% das mulheres com infertilidade (estudos recentes 30%) • Diagnostico geralmente tardio (7 anos) • Infertilidade se pensa em vários fatores porem sempre pensar em endometriose e descartar essa patologia ➢ Novidade: Fetal endometriosis: a case report “americana gravida de 37 semanas e gravidez foi por fertilização e feita por fecundação in vitro – o feto feminino teve um tumor intra utero” no 3º ou 4º dia de vida foi feito a cirurgia e saiu de lá um endometrioma e a partir dai fez-se o estudo. Expressão genética quefez o feto feminino que exposto ao hormônio desenvolveu o endometriose. ➢ “Dano a exposição do estrogênio que acomete e inflama o tecido estromal” ➢ Cirurgia peritectomia (retirada completa das glandlas endometriais) – menstrua sem dor a partir do 3 mês/ciclo pôs cirurgia. 2) Por que tratamos? MUITA DOR – 40%(dor desde a primeira menstruação) E INFERTILIDADE 60% (porcentagem dos casos). 3) Algumas pacientes não apresentam dor, por que limiar de dor alto, regiões em que há menos área sensitivas a dor. 4) Quando se inicia a pílula, diminui a proliferação, inflamação e escamação celular – logo melhora da dor da paciente. Somente se descobre a endometriose quando essas pacientes deseja engravidar e para de tomar pílula INFLAMAÇÃO: FISIOPATOLOGIA DA DOR (processos inflamatórios) SINTOMAS: • DISUREMIA( dificuldade para urinar que pode ser acompanhada de dor; urodinia) / DISPAREUMIA (dor na relação sexual) • 70% dos endometriomas são a esquerda (não existe explicação para isso ainda) • O endemetrioma é marcador de doença profunda (sempre tem mais coisas – • NAUSEAS E VOMITOS: vômitos quando menstruava, dobra do apêndice por causa de endometriose, dor epigástrica náusea e vomito no período menstrual 15% das mulheres tem endometriose de apêndice. • DOR INGNAL E FEMORAL ESQUERDA: ingnal esquerda com erradiação a perna esquerda no período menstrual levada ao pronto socorro. Lesão pegava nos 3 nervos (musculo redondo se incere no anel inguinal) a maior dor cirúrgica é a dor na região inguinal. TRATAMENTO CLINICO • ACOs = pilula oral com tratamento do sintoma e não da doença. • Baixas doses (15mcg) – extremos de idade • Altas doses (30-35mcg) – controle de ciclo • Esquema continuo – mais indicado par dismenorreia (cólica antes ou durante a menstruação) e adenomiose concomitante • Acompanhamento clinico e de imagem rigoroso • ACOS melhoram escala de dor em pacientes sintomáticos (esses comprimidos diminuem a COX-2 fazendo diminuir a dor) ACOs e Endometriose • Meta analise de 608 estudos sobre resultados do us de ACO com estrogênio no tratamento clinico de endometriose • Para alivio de dor nas mulheres com endometriose é efetivo • Todas as combinações estudadas foram eficazes • As continuas são mais indicadas na DISMENORREIA(cólica antes ou durante a menstruação) • O uso de ACO estrogênio foi relacionada a um risco maior de endometriose profunda quando usadas por longo prazo (depois de 7 anos, a pilula desinflama porem ainda assim a célula endometrioma continua DIENOGESTE • Redução significativa da dor pélvica compara • Dor volta com mesma intensidade depois de cessar o uso PROGESTERONA X CIRURGIA • Estudo comparativo entre cirurgia e progesterona para tratamento de endometriose profunda • Avaliar melhora da dor • Evento avaliado: dor, satisfação, n de relações, função sexual, ansiedade depressão, qualidade de vida Cirurgia: redução significativo: maior – 3 meses *CONSEGUI FOTO LESAO INFLAMATORIA NA CUPULA DIAFRAGMATICA ONDE PASSA NERVO FRENICO (ENDOMETRIOSE GLANDULAR) dor no braço fazendo impossibilidade de dirigir. LESAO DE SIGMOIDE – INFERTILIDADE • Mais ligada a infertilidade a endometriose intestinal • Sem ressecção diminui a taxa de fertilidade • Laparoscopia com ressecção aumenta a taxa de gravidez. • Conclusão: endometriose intestinal: alivio total/satisfatória dos sintomas 93%, aumento das taxa de fertilidade 36 a 41%; abordagem cirúrgica radical é o tratamento de primeira escolha, procedimento seguro; Pelves congelada: não se faz cirurgia (não existe mobilidade do útero (TRATAMENTO CLINICO)) – melhor usado é a gestrinona IMPLANTES HORMONAIS • SIU – levogestrel (intra uterina) • ETONOGESTREL (sub dérmico) • ECOMETRINA (sub dérmico) • GESTRINONA (sub dérmico) REPOSIÇAO HORMONAL EM MULHERES COM ENDOMETRIOSE É PERIGOSO • Gestrinona e etonogestrel: melhores usados • Tem menores efeitos de inflamação INDICAÇÕES: • Endometrioses profundas com risco cirúrgico elevado • Endometrioses de plexos nervosos ou nervos • Pacientes que não querem cirurgia • Má adaptação aos demais tratamentos clínicos HPV • + 100 tipos que acometem ser humano (sendo 5º tipos assolam mucosa do aparelho genital feminino) Tipos: Baixo grau ONCOGENICO: 6 e 11 = lesões verrugosas genitais, lesões de baxio grau do colo uterino e papiloma de laringe em crianças. SÃO isolados em 90% dos casos de lesão genital Alto grau ONCOGENICO: 16 e 18 = maior chance de lesões intra-epiteliais de alto grau. 70% de todos os casos de câncer de colo. ESTAO relacionados a outros canceres: CANCER VULVAR, CANCER PENIANO, CANCER ANAL, CARCINOMA CERVICAL INVASIVO EPIDEMIOLOGIA • Transmissão sexual 98% dos casos • Pode ocorrer transmissão vertical (via placentária ou contato vaginal direto) • NÃO HÁ CASOS DE TRANSMISSAO POR AMAMENTAÇÃO • Incidência maior em início da vida sexual e múltiplos parceiros • TABAGISMO: ↑ prevalência, pois reduz quantidade/ diminui a quantidade e função das células de Langherans (imunidade local contra esse vírus) HISTORIA NATURAL DA DOENÇA • Tempo de evolução do vírus: 10-15anos • Porém é um fenômeno transitório, normalmente, 90% dos casos o sistema imune resolve • Os outros 10% apresentam persistência do vírus LOGO “verdadeiro” grupo de risco para desenvolvimento câncer de colo. INFECÇÃO CLINICA – infecção clinica • Lesões verrucosas • Aspecto papilar • Únicas ou múltiplas • Base única • Localização mais comum: INTROITO e PERINEO (vulva) • + rara na vagina, colo de útero e região perianal • O diagnóstico é realizado pelo exame ginecológico • Regressão espontânea 30% a 60% dos condilomas acuminados INFECÇÃO SUBCLINICA • 4% da população • Lesões não são visíveis a olho nu • Necessidade de colpocitologia e exame anatopatologico INFECÇÃO LATENTE • Ausência de sinais • Diagnostico realizado somente por técnicas moleculares 3 INDICAÇOES CLINICAS PARA EXAMES DETECÇÃO DNA do HPV 1. Rastreamento primário do câncer de colo, teste idenpedente para mulheres acima de 30 anos 2. Triagem de mulheres com alterações citológicas ASCUS 3. Seguimento pós-tratamento: predição de cura de lesões intraepiteliais de alto grau TRATAMENTO • Indicado somente nas lesões clinicas e subclínicas • Clinicas: método químico, imunológico (IMIQUIMOD 5%) e Físicos (CAUTERIZAÇÃO) SEGUIMENTO: recidiva 30% Fatores relacionados a recidiva: Idade acima de 50 anos HPV ongogênico Tabagismo Multiparidade Imunocomprometido Lesões fora da zona de transcofrmação PREVENÇAO • PRIMÁRIA: uso de camisinha, (preservativo não protege por completo, pois as regiões vulvares, pubiana e escrotal não são protegidas. VACINAÇÃO: quadrivalente (6,11, 16, 18) brasil oferece, meninas de 9 a 14 anos, meninos também. Hoje abrangeram para pessoas até 26 anos • SEGUNDÁRIA: minimizar desenvolvimento da lesão mesmo já instalada, rastreamento por colpocitologia • TERCIARIA: após o desenvolvimento da lesão, direcionada para tratamento de lesões pré- neoplasicas, infecções persistentes, Heteriedade • Cancer de colo de útero NADA tem a ver Câncer colo de útero: herpes vírus, HIVm Epstein-bars Tabagismo (nitrosaminas Anticoncepção oral Imunodepremidas Transplantadas CANCER DE COLO • 2ª mais incidente nas mulheres brasileiras • SINTOMAS: corrimentovaginal anormal, sangramento vaginal entre os períodos menstruais, SANGRAMENTO VAGINAL POS-MENOPAUSA, sinurragia (sangramento relação sexual) • GRUPO DE RISCO: HPV PORTADORAS DIAGNOSTICO • Queixas clinicas (sangramento ou corrimento sanguinolentos) • Citologia cervical (exame Papanicolau) • Colposcopia (exame Papanicolau alterado obriga a fazer colposcopia) ESTADIAMENTO CLINICO Tratamento por Estádios Estádio IA1 No estádio IA1, a profundidade de invasão estromal é menor do que 3 mm e a extensão superficial é de até 7 mm. Com relação à histerectomia total (abdominal, vaginal ou via laparoscópica), dá-se preferência a via vaginal, se prole definida, por ser de menor custo, menor morbidade e menor tempo de internação. A conização do colo uterino está indicada para pacientes sem prole definida. A ooforectomia é opcional na dependência da idade da mulher. A braquiterapia está indicada em caso de contraindicação absoluta de tratamento cirúrgico. Atenção! Caso o estudo histopatológico da peça de conização mostre margens comprometidas por neoplasia intraepitelial, é indicada a histerectomia, uma vez que a lesão mais grave, na maioria dos casos, origina-se na zona de transformação. Se há comprometimento de margens por carcinoma com invasão, deverá ser indicada a reconização, a fim de afastar a possibilidade de doença invasora mais extensa (IA1 e IA2). A linfadenectomia pélvica não se justifica para tumores em estádio IA1, visto que o comprometimento linfonodal nesses casos está em torno de 1,2%. O diagnóstico de microinvasão só pode ser definido pelo exame da peça de conização/ EZT do colo uterino. Estádio IA2 No estádio IA2, a profundidade de invasão estromal é de 3 a 5 mm e a extensão superficial é de até 7 mm. Tratamento Histerectomia radical modificada (tipo II de Rutledge e Piver), que envolve colpectomia do terço superior de vagina, ressecção de metade dos ligamentos útero-sacros e paramétrios, associando-se à linfadenectomia pélvica. Traquelectomia radical com linfadenectomia pélvica pode ser indicada em pacientes que manifestam o desejo de gestar. Radioterapia exclusiva está indicada em casos de pacientes não-elegíveis para cirurgia. A maior radicalidade do procedimento cirúrgico, nesses casos, se deve ao fato de que a incidência de comprometimento linfonodal pode chegar a até 13,8%, assim como a invasão parametrial proximal microscópica pode chegar a 5%. Estádios IB e IIA O tamanho do tumor é fator relevante na escolha do tratamento inicial. Lesões menores do que 4 cm nos estádios IB1 ou IIA: • Histerectomia abdominal radical tipo III. Atualmente, vem sendo indicada a histerectomia radical tipo II para lesões menores do que 2 cm. • Traquelectomia radical com linfadenectomia pélvica: para pacientes sem prole definida e com tumor até 2cm. • Histerectomia radical vaginal com linfadenectomia pélvica: para casos selecionados. • Radioterapia externa e braquiterapia: para pacientes com contra-indicação clínica para cirurgia. Nos casos de obesidade mórbida, em que a eficiência da radioterapia isolada pode ser comprometida, pode-se considerar o tratamento quimiorradioterápico concomitante. Indicações da radioterapia associada ou não à quimioterapia (pós-operatória) • Margens cirúrgicas da vagina comprometidas por carcinoma: braquiterapia de cúpula vaginal. • Metástase ovariana. • Metástase para linfonodos pélvicos. • Invasão do tecido parametrial. • Tumor maior do que 4cm, achado na peça operatória. • Adenocarcinoma, principalmente G III, invasão do estroma cervical no terço externo e invasão do espaço linfovascular são considerados critérios de alto risco e a complementação radioterápica pode ser indicada. Se houver comprometimento das margens da vagina por neoplasia intraepitelial, é indicada a realização de propedêutica adequada para colpectomia. Atenção! As pacientes que apresentarem linfonodos pélvicos ou paraaórticos comprometidos não deverão ser submetidas à histerectomia, e sim à quimioterapia + radioterapia. A cirurgia, se realizada, aumentará a morbidade. Lesões maiores do que 4 cm nos estádios IB2 ou IIA • Quimiorradioterapia concomitante: a droga indicada pelo Serviço de Oncologia Clínica do INCA é a cisplatina, na dose semanal de 40mg/m2, durante o curso da radioterapia externa. • Radioterapia exclusiva: quando houver contra-indicação ao uso de agentes quimioterápicos. Estádios IIB, IIIA, IIIB e IVA Nos estádios IIB, IIIA, IIIB e IVA, a quimiorradioterapia concomitante será feita da mesma forma que para o estádio IB2. Tratamento cirúrgico paliativo para estádio IVA: derivações intestinais ou urinárias podem ser indicadas. Pacientes, em estádio clínico IVA, com fístula vésico-vaginal ou retovaginal, podem ser candidatas à exenteração pélvica, na dependência do estado geral e PS da paciente ou receber radioterapia paliativa. Estádio IVB O câncer do colo do útero em estádio IVB é uma doença incurável. São controversos os tratamentos do câncer avançado do colo uterino, sendo a quimioterapia, radioterapia e cirurgia consideradas paliativas e indicadas de acordo com cada caso. Deve-se avaliar a necessidade da radioterapia anti- hemorrágica. Como tratamento, a quimioterapia e radioterapia devem ser consideradas somente quando incluídas em protocolo. As pacientes não serão submetidas à quimioterapia, principalmente se as escórias estiverem elevadas. Contraindicações para tratamento cirúrgico • Doenças que contraindiquem cirurgia de grande porte. • Obesidade mórbida. Restrições para radioterapia • Obesidade mórbida • Massa pélvica anexial • Hemoglobina <10g/dl • Colagenoses • Processo inflamatório pélvico agudo Histerectomia Os tipos de histerectomia, segundo Rutledge e Piver, estão descritos no quadro abaixo: Tipo Descrição I Histerectomia simples extrafacial II Histerectomia com remoção de metade dos paramétrios e útero-sacros com ressecção do terço superior da vagina III Histerectomia com remoção completa dos paramétrios e útero-sacros, incluindo terço superior da vagina IV Histerectomia com remoção de todo o tecido periuretral, ligadura da artéria vesical superior e ressecção de três quartos da vagina V Histerectomia com remoção da porção distal dos ureteres e bexiga Situações Especiais Gestação O tratamento do câncer do colo do útero na gestante depende do estadiamento e idade gestacional. Estádio IA1 Se o estádio IA1 foi definido pela conização com margens livres, seguir a gravidez até seu termo. A histerectomia (abdominal ou vaginal), dois meses após o parto, ficará condicionada ao desejo da paciente à nova gestação. Se a invasão em profundidade na peça de conização for menor do que 3mm com margem comprometida, é razoável o seguimento com colposcopia e colpocitologia da gestante até a viabilidade fetal, indicando reconização para definir conduta. . Estádios IA2 e IB1 Até a 24ª semana de gestação: histerectomia radical e linfadenectomia pélvica com feto in situ. Recentemente, tem sido utilizada a traquelectomia radical com linfadenectomia pélvica por via abdominal na tentativa de salvar o concepto ou após a 24ª semana de gestação: aguardar a viabilidade fetal, cesariana e, posteriormente, histerectomia radical mais linfadenectomia pélvica. Estádios IB, II, III e IVA Radioquimioterapia: conforme a idade gestacional e a viabilidade fetal. Se o tratamento inicial proposto for a radioquimioterapia com o concepto in loco, a braquiterapia só pode ser iniciada após o esvaziamento do conteúdo uterino. Gestação até a 24ª semana: decisão, pela mulher ou pelo casal, de interrupção ou continuidade dagestação até a viabilidade fetal. Gestação com feto viável: cesariana antes da radioquimioterapia. Estádio IVB Tratamento paliativo, com condutas individualizadas, tanto do ponto de vista do câncer como da gestação. Nota: Todos os procedimentos devem ser rigorosamente esclarecidos à mulher, ao casal ou ao responsável pela doente, devendo ser submetidos à sua anuência formal. Todos os aspectos legais devem ser considerados. Carcinoma invasor achado incidentalmente em peça de histerectomia simples Complementação cirúrgica: parametrectomia com linfadenectomia pélvica e colpectomia do terço superior de vagina. Na dependência do resultado do exame histopatológico da peça cirúrgica, pode- se indicar RXT pélvica adjuvante. Complementação com radioterapia externa e braquiterapia: se o tempo decorrido da primeira cirurgia excede três meses, com doença residual macroscópica ou em pacientes com risco cirúrgico elevado. Complementação com quimiorradioterapia: em fase de avaliação. Carcinoma do colo após histerectomia subtotal O carcinoma do colo após histerectomia subtotal ocorre em pacientes com câncer diagnosticado no colo remanescente e o tratamento é feito conforme já descrito para os respectivos estádios tumorais. Atenção! No intuito de preservar a vida fetal, o tratamento, em gestantes, através da quimioterapia neo- adjuvante, e a posterior complementação terapêutica após o nascimento da prole estão em fase de implementação no INCA. Exames de seguimento • Exame físico geral. • Exame ginecológico, incluindo a colpocitologia. • Exames laboratoriais e de imagens (RX de tórax, ultra-sonografia abdominopélvica, tomografia computadorizada abdominal e pélvica, de acordo com a indicação clínica e disponibilidade). Recidivas A conduta depende do tratamento prévio, tamanho da lesão e local da recidiva. Recidiva central (cúpula vaginal) Se o tratamento inicial foi cirúrgico, deve-se indicar radioterapia. Se o tratamento inicial for a radioterapia, pode ser realizada exenteração pélvica ou histerectomia simples ou radical, dependendo da extensão da doença e localização. Recidiva pélvica não-central ou linfonodal Se a cirurgia radical foi o tratamento primário, indica-se quimiorradioterapia combinada ou radioterapia, caso haja contra-indicação para quimioterapia. Se a radioterapia foi tratamento primário, é necessário realizar avaliação individualizada de ressecabilidade e quimioterapia paliativa, caso tenha sido esgotada a dose de radioterapia. Recidiva a distância Na recidiva a distância, o tratamento é paliativo com abordagem idêntica ao estádio IVB. Considerar a possibilidade de paciente Fora de Possibilidade Terapêutica Atual (FPTA). DISTOPIA GENITAL DEFINIÇAO: depressão da parede genital posterior e anterior, útero, colo uterino, cúpula vaginal ou fundo de saco. Diretamente proporcional a IDADE EPIDEMIOLOGIA: 23,5 a 49% sexo feminino, ápice por volta dos 60 anos FATORES DE RISCO: múltiplas gestações, numero de parto normais, marossomia(diabetes gestacional), hipotrogenismo(hormonal na mulher), doenças crônicas (obesidade, hipertensão) ETIOLOGIA: multifatorial, PARTO GENITAL PE O PRINCIPAL FATOR (LESOA DIRETA LEVANTADOR DO ANUS, PARA O desenvolvimento distopia, o risco aumenta 1,3 vezes para cada parto vaginal Receptores de estrogênio e de progesterona: nucloes das células do tecido conectivo e da musculatura lisa no estroma dos musculoe slevantadores Etnia: mulheres negras menores riscos Peso corporal: SOBREPESO (imc ENTRE 25 e 30 kg) foi associado a aumento entre 31 e 39% do prlapso ANATOMIA NORMAL: Sistema de suspensão: região do assoalho pélvico e peritônio, formado tecido elástico e musculo liso sobre a cúpula vaginal, como um aro de bicicleta para sustentar (manutenção do colo pra tras e para cima, da fisiopatologia da distopia – relacionada a incontinência urinaria na distopia fica mais verticalizado) Ligamento transverso do colo (cardinal): FORMA COMO O UTERO SE APOIA PRINCIPAL PASSIVA DO UTERO (SISTEMA DE SUSPENSAO) Paracolpos: espessamento da fascia endopelvica, união lateral da fascea visceral com arco tendineo da fascia da pelve, ajudam aguentar o peso da bexiga. SISTEMA DE SUSTENTAÇÃO: músculos Diafragma pélvico: abertura oval que passa vagina, uretra e reto Músculos: coccígeo: suscenta viceras pélvicas Levantador do anus: composto por outros 3 musculos, maior parte do diafragma pevico, assoalho dinâmico, sustenta as vísceras pélvicas, mantem contração tonica para sustentar as viceras e ajuda a manter a contiencia urinaria. Diafragma urogenital: músculos do períneo (esfíncter externo do anus, contra junto ao levantar do anus para manter a continência, eles proporcionam a sustentação do útero, quando estão sujeitos a manobras pélvicas “valsavas”) FISIOPATOLOGIA • Interações complexas entre musculatura do assoalho pélvico, tecido conectivo do soalho pélvico e parede vaginal. “estase pélvica”- manter em ordem o assoalho pélvico * principal musculo levantador do anus. • Estiramento conforme os anos pode causar a distopia CLASSIFICAÇÃO POR COMPARTIMENTO • Prolapso de parede anterior da vagina (MAIS COMUM) Defeito do compartimento anterior, manutenção do útero e bexiga (cistocele) • Prolapso do compartimento posterior distal: retrocele • Prolapso de parede apical posterior: RELACIONADO A TRAUMATISMO NO PARTO, ESTERECTOMIA E OUTRAS CIRURGIAS PELVICAS, prolapso da cúpula vaginal (histerectomia0 saida do intestino delgado CLASSIFICAÇAO POR GRAUS • Baden-walker: qualitativa (inspeção visual) Subjetiva (intra e interobservador) Avaliada do grau sepre durante a manobra de valsalva 5 graus: 0: sem prolapso 1: chega ate menos na metade da distancia do caminho entre o local original e carúncula himenal; 2: prolapso esta ao nível da carúncula himenal 3: ultrapassou 4: • Pelvic organ prolapse quantification POP(quantifica) DIAGNOSTICO É CLINICO • O exame físico revelerá o abaulamento da parede vaginal, especialmente quando associado a manobra de valsalva. • (EXAMES COMPLEMENTARES NÃO SÃO NECESSARIOS PARA DIAGNOSTICO) QUADRO CLINICO • Sensação de bola e saliência da vagina. Pioram durante o dia por causa da posição ortostática da paciente TRATAMENTO NÃO CIRURGICO • Prolapso leve a moderado • Preserva fertilidade • Fortalecimento do assoalho pélvico (exercícios de Hagen)50 a 60x repetições por dia, Dispositivos mecânicos: pessários TRATAMENTO CIRURGICO • Obliterativos: indicados para mais velhas e sem atividade sexual, COLPOCLEISE LEFORT: suturar as duas paredes da vagina * fechamento • Reconstrutivos: restaurar a anotomia normal, colporrafia anterior (redução do prolapso e depois sutura, baixa taxa de sucesso 30%) Posterior: colporrafia posterior: TAXA DE CURA 76 96% Apice vaginal: sacrocolpopexia abdominal, fixação ao ligamento sacroespinal Suspensao da cúpula vaginal com ligamento uterossacral – prolapso anterior taa de recorrência anterior 4 – 18% • Cirurgia concomitante para prolapso e incontinência: cirurgias principais (burch, sligs subrretal, slings de uretra média”retropubica e transsobturador”) *dois tipos de cirurgias concomitantes para tratamento de ambas. INCONTINENCIA URINARIA NA MULHER DEFINIÇÃO: sinal, estado alterado de saúde e sintoma (queixa da paciente) • Prejuízo social • Comprometimento higiene • Qualidade de vida ruim • Problemas cutâneos • Infeção de repetição • Instituicionalização de idosos EPIDEMIOLOGIA: • 5% com IU • 29 a 75% com IUE (esforço) • Aumenta coma idade • Mais velhas – mais urgência • Jovens também presente, atletas • Previsão de aumento de 55% na população d emulheres norte americanas com incontinência PRINCIPAIS TIPOS DE INCONTINENCIA • Esforço • Síndrome da bexiga hiperativa • IU mista • Defeito esfinctetriano intriseco FATORES DE RISCO • Idade • Hipoestrogenismo (receptorde estrogênio) • Obesidade • Gestação • Parto • História familiar • Tabagismo. FISIOPATOLOGIA • Coordenação devarios componentes músculos, sustentação, inervações e comunicação entre estruturas • Fase de enchimento da bexiga há a contração ureteral. • INERVAÇÃO • Fae esvaziamento da bexiga reduz estimulação simpática e desencadeia a parassimpática • Parassimpáticos são muscarinicos e nicotínicos DIAGNOSTICO • Anamnese • Numero de micções diários • N de absorventes usados • Itu • Circunstancias e manobras que levam a perda • Efeitos na qualidade de vida • Questionários para paciente (kelleher) SINTOMAS URINARIOS • Aumento da frequência urinaria • Esvaziamento inadequado da bexiga • Volume de urina perdido por episódio: maior volume, gojetamento normalmente confundido com incontinência • Tempo do início dos sintomas: pos menopausa pode ser por hipoestrogenismo, após histerectomia ou parto ou traumas pélvicos, alteração no tecido connectivo de sustentação ou inervação • Sendo sempre atento a história pregressa do paciente. EXAME FISICO • Inspeção geral e avaliação neurológica (reflexo bulbocanervoso, nocutâneo, prolapso do órgão pélvico, exame bimanual retovaginal), • Teste do COTONETE (tip test) = inserir ate a junção uretrevesical, manobra de valsalva, acima de 30 graus indica hipermobilidade da uretra • Resíduo pós-miccional: ultrassom, resíduo aumentado indica problema de infecção • Exames laboratoriais: urodinâmica. ESTUDO URODINÂMICO • CISTOMETRIA SIMPLES OU MULTICAMAL • UROFLUXOMETRIA TRATAMENTO NÃO FARMACOLÓGICO • Eletroestimulação intravaginal • Kegel’s exercises (com ou sem peso) TRATAMENTO FARMACOLÓGICO • Antagonistas de receptor muscarínicos hiperatividade detrusora • Inibidor de recptor beta 3 maior aporte de urina e relaxamento • Estrogênio trofismo e vascularização da musculatura pélvica • Desmopressina diminuição do volume de urina produzida • Inibidores da recepção de serotonina incontinência de esforço TRATAMENTO CIRURGICO • Refratários a medicamentos ou casos avançado • Acessos: vaginal (marshal-marchetti-krantz, burch, slings LEIOMIOMAS “doença do menacme” EPIDEMILOGIA • Benigno mais frequente da musculatura lisa no sexo feminino • 30% das mulheres acima de 35 anos • 10% dos casos de infertilidade, único achado sendo o mioma 2,4% • Mulheres sintomáticas • Incidência varia grandemente 5-85% ANATOMIA • Órgão oco, fibromuscular com cavidade virtual • Situado na bexiga urinaria e o reto • Forma em pera invertida • Achado antero porterior • 2 porçoes: corpo e colo uterino (fibrosa) • 3 partes: camada mucosa endométrio • Camada mural : miométrio musculo liuso • Camada serosa: peritoneo parietal parte externa DEFINIÇÃO: mesenquimal, monoclona com origem nas células musculares lisas do miométrio Bem delimitado, redondos, brancos (nacarados), firmes, elásticos Conteúdo de colágeno, produzidos uma conssistencia fibrosa Localização: • Intramural (70%) • Subseroso (20%) • Submucoso (5%) FISIOPATOLOGIA • Fator iniciador: aumento do estrogênio, progesterona, receptores de estrogênio, genética e/ou epigenética • Fator promotor: estrogênio, progesterona (estimulo) • Fator efetor: fatores de crescimento (produzidos nos musculo liso e fibroblastos) • Cada leiomioma é derivado de um único miocito progenitor • Polimorfismo de gene COMT, IGF2C – tumores maiores que 290cm3 • Polimorfismo em um nico nucleotídeo dos genes receptores alfas de estrogênio • O tecido possui excesso de matriz extracelular, exagerada proliferação de musculo liso, conteúdo de colágeno produzido em conistencia • DEGENERAÇÃO DOS LEIOMIOMAS: FLUXO SANGUINEO DEFICIENTE • DEGENERAÇÃO HIALINA: mais frequente, tumor amolecido e mais eosinofilico • DEGENERAÇAO CISTICA: secundaria aliquefaçao • DEGENERAÇAO VERMELHA, CARNOSA OU RUBRA: crescimento rápido do nódulo, (obstrução venosa, congestão e hemólise) • CALCIFICAÇÃO: acumulo de cálcio em aéreas com diminuição do aporte sanguíneo • DEGENERAÇAO SARCOMATOSA: degeneração maligna do tumor • NECROSE: interrupção do fluxo sanguíneo FATORES DE RISCO • Menarca precose (hormônio dependente) • Nuliparidade • Não utilização de progesterona injetaveis • Maior tempo decorrido do último parto • Idade 35 a 45 anos • Terapia hormonal • Obesidade e sobrepeso • Dieta gordurosa e com carnes vermelhas • Sedentarismo • Raça negra • Antecedentes familiares positivos • Pressão arterial diastólica elevada • Genética SINAIS E SINTOMAS • Grande maioria assintomáticas • Menorragia/hipermenorragia • Dismenorreia • Dor pélvica • Mudança na frequência urinaria • Obstipaão • Dispareunia • Infertiçidade • Abortos de repetição • Trabalho de parto prematuro • Distócia • Distensão abdominal • Aumento do volume abdominal. MIOMAS NA GRAVIDEZ • Aborto espontâneo: 1tri 40%, 2 tri 17% • Placenta previa • Restrição de crescimento fetal • Trabalho de parto prematuro • Descolamente de planceta distocia DIAGNOSTICO • ANAMNESE + exame físico + exames complementares • Anamnese:sinais e sintomas, investigar fatores de risco • Exame físico: abdominal, toque vaginal bimanual • Exames complementares: USG – padrão ouro • USG com histeressonografia (paciente senti muita dor na realização desse tipo de exame) TRATAMENTO CLINICO • Expectante: assintomáticos, exame pélvico anual • Sistema intauterino (SIU) liberador de levonorgestrel – mirena: redução da metrorragia, melhora da dismenorreia, diminuição do volume uterino (resultados inconssistentess) Progesragenios: poucos estudos, melhora da dismenorreia e menorragia Anticoncepcional orais combinados: controle do ciclo menstrual, sem redução do mioma *MIOMA É ESTROGENIO DEPEDENTE • Anti-inflamatorios não hormonais: dor pélvica, • Análogos do GnRH: pre operatórios, bloqueio do eixo HHO, melhora sangramento uterino, redução do tumor (30 a 64%), perda de massa óssea, fogachos (75%), cefaleia, alteração de humor, secura vaginal, rigidez nas articulações. TRATAMENTO CIRURGICO • Pacientes que não desejam engravdar: histerectomia • Paciente que querem engravidar: TRATAMENTO CIRURGICO: pacientes que não desejam engravidar • Histerectomia definitiva • Via vaginal, laparotomia ou laparoscópico • Grande melhora nos sintomas • Análogos ao GnRH pre operatórios. Embolização de artéria uterina: • Artéria femoral artéria uterina • Injetar • Os vasos que nutrem o mioma PACIENTES QUE QUEREM ENGRAVIDAR MIOMECTOMIA • Método de escolha para pacientes que desejam engravidar • Evidencias de que tumores acima de 4cm causem infertilidade e perdas obstétricas • Via laparoscópica, histeroscopica ou laparotomia • Melhora da menorragia em 70 a 80% das pacientes SEMIOLOGIA - HPV - colocitologia Objetivo: o esfregaço cervico-vaginal tem como finalidade rastrear lesões pre-neoplasicas antes que progridam para carcinoma invasor. FINALIDADES DO EXAME CITOPATOLOGICO • Pesquisar decélulas neoplásicas ou pre-neoplasicas • Avaliação de microflora (presença de fungos, bactérias, protozoários) • Auxilio na avaliação hormonal (algumas citologias aparece atrofia, por inflamação) COLETA DO MATERIAL • Acolhimento da mulher • Importância da anamnese • Preenchimento completo requisição (em casos alterados assim que vai fazer a busca ativa) • Identificação lâmina (a lápis) • Preparo prévio do material • Posição ginecológica • Oportunizar o exame de mamas • Inspeção da genitália • Introdução do espéculo • Visualização do colo • Características do conteúdo vaginal (rastreamento) • Coleta material ectocervice (ayra espátula) • Endocervice com a escovinha (introduzir 2/3 da escovinha) OBS: no menacme a geque vai estar mais para fora então facilita ANOTAÇOES APÓS COLETA: importante para ajudar o patologia • Aspecto do colo • Características do conteúdo vaginal • Lesões e ulcerações • Ectopia • Áreas de sangramento ORIENTAÇÕES • Sobre o exame colhido • Abordagem DST, sexualidade, planejamento familiar • Se necessário encaminhas ao GO • Retorno para o resultado. COLPOCITOLOGIA • Historia: schauestein: inicio da descrição das lesões pre-neoplasicas. 1928 (Papanicolau e babes ou pap test). 1945 (programas de triagem do câncer), 1955 (redução da mortalidade falso-negativos) • No brasil: inicio de 1979 somente. Papanicolau 1943 (classes) • Classe 1: normal • Classe 2: pouco inflamação • Classe 3: suspeita • Classe 4: algumas células alteradas • Classe 4: células de carcinoma invasor RICHARD (NIC) • HPV: • NIC 1:neoplasia • NIC 2:neoplasia • NIC 3:neoplasia • CARCINOMA INVASOR BETHESDA + ATUAL • Qualidade da amostra: satisfatória, satisfatório limitado, limitado(sangue na lamina ou infecções ou quando atrófico), insatisfario (repetir coleta) • Descritiva: alterações reacionais (inflamação, atipias,) MICROFLORA (o que compõe) • Atipias significados: indeterminados (células escamosas – ascos; células glandulares – avos), • Lesão intra-epitelial: baixo grau (hpv/nic 1); alto grau (nic 2 nic3 e carcinoma invasor) CORRELAÇÃO ENTRE AS 3 CLASSIFICAÇOES ONDE TEM NIC, BETHESDA E SISTEMA CLASSICO (procurar essa tabela) – maioria das mulheres estaram na classificação 2 com alterações celulares benignas. PERIODICIDADE DO EXAME • Reduçao risco cumulativo após 1 exame negativo: Anualmente-redução 93% chance de morrer A cada 3 anos – redução de 91% chance de morrer A cada 5 anos – redução 84% chance de morrer A cada 10 anos – redução de 64%chance de morrer Mulheres sem historia de atividade sexual • Considerando os conhecimentos atuais em relação ao papel do HPV na carcinogênese do câncer do colo uterino e que a infecção viral ocorre por transmissão sexual, o risco de uma mulher que não tenha iniciado atividade sexual desenvolver essa neoplasia é desprezível • Recomendação: não há indicação para rastreamento do câncer do colo do útero e seus precursores nesse grupo de mulheres categoria (D) IMUNOSSUPRIMIDAS • Recomendação: o exame citopatologico deve ser realizado neste grupo após o inicio da atividade sexual com intervalos semestrais no primeiro ano, e se normais, manter seguimento anual enquanto se mantiver o fator de imunossupressão • Mulheres HIV positivo, deve-se fazer a cada 6 meses HISTERECTOMIZADAS • RECOMENDAÇOES: mulheres disterectomia total por lesões benignas, sem historia previa de diagnostico ou tratamento de lesões cervicais de alto grau, podem ser excluídas do rastreamento • Em casos de histerectomia por lesão precursora ou cancer do colo de útero, a mulher deverá ser acompanhada de acordo com a lesão tratada POS MENOPAUSA • Recomendações: mulheres devem ser rastrewadas de acordo com as orientações para as demais mulheres (A) – se necessário proceder estrogenizaçao previa a realização da coleta conforme suferido (atrofia do colo) GRAVIDEZ • Recomendações: devem seguir as mesma periocidades da faixa etária • Como demais mulheres, sendo que a procura do serviço de saúde para realização de pre- natal deve sempre ser considerada uma oportunidade para rastreio ( • NÃO É QUE NÃO DEVE COLHER NA GESTANTE, SE ELA TEM DUAS CITOLOGIAS NEGATIVAS ANTERIORMENTE PODE-SE FAZER A CADA 3 ANOS, A PARTICULARIDADE DA GRAVIDA É A PROBABILIDADE DE ABORTAMENTO, ESSE EXAME NÃO INDUZ ABORTAMENTO (ISSO É IMPORTANTE), POREM O PERIODO DE COINCIDENCIA COM A MAIOR POSSIBILIDADE DE ABORTAMENTO PODE-SE CAUSAR ESTRANHEZA NA MULHER. MESMO QUE NÃO POSSA DAR NENHUM PROBLEMA JUDICIAL, POIS NA LITERATURA ESTA CLARO QUE NÃO CAUSA ABORTAMENTO. DEVE-SE COLHER NA PRIMEIRA CONSULTA DA GRAVIDA OU MESMO APÓS 12 SEMANAS, POIS PASSOU A FASE DE MAIOR CHANCE DE ABORTAMENTO. MESMO QUE POSSA FAER ANTES. MAS ESPERAR AS 12 SEMANAS EVITA CONSTRANGIMENTOS. INTERPRETAÇAO CITOLOGICA • Satisfatória da amostra • Insastisfatoria: acelular ou hipo-leitura prejudicada • Epitélios representdos: escamoso, glandular , metplasico(sinal que está na jeque) ALTERAÇOES BENIGNAS • Inflamação • Reparação • Metaplasia escamosa imatura • Atrofia com inflamação • Radiação • Outras,, MICROBIOLOGIA: lactobacillus so, cocobacilos sugestivo de gardinerella, cândida, trichomonas vaginalis, sugestivo de chlamydia sp, actinomyces, efeito citopatico compatível com herpes outras alterações ATIPIAS CELULARES • Escamosas • Possivelmente não neoplásicas ascos • Não se pode afastar lesão de alto grau ascos H • Glanduçares • De origem indefinida CELULAS ESCAMOSAS • Intra-epitelial baixo grau • Alto grau • De alto grayu não excluindo GLANDULARES • Adenocarcinoma in situ • Muitos outros CONDUTAS PRECONIZADAS • NORMAL – RASTREAMENTO ROTINA • ALTERAÇOES benignas: inflamação sem identificação do agente : sem clinica; com clinica (tratar leucorreia, ectopias, vaginites e/ou cervicites) • Metaplasia escamosa imatura (vulnerável HPV – não trata) • Reparação • Atrofia com inflamação • Radiação