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WAGNER LACERDA
CAMPOS DOS GOYTACAZES
2015
ANATOMIA PALPATÓRIA
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Peitoral Maior
Peitoral Maior – Palpação Direta
Posicionamento:
Paciente: em DD, braço em abdução de 90º.
Terapeuta: em pé, ao lado do paciente.
 O terapeuta fará a palpação com uma de suas mãos, posicionando-a sobre as fibras esterno-costais do peitoral maior, transversalmente a elas, ou seja, os dedos estarão voltados para o esterno ou para a clavícula do paciente.
 Com essa palpação, consegue-se perceber, nitidamente, como a porção carnosa desse músculo é larga, plana e espessa nessa região.
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Peitoral Menor
Peitoral Menor – Palpação Direta
Posicionamento:
Paciente: em DD.
Terapeuta: sentado, de frente para o paciente.
 O terapeuta sustentará com a sua mão, contralateral à palpação, o cotovelo do paciente.
 A sua outra mão será posicionada no sentido das fibras do peitoral menor, da seguinte forma: as regiões tenar e hipotenar estarão sobre a 3ª, 4ª e 5ª costelas, e os dedos dirigidos para o processo coracóide da escápula.
 Solicitará ao paciente que realize o abaixamento do ombro.
 A tensão do peitoral menor poderá ser percebida.
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Serátil Anterior – Palpação Direta
Posicionamento:
Paciente: sentado, braço elevado a 90º.
Terapeuta: em pé, de frente para o paciente.
 O terapeuta colocará a sua mão homolateral à palpação contra a mão do paciente.
 As polpas dos dedos de sua outra mão estarão posicionadas na região ântero-lateral do tórax do paciente, na região da porção inferior do serrátil anterior.
 Pedirá ao paciente que faça um esforço de empurrar a mão para frente, que será resistida.
 Sob a mão contralateral à palpação, a tensão do músculo poderá ser percebida pelo terapeuta.
Serrátil Anterior
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Subescapular
Subescapular – Palpação Direta
Posicionamento:
Paciente: em DL, com o braço abduzido.
Terapeuta: em pé, à frente ou atrás do paciente.
 O terapeuta entrará com as polpas de seus dedos na região axilar do paciente, dorsalmente ao peitoral maior e ventralmente ao grande dorsal.
 Pedirá ao paciente que desfaça a abdução e, a partir desse posicionamento, irá aprofundar a palpação, indo na direção da face anterior da escápula.
 Solicitará ao paciente que realize a rotação medial do braço.
 Sob as polpas de seus dedos, na profundidade, o terapeuta perceberá que o subescapular está se contraindo.
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Supra-espinhal
Supra-espinhal – Palpação Indireta
Posicionamento:
Paciente: sentado, com a cabeça inclinada para o lado da palpação.
Terapeuta: em pé, atrás do paciente.
 O terapeuta posicionará o 2º e 3º dedos de sua mão contralateral à palpação, superiormente à espinha da escápula, na fossa supra-espinhal.
 Com a mão homolateral à palpação posicionada no braço do paciente, resistirá à sua abdução.
 Sob os dedos da mão contralateral, perceberá, na profundidade, a contração do supra-espinhal.
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Infra-espinhal
Infra-espinhal – Palpação Direta
Posicionamento:
Paciente: em DL, cotovelo flexionado a 90º.
Terapeuta: em pé.
 O terapeuta repousar os seus dedos abaixo da espinha da escápula, seguindo a orientação das fibras do infra-espinhal: de trajeto ascendente, no sentido medial para lateral.
 Com a sua outra mão posicionada no antebraço do paciente, resistirá à rotação lateral do braço.
 Perceberá a tensão do músculo sob seus dedos que estarão posicionados na região infra-espinhal.
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Redondo Menor
Redondo Menor – Palpação Direta
Posicionamento:
Paciente: em DL, cotovelo flexionado a 90º.
Terapeuta: em pé, atrás do paciente.
 O terapeuta traçará uma linha imaginária entre o ângulo inferior da escápula e o ombro do paciente.
 Posicionará as polpas de seu 2º e 3º dedos sobre a linha imaginária, mais precisamente inferiormente ao deltóide e superiormente ao redondo maior.
 Com a sua outra mão posicionada no antebraço do paciente, resistirá à sua rotação lateral.
 Sob o 2º e 3º dedos, a contração do redondo menor será percebida.
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Redondo Maior
Redondo Maior – Palpação Direta
Posicionamento:
Paciente: em DL.
Terapeuta: em pé, à frente ou atrás do paciente.
 O terapeuta posicionará as polpas de seus dedos lateral e superiormente ao ângulo inferior da escápula, situando-os abaixo do redondo menor.
 Resistirá, com a sua outra mão posicionada no antebraço do paciente, à adução combinada à rotação medial do braço.
 O músculo redondo maior ficará visível, evidenciando o seu formato arredondado, e sua contração será percebida pelas polpas dos dedos do terapeuta.
 Poderá, também, palpá-lo em “forma de pinça”.
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Deltóide – Porção Anterior
Deltóide – Porção Anterior – Palpação Direta
Posicionamento:
Paciente: sentado ou em DD.
Terapeuta: em pé, de frente para o paciente.
 O terapeuta resistirá à adução horizontal do braço do paciente.
 Com a sua outra mão poderá delimitar as bordas do deltóide anterior.
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Deltóide – Porção Média
Deltóide – Porção Média – Palpação Direta
Posicionamento:
Paciente: sentado ou em DL.
Terapeuta: em pé, atrás ou à frente do paciente.
 O terapeuta resistirá à abdução do braço.
 O deltóide médio ficará tenso e poderá ser visualizado.
 Suas bordas anterior e posterior poderão ser palpadas pelo terapeuta.
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Deltóide – Porção Posterior
Deltóide – Porção Posterior – Palpação Direta
Posicionamento:
Paciente: sentado ou de pé, com a articulação escápulo-umeral abduzida a 90º, cotovelo flexionado.
Terapeuta: em pé, atrás do paciente.
 O terapeuta irá resistir à abdução horizontal, posicionando uma de suas mãos na região posterior do braço do paciente.
 A sua outra mão palpará a porção posterior do músculo deltóide.
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Bíceps Braquial
Bíceps Braquial – Palpação Direta
Posicionamento:
Paciente: sentado.
Terapeuta: em pé ou sentado.
 O terapeuta irá resistir à flexão do antebraço sobre o braço combinada à sua supinação.
 O bíceps braquial ficará proeminente e poderá ser palpado pelo terapeuta.
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Coracobraquial
Coracobraquial – Palpação Direta
Posicionamento:
Paciente: em DD, braço em abdução.
Terapeuta: em pé, de frente para o braço do paciente.
 O terapeuta posicionará as polpas de seus dedos logo abaixo da porção curta do bíceps braquial, que se situa sob o peitoral maior.
 Com a sua outra mão, irá resistir à flexão e à adução horizontal do braço.
 Poderá sentir, sob as polpas dos dedos, a tensão do coracobraquial.
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Braquial
Braquial – Palpação Direta
Posicionamento:
Paciente: sentado, com o antebraço pronado, apoiado na maca ou na mesa.
Terapeuta: sentado, de frente para o paciente.
 O terapeuta posicionará as polpas de seus dedos a cada lado do terço distal da porção carnosa do bíceps braquial.
 Pedirá ao paciente que flexione levemente o cotovelo.
 Sob as polpas de seus dedos, poderá sentir a contração do braquial.
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Tríceps Braquial – Porção Longa
Tríceps Braquial – Porção Longa – Palpação Direta
Posicionamento:
Paciente: sentado ou em pé, com o braço afastado do corpo.
Terapeuta: em pé, atrás do paciente.
 O terapeuta irá resistir à extensão do cotovelo com uma de suas mãos.
 A sua outra mão palpará a porção longa do músculo tríceps braquial.
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Tríceps Braquial – Porção Medial
Tríceps Braquial – Porção Medial – Palpação Direta
Posicionamento:
Paciente: sentado ou em pé, com o braço afastado do corpo.
Terapeuta: em pé, atrás do paciente.
 O terapeuta irá resistir à extensão do cotovelo com uma de suas mãos.
 A sua outra mão palpará a porção medial do tríceps braquial, na região onde se torna superficial: inferiormente à porção longa, no terço distal da região póstero-medial do braço.
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Tríceps Braquial – Porção Lateral
Tríceps Braquial – Porção Lateral – Palpação Direta
Posicionamento:
Paciente: sentado ou em pé, com o braço ao longo do corpo.Terapeuta: em pé, ao lado do paciente.
 O terapeuta pedirá ao paciente que estenda o cotovelo.
 A porção lateral do tríceps ficará visível na região póstero-lateral do terço proximal do braço, podendo ser palpada “em forma de pinça”.
 Caso necessário, poderá resistir à extensão do cotovelo.
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