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DIMENSÃO TOPOCEPTIVA Gunter Kohlsdorf – Maria Elaine Kohlsdorf MARIA ELAINE KOHLSDORF – SÉRIE A CIDADE COMO ARQUITETURA 9: DIMENSÃO TOPOCEPTIVA DIMENSÃO TOPOCEPTIVA Observa as características configurativas dos espaços incidentes na noção de localização dos indivíduos, em termos de orientação e identificação. Desenho e anotações em percurso (G.Cullen) MARIA ELAINE KOHLSDORF – SÉRIE A CIDADE COMO ARQUITETURA 9: DIMENSÃO TOPOCEPTIVA DIMENSÃO TOPOCEPTIVA Orientar-se e identificar espaços constroem a noção de lugar e abastecem a segurança emocional. São ações que utilizam vários instrumentos (como mapas ou informações verbais) e requerem conhecimento dos códigos empregados nos mesmos; como dimensão morfológica, a topocepção volta-se à linguagem espacial. Esta possui o código mais abrangente, pois informa tanto moradores quanto forasteiros da área considerada. EXPECTATIVAS TOPOCEPTIVAS: orientação e identidade Desenhos de cenas sucessivas registradas em percurso (G.Cullen) MARIA ELAINE KOHLSDORF – SÉRIE A CIDADE COMO ARQUITETURA 9: DIMENSÃO TOPOCEPTIVA DIMENSÃO TOPOCEPTIVA noções topológicas e perspectivas São noções topoceptivas básicas a localização do corpo no espaço e composição da cena percebida. Essas noções são construídas por certos atributos morfológicos dos lugares. unidade X diversidade Importa ao desempenho topoceptivo dos lugares a qualidade da informação visualmente apreendida, como articulação entre repetições e variações de elementos e relações morfológicas. Essa regra vale para todos os níveis cognitivos. DESEMPENHO TOPOCEPTIVO DOS LUGARES MARIA ELAINE KOHLSDORF – SÉRIE A CIDADE COMO ARQUITETURA 9: DIMENSÃO TOPOCEPTIVA DIMENSÃO TOPOCEPTIVA apreensão sensível X conhecimento projetual Atributos configurativos incidentes na noção de lugar vinculam-se a níveis cognitivos distintos. Percepção e imagem mental pertencem ao modo de conhecimento sensível (informações coletadas pelos sentidos humanos, especialmente visão), e está presente no senso comum, na ciência e no conhecimento ideológico. O nível das informações secundárias volta-se a informações elaboradas e, no caso da arquitetura, específicas para o projeto de lugares; é própria ao conhecimento técnico e científico. DESEMPENHO TOPOCEPTIVO X MODOS DE CONHECIMENTO DO ESPAÇO Brasília, DF ( M.E.Kohlsdorf / GDF) MARIA ELAINE KOHLSDORF – SÉRIE A CIDADE COMO ARQUITETURA 9: DIMENSÃO TOPOCEPTIVA MODOS DE CONHECIMENTO DO ESPAÇO SENSÍVEL REPRESENTAÇÃO PROJETUAL PERCEPÇÃO IMAGEM MENTAL modo universal (todos os indivíduos) modo restrito (técnicos/profissionais/cientistas) vida real ---- > vida virtual vida virtual MARIA ELAINE KOHLSDORF – SÉRIE A CIDADE COMO ARQUITETURA 9: DIMENSÃO TOPOCEPTIVA produto de atividades cognitivas cuja matéria prima são informações elaboradas por sistemas infra-lógicos atendimento de expectativas expressivo-simbólicas por meio de percepção e imagem mental percepção imagem mental ação básica da aprendizagem permanente durante todo o ciclo vital presente em todos os tipos de conhecimento recepção de informações ambientais com alcance universal representa eventos captados em campos visuais compreensão e avaliação de lugares quanto a expectativas seleção e transformação involuntárias de informações acomodação de informações percebidas permanente durante todo o ciclo vital presente em todos os tipos de conhecimento recepção de informações ambientais com alcance menos genérico representa o mundo visual e o espaço projetivo compreensão e avaliação de lugares quanto a expectativas seleção e transformação de informações MODO DE CONHECIMENTO SENSÍVEL MARIA ELAINE KOHLSDORF – SÉRIE A CIDADE COMO ARQUITETURA 9: DIMENSÃO TOPOCEPTIVA MODO DE CONHECIMENTO SENSÍVEL percepção imagem mental presença física sujeito - espaço ausência física sujeito - espaço avaliação menos favorável do desempenho espacial avaliação mais favorável do desempenho espacial imprescindível no processo de projetação prescindível no processo de projetação APREENSÃO DE CONJUNTOS COM SIGNIFICADO = COMPOSIÇÕES MORFOLÓGICAS MARIA ELAINE KOHLSDORF – SÉRIE A CIDADE COMO ARQUITETURA 9: DIMENSÃO TOPOCEPTIVA produto de atividades cognitivas cuja matéria prima são informações elaboradas por sistemas lógico-formais decodificações objetivas (aceitas por certa comunidade) específico e restrito a campos da Divisão Social do Trabalho próprio a níveis cognitivos baseados em informações secundárias (operatório-formal) restrito ao conhecimento técnico-científico espaço projetual = representação geométrica com aproximação matemática representa abstrações espaciais representações por geometria euclidiana exata, projeções ortogonais e perspectivas matematicamente rigorosas seleção e transformação VOLUNTÁRIA de informações MODO DE REPRESENTAÇÃO PROJETUAL PERCEPÇÃO DO ESPAÇO REPRESENTAÇÃO PROJETUAL MARIA ELAINE KOHLSDORF – SÉRIE A CIDADE COMO ARQUITETURA 9: DIMENSÃO TOPOCEPTIVA DIMENSÃO TOPOCEPTIVA Cidade de Goiás (IPHAN / M.E.Kohlsdorf) Cidade de Goiás (IPHAN) PERCEPÇÃO DO ESPAÇO REPRESENTAÇÃO PROJETUAL MARIA ELAINE KOHLSDORF – SÉRIE A CIDADE COMO ARQUITETURA 9: DIMENSÃO TOPOCEPTIVA DIMENSÃO TOPOCEPTIVA Cidade de Goiás (IPHAN / M.E.Kohlsdorf) por meio da percepção, os indivíduos decodificam o resultado de decisões tomadas em projetos e responsáveis por condições oferecidas pelos lugares construídos MARIA ELAINE KOHLSDORF – SÉRIE A CIDADE COMO ARQUITETURA 9: DIMENSÃO TOPOCEPTIVA DIMENSÃO TOPOCEPTIVA MODO DE CONHECIMENTO SENSÍVEL MODO DA REPRESENTAÇÃO PROJETUAL CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO DE DESEMPENHO MORFOLÓGICO DOS LUGARES Para ambos os modos cognitivos, importa a quantidade de informação visual ofertada pela configuração espacial, para que se realize a noção de lugar. Para boa orientabilidade: a quantidade de informação visualmente apreensível deve ser equilibrada; excesso ou escassez de informação visual prejudicam a orientação espacial. Para boa identificabilidade: a quantidade de informação visualmente apreensível deve ser equilibrada, claramente excessiva ou inequivocamente escassa. Valores ambíguos fragilizam a identidade dos lugares. Estas regras valem para atributos morfológicos incidentes na topocepção, em termos de percepção, imagem mental e representação projetual. MARIA ELAINE KOHLSDORF – SÉRIE A CIDADE COMO ARQUITETURA 9: DIMENSÃO TOPOCEPTIVA A percepção dá-se por integração da totalidade dos sentidos e da inteligência, mas a visão é a principal envolvida na percepção espacial humana (em caso de sua deficiência, atua o sistema tátil- cinético). A globalidade qualifica as informações visualmente captadas e sua decodificação no córtex cerebral, pois se percebem conjuntos com significados, e jamais aglomerados de elementos isolados. Atendimento de expectativas topoceptivas por meio da percepção humana, nível cognitivo caracterizado por presença física do observador no espaço considerado. E.N.Bacon MODO DE CONHECIMENTO SENSÍVEL: PERCEPÇÃO DO ESPAÇO MARIA ELAINE KOHLSDORF – SÉRIE A CIDADE COMO ARQUITETURA 9: DIMENSÃO TOPOCEPTIVA As propriedades do sistema visual e cognitivo humano caracterizam a percepção dos lugares por: movimento do observador seleção de informações morfológicas sensivelmente captáveis transformação de informações morfológicas sensivelmente captadas - ou seja, como seqüência de eventos perceptivos. 1 2 3 Brasília (M.E.Kohlsdorf) MODO DE CONHECIMENTO SENSÍVEL: PERCEPÇÃO DO ESPAÇO O produtoda percepção forma a imagem mental dos lugares, com novas representações e interpretação pela memória de características configurativas recolhidas na percepção. Percurso: aproximação à Igrejinha N.S. de Fátima / Brasília (M.E.Kohlsdorf) MARIA ELAINE KOHLSDORF – SÉRIE A CIDADE COMO ARQUITETURA 9: DIMENSÃO TOPOCEPTIVA MODO DE CONHECIMENTO SENSÍVEL: PERCEPÇÃO DO ESPAÇO Percurso: aproximação à Igrejinha N.S. de Fátima / Brasília (M.E.Kohlsdorf) MARIA ELAINE KOHLSDORF – SÉRIE A CIDADE COMO ARQUITETURA 9: DIMENSÃO TOPOCEPTIVA MODO DE CONHECIMENTO SENSÍVEL: PERCEPÇÃO DO ESPAÇO MARIA ELAINE KOHLSDORF – SÉRIE A CIDADE COMO ARQUITETURA 9: DIMENSÃO TOPOCEPTIVA TÉCNICA DE REGISTRO SEQÜENCIAL a ) eventos gerais: - estações - intervalos b) campos visuais: - frontal - lateral direito - lateral esquerdo c) efeitos visuais: - efeitos topoceptivos Setor Comercial Sul - Brasília (Ana Cristina, Jaqueline e Maria Tereza / FAU-UnB) MODO DE CONHECIMENTO SENSÍVEL: PERCEPÇÃO DO ESPAÇO M.E. Kohlsdorf, 1996 MARIA ELAINE KOHLSDORF – SÉRIE A CIDADE COMO ARQUITETURA 9: DIMENSÃO TOPOCEPTIVA TÉCNICA DE REGISTRO SEQÜENCIAL a) eventos gerais: observam-se dois eventos seqüenciais na área considerada: a.1) estações: são momentos de estímulo visual adequado ao registro perceptivo; a.2) intervalos: são distâncias métricas e temporais entre duas estações. MODO DE CONHECIMENTO SENSÍVEL: PERCEPÇÃO DO ESPAÇO Setor Comercial Sul - Brasília (Ana Cristina, Jaqueline e Maria Tereza / FAU-UnB) MARIA ELAINE KOHLSDORF – SÉRIE A CIDADE COMO ARQUITETURA9: DIMENSÃO TOPOCEPTIVA TÉCNICA DE REGISTRO SEQÜENCIAL b) campos visuais: observam-se cenas ou visadas pertencentes a cada estação seqüencial da área considerada. Podem localizar-se em qualquer direção das possibilidades motoras do observador, mas na pesquisa de percepções universais adotam-se três possibilidades: - campo visual frontal - campo visual lateral esquerdo - campo visual lateral direiro MODO DE CONHECIMENTO SENSÍVEL: PERCEPÇÃO DO ESPAÇO Setor Comercial Sul - Brasília (Ana Cristina, Jaqueline e Maria Tereza / FAU-UnB) MARIA ELAINE KOHLSDORF – SÉRIE A CIDADE COMO ARQUITETURA 9: DIMENSÃO TOPOCEPTIVA TÉCNICA DE REGISTRO SEQÜENCIAL c) efeitos visuais: observam-se os efeitos topoceptivos que compõem os campos visuais das estações seqüenciais na área considerada. MODO DE CONHECIMENTO SENSÍVEL: PERCEPÇÃO DO ESPAÇO MARIA ELAINE KOHLSDORF – SÉRIE A CIDADE COMO ARQUITETURA 9: DIMENSÃO TOPOCEPTIVA procedimentos 1) seleção de percursos significativos para a população envolvida (modos de locomoção prevalentes); 2) registro de estações, intervalos e campos visuais; 3) análise dos campos visuais a partir de efeitos incidentes na topocepção; 4) avaliação da seqüência a partir de suas possibilidades de oferecer percursos com boa topocepção (orientabilidade e identificabilidade). MODO DE CONHECIMENTO SENSÍVEL: PERCEPÇÃO DO ESPAÇO Cidade de Goiás (A. Silva) TÉCNICA DE REGISTRO SEQÜENCIAL Registro de percursos como séries de momentos de percepção e conforme o modo de locomoção do observador (velocidade e veículo). MARIA ELAINE KOHLSDORF – SÉRIE A CIDADE COMO ARQUITETURA 9: DIMENSÃO TOPOCEPTIVA MODO DE CONHECIMENTO SENSÍVEL: PERCEPÇÃO DO ESPAÇO Cidade de Goiás (M.E. Kohlsdorf / IPHAN) TÉCNICA DE REGISTRO SEQÜENCIAL: 1) seleção de percursos significativos para a população envolvida (modos de locomoção prevalentes) MARIA ELAINE KOHLSDORF – SÉRIE A CIDADE COMO ARQUITETURA 9: DIMENSÃO TOPOCEPTIVA MODO DE CONHECIMENTO SENSÍVEL: PERCEPÇÃO DO ESPAÇO Cidade de Goiás (M.E. Kohlsdorf / IPHAN) TÉCNICA DE REGISTRO SEQÜENCIAL: 2) registro de estações, intervalos e campos visuais (1 campo = frontal ou lateral esquerdo ou lateral direito; dois campos = frontal+lateral esquerdo ou frontal+lateral direito ou lateral esquerdo+lateral direito; três campos = frontal+lateral esquerdo+lateral direito) 4 5 6 estações c.v.l.esq. c.v.l.dir.frontal 2 0 m 3 0 m 4 5 m i n t e r v a l o s m é t r i c o s MARIA ELAINE KOHLSDORF – SÉRIE A CIDADE COMO ARQUITETURA 9: DIMENSÃO TOPOCEPTIVA MODO DE CONHECIMENTO SENSÍVEL: PERCEPÇÃO DO ESPAÇO Cidade de Goiás (M.E. Kohlsdorf / IPHAN) TÉCNICA DE REGISTRO SEQÜENCIAL: 3) análise dos campos visuais a partir de efeitos incidentes na topocepção (efeitos topológicos e perspectivos) c.v.l.dir.c.v.frontalc.v.l.esq. topológicos perspectivos topológicos fraco médio perspectivos médio fraco fraco topológicos fraco médio perspectivos médio forte MARIA ELAINE KOHLSDORF – SÉRIE A CIDADE COMO ARQUITETURA 9: DIMENSÃO TOPOCEPTIVA Alargamento médio Preparação para estreitamento parcial fraco Impedimento médio Visual fechada médio Alargamento forte Preparação para estreitamento parcial médio Preparação para estreitamento médio Preparação para estreitamento forte Cidade de Goiás (M.E.Kohlsdorf / IPHAN) Visual fechada médio Realce forte e Impedimento médio Direcionamento médio MODO DE CONHECIMENTO SENSÍVEL: PERCEPÇÃO DO ESPAÇO TÉCNICA DE REGISTRO SEQÜENCIAL: exemplos de efeitos topoceptivos efeitos topológicos e perspectivos MARIA ELAINE KOHLSDORF – SÉRIE A CIDADE COMO ARQUITETURA 9: DIMENSÃO TOPOCEPTIVA EFEITOS VISUAIS TOPOLÓGICOS: estreitamento MODO DE CONHECIMENTO SENSÍVEL: PERCEPÇÃO DO ESPAÇO Barcelona (G.Kohlsdorf) MARIA ELAINE KOHLSDORF – SÉRIE A CIDADE COMO ARQUITETURA 9: DIMENSÃO TOPOCEPTIVA EFEITOS VISUAIS TOPOLÓGICOS: estreitamento MODO DE CONHECIMENTO SENSÍVEL: PERCEPÇÃO DO ESPAÇO Distrito Federal (G. Kohlsdorf) New York, EUA (D. Zamboni) MARIA ELAINE KOHLSDORF – SÉRIE A CIDADE COMO ARQUITETURA 9: DIMENSÃO TOPOCEPTIVA MODO DE CONHECIMENTO SENSÍVEL: PERCEPÇÃO DO ESPAÇO EFEITOS VISUAIS TOPOLÓGICOS: alargamento Brasília (M.E.Kohlsdorf) MARIA ELAINE KOHLSDORF – SÉRIE A CIDADE COMO ARQUITETURA 9: DIMENSÃO TOPOCEPTIVA MODO DE CONHECIMENTO SENSÍVEL: PERCEPÇÃO DO ESPAÇO EFEITOS VISUAIS TOPOLÓGICOS: alargamento Barcelona (M. Kohlsdorf) New York (G. Kohlsdorf) MARIA ELAINE KOHLSDORF – SÉRIE A CIDADE COMO ARQUITETURA 9: DIMENSÃO TOPOCEPTIVA MODO DE CONHECIMENTO SENSÍVEL: PERCEPÇÃO DO ESPAÇO EFEITOS VISUAIS TOPOLÓGICOS: alargamento / estreitamento parcial Ouro Preto (M. Martin) MARIA ELAINE KOHLSDORF – SÉRIE A CIDADE COMO ARQUITETURA 9: DIMENSÃO TOPOCEPTIVA MODO DE CONHECIMENTO SENSÍVEL: PERCEPÇÃO DO ESPAÇO EFEITOS VISUAIS TOPOLÓGICOS: alargamento / estreitamento parcial Amsterdam (s/ref.) Distrito Federal (G. Kohlsdorf) MARIA ELAINE KOHLSDORF – SÉRIE A CIDADE COMO ARQUITETURA 9: DIMENSÃO TOPOCEPTIVA MODO DE CONHECIMENTO SENSÍVEL: PERCEPÇÃO DO ESPAÇO EFEITOS VISUAIS TOPOLÓGICOS: amplidão Barcelona (M. Kohlsdorf) MARIA ELAINE KOHLSDORF – SÉRIE A CIDADE COMO ARQUITETURA 9: DIMENSÃO TOPOCEPTIVA MODO DE CONHECIMENTO SENSÍVEL: PERCEPÇÃO DO ESPAÇO EFEITOS VISUAIS TOPOLÓGICOS: amplidão Ilha de Santa Catarina (M.E.Kohlsdorf) Paris (D. Zamboni) MARIA ELAINE KOHLSDORF – SÉRIE A CIDADE COMO ARQUITETURA 9: DIMENSÃO TOPOCEPTIVA MODO DE CONHECIMENTO SENSÍVEL: PERCEPÇÃO DO ESPAÇO EFEITOS VISUAIS TOPOLÓGICOS: envolvimento Barcelona (M. Kohlsdorf) MARIA ELAINE KOHLSDORF – SÉRIE A CIDADE COMO ARQUITETURA 9: DIMENSÃO TOPOCEPTIVA MODO DE CONHECIMENTO SENSÍVEL: PERCEPÇÃO DO ESPAÇO EFEITOS VISUAIS TOPOLÓGICOS: envolvimento Distrito Federal (G. Kohlsdorf) Brasília (A. Compton) MARIA ELAINE KOHLSDORF – SÉRIE A CIDADE COMO ARQUITETURA 9: DIMENSÃO TOPOCEPTIVA MODO DE CONHECIMENTO SENSÍVEL: PERCEPÇÃO DOESPAÇO EFEITOS VISUAIS TOPOLÓGICOS: enclausuramento Barcelona (M. Kohlsdorf) MARIA ELAINE KOHLSDORF – SÉRIE A CIDADE COMO ARQUITETURA 9: DIMENSÃO TOPOCEPTIVA MODO DE CONHECIMENTO SENSÍVEL: PERCEPÇÃO DO ESPAÇO EFEITOS VISUAIS TOPOLÓGICOS: enclausuramento Florianópolis (M.E.Kohlsdorf) Boston (D. Zamboni) MARIA ELAINE KOHLSDORF – SÉRIE A CIDADE COMO ARQUITETURA 9: DIMENSÃO TOPOCEPTIVA MODO DE CONHECIMENTO SENSÍVEL: PERCEPÇÃO DO ESPAÇO EFEITOS VISUAIS TOPOLÓGICOS: ascenso Brasília (M.E.Kohlsdorf) MARIA ELAINE KOHLSDORF – SÉRIE A CIDADE COMO ARQUITETURA 9: DIMENSÃO TOPOCEPTIVA MODO DE CONHECIMENTO SENSÍVEL: PERCEPÇÃO DO ESPAÇO EFEITOS VISUAIS TOPOLÓGICOS: ascenso Tiradentes, MG (M.E. Kohlsdorf) San Francisco, EUA (D. Zamboni) MARIA ELAINE KOHLSDORF – SÉRIE A CIDADE COMO ARQUITETURA 9: DIMENSÃO TOPOCEPTIVA MODO DE CONHECIMENTO SENSÍVEL: PERCEPÇÃO DO ESPAÇO EFEITOS VISUAIS TOPOLÓGICOS: descenso Hong Kong, China (V. Medeiros) MARIA ELAINE KOHLSDORF – SÉRIE A CIDADE COMO ARQUITETURA 9: DIMENSÃO TOPOCEPTIVA MODO DE CONHECIMENTO SENSÍVEL: PERCEPÇÃO DO ESPAÇO EFEITOS VISUAIS TOPOLÓGICOS: descenso Tiradentes (M.E. Kohlsdorf) Tiradentes (M.E. Kohlsdorf) MARIA ELAINE KOHLSDORF – SÉRIE A CIDADE COMO ARQUITETURA 9: DIMENSÃO TOPOCEPTIVA MODO DE CONHECIMENTO SENSÍVEL: PERCEPÇÃO DO ESPAÇO EFEITOS VISUAIS TOPOLÓGICOS: preparação para alargamento Igaraçu, Pe (M. E. Kohlsdorf) MARIA ELAINE KOHLSDORF – SÉRIE A CIDADE COMO ARQUITETURA 9: DIMENSÃO TOPOCEPTIVA MODO DE CONHECIMENTO SENSÍVEL: PERCEPÇÃO DO ESPAÇO EFEITOS VISUAIS TOPOLÓGICOS: preparação para alargamento Rio de Janeiro (V. Medeiros & Ana Barros) Paris: Panthéon (D.Zamboni) MARIA ELAINE KOHLSDORF – SÉRIE A CIDADE COMO ARQUITETURA 9: DIMENSÃO TOPOCEPTIVA MODO DE CONHECIMENTO SENSÍVEL: PERCEPÇÃO DO ESPAÇO EFEITOS VISUAIS TOPOLÓGICOS: preparação para estreitamento Paris (M. Kohlsdorf) MARIA ELAINE KOHLSDORF – SÉRIE A CIDADE COMO ARQUITETURA 9: DIMENSÃO TOPOCEPTIVA MODO DE CONHECIMENTO SENSÍVEL: PERCEPÇÃO DO ESPAÇO EFEITOS VISUAIS TOPOLÓGICOS: preparação para estreitamento Montevideo (G.Kohlsdorf) Vila Paranoá, Brasília (G.Kohlsdorf) MARIA ELAINE KOHLSDORF – SÉRIE A CIDADE COMO ARQUITETURA 9: DIMENSÃO TOPOCEPTIVA MODO DE CONHECIMENTO SENSÍVEL: PERCEPÇÃO DO ESPAÇO EFEITOS VISUAIS TOPOLÓGICOS: preparação para alargamento / estreitamento parcial SQS 303, Brasília (M.E.. Kohlsdorf) MARIA ELAINE KOHLSDORF – SÉRIE A CIDADE COMO ARQUITETURA 9: DIMENSÃO TOPOCEPTIVA MODO DE CONHECIMENTO SENSÍVEL: PERCEPÇÃO DO ESPAÇO EFEITOS VISUAIS TOPOLÓGICOS: preparação para alargamento / estreitamento parcial Paris (G.Kohlsdorf)Barcelona (M. Kohlsdorf) MARIA ELAINE KOHLSDORF – SÉRIE A CIDADE COMO ARQUITETURA 9: DIMENSÃO TOPOCEPTIVA MODO DE CONHECIMENTO SENSÍVEL: PERCEPÇÃO DO ESPAÇO EFEITOS VISUAIS TOPOLÓGICOS: preparação para amplidão Rio Grande, RS (M.E. Kohlsdorf) MARIA ELAINE KOHLSDORF – SÉRIE A CIDADE COMO ARQUITETURA 9: DIMENSÃO TOPOCEPTIVA Niterói (M.E.Kohlsdorf) MODO DE CONHECIMENTO SENSÍVEL: PERCEPÇÃO DO ESPAÇO EFEITOS VISUAIS TOPOLÓGICOS: preparação para amplidão Brasília (V. Medeiros & A. Barros) MARIA ELAINE KOHLSDORF – SÉRIE A CIDADE COMO ARQUITETURA 9: DIMENSÃO TOPOCEPTIVA MODO DE CONHECIMENTO SENSÍVEL: PERCEPÇÃO DO ESPAÇO EFEITOS VISUAIS TOPOLÓGICOS: preparação para envolvimento New Haven, EUA (D. Zamboni) MARIA ELAINE KOHLSDORF – SÉRIE A CIDADE COMO ARQUITETURA 9: DIMENSÃO TOPOCEPTIVA MODO DE CONHECIMENTO SENSÍVEL: PERCEPÇÃO DO ESPAÇO EFEITOS VISUAIS TOPOLÓGICOS: preparação para envolvimento Brasília(M.E. Kohlsdorf) Rio de Janeiro (M.E.Kohlsdorf) MARIA ELAINE KOHLSDORF – SÉRIE A CIDADE COMO ARQUITETURA 9: DIMENSÃO TOPOCEPTIVA MODO DE CONHECIMENTO SENSÍVEL: PERCEPÇÃO DO ESPAÇO EFEITOS VISUAIS TOPOLÓGICOS: preparação para enclausuramento Florença (M. Kohlsdorf) MARIA ELAINE KOHLSDORF – SÉRIE A CIDADE COMO ARQUITETURA 9: DIMENSÃO TOPOCEPTIVA MODO DE CONHECIMENTO SENSÍVEL: PERCEPÇÃO DO ESPAÇO EFEITOS VISUAIS TOPOLÓGICOS: preparação para enclausuramento Setor Comercial Sul, Brasília (M.E. Kohlsdorf) Singen, Alemanha (M.E..Kohlsdorf) MARIA ELAINE KOHLSDORF – SÉRIE A CIDADE COMO ARQUITETURA 9: DIMENSÃO TOPOCEPTIVA MODO DE CONHECIMENTO SENSÍVEL: PERCEPÇÃO DO ESPAÇO EFEITOS VISUAIS TOPOLÓGICOS: preparação para ascenso Barcelona (M. Kohlsdorf) MARIA ELAINE KOHLSDORF – SÉRIE A CIDADE COMO ARQUITETURA 9: DIMENSÃO TOPOCEPTIVA Diamantina (M.E.Kohlsdorf,) MODO DE CONHECIMENTO SENSÍVEL: PERCEPÇÃO DO ESPAÇO EFEITOS VISUAIS TOPOLÓGICOS: preparação para ascenso Cisternino, Italia (S. Cisternino) MARIA ELAINE KOHLSDORF – SÉRIE A CIDADE COMO ARQUITETURA 9: DIMENSÃO TOPOCEPTIVA MODO DE CONHECIMENTO SENSÍVEL: PERCEPÇÃO DO ESPAÇO EFEITOS VISUAIS TOPOLÓGICOS: preparação para descenso Tiradentes (M.E. Kohlsdorf) MARIA ELAINE KOHLSDORF – SÉRIE A CIDADE COMO ARQUITETURA 9: DIMENSÃO TOPOCEPTIVA MODO DE CONHECIMENTO SENSÍVEL: PERCEPÇÃO DO ESPAÇO EFEITOS VISUAIS TOPOLÓGICOS: preparação para descenso Alcântara, Maranhão (V. Medeiros) Tiradentes (M.E. Kohlsdorf) MARIA ELAINE KOHLSDORF – SÉRIE A CIDADE COMO ARQUITETURA 9: DIMENSÃO TOPOCEPTIVA EFEITOS VISUAIS TOPOLÓGICOS - resumo - estreitamento alargamento alarg. / est. parcial amplidão envolvimento enclausuramento ascenso descenso prep.est. prep.alarg. pr.alarg / est. parcial prep. amplidão prep.envolvimento pr.enclausuramento prep. ascenço prep.descenço etc ... www.unb.br/fau/topocepcao (M.E.Kohlsdorf, W. & L.Oze) MODO DE CONHECIMENTO SENSÍVEL: PERCEPÇÃO DO ESPAÇO MARIA ELAINE KOHLSDORF – SÉRIE A CIDADE COMO ARQUITETURA 9: DIMENSÃO TOPOCEPTIVA MODO DE CONHECIMENTO SENSÍVEL: PERCEPÇÃO DO ESPAÇO EFEITOS VISUAIS PERSPECTIVOS: conexão Tiradentes (M.E. Kohlsdorf) MARIA ELAINE KOHLSDORF – SÉRIE A CIDADE COMO ARQUITETURA 9: DIMENSÃO TOPOCEPTIVA Paris (G.Kohlsdorf) MODO DE CONHECIMENTO SENSÍVEL: PERCEPÇÃO DO ESPAÇO EFEITOS VISUAIS PERSPECTIVOS: conexão Florença (V. Maia & C. André) MARIA ELAINE KOHLSDORF – SÉRIE A CIDADE COMO ARQUITETURA 9: DIMENSÃO TOPOCEPTIVA Londres (G.Kohlsdor) MODO DE CONHECIMENTO SENSÍVEL: PERCEPÇÃO DO ESPAÇO EFEITOS VISUAIS PERSPECTIVOS: direcionamento MARIA ELAINE KOHLSDORF – SÉRIE A CIDADE COMO ARQUITETURA 9: DIMENSÃO TOPOCEPTIVA MODO DE CONHECIMENTO SENSÍVEL: PERCEPÇÃO DO ESPAÇO EFEITOS VISUAIS PERSPECTIVOS: direcionamento Distrito Federal (G. Kohlsdorf) Amsterdam (M. Kohlsdorf) MARIA ELAINE KOHLSDORF – SÉRIE A CIDADE COMO ARQUITETURA 9: DIMENSÃO TOPOCEPTIVA Schloss Solitude, Stuttgart, Alemanha (G.Kohlsdorf) MODO DE CONHECIMENTO SENSÍVEL: PERCEPÇÃO DO ESPAÇO EFEITOS VISUAIS PERSPECTIVOS: emolduramento MARIA ELAINE KOHLSDORF – SÉRIE A CIDADE COMO ARQUITETURA 9: DIMENSÃO TOPOCEPTIVA MODO DE CONHECIMENTO SENSÍVEL: PERCEPÇÃO DO ESPAÇO EFEITOS VISUAIS PERSPECTIVOS: emolduramento Cisternino, Italia (Med.com) Paris (M. Kohlsdorf) MARIA ELAINE KOHLSDORF – SÉRIE A CIDADE COMO ARQUITETURA 9: DIMENSÃO TOPOCEPTIVA MODO DE CONHECIMENTO SENSÍVEL: PERCEPÇÃO DO ESPAÇO EFEITOS VISUAIS PERSPECTIVOS: impedimento Veneza (M. Kohlsdorf) MARIA ELAINE KOHLSDORF – SÉRIE A CIDADE COMO ARQUITETURA 9: DIMENSÃO TOPOCEPTIVA MODO DE CONHECIMENTO SENSÍVEL: PERCEPÇÃO DO ESPAÇO EFEITOS VISUAIS PERSPECTIVOS: impedimento Rio de Janeiro (s/ref..) EQS 307-308, Brasília (M.E.. Kohlsdorf) MARIA ELAINE KOHLSDORF – SÉRIE A CIDADE COMO ARQUITETURA 9: DIMENSÃO TOPOCEPTIVA MODO DE CONHECIMENTO SENSÍVEL: PERCEPÇÃO DO ESPAÇO EFEITOS VISUAIS PERSPECTIVOS: mirante Paris (D. Zamboni) MARIA ELAINE KOHLSDORF – SÉRIE A CIDADE COMO ARQUITETURA 9: DIMENSÃO TOPOCEPTIVA Brasília(G.Kohlsdorf) MODO DE CONHECIMENTO SENSÍVEL: PERCEPÇÃO DO ESPAÇO EFEITOS VISUAIS PERSPECTIVOS: mirante Toledo (D. Zamboni) MARIA ELAINE KOHLSDORF – SÉRIE A CIDADE COMO ARQUITETURA 9: DIMENSÃO TOPOCEPTIVA MODO DE CONHECIMENTO SENSÍVEL: PERCEPÇÃO DO ESPAÇO EFEITOS VISUAIS PERSPECTIVOS: realce Boston (D. Zamboni) MARIA ELAINE KOHLSDORF – SÉRIE A CIDADE COMO ARQUITETURA 9: DIMENSÃO TOPOCEPTIVA MODO DE CONHECIMENTO SENSÍVEL: PERCEPÇÃO DO ESPAÇO EFEITOS VISUAIS PERSPECTIVOS: realce Rio de Janeiro (s/ref.) Gênova (M. Martin) MARIA ELAINE KOHLSDORF – SÉRIE A CIDADE COMO ARQUITETURA 9: DIMENSÃO TOPOCEPTIVA MODO DE CONHECIMENTO SENSÍVEL: PERCEPÇÃO DO ESPAÇO EFEITOS VISUAIS PERSPECTIVOS: visual fechada São Paulo (s/ref.) MARIA ELAINE KOHLSDORF – SÉRIE A CIDADE COMO ARQUITETURA 9: DIMENSÃO TOPOCEPTIVA MODO DE CONHECIMENTO SENSÍVEL: PERCEPÇÃO DO ESPAÇO EFEITOS VISUAIS PERSPECTIVOS: visual fechada Cisternino, Italia (Bergamo) Roma (M. Kohlsdorf) MARIA ELAINE KOHLSDORF – SÉRIE A CIDADE COMO ARQUITETURA 9: DIMENSÃO TOPOCEPTIVA MODO DE CONHECIMENTO SENSÍVEL: PERCEPÇÃO DO ESPAÇO EFEITOS VISUAIS PERSPECTIVOS: efeito em Y Barcelona (M. Kohlsdorf) MARIA ELAINE KOHLSDORF – SÉRIE A CIDADE COMO ARQUITETURA 9: DIMENSÃO TOPOCEPTIVA MODO DE CONHECIMENTO SENSÍVEL: PERCEPÇÃO DO ESPAÇO EFEITOS VISUAIS PERSPECTIVOS: efeito em Y Recife (M. E. Kohlsdorf)San Francisco, EUA (D. Zamboni) MARIA ELAINE KOHLSDORF – SÉRIE A CIDADE COMO ARQUITETURA 9: DIMENSÃO TOPOCEPTIVA etc ... direcionamento emolduramento impedimento mirante realce visual fechada efeito em Y www.unb.br/fau/topocepcao (M.E.Kohlsdorf, W. & L.Oze) MODO DE CONHECIMENTO SENSÍVEL: PERCEPÇÃO DO ESPAÇO EFEITOS VISUAIS PERSPECTIVOS - resumo - conexão MARIA ELAINE KOHLSDORF – SÉRIE A CIDADE COMO ARQUITETURA 9: DIMENSÃO TOPOCEPTIVA A imagem mental integra, com a percepção, o modo de conhecimento sensível, que se apóia em informações captadas pelos sentidos humanos. A imagem mental forma-se por representação e interpretação pela memória de características morfológicas recolhidas na percepção. Atendimento de expectativas topoceptivas por meio da evocação mental de lugares previamente experimentados. Este nível cognitivo caracteriza-se por ausência física do observador no espaço considerado. MODO DE CONHECIMENTO SENSÍVEL: IMAGEM MENTAL DO ESPAÇO Mapa mental tradicional (M.E.Kohlsdorf) MARIA ELAINE KOHLSDORF – SÉRIE A CIDADE COMO ARQUITETURA 9: DIMENSÃO TOPOCEPTIVA A lembrança de experiências anteriores é possibilidade de realização topoceptiva com evidentes vantagens, pois utiliza informações pregressas e emprega atividades mentais ausentes na percepção. Por isso, o desempenho dos lugares para orientarem e serem identificados costuma ser melhor no nível de formação da imagem mental do que na percepção. MODO DE CONHECIMENTO SENSÍVEL: IMAGEM MENTAL DO ESPAÇO Autumn Cycling (s/ref.) MARIA ELAINE KOHLSDORF – SÉRIE A CIDADE COMO ARQUITETURA 9: DIMENSÃO TOPOCEPTIVA CATEGORIAS MORFOLÓGICAS DE IMAGEM MENTAL INCIDENTES NA TOPOCEPÇÃO MODO DE CONHECIMENTO SENSÍVEL: IMAGEM MENTAL DO ESPAÇO Elementos de Kevin Lynch a) caminhos b) bairros c) limites d) pontos focais e) marcos visuais Mapa mental a partir dos elementos de Kevin Lynch (M.E.Kohlsdorf) MARIA ELAINE KOHLSDORF – SÉRIE A CIDADE COMO ARQUITETURA 9: DIMENSÃO TOPOCEPTIVA a) Caminhos b) Bairros c) Limites d) Pontos Focais e) Marcos Visuais M.E.Kohlsdorf & L.Vieira MODO DE CONHECIMENTO SENSÍVEL: IMAGEM MENTAL DO ESPAÇO CATEGORIAS MORFOLÓGICAS DE IMAGEM MENTAL INCIDENTES NA TOPOCEPÇÃO: elementos de Lynch MARIA ELAINE KOHLSDORF – SÉRIE A CIDADE COMO ARQUITETURA 9: DIMENSÃO TOPOCEPTIVA a) Caminhos observa os vários trajetos registrados na imagem da área considerada, sejam vias veiculares ou caminhos de pedestres, consolidados ou trilhas informais. MODO DE CONHECIMENTO SENSÍVEL: IMAGEM MENTAL DO ESPAÇO CATEGORIAS MORFOLÓGICAS DE IMAGEM MENTAL INCIDENTES NA TOPOCEPÇÃO: elementos de Lynch Paris (EURIMAGE) MARIA ELAINE KOHLSDORF – SÉRIE A CIDADE COMO ARQUITETURA 9: DIMENSÃO TOPOCEPTIVA b) Bairros observa o registro na imagem mental de partes ou porções da área considerada, que assim se expressam em função de possuírem temáticas configurativas próprias. MODO DE CONHECIMENTO SENSÍVEL: IMAGEM MENTAL DO ESPAÇO CATEGORIAS MORFOLÓGICAS DE IMAGEM MENTAL INCIDENTES NA TOPOCEPÇÃO: elementos de Lynch New York (G. Kohlsdorf) MARIA ELAINE KOHLSDORF – SÉRIE A CIDADE COMO ARQUITETURA 9: DIMENSÃO TOPOCEPTIVA c) Limites observa a representação imagética de bordas ou fronteiras entre os “bairros” da área considerada, assim como desta em relação ao entorno imediato; limites podem ser de barreira ou costura, conforme aproximem ou afastem as áreas que demarcam. MODO DE CONHECIMENTO SENSÍVEL: IMAGEM MENTAL DO ESPAÇO CATEGORIAS MORFOLÓGICAS DE IMAGEM MENTAL INCIDENTES NA TOPOCEPÇÃO: elementos de Lynch Paris (UNESCO) MARIA ELAINE KOHLSDORF – SÉRIE A CIDADE COMO ARQUITETURA 9: DIMENSÃO TOPOCEPTIVA d) Pontos Focais observa a reprodução na imagem mental de pontos ou regiões da área considerada que são atratores de pessoas e, por isto, auxiliam a orientação e identificação naquela. MODO DE CONHECIMENTO SENSÍVEL: IMAGEM MENTAL DO ESPAÇO CATEGORIAS MORFOLÓGICAS DE IMAGEM MENTAL INCIDENTES NA TOPOCEPÇÃO: elementos de Lynch Ouro Preto (G. Kohlsdorf) MARIA ELAINE KOHLSDORF – SÉRIE A CIDADE COMO ARQUITETURA 9: DIMENSÃO TOPOCEPTIVA e) Marcos Visuais observa o registro imagético de elementos que se destacam visualmente na área considerada, tornando-se balizas ou referências topoceptivas. MODO DE CONHECIMENTO SENSÍVEL: IMAGEM MENTAL DO ESPAÇO CATEGORIAS MORFOLÓGICAS DE IMAGEM MENTAL INCIDENTES NA TOPOCEPÇÃO: elementos de Lynch Florença (M. Kohlsdorf) MARIA ELAINE KOHLSDORF – SÉRIE A CIDADE COMO ARQUITETURA 9: DIMENSÃO TOPOCEPTIVA E.N.Bacon MODO DE REPRESENTAÇÃO PROJETUAL Atendimento de expectativas de orientação e identificação espacial por meio de representações da realidade espacial, de maneira mais exata, matemática e geometricamente, do que no modo de conhecimento sensível. As representações espaciais utilizadas nesse nível cognitivo atendem fielmente idéias de projetistas e formam sistema convencionalmente definido com alto de abstração e cuja abrangência restringe-se a cientistas, pesquisadores, técnicos e profissionais da projetação. MARIA ELAINE KOHLSDORF – SÉRIE A CIDADE COMO ARQUITETURA 9: DIMENSÃO TOPOCEPTIVA MODO DE REPRESENTAÇÃO PROJETUAL Devido à satisfação de expectativas por orientação e identificação dos lugares realizar-se na percepção e na imagem mental, interessa à topocepção observar representações projetuais do espaço: a) não apenas nos atributos individuais dos elementos de configuração dos lugares, mas principalmente nas características de conjunto (agrupados, nucleados, dispersos, construção de zonas homogêneas etc.) com significação (composições); b) não apenas na capacidade informativa das representações projetuais dos lugares, mas na qualidade de suas possibilidades de geração de seqüências visuais e referenciais imagéticos. M. Trieb / Stadtbauatelier MARIA ELAINE KOHLSDORF – SÉRIE A CIDADE COMO ARQUITETURA 9: DIMENSÃO TOPOCEPTIVA MODO DE REPRESENTAÇÃO PROJETUAL CATEGORIAS MORFOLÓGICAS DE REPRESENTAÇÃO PROJETUALDO ESPAÇO INCIDENTES NA TOPOCEPÇÃO CATEGORIAS GLOBAIS = representam características de configuração espacial da totalidade da situação considerada: a) Planta Baixa b) Conjunto de Planos Verticais CATEGORIAS PARCIAIS = expressam atributos morfológicos de elementos formadores do conjunto da área abordada: c) Elementos de Sítio Físico d) Elementos Edilícios e) Elementos Complementares CATEGORIA-SÍNTESE = expõe características de configuração espacial da situação em foco, como sínteses das categorias globais e parciais que descrevem os componentes daquela: f) Estrutura Interna do Espaço Trieb & Schmidt – M.E.Kohlsdorf MARIA ELAINE KOHLSDORF – SÉRIE A CIDADE COMO ARQUITETURA 9: DIMENSÃO TOPOCEPTIVA MODO DE REPRESENTAÇÃO PROJETUAL CATEGORIAS MORFOLÓGICAS DE REPRESENTAÇÃO PROJETUAL DO ESPAÇO INCIDENTES NA TOPOCEPÇÃO CATEGORIAS GLOBAIS (Planta Baixa e Conjunto de Planos Verticais) CATEGORIAS PARCIAIS (Elementos de Sítio Físico, Elementos Edilícios e Elementos Complementares) CATEGORIA-SÍNTESE (Estrutura Interna do Espaço) Devem ser observadas em suas possibilidades: de carga visualmente informativa de formação de eventos seqüenciais MARIA ELAINE KOHLSDORF – SÉRIE A CIDADE COMO ARQUITETURA 9: DIMENSÃO TOPOCEPTIVA MODO DE REPRESENTAÇÃO PROJETUAL CATEGORIAS MORFOLÓGICAS DE REPRESENTAÇÃO PROJETUAL DO ESPAÇO INCIDENTES NA TOPOCEPÇÃO CATEGORIA GLOBAL a) Planta Baixa Representa a área considerada em projeção ortogonal no plano horizontal e como composições de pontos, linhas e superfícies planas. Elementos incidentes na topocepção: malha macroparcelas microparcelas relações entre cheios e vazios O desempenho topoceptivo destes elementos segue os critérios de quantidade de informação visual expostos no slide 12. Agora, Atenas (s/ref.) MARIA ELAINE KOHLSDORF – SÉRIE A CIDADE COMO ARQUITETURA 9: DIMENSÃO TOPOCEPTIVA MODO DE REPRESENTAÇÃO PROJETUAL CATEGORIAS MORFOLÓGICAS DE REPRESENTAÇÃO PROJETUAL DO ESPAÇO INCIDENTES NA TOPOCEPÇÃO CATEGORIA GLOBAL a) Planta Baixa: malha É uma composição de linhas (segmentos) obtida da planta por marcação dos eixos dos canais de circulação (independentes da largura das vias). Encontros de segmentos de linha são pontos (nós). Incidem na topocepção da área considerada tamanho e forma dos segmentos e distribuição e angulação dos nós de sua malha. Diversos tipos de malha: Veneza, Viena, Glasgow, Leipzig, Berlin, New York, Roma, Florença e Chicago (M.Trieb) Trechos da malha da Cidade de Goiás (IPHAN) segmento nó segmento nó MARIA ELAINE KOHLSDORF – SÉRIE A CIDADE COMO ARQUITETURA 9: DIMENSÃO TOPOCEPTIVA MODO DE REPRESENTAÇÃO PROJETUAL CATEGORIAS MORFOLÓGICAS DE REPRESENTAÇÃO PROJETUAL DO ESPAÇO INCIDENTES NA TOPOCEPÇÃO CATEGORIA GLOBAL a) Planta Baixa: malha Aldeias alemãs (s/ref.) Roma (EURIMAGE) MARIA ELAINE KOHLSDORF – SÉRIE A CIDADE COMO ARQUITETURA 9: DIMENSÃO TOPOCEPTIVA MODO DE REPRESENTAÇÃO PROJETUAL CATEGORIAS MORFOLÓGICAS DE REPRESENTAÇÃO PROJETUAL DO ESPAÇO INCIDENTES NA TOPOCEPÇÃO CATEGORIA GLOBAL a) Planta Baixa: macroparcelas É uma composição de composição de polígonos representando a divisão do solo em quadras, quarteirões ou superquadras. Incidem na topocepção da área considerada o tamanho, a forma e a distribuição destas figuras. Trechos do macroparcelamento da Cidade de Goiás conforme o tamanho relativo das macroparcelas (M.E. Kohlsdorf / IPHAN) MARIA ELAINE KOHLSDORF – SÉRIE A CIDADE COMO ARQUITETURA 9: DIMENSÃO TOPOCEPTIVA MODO DE REPRESENTAÇÃO PROJETUAL CATEGORIAS MORFOLÓGICAS DE REPRESENTAÇÃO PROJETUAL DO ESPAÇO INCIDENTES NA TOPOCEPÇÃO CATEGORIA GLOBAL a) Planta Baixa: macroparcelas Macroparcelamento de trecho de Mileto (E.N. Bacon) Macroparcelamento da área central de Goiânia (J. Vieira) MARIA ELAINE KOHLSDORF – SÉRIE A CIDADE COMO ARQUITETURA 9: DIMENSÃO TOPOCEPTIVA MODO DE REPRESENTAÇÃO PROJETUAL CATEGORIAS MORFOLÓGICAS DE REPRESENTAÇÃO PROJETUAL DO ESPAÇO INCIDENTES NA TOPOCEPÇÃO CATEGORIA GLOBAL a) Planta Baixa: microparcelas É uma composição de polígonos, representando a divisão das macroparcelas. Incidem na topocepção da área considerada o tamanho, a forma e a distribuição destas figuras. Microparcelamento em São Luís (IPHAN) Áreas com predomínio de forma e tamanhos de microparcelas na Cidade de Goiás (M.E. Kohlsdorf / IPHAN) MARIA ELAINE KOHLSDORF – SÉRIE A CIDADE COMO ARQUITETURA 9: DIMENSÃO TOPOCEPTIVA MODO DE REPRESENTAÇÃO PROJETUAL CATEGORIAS MORFOLÓGICAS DE REPRESENTAÇÃO PROJETUAL DO ESPAÇO INCIDENTES NA TOPOCEPÇÃO CATEGORIA GLOBAL a) Planta Baixa: microparcelas Microparcelamento por projeções: Brasília / Esplanada dos Ministérios (V. Medeiros) Microparcelamento por lotes: São Luís (IPHAN) MARIA ELAINE KOHLSDORF – SÉRIE A CIDADE COMO ARQUITETURA 9: DIMENSÃO TOPOCEPTIVA MODO DE REPRESENTAÇÃO PROJETUAL CATEGORIAS MORFOLÓGICAS DE REPRESENTAÇÃO PROJETUAL DO ESPAÇO INCIDENTES NA TOPOCEPÇÃO CATEGORIA GLOBAL a) Planta Baixa: relações entre cheios e vazios É uma proporção entre figura e fundo na planta, na qual as figuras são as projeções dos espaços fechados com paredes e tetos; o fundo, os solos liberados de volumes; zonas semi- abertas, espaços apenas com tetos (como árvores e edifícios sobre pilotis). Incide na topocepção da área considerada a presença relativa de cheios, vazios e de áreas semi- abertas. Trecho dos cheios X vazios na Cidade de Goiás (M. E. Kohlsdorf / IPHAN) MARIA ELAINE KOHLSDORF – SÉRIE A CIDADE COMO ARQUITETURA 9: DIMENSÃO TOPOCEPTIVA MODO DE REPRESENTAÇÃO PROJETUAL CATEGORIAS MORFOLÓGICAS DE REPRESENTAÇÃO PROJETUAL DO ESPAÇO INCIDENTES NA TOPOCEPÇÃO CATEGORIA GLOBAL a) Planta Baixa: relações entre cheios e vazios Lucca, Itália (EURIMAGE) Vaticano, Itália (EURIMAGE) MARIA ELAINE KOHLSDORF – SÉRIE A CIDADE COMO ARQUITETURA 9: DIMENSÃO TOPOCEPTIVA MODO DE REPRESENTAÇÃO PROJETUAL CATEGORIAS MORFOLÓGICAS DE REPRESENTAÇÃO PROJETUAL DO ESPAÇO INCIDENTES NA TOPOCEPÇÃO CATEGORIA GLOBAL b) Conjunto de Planos Verticais Representa a área considerada em projeção ortogonal no plano vertical como cortes, fachadas, perfis e silhuetas ou skylines da situação abordada. As silhuetas são mais utilizadas na dimensão topoceptiva e compõem-se dos seguintes elementos: linha de coroamento sistema de pontuação linha de força O desempenho topoceptivo destes elementos segue os critérios de quantidade de informação visual expostos no slide 12. Porto Alegre (s/ref.) MARIA ELAINE KOHLSDORF – SÉRIE A CIDADE COMO ARQUITETURA 9: DIMENSÃO TOPOCEPTIVA MODO DE REPRESENTAÇÃO PROJETUAL CATEGORIAS MORFOLÓGICAS DE REPRESENTAÇÃO PROJETUAL DO ESPAÇO INCIDENTES NA TOPOCEPÇÃO CATEGORIA GLOBAL b) Conjunto de Planos Verticais: linha de coroamento É uma linha de contorno da parte superior da figura de silhueta. Incidem na topocepção da área considerada o tamanho, a forma, a posição e o grau de deflexão de seus segmentos. Hong Kong, China (V. Medeiros) Linha de coroamento Linha de terra MARIA ELAINE KOHLSDORF – SÉRIE A CIDADE COMO ARQUITETURA 9: DIMENSÃO TOPOCEPTIVA MODO DE REPRESENTAÇÃO PROJETUAL CATEGORIAS MORFOLÓGICAS DE REPRESENTAÇÃO PROJETUAL DO ESPAÇO INCIDENTES NA TOPOCEPÇÃO CATEGORIA GLOBAL b) Conjunto de Planos Verticais: linha de coroamento Exemplos em silhuetas externas: Brasília e Veneza (G. Kohlsdorf & M.E. Kohlsdorf) MARIA ELAINE KOHLSDORF – SÉRIE A CIDADE COMO ARQUITETURA 9: DIMENSÃO TOPOCEPTIVA MODO DE REPRESENTAÇÃO PROJETUAL CATEGORIASMORFOLÓGICAS DE REPRESENTAÇÃO PROJETUAL DO ESPAÇO INCIDENTES NA TOPOCEPÇÃO CATEGORIA GLOBAL b) Conjunto de Planos Verticais: sistema de pontuação É um conjunto de vetores verticais que indica contrastes de alturas na silhueta. Incidem na topocepção da área considerada as diferenças ou semelhanças de intensidade desses vetores, bem como distâncias entre eles. Paris (D. Zamboni) Linha de terra Sistema de pontuação MARIA ELAINE KOHLSDORF – SÉRIE A CIDADE COMO ARQUITETURA 9: DIMENSÃO TOPOCEPTIVA MODO DE REPRESENTAÇÃO PROJETUAL CATEGORIAS MORFOLÓGICAS DE REPRESENTAÇÃO PROJETUAL DO ESPAÇO INCIDENTES NA TOPOCEPÇÃO CATEGORIA GLOBAL b) Conjunto de Planos Verticais: sistema de pontuação Exemplos em silhuetas internas: Salvador e Veneza (G. Kohlsdorf & M.E. Kohlsdorf) MARIA ELAINE KOHLSDORF – SÉRIE A CIDADE COMO ARQUITETURA 9: DIMENSÃO TOPOCEPTIVA MODO DE REPRESENTAÇÃO PROJETUAL CATEGORIAS MORFOLÓGICAS DE REPRESENTAÇÃO PROJETUAL DO ESPAÇO INCIDENTES NA TOPOCEPÇÃO CATEGORIA GLOBAL b) Conjunto de Planos Verticais: linha de força É uma linha construída a partir do sistema de pontuações, com base na intensidade dos vetores e nas distâncias entre os mesmos. Incide na topocepção da área considerada a composição dos picos e vales da silhueta. New York (http://www.hormiga.org/fondosescritorio/wallpapers/Sitios-Del-Mundo/Nueva-York/Manhattan-01.jpg) Linha de terra Linhas de força MARIA ELAINE KOHLSDORF – SÉRIE A CIDADE COMO ARQUITETURA 9: DIMENSÃO TOPOCEPTIVA MODO DE REPRESENTAÇÃO PROJETUAL CATEGORIAS MORFOLÓGICAS DE REPRESENTAÇÃO PROJETUAL DO ESPAÇO INCIDENTES NA TOPOCEPÇÃO CATEGORIA GLOBAL b) Conjunto de Planos Verticais: linha de força Exemplos em silhuetas internas: Dubai, Florença, Dinkensbül e Atenas (s./ref, M. Kohlsdorf, G. Kohlsdorf, s/ref. & M.E. Kohlsdorf) MARIA ELAINE KOHLSDORF – SÉRIE A CIDADE COMO ARQUITETURA 9: DIMENSÃO TOPOCEPTIVA MODO DE REPRESENTAÇÃO PROJETUAL CATEGORIAS MORFOLÓGICAS DE REPRESENTAÇÃO PROJETUAL DO ESPAÇO INCIDENTES NA TOPOCEPÇÃO CATEGORIA PARCIAL c) Elementos de Sítio Físico Representa presença ou ausência do relevo do solo, da vegetação e da água na configuração da área considerada, sejam os mesmos em seu estado natural ou antropicamente modificados. Elementos incidentes na topocepção: relevo do solo vegetação sistemas hídricos O desempenho topoceptivo destes elementos segue os critérios de quantidade de informação visual expostos no slide 12. Rio de Janeiro (Tropicalisland) MARIA ELAINE KOHLSDORF – SÉRIE A CIDADE COMO ARQUITETURA 9: DIMENSÃO TOPOCEPTIVA MODO DE REPRESENTAÇÃO PROJETUAL CATEGORIAS MORFOLÓGICAS DE REPRESENTAÇÃO PROJETUAL DO ESPAÇO INCIDENTES NA TOPOCEPÇÃO CATEGORIA PARCIAL c) Elementos de Sítio Físico: relevo do solo Representa o relevo do solo da situação considerada por meio de curvas de nível, cortes ou um poliedro formado por superfícies correspondentes às diversas inclinações topográficas. Incide na topocepção da área em foco, a capacidade visualmente informativa dos atributos volumétricos de seu relevo do solo. Ouro Preto (R.Machado) Brasília: trecho do campus da UnB (CEPLAN-UnB) MARIA ELAINE KOHLSDORF – SÉRIE A CIDADE COMO ARQUITETURA 9: DIMENSÃO TOPOCEPTIVA MODO DE REPRESENTAÇÃO PROJETUAL CATEGORIAS MORFOLÓGICAS DE REPRESENTAÇÃO PROJETUAL DO ESPAÇO INCIDENTES NA TOPOCEPÇÃO CATEGORIA PARCIAL c) Elementos de Sítio Físico: relevo do solo Conque Terre (M. Martin) Toledo (D. Zamboni) MARIA ELAINE KOHLSDORF – SÉRIE A CIDADE COMO ARQUITETURA 9: DIMENSÃO TOPOCEPTIVA MODO DE REPRESENTAÇÃO PROJETUAL CATEGORIAS MORFOLÓGICAS DE REPRESENTAÇÃO PROJETUAL DO ESPAÇO INCIDENTES NA TOPOCEPÇÃO CATEGORIA PARCIAL c) Elementos de Sítio Físico: vegetação Representa a forma da vegetação arbórea, arbustiva e de forragem da situação abordada, aquela como elementos isolados e como conjuntos volumétricos. Incidem na topocepção da área considerada a presença, a configuração e a composição de sua vegetação. Projeto Grupo New Urbanism (smart_growth)Jardins de Versalhes (EURIMAGE) MARIA ELAINE KOHLSDORF – SÉRIE A CIDADE COMO ARQUITETURA 9: DIMENSÃO TOPOCEPTIVA MODO DE REPRESENTAÇÃO PROJETUAL CATEGORIAS MORFOLÓGICAS DE REPRESENTAÇÃO PROJETUAL DO ESPAÇO INCIDENTES NA TOPOCEPÇÃO CATEGORIA PARCIAL c) Elementos de Sítio Físico: vegetação Brasília (Google Earth) Porto Alegre (C. Rocol) MARIA ELAINE KOHLSDORF – SÉRIE A CIDADE COMO ARQUITETURA 9: DIMENSÃO TOPOCEPTIVA MODO DE REPRESENTAÇÃO PROJETUAL CATEGORIAS MORFOLÓGICAS DE REPRESENTAÇÃO PROJETUAL DO ESPAÇO INCIDENTES NA TOPOCEPÇÃO CATEGORIA PARCIAL c) Elementos de Sítio Físico: sistemas hídricos Representa a configuração dos corpos d’água como elementos de composição espacial da área em foco. Incidem na topocepção da situação considerada a presença e a configuração de superfícies hídricas, como rios, espelhos, lagos, mar etc. Brasília (s/ref.) MARIA ELAINE KOHLSDORF – SÉRIE A CIDADE COMO ARQUITETURA 9: DIMENSÃO TOPOCEPTIVA MODO DE REPRESENTAÇÃO PROJETUAL CATEGORIAS MORFOLÓGICAS DE REPRESENTAÇÃO PROJETUAL DO ESPAÇO INCIDENTES NA TOPOCEPÇÃO CATEGORIA PARCIAL c) Elementos de Sítio Físico: sistemas hídricos San Francisco, EUA (Arrakeen) Olinda (M.E.Kohlsdorf) MARIA ELAINE KOHLSDORF – SÉRIE A CIDADE COMO ARQUITETURA 9: DIMENSÃO TOPOCEPTIVA MODO DE REPRESENTAÇÃO PROJETUAL CATEGORIAS MORFOLÓGICAS DE REPRESENTAÇÃO PROJETUAL DO ESPAÇO INCIDENTES NA TOPOCEPÇÃO CATEGORIA PARCIAL d) Elementos Edilícios Representa a forma dos edifícios, tanto isoladamente quanto formando conjuntos, na composição espacial da área considerada. Observa-se a configuração edilícia conforme sua contribuição à topocepção por meio de: relações intervolumétricas relações entre edifícios e espaços públicos volumetrias fachadas relações entre temas-base e temas-destaque O desempenho topoceptivo destes elementos segue os critérios de quantidade de informação visual expostos no slide 12. Florença (V. Maia & C. André) MARIA ELAINE KOHLSDORF – SÉRIE A CIDADE COMO ARQUITETURA 9: DIMENSÃO TOPOCEPTIVA MODO DE REPRESENTAÇÃO PROJETUAL CATEGORIAS MORFOLÓGICAS DE REPRESENTAÇÃO PROJETUAL DO ESPAÇO INCIDENTES NA TOPOCEPÇÃO CATEGORIA PARCIAL d) Elementos Edilícios: relações intervolumétricas Observam-se os edifícios da área abordada conforme suas proximidades (contigüidades) ou afastamentos (intersticialidades). Incidem na topocepção dos lugares a presença relativa de contigüidades ou intersticialidades. intersticialidade contiguidade Ouro Preto (R.Machado / M.E. Kohlsdorf) MARIA ELAINE KOHLSDORF – SÉRIE A CIDADE COMO ARQUITETURA 9: DIMENSÃO TOPOCEPTIVA MODO DE REPRESENTAÇÃO PROJETUAL CATEGORIAS MORFOLÓGICAS DE REPRESENTAÇÃO PROJETUAL DO ESPAÇO INCIDENTES NA TOPOCEPÇÃO CATEGORIA PARCIAL d) Elementos Edilícios: relações intervolumétricas San Francisco, EUA (D. Zamboni) Brasília (M. Martin) MARIA ELAINE KOHLSDORF – SÉRIE A CIDADE COMO ARQUITETURA 9: DIMENSÃO TOPOCEPTIVA MODO DE REPRESENTAÇÃO PROJETUAL CATEGORIAS MORFOLÓGICAS DE REPRESENTAÇÃO PROJETUAL DO ESPAÇO INCIDENTES NA TOPOCEPÇÃO CATEGORIA PARCIAL d) Elementos Edilícios: relações entre edifícios e espaços públicos Examinam-se os edifícios da situação considerada conforme suas relações de transição para as áreas públicas, podendo estas ser mais diretas (acessos sem intermediações) ou mais indiretas (acessos permeados por muros, cercas, jardins etc.). Incidem na topocepção daquela a freqüência relativa dos tipos de relações nela registrados. Ouro Preto (R.Machado / M. E. Kohlsdorf) indireta direta MARIA ELAINE KOHLSDORF – SÉRIE A CIDADE COMO ARQUITETURA 9: DIMENSÃO TOPOCEPTIVAMODO DE REPRESENTAÇÃO PROJETUAL CATEGORIAS MORFOLÓGICAS DE REPRESENTAÇÃO PROJETUAL DO ESPAÇO INCIDENTES NA TOPOCEPÇÃO CATEGORIA PARCIAL d) Elementos Edilícios: relações entre edifícios e espaços públicos Brasília (s/ref.) Rio Grande, RS (M.E. Kohlsdorf) MARIA ELAINE KOHLSDORF – SÉRIE A CIDADE COMO ARQUITETURA 9: DIMENSÃO TOPOCEPTIVA MODO DE REPRESENTAÇÃO PROJETUAL CATEGORIAS MORFOLÓGICAS DE REPRESENTAÇÃO PROJETUAL DO ESPAÇO INCIDENTES NA TOPOCEPÇÃO CATEGORIA PARCIAL d) Elementos Edilícios: volumetrias Consideram-se os edifícios da área em foco por meio de suas características volumétricas, em termos de medidas, geometria e composição: seu tamanho, proporção e complexidade morfológica, assim como presença visual de suas coberturas. Incidem na topocepção da situação abordada, a presença relativa de características volumétricas semelhantes ou contrastantes de seus edifícios, seja em conjuntos ou na totalidade da área. Ouro Preto (R.Machado / M.E. Kohlsdorf) grande complexa pequena simples grande simples MARIA ELAINE KOHLSDORF – SÉRIE A CIDADE COMO ARQUITETURA 9: DIMENSÃO TOPOCEPTIVA MODO DE REPRESENTAÇÃO PROJETUAL CATEGORIAS MORFOLÓGICAS DE REPRESENTAÇÃO PROJETUAL DO ESPAÇO INCIDENTES NA TOPOCEPÇÃO CATEGORIA PARCIAL d) Elementos Edilícios: volumetrias San Francisco, EUA (Arrakeen) Brasília (M.E Kohlsdorf, s/ ref.) MARIA ELAINE KOHLSDORF – SÉRIE A CIDADE COMO ARQUITETURA 9: DIMENSÃO TOPOCEPTIVA MODO DE REPRESENTAÇÃO PROJETUAL CATEGORIAS MORFOLÓGICAS DE REPRESENTAÇÃO PROJETUAL DO ESPAÇO INCIDENTES NA TOPOCEPÇÃO CATEGORIA PARCIAL d) Elementos Edilícios: fachadas Aborda-se a forma das fachadas edilícias voltadas para as áreas livres públicas em termos de seus tamanhos (larguras e alturas), proporções, zoneamento plástico, relações entre vedações e aberturas, assim como de outros elementos das mesmas (materiais, cores, texturas e decorações). Incidem na topocepção da área considerada, a freqüência relativa de atributos de fachadas semelhantes ou contrastantes, seja em conjuntos edilícios ou na totalidade examinada. Ouro Preto (R.Machado) Ouro Preto (R.Machado / M.E. Kohlsdorf) MARIA ELAINE KOHLSDORF – SÉRIE A CIDADE COMO ARQUITETURA 9: DIMENSÃO TOPOCEPTIVA MODO DE REPRESENTAÇÃO PROJETUAL CATEGORIAS MORFOLÓGICAS DE REPRESENTAÇÃO PROJETUAL DO ESPAÇO INCIDENTES NA TOPOCEPÇÃO CATEGORIA PARCIAL d) Elementos Edilícios: fachadas Cambridge, Boston: MIT (http://jamesmuspratt.com/images/338.jpg) Cidade Ocidental, Go. (G. Kohlsdorf) New haven, EUA (D. Zamboni) MARIA ELAINE KOHLSDORF – SÉRIE A CIDADE COMO ARQUITETURA 9: DIMENSÃO TOPOCEPTIVA MODO DE REPRESENTAÇÃO PROJETUAL CATEGORIAS MORFOLÓGICAS DE REPRESENTAÇÃO PROJETUAL DO ESPAÇO INCIDENTES NA TOPOCEPÇÃO CATEGORIA PARCIAL d) Elementos Edilícios: relações entre temas-base e temas-destaque Observam-se os papéis exercidos por cada edifício em conjuntos dos mesmos e em toda a situação abordada, devidos a carga visualmente informativa que os qualificam como temas-base (edifícios informativamente mais frágeis) ou temas- destaque (edifícios informativamente mais fortes). Influi na topocepção da área considerada a proporção, nela, de temas-base e temas-destaque, a quantidade de uns e outros (muitos ou poucos tipos) e a semelhança ou contraste entre eles verificada. Ouro Preto (R.Machado) bases destaques Ouro Preto (R.Machado / M.E. Kohlsdorf) MARIA ELAINE KOHLSDORF – SÉRIE A CIDADE COMO ARQUITETURA 9: DIMENSÃO TOPOCEPTIVA MODO DE REPRESENTAÇÃO PROJETUAL CATEGORIAS MORFOLÓGICAS DE REPRESENTAÇÃO PROJETUAL DO ESPAÇO INCIDENTES NA TOPOCEPÇÃO CATEGORIA PARCIAL d) Elementos Edilícios: relações entre temas-base e temas-destaque Florença (M. Kohlsdorf) Porto Alegre (http.travel.com) MARIA ELAINE KOHLSDORF – SÉRIE A CIDADE COMO ARQUITETURA 9: DIMENSÃO TOPOCEPTIVA MODO DE REPRESENTAÇÃO PROJETUAL CATEGORIAS MORFOLÓGICAS DE REPRESENTAÇÃO PROJETUAL DO ESPAÇO INCIDENTES NA TOPOCEPÇÃO CATEGORIA PARCIAL e) Elementos Complementares Representa a participação da forma de outros elementos de composição espacial, isoladamente ou em conjuntos, na configuração da área considerada. Elementos de abordagem para topocepção: elementos de sinalização veículos de propaganda pequenas construções mobiliário urbano elementos de engenharia urbana O desempenho topoceptivo destes elementos segue os critérios de quantidade de informação visual expostos no slide 12. Place de la Concorde, Paris (M. Kohlsdorf) MARIA ELAINE KOHLSDORF – SÉRIE A CIDADE COMO ARQUITETURA 9: DIMENSÃO TOPOCEPTIVA MODO DE REPRESENTAÇÃO PROJETUAL CATEGORIAS MORFOLÓGICAS DE REPRESENTAÇÃO PROJETUAL DO ESPAÇO INCIDENTES NA TOPOCEPÇÃO CATEGORIA PARCIAL e) Elementos Complementares: elementos de sinalização Trata do papel na configuração do lugar abordado, da forma de placas, totens etc. dispostos em áreas livres públicas, importando seu tamanho, proporção, complexidade e composição. Incidem na topocepção da situação considerada, a quantidade de informação visual devida aos elementos configurativos de placas e totens, assim como sua quantidade, semelhança e diversidade naquela. Paris (G. Kohlsdorf) MARIA ELAINE KOHLSDORF – SÉRIE A CIDADE COMO ARQUITETURA 9: DIMENSÃO TOPOCEPTIVA MODO DE REPRESENTAÇÃO PROJETUAL CATEGORIAS MORFOLÓGICAS DE REPRESENTAÇÃO PROJETUAL DO ESPAÇO INCIDENTES NA TOPOCEPÇÃO CATEGORIA PARCIAL e) Elementos Complementares: elementos de sinalização Boston (D. Zamboni) Barcelona (M.Kohlsdorf) Brasília (M.E.. Kohlsdorf) MARIA ELAINE KOHLSDORF – SÉRIE A CIDADE COMO ARQUITETURA 9: DIMENSÃO TOPOCEPTIVA MODO DE REPRESENTAÇÃO PROJETUAL CATEGORIAS MORFOLÓGICAS DE REPRESENTAÇÃO PROJETUAL DO ESPAÇO INCIDENTES NA TOPOCEPÇÃO CATEGORIA PARCIAL e) Elementos Complementares: veículos de propaganda Lida com a função compositiva na situação em foco, da forma de veículos de propaganda dispostos em fachadas e logradouros, importando seu tamanho, proporção, complexidade e composição plástica. Incidem na topocepção da área considerada, a quantidade de informação visual devida aos elementos configurativos de veículos de propaganda, assim como sua quantidade, semelhança e diversidade naquela. Cidade de Goiás (G.Kohlsdorf) MARIA ELAINE KOHLSDORF – SÉRIE A CIDADE COMO ARQUITETURA 9: DIMENSÃO TOPOCEPTIVA MODO DE REPRESENTAÇÃO PROJETUAL CATEGORIAS MORFOLÓGICAS DE REPRESENTAÇÃO PROJETUAL DO ESPAÇO INCIDENTES NA TOPOCEPÇÃO CATEGORIA PARCIAL e) Elementos Complementares: veículos de propaganda Boston (D. Zamboni) Amsterdam (M. Kohlsdorf) Brasília:Setor Comercial Sul (G.Kohlsdorf) MARIA ELAINE KOHLSDORF – SÉRIE A CIDADE COMO ARQUITETURA 9: DIMENSÃO TOPOCEPTIVA MODO DE REPRESENTAÇÃO PROJETUAL CATEGORIAS MORFOLÓGICAS DE REPRESENTAÇÃO PROJETUAL DO ESPAÇO INCIDENTES NA TOPOCEPÇÃO CATEGORIA PARCIAL e) Elementos Complementares: pequenas construções Observa a participação morfológica de edículas (como bancas de revistas, abrigos de ônibus, coretos etc.) na configuração dos lugares, importando seu tamanho, proporção, complexidade e composição. Incidem na topocepção da área considerada, a quantidade de informação visual devida aos elementos configurativos de pequenas construções, assim como sua quantidade, semelhança e diversidade naquela. Londres (M. Kohlsdorf) MARIA ELAINE KOHLSDORF – SÉRIE A CIDADE COMO ARQUITETURA 9: DIMENSÃO TOPOCEPTIVA MODO DE REPRESENTAÇÃO PROJETUAL CATEGORIAS MORFOLÓGICAS DE REPRESENTAÇÃO PROJETUAL DO ESPAÇO INCIDENTES NA TOPOCEPÇÃO CATEGORIA PARCIAL e) Elementos Complementares: pequenas construções S / ref. (Y. Barbosa & A. C. Rios) MARIA ELAINE KOHLSDORF – SÉRIE A CIDADE COMOARQUITETURA 9: DIMENSÃO TOPOCEPTIVA MODO DE REPRESENTAÇÃO PROJETUAL CATEGORIAS MORFOLÓGICAS DE REPRESENTAÇÃO PROJETUAL DO ESPAÇO INCIDENTES NA TOPOCEPÇÃO CATEGORIA PARCIAL e) Elementos Complementares: pequenas construções Porto Alegre (Simon)Ribeirão Preto, SP (M.E. Kohlsdorf) Belém, Pa. (M.E. Kohlsdorf) MARIA ELAINE KOHLSDORF – SÉRIE A CIDADE COMO ARQUITETURA 9: DIMENSÃO TOPOCEPTIVA MODO DE REPRESENTAÇÃO PROJETUAL CATEGORIAS MORFOLÓGICAS DE REPRESENTAÇÃO PROJETUAL DO ESPAÇO INCIDENTES NA TOPOCEPÇÃO CATEGORIA PARCIAL e) Elementos Complementares: mobiliário urbano Considera o papel da forma de elementos como bancos, lixeiras, telefones públicos, caixas de correios, postes, luminárias, cercas, hidrantes, fontes etc. na configuração da área em foco, devido a seu tamanho, proporção, complexidade e composição. Incidem na topocepção da situação considerada, a quantidade de informação visual devida a tais elementos, assim como sua quantidade, semelhança e diversidade naquela. Barcelona (M. Kohlsdorf) MARIA ELAINE KOHLSDORF – SÉRIE A CIDADE COMO ARQUITETURA 9: DIMENSÃO TOPOCEPTIVA MODO DE REPRESENTAÇÃO PROJETUAL CATEGORIAS MORFOLÓGICAS DE REPRESENTAÇÃO PROJETUAL DO ESPAÇO INCIDENTES NA TOPOCEPÇÃO CATEGORIA PARCIAL e) Elementos Complementares: mobiliário urbano Barcelon ( M. Kohlsdorf) Barcelona (M. Kohlsdorf) Barcelona (M. Kohlsdorf) MARIA ELAINE KOHLSDORF – SÉRIE A CIDADE COMO ARQUITETURA 9: DIMENSÃO TOPOCEPTIVA MODO DE REPRESENTAÇÃO PROJETUAL CATEGORIAS MORFOLÓGICAS DE REPRESENTAÇÃO PROJETUAL DO ESPAÇO INCIDENTES NA TOPOCEPÇÃO CATEGORIA PARCIAL e) Elementos Complementares: mobiliário urbano s/ref. (avepairplaza.) Parnaíba, Pi (M.E.Kohlsdorf.) Barcelona (D. Zamboni) MARIA ELAINE KOHLSDORF – SÉRIE A CIDADE COMO ARQUITETURA 9: DIMENSÃO TOPOCEPTIVA MODO DE REPRESENTAÇÃO PROJETUAL CATEGORIAS MORFOLÓGICAS DE REPRESENTAÇÃO PROJETUAL DO ESPAÇO INCIDENTES NA TOPOCEPÇÃO CATEGORIA PARCIAL e) Elementos Complementares: elementos de engenharia urbana Examina o papel da forma de elementos de grande porte (viadutos, passarelas, pontes, piers etc.) na configuração da área observada, importando seu tamanho, proporção, complexidade e composição. Incidem na topocepção da situação em foco, a quantidade de informação visual devida a tais elementos, assim como sua quantidade, semelhança e diversidade naquela. Barcelona (s/ref.) MARIA ELAINE KOHLSDORF – SÉRIE A CIDADE COMO ARQUITETURA 9: DIMENSÃO TOPOCEPTIVA MODO DE REPRESENTAÇÃO PROJETUAL CATEGORIAS MORFOLÓGICAS DE REPRESENTAÇÃO PROJETUAL DO ESPAÇO INCIDENTES NA TOPOCEPÇÃO CATEGORIA PARCIAL e) Elementos Complementares: elementos de engenharia urbana Paris (D. Zamboni) Toledo (D. Zamboni) Londres (D.Zamboni) MARIA ELAINE KOHLSDORF – SÉRIE A CIDADE COMO ARQUITETURA 9: DIMENSÃO TOPOCEPTIVA MODO DE REPRESENTAÇÃO PROJETUAL CATEGORIAS MORFOLÓGICAS DE REPRESENTAÇÃO PROJETUAL DO ESPAÇO INCIDENTES NA TOPOCEPÇÃO CATEGORIA PARCIAL e) Elementos Complementares: elementos de engenharia urbana Veneza (Terracans) Veneza (s/ref.) Londres (D.Zamboni) MARIA ELAINE KOHLSDORF – SÉRIE A CIDADE COMO ARQUITETURA 9: DIMENSÃO TOPOCEPTIVA MODO DE REPRESENTAÇÃO PROJETUAL CATEGORIAS MORFOLÓGICAS DE REPRESENTAÇÃO PROJETUAL DO ESPAÇO INCIDENTES NA TOPOCEPÇÃO CATEGORIA SÍNTESE f) Estrutura Interna do Espaço Representa o espaço considerado por meio das proporções entre comprimento, largura, altura e outras características geométricas próprias à tridimensionalidade. Elementos relevantes à topocepção : unidades morfológicas partes do todo relações configurativas com o entorno conexões visuais O desempenho topoceptivo destes elementos segue os critérios de quantidade de informação visual expostos no slide 12. New York (EURIMAGE) MARIA ELAINE KOHLSDORF – SÉRIE A CIDADE COMO ARQUITETURA 9: DIMENSÃO TOPOCEPTIVA MODO DE REPRESENTAÇÃO PROJETUAL CATEGORIAS MORFOLÓGICAS DE REPRESENTAÇÃO PROJETUAL DO ESPAÇO INCIDENTES NA TOPOCEPÇÃO CATEGORIA SÍNTESE f) Estrutura Interna do Espaço: unidades morfológicas São os elementos fundamentais da estrutura morfológica dos lugares e caracterizáveis por meio de relações entre alturas, larguras e profundidades; continuidade e forma das superfícies. Incidem na topocepção da área considerada, a quantidade de tipos de unidades morfológicas, a clareza dos mesmos, sua semelhança ou diversidade e as cargas de informação visual neles presente. Ouro Preto (R.Machado) largura a lt u ra Ouro Preto (R.Machado / M.E. Kohlsdorf) MARIA ELAINE KOHLSDORF – SÉRIE A CIDADE COMO ARQUITETURA 9: DIMENSÃO TOPOCEPTIVA MODO DE REPRESENTAÇÃO PROJETUAL CATEGORIAS MORFOLÓGICAS DE REPRESENTAÇÃO PROJETUAL DO ESPAÇO INCIDENTES NA TOPOCEPÇÃO CATEGORIA SÍNTESE f) Estrutura Interna do Espaço: unidades morfológicas Amsterdam (M. Kohlsdorf)Barcelona (M. Kohlsdorf) Vila Paranoá, DF (G. Kohlsdorf) com paredes próximas e contínuas (ruas, avenidas, praças, canais …) MARIA ELAINE KOHLSDORF – SÉRIE A CIDADE COMO ARQUITETURA 9: DIMENSÃO TOPOCEPTIVA MODO DE REPRESENTAÇÃO PROJETUAL CATEGORIAS MORFOLÓGICAS DE REPRESENTAÇÃO PROJETUAL DO ESPAÇO INCIDENTES NA TOPOCEPÇÃO CATEGORIA SÍNTESE f) Estrutura Interna do Espaço: unidades morfológicas Barcelona (M. Kohlsdorf) Siena (Asahi) Vaticano (J. Pessoa) MARIA ELAINE KOHLSDORF – SÉRIE A CIDADE COMO ARQUITETURA 9: DIMENSÃO TOPOCEPTIVA MODO DE REPRESENTAÇÃO PROJETUAL CATEGORIAS MORFOLÓGICAS DE REPRESENTAÇÃO PROJETUAL DO ESPAÇO INCIDENTES NA TOPOCEPÇÃO CATEGORIA SÍNTESE f) Estrutura Interna do Espaço: unidades morfológicas Dubai (dubai.com) Las Vegas, EUA (s/ref.) com paredes distantes e intermitentes (vias, artérias, esplanadas…) Brasília (G. Kohlsdorf) MARIA ELAINE KOHLSDORF – SÉRIE A CIDADE COMO ARQUITETURA 9: DIMENSÃO TOPOCEPTIVA MODO DE REPRESENTAÇÃO PROJETUAL CATEGORIAS MORFOLÓGICAS DE REPRESENTAÇÃO PROJETUAL DO ESPAÇO INCIDENTES NA TOPOCEPÇÃO CATEGORIA SÍNTESE f) Estrutura Interna do Espaço: partes do todo São porções da área considerada com configurações distintas (partes temáticas) formadoras de sua totalidade; cada qual se constitui por determinadas sínteses de características dos elementos de planta baixa, silhueta, elementos de sítio físico, elementos edilícios e elementos complementares. Incidem na topocepção da situação em foco, a quantidade de suas partes temáticas, a clareza das mesmas, sua semelhança ou diversidade e as cargas de informação visual nelas presente. Ouro Preto (R.Machado) Ouro Preto (R.Machado / M.E. Kohlsdorf) MARIA ELAINE KOHLSDORF – SÉRIE A CIDADE COMO ARQUITETURA 9: DIMENSÃO TOPOCEPTIVA MODO DE REPRESENTAÇÃO PROJETUAL CATEGORIAS MORFOLÓGICAS DE REPRESENTAÇÃO PROJETUAL DO ESPAÇO INCIDENTES NA TOPOCEPÇÃO CATEGORIA SÍNTESE f) Estrutura Interna do Espaço: partes do todo Brasilia (J. Facó) Istambul (EURIMAGE) MARIA ELAINE KOHLSDORF – SÉRIE A CIDADE COMO ARQUITETURA 9: DIMENSÃO TOPOCEPTIVA MODO DE REPRESENTAÇÃO PROJETUAL CATEGORIAS MORFOLÓGICAS DE REPRESENTAÇÃO PROJETUAL DO ESPAÇO INCIDENTES NA TOPOCEPÇÃO CATEGORIA SÍNTESE f) Estrutura Interna do Espaço: partes do todo Cidade de Goiás (IPHAN / M. E. Kohlsdorf) MARIA ELAINE KOHLSDORF – SÉRIE A CIDADE COMO ARQUITETURA 9: DIMENSÃO TOPOCEPTIVA MODO DE REPRESENTAÇÃO PROJETUAL CATEGORIAS MORFOLÓGICAS DE REPRESENTAÇÃO PROJETUAL DO ESPAÇO INCIDENTES NA TOPOCEPÇÃO CATEGORIA SÍNTESE f) Estrutura Interna do Espaço: relações configurativas com o entorno São as relações morfológicas entre a configuração da situação abordada e aquelas próprias a seu entornoimediato; se mostram por meio de diferenças ou semelhanças em uma e outros, em termos de planta baixa, silhueta, elementos de sítio físico, elementos edilícios e elementos complementares, e estabelecem relações de contraste, semelhança, continuidade, dominância etc. Incidem na topocepção da área em foco, a clareza de tais relações, sua diversidade ou semelhança. Ouro Preto (R.Machado) MARIA ELAINE KOHLSDORF – SÉRIE A CIDADE COMO ARQUITETURA 9: DIMENSÃO TOPOCEPTIVA MODO DE REPRESENTAÇÃO PROJETUAL CATEGORIAS MORFOLÓGICAS DE REPRESENTAÇÃO PROJETUAL DO ESPAÇO INCIDENTES NA TOPOCEPÇÃO CATEGORIA SÍNTESE f) Estrutura Interna do Espaço: relações configurativas com o entorno Taguatinga, DF (G. Kohlsdorf) Boston (D. Zamboni) Rio de Janeiro (s/ ref.) MARIA ELAINE KOHLSDORF – SÉRIE A CIDADE COMO ARQUITETURA 9: DIMENSÃO TOPOCEPTIVA MODO DE REPRESENTAÇÃO PROJETUAL CATEGORIAS MORFOLÓGICAS DE REPRESENTAÇÃO PROJETUAL DO ESPAÇO INCIDENTES NA TOPOCEPÇÃO CATEGORIA SÍNTESE f) Estrutura Interna do Espaço: conexões visuais São corredores visuais entre as partes do todo e da situação considerada com seu entorno imediato, mediante os quais se apreende umas e outra; podem ou não coincidir com o sistema de caminhos da área em foco, mas permitem necessariamente a formação das seqüências visuais próprias ã percepção espacial. Incidem na topocepção da situação observada, a quantidade de conexões visuais, sua diversidade ou semelhança de tamanho, localização e composição temática; e a composição hierárquica das mesmas. Ouro Preto (R.Machado) MARIA ELAINE KOHLSDORF – SÉRIE A CIDADE COMO ARQUITETURA 9: DIMENSÃO TOPOCEPTIVA MODO DE REPRESENTAÇÃO PROJETUAL CATEGORIAS MORFOLÓGICAS DE REPRESENTAÇÃO PROJETUAL DO ESPAÇO INCIDENTES NA TOPOCEPÇÃO CATEGORIA SÍNTESE f) Estrutura Interna do Espaço: conexões visuais Roma (M. Kohlsdorf) Champ de Mars, Paris (M. Kohlsdorf) MARIA ELAINE KOHLSDORF – SÉRIE A CIDADE COMO ARQUITETURA 9: DIMENSÃO TOPOCEPTIVA MODO DE REPRESENTAÇÃO PROJETUAL CATEGORIAS MORFOLÓGICAS DE REPRESENTAÇÃO PROJETUAL DO ESPAÇO INCIDENTES NA TOPOCEPÇÃO CATEGORIA SÍNTESE f) Estrutura Interna do Espaço: conexões visuais Cidade de Goiás ( M. E. Kohlsdorf / IPHAN)