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Prova COM GABARITO Objetiva G1 SOCIEDADE E CONTEMPORANEIDADE

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Prova Objetiva G1
É possível utilizar a expressão “sociedade pós-industrial” uma vez que consideremos e reconheçamos os conflitos e contradições que o industrialismo estava apresentando por não conseguir responder as demandas e determinantes da sociedade capitalista em seu desenvolvimento no processo de suas relações de produção, diante disso, um grupo de estudiosos da sociologia trouxe novas concepções para que pudéssemos compreender e identificar melhor o que é “sociedade pós-industrial”.  Baseado nestas afirmações, podemos dizer que algumas das principais características da sociedade pós-industrial foram:
 
I.       A centralização do sujeito produtivo. Retomando velhas formas de sociabilidade.
II.    A descentralização. A pulverização de centros que estabelece novas formas de sociabilidade a partir do predomínio da Internet e de novos dispositivos de comunicação móvel.
III.    A centralização de novos centros produtivos na qual se restabelecem as mesmas formas de convívio social se utilizando dos mesmos dispositivos de comunicação social.
IV.   Não existe mais a prevalência de um sujeito antagônico privilegiado.~
Peso: 1.0
Somente a alternativa I está correta.
Somente a alternativa II está correta.
Somente a Alternativa II e III está correta.
Somente as Alternativas II e IV está correta.
Nenhuma das Alternativas está correta.
A sociedade contemporânea se  caracteriza pela forte individualização, a procura pessoal por soluções aos problemas pessoais e pela privatização do público, onde o que deveria ser usufruído por todos, uma vez que todos fazem parte do processo de construção, é usufruído por um pequeno grupo que se vincula e controla diretamente os processos de produção e de poder. Neste sentido, podemos considerar como outra característica marcante da estrutura da sociedade contemporânea a “deserção social” o que por sua vez se caracteriza por:
Peso: 1.0
A mobilização inédita dos indivíduos e grupos, colocando-se como uma das principais características do que podemos chamar de “neoindividualismo.
A mobilização social massiva e espontânea fruto da presença inquestionável de ideologias claras que conseguem “ditar” os caminhos para os indivíduos e grupos.
Ideologias claras e evidentes que norteiam cada grupo social e a cada individuo diante dos desafios da contemporaneidade.
A desmobilização e despolitização de indivíduos e grupos, colocando-se como um traço característico do “neoindividualismo” contemporâneo, fruto da ausência de uma ideologia clara que oriente os rumos de indivíduos e grupos.
Nenhuma das alternativas anteriores.
3. No contexto da sociedade de consumo, parece que os indivíduos e grupos se situam e ganham um espaço no mesmo adquirindo dado produto. Atualmente os grupos e indivíduos da sociedade contemporânea passam a se personificar através da aquisição de objetos e signos, e neste sentido eles consomem para se situar e se sentir pertencendo à coletividade, ao mundo e ao sistema cultural.  Considerando esta característica da sociedade atual, e especificamente no âmbito dos meios de comunicação de massa e das redes sociais, percebemos que:
I.               Existe um processo no qual se estabelecem padrões, se dirigem condutas e comportamentos que contribuem inclusive para gerar ações de consumo sem crítica e reflexão, favorecendo desta forma o desenvolvimento do lucro, atinente a uma economia de mercado.
II.            Repetem-se os mesmos padrões de conduta social, uma vez que os meios de comunicação de massa não alteraram os objetivos e signos para a promoção do consumo em massa.  Portanto, se mantém um mesmo grau de crítica e reflexão o que tem, em certa medida, freado e restringido a economia de mercado. 
III.           Na contemporaneidade, os grupos e indivíduos passam a se personificar através da aquisição de uma maior consciência crítica e participativa, deixando de lado o consumo exacerbado e sem sentido de qualquer tipo de objetos e signos que o mercado oferece, isso lhes ajuda diretamente a fazer parte da coletividade, ao mundo, ao sistema cultural.
IV.          Os meios de comunicação de massa e as redes sociais não possuem instrumentos, signos e objetos suficientes que permitam qualquer tipo de alteração da conduta social em indivíduos e coletividades. Os grupos e indivíduos se personificam através da solidariedade espontânea e da participação democrática no interior dos seus grupos culturais.
Esta(ão) correta(s) a(s) alternativa(s):
Peso: 1.0
Somente a alternativa I está correta
Somente a alternativa II está correta
Somente a alternativa III está correta
Somente a alternativa II e III está correta
Somente a alternativa I e IV está correta
4. No capítulo 2 “Redes Sociais na Era Digital”, do livro texto da disciplina de Sociedade e Contemporaneidade, são apresentados argumentos acerca das formas de comunicação em tempos digitais através de ambientes virtuais em que “o espaço das funções de mediação social – antes exclusivamente exercidas por instituições, organizações e leis – está sendo invadido pelas novas relações de mediação simbólica, geradas a partir do sistema de comunicações em redes digitais, que influenciam o comportamento, a percepção do mundo e as relações sociais de novo tipo que emergem e se impõem na mesma proporção em que cresce o acesso da população mundial aos novos meios de comunicação-relação rede” (p. 29). Nesse sentido, sobre a chamada era digital é possível afirmar que:
Peso: 1.0
essa nova realidade, que acontece em escala exclusivamente local, tem possibilitado aos indivíduos formas de interações através de redes digitais;
são mediações que se caracterizam pelo ritmo desacelerado ao produzirem as relações sociais;
demarca um certo predomínio das funções analógicas sobre as funções digitais;
a comunicação on-line em tempo real comprime o tempo-espaço, alterando a percepção que as pessoas têm da realidade.
sistema de comunicação e transportes inviabilizou o acesso à informação e a mobilidade de grupos sociais.
5. O pensador Stuart Hall – teórico cultural jamaicano que tem debruçando-se sobre temáticas que envolvem preconceito racial, mídia, identidades, globalização e estudos culturais – na obra “A centralidade da cultura: notas sobre as revoluções culturais do nosso tempo” (1997) afirma que “a mídia encurta a velocidade com que as imagens viajam, as distâncias para reunir bens, a taxa de realização de lucros (reduzindo o “tempo de turn-over do capital”), e até mesmo os intervalos entre os tempos de abertura das diferentes Bolsas de Valores ao redor do mundo — espaços de minutos em que milhões de dólares podem ser ganhos ou perdidos. Para o autor a globalização:
Peso: 1.0
corresponde ao processo de modernização das cidades;
esta relacionada estritamente as mudanças ocorridas no campo da cultura;
envolve a constituição da sociedade da informação e da comunicação especialmente no rompimento de fronteiras entre países;
restringe-se a compreensão das relações entre o simbólico e o status social;
proporciona uma nova forma de lidar com os trabalhadores/operários centrais nesta nova sociedade industrial.
6. O sociólogo polonês Zygmunt Bauman professor emérito de sociologia da Universidade de Leeds, na Inglaterra, é um dos pensadores que atualmente têm produzido obras refletindo sobre os tempos contemporâneos – em sua obra “Vida para Consumo: a transformação das pessoas em mercadorias” (2008) propôs-se a analisar como a sociedade de produtores da modernidade foi gradualmente se transformando em uma sociedade de consumidores. Nessa nova organização social, os indivíduos se tornam ao mesmo tempo promotores de mercadorias e também as próprias mercadorias que promovem, e todos habitam o espaço social que costumamos descrever como “o mercado”. O mercado é, então, uma instância central e as relações de inclusão e exclusão são determinadas pelas suas regras. De acordo com as abordagens do autor, ao propor uma análise a partir desse conceito, a “cultura do consumo” corresponde:
Peso: 1.0as remodelações do papel do Estado no processo produtivo da sociedade;
a mercadoria como centro das práticas cotidianas;
centralidade conferida à prática política nas relações cotidianas;
ao modo de gestar a lógica da produção mecanizada;
a uma concepção mais essencialista do mundo e do homem.
7. Sabemos que estamos vivenciando tempos de grandes avanços tecnológicos onde a educação não ficou fora desta realidade. Experimentamos, hoje, um salto qualitativo em relação ao tipo de comunicação de massa que prevaleceu até o final do século XX. Verifica-se um deslocamento da lógica unívoca da mídia de massa, pautada na recepção passiva, para o modo de comunicação interativa. Vivemos a cada dia mais intensamente, o predomínio da modalidade comunicacional que caracteriza a cibercultura.
Nesse contexto, a interatividade manifesta-se em práticas, tais como:
Peso: 1.0
Cartas bem elaboradas, jornais impressos com muita criatividade e conversas informais. 
E-mails, listas, blogs, videologs, jornalismo on-line, Wikipédia, YouTube, MSN Messenger, MP3,Facebook e novos empreendimentos que aglutinam grupos de interesse como cibercidades, games, softwares livres, ciberativismo, webarte, música eletrônica, etc...
Cursos compactos presenciais e realizados nas universidades
Seminários com foco na religião, na cultura de cada sociedade
Nenhuma alternativa está correta.
8. As velhas identidades, que por tanto tempo estabilizaram o mundo social, estão em declínio, fazendo surgir novas identidades nesta tão complexa sociedade contemporânea. Para Hall, este acontecimento tem como causa:
Peso: 1.0
A espiritualidade muito presente nesta sociedade contemporânea.
O grande impacto do desenvolvimento intelectual e psicológico muito desenvolvido pela a classe social que detém o poder.
As mudanças decorrentes do processo de globalização em curso, que estaria “deslocando estruturas e processos centrais das sociedades modernas e abalando os quadros de referência que forneciam aos indivíduos uma ancoragem estável no mundo social”.
As frequentes crises internas comuns nos países em desenvolvimento.
Nenhuma alternativa esta correta.
9. Em uma sociedade tão complexa, tão pós, tão atual qual o significado de indivíduo segundo Bauman:
Peso: 1.0
Ser um personagem atuante que interage com o contexto que está inserido.
É ser um personagem que “A livre escolha pode ser uma ficção, mas a presunção do direito de escolher livremente transforma essa ficção numa realidade”. Uma Ficção, no sentido de que somos induzidos a escolher, dentre opções predeterminadas e, não só fogem necessariamente do nosso controle, como não nos trazem garantia nenhuma de sucesso.
É um personagem que constrói sua individualidade dentro de uma logicidade perfeita não correndo nenhum risco de erros.
É um personagem que apresenta uma facilidade de deslocamento mental proporcionado pala tranquilidade dos eventos tão comuns nesta sociedade contemporânea.
Nenhuma alternativa está correta.
10. No movimentado mundo de hoje o que está proporcionando o surgimento de uma realidade nova, infinitamente mais complexa do que a vigente na sociedade até então, é...
Peso: 1.0
O desenvolvimento da tecnologia digital e a fusão da informática com as telecomunicações, associadas às tecnologias de automação que vêm sendo implantadas no mundo do trabalho e na vida cotidiana dos cidadãos contemporâneos.
O aparecimento de uma geração de indivíduos completamente focados em situações direcionadas a emoções muito fortes.
O surgimento de uma sociedade que valoriza e investe pesado no desenvolvimento dos bens e serviços.
O surgimento de grupos muito organizados que investem pesado em religiões fechadas que seduzem indivíduos que passam por dificuldades emocionais comuns nos dias de hoje.
Nenhuma alternativa está correta.

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