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Sem Título
1
CUIDADOS EM 
ENFERMAGEM AO 
RECÉM-NASCIDO, 
CRIANÇA E ADOLESCENTE
ATENÇÃO AO RECÉM-NASCIDO 
E CUIDADOS NEONATAIS
1. A TERMO PRECOCE
2. PRÉ-TERMO TARDIO 
Patologias associadas: disfunção respiratória, 
disfunção neurológica e restrição de crescimento 
1.1. CAUSAS MATERNAS
- Idade > 35 anos
- HAS - DM II
- Descolamento de placenta
- Placenta prévia 
3. PREMATURO MODERADO
4. PREMATURO EXTREMO
HIPOGLICEMIA NO RECÉM-NASCIDO
26
> 42 sem
PÓS-TERMO
39 s - 41s + 6d
A TERMO
37s + 38s+6d
A TERMO 
PRECOCE
34s + 36s+6d
PRÉ-TERMO 
TARDIO1
28s + 33s+6d
PREMATURO 
MODERADO2
< 28 sem
PREMATURO 
EXTREMO3
A classificação também pode 
ser feita através do peso ao 
nascer: 
1 1,5Kg - 2,5Kg
2 1 Kg - 1,5 Kg
3 < 1,499Kg
CLASSIFICAÇÃO PELO PESO:
Peso normal: 2500g - 3999g
Baixo peso: 1500g - 2499g
Muito baixo peso: 1000 - 1500g
Extremo: <1000g
OBSERVAR NO EXAME FÍSICO
- Hipotermia
- Hipoglicemia
- Sofrimento respiratório 
- Hiperbilirrubinemia 
- Sepse (investigar)
- Dificuldade de alimentação - normalmente 
não ocorre pois movimento de sucção se 
desenvolve até a 34ª sem - SEM necessida-
de de SNE
AVALIAR!
- Peso
- Altura
- Circunferência cefálica 
AIG
PIG
GIG
OBSERVAR NO EXAME FÍSICO
- Síndrome do desconforto respiratório - + 
comum
- Hipoglicemia/Hiperglicemia
	 SINAIS: tremor, hipotonia, taquipneia, hipo
	 	 termia, convulsões, etc. 
OBSERVAR NO EXAME FÍSICO
- Necessidade de SNG - abaixo de 34 sem 
sem movimento de sucção
- Eritema tóxico - adaptação da pele = some 
em torno de 5 dias
OBSERVAR NO EXAME FÍSICO
- Função neurológica - SEM testes pois há 
sedação
- Cuidar cateteres: 
	 `4.1. Umbilical: SF 0,9%
	 4.2. Venoso: medicação
	 4.3. Arterial: coleta de gasometria
- Retração intercostal
CAUSAS
Aumento da utilização 
da glicose
Diminuição das 
reservas
Mistas
	 HIPOGLICEMIA
A definição clínica de hipoglicemia inclui:
- Níveis baixos de glicemia - níveis de glicose infe-
riores a 45 mg/dL ou do sangue total abaixo de 
40 mg/dL em RNs a termo ou RNs prematuros.
- Sinais clínicos
- Desaparecimento dos sinais com a correção da 
glicemia.
Atraso na correção da hipoglicemia pode levar 
a dano neurológico grave.
SINAIS E SINTOMAS DA HIPOGLICEMIA
MANEJO DA HIPOGLICEMIA
CUIDADOS NEONATAIS
- Indicadores para o RN:
	 PESO DO RN
	 IDAGE GESTACIONAL AO NASCER
	 GRAU DE NASCIMENTO INTRAUTERINO
AVALIAÇÃO AO NASCER:
1. APGAR
0 à 3 - Asfixia grave
4 à 6 - Asfixia moderada
> 7 - boa adaptação 
2. CAPURRO
27
1. Aumento da utilização da glicose
A hipoglicemia ocorre por excesso de insulina 
em relação à quantidade de glicose disponível
2. Diminuição de reservas 
Quando os níveis de insulina são normais e as 
reservas de glicose diminuídas.
FATORES DE RISCO: 
- RN prematuro
- PIG
2. Causas mistas
Grupo heterogêneo e amplo de causas. 
- Tremores
- Hipotonia
- Irritabilidade
- Letargia
- Torpor
- Crises de apneia
- Cianose
- Bradicardia
- Taquipneia
- Sucção ausente
- Hipotermia
- Crises convulsivas
- Alimentar; 
- SG 5% por EV
- Glicose EV FORMA DA ORE-
LHA
GLÂNDU-
LA MA-
MÁRIA
INSER-
ÇÃO DO 
MAMILO
TEXTU-
RA DA 
PELE
PREGA 
PLANTAR
IG = 204 + escore = total/7 = ____ semanas e 
____ dias
3. NEW BALLARD 	 1. SISTEMA TEGUMENTAR 
	 2. SISTEMA ESQUELÉTICO
	 3. SISTEMA NEUROLÓGICO
	
	 3.1. POSTURA EM REPOUSO
	 	 RNPT
	 	 A TERMO
	 3.2. CARÁTER EVOLUTIVO DO SNC
28
RNPT POR SISTEMAS
- barreira epidérmica imatura
- ausência da camada de estrato córneo
- aumento na perda de água transepidér-
mica
- não desenvolveram o manto protetor 
de vernix caseosa
OBSERVAR NO EXAME FÍSICO
- Umidae
- Eritema
- Escoriação 
RN: ≈ 300 ossos ao nascer 
Adulto: 206 ossos,
- Feto humano acumula = 30g de Ca perto 
do fim da gestação 
- 80% da mineralização óssea ocorre no 3º 
trimestre da gestação 
- ≈ 50% dos RNPT com PN 1000g irão des-
envolver osteopenia 
- ≈ 70% terão risco de fratura 
RNPT: pouquíssima 
flexão. Quando pre-
sente, nas extremi-
dades superiores. 
Apenas flexão parci-
al nas extremidades 
inferiores
- RNPT nascem com SNC em fase de des-
envolvimento
- Sistematizar o exame segundo grau de 
imaturidade (RN termo): IG < 36 sem - Es-
tados comportamentais não estão comple-
temente desenvolvidos
- IG 24 sem: ≈ 4 meses p/desenvolvimen-
to do SNC em condições adversas para 
migração celular, mielinização, arborização 
dendrítica e ramificação axonial
3.3. ESTADO DE COMPORTAMENTO
4. SISTEMA CARDIOVASCULAR
5. SISTEMA HEMATOPOIÉTICO
6. SISTEMA RESPIRATÓRIO
6.1. ESTÁGIOS DO DESENVOLVIMENTO 
PULMONAR
6.2. SURFACTANTE PULMONAR
29
ESTADO 1
SONO QUIETO: olhos fechados, respiração re-
gular, sem movimentos corpóreos
ESTADO 2
SONO ATIVO: olhos fechados, respiração irregu-
lar, podem ocorrer movimentos corpóreos
ESTADO 3
DESPERTAR QUIETO: olhos abertos, respira-
ção regular, sem movimentos
ESTADO 4
DESPERTAR ATIVO: olhos abertos, respiração 
irregular, movimentos corpóreos presentes
ESTADO 5
CHORO
RNPT: hemoglobina e 
hematócrito ao nascer 
inferior ao RN termo, re-
ticulócitos e células nu-
cleadas aumentadas, 
quanto menor IG mais 
evidentes é a diferença 
RN PIG: eritrócitos, he-
moglobina e hematócri-
to mais elevados.
RNPT: ≈ 90-100ml/kg de volemia ao nascer
RN termo: ≈ 80 ml/kg de volemia ao nascer
1ºdia de vida 78,72 + 14,33 ml/kg Reduz a tensão nas 
VIAs e mantém a 
abertura alveolar
6.3. CARACTERÍSTICAS PULMONARES RNPT
7. SISTEMA DIGESTÓRIO
7.1. CARACTERÍSTICAS DEFICIENTES 
7.2. ALIMENTAÇÃO POR SONDA
- Medida 
CRESCIMENTO E 
DESENVOLVIMENTO INFANTIL
- Menor número de alvéolos desenvolvidos; 
- Deficiência de surfactante; 
- Pouco espaço no sistema respiratório; 
- Facilidade de colapso ou obstrução no trato 
respiratório;
- Caixa torácica complacente/ ossos do tórax 
pouco calcificados;
- Reflexo de gasping fraco ou ausente;
- Capilares pulmonares imaturos e permeáveis; 
- Maior distância entre o alvéolos operantes e o 
leito capilar pulmonar.
30
EQUAÇÃO COM BASE NA 
ESTATURA 
SOG = 13.3 cm + (0,19 X com-
primento em cm)
SNG = 14.8 cm + (0.19 X com-
primento em cm)
EQUAÇÃO COM BASE NO 
PESO
SOG=[3 x Peso(kg)+12]
 SNG= [3 x Peso(kg)+13]
PERDA DE ÁGUA POR ELIMINAÇÃO FECAL
RNPT = 7ml/kg/dia
RNT = 10 ml/kg/dia
CRESCIMENTO
processo dinâmico e 
contínuo expresso 
pelo aumento do ta-
manho corporal
INDICADOR DE 
SAÚDE DA 
CRIANÇA
OBSERVAR se rela-
ção peso x estatura 
x idade está adequa-
da conforme curvas
FATORES QUE 
INFLUENCIAM O 
CRESCIMENTO
INTRÍNSICOS
Genética
EXTRÍNSICOS
Ambientais
- Lipase pancreática (diminuição absorção das 
gorduras) 
- Menor síntese de sais biliares 
- Menor reabsorção sais biliares no íleo distal 
- Menor atividade da lactase intestinal 
- Menor absorção de vitaminas lipossolúveis 
- Deficiência de vitamina K – hemorragias 
- Menor função metabólica - glicose e do cálcio 
Avaliação do crescimento: perímetro ce-
fálico, peso e estatura (comprimento 
para <2 anos)
	
	
	
SEGURANÇA DO PACIENTE
31
DESENVOLVIMENTO
mudança dinâmica, 
multidimensional e in-
tegral que ocorre a 
partir da INTERAÇÃO
FÍSICO-MOTOR
COGNITIVO PSICO-SOCIAL
EXISTEM:
- diferenças individuais
- hereditariedade e ambiente
- maturação = prontidão 
- influência pessoais, histórico-culturais, continui-
dade, etc. 
DESENVOLVIMENTO se dá em saltos e é dividi-
do em 3 fases:
1. Sensório-motor: até 24 meses - inteligência 
prática (ações e percepcões) 
2. Pré-operatório: de 2 até 7 anos - capacidade 
de pensar em 1 objeto a partir de outro 
3. Operatório: a partir de 7 anos - agir no mundo 
	 3.1. Concreto (7-12 anos) 
	 3.2. Formal (a partir de 12 anos) 
SEGURANÇAausência de dano evitável 
1. INCIDENTE (erro): evento que poderia ou 
resultou em dano à saúde
2. EVENTO ADVERSO: incidentes que cau-
sam dano a saúde 
3. CULTURA DA SEGURANÇA: valores, atitu-
des, competências e comportamento
ESTRATÉGIAS PARA A SEGURANÇA DO 
PACIENTE NO RS
1) Higienização das Mãos 
2) Identificação do Paciente 
3) Comunicação Efetiva 
4) Prevenção de Queda 
5) Prevenção de Úlceras por Pressão 
6) Administração Segura de Medicamentos
7) Uso de Dispositivos Intravenosos 
8) Procedimentos Cirúrgicos Seguros 
9) Administração segura de sangue e hemo-
componentes 
10) Utilização Segura de Equipamentos 
11) Pacientes Parceiros na sua Segurança 
12) Formação de Profissionais da Saúde 
para o Cuidado Seguro 
METAS INTERNACIONAIS DE SEGURANÇA
SEGURANÇA NA HOSPITALIZAÇÃO INFANTIL
ERROS DE MEDICAÇÃO:
EXAMES LABORATORIAIS
1. LINHAGEM MIELÓIDE
32
CARACTERÍSTICAS DA HOSPITALIZAÇÃO: 
- Diversidade faixas etárias; 
- Pecu l i a r idades do c resc imento e 

desenvolvimento; 
- Presença permanente de acompanhante/
cuidador; 
- Perfil dos serviços (estrutura); 
- Patologias específicas - diversas; 
- Questões contextuais (desigualdades, famí-
lia, acesso, educação, ...) 
PRINCIPAIS EVENTOS ADVERSOS
- Infecção hospitalar;
- Falhas no processo medicamentoso;
- Identificação limitada do paciente;
- Queda do berço/cama;
- Insucesso na realização de procedimentos 
invasivos; 
- Manuseio incorreto de equipamentos e ma-
teriais;
- Comunicação/registros limitados;
- Falta do acompanhante/cuidador
PRESCRIÇÃO
DISPENSAÇÃO ADMINISTRAÇÃO
HEMATOPOIESE
PERÍODO FETAL
até 30ª sem: fígado
a partir da 30ª sem: 
estroma medular 
dos ossos longos 
CÉLULAS-TRONCO/
TOTIPOTENTES
se diferenciam quando fatores de 
crescimento agem sobre elas - nos 
ossos longos chamado de “steel 
factor” 
LINHAGEM 
MIELÓIDE
LINHAGEM 
LINFÓIDE
LINHAGEM 
MIELÓIDE
PRÓ-
TROMBOCITO
PRÓ-
ERITROBLASTO
PRÓ-
MIELOBLASTO
MEGACARIÓCITO
se formam e não 
conseguem che-
gar a corrente san-
guínea
quebra da 
célula
TROMBOCITOS
PLAQUETAS
RETICULÓCITO
perde membra-
na nuclear
ERITRÓCITO
transporte de O2, 
CO2, CO e glicose
MIELÓCITO
NEUTRÓFI-
LOS
BASÓFI-
LOS
EOSINÓFI-
LOS
MONÓCI-
TO
FAGÓCITOS
- Presença de bactéria
- Tecido necrosado de 
forma asséptica 
- Reação de hi-
persensibilida-
de extrema
- Hipersensib. 
- Infestação parasitária 
- Infeccão viral 
2. LINHAGEM LINFÓIDE 
1. ERITOGRAMA: contagem de eritrócitos
	 1.1. Eritrócito: contagem de hemácias
	 1.2. VCM: volume de hemácias = tamanho 
	 	 do eritrócito = microcítica, normocíti
	 	 ca ou megacítica 
	 1.2. HCM: quantidade média de hemoglobi
	 	 na presente nas hemácias
	 1.3. CHCM: concentração de hemoglobina 
	 	 em uma hemácia 
	 1.4. RDW: distância entre uma célula e ou
	 	 tra
	 1.5. HEMATÓCRITO: % de hemácias em 
	 	 relação ao todo 
	 1.6. Hemoglobina: indica anemia, poliglobu
	 	 lia, policitemia 
	 1.7. Análise morfológica 
2. LEUCOGRAMA: contagem global de leucóci-
tos 
	 SOLICITADO em processos infecciosos, 
inflamatórios, alérgicos, tóxicos ou leucêmicos 
	 Contagem diferencial de neutrófilos, basófi-
los, eosinófilos, linf. e monócitos 
3. PROVA DE COAGULAÇÃO
33
MONÓCITO
Quando célular granuladas não conseguem 
eliminar o patógeno (bactérias/vírus comple-
xos), os monócitos ativam, através de interleu-
cinas, as células linfóides e o sistema termor-
regulador (febre depende da quantidade de 
monócitos liberados)
IMPORTANTE!
Pró-mielócito Mielócito Neutrófilo Neutrófilohiperseg.
DESVIO À ESQUERDA
células muito jovens = sistema 
imune desesperado para com-
bater infecção e manda células 
jovens que não irão maturar 
para a corrente sanguínea 
DESVIO À 
DIREITA
células mais ma-
duras = deficiên-
cia vitamínica 
LINHAGEM 
LINFÓIDE
LINFÓCITOS T LINFÓCITOS B
CITOTÓXICOS KILLERCD
destroem a pare-
de celular - NÃO 
fagocitam
aclopa em recep-
tores = SINALI-
ZADORAS
morte NÃO 
seletiva
EXAMES LABORATORIAIS
AUMENTO DO HEMATÓCRITO: 
concentração do nº de hemácias 
= sugestivo de DESIDRATAÇÃO
DIMINUIÇÃO DO HEMATÓCRITO: 
diluição do nº de hemácias = su-
gestivo de HEMODILUIÇÃO
ERITRÓCITOS
+- 45%
TESTOSTERONA: fator de ativa-
ção da hematopoiese = HOMENS 
maior hematócrito
Microcítica Normocítica Megacítica
PLASMÓCITO
IMUNOGLOBULINAS 
anti-corpos
3.1. Plaquetas: derivados de megacariócitos
3.2. Tempo de protrombina: rastreamento de dis-
túrbios de coagulação, monitorar a anticoagula-
ção oral.
3.3. Tempo de tromboplastina parcial ativado: 
rastreamento de distúrbios de coagulação, moni-
torar a anticoagulação. TTPA pcte/TTPA normal
3.4. Tempo de trombina: teste de triagem para 
deficiência de fibrinogênio.
3.5. Fibrinogênio: Proteína convertida por ação 
enzimática em fibrina. Juntamente com as pla-
quetas forma uma rede para o coágulo de san-
gue
	 AUMENTADO em doenças com lesões teci
	 	 duais ou inflamação, marcador de ris
	 	 co coronariano
4. PROCESSOS INFLAMATÓRIOS 
4.1. Hemosedimentação (VSH/VHS) 
- velocidade com que as hemácias se depositam 
no fundo do frasco = + rápido + infecção 
4.2. PCR: proteina produzida pelo fígado em pro-
cessos inflamatórios - NÃO identifica a doença
5. FUNÇÃO RENAL E ELETRÓLITOS 
ELETRÓLITOS
6. FUNÇÃO HEPÁTICA
6.1. ALT e AST: deveriam se encontrar dentro 
dos hepatócitos e célular pacreáticas = se altos 
níveis = célula rompeu - DANO 
6.2. Fosfatase alcalina: enzima que se origina 
principalmente nos ossos, f́igado e placenta, 
com alguma atividade em rins e intestino. Dia-
gnóstico precoce das doenças obstrutivas bilia-
res.
6.3. Bilirrubina
- Decomposição da hemoproteínas (hemoglobi-
na), excreção hepática, via bile.
- Bilirrubina indireta: associado a uma destruição 
aumentada de hemácias (hemólise).
- Bilirrubina direta: circula livremente no sangue 
até alcançar o f́igado, onde é conjugada com 
ácido glicurônico, e então excretada na bile.

Rotina é medir a bilirrubina total.
7. NUTRIÇÃO 
7.1. Albumina: Importante proteína sérica sinteti-
zada pelo f́igado, marcador da função de síntese 
hepática. Realização do exame em pacientes 
com doença hepática, síndrome nefrótica, defici-
ências nutricionais, desordens do metabolismo 
protéico.
7.2. Glicemia: a glicemia de jejum é importante 
no controle do diabetes mellitus (�maior que 125 
mg/dL por duas verificações) 
Hemoglobina glicada: HbA1 - Avaliação da gli-
cemia média nos últimos 2 a 3 meses
8. GASOMETRIA 
34
RNI razão normativa internacional TP paciente/TP normal
RNI - tempo muito alto para coagular = paci-
ente pode sangrar
RNI - tempo para coagular muito baixo = pa-
ciente trombosar
CREATININA
UREIA
produto do metabolismo 
da contração muscular
Filtrados pelo rim e ex-
cretados pela urina
40 a 70% rebsorvido 
pelo rim 
= valores de creatinina 
mais fidedignos
Dependente do 
sexo e da idade 
(massa muscular)
9. EXAME QUANTITATIVO DE URINA (EQU)
- Características f́isicas: cor (amarelo âmbar) e 
densidade (1018).
- Características químicas: pH, proteínas, glico-
se, cetona, bilirrubina, hemoglobina, nitratos
- Sedimento urinário: cilindros (precipitados pro-
téicos), células renais, células lipídicas, hemác-
ias, leucócitos, bactérias.
10. MÚSCULO CARDÍACO
- Colesterol total, LDL e HDL
- Triglicerídeos 
11. ENZIMAS CARDÍACAS 
- Troponina
- CPK
- CK-MB
35
EXAME FÍSICO DA CRIANÇA E 
DO ADOLESCENTE
MEDIDAS ANTROPOMÉTRICAS E 
REGULAÇÃO NEUROLÓGICA
1. PERÍMETRO CEFÁLICO
2. PERÍMETRO TORÁCICO
3. PERÍMETRO ABDOMINAL
4. ESTATURA
5. PESO 
2
COMO AVALIAR:  é medido  acima 
das sobrancelhas, em volta da proe-
minência occipital.
O QUE SE ESPERA: ao nascimentoentre 33 a 35 cm. As medidas espe-
radas de acordo com a idade 
pode-se ver no gráfico PCx idade.
PRINCIPAIS ALTERAÇÕES
1.1. Microcefalia- Para menino, a medida será 
igual ou inferior a 31,9 cm e, para menina, 
igual ou inferior a 31,5 cm.
1.2. Macrocefalia- é uma alteração na qual a 
circunferência da cabeça é maior que a média 
correspondente à idade e o sexo do bebê.
1.3. Hidrocefalia- condição na qual a quantida-
de de liquor aumenta dentro da cabeça. Ocor-
re quando há um desequilíbrio entre a produ-
ção e a reabsorção desse líquido.
COMO AVALIAR:  fazer a medida 
em volta do tórax, na linha dos 
mamilos. 
O QUE SE ESPERA: ao nasci-
mento, o PT é menor que o PC 
em 2-3cm; de 1 a 2 a	 a n o s , o 
PT é igual ao PC.
PRINCIPAIS ALTERAÇÕES
 Se o PT é menor que o PC, é indicativo de 
desnutrição energético-proteica. Alterações 
nessa medida também podem indicar proble-
mas cardíacos ou pulmonares.
COMO AVALIAR:   fazer a medi-
da acima do cordão umbilical e 
em volta da crista ilíaca.
O QUE SE ESPERA: abdomen 
cilíndrico
PRINCIPAIS ALTERAÇÕES
3.1. Distensão abdominal
COMO AVALIAR:
ATÉ 24 MESES  
comprimento em centímetros na 
posição de decúbito dorsal
O QUE SE ESPERA: para RNs meninos espe-
ra-se que estejam entre os 46 e 54 cm e que 
aos 2 anos estejam entre os 82 e 94 cm. Para 
as meninas, ao nascer espera-se o compri-
mento de 45 a 53 cm e aos 2 anos, entre os 
80 e 93 cm. Para maiores de 2 anos ver curva 
de crescimento.
> 24 MESES  
altura em metros, em pé
COMO AVALIAR: ambiente 
aquecido, sem roupas ou fral-
das. Crianças até 24 meses 
deve-se aferir o peso em balan-
ça deitado. 
O QUE SE ESPERA: o peso deve 
ser analisado utilizando a curva 
peso x idade, considerando o sexo 
da criança.
6. REFLEXOS
6.1. BRUDZINSKI
6.2. RIGIDEZ DE NUCA
6.3. KERNING
6.4. LASÈGUE 
6.5. BABINSKI 
3
COMO AVALIAR: com a criança em decúbito 
dorsal, com uma mão levantar a cabeça com 
a intenção de levar o queixo ao esterno, man-
tendo a outra mão no tórax.
O QUE SE ESPERA: o movimento não deve 
apresentar dificuldades e as pernas devem 
permanecer esticadas.
PRINCIPAIS ALTERAÇÕES
Quando a criança flexiona as pernas, é sinal 
de irritação das meninges.
COMO AVALIAR: com a criança em decúbito 
dorsal, levantar a cabeça com a intenção de 
levar o queixo ao esterno.
O QUE SE ESPERA: movimento deve ser com-
pleto, sem dificuldades ou dor.
PRINCIPAIS ALTERAÇÕES
Quando a criança não consegue completar o 
movimento ou sente dor ao movimento, é si-
nal de irritação das meninges.
COMO AVALIAR: deitado em posição supina 
com as pernas estendidas. O examinador 
deve flexionar o joelho e a perna do paciente 
na articulação coxo-femural em um ângulo de 
90 graus e na sequência realizar a extensão 
do joelho.
O QUE SE ESPERA: se espera que a criança 
consiga realizar o movimento sem se queixar 
de dor lombar e sem apresentar resistência 
na articulação coxo femural.
PRINCIPAIS ALTERAÇÕES
Se o paciente apresentar dor lombar e resis-
tência à extensão da perna o sinal é positivo e 
pode indicar irritação meníngea. 
COMO AVALIAR: o paciente deve estar em de-
cúbito dorsal com os membros inferiores es-
tendidos. O examinador deve imobilizar o 
osso ilíaco e o tornozelo. Na sequência deve 
se levantar a perna do paciente com o joelho 
estendido até, aproximadamente, 40 graus.
O QUE SE ESPERA: o sinal é positivo quando 
o paciente sente dor na face posterior do 
membro examinado. 
PRINCIPAIS ALTERAÇÕES
O sinal positivo pode indi-
car compressão radicu-
lar.
COMO AVALIAR: com o toque na parte mais 
externa da região plantar, desde o calcanhar 
até o arco da região plantar.
O QUE SE ESPERA: a extensão dos dedos 
dos pés e dorsiflexão do hálux. Presente até o 
primeiro ano de idade.
PRINCIPAIS ALTERAÇÕES
A presença do reflexo após os 2 anos de 
idade pode indicar lesão dos feixes pira-
midais.
CABEÇA E PESCOÇO
1. CABEÇA
1.1. Tamanho (macrocefalia e microcefalia) con-
torno, simetria, cor, sensibilidade, lesões, edema
1.5. Fontanelas: avaliar presença de bregmática 
e lambdoide, quantidade de polpas digitais e se 
estão afastadas, unidas ou sobrepostas. 
2. PESCOÇO 
TÓRAX

4
1.2. Couro cabeludo/cabelos: 
cor, textura, hidratação, cros-
tas, protuberâncias, lesões, 
inflamação, distribuição e  im-
plantação cervical dos cabe-
los, alopecia, pediculose.
1.3. Face: movimento, expres-
são, pigmentação, acne, ti-
ques, tremores, cicatrizes
1.4. Rede linfática occipi-
tal, pré e pós-auricular, sub-
mandibular e submentonia-
na: quanto à visualização e 
palpação de gânglios au-
mentados – tamanho, mobi-
lidade e sensibilidade.
OLHOS: simetria, edema, hi-
peremia, conjuntiva, edema 
palpebral e esclera (hemorra-
gia)
ORELHAS: simetria, 
implantação e sujidade
NARIZ: permeabilidade nasal, coriza, 
obstrução, batimento de asa de nariz
BOCA: fenda palatina, lábio 
leporino
MUCOSA ORAL: intregridade, 
lesões, hidratação, coloração
- Simetria, mobilidade, 
amplitude de movimen-
to, lesões, manchas, 
dor, rigidez.
- Traquéia: posição e mo-
bilidade 
- Tireóide: tamanho, si-
metria, sensibilidade, 
aumento e nódulos (ver cicatriz pele local).
- Vasos: (carótida e jugular) qualidade, força e 
simetria de pulsações, sopros, distensão dos 
vasos.
- Rede linfática anterior e posterior: visualiza-
ção, tamanho, forma, mobilidade, sensibilidade
- Palpação de nódulos
Inspecionar o tamanho, forma-
to, simetria, movimento, utiliza-
ção da musculatura durante a 
respiração, limites ósseos for-
mados pela costela e esterno, 
o desenvolvimento das ma-
mas e avaliação dos mamilos
ESTERNO
12 COSTELAS 
Espaços intercostais 
são importantes para 
perceber esforço respi-
ratório
Inspecionar a região ANTERIOR, POS-
TERIOR e a LATERAL 
1. SISTEMA RESPIRATÓRIO
DIREITO: 3 lóbulos - superior, 
médio e inferior
ESQUERDO: 2 lóbulos - 
superior e inferior
AVALIAR 
1. Frequência: nº de movimento por min. 
2. Ritmo: regular, irregular ou periódico
3. Profundidade: profunda ou superficial 
4. Qualidade: sem esforço, automático, difícil
5. Simetria do movimento durante respiração
PERCUSSÃO
	 Do ápice até a base - decúbito dorsal ou 
sentada. Podemos esperar um som timpânico 
no ápice e submaciço nas bases. 
AUSCULTA PULMONAR
SONS: são divididos em vesiculares, broncovesi-
culares e brônquicos - observar se há ruídos ad-
ventícios, diminuição ou aumento do som espera-
do
5
FREQUÊNCIA RESPIRATÓRIA
SIMETRIA DO MOVIMENTO 
RESPIRATÓRIO
Abdomen deve se movimentar junto com o 
tórax durante o movimento respiratório
ESFORÇO RESPIRATÓRIO
Presença do uso da musculatura acessó-
ria 
SUBCOSTAIS
INTERCOSTAIS
FÚRCULA ESTERNAL
ACESSÓRIOS
G
R
A
V
E
PULMÕES
2. SISTEMA CARDíACO
- FOCOS DA AUSCULTA CARDÍACA
- Foco mitral: depende do tamanho do tórax
	 até 2 anos: entre 2º e 3º espaço intercostal
	 de 3 à 7 anos: 4º espaço intercostal
	 após 7 anos: 5º espaço intercostal
	
2.1. RITMO: regular ou irregular
2.2. BULHAS: 2T, 3T
2.3. SOPROS: insuficiência e estenose
ABDÔMEN
CORAÇÃO
6
INSPEÇÃO 
1.1. Contorno do abdômen da cri-
ança, ela deve estar ereta e na 
posição de decúbito dorsal. Nes-
sa posição o abdômen parece 
chato.
Alerta para a enfermagem: Um 
abdome tenso, em tábua é um si-
nal de íleo paralítico e obstrução 
intestinal. 
- Examine o umbigo quanto ao 
tamanho, higiene e alterações. 
O umbigo deve ser achatado e 
fazer ligeira protrusão.
- Avaliar presença de hérnias: um-
bilicais, inguinais e abdominais
1. Hipocôndrio direito: fíga-
do, vesícula biliar, flexu-
ra hepática do cólon, rim 
direito, suprarrenal direi-
ta.
2. Epigástrico: fígado, estô-
mago e piloro, cólon 
transverso, omento, duo-
deno, pâncreas, rins, su-
prarrenais, aorta e linfo-
nodos.3. Hipocôndrio Esquerdo: fígado, estômago, flexura 
esplênica, cólon, baço, cauda do pâncreas, rim 
esquerdo e suprarrenal esquerda.
4. Flanco Direito (região lombar direita): lobo hepáti-
co de Riedel, cólon ascendente, intestino delga-
do, rim direito.
5. Região umbilical: estômago, duodeno, cólon trans-
verso, omento, intestino delgado, aorta e linfono-
dos.
6. Flanco esquerdo: cólon descendente, intestino del-
gado e rim esquerdo.
PALPAÇÃO 
7
7. Fossa ilíaca direita: ceco, apêndice vermifor-
me, linfonodos.
8. Suprapúbica (hipogástrio): intestino delgado, 
flexura do sigmóide, bexiga distendida e úra-
co, útero e anexos. 
9. Fossa ilíaca esquerda: flexura do sigmóide, 
linfonodos.
HÉRNIAS
HÉRNIA INGUINAL: é uma protusão de peritônio 
através da parede abdominal no canal inguinal. 
Ela ocorre geralmente no sexo masculino, fre-
quentemente é bilateral e pode ser visível como 
uma massa no escroto. Para localizar uma hér-
nia, deslize o dedo mínimo sobre o canal inguinal 
externo (na base do escroto) e peça que a crian-
ça tussa, se estiver presença de hérnia a ponta 
do dedo irá levantar. 
HÉRNIA FEMORAL: ocorre mais frequentemente 
em meninas, é sentida ou vista como uma peque-
na massa na superfície anterior da coxa logo 
abaixo do ligamento inguinal no canal femoral. 
Sinta a hérnia colocando o dedo indicador da 
mão direito sobre o pulso femoral e o dedo mé-
dio contra a pele em direção da linha média. O 
dedo anelar fica sobre o canal femoral, onde 
ocorre a hérnia.
AUSCULTA 
- Peristalse é o achado mais importante na aus-
culta abdominal. 
 Deve ser registrada a frequência de peris
 talses por minuto.
- Podem ser observados também: sopros (vascu-
lares - aorta abdominal), borborismos (ruídos 
hidroaéreos).
ÍLEO PARALÍTICO: ausência de sons abdomi-
nais
HIPERPERISTALSE: excesso de peristaltismo = 
+ de 100/min
PERCUSSÃO
ACHADOS NORMAIS: 
- SOM MACIÇO: sobre o lado direito, ao nível do 
rebordo costal, provindo da presença do fígado
- SOM TIMPÂNICO: à esquerda, sobre o estôma-
go e, em geral, no restante do abdome
Achados anormais: timpanismo exagerado as-
semelhando-se a batidas de um tambor, macicez 
mutável (pode indicar ascite).
8
SINAIS PATOLÓGICOS 
1. SINAL DE MURPHY
Se positivo é indicativo de colecistite, quando o 
paciente suspende a inspiração por dor à com-
pressão do rebordo costal direito. 
Motivo: quando palpamos a borda inferior do fíga-
do, e o paciente inspira (diafragma contrai e fíga-
do desce), há compressão da vesícula.
2. SINAL DE MURPHY
O enfermeiro faz uma pu-
nho-percussão, com a bor-
da ulnar da mão/ punho fe-
chado, na região lombar do 
paciente. Se a manobra evi-
denciar sinal de dor aguda, 
o sinal de Giordano é positi-
vo, o que indica grande pro-
babilidade doença renal.
2. SINAL DE BLUMBERG
Caracterizado por dor à 
descompressão brusca em 
qualquer quadrante do ab-
dome, indicando sinal de 
peritonite.
DOR ABDOMINAL
https://www.slideshare.net/ozimogama/avaliao-clnica-do-abdome-agudo
SISTEMA RESPIRATÓRIO - AUSCULTA
Ruídos Respiratórios: 
- Preservados: murmúrios broncovesicular (sime-
tria nos segmentos)

 - reduzidos ou ausente
18
DIVIDIDO EM: 
1. Trato Respiratório 
Superior
2. Trato Respiratório 
Inferior
ANATOMIA
PULMÃO
Localização: cavidade torácica 
Divisão: ápice e base / lobos 

 Revestimento: pleura

 
Exame físico:
1. Inspeção: padrão Ventilatório, frequência, 
ritmo (regular, irregular ou transitório), profundi-
dade (superficial ou profunda), qualidade (uso 
de musculatura acessória) 
2. Palpação
3. Percussão
4. Ausculta
LOBO 
SUPERIOR
LOBO 
MÉDIO
LOBO 
INFERIOR
LOBO 
SUPERIOR
LOBO 
INFERIOR
ÁPICE
BASE
Adventícios
- Sibilantes: passagem através de estreitamen-
tos – constrição e edema
- Estertores/Crepitantes: atrito pela passagem 
ar por fluído/secreção
- Roncos: secreção nos brônquios e traquéia
- Estridor: obstrução parcial - inspiratório
CARACTERÍSTICAS NAS 
CRIANÇAS
SINAIS E SINTOMAS COMUNS: 
- Febre
- Anorexia
- Sofrimento respiratório
- Cianose
- Obstrução/secreção VAS
- Tosse
- Dor de garganta
- Meningismo, etc.
1. INFECÇÃO DE VIAS AÉREAS SUPERIORES
1. INFECÇÃO DE VIAS AÉREAS SUPERIORES
2. BRONQUITES
3. BRONQUIOLITE
4. PNEUMONIAS
19
AVALIAÇÃO DO PADRÃO 
RESPIRATÓRIO
- FR

 - Ritmo

 - Profundidade

 - Sons

 - Musculatura Acessória 
- Oximetria

- Tosse

- O2
- Secreção/Obstrução

 - Cianose

 - Medicamentos

 - Dor diafragmática

 - Nível de consciência 
- Linfedenopatia axilar

- Expansão pulmonar

- Extremidades
- Trato Respiratório Superior 
(até porção superior da tra-
quéia) 
- Trato Respiratório Inferior 
ETIOLOGIA: viral e/ou bacte-
riana, raramente fúngica 
INFECÇÕES
GRAVIDADE: Aguda ou Crônica 
FATOR DE RISCO: idade, tamanho, resistência, 
variações sanzonais 
Resfriados comuns e gripes com incubação 
média de 4 dias, apresenta cura espontânea.
ETIOLOGIA: Maioria viral (VSR, Influenza, Pa-
rainfluenza e Adenovírus) 
SINTOMAS: coriza, obstrução nasal, espirros, 
irritação conjuntival 
TRATAMENTO: sintomático - importante moni-
torar evolução do quadro 
Caracteriza- se por quadro 
inflamatórios e obstrutivos 
envolvendo laringe/epiglote/
traquéia.
ETIOLOGIA: viral
SINTOMAS: rouquidão, es-
tridor, agitação, dispnéia, 
esforço ventilatório com 
musculatura acessória
TRATAMENTO: sintomática - inalação 
(nebulização) de adrenalina, corticotera-
pia.
Infecção viral aguda a nível bronquiolar. Mais 
comuns em criança de até 2 anos.
ETIOLOGIA: viral (vírus sincicial 80% casos)
FISIOPATOLOGIA: inicia com edema bronquio-
lar e obstrução alveolar parcial por muco e ex-
sudato. Existe progressiva obstrução e atelecta-
sias formando enfisemas. 
TRATAMENTO: sintomático 
ENFERMAGEM: as-
piração, precaução 
por gotículas, oxige-
noterapia, avaliar pa-
drão respiratório
ALVÉOLO NORMAL
PNEUMONIA
Inflamação do parênquima 
pulmonar, geralmente infecci-
oso causado por bactérias, 
vírus, Mycoplasma ou por 
aspiração.
CLASSIFICAÇÃO: 
- Pneumonia lobar (segmen-
tos lobares)
- Broncopneumonia (bronquí-
olos até lobos) 
- Pneumonia intersticial (pare-
des alveolares)
5. ASMA 
6. DERRAME PLEURAL
EXAMES RADIOLÓGICOS
20
ETIOLOGIA: 
- Pneumonia Viral: semelhante a bronquiolite 
(etiologia e tratamento)
- Pneumonia Atípica: causada pelo Mycoplas-
ma pneumoniae que é mais comum em crian-
ça de 5 a 12 anos, com tratamento sintomát-
ico.
- Pneumonia Bacteriana: início abrupto e evo-
lução progressiva. Streptococcus pneumo-
niae, S. aureus, Haemophylus influenza B são 
os principais agentes etiológicos.
TRATAMENTO: antibioticoterapia, oxigeniote-
rapia de suporte, hidratação, broncodilatado-
res.
COMPLICAÇÕES: empiema, piopneumotórax, 
pneumotórax, hemotórax, derrame pleural ou 
abcesso pulmonar
Distúrbio inflamatório crônico caracterizado 
por crises reversíveis de broncoespasmo 
quando a criança/adolescente portador de 
uma hipereatividade brônquica é exposto a 
fatores como alérgenos, IVAS, odores forte, 
fumaça, exercícios f́isicos, mudanças climát-
icas ou estresse emocional.
ESTÁGIOS: intermitente leve, 
persistente leve, persistente mo-
derada e persistente grave
Acúmulo anormal de líquido en-
tre os folhetos parietal e visceral 
das pleuras; 
ETIOLOGIA: S. pneumoniae, S. 
aureus e Haemophilus influenza 
CLASSIFICAÇÃO: transudatos 
e exsudatos; 
COMPLICAÇÕES: pneumonia, 

insuficiência respiratória, qua-
dro infeccioso
TRATAMENTO: ATB e drenagem
DRENAGEM: toracocentese e e 
drenagem torácica
Imagem não exclusiva de bronquiolite, pode- 
se perceber: atelectasia, hiperinsuflação, opa-
cidade em torno do hilo pulmonar e espassa-
mento peribrônquico
Quando bacteriana: foco de consolidação 
SISTEMA CARDIOVASCULAR21
Raio-X Hemotórax
Raio-X Pneumotórax
Raio-X Asma
ANATOMIA
Localiza-se atrás do esterno, à esquerda, en-
volto pelo pericárdio. É composto por 4 câme-
ras - 2 átrios e 2 ventrículos - e 4 válvulas - 
tricúspide, aórtica, pulmonar e mitral.
ÁTRIOS: são reservatórios de sangue durante 
a contração ventricular (sístole) e como bom-
bas durante o relaxamente ventricular (diásto-
le). O átrio direito e esquerdo são separados 
pelo septo atrial. 
VENTRÍCULOS: o ventrículo esquerdo impulsi-
ona, através da aorta, o sangue para o corpo. 
Já o ventrículo direito envia o sangue para o 
pulmão. Os ventrículos estão divididos pelo 
septo interventricular.
TRICÚSPIDE
AÓRTICA
PULMONAR
MITRAL
Tricúspide e mitral: válvulas atrio-ventriculares
Aórtica e pulmonar: válvulas semilunares

 CORAÇÃO FETAL
22
VÁLVULA MITRAL E 
TRICÚSPIDE
São unidirecionais
Compostas por: 
- Músculos papilares 
- Cordas tendíneas
Prolapso de válvula: dege-
neração da corda tendí-
nea
ARCO AÓRTICO: 
VEIAS: vaso que traz sangue ao coração
ARTÉRIA: vaso que leva sangue ao coração
ENDOTÉLIO: tecido comum a todos os vasos 
- capilares somente tem endotélio para facili-
dar a hematose
FORAME OVAL: comu-
nicação entre o átrio 
esquerdo e direito
CANAL ARTERIAL: 
ducto entre aorta e ar-
téria pulmonar - passa-
gem de sangue rico 
em O2 da artéria pul-
monar para a aorta
DUCTO VENOSO: estabelece ligação entre a 
veia cava inferior e a veia porta esquerda.
CIRCULAÇÃO FETAL: atra-
vés do cordão umbilical que 
consiste em 2 artérias e 1 
veia. 
	
1. COMUNICAÇÃO INTERATRIAL (CIA)
 
23
EXAME FÍSICO
INSPEÇÃO: presença de turgor venoso (jugu-
lar), musculatura geral, alterações do tórax, alte-
ração da frequência respiratória, visualização 
do ictus cordis, etc. 
PALPAÇÃO:
- Perfusão periférica: temperatira, 
palidez, aspecto da pele, cianose, 
temperatura, eritrocianose capila-
res arteriais e venosos), enchimen-
to capilar
- Pulso: simetria, amplitude
- Pressão Arterial - CUIDAR tama-
nho: entre acrômio e olécrano – 
40% da circunferência do bra-
ço
AUSCULTA:
FOCOS DA AUSCULTA
Foco ou área mitral: 4º (RN, lactentes e 
pré-escolares) ou 5º (escolares e ado-
lescentes) espaço intercostal à E
Foco ou área pulmonar: 2º EIE 

Foco ou área aórtica: 2º espaço inter-
c o s t a l à d i r e i t a ( E I D )

Foco ou área tricúspide: base do apê-
ndice xifoide
1ª bulha: início da sístole ventricular

2ª bulha: início da diástole ventricular 
3ª bulha: enchimento ventricular rápido 
4ª bulha: contração atrial
FREQUÊNCIA CARDÍACA
RN: 130 - 160 bpm
1º ano: 120 - 140 bpm
2º ano: 110 -130 bpm
3 à 5 anos: 100 - 120 bpm
6 à 11 anos: 70 - 110 bpm
CARDIOPATIAS PEDIÁTRICAS
ETIOLOGIA: 
- Familiares hereditárias 
- Infecciosas (caxumba, Epstein-Barr, vari-
cela, difteria, leptospirose, doença de Cha-
gas, toxoplasmose, rubéola, etc.) 
- Metabólicas, nutricionais, endócrinas (hi-
po e hipertireoidismo) 
- Doença do tecido conectivo (artrite reu-
matóide) 
- Medicações-toxinas (Doxorrubicina, irra-
diação) 
- Artériascoronárias(Kawasaki) 
- Idiopática 
Defeitos estrututurais e/ou funcionais que 
ocorrem no coração
Quando existe um orifício entre os dois átrios
CLASSIFICAÇÃO: acianótica
FISIOPATOLOGIA
O sangue oxigenado que está no átrio esquer-
do passa para o átrio direito, misturando o 
sangue rico em oxigênio com o sangue pobre 
em oxigênio que irá para os pulmões. Com 
isto existe um aumento na quantidade de san-
gue (hiperfluxo) para os pulmões. 
CARDIOPATIAS CIANÓTICAS
ACIANÓTICAS
LOCALIZAÇÃO
Pode ocorrer em diver-
sos locais em relação ao 
átrio, como no ostium 
secundum, seio venoso, 
etc.- NÃO determina gra-
vidade 
TRATAMENTO
Cirúrgico - dependerá 
do tamanho, localiza-
ção e repercussão he-
modinâmica pulmonar 
2. COMUNICAÇÃO INTERVENTRICULAR (CIV)
3. PERSISTÊNCIA DO CANAL ARTERIAL 
(PCA)
4. COARCTAÇÃO DE AORTA
5. TRETALOGIA DE FALLOT
24
Quando existe um orifício entre os dois ventrícu-
los - cardiopatia + comum
CLASSIFICAÇÃO: acianótica
FISIOPATOLOGIA
O sangue oxigenado que 
está no ventrículo esquerdo 
passa para o ventrículo direi-
to, misturando o sangue 
rico em O2 com o sangue 
pobre em O2 que irá para 
os pulmões. Com isto exis-
te um aumento na quantida-
de de sangue (hiperfluxo) 
para os pulmões. 
LOCALIZAÇÃO
Pode ocorrer em diversos locais em relação ao 
ventrículo, como perimembranosa, muscular, 
etc.- NÃO determina gravidade 
TRATAMENTO
- Cirúrgico - dependerá do tamanho, localização 
e repercussão hemodinâmica pulmonar 
- Acompanhamento para fechamento espontâ-
neo
Comunicação entre a aorta e a artéria pulmonar 
e, usualmente encontra-se à esquerda e é único.
CLASSIFICAÇÃO: acianótica
FISIOPATOLOGIA
A presença de um PCA 
pode ser danosa devido ao 
excessivo fluxo de sangue 
para os pulmões e, conse-
quentemente, leva a sobre-
carga de sangue ao cora-
ção. Pode levar a um qua-
dro de ICC. 
TRATAMENTO
- Cirúrgico - cateterismo
- Medicamentoso - ibuprofeno
Estreitamento da aorta em sua porção torácica 
descendente
CLASSIFICAÇÃO: acianótica
FISIOPATOLOGIA
Ocorre dificuldade de passa-
gem do sangue por este es-
treitamento, causando au-
mento da pressão nas artér-
ias do cérebro e braços e 
diminuição da pressão nas 
víceras e pernas.
TRATAMENTO
- Cirúrgico 
RN: a presença de Coarctação de Aorta pode 
ser danosa devido ao baixo fluxo de sangue 
para os órgãos abdominais e membro inferio-
res.
MAL-FORMAÇÕES
CIV
Dextroposição da aorta
Obstrução ventrículo 
direito
Hipertrofia ventrículo 
direito
FISIOPATOLOGIA
O sangue pobre em oxigênio não consegue 
atingir os pulmões em quantidade suficiente 
para retornar oxigenado para o coração esquer-
do. Assim, ainda na infância as crianças apre-
sentam-se com cianose. Isto reflete uma quan-
tidade menor de oxigênio no sangue. 
TRATAMENTO
- Cirúrgico: paliativa ou corretiva
6. TRONCO ARTERIOSO COMUM
7. DRENAGEM ANÔMALA TOTAL DAS VEIAS 
PULMONARES
8. TRANSPOSIÇÃO DOS GRANDES VASOS 
DA BASE
SISTEMA NEUROLÓGICO
25
Caracteriza-se por ha-
ver somente um vaso 
de saída do coração. 
FISIOPATOLOGIA
TRATAMENTO
Os 2 ventrículos bom-
beiam sangue rico e 
pobre em O2 para a 
mesma artéria, causan-
do cianose.
Cirúrgico: fechamento da anomalia do sep-
toventricular, de modo que o tronco arte-
rioso receba o fluxo de saída do ventrículo 
esquerdo, retirada das artérias pulmona-
res da aorta e conexão delas ao ventrículo 
direito através de um homoenxerto.
Obstrução do fluxo venoso pulmonar.
FISIOPATOLOGIA
As quatro veias pulmonares que trazem o san-
gue dos pulmões para o coração, não se co-
nectam ao coração, especificamente no átrio 
esquerdo, onde normalmente as veias pulmo-
nares devem estar conectadas.
TRATAMENTO
- Cirúrgico
Ocorre quando a aorta 
se origina diretamente 
do ventrículo direito e a 
artéria pulmonar do ven-
trículo esquerdo, resul-
tando em circulações 
pulmonares e sistêmicas 
paralelas independentes.
Após retornar para o coração direito, o sangue 
venoso sistêmico dessaturado é bombeado 
para a circulação sistêmica sem ter sido oxige-
nado nos pulmões. O sangue oxigenado entra 
no coração esquerdo e volta para os pulmões, 
em vez de ir para as outras partes do corpo.
FISIOPATOLOGIA
TRATAMENTO
Vida só é viável se existir persistência do ca-
nal arterial ou se houver CIV.
- Correção cirúrgica
SNC Dividido em 2 hemisférios: ESQUERDO e DIREITO 
LÓBULOS
1. FRONTAL: comportamento e motor 
2. PARIETAL: percepção sensitiva 
3. OCCIPITAL: visão 
4. TEMPORAL: audição
CEREBELO: equilíbrio , tônus muscular, movi-
mento de músculos estriados 
TRONCO CEREBRAL: passa impulsos nervosos 
da medula para encéfalo e vice-versa, respiração
	 FORMADO POR: mesencéfalo, ponte e bulbo 
-Principais patologias ocorrem no lobo frontal 
responsável pela cognição, comportamento e 
afeto 
DECORTICAÇÃO: disfunção severa no CÓRTEX 
cerebral - desempenha um papel central em fun-
ções complexas do cérebro como na memória, 
atenção, consciência, linguagem, percepção e 
pensamento
SINAIS CLÍNICOS: a parte superior do braço é 
mantido junto ao lado do corpo, enquanto coto-
velos, punhos e dedos ficam flexionados. Pernas 
esticadas e em rotação interna. 
 
36
DESCEREBRAÇÃO: disfunção no TRONCO CE-
REBRAL
SINAIS CLÍNICOS: membros inferiores RÍGIDOS, 
retos. Membros superiores com MÃOS FLETI-
DAS, porém estendidas ao longo do corpo.
SINAIS DE DISTÚRBIOS 
NEUROLÓGICOS
1º TRIMESTRE: 
- Olhar APAGADO, POUCO INTERESSE pelo am-
biente;
- HIPOTONIA DA CABEÇA (não sustenta a cabe-
ça);
- Ausência de CONCORDÂNCIA ENTRE QUALI-
DADE PSICOATIVA e EVOLUÇÃO MOTORA;
- AUSENCIA DE SORRISO SOCIAL/OU POBRE;
- IRRITABILIDADE.
1º TRIMESTRE: 
- Olhar APAGADO, POUCO INTERESSE pelo am-
biente;
- HIPOTONIA DA CABEÇA (não sustenta a cabe-
ça);
- Ausência de CONCORDÂNCIA ENTRE QUALI-
DADE PSICOATIVA e EVOLUÇÃO MOTORA;
- AUSENCIA DE SORRISO SOCIAL/OU POBRE;
- IRRITABILIDADE.
2º TRIMESTRE: 
- HIPOTONIA DO TRONCO, SEM SUSTENTAR A 
CABEÇA;
- HIPOTONIA de membros, PÉS EQUINOS, 
MÃOS FECHADAS, tendência de ENTRECRU-
ZAR os MEMBROS INFERIORES = DECORTI-
CAÇÃO!
- OLHAR POBRE, sorriso pobre;
- ÂNGULO POPLÍTIO EM 90º
Postura de Opistótono: característica de pro-
blema neurológico - efeito extrapiramidal pro-
vocado pelo espasmo dos músculos axiais 
ao longo da coluna 
3º TRIMESTRE: 
- HIPO e/ou HIPERTONIA; 
- NÃO SENTA SEM APOIO;
- INDIFERENÇA a pessoas ESTRANHAS
4º TRIMESTRE: 
- NÃO FICA EM PÉ (ORTOSTÁTICA);
- NÃO INTERAGE COM O MEIO (gestos, pala-
vras).
FINALIDADE DO EXAME NEUROLÓGICO: Loca-
lizar ou identificar a região do SNC onde se origi-
nam os SINTOMAS.
EXAME NEUROLÓGICO
1. ESCALA DE GLASGOW: avalia o nível de cons-
ciência 
	 AVALIAR: abertura ocular, resposta verbal e res
	 	 posta motora 
2. CRÂNIO 
Pontuação de 7 ou ABAIXO: Considerado COMA. 
Pontuação de 7 a 15: NORMALIDADE.
Pontuação MÁXIMA: 15 (CRIANÇA normal)
- Simetria
- Fontanelas: normotensa, 
deprimida, abaulada, se 
há ou não pulsação 
- Saliências ou afundamen-
tos 
NORMAL: crânio simétri-
co, sem partes moles ou 
edema
37
2. PELE
- Procurar achados neuro-
cutâneos: manchas café 
com leite, hemangiomas, 
áreas sem pigmento, cur-
vatura da coluna. 
3. PARES CRANIANOS
4. REFLEXOS
HIDROCEFALIA
Acúmulo de líquor 
na cavidade cefalo-
raquidiana 
TIPOS: 
1. Secreção excessiva
2. Comunicante: o fluxo 
de líquido cerebroespi-
nhal é bloqueado 
depois de sair dos ventrículos. Essa for-
ma de hidrocefalia é chamada comunican-
te porque o líquido cerebroespinhal ainda 
pode fluir entre os ventrículos, o quais 
permanecem abertos
3. Não-comunicante: ocorre quando o fluxo 
de fluido cerebroespinhal é bloqueado em 
uma ou mais das passagens estreitas que 
conectam os ventrículos. 
CAUSAS: 
1. Primária: ocorre na 1ª trimestre de gesta-
ção
2. Secundária: 3º trimestre até 1º ano de 
vida 
FATORES
Lesão pré-estrutural 
prévia
Época da instalação 
do problema
SINAIS E SINTOMAS
- Fontanela abaulada
- Cabeça grande
- Sinal de macewen
- Olhos deprimidos e sinal de “sol poente”
(esclera acia da íris é visível) 
TRATAMENTO 
CUIDADOS NO PO: 
- não haver pressão 
sob o shunt - 72h 
SEM colocar cabeça 
para o lado operado
- NÃO sedar
- Curativo exclusivo do 
cirurgião
38
CONVULSÕES
Repolarização e despo-
larização desorganizada
Pode ser: generalizada 
ou parcial/focal
ETIOLOGIA: hipertermia, 
tumores, medicações, es-
tresse, enxaqueca, etc.
Depois da crise = ICTUS 
CONVULSIVO: obunubila-
ção, cansado, desorienta-
do
DOENÇAS 
INFECTO-CONTAGIOSAS
PRECAUÇÕES FÍSICAS
1. PRECAUÇÃO DE CONTATO
 + comum: maioria dos vírus e bactérias
- Ocorre por contato direto no paciente ou indi-
reto (objetos contaminados)
2. PRECAUÇÃO POR GOTÍCULAS
- Partículas pequenas (<5um), duram pouco tem-
po no ambiente e não saem do local de origem. 
3. PRECAUÇÃO POR AEROSSOIS
- Partículas grandes, que duram muito tempo no 
ambiente e podem se mover do local de ori-
gem
9
BRONQUIOLITE
CONCEITO: doença viral 
que acomente, principal-
mente crianças até os 2 
anos de idade, que prova-
ca inflamação na parte 
terminal dos bronquíolos. 
AGENTE ETIOLÓGICO: 
vírus, principalmente ví-
rus sincicial.
FORMA DE TRANSMISSÃO: por gotículas 
(tosse, espirro e fala)
FATORES DE RISCO: idade (<2 anos) 
SINTOMAS: cianose, dificuldade respiratória, 
tosse, fadiga, febre, retração torácica, taquip-
neia, presença de secreção.
TRATAMENTO: sem tratamento específico. 
Somente trata-se sintomas (aspirar, nebulizar 
e broncodilatar). 
PREVENÇÃO: manter hábitos de higiene. 
HIV/AIDS
CONCEITO: síndrome da imunodeficiência 
adquirida.
AGENTE ETIOLÓGICO: vírus
FORMA DE TRANSMISSÃO: sangue, trans-
missão vertical, esperma e secreção vaginal
SINTOMAS: primeiros sintomas são fraqueza, 
febre, emagrecimento, diarréia prolongada 
sem causa aparente. Na criança que nasce 
infectada, os efeitos mais comuns são proble-
mas nos pulmões, diarréia e dificuldades no 
desenvolvimento.
Fase sintomática inicial da Aids: candidíase 
oral, sensação constante de cansaço, apareci-
mento de gânglios nas axilas, virilhas e pesco-
ço, diarréia, febre, fraqueza orgânica, transpi-
rações noturnas e perda de peso superior a 
10%.
TRATAMENTO: anti retrovirais.
PREVENÇÃO: realização do pré-natal.
CANDIDÍASE
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CONCEITO: micose que 
atinge a superfície cutâ-
nea e mucosas.
AGENTE ETIOLÓGICO: 
Candida albicans (fungo)
FORMA DE TRANSMIS-
SÃO: contato
FATORES DE RISCO: uso 
de antibiótico, uso de rou-
pas úmidas
SINTOMAS: coceira, dor e 
vermelhidão na área 
vaginal, corrimento vaginal branco e agrupado. 
Relações sexuais dolorosas.
TRATAMENTO: 
ORAL: Nistatina
ESOFAGITE: Fluconazol ou anfotericina B;
VULVO-VAGINAL: Isoconazol.
PREVENÇÃO: manter pele limpa e seca
COQUELUCHE
CONCEITO: doença que 
compromete o aparelho 
respiratório, paroxismos 
de tosse seca. 
3 fases sucessivas: Ca-
tarral, paroxística e de 
convalescença.
AGENTE ETIOLÓGICO: bacteriana (Bordetella 
pertussis)
FORMA DE TRANSMISSÃO: por gotículas (tosse, 
espirro e fala)
FATORES DE RISCO: não ter as 3 doses vacina 
SINTOMAS: 
ESTÁGIO 1: Espirros e corrimento nasal, tosse., 
olhos lacrimejando, febre baixa. Sintomas podem 
durar até duas semanas. 
ESTÁGIO 2: tosse passa a ser severa e descon-
trolada, a ponto de não haver respiração.
ESTÁGIO 3: tosse pode ficar mais ruidosa. Crises 
de tosse podem acontecer em episódios isolados 
TRATAMENTO: antibioticoterapia. 
PREVENÇÃO: vacinação.
DIARREIAS AGUDAS
CONCEITO: aumento no 
número de evacuações, 
com fezes aquosas, com 
freqüência acompanhada 
de vômitos, febre e dor ab-
dominal.
AGENTE ETIOLÓGICO: 
bactérias, vírus e parasitas
FORMA DE TRANSMIS-
SÃO: depende do agente
vaginal, corrimento vaginal branco e agrupado. 
Relações sexuais dolorosas.
SINTOMAS: aumento do número de evacua-
ções, com fezes aquosas ou de pouca consis-
tência, com ou sem presença de muco e san-
gue, náusea, vômito, febre e dor abdominal. 
TRATAMENTO: doença auto-limitada, realizar 
hidratação oral. 
FEBRE AMARELA
CONCEITO: doença febril agu-
da, de curta duração e gravida-
de variável.
AGENTE ETIOLÓGICO: vírus
FORMA DE TRANSMISSÃO: 
picada da fêmea Aedes aegyp-
ti (em áreas urbanas) e Haema-
gogus (em áreas rurais)
FATORES DE RISCO: não ser vacinado ou não 
ter entrado em contato com a febre amarela
SINTOMAS: febre, dores musculares em todo o 
corpo, dor de cabeça, perda de apetite, náu-
seas, fotofobia, fadiga e fraqueza. 
TRATAMENTO: apenas sintomático.PREVENÇÃO: vacinação.
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GIARDÍASE
CONCEITO: infecção que 
atinge principalmente a 
parte superior do intestino 
delgado
AGENTE ETIOLÓGICO: protozoário
FORMA DE TRANSMISSÃO: fecal-oral
FATORES DE RISCO: crianças, falta de sa-
neamento básico
SINTOMAS: diarreia aquosa, às vezes com 
mau cheiro, que podem se alternar com fe-
zes moles e gordurosas, fadiga, mal-estar, 
cólicas abdominais e inchaço, náuseas e per-
da de peso
TRATAMENTO: secnidazol, inidazol, metroni-
dazol.
PREVENÇÃO: saneamento básico
HEPATITE A 
CONCEITO: doença aguda de manifesta-
ções variadas, que pode se assemelhar a 
uma síndrome gripal.
AGENTE ETIOLÓGICO: vírus da hepatite A
FORMA DE TRANSMISSÃO: fecal-oral, pelo 
contato de água e alimentos contaminados
FATORES DE RISCO: falta de saneamento 
básico, comer alimentos contaminados, etc
SINTOMAS: fadiga, náusea, vômitos, dor ou 
desconforto abdominal, especialmente na 
área próxima ao fígado, perda de apetite, fe-
bre baixa, urina escura, dor muscular, amare-
lamento da pele e olhos (icterícia).
TRATAMENTO: auto-limitada
HEPATITE B
CONCEITO: doença viral 
que cursa de forma assin-
tomática ou sintomática.
AGENTE ETIOLÓGICO: 
HBV
FORMA DE TRANSMIS-
SÃO: sangue, via sexual, 
etc. 
FATORES DE RISCO: relações sexuais des-
protegida, compartilhamento de seringa, ter 
outra IST
SINTOMAS: dor abdominal, urina escura, fe-
bre, dor nas articulações, perda de apetite, 
náusea, vômitos, fraqueza, fadiga e icterícia.
TRATAMENTO: sem tratamento
PREVENÇÃO: vacinação 
HEPATITE C
CONCEITO: doença viral 
que cursa de forma assinto-
mática ou sintomática.
AGENTE ETIOLÓGICO: 
HCV
FORMA DE TRANSMISSÃO: via parenteral
FATORES DE RISCO: diálise renal por logo 
período, profissionais da área da saúde, rans-
fusão de sangue, etc.
SINTOMAS: dor abdominal, Inchaço abdomi-
nal, sangramento no esôfago ou no estôma-
go, urina escura, fadiga, febre, coceira, icterí-
cia, perda de apetite, náusea e vômitos.
TRATAMENTO: repouso relativo, dieta pobre 
em gordura e rica em carboidratos. O trata-
mento depende do grau de comprometimen-
to hepático.
HERPES SIMPLES
CONCEITO: lesões na mu-
cosa oral e/ou genital.
AGENTE ETIOLÓGICO: ví-
rus HSV tipo 1 e 2 
FORMA DE TRANSMIS-
SÃO: contato direto
SINTOMAS: pequenas bolhas, aftas ou úlce-
ras geralmente na boca, nos lábios, nas gen-
givas ou nos genitais, nódulos linfáticos au-
mentados no pescoço ou na virilha e febre 
no período inicial. 
TRATAMENTO: aciclovir, valaciclovir, famci-
clovir.
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MENINGITES
CONCEITO: inflamação nas membranas que en-
volvem o encéfalo
HAEMOPHILUS 
INFLUENZAE
TUBERCULOSA
TRANSMISSÃO: contato através da via respirató-
ria
MENINGITE TUBERCULOSA 
- complicação da tuberculose
SINTOMAS:
Estágio I - duração de 1 a 2 semanas, caracteri-
zando-se pela inespecificidade dos sintomas, po-
dendo ocorrer febre, mialgias, sonolência, apatia, 
irritabilidade, cefaleia, anorexia, vomitos, dor ab-
dominal e mudanças súbitas do humor.
Estágio II - persistência dos sintomas sistêmicos 
e pelo surgimento de evidências de dano cere-
bral, com tremores periféricos, distúrbios da fala, 
trejeitos e movimentos atetoides. 
Estágio III ou período terminal - surge o déficit 
neurológico focal, rigidez de nuca, alterações do 
ritmo cardíaco e da respiração e graus variados 
de perturbação da consciência, incluindo o 
coma.
MONONUCLEOSE
CONCEITO: síndrome infecciosa que acomete, 
principalmente, indivíduos entre 15 e 25 anos.
AGENTE ETIOLÓGICO: vírus Epstein-Barr
FORMA DE TRANSMISSÃO: con-
tato de secreções orais
SINTOMAS: fadiga, mal-estar, 
dor de garganta, inflamação de 
garganta que não melhora com 
o uso de antibióticos, febre,
inchaço dos gânglios linfáticos no pes-
coço e axilas, amígdalas inchadas, dor
de cabeça, erupção cutânea, baço e fígado sua-
vemente inchados.
TRATAMENTO: coritcoterapia
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POLIOMELITE
CONCEITO: doença viral aguda, caracteriza-
da por um quadro de paralisia flácida de iní-
cio súbito.
AGENTE ETIOLÓGICO: poliovírus
FORMA DE TRANSMISSÃO: fecal-oral,oral-
oral
FATORES DE RISCO: falta de imunização
SINTOMAS: febre, garganta inflamada, dor 
de cabeça, vômitos, fadiga, rigidez muscular, 
dor de garganta, meningite. Em casos raros, 
a infecção pelo poliovírus leva à poliomielite 
paralítica, a forma mais grave da doença.
TRATAMENTO: sem tratamento
PREVENÇÃO: vacinação
RUBÉOLA
SÍNDROME DA RUBÉOLA
CONCEITO: doença exante-
mática viral aguda, caracteri-
zada por febre baixa e exan-
tema maculopapular.
AGENTE ETIOLÓGICO: ví-
rus RNA
FORMA DE TRANSMIS-
SÃO: direto - contato com 
secreções
SINTOMAS: erupções vermelhas pela pele, 
que aparecem primeiramente no rosto e de-
pois vão se espalhando pelo tronco, braços e 
pernas.
TRATAMENTO: sem tratamento
PREVENÇÃO: vacinação
SARAMPO
CONCEITO: Doença infecciosa 
aguda, de natureza viral, trans-
missível e extremamente
contagiosa.
AGENTE ETIOLÓGICO: vírus 
do sarampo
FORMA DE TRANSMISSÃO: 
direta, através das secreções
SINTOMAS: febre, tosse per-
sistente, conjuntivite e coriza.
Após estes sintomas, geralmente há o apareci-
mento de manchas avermelhadas no rosto, 
que progridem em direção aos pés, com dura-
ção mínima de três dias
TRATAMENTO: somente sintomático
PREVENÇÃO: vacinação
EMERGÊNCIAS PEDIÁTRICAS
	 1. CHOQUE 
	 ETAPAS DO CHOQUE: 
1.1. CHOQUE COMPENSADO: função orgânica 
vital é mantida pelos mecanismos compensató-
rios intrínsecos; o fluxo sanguíneo é normal ou 
aumentado, mas geralmente desigual ou mal dis-
tribuído na microcirculação.
	 SINAIS: apreensão, irritabilidade, taquicar-
dia inexplicável, PA normal, pulso estreito, sede, 
palidez, débito urinário baixo, diminuição da per-
fusão nas extremidades.
1.2. CHOQUE NÃO-COMPENSADO: eficiência 
do sistema cardiovascular diminui, até que a per-
fusão na microcirculação se torne mínima.
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VARICELA
CONCEITO: Infecção viral 
primária, aguda, altamente 
contagiosa, caracterizada 
por surgimento de exantema 
de aspecto maculo-papular.
AGENTE ETIOLÓGICO: vari-
cella-zoster
FORMA DE TRANSMISSÃO: direto - contato 
com secreções
SINTOMAS: febre, surgimento de bolhas averme-
lhadas na pele espalhadas por todo o corpo, co-
ceira, mal-estar, perda de apetite, dor de cabeça, 
dor de barriga.
TRATAMENTO: sem tratamento
PREVENÇÃO: vacinação
TUBERCULOSE
CONCEITO: infecção que 
atinge principalmente os pul-
mões
AGENTE ETIOLÓGICO: M. 
tuberculosis
FORMA DE TRANSMISSÃO: 
de pessoa para pessoa atra-
vés do ar 
SINTOMAS: tosse seca, com 
presença de secreção, com 
pus ou sangue
TRATAMENTO: antibiótico
PREVENÇÃO: vacinação
SÍNDROME CONJUNTO DE SINAIS E SINTOMAS
BOMBA NÃO FUNCIONANTE
Aporte sanguíneo inadequado 
(circulação)
Morte do tecido
hipotensão, hipoxia tecidual e acidose 
metabólica
SINAIS: confusão ou sonolência, taquipnei-
co, com acidose metabólica moderada, oli-
gúria, extremidades frias e pálidas, diminui-
ção do turgor cutâneo e enchimento capilar 
deficiente.
1.3. CHOQUE IRREVERSÍVEL: há lesão 
irreversível aos órgãos vitais, ou seja, mes-
mo que seja retomada a função cardíaca 
haverá óbito.
SINAIS: pulso pode estar filiforme e fraco, 
haverá hipotensão, apneia, anúria e torpor 
ou coma.
1. CHOQUE HIPOVOLÊMICO
2. CHOQUE DISTRIBUTIVO 
3. CHOQUE CARDIOGÊNICO
2. DESIDRATAÇÃO
TIPOS DE DESIDRATAÇÃO
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TIPOS DE CHOQUE
Ocasionada por trauma ou desi-
dratação - há redução do comparti-
mento vascular
VOLUME = QTD. SANGUE CIRCULANTE
VOLUME = APORTE O2
VOLUME = cianose, taquipneia 
e taquicardia
Quando volume sanguíneo é deslocado de for-
ma anormal do sistema vascular, como quan-
do há acúmulo nos vasos periféricos. Ocorre 
por diversos mecanismos que geram vasodila-
tação que pode ocorrer por choque séptico, 
neurogênico ou anafilático. 
Diminuição do débito cardíaco. 
Ocorremais frequentemente 
após cirurgia por doença cardí-
aca congênita, insuficiencia pri-
maria de bombeamento (mio-
cardite, trauma miocárdico, 
ICC) ou arritmias.
Distúrbio comum dos líquidos corporais em lac-
tentes e crianças e ocorre toda vez que a elimi-
nação total de líquidos ultrapassa a sua inges-
tão total, independente da causa subjacente.
PERDAS URINÁRIAS
FECAIS
INSENSÍVEIS: 2/3 ocorre pela pele e 
1/3 pela respiração
FISIOLOGIA DA DESIDRATAÇÃO
DISTRIBUIÇÃO DE 
ÁGUA NO MEIO INTRA E 
EXTRACELULAR
TRANSPORTE 
ATIVO
O Na+ determina a 
quantidade de soluto 
do LEC 
A depleção de sódio ocorre por perdas e sua en-
trada no compartimento do LIC para substituir o 
potássio a fim de manter o equilíbrio elétrico. 
ISOTÔNICOHIPERTÔNICO HIPOTÔNICO
80% CASOS
Forma + comum
Etiologia: diarreia 
e vômitos
6% CASOS
Etiologia: diabe-
tes e uso de 
diuréticos
14% CASOS
+ grave
Etiologia: diar-
reia e vômitos
+ PERDA DE 
ELETRÓLITOS
+ PERDA DE 
ÁGUA
CHOQUE HI-
POVOLÊMICO
SINAIS E SINTOMAS SOLUÇÕES PARA REPOSIÇÃO VOLÊMICA
3. DIABETES EM CRIANÇAS
COMPLICAÇÕES: 
- Microangiopatia, nefropatia, retinopatia e neuro-
patia
SINTOMAS:
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CUIDADOS DE ENFERMAGEM
- Urina: avaliar frequência, volume, coloração 
e densidade; Fezes – avaliar frequência, volu-
me e consistência;
- Vômitos: avaliar volume, frequencia e tipo;

Sudorese – estimada através da troca de rou-
pas e lençois.
- Sinais vitais: temperatura, pulso (taquicárdi-
co), respiração (taquipneia), PA (hipotensão);
- Pele: avaliar coloração, temperatura, turgor, 
presença ou ausência de edema e enchimen-
to capilar;
- Mucosas: avaliar umidade, coloração, pre-
sença e consistência das secreções;
- Peso: diminuído em relação ao grau de desi-
dratação; 
- Fontanelas: deprimida, mole, normal;
- Alterações sensoriais: presença de sede.
COLÓIDES CRISTALÓIDES
Soluções de alto peso 
molecular capazes de 
exercer pressão oncó-
tica
Soluções iônicas isotô-
nicas ou hipertônicas
Albumina, dextrana, 
gelatinas e amido hi-
droxietílico
SF 0,9% e Ringer lac-
tato (isotônicas) 
CRIANÇAS = + comum DM tipo I
TRATAMENTO: exercício físico, alimentação e 
insulinoterapia
4. CRISE CONVULSIVA
4.1. GENERALIZADAS: quando há perda de 
consciência
- Tônicas: corpo endurece e olhar voltado para 
cima
- Clônicas: membros balançando 
-
-
-
-
-
- Tônico-clônica: membros endurecidos balan-
çando
- Mioclônicas: contração muscular tônica e bre-
ve
- Crise de ausência
4.2. PARCIAIS: quando não há perda de consci-
ência
- Simples: desvio da comissura 
labial 
- Complexa: começa com simples
e segue para o resto do corpo
5. FEBRE
TIPOS DE FEBRE:
1. Contínua: indicativo de infecção bacteriana
2. Intermitente: indicativo de infecção viral
3. Noturna: presente em doenças específicas, 
como TB
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Distúrbio da função cerebral resultante de des-
carga elétrica anormal no cérebro, que pode cau-
sar perda da consciência, movimentos corporais 
descontrolados, alterações dos comportamentos 
e da sensibilidade e no sistema autônomo.
FISIOPATOLOGIA E TRATAMENTO
Neurônios excessivamente ativos e hipersensí-
veis - localização da células anormais determina 
as manifestações;
MEDICAÇÕES
- Fenobarbital, fenitoína, diazepam, carbamaze-
pina
TIPOS DE CRISES CONVULSIVAS
Geração de protaglandinas 
que agem no hipotálamo 
anterior
FEBRE
RUPTURA DO PONTO DE 
AJUSTE DA TEMPERATURA

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