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�PAGE � SUMÁRIO 31 INTRODUÇÃO..........................................................................................................� 42 DESENVOLVIMENTO..............................................................................................� 4 CONCLUSÃO.........................................................................................................10 REFERENCIAS.........................................................................................................11 �� INTRODUÇÃO Governança é um tema emergente que tem sido associada no setor público com uma necessidade política real para satisfazer as partes interessadas, demonstrando responsabilidade e transparência enquanto efetivamente implementar a política. Muitas iniciativas relacionadas com a governação são gerados por uma necessidade de melhoria do desempenho organizacional e capacidade de implementar e adaptar-se à mudança. Estes geralmente tomam a forma de projetos e programas de incentivo uma variedade de implementações de gerenciamento de projetos no setor público. 2 DESENVOLVIMENTO 2.1 GESTÃO DE PROJETOS PÚBLICOS O Planejamento Estratégico Municipal (PEM) é um relevante instrumento de planejamento, política pública e gestão de municípios. Todas as questões municipais, políticas e de gestão têm constantemente desafiado os municípios. As pressões da legislação e dos munícipes podem ser minimizadas com a elaboração do PEM de forma participativa. Os objetivos são: propor formas de integração entre o PEM e outros instrumentos de planejamento e de política pública por meio de modelos, construtos e variáveis; e demonstrar as relações e dificuldades entre os mesmos em um município paranaense. Além das políticas públicas, as questões físico-territoriais, econômicas, financeiras, administrativas, sociais, ambientais e de gestão têm constantemente desafiado os municípios, requerendo o planejamento municipal com atividades do governo local que devem ser pensadas para equilibrar essas relevantes temáticas e exigindo a efetiva participação dos munícipes que demandam qualidade de vida mais adequada. Diante dessas necessidades e relevâncias, a administração pública municipal busca competência e efetividade dos seus gestores que devem se atualizar e agir por meio de instrumentos técnicos, modernos e práticos de planejamento e de gestão. PASSOS PARA ELABORAÇÃO DO PLANO DIRETOR Os princípios que norteiam o plano diretor estão contidos no Estatuto da Cidade no qual esse plano está definido como instrumento básico para orientar a política de desenvolvimento e de ordenamento da expansão urbana do município (ESTATUTO DA CIDADE, 2002). É obrigatório para municípios: com mais de 20 mil habitantes; integrantes de regiões metropolitanas (RMs)e aglomerações urbanas; com áreas de especial interesse turístico; situados em áreas de influência de empreendimentos ou atividades com significativo impacto ambiental na região ou no país (CIDADES, 2004). 1ª etapa: Leitura Comunitária, Processos Participativos, Comunicação - Nomeação de dois técnicos com disponibilidade de horas para participar das atividades - Criação de Comissão Municipal (núcleo gestor) de apoio à elaboração do Plano Diretor, composto de cinco a dez membros. - Definição do cronograma de trabalho - Definição do processo de participação popular - Levantamento dos atores sociais (lideranças comunitárias) - Definição do formato de divulgação das atividades de elaboração do Plano Diretor 4 - Realização da 1° Audiência Pública de abertura dos trabalhos de elaboração do Plano diretor - Oficinas com os vários segmentos da sociedade. Levantamento e analise de dados o Indicadores socioeconômicos - Evolução da população, por serie histórica de 30 anos: urbana, rural e total. Crescimento Natural e Migração; ( Indicadores de renda e emprego, com destaque para a pobreza urbana e rural; ( Evolução da economia do município: O papel do município na economia microrregional, regional e estadual; ( Infra-estrutura econômica de apoio: energia e comunicações e sistema viário; ( Analise preliminar da economia do Município por setores (problemas e potencialidades); ( Indicadores sobre a oferta de serviços sociais básicos no Município (educação, saúde, lazer). o Aspecto físico-territoriais do município ( Distribuição territorial da população no território considerando as condições socioeconômicas, moradia; evolução nos últimos dez anos. Áreas com domicílios em melhores ou piores condições de infra-estrutura. ( Territórios ocupados pelas comunidades tradicionais (indígenas, quilombos, ribeirinhas e extrativistas) 2.2 PLANEJAMENTO GOVERNAMENTAL No Brasil, o OP foi adotado inicialmente em Porto Alegre, em 1989, na gestão do PT pelo prefeito Olívio Dutra, depois se estendeu para o Estado do Rio Grande do Sul, e hoje é uma iniciativa de vários governos municipais aliado aos Movimentos Sociais, movidos pelo desejo de criar processos orçamentários públicos, abertos e transparentes, que permitam aos cidadãos se envolver diretamente na seleção de resultados específicos de Políticas Públicas (AVRITZER, 2002; FEDOZZI, 1998; FONSECA, 2009; LÜCHMANN, 2002; MAGAGNIN, 2008; STRECK, 2003; VIGLIO, 2004; WAMPLER, 2008). “No início, o OP esteve estreitamente associado aos governos municipais do PT [...] Por volta de 2001, praticamente dois terços das novas adoções do OP ocorriam em cidades que não eram administradas pelo PT” (WAMPLER, 2008, p. 67 – grifo do autor). Mais ou menos neste mesmo período (1997-2000), dos 140 municípios no Brasil que implantaram o OP, “as experiências ligadas ao PT representavam 50% do total de experiências do OP, seguidas por PSDB (13%), PSB (11%), PMDB (9%), PDT (8%), PPS (3%), PFL (2%), PTB (2%)” (VIGLIO, 2004, p. 44). Leonardo Avritzer (2000), Rebeca Abers (1998) e Boaventura Santos (1998) advogam em favor de se entender o OP pertence a um modelo de democracia participativa e/ou democracia deliberativa. Democracia Participativa pois há uma inequívoca forma ampliada e pública de participação dos indivíduos. Democracia Deliberativa pois as experiências do OP são realizadas em espaços decisórios organizadas entre o Estado e a sociedade civil. Leonardo Avritzer é um dos defensores da ideia de que o OP é um modelo de democracia participativa e deliberativa. Por outro lado, Zander Navarro, a partir de seus estudos com a experiência do OP em Porto Alegre, “apresenta uma série de questionamentos sobre o fato do Orçamento Participativo se inserir como uma das formas concretas de democracia deliberativa” (apud VIGLIO, 2004, p. 27). 2.3 PLANEJAMENTO URBANO E AMBIENTAL O Plano Diretor está definido no Estatuto das Cidades como instrumento básico para orientar a política de desenvolvimento e de ordenamento da expansão urbana do município. É uma lei municipal elaborada pela prefeitura com a participação da Câmara Municipal e da sociedade civil que visa estabelecer e organizar o crescimento, o funcionamento, o planejamento territorial da cidade e orientar as prioridades de investimentos. Objetivos do Plano Diretor: O Plano Diretor tem como objetivo promover a inserção plena do cidadão nas atividades econômicas, sociais e culturais do Município, otimizando o aproveitamento do potencial humano com suas habilidades, interesses e traços culturais diversificados, e respeitando as especificidades de raça/etnia, gênero, crença, costume, idade, orientação sexual, deficiência e mobilidade reduzida, e outras; Funções do Plano Diretor: I - a função social da cidade; II - a função social da propriedade imobiliária urbana; III - o direito à cidade sustentável; IV - a eqüidade social; V - o direito à informação; VI - a gestão democrática da cidade. Articulação do Plano Diretor: O PlanoDiretor deve articular com outros instrumentos de planejamento como a Agenda 21, Conferência das Cidades, Planos de bacias hidrográficas, planos de preservação do patrimônio cultural e outros planos de desenvolvimento sustentáveis. Quem participa do Plano Diretor? Todos os cidadãos. O processo de elaboração do plano diretor deve ser conduzido pelo poder executivo, articulado com o poder legislativo e sociedade civil. A participação da população deve ser estimulada para que o Plano Diretor corresponda a realidade e expectativas quanto ao futuro. Salvador, fundada como São Salvador da Bahia de Todos os Santos, é um município brasileiro, capital do estado da Bahia, localizado na Mesorregião Metropolitana de Salvador e Microrregião de Salvador. Situada na Zona da Mata da Região Nordeste do Brasil, Salvador é notável em todo o país pela sua gastronomia, música e arquitetura, também reconhecidas internacionalmente. A influência africana em muitos aspectos culturais da cidade a torna o centro da cultura afro-brasileira. Primeira sede da administração colonial portuguesa do Brasil, a cidade é uma das mais antigas da América e uma das primeiras cidades planejadas, ainda no período do Renascimento. Sua fundação em 1549 por Tomé de Sousa ocorreu por conta da implantação do Governo-Geral do Brasil pelo Império Português. Constituem objetivos estratégicos do Plano Diretor de Salvador: O Plano Diretor, aprovado por esta Lei, é o instrumento básico da Política Urbana do Município e tem por finalidades: I - fornecer as bases para o estabelecimento do Plano Plurianual, das Diretrizes Orçamentárias e dos Orçamentos Anuais; II - orientar a elaboração de planos, projetos e programas complementares, de natureza setorial e urbanística, e dos programas financeiros dos órgãos e entidades da administração direta e indireta, promovendo sua integração, mediante o fornecimento das bases técnicas e programáticas necessárias; III - propiciar as condições necessárias à habilitação do Município para a captação de recursos financeiros de apoio a programas de desenvolvimento urbano junto a fontes nacionais ou internacionais; IV - permitir o adequado posicionamento da Administração Municipal em suas relações com os órgãos e entidades da administração direta e indireta, federal e estadual, vinculados ao desenvolvimento urbano; V - orientar a localização e prioridades para as atividades públicas e privadas no território do Município, incluindo o seu espaço aéreo; VI - motivar e canalizar adequadamente a participação da sociedade e dos órgãos e entidades públicas nas decisões fundamentais relativas ao desenvolvimento urbano e metropolitano; VII - estabelecer parâmetros para as relações do espaço urbano com o desenvolvimento econômico do Município. PONTOS FALHOS III - propiciar as condições necessárias à habilitação do Município para a captação de recursos financeiros de apoio a programas de desenvolvimento urbano junto a fontes nacionais ou internacionais; VI - motivar e canalizar adequadamente a participação da sociedade e dos órgãos e entidades públicas nas decisões fundamentais relativas ao desenvolvimento urbano e metropolitano; VII - estabelecer parâmetros para as relações do espaço urbano com o desenvolvimento econômico do Município. 3 CONCLUSÃO A implementação de projetos no governo é fortemente condicionado pelas suas características específicas: funções muito específicas e inflexíveis pessoais; execução de grande número de projetos externos, com o envolvimento de empresas externas, ou mecanismos de contratação pouco rígidas adaptáveis a casos particulares. Estas características particulares de organismos públicos, que afetam diferentes áreas de gestão de projetos. A principal diferença tem a ver com a origem dos recursos públicos. Para a administração, o projeto não se destina irá relatar um benefício econômico; mas para prestar um serviço aos cidadãos. Como observar o sucesso desses projetos públicos passa medir o grau de satisfação dos cidadãos . gestores públicos estão cientes dos riscos específicos em projetos para administração, por causa de sua sensibilidade especial . Aquisições e intervenção de fornecedores externos, os requisitos mudam, a participação dos cidadãos cada vez mais ativo como um interesse ativo no projeto inteiro, ou o risco político, são fatores determinantes em projetos públicos. A administração pública é o primeiro interessado em melhorar a forma como ela presta serviços para a sociedade. Isso resulta em tanto uma melhor imagem e uma maior agilidade e eficiência dos seus processos internos. Os principais desafios do foco da administração pública na busca de uma aproximação aos cidadãos e empresas. REFERÊNCIAS ALOE, Armando. Contabilidade Pública. São Paulo, Editora Atlas, 1970. KOHAMA, Heilio. Contabilidade Pública: Teoria e Prática. São Paulo, Editora Atlas, 2010. GIACOMONI, James. Orçamento Público. São Paulo, Editora Atlas, 1994. SILVA, Lino Martins. Contabilidade Governamental: Um Enfoque Administrativo. São Paulo, Editora Atlas, 2008. Sistema de Ensino Presencial Conectado gestão pública STANLEY SHERMAN DE SOUZA QUERINO gestão de projetos públicos SÃO PAULO 2017 STANLEY SHERMAN DE SOUZA QUERINO gestão de projetos públicos Trabalho de Produção textual apresentado à Universidade Norte do Paraná - UNOPAR, como requisito parcial para a obtenção de média bimestral na disciplina de Gestão de políticas Públicas, Gestão de Projetos Públicos, Planejamento Governamental, Planejamento Urbano e Ambiental e Seminário IV. Orientador: Maria Angela Santini, Alessandra Petrechi de Oliveira, Carla Ramos, Jamile Bernardes, Janaina Vargas Testa. SÃO PAULO 2017