Logo Passei Direto
Buscar

AULA 07.1 Seção Transversal

Apostila sobre seção transversal de rodovias: define seção (corte, aterro, mista) e apresenta elementos da seção (plataforma, pistas, acostamentos, taludes, sarjetas), drenagem superficial e profunda, inclinações de taludes e recomendações de projeto.

Material
páginas com resultados encontrados.
páginas com resultados encontrados.

Escolha uma das opções e acesse esse e outros materiais sem bloqueio. 🤩

Cadastre-se ou realize login

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

Escolha uma das opções e acesse esse e outros materiais sem bloqueio. 🤩

Cadastre-se ou realize login

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

Escolha uma das opções e acesse esse e outros materiais sem bloqueio. 🤩

Cadastre-se ou realize login

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

Escolha uma das opções e acesse esse e outros materiais sem bloqueio. 🤩

Cadastre-se ou realize login

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

Escolha uma das opções e acesse esse e outros materiais sem bloqueio. 🤩

Cadastre-se ou realize login

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

Escolha uma das opções e acesse esse e outros materiais sem bloqueio. 🤩

Cadastre-se ou realize login

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

Escolha uma das opções e acesse esse e outros materiais sem bloqueio. 🤩

Cadastre-se ou realize login

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

Escolha uma das opções e acesse esse e outros materiais sem bloqueio. 🤩

Cadastre-se ou realize login

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

Escolha uma das opções e acesse esse e outros materiais sem bloqueio. 🤩

Cadastre-se ou realize login

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

Escolha uma das opções e acesse esse e outros materiais sem bloqueio. 🤩

Cadastre-se ou realize login

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

Prévia do material em texto

PROJETO DE ESTRADAS
Prof. Dr. Anderson ManzoliProf. Dr. Anderson Manzoli
CONCEITOS:
• Seção (Perfil) Transversal é a representação
geométrica, no plano vertical, de alguns elementos
dispostos transversalmente, em determinado ponto
do eixo longitudinal da estrada.
Seção Transversal
2
CONCEITOS:
• Poderemos ter seção:
• Seção em corte;
• Seção em aterro;
• Seção mista.
Seção Transversal
• Seção mista.
3
Seção em Corte 
• Corresponde à situação em que a rodovia resulta
abaixo da superfície do terreno natural.
Seção Transversal
4
Seção em Aterro 
• Corresponde à situação contrária, isto é, com a
rodovia resultando acima do terreno natural.
Seção Transversal
5
Seção Mista
• Ocorre quando, na mesma seção, a rodovia resulta
de um lado, abaixo do terreno natural, e do outro,
acima do terreno natural.
Seção Transversal
6
PRINCIPAIS ELEMENTOS COMPONENTES DA SEÇÃO 
TRANSVERSAL DE UMA RODOVIA 
Seção Transversal
• PLATAFORMA 
•TALUDES
• RAMPA DE CORTE
• SARJETA
7
• SARJETA
• FAIXA LATERAL DE ACOSTAMENTO
• FAIXA DE TRÁFEGO
• SAIA DE ATERRO
• CRISTA DE ATERRO 
• PÉ DO ATERRO
• VALETA DE PROTEÇAO 
Plataforma:
• Espaço compreendido entre os pontos iniciais dos taludes. 
A plataforma é constituída pelas pistas de rolamento, pelos 
acostamentos e pelos espaços de drenagem. 
Seção Transversal
8
Plataforma:
• Pista Simples:
Seção Transversal
9
Plataforma:
• Pista Dupla:
Seção Transversal
10
Plataforma:
Seção Transversal
11
Espaços para drenagem:
• A vida útil de um pavimento apresenta-se diretamente
condicionada pela existência de um sistema de drenagem
eficiente que remova a água pluvial e restrinja a chegada da
água subterrânea aos pavimentos.
Seção Transversal
água subterrânea aos pavimentos.
12
Espaços para drenagem:
• Os sistemas de drenagem
têm a função de evitar que
a ação da água altere o
volume e a capacidade de
Seção Transversal
volume e a capacidade de
suporte das camadas.
• Sem um bom sistema de
drenagem, a vida útil pode
ser reduzida em até 70%.
13
Espaços para drenagem:
• Descida de água com dissipador de energia em degraus.
Seção Transversal
14
Espaços para drenagem:
Seção Transversal
15
Seção Transversal
16
Espaços para drenagem:
Seção Transversal
17
Drenagem superficial: encaminha a água de escoamento do
pavimento e de taludes.
• Água livre existente na superfície penetra e fica confinada
nas camadas do pavimento. Durante a passagem do tráfego,
a água entra em movimento, provoca erosão e bombeamento
de material por trincas e juntas, formando canais e cavidades
Seção Transversal
de material por trincas e juntas, formando canais e cavidades
que resultam em defeitos no pavimento.
18
Drenagem profunda: subdrenagem ou drenagem subterrânea
encaminham a água de infiltração, ou seja, a água que
penetrou pelo revestimento.
• Água proveniente de lençol freático reduz a capacidade de
suporte do subleito e estrutura, provocando afundamento e
ruptura do pavimento.
Seção Transversal
ruptura do pavimento.
19
Talude:
• Forma de caracterizar a inclinação da rampa do corte ou da
saia do aterro.
• Expresso pela relação v : h entre os catetos vertical (v) e
horizontal (h) de um retângulo, cuja hipotenusa coincide
com a superfície inclinada.
Seção Transversal
com a superfície inclinada.
• Um talude na proporção 3:2 significa que a cada 2m de
avanço no plano horizontal teremos 3m no plano vertical.
20
Talude:
• Matematicamente o talude expressa a tangente do ângulo
que a superfície inclinada forma com o horizonte.
• A deformação decorre, dentre outros fatores, da retirada da
vegetação local. Além de as raízes proporcionarem mais
consistência ao terreno, a vegetação absorve parte da água
Seção Transversal
consistência ao terreno, a vegetação absorve parte da água
que aumentaria a pressão interna.
21
Talude de corte:
• Garanta a estabilidade dos maciços, evitando o
desprendimento de barreiras.
• A inclinação deste tipo de talude é variável com a natureza
do terreno.
Seção Transversal
22
Talude de corte:
• Normas para projeto de estradas recomendam o seguinte:
• Terrenos com possibilidade de escorregamento ou
desmoronamento: V/H = 1/1;
• Terrenos sem possibilidade de escorregamento ou
desmoronamento: V/H = 3/2;
Seção Transversal
desmoronamento: V/H = 3/2;
• Terrenos de rocha viva: Vertical.
23
Talude de aterro:
• A inclinação deste tipo de talude depende da altura do
aterro.
- Aterros com menos de 3,00 m de altura máxima: V/H = 1/4;
- Aterros com mais de 3,00 m de altura máxima: V/H = 1/2.
Seção Transversal
24
Taludes:
• Devem ser suaves;
• Buscar condições de visibilidade;
• Resultar em segurança.
Seção Transversal
25
Sarjeta:
• Dispositivo de drenagem superficial. Tem como objetivo
coletar as águas de superfície, conduzindo-as
longitudinalmente para fora do corte.
Seção Transversal
26
Sarjeta de corte:
• Captam a água que se precipita sobre a estrada e a
conduzem longitudinalmente á rodovia (a margem dos
acostamentos) até o ponto de transição entre o corte e o
aterro (boca de corte), para que saia lateralmente para o
terreno natural, para a valeta de aterro, ou para a caixa
Seção Transversal
terreno natural, para a valeta de aterro, ou para a caixa
coletora de um bueiro de greide. Devem ser executados em
todos os cortes onde não se justifique a construção de
valetões laterais.
27
Sarjeta de corte:
• São dispositivos com o objetivo de impedir que as águas
precipitadas sobre a plataforma escoem pelo talude de
aterro, provocando erosões neste ou na borda do
acostamento. Por escoamento longitudinal, levam as águas
interceptadas até local de desagúe seguro, em caixas
Seção Transversal
interceptadas até local de desagúe seguro, em caixas
coletoras ou no terreno natural.
28
Sarjeta:
• Rampas das Sarjetas:
• Na parte contígua ao acostamento: 25 %;
• Na parte contígua ao corte: a mesma inclinação deste
talude.
Seção Transversal
• Distância Horizontal entre o início da sarjeta, a partir do
acostamento, e o seu ponto mais baixo, deverá variar:
• Entre 2,00 m e 1,50 m (Classe Especial e Classe I);
• Maior ou igual a 1,00 m (Classe II e III).
29
Faixa de Tráfego (ou Faixa de 
Rolamento) 
• É o espaço dimensionado
destinado ao fluxo de uma
corrente de veículos permitindo a
passagem de um veículo por vez.
Seção Transversal
passagem de um veículo por vez.
• É obtida adicionando-se à largura
do veículo de projeto a largura de
uma faixa de segurança, função
da velocidade de projeto e do nível
de conforto de viagem que se
deseja proporcionar.
30
L → Largura da faixa de tráfego
U→ Largura do veículo padrão 
c → Espaço de segurança
Faixa de Tráfego (ou Faixa de Rolamento) 
• Largura das faixas de rolamento, em tangente, em função do 
relevo e da classe de projeto (m)
Seção Transversal
31
Faixa de Tráfego (ou Faixa de Rolamento) 
• Valores básicos são recomendados para a largura de uma
faixa de rolamento pavimentada em tangente.
Seção Transversal
32
Pista de Rolamento
• Conjunto de faixas de tráfego adjacentes. A largura de uma
pista é a soma das larguras de todas as faixas
componentes.
Seção Transversal
33
Pista de Rolamento
Seção Transversal
34
Pista de Rolamento
• Los Angeles,
congestionamento em
auto-estrada com 19
faixas.
Seção Transversal
faixas.
35
Separador central:
• Área que separa as pistas de rolamento.
• Reduzir o ofuscamento de faróis
• Dificultar a passagem acidental de veículos para otráfego
oposto.
Seção Transversal
36
Separador central:
Seção Transversal
37
Acostamentos
• Espaço adjacente às faixas de tráfego: destinado à parada
emergencial de veículos, não sendo em geral dimensionado
para suportar o trânsito de veículos (que pode ocorrer em
caráter esporádico); nas seções em aterro, os acostamentos
externos poderão incluir uma largura adicional (não utilizável
Seção Transversal
externos poderão incluir uma largura adicional (não utilizável
pelos veículos) destinada à instalação de dispositivos de
sinalização (placas) ou de segurança (“guard-rails”).
38
Acostamentos
• Criação de espaços complementares para liberdade das
faixas de tráfego e eventuais paradas de ônibus;
• Diminuição de acidentes (formação de áreas de escape);
• Drenagem e proteção da borda da pista;
Seção Transversal
• Drenagem e proteção da borda da pista;
• Melhoria nas condições de visibilidade nos trechos curvos
horizontais.
39
Acostamentos
• Todas as vias rurais deverão possuir acostamentos,
pavimentados ou não. Quando pavimentados, os
acostamentos contribuem para conter e suportar a estrutura
do pavimento da pista.
Seção Transversal
40
Acostamentos
• Transição entre a Pista de Rolamento e Acostamento deve
ser o mais suave possível.
• A divisa entre a pista de rolamento e acostamento deve ser
bem sinalizada.
Seção Transversal
41
Faixa de Domínio:
• Consiste na faixa de terra que possibilite a construção, a
operação e as eventuais ampliações da estrada. Nesse
sentido, deve-se prever na determinação da faixa de
domínio todos os espaços necessários à construção dos
cortes, aterros e obras complementares. Além disso, deve-
Seção Transversal
cortes, aterros e obras complementares. Além disso, deve-
se garantir uma folga mínima de 5 metros em cada lado.
42
Faixa de Domínio:
• Faixas de Domínio - Valores Mínimos (m).
Seção Transversal
• Valores mínimos (m) – para projetos de melhoramentos de 
estradas com custos de desapropriação muito altos.
43
Faixa de Domínio:
Seção Transversal
44
Inclinação transversal
• Nos trechos em tangente as pistas são construídas com
uma pequena inclinação transversal para garantir o rápido
escoamento das águas pluviais.
• Inclinações opostas para as duas faixas, a partir do eixo da
Seção Transversal
• Inclinações opostas para as duas faixas, a partir do eixo da
pista.
• Uso de faces planas e uniformes com i= 2% ( imperceptível
ao motorista e bom para drenagem )
• A seção poderá ser arredondada.
• Nos trechos em curva deverá ter inclinação única (cálculo).
• i acostamentos > i pista;
45
Pista Simples com Duas Faixas e Dois Sentidos
Seção Transversal
46
Pista Simples com Duas Faixas e Dois Sentidos
• Os acostamentos devem sempre que possível ter a
inclinação transversal maior que a da pista.
• Criar condições para escoamento das águas de chuvas
Seção Transversal
47
Pista Simples com Duas Faixas e Dois Sentidos:
• Acostamento interno pode acompanhar a mesma inclinação
da pista ou manter a inclinação estabelecido para o trecho
em tangente ( valor min.= 5% ).
Seção Transversal
48
Pista Simples com Duas Faixas e Dois Sentidos:
• Quando a diferença algébrica entre as inclinações da pista e
do acostamento externo for maior que 8% melhor que
tenham o mesmo sentido.
Seção Transversal
49
Pista duplas:
• Declividade com vantagem de escoar águas de chuvas.
Seção Transversal
50
Pista duplas:
• Pistas Duplas com declividade única: vantagem de eliminar
a mudança de inclinação transversal.
Seção Transversal
51
Pista duplas:
• Pistas com mais de Duas Faixas.
Seção Transversal
52
Pista duplas:
Seção Transversal
53
Pista duplas:
Seção Transversal
54

Mais conteúdos dessa disciplina