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Teoria Contingencial de Liderança

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Teoria Contingencial de Liderança
O modelo contingencial de liderança proposto por Fiedler se baseia no fato de que não existe um estilo único e melhor (the best way) de liderança para toda e qualquer situação. Os estilos eficazes de liderança são contingenciais. Para ele, há três dimensões situacionais que influenciam a liderança eficaz:
Relações líder-membros: refere-se ao sentimento de aceitação do líder pelos membros do grupo e vice-versa. As relações podem ser boas (em um extremo do continuum) ou pobres (no outro extremo). É uma dimensão mais importante do que o poder da posição do líder.
Estrutura da tarefa: refere-se ao grau de estruturação da tarefa, ou seja, ao grau em que o trabalho dos subordinados é rotineiro e programado (estruturado) ou vago e indefinível (não-estruturado) nos extremos.
Poder da posição do líder: refere-se à dimensão de autoridade formal atribuída ao líder, independentemente do seu poder pessoal. Pode ser forte (em um extremo do continuum) ou pode ser fraca (no outro extremo).
Essas três dimensões se apresentam em várias combinações e graduações, proporcionando oportunidades favoráveis ou desfavoráveis para que o líder obtenha bons resultados. Além disso, o líder pode apresentar duas orientações:
Orientação para relações humanas: quando tende a uma abordagem democrática, não-diretiva e participativa com seus subordinados.
Orientação para a tarefa: quando tende a uma abordagem diretiva e controladora, focalizada na atividade e no resultado da tarefa.
Figura 1 - A liderança eficaz
Segundo a imagem acima (Figura 1), um líder orientado para a tarefa obtém melhor desempenho do que um líder orientado para relações humanas. Já um líder orientado para relações humanas é mais eficaz do que um líder orientado para a tarefa.
Dessa forma, a liderança eficaz depende das três dimensões: das relações entre líder e subordinados, do poder da posição formal ocupada pelo líder e pela estruturação da tarefa. 
Essas três dimensões situacionais definem a favorabilidade ou desfavorabilidade da situação para o líder. Isso significa que o líder deve ajustar seu estilo a essas dimensões situacionais para obter êxito.
Contudo, quando as circunstâncias não podem ser facilmente mudadas, Fiedler sugere que o líder deve ser intercambiado e posicionado na situação mais favorável ao seu estilo pessoal de conduzir os subordinados.
Referências
CHIAVENATO , I. Introdução à teoria geral da Administração. 7a Ed. Rio de Janeiro: Elsevier, 2003. . Disponível em: <https://profeltonorris.files.wordpress.com/2014/02/livro-teoria-geral-da-administrac3a7c3a3o.pdf>. Aberto em: 25/06/2018. Aberto em: 25/06/2018.

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