Infecções de Vias Aéreas Superiores

Infecções de Vias Aéreas Superiores


DisciplinaAtencao ao Sistema Respiratorio (fcdtdp)58 materiais541 seguidores
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Hipertrofia de adenóide 
 
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INFECÇÕES DE VIAS AÉREAS SUPERIORES OTITE MÉDIA AGUDA
INFECÇÃO DAS VAS
DISFUNÇÃO TUBÁRIA
 
PNEUMOCOCO \u2013 35%
H. INFLUENZAE \u2013 23% 
MORAXELLA CATARRHALIS \u2013 14% 
 PATOGENIA
 ETIOLOGIA
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INFECÇÕES DE VIAS AÉREAS SUPERIORES
 OTITE MÉDIA AGUDA
DIAGNÓSTICO: CLÍNICO
FEBRE
IRRITABILIDADE
\uf0af ACEITAÇÃO ALIMENTAR
DIFICULDADE P/ DORMIR
INESPECÍFICOS
ESPECÍFICOS
 OTALGIA
 OTORRÉIA
OUTROS SINAIS
COMPROMETIMENTO DO ESTADO GERAL
MENINGISMO
PERDA AUDITIVA
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INFECÇÕES DE VIAS AÉREAS 
SUPERIORES 
OTITE MÉDIA AGUDA
 DIAGNÓSTICO \u2013 OTOSCOPIA NORMAL
1. Apófise Lateral Martelo
2.Umbo
3.Uncus
4.Apófise Longa Martelo
5.\u201cPars\u201dTensa
6.\u201dPars\u201dFlácida
7.Reflexo Luminoso
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INFECÇÕES DE VIAS AÉREAS SUPERIORES OTITE MÉDIA AGUDA - DIAGNÓSTICO
 OTOSCOPIA - HIPEREMIA DIFUSA E INTENSA, ABAULAMENTO, PERDA DA TRANSLUCIDEZ, COM OPACIFICAÇÃO DA MT (UNILATERAL)
 
 PNEUMATOSCOPIA - \uf0af DA MOBILIDADE
 PARACENTESE \u2013 USO RESTRITO
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INFECÇÕES DE VIAS AÉREAS SUPERIORES - OTITE MÉDIA AGUDA - TRATAMENTO
TRATAMENTO GERAL: ANTITERMICO; CALOR LOCAL SECO/ANALGÉSICO
 ANTIBIOTICOTERAPIA - 1ª - AMOXICILINA (50mg/kg/dia 3x) 
AMOXACILINA/CLAVULANATO (30-50MG/KG)
 
 
COMPLICAÇÕES: ABSCESSO CEREBRAL, MENINGITE, MASTOIDITE
*
SINUSITE AGUDA
 CONCEITO: INFECÇÃO BACTERIANA DOS SEIOS PARANASAIS, MAXILAR, ETMOIDAL, FRONTAL E ESFENOIDAL, COM DURAÇÃO E RESOLUÇÃO COMPLETA MENOS 30 DIAS.
 
 EPIDEMIOLOGIA
 * COMPLICAÇÃO DE RESFRIADO: 5 A 10%
 * PREVALÊNCIA NA POPULAÇÃO EM GERAL DE 15%
 *MAIOR PREDISPOSIÇÃO EM CRIANÇAS COM ANOMALIAS NASAIS E PROBLEMAS IMUNOALÉRGICOS
 * FREQÜENTE NO ESCOLAR E ADOLESCENTE
 *DIAGNÓSTICO DIFERENCIAL DIFÍCIL: 
RINITES INFECCIOSAS , RINITES ALÉRGICAS
INFECÇÕES DE VIAS AÉREAS 
SUPERIORES
*
SINUSITE
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INFECÇÕES DE VIAS AÉREAS SUPERIORES SINUSITE AGUDA
 EPIDEMIOLOGIA - FATORES DE RISCO
 INFECÇÕES VIRAIS VAS
 RINITE ALÉRGICA
 DISCINESIAS CILIARES
 ALTERAÇÕES ANATÔMICAS: DESVIO DE SEPTO, PÓLIPO, TUMOR
 HIPERTROFIA DE ADENÓIDE
 FIBROSE CÍSTICA
 IMUNODEFICIÊNCIAS
 CORPO ESTRANHO NASAL
 ABUSO MEDICAÇÃO VASOCONSTRITORA
 INFECÇÕES DENTÁRIAS
 BAROTRAUMA: MERGULHO, NATAÇÃO
*
OBSTRUÇÃO DOS ÓSTIOS
INFECÇÕES DE VIAS AÉREAS SUPERIORES SINUSITE AGUDA - PATOGENIA
RETENÇÃO
DE
SECREÇÕES
MOVIMENTO CILIAR
INVASÃO DE
BACTÉRIAS
ALTERAÇÃO DAS 
SECREÇÕES
(MUCO ESPESSO)
MEIO DE
CULTURA
*
 
INFECÇÕES DE VIAS AÉREAS SUPERIORES- SINUSITE AGUDA- DIAGNÓSTICO
 CLINICO: CRIANÇAS MENORES 5 ANOS
 QUADRO CLÁSSICO: RINORRÉIA PURULENTA, CEFALÉIA, DOR FACIAL, FEBRE.
 CRIANÇAS MENORES: RINORRÉIA PERSISTENTE ( > 10 DIAS) + TOSSE 
PREDOMINANTEMENTE NOTURNA
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 EXAME FÍSICO
 RINOSCOPIA ANTERIOR - MUCOSA NASAL HIPEREMIADA + SECREÇÃO
 GOTEJAMENTO DE SECREÇÃO P/ OROFARINGE
 DESVIO DE SEPTO
 DOR A COMPRESSÃO DOS SEIOS \u2013 MAIS VELHOS
 EDEMA FACIAL E PERIORBITÁRIO - LACTENTES
INFECÇÕES DE VIAS AÉREAS SUPERIORES- SINUSITE AGUDA-DIAGNÓSTICO
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INFECÇÕES DE VIAS AÉREAS SUPERIORES
SINUSITE AGUDA DIAGNÓSTICO 
 RADIOLOGIA DOS SEIOS DA FACE
 PATOGNOMÔNICO: OPACIFICAÇÃO COMPLETA DOS SEIOS DA FACE (UNILATERAL) CRIANÇAS > 5 ANOS, NÍVEL LÍQUIDO-AR 
 SUGESTIVO: ESPESSAMENTO DA MUCOSA DOS SEIOS MAXILARES: > DE 4 A 6MM
 CRIANÇAS < 5A NÃO É ÚTIL
 75% IVAS RX ALTERADO SEM SINAIS DE SINUSITE
 TOMOGRAFIA
 PUNÇÃO ASPIRATIVA DO SEIO
*
 
 COMPLICAÇÕES: SINUSITE CRÔNICA, OSTEOMIELITE, CELULITE PERIORBITÁRIA, ABSCESSO PERIORBITÁRIO, MENINGITE, TROMBOSE DE SEIO CAVERNOSO, ABSCESSO CEREBRAL
 FATOR AGRAVANTE P/A INFECÇÕES TRI E ASMA
INFECÇÕES DE VIAS AÉREAS SUPERIORES- SINUSITE AGUDA - TRATAMENTO
 
 TRATAMENTO
 ESPECÍFICO :
 ANTIBIOTICOTERAPIA 
 POR 14 DIAS
 AMOXICILINA 
TRATAMENTO INESPECÍFICO:
LAVAGEM NASAL COM SF MORNO
UMIDIFICAÇÃO DO AR E ANTITERMICO
TRATAMENTO CIRÚRGICO
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INFECÇÕES DE VIAS AÉREAS SUPERIORES- SINUSITE AGUDA
MEDIDAS PREVENTIVAS
 TRATAR RINITE ALÉRGICA
 EVITAR MERGULHO DURANTE IVAS
 EVITAR TABAGISMO PASSIVO
 CORREÇÃO CIRÚRGICA DE ALTERAÇÕES ANATÔMICAS
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LARINGE
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ANATOMIA DO LARINGE
Vista anterior
Vista posterior (em corte)
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Dispnéia
Asfixia
Rouquidão
Afonia
Tosse
Espasmo
RESPIRAÇÃO
 FUNÇÕES DO LARINGE
FONAÇÃO
DEFESA
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INFECÇÕES DE VIAS AÉREAS SUPERIORES LARINGITE VIRAL AGUDA
LARINGITE VIRAL AGUDA- CRUPE VIRAL
LARINGITE ESPASMÓDICA OU ESTRIDULOSA
EPIGLOTITE
CONGESTÃO + EDEMA
OBSTRUÇÃO DA VA
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INFECÇÕES DE VIAS AÉREAS SUPERIORES- LARINGITE VIRAL AGUDA
QUADRO CLINICO:
 
LVA: SINTOMAS DE IVAS, EVOLUI COM ROUQUIDÃO, AFONIA OU CHORO ROUCO E ESTRIDOR INSPIRATÓRIO (6 MESES \u2013 3 ANOS). 
LE: INICIO SÚBITO COM ESTRIDOR, AGITAÇÃO E DESCONFORTO RESPIRATÓRIO MAIS FREQÜENTE A NOITE (3 MESES A 3 ANOS), COM RESOLUÇÃO ESPONTÂNEA. CARÁTER RECORRENTE
EPIGLOTITE AGUDA: FEBRE ALTA, DOR E DIFICULDADE PARA DEGLUTIR A PRÓPRIA SALIVA, AUSÊNCIA DE ROUQUIDÃO, VOZ ABAFADA, PROSTRAÇÃO E EVOLUI RAPIDAMENTE PARA TOXEMIA
(ACIMA 2 ANOS ATÉ 5ANOS).
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INFECÇÕES DE VIAS AÉREAS SUPERIORES- LARINGITE VIRAL AGUDA
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INFECÇÕES DE VIAS AÉREAS SUPERIORES- LARINGITE VIRAL AGUDA - TRATAMENTO
 LVA
TRATAMENTO CASOS LEVES:
 HIDRATAÇÃO
 ALIMENTAÇÃO LEVE EM PEQUENAS QUANTIDADES E + FREQÜENTES 
 UMIDIFICAÇÃO DO AR
 REGRESSÃO- 5 DIAS
TRATAMENTO CASOS + GRAVES
 HIDRATAÇÃO
 EVITAR SEDAÇÃO
 OXIGÊNIO
 ADRENALINA INALATÓRIA \u20133 A 5ML DE SOLUÇÃO 1:1000 DILUÍDA EM SF 5ML
 CORTICOSTERÓIDES 
 EPIGLOTITE 
MANIPULAÇÃO EM UNIDADE DE EMERGÊNCIA
INTUBAÇÃO ENDOTRAQUEAL
TRAQEOSTOMIA
ANTIBIOTICOTERAPIA
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Conclusão
Infecções de Vias Aéreas 
Superiores
IVAS É A DOENÇA MAIS COMUM NO SER HUMANO
MAIORIA TEM CURSO BENIGNO E AUTO-LIMITADO
EVOLUI PARA CURA INDEPENDENTE DO TRATAMENTO
 
IMPORTANTE TER BOM SENSO PARA EVITAR MEDICAÇÃO DESNECESSÁRIA 
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Alimentação saudável é o melhor combustível do
Sistema imunológico
Harmonia do corpo físico 
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Referências:
Pediatria Básica- Tomo III - Eduardo Marcondes, ano-2004
2.Pediatria em Consultório - Ana Cecilia S. L. Sucupira, ano-2000
3.Doenças Pulmonares em Pediatria - Tatiana Rosov,2004
4.Nelson-Tratado de pediatria - Beheman, kliegman, Jenson-ano 2002
5.Current Pediatric- Diagnosis & treatment \u2013 Ano, 2003
6.Jornal de Pediatria, 79.supl.1.2003
Bibliografia
Infecções de Vias Aéreas Superiores
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