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Física Geral e Experimental II 
ROTEIRO DE PROCEDIMENTOS LABORATORIAIS 
 
 
 
 
 
 
 
DANIEL MARINHO FEIJÓ GASPAR – RA 3269400 
FERNANDA PASCO FRANÇA – RA 3637859 
GABRIELA MARIHÁ DE ALMEIDA LARA – RA 3588645 
MATHEUS BATISTA GUILHERMINO – RA 3578941 
PAULO CÉZAR RIBEIRO – RA 3590364 
 
 
 
 
 
 
 
Polo de Registro -Engenharia Civil | 09 de abril de 2018 
2 
 
Sumário 
INTRODUÇÃO .......................................................................................................................................... 3 
PROPOSITO E ALCANCE DO RELATORIO ................................................................................................. 3 
TERMOMETRIA: .................................................................................................................................. 3 
DILATAÇÃO TERMICA: ......................................................................................................................... 3 
CALORIMETRIA: ................................................................................................................................... 3 
IMPORTANCIA DO ESTUDO DA TERMOLOGIA PARA UM ENGENHEIRO CIVIL ........................................ 4 
ESTRUTURA DO RELATORIO: ................................................................................................................... 6 
OBJETIVO ................................................................................................................................................. 6 
MATERIAIS UTILIZADOS: ......................................................................................................................... 7 
Laboratório 1:...................................................................................................................................... 7 
Laboratório 2:...................................................................................................................................... 8 
Laboratório 3:...................................................................................................................................... 8 
Laboratório 4:...................................................................................................................................... 8 
LABORATORIO 1 - Dilatação Linear dos Sólidos. ..................................................................................... 9 
LABORATÓRIO 2 - Propagação do Calor ............................................................................................... 14 
LABORATÓRIO 3 – Escalas Termométricas ........................................................................................... 22 
LABORATÓRIO 4: Calorimetria .............................................................................................................. 26 
Conclusão .............................................................................................................................................. 32 
Referencias: .......................................................................................................................................... 33 
 
 
Nosso Grupo: 
 
Daniel Matheus Paulo Fernanda Gabriela 
3 
 
INTRODUÇÃO 
A primeira noção de temperatura, são nossas sensações táteis de “quente ou frio”, 
normalmente entendemos que quanto maior a temperatura de um corpo mais calor 
ele possui, ou se a temperatura é o que mede a quantidade de calor! Na verdade, ao 
observamos os corpos microscopicamente veremos que estes termos e ideias que 
usamos habitualmente estão erradas. 
www.fisicacomjofrenildo.blogspot.com/2012/06/temperatura-e-seus-efeitos.html. 
PROPOSITO E ALCANCE DO RELATORIO 
Para melhor compreensão dos assuntos que envolvem a termologia, estudamos: 
TERMOMETRIA: O que mede a temperatura. Todos os corpos são constituídos por 
partículas (átomos e moléculas). A temperatura é a ordem de grandeza do estado da 
agitação destas partículas, o aparelho utilizado para esta medição é o termômetro, 
que consegue registro se baseando no equilíbrio químico, os mesmos são 
representados por escalas termométrica, tendo como mais utilizadas a escala 
Celsius, Fahrenheite e Kelvin, ao qual temos como proposito entendemos como 
funciona a relação entre as escalas. 
DILATAÇÃO TERMICA: São as variações das dimensões dos corpos causado pela 
temperatura, isso ocorre porque quando o corpo está em maior temperatura as 
partículas vibram com maior intensidade se afastando uma partícula da outra. Ao 
diminuir a temperatura acontece o inverso. Dentro da Dilação Térmica temos: 
Dilatação Literal: Quando se dilata em apenas uma das direções. 
Dilatação Superficial: Quando ocorre aumento da área da superfície do corpo. 
Dilatação Volumétrica: Quando ocorre o aumento do volume do Corpo. 
Ao diminuir a temperatura, o corpo sofrerá o processo contrário, ao qual dominamos 
de contração. 
CALORIMETRIA: Troca de energia Térmica que ocorre pela diferença de temperatura 
dos corpos. As sensações que sentimos de frio ou quente, é devido transporte de 
energia (temperatura) que é transmitida do corpo de maior temperante para com o de 
4 
 
menor. Essa transação ocorre até o ponto de equilíbrio, quando ambos atingem uma 
mesma temperatura. É através deste fenômeno que é possível o uso do termômetro. 
IMPORTANCIA DO ESTUDO DA TERMOLOGIA PARA UM ENGENHEIRO 
CIVIL 
A exposição aos raios solares, transmite calor aos corpos, que com o 
aumento de sua temperatura causam dilatações. Na construção civil esse cuidado é 
muito importante, o engenheiro civil, sempre tem de levar em conta essas 
intemperes, para que não ocorra patologias na obra, podendo causar grandes 
prejuízos e até mesmo desmoronamentos. Os corpos ficam em completa variação 
tendo em vista que na sequência dos dias e da noite a temperatura esquenta e 
esfria. Um exemplo prático em que o engenheiro utiliza esse conhecimento é numa 
laje representada a seguir: 
Aqui temos uma laje, de comprimento L, com apoio de forma engastado do 
lado esquerdo e do outro articulado. 
 
 
 
http://www.ebanataw.com.br/infiltracoes/caso24.7i.jpg 
Esta laje é exposta durante o dia a raios solares, ao qual eleva a sua 
temperatura. O concreto não é bom na condução de calor, então a parte exposta 
chega a temperaturas altas, enquanto a parte de baixo não aumenta muito. Esta 
diferença faz com que a laje se envergue, ficando ligeiramente abaulada para cima. 
5 
 
 
http://www.ebanataw.com.br/infiltracoes/caso24.7j.jpg 
Isto causaria trincas nas paredes, e até mesmo na laje. Levando em conta este 
fenômeno os profissionais da engenharia civil, calculam o coeficiente de dilatação, 
antes de construir e preparam uma junta de junção, quanto mais comprida a laje, mas 
juntas se coloca. Isto faz com que a laje fique mais à vontade para dilatar e contrair. 
 
http://www.ebanataw.com.br/infiltracoes/caso24.7a.jpg 
Muitas patologias na construção civil, são devido a falta de preparo do 
profissional, é de extrema importância levar em considerações as características 
físicas dos materiais. O Engenheiro Civil é o responsável pelas construções de 
edifícios, pontes, asfalto, estradas, etc. Para tal é indispensável o conhecimento de 
termologia de cada material usado em construções, como futuros profissionais, 
sabemos da imensa importância do estudo desta matéria e o conhecimento do efeito 
da temperatura nos corpos, ao qual não levados a sério, podem causar sérios 
prejuízos financeiros. 
 
 
6 
 
ESTRUTURA DO RELATORIO: 
O presente Relatório visa: 
1. Apresentar os experimentos laboratoriais com clareza através de registro 
fotográficos; 
2. Apresentar os resultados juntos com os conhecimentosteóricos; 
3. Especificar possíveis erros ocorridos na execução dos experimentos; 
4. Comprovação dos fenômenos relacionados a termologia. 
Ao todo são 4 (quatro) experimentos laboratoriais, sendo eles: Estudo da Dilatação 
Linear, Propagação de Calor, Escalas Termométricas e Calorimetria. Separados por 
Capítulos cada laboratório, iniciará com uma breve discrição do conceito envolvido. A 
apresentação dos matérias será no decorrer do registro do experimento, cada vez 
que um material diferente for utilizado, será apresentado. As fotografias de cada 
experimento, estarão inseridas para melhor compreensão do experimento e para 
facilitar com melhor clareza os dados, tabelamos os resultados que utilizamos as 
grandezas de medidas por determinado tempo. 
OBJETIVO 
Nossos objetivos foram: 
1. estudar a dilatação linear de tubo metálico, determinando o coeficiente de 
dilatação do material; 
2. a propagação do calor através de convecção, irradiação e condução; 
3. Estudarmos as equações fundamentais tais como quantidade de calor, 
capacidade térmica, princípio das trocas de calor, envolvendo a Calorimetria. 
Apresentamos o que aprendemos em Física II, através de experimentos práticos com 
objetivo a constatação dos conceitos de temperatura e calor. Os objetivos principais 
nos experimentos foram mostrar o cálculo da dilatação linear de sólido. determinando 
a dilatação e o coeficiente de dilatação Linear. Perceber que o calor pode ser 
transferido de um corpo para o outro, através da: condução, convecção e irradiação. 
O terceiro trata-se das escalas termométricas, conhecer instrumentos uti lizados para 
medir a temperatura dos corpos, bem como sua precisão, valores limites de escala, 
suas aplicações e características. O quarto experimento trata-se da calorimetria 
7 
 
através das trocas de energia entre corpos na forma de calor, utilizando a equação 
fundamental da calorimetria.) 
MATERIAIS UTILIZADOS: 
Laboratório 1: 
Kit Dilatometro Linear Azheb 
 
 
https://azeheb.com.br/todos-os-produtos/fisica/termodinamica/dilatometro-linear-514.html 
 
a. Base de sustentação com régua milimetrada; 
b. Três corpos de prova de metais diferentes (ferro, latão, alumínio); 
c. Um termômetro de -10°C a +110°C; 
d. Um balão de destilação de 250ml; 
e. Fogo a base de querosene; 
f. Rolha com furo para termômetro; 
g. Um Relógio comparador com precisão de 0,01mm 
h. Uma garra com mufa para fixação 
i. Um tubo de látex, com 40cm 
j. Uma conexão para o Corpo de Prova 
k. Duas hastes fixas para suporte do Corpo de Prova 
 
 
8 
 
Laboratório 2: 
a. Tripé com manípulo; 
b. Haste; 
c. Haste com fixador; 
d. Lamparina; 
e. Quatro pinos; 
f. Parafina da vela acesa para fixar os pinos; 
g. Fixador com extensão e ventoinha; 
h. Dois termômetros de –10 a +110°C; 
i. Um corpo de prova preto; 
j. Um corpo de prova branco; 
k. Lâmpada; 
l. Soquete para lâmpada com fixador. 
Laboratório 3: 
a. Um termômetro de –10°C a +110°C; 
b. Um termômetro clínico; 
c. Um termômetro de máxima e mínima. 
Laboratório 4: 
l. Um calorímetro com capacidade de 230 ml; 
m. Uma proveta de 150 ml; 
n. Um termômetro de –10°C a +110°C; 
o. Uma lamparina; 
p. Uma caixa de fósforos; 
q. Um tripé para lamparina; 
r. Uma tela de amianto de 10 cm x 10 cm; 
s. Um béquer de 250 ml; 
t. Balança de precisão. 
 
 
 
 
9 
 
LABORATORIO 1 - Dilatação Linear dos Sólidos. 
Quando aquecemos um sólido, espera-se ocorrer uma dilatação térmica, em 
que suas dimensões aumentam. Ao aumentarmos a temperatura, aumentamos o 
estado de agitação das partículas que constituem o corpo, ou seja, causa maior 
separação entre elas. Você deve observar que ao Quanto ao fenômeno inverso 
denominamos contração térmica, ao baixarmos a temperatura do solido as dimensões 
do corpo diminuem, devido a agitação das partículas ficarem mais agrupadas. 
Estudamos a dilatação dos sólidos através das dimensões, sendo a dilatação linear, 
dilatação superficial e dilatação volumétrica. Você já se perguntou porque os fios da 
rede elétrica são deixados com folga entre um poste e outro, ficando uma barriga? 
Bem é justamente para que em dias frios ele não se contraia a ponto de romper. Em 
dias quentes a tendência é desta curvatura aumentar. 
 
https://www.educabras.com/enem/materia/fisica/termologia/aulas/dilatacao_linear 
 
No experimento a seguir, vamos analisar a Dilatação Linear dos Corpo de 
Prova, onde se estuda através da variação do comprimento do sólido, pela 
temperatura. Utilizamos um kit Dilatômetro linear Azheb, usando como corpo de 
experiencia tubos de metais (1 Ferro, 1 Latão e 1 Alumínio) 
 
 
 
 
10 
 
• Procedimentos Iniciais: 
A. Montagem do Kit, verificando se as conexões estão corretas e 
desentupidas. 
 
i. Fixamos o tubo metálico rosqueando o engate, sem usar muita 
pressão, encostamos a ponta do engate no tubo. 
ii. A outra extremidade do tubo encostamos na ponta do relógio 
comparador, de tal modo que o ponteiro deu uma volta completa. 
 
B. Zeramos o relógio comparador. 
C. Colocamos 50cm³ de água no balão. 
D. Registramos o comprimento inicial L° 
do tubo entre o relógio e a extremidade 
fixa. dos metais que será utilizado no 
experimento. 
 
METAL: L° 
Ferro 520mm 
Latão 520mm 
Alumínio 520mm 
Tabela A – Comprimento Inicial L° 
11 
 
 
E. Registramos também a temperatura inicial Q°. 
 
 
 
 
Q° = 25°C 
 
 
 
 
 
 
 
F. Acendemos a fonte térmica, para a água entrar em ebulição: 
 
G. Registro da temperatura da água em ebulição Qe: 
12 
 
 
Qe = 98°C 
 
H. Tampamos o recipiente e esperamos o vapor percorrer o tubo. 
 
 
13 
 
I. Esperamos os corpos entrarem em equilíbrio, Qf: 
Qf Ferro: 63°C Qf Latão: 63°C Qf Aluminio: 63°C 
J. Calculamos a variação de temperatura sofrida no tubo Q. 
 
A variação Q é dada por: Qf - Q° 
 METAL: Q 
 Ferro 38°C 
 Latão 38°C 
 Alumínio 38°C 
Tabela B - Variação Temperatura 
K. Anotamos também a variação de dilatação do Corpo de Prova R. 
(indicado no relógio). 
O comprimento final é dado por: L° + R, logo R é a variação; 
 METAL: R 
 Ferro 0,45mm 
 Latão 0,71mm 
 Alumínio 0,86mm 
Tabela C – Variação do Comprimento (R) 
 
L. Cálculo de Coeficiente da Dilatação Linear A. 
 
Formula fornecida: R = A * L° * Q, ou seja, A = R / (L° - Q) 
Resultado 
 
Metal R L° Q A (10^-5°C^-1) 
Ferro 0,45mm 513mm 73°C -1,20064 
Latão 0,71mm 514mm 73°C -1,79838 
Alumínio 0,86mm 513mm 73°C -2,29456 
Tabela D – Coeficiente de Dilatação (A) 
 
M. Comparação com o Valor Tabelado: 
 
14 
 
Metal Valor A (10^-5°C^-1) 
Ferro 1,2 
Latão 2,0 
Alumínio 2,2 
Tabela E – Coeficiente de Dilatação Tabelado 
Em comparação com os valores tabelados, não houve muita variação, 
a possível divergência que ocorreu entre o coeficiente do Latão e do 
Alumínio, basicamente deve ser pelo material não ser 100% do metal 
constituinte do corpo, ou seja, é possível que haja um elemento diferente 
presente no corpo. Também há possibilidades de erro de precisão, na hora 
de coletarmos os dados, podemos ter coletado medidas erradas, e 
temperaturas antes do tempo correto. Não entendemos porque deu 
resultados negativos, buscamos auxilio em literatura disponível na 
biblioteca do nosso polo, com em sites e periódicos e não encontramos 
referência para tal. 
LABORATÓRIO 2 - Propagação do Calor 
 calor se propagar por: Condução, convecção e irradiação.https://fisica.ufpr.br/grimm/aposmeteo/cap2/Image119.jpg 
A condução é quando o calor é transmitido ao longo das partículas do 
material, pelo efeito da transmissão de vibração entre elas. As partículas com mais 
energéticas transmitem energia para com as que estão em menor temperatura. 
Um dos materiais que são bons condutores de energia são os metais, 
chamados de bons condutores. Assim também existem os materiais em que o calor 
15 
 
se propaga de maneira lenta chamados de isolantes. Um excelente exemplo são os 
fios da rede elétrica: 
 
https://4.imimg.com/data4/MI/GP/MY-13075630/electric-wiring-cables-250x250.jpg 
Que são feitos de cobre por dentro, pois este é um bom condutor elétrico. Já por fora 
são feitos de plástico pois é um isolante, o intuito é que impeça o super aquecimento 
do fio e um possivel curto-circuito. 
Convecção 
É a propagação que acontece no interior dos fluídos, sendo assim com os 
líquidos e gases pela diferença da densidade das diferentes partes do fluido. 
 
http://4.bp.blogspot.com/bAWSIIisY6A/TakLRTow5lI/AAAAAAAAADA/9xrOJQ8LvXc/s1600/convecc%25CC%25A7a%25CC%2583o.jpg 
consideremos a imagem ilustrada acima, há um bule com um pouco de água, 
colocado ao fogo, com isto ocorre o aquecimento e a parte inferior da água se dilata 
ficando com uma densidade menor que a parte superior. Assim mais leve, fazendo 
uma corrente ascendente e outra descendente. E são estas correntes que 
denominamos de convecção. 
16 
 
Irradiação 
Tudo que existe tem eletromagnetismo, a formação da energia esta na 
agitação dos átomos, presente em todos os corpos, e o magnetismo surge na 
movimentação da carga elétrica dos átomos cuja intensidade aumenta com a 
temperatura. Propagam-se no vácuo e assim que a luz solar chega até nós. 
 
https://www.thebbqcleaner.com/media/barbecue-party.jpg 
 
Ao contrário que muitos pensam, o calor que sentimos ao chegarmos perto de 
uma fogueira, ou uma lâmpada não vem do ar (pois é péssimo condutor, por isso 
conduz pequena parcela) e sim pelo vácuo através do eletromagnetismo. A carne de 
Churrasco é assada através desta propagação, a carne não está em contato com o 
fogo, mas sim com as ondas de calor imitidas. 
 
17 
 
PROCEDIMENTOS: 
I. Condução Térmica 
A. Montagem dos equipamentos: 
a. Fixamos a base 
através do manípulo 
b. Prendemos com o 
mínimo possível de 
parafina da vela acesa 
os pinos na parte de 
cima da haste. (experimento feito com prata, latão e cobre) 
c. Colocamos a haste com os pinos virados para baixo no manipulo, 
conforme foto a seguir.: 
B. Após ligarmos a fonte termica, como 
demonstrado acima, notamos: 
A ponta da haste começa a esquentar e o 
calor é conduzido aos poucos pela haste, a 
parafina derrete soltando os pinos. 
Registramos o tempo dos pino se soltar em 
cada haste, obtendo os seguintes dados: 
Tabela F – Tempo de queda dos pino em segundos. 
O material de maior condução foi a Prata, e em seguida vem o Cobre, enquanto o 
Latão demorou bastante tempo para conduzir o calor até a outra extremidade. 
 
 
 
Haste Pino 
1 
Pino 
2 
Pino 
3 
Pino 
4 
Latão 45 136 280 570 
Prata 30 45 75 115 
Cobre 27 60 103 150 
18 
 
C. Explicação fisica dos fatos: 
A fonte termica produziu energia na ponta da haste, agitando as moleculas 
dela, que ia conduzindo esta energia para as moleculas mais frias, a fim de chegar 
a um ponto de equilibrio. Como a parafina é um material com pontos de fusão 
baixo, um aumento de temperatura, já começa a alterar seu estado. Assim que 
temperatura maior chegava na parafina, ela começava a se derreter, derrubando 
os pinos. A função da parafina era de conferir aderencia dos pinos à haste, 
notamos que o pino que caiu, não estava quente, ou seja, não recebeu condução 
de energia pela naftalida. E de tal forma os pinos não poderiam cair fora da 
sequencia, devido o fato da condução seguir a sequencia da ordem. Quanto mais 
perto do ponto gerador, mais rapido vai ser atingido pelo calor. Na fisica isto é a 
condução termica, onde o calor se propoga no corpo pela agitação entre as 
moleculas. Sua principal característica é ser uniforme e graduada, a velocidade 
depende do tipo da caracteristicas dos atomos que no caso dos metais, os eletrons 
mais externos é livre para se movimentar pelo material, existindo assim muito 
eletrons de condução. A condução termica na vida de um profissional de 
engenharia é de imprescendivel relevancia, para o entendimento de diversas 
areas, como a escolha ideal de materiais para um abiente que envolve rede 
eletrica, ou ambientes exposto a fontes de calor extremos. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
19 
 
II. Convecção Termica 
A. Montamos conforme imagem a Seguir: 
 
B. Ligamos a fonte termica. 
Ao acendermos a lamparina, depois 
de alguns segundos a hélice começou a 
girar, comprovando que a propagação 
por convecção existe! Como o ar que 
está proximo a lamparina ganha 
temperatura, suas moleculas se 
expande, perdendo sua densidade e 
ficando mais leva, começa a subir, 
como o ar mais distante está com 
temperatura normal, sua densidade se 
mantém, e por isto se torna mais 
pesado que o outro, e começa a 
cair, este processo é continuo já 
que o ar mais frio desce, logo 
esquenta e sobe e vice-versa. 
Conforme a lei de Arquimedes, 
ao ar menos denso subir vai 
ocupar o espaço do ar mais 
denso que se deslocara para baixo. Este ciclo fazendo a ventuinha girar. A 
caracteristica fundamental da convecção é a corrente gerada não só do ar, 
mais de outros fluidos através da variação de temperatura. 
 
20 
 
III. IRRADIAÇÃO 
A. Montamos os equipamentos da seguinte forma: 
B. Eramos para usar uma lâmpada com 
foco direcionado, com os teste de prova 
a uma distancia de 40cm, devido não 
possuirmos esta lâmpada disponivel, 
usamos a incandescente comum, por tal 
razão, aproximamos os corpo de prova a 
15cm da lâmpada. A temperatura inicial 
dos corpos foi de 24ºC corpo preto e 
22,5ºC corpo branco. 
 
 
 
 
 
 
 
 
21 
 
C. Ligamos a lampada e registramos nos tempos pré definido no quadro a 
seguir: 
Tempo (minuto) > 0 2 4 6 8 10 12 
Temperatura do corpo branco em °C 22,5 25 26 26,5 27,5 28,5 28,5 
Temperatura do corpo preto em ºC 24 27 28 29 30 31 32 
Tabela G – Aquecendo os corpos por irradiação. 
 
D. Agora com a lampada apagada, fizemos o processo inverso, e 
registramos o resfriamento com o tempo pré-determinado a seguir. 
Tempo (m) > 0 2 4 6 8 10 12 
Temperatura do corpo branco em °C 28,5 28 26 25 25 24,5 24,5 
Temperatura do corpo preto em ºC 32 31 28,5 27 26,5 26 26 
Tabela H – Corpos esfriando 
22 
 
E. Após estes registros, chegamos as seguintes conclusões: 
Na primeira etapa do experimento, esperávamos que as temperaturas 
iniciais dos corpos fossem iguais, pois os mesmos estavam no mesmo 
ambiente, porém o corpo preto estava mais quente que o branco. 
Provavelmente deve ter captado alguma fonte de calor, como a luz das 
lâmpadas da sala, ou própria temperatura do nosso corpo que o branco 
não captou. 
Os primeiros 12 minutos, a temperatura com o corpo preto subiu mais 
que do corpo branco, provando que a propagação de temperatura pelas 
ondas existe, agora tentando entender porque o preto conseguiu absorver 
mais energia? Através de pesquisas no site da Infoescola, encontramos a 
matéria do Professor Lucas Martins, com título “Absorção (fenômeno 
ondulatório)” que explica que quanto mais clara a cor, mais irá refletir as 
ondas de luz, absorvendo pouca quantidade de energia, ao contrario doescuro, que reflete menos e absorve mais. 
(https://www.infoescola.com/fisica/absorcao-fenomeno-ondulatorio/). 
 No resfriamento, sem a fonte de energia, o preto é o que mais perde 
energia em comparado com a temperatura final do primeiro experimento, 
percebendo assim que a cor que mais absorve, é a que menos retém, já o 
que menos absorve, é o corpo que mais reterá energia. 
LABORATÓRIO 3 – Escalas Termométricas 
 
A. Identificamos a escala termométrica de cada 
um. 
 
Termômetro Térmico: Escala dada em graus 
Celsius, no caso o valor mínimo é o inicial que é 
de +10°C e o máximo de +100°C, suas marcações 
é de 0,1°C. O método para registro é parecido com 
o da régua escolar, possui um tubo no centro ao 
qual tem um liquido de cor mais chamativa, não soubemos informar que o 
nosso termômetro era de álcool ou magnésio, esse liquido vai subindo e 
23 
 
parando na temperatura desejada. Seu uso geralmente é para experimento em 
laboratórios. 
Termômetro Clinico, o liquido dentro do tubo é mercúrio, 
o termômetro observado tinha uma escala de 35°C a 42°C, geralmente usado para 
medição da temperatura de seres humanos, sempre ao utilizar observar se a 
temperatura está no ponto inicial, geralmente as pessoas antes do uso balançam para 
cima e para baixo. Sua ponta, ao qual entra em contato com a pele é de metal e 
conforme a temperatura humana é bem gelado. 
 
Termômetro de máxima e mínima, o nosso termômetro também 
utiliza mercúrio pelo aspecto do liquido dentro do tubo, nunca tínhamos vistos, e é 
bem interessante, pelo fato que ele tem duas marcações separadas, seriam 
dois termômetros em um. O lado de máxima começa do 50°C e vai até 0°C, depois 
continua até 40°C, o de mínima é inverso, começa no 40°C e vai até 0°C, e continua 
crescendo de 0°C até 50°C. Bem isto é porque ele marca 3 temperaturas, ambos 
marcam a temperatura ambiente, porém de um lado marca a temperatura máxima 
alcançada, e do outro a temperatura mínima, ao qual se você quiser saber todo dia 
qual é a máxima e qual é a mínima, tem um botão que zera a marcação, começando 
de novo. Muito utilizado para registro do clima, para quem precisa fazer uma média 
da temperatura ambiente, já que o clima no decorrer do dia pode variar. Também em 
congeladores de frigoríficos que utilizam geladeiras movidas 
a combustível ou eletricidade, você pode perceber se houve alguma falha no motor 
em algum momento no decorrer de determinado período se o nível máximo 
ou mínimo registrado for além do programado. 
 
 
B. Conceitos: 
 
O termômetro é um aparelho com graduações para identificação de unidades 
de medidas da temperatura, ao qual a mais utilizada é o grau Celsius, a 
palavra termômetro é derivada do grego, de “thermo” que significa quente e do 
“metro” que significa medida. 
 
O primeiro termômetro foi criado por Galileu em 1602, era baseado 
na dilatação das substâncias, onde as variações de temperatura são indicadas pela 
24 
 
dilatação ou contração da massa de ar que empurra o liquido na coluna. Baseado 
nisto o médico Jean Rey cria o primeiro termômetro liquido em 1637 e no decorrer 
dos anos foi se evoluindo cada vez mais. Hoje o mais utilizamos é o mercúrio como 
liquido dentro de um tubo de vidro. (Adaptado da matéria 
do Físico Domiciano Marques, https://mundoeducacao.bol.uol.com.br/fisica/termome
tros.htm) 
 
Este liquido utilizado dentro dos tubos 
de termômetros são substâncias termométricas, 
que possuem propriedades físicas que variam conforme a temperatura, de tal modo 
que se expanda ou contraia com facilidade linearmente. Estas substancias possuem 
uma dada grandeza, que varia conforme a temperatura, ou seja, a grandeza 
é à medida que vai variar, os registros das diferentes grandezas da substancia 
conforme a temperatura permite a graduação. 
 
O mercúrio é um bom material utilizado para registro de temperatura, pelo fato 
dele ser liquido e sua mudança de estado físico serem bem grandes, o metal é um 
bom condutor de calor, logo chega ao ponto de equilíbrio em seu corpo e 
por consequência mais rápida a sua dilatação. A desvantagem é o perigo, 
o mercúrio é um material toxico para o homem, por sorte a quantidade 
de mercúrio exposta a nós é bem pequena e é apresentado de forma não toxica. 
Porém ao manusear, todo cuidado é pouco, pois pode levar um ser humano a óbito. 
Outro ponto bem degradante é o fato de o mercúrio ser despejado na natureza de 
qualquer forma, pois assim como é toxico para nós seres vivos, é para animais e 
plantas, pode poluir rios, vegetação e alimentos. (Adaptado da matéria de Júlio C. de 
Carvalho, https://educacao.uol.com.br/disciplinas/quimica/mercurio-metal-perigoso-
para-o-homem-e-para-o-ambiente.htm) 
 
Existem outras unidades de medidas fora a Celsius, o sistema internacional de 
medidas, confere a Kelvin como oficial unidade da temperatura, podemos distinguir 
em duas categorias as unidades de medidas de temperatura, a absoluta e as 
relativas. As absolutas, partem do zero, que é a temperatura teórica mais 
baixa possível, que é quando os átomos e moléculas do sistema possuem 
a mínima energia possível, que é o caso do Kelvin, representado pela letra K, não 
25 
 
utiliza o símbolo de grau “°” como os relativos, foi criada sob a base do grau Celsius 
por William Thomson, ele estabeleceu a partir do ponto zero ° 
Celsius o zero absoluto (-273,15°C), conservando a mesma dimensão para os 
graus. As relativas por sua vez são através da comparação de processos que se 
repete na mesma temperatura. 
 
O grau Celsius, é representado pela letra C, a sua unidade é definida pelo 
ponto de congelação da água a 0° e o de ebulição a 100°, ambas a 1atm, dividindo 
essa escala normalmente em 100 partes iguais, onde cada um corresponde a 1 grau, 
escala criada por Anders Celsius em 1742. 
 
O grau Fahrenheit, representado pela letra F, também é um dos mais 
conhecidos pelo mundo, pois é utilizado pela maior potência conhecida, os Estados 
Unidos, sua divisão é tomada entre os pontos de evaporação e congelação 
da dissolução do cloreto de amônio (NH4CI), foi proposto por Gabriel Fahrenheit em 
1724, e o zero e o cem são estabelecidos nas temperaturas de congelação e 
evaporação do NH4CL em água. Após vários experimentos e criações, Gabriel 
usando como base a escala termométrica de outro físico, 
e possíveis marcações indesejáveis nos seus experimentos chega ao ponto inicial de 
32° F e ponto máximo de 212°F. 
 
Basicamente, todos os termômetros foram desenvolvidos através de pontos 
fixos, da menor temperatura possível para a maior de um determinado elemento. Nos 
por exemplo utilizamos o Celsius, então temos como referência de temperatura com 
base na água, ela é nossa âncora, os pontos fixos são 0° para água congelada e 100° 
para ebulição da água, a base para 1atm, pois se estivermos em um atm diferente, 
não teríamos mais os mesmos pontos fixos, criando assim outra unidade de medida. 
https://www.pce-iberica.es/medidor-detalles-tecnicos/unidades-temperatura.htm 
 
Então basicamente temos as seguintes atribuições dos pontos fixos (fusão e 
ebulição): 
26 
 
 
https://www.colegioweb.com.br/wp-content/uploads/8880.jpg 
 
Quanto maior for o bulbo (espaço onde fica confinado o liquido 
do termômetro) menor é a sensibilidade desejada. Por exemplo, o clinico tem um 
bulbo pequeno, pois a sensibilidade desejada para com a do corpo humano, assim 
não precisa de um bulbo grande. Se eu estiver usando um bulbo grande para medir 
a temperatura de uma gota de água, não funcionária corretamente, pois a quantidade 
de energia fornecida, não é suficiente para a massa presente no bulbo, sendoassim 
o liquido não sofrerá dilatação. Quanto maior o bulbo, maior a quantidade de massa 
do liquido, que vai demorar mais tempo para dilatar e haver o equilíbrio térmico. 
LABORATÓRIO 4: Calorimetria 
 
Todo brasileiro tem a famosa “jarra de café” em casa, para manter o café quente 
por um bom tempo. Nos laboratórios de física, existe um equipamento com mesmo 
princípio da garrafa do café, chamado de calorímetro, seu interior é isolado 
termicamente do meio ambiente muito usado para fazer estudos sobre a quantidade 
de calor trocado entre dois ou mais corpos de temperaturas diferentes. Existem vários 
formatos de calorímetro, mas basicamente é um recipiente, com uma tampa, onde o 
interior dele é de paredes finas que é envolvido por outro recipiente fechado de 
paredes mais grossas e isolantes. Ao fecharmos o recipiente, Ele evitará a entrada 
ou saída de calor. 
 
1. Com uma balança e uma proveta, colocamos um pouco de água retirada 
diretamente da torneira na proveta, medimos o recipiente vazio, e em seguida 
colocamos água. 
27 
 
 
m1 = 50,02g 
2. Colocamos esta água no calorímetro, 
agitamos e aguardamos o equilíbrio térmico. Com 
o termômetro, medimos esta temperatura 
(temperatura inicial da água no calorímetro). 
0i = 23°C 
28 
 
3. Utilizando uma balança e uma proveta, 
colocamos 80g de água retirada diretamente da 
torneira. 
 m2 = 80,01 g 
 
 
5. Colocamos a água coletada da torneira no 
béquer e aquecemos até 60°C: θ2 = 60°C 
 
 
6. Antes de colocarmos a água quente 
no calorímetro. 
a. Medir a massa de água em 
uma balança e sua 
temperatura. Esse 
procedimento é necessário, 
pois parte do líquido evapora 
durante o aquecimento 
 
29 
 
b. Em seguida, colocamos o líquido no calorímetro, tampamos e 
colocamos o termômetro. Observamos seguidamente o comportamento 
da temperatura indicada no termômetro a cada um segundo. 
c. Agitamos suavemente o calorímetro, após tampá-lo para facilitar a troca 
de calor entre as quantidades de água e o copo do calorímetro. 
d. Esperamos aproximadamente 3 min até que a temperatura se 
estabiliza. 
e. Essa temperatura é a de equilíbrio térmico. θE = 41°C 
 
 
30 
 
7. Com os dados coletados determinamos o valor da capacidade térmica do 
calorímetro em cada caso a partir da equação abaixo. 
 
 
8. Repetimos a experiência variando a quantidade de água quente e ou fira 
inseridas, completando a tabela a seguir: 
Experiencia m1 (g) m2(g) 01 (°C) 02 (°C) Oe (°C) C (CAL/°C) 
1 50,02 80,01 23 60 41 34,435 
2 60,07 89,69 23 60 46 14,021 
3 70,01 80,33 24 60 42 10,875 
Tabela I - Calometria 
C1= (-80,01 (41-60)) – (50,02(41 – 23)) / (41-23) = (1520,19 – 900,36) / 18 = 34,435 
C2= (-89,69 (46-60)) – (60,07(46-23)) / (46-23) = (1255,66 – 1381,61) / 23 = -5,476 
C3= (-80,33 (42-60)) – (70,01(42-24)) / (42-24) = (1455,94 – 1260,18) / 18 = 10,875 
 
Media: 34,435 + (-5,476) + 10,875 = 39,834/3 = 13,278 cal/60g°C 
 
13. Comentando sobre as principais fontes de erro nessa experiência 
Como o calor especifico varia pela quantidade de massa, sabíamos que 
não chegaríamos aos 1cal/°C, porém tivemos dificuldades ao efetuarmos os 
cálculos, experimentamos colocar a formula em calculadoras diferentes e os 
resultados variavam de uma para outra, por falta de pratica do uso da formula. 
Outro ponto em questão é os dados coletados não serem 100%, pois ao 
abrirmos o calorímetro para adicionarmos mais água, ele tem contato com o 
31 
 
meio ambiente, perdendo assim temperatura. As medidas de pesagens 
estavam corretas pelo fato da calculadora ser digital, agora as de temperaturas, 
podem ter pequenas variações ao coletarmos os dados. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
32 
 
Conclusão 
 
A realização das experiencias no laboratório pode conferir a nós, alunos, de 
forma prática aquilo que a doutrina e as aulas teóricas dispunham sobre os conceitos 
de temperatura e calor. Neste prisma, foi possível experienciar e ampliar o 
conhecimento com relação aos conceitos envolvendo calorimetria. 
 
 
Desta forma, foi possível a compreensão de conceitos basilares, tais como o conceito 
do calor, que se resulta da temperatura atingida através da transferência de energia 
entre corpos, que por sua vez acontece através da agitação térmica dos corpos. 
 
Tal conhecimento também pode se estender às práticas em laboratório que envolveu 
experimentos com relação à dilatação linear, propagação do calor através de 
convecção, irradiação e condução, quantidade de calor, capacidade térmica, princípio 
das trocas de calor. 
Desta forma, houve maior compreensão sobre a interferência da condição da 
temperatura para fatos cotidianos e também relevantes, sobretudo na vida 
profissional de um engenheiro, que em sua prática aplica os conceitos envolvendo 
troca de calor para a boa execução de um projeto ou construção. 
 
Um exemplo simples para tal compreensão acontece na diferenciação de 
elementos iguais que se tornam tão distintos quando em temperaturas diferentes, 
como foi realizado em experiência no laboratório. Ou seja, dependendo de sua 
condição, a água pode fornecer o calor ou perder calor, tudo isso devido ao seu grau 
de agitação de moléculas. 
 
Sendo assim, é possível constatar que as experiências no laboratório além de 
conferirem conhecimentos novos, demonstraram-se primordiais para a compreensão 
de fenômenos ligados à realização de trocas de energia, o que pode impactar tanto 
em fatos ordinários como interferirem em resultados práticos, como pôde ser 
vislumbrado nos laboratórios os quais foram explorados. 
 
33 
 
Referencias: 
 
http://www.ebanataw.com.br/infiltracoes/caso24 
https://www.educabras.com/enem/materia/fisica/termologia/aulas/dilatacao_linear 
https://fisica.ufpr.br/grimm/aposmeteo/cap2 
https://www.educabras.com/vestibular/materia/fisica/termologia/aulas/transmissao_de_calor_con
ducao_conveccao_e_irradiacao 
https://www.infoescola.com/fisica/absorcao-fenomeno-ondulatorio/ 
https://mundoeducacao.bol.uol.com.br/fisica/termometros.htm 
https://educacao.uol.com.br/disciplinas/quimica/mercurio-metal-perigoso-para-o-homem-e-para-o-
ambiente.htm

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