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Himenolepíase
Fundamentos de Parasitologia
Rio Branco - AC, julho de 2018 
“Aquele que não luta pelo futuro que quer, deve aceitar o futuro que vier”
Taxonomia
Filo: Platyhelminthes
Classe: Cestoda
Família: Hymenolepididae
Gênero: Rodentolepis (1954 - Spasskii) ou
 Himenolepis (1858 – Weinland)
Espécie: H. nana
Etiologia
É uma doença causada pelo cestódeo Hymenolepis nana conhecido como “tênia anã”, que habita o intestino delgado do homem. Outra espécie do gênero é a Hymenolepis diminuta, parasita habitual do rato e que pode infestar o homem, mas é de rara ocorrência.
Morfologia
O corpo dos vermes adultos estão divididos em três partes:
Cabeça ou escólex: Apresenta 4 ventosas e um rosto-retrátil armado de ganchos
Colo: Longo e sem segmentação
Estróbilo: Constituído de cerca de 100 a 200 proglotes bastante estreitos. Cada um destes possui genitália masculina e feminina. Os anéis grávidos apresentam-se repletos de ovos e quando se desprendem do estróbilo se rompem liberando os ovos.
Fonte:https://www.google.com.br/url?sa=i&rct=j&q=&esrc=s&source=images&cd=&cad=rja&uact=8&ved=2ahUKEwiWseqj75DcAhUKCpAKHXVyA9cQjB16BAgBEAQ&url=https%3A%2F%2Fwww.slideshare.net%2Fareeeen%2Fhnana-55390365&psig=AOvVaw2GONN2AuyKADHZEm3w-XKx&ust=1531186057458885
Fonte:https://www.google.com.br/url?sa=i&rct=j&q=&esrc=s&source=images&cd=&cad=rja&uact=8&ved=2ahUKEwi3nLzxp5PcAhWRuVkKHSfpDJ4Qjxx6BAgBEAI&url=http%3A%2F%2Fwww.illostudios.com%2Findex.php%2Fportfolio_page%2Fhymenolepisnana%2F&psig=AOvVaw3sNznMFqT0O59WTpHcdoMH&ust=1531270032305560
Epidemiologia
Distribuição geográfica: mundial;
Fonte de infecção: humanos;
Forma de transmissão: ovos;
Via de transmissão: mãos sujas/ coleópteros/ pulgas;
Via de penetração: boca.
O H. nana é um parasito cosmopolita, comumente encontrado em crianças e adultos jovens, sendo mais prevalente em áreas tropicais e subtropicais. 
De um modo geral, a prevalência na população em geral flutua entre 0,04% e 3,5%. Entretanto, quando se estuda a faixa etária pediátrica, a prevalência pode chegar a cerca de 40%. 
Sinais Clínicos
Geralmente a infecção é assintomática, mas nas crianças pode ocorrer infecção maciça por H. nana, manifestando-se com cólicas abdominais e diarréia.
Em crianças, onde a infecção é comum, os casos de hiperinfecção provocam sintomas como: agitação, insônia, irritabilidade, diarréia, perda de peso e dor abdominal.
Diagnóstico
O diagnóstico é feito por observação de ovos em fezes (as larvas são muito frágeis e, por isso, são digeridas nas fezes).
Os ovos de H. nana são transparentes e no espaço entre a oncosfera e a membrana externa existem filamentos polares que saem da oncosfera.
Os ovos de H. diminuta são semelhantes ao de H. nana, mas são ligeiramente maiores, com um espaço maior entre a oncosfera e a membrana exterior e não possuem filamentos polares.
Ciclo Biológico
Monoxênico
Os ovos, eliminados juntamente com as fezes, são ingeridos pelo homem. No intestino delgado são liberadas as oncosferas, que penetram nas vilosidades intestinais e, em quatro dias, transformam-se em larva cisticercóide. Dez dias após os vermes saem das vilosidades, desenvaginando-se e fixando-se na mucosa, onde é completada a maturação pelos escólices.
Heteroxênico
O homem se infecta ao ingerir insetos que contenham em seu tubo digestivo as larvas cisticercóides, as quais se desenvaginam e se fixam à mucosa intestinal humana, onde vão amadurecer.
Transmissão
A ingestão de ovos de H. nana em água ou alimentos contaminados é a forma mais comum de transmissão do parasito. 
A transmissão também pode ocorrer pela ingestão de hospedeiros intermediários (insetos parasitados) contendo a larva cisticercóide. 
A infecção por H. diminuta ocorre pela ingestão acidental de hospedeiros intermediários (insetos parasitados) contendo a larva cisticercóide.
Profilaxia
A profilaxia dessa helmintíase consta principalmente da higiene individual e coletiva
Educação sanitária.
Combate aos insetos domésticos tais como carunchos e pulgas, é altamente recomendável; esse combate pode ser feito com relativa facilidade, varrendo-se (ou passando-se o aspirador-de-pó) diariamente no canil, no domicílio e incinerando-se a sujeira recolhida (onde se encontram ovos e larvas desses insetos, interrompendo-se aí o ciclo deles).
Fonte:https://www.google.com.br/url?sa=i&rct=j&q=&esrc=s&source=images&cd=&cad=rja&uact=8&ved=2ahUKEwjw9cGeppPcAhUG4VMKHcnZCfUQjxx6BAgBEAI&url=http%3A%2F%2Fartesaborciavt.blogspot.com%2F2011%2F10%2Feducacao-sanitaria-higiene-corporal.html&psig=AOvVaw1U3MH2s8iMDvjL6YDpp6jW&ust=1531269682436139
Tratamento
O tratamento pode ser feito com uma das seguintes drogas: praziquantel, niclosamida e nitazoxanida. 
Os resultados são muito eficientes, mas em decorrência da possibilidade de auto-infecção interna é importante a repetição do medicamento com o intervalo de duas semanas. 
Alem disso, é importante uma adequada higienização do ambiente e cuidados higiênicos das pessoas participantes do grupo familiar ou coletivo
Considerações Finais
A Hymenolepis nana é a única taenia do homem (reservatório comum da doença), sem um hospedeiro intermediário obrigatório. 
O seu desenvolvimento em geral, leva cerca de duas semanas. 
Causa infecções leves, que chegam a ser assintomáticas. 
Se necessário, é tratada com praziquantel.
Referências
http://www.moreirajr.com.br/revistas.asp?id_materia=1639&fase=imprime
https://www.infoescola.com/doencas/himenolepiase/
https://www.fciencias.com/2016/12/13/himenolepiase-espaco-saude/
http://biomedicinaunic.blogspot.com/2010/11/himenolepiase.html
http://www.ebah.com.br/content/ABAAAATWcAI/hymenolepis-nana

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