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EDUCAÇÃO E ECONOMIA POLÍTICA 7a aula Lupa Vídeo PPT MP3 Exercício: CEL0362_EX_A7_201603488634_V1 21/09/2018 16:44:31 (Finalizada) Aluno(a): MARIA OBETANIA SILVA SOUZA Disciplina: CEL0362 - EDUCAÇÃO E ECONOMIA POLÍTICA 201603488634 1a Questão Sobre educação e trabalhos podemos afirmar que, exceto: A produção passou, pois, a ser um grande número de pequenas operações, cada trabalhador dedicando-se exclusivamente à repetição diária,semanal e anual de uma dessas operações No interior das empresas capitalistas, o processo de trabalho passou a caracterizar-se pela sua forma piramidal, com um grande número de trabalhadores na base, trabalhando sob controlo apertado e regras de trabalho efectivas, e um reduzido número de «técnicos» no topo As relações de produção altamente hierarquizadas passaram a dominar e a caracterizar a actual divisão do trabalho O trabalhador passou a ter cada vez mais um papel ativo e participativo dentro dos espaços produtivos exigindo deste cada vez mais um posicionamento critico O desenvolvimento da educação acompanhou, dum modo geral, o desenvolvimento do capitalismo. Foi a necessidade de «socialização» dos trabalhadores ao processo do capitalismo industrial que impulsionou a grande expansão e crescimento da educação. 2a Questão O conceito de empregabilidade está relacionado: às possibilidades de obtenção de emprego nas fábricas fordistas ao êxito da política de pleno emprego de inspiração keynesiana à redução do processo de escolarização das elites às chances de inserção no mercado de trabalho e de negociar a capacidade de trabalho à obtenção de uma vaga de emprego oferecida pelo Estado de Bem-estar Social Explicação: Com a crise do Estado de Bem Estar Social e a ascensão do neoliberalismo, a realidade do mercado de trabalho se altera. Convive-se com o aumento da informalidade, com o desemprego e com a precarização das relações de trabalho. Verifica-se então uma mudança no papel econômico da escola. Agora já não é mais possível falar que a escola irá incluir a todos, garantir o emprego e, portanto, maior renda individual. Agora só é possível afirmar que maior escolaridade e maior capacitação profissional correspondem, no plano individual, a melhores oportunidades para competir no mercado de trabalho. A melhores chances de empregabilidade. A educação passa a preparar para as novas características excludentes do mercado de trabalho 3a Questão Após a crise dos anos 70, a Teoria do Capital Humano recebe uma nova leitura, em função da nova etapa do processo de acumulação capitalista. Num novo contexto de maior desemprego e exclusão social, um novo conceito assume papel central na teoria: flexibilidade inovação tecnologia empregabilidade meritocracia Explicação: Quando o desemprego aumenta com o neoliberalismo, a teoria do capital humano não pode mais prometer que mais educação gera mais renda individual. Sem empregos, como prometer aos mais educados, mais renda? Se você pode ter mais diplomas e ficar desempregado, como se pode acreditar em tais desculpas? Assim, é desenvolvida a neoteoria do capital humano, que, para manter a aceitação da ordem capitalista, afirma que mais educação apenas garante maior empregabilidade, afirmando que afirmando que mais educação é igual a mais chances de competir no mercado Em função das mudanças no contexto econômico e social, a neoteoria do capital humano defende um novo esquema: "mais educação = maior produtividade dos trabalhadores = maior empregabilidade", ou seja, maiores chances de lutar por uma vaga no mercado de trabalho". A ideologia vai tendo que oferecer novas leituras e novas desculpas para que continuemos a acreditar no papel redentor da educação e não questionemos o papel do Estado nem das relações de dominação na produção das desigualdades. 4a Questão A teoria do Capital Humano assume uma nova roupagem com a crise do Bem Estar social e com a ascensão do neoliberalismo. Diante da Reforma do Estado e do novo quadro do mercado de trabalho (marcado pelo desemprego, pelo aumento da informalidade e pela precarização das relações de trabalho), a concepção econômica da educação passa a ganhar novos contornos no discurso do pensamento econômico e educacional oficial para que seja possível justificar a nova ordem neoliberal. Agora, a discussão sobre a educação é focada na necessidade de formação para o mercado de trabalho, uma formação para: a formação omnilateral a justiça social a empregabilidade a autonomia política o emprego 5a Questão Convive-se no neoliberalismo com o que Paul Singer chamou de visão produtivista da educação. A educação, sobretudo a escolar é vista como preparação dos indivíduos para o ingresso na divisão social do trabalho. Essa visão enfatiza que a educação tem como propósito a acumulação de capital humano. Em relação à escola e à educação, é possível afirmar que o neoliberalismo: I) preza uma formação humanística do indivíduo, sem preocupação com uma formação orientada pela necessidade de mão-de-obra do mercado. II) atrela a educação escolar à preparação para o trabalho e a pesquisa acadêmica ao imperativo do mercado e às necessidades da livre iniciativa III) entende a escola como parte constituinte do mercado, valorizando as técnicas de gerenciamento e reconhecendo que pais/alunos são consumidores de educação IV) torna a escola um meio de transmissão da ideologia neoliberal e faz da escola um mercado para os produtos da indústria cultural e da informática Assinale: se somente as afirmativas II, III e IV estiverem corretas se somente as afirmativas I, II e III estiverem corretas se somente as afirmativas IV e III estiverem corretas se somente as afirmativas I e III estiverem corretas se todas as alternativas estiverem corretas Explicação: Para o neoliberalismo, a escola é vista em uma perspectiva técnico-científica. Ela não valoriza a formação humanística do indivíduo, mas defende uma formação guiada pela necessidade de mão-de-obra do mercado. Nos discursos neoliberais a educação não é mais reconhecida como integrante do campo social, mas se insere definitivamente no mundo do mercado. O neoliberalismo entende a escola como parte constituinte e importante do mercado, valorizando as técnicas de gerenciamento e reconhecendo que pais e alunos são consumidores do produto educação. Esvazia-se, desse modo, o papel político da educação. De acordo com os neoliberais a escola tem o seguinte papel: articular a preparação para o trabalho e a pesquisa acadêmica ao imperativo do mercado ou às necessidades da livre iniciativa. Assegurar que o mundo empresarial tem interesse na educação porque deseja uma força de trabalho qualificada, apta para a competição no mercado nacional e internacional. Tornar a escola um meio de transmissão dos seus princípios doutrinários. O que está em questão é a adequação da escola à ideologia dominante 6a Questão De acordo com a neo-teoria do capital humano:é correto afirmar que: I - Segundo os ideólogos da Neo-teoria do Capital Humano, a escola deve se adequar às normas do mercado, para atender às novas demandas da sociedade. II - Nos discursos neoliberais, a educação não é mais reconhecida como integrante do campo social, mas se insere definitivamente no mundo do mercado. III - Friedman, um dos teóricos mais importantes do neoliberalismo afirma que: ¿uma sociedade democrática e estável é impossível sem um grau mínimo de alfabetizaçãoe conhecimento por parte da maioria dos cidadãos e sem a ampla aceitação de algum conjunto de valores¿ (1985, p.83-4) a afirmativa II e a afirmativa III são verdadeiras. a afirmativa I e a afirmativa III são verdadeiras. todas as afirmativas são verdadeiras. somente a afirmativa III é verdadeira. somente a afirmativa I é verdadeira. 7a Questão Assinale V para as afirmativas verdadeiras e F para as falsas, no que se refere às estratégias pensadas pelos neoliberais para possibilitar que a escola garanta o desenvolvimento econômico dos países ditos ¿subdesenvolvidos¿, isto é, para que a escola cumpra a função preconizada pela Teoria do Capital Humano: ( ) devem ser estabelecidos mecanismos de controle e avaliação da qualidade e produtividade para a escola e os serviços educacionais. ( ) o sistema escolar dever ser administrado e avaliado como qualquer empresa. ( ) a produção educacional deve ficar subordinada às necessidades do mercado de trabalho ( ) a escola deve ser submetida a um rígido controle gerencial que objetive a qualidade e eficiência Assinale a ordem correta das respostas F/V/V/V V/F/F/V V/V/V/V V/V/F/F F/V/V/F Explicação: Para o neoliberalismo, a escola é vista em uma perspectiva técnico-científica. Ela não valoriza a formação humanística do indivíduo, mas defende uma formação guiada pela necessidade de mão-de-obra do mercado. Nos discursos neoliberais a educação não é mais reconhecida como integrante do campo social, mas se insere definitivamente no mundo do mercado. O neoliberalismo entende a escola como parte constituinte e importante do mercado, valorizando as técnicas de gerenciamento e reconhecendo que pais e alunos são consumidores do produto educação. Esvazia-se, desse modo, o papel político da educação. Os neoliberais afirmam que a escola está em crise e a crise da escola passa não passa pela falta de recursos, mas pela incompetência de gestão. Afirmam que o desafio da escola é apenas gerencial, gerado pela incompetência dos Estados em gerir as políticas educacionais. Para os neoliberais, para que a escola assuma o seu papel na sociedade e possa garantir o desenvolvimento econômico dos países ditos ¿subdesenvolvidos¿, devem ser adotadas as seguintes estratégias: a) o estabelecimento de mecanismos de controle e avaliação da qualidade e produtividade da escola e dos serviços educacionais, isto é, de práticas empresariais, que devem ser transferidas para o sistema educacional sem adaptações ou mediações. O sistema escolar dever ser administrado e avaliado tal qual qualquer empresa. b) subordinar a produção educacional às necessidades do mercado de trabalho. É necessário que o sistema educacional se adapte ao mundo do trabalho. Entretanto, isso não que dizer que a escola tenha como papel social a garantia do emprego. Antes de tudo ela deve garantir a empregabilidade, ou seja, cabe a escola criar as condições necessárias ao indivíduo quanto à qualificação para quem sabe um dia ele consiga um emprego. A escola deve ser capaz de formar o indivíduo flexível para atender as demandas do mercado. Ela tem como função oferecer as ferramentas necessárias para que ele tenha condições de competir no mercado. Para os neoliberais, na medida em que a escola passe a ser tratada como uma empresa, isto é, na medida em que ela priorize um rígido controle gerencial para a obtenção da qualidade total, é que se obterá a produtividade e a eficiência necessárias para garantir o crescimento econômico. 8a Questão A escola, na perspectiva neoliberal, é vista como uma mercadoria que deve ser produzida de forma rápida e eficiente. A escola deve ser pensada e projetada como uma instituição prestadora de serviços sob a ótica empresarial, devendo adotar os princípios de eficácia para obter liderança no mercado. De acordo com os neoliberais, algumas estratégias devem ser adotadas para possibilitar que a escola assuma o seu papel na sociedade e possa garantir o desenvolvimento econômico dos países subdesenvolvidos, a saber: I as escolas devem estabelecer mecanismos de controle e avaliação da qualidade e produtividade serviços educacionais II. a produção educacional deve se submeter às necessidades do mercado de trabalho. III. as escolas devem se recusar a utilizar os critérios de administração adotados nas empresas IV. a escola deve garantir a empregabilidade dos indivíduos A alternativa que indica o conjunto das estratégias que devem ser adotadas pelas escolas de acordo com o neoliberalismo é: III, IV I, II, III I, II II, III, IV I, II, IV EDUCAÇÃO E ECONOMIA POLÍTICA 7a aula Lupa Vídeo PPT MP3 Exercício: CEL0362_EX_A7_201603488634_V2 21/09/2018 16:52:38 (Finalizada) Aluno(a): MARIA OBETANIA SILVA SOUZA Disciplina: CEL0362 - EDUCAÇÃO E ECONOMIA POLÍTICA 201603488634 1a Questão Acerca das principais visões de Bourdieu acerca da escola podemos afirmar que, exceto: Meritocracia é um dos pontos importantes da ideologia capitalista. A escola reproduz modelo de desigualdade A escola produz acesso e possibilidades a todos de forma igualitária a igualdade de oportunidades garantiria aos mais esforçadas, aos mais capazes, o acesso a melhores posições sociais e profissionais. A manipulação e a violência estariam presentes na escola de maneira simbólica 2a Questão De acordo com os neoliberais, algumas estratégias devem ser adotadas para possibilitar que a escola assuma o seu papel na sociedade e assegure o desenvolvimento econômico dos países, isto é, para que ela cumpra a função preconizada pela Teoria do Capital Humano: I) A escola deve garantir o emprego para todos, inserindo-os no mercado formal de trabalho. II) A escola deve ser capaz de formar o indivíduo flexível para atender as demandas do mercado de trabalho. III) A escola deve garantir a empregabilidade, oferecendo as ferramentas para que os indivíduos tenham condições de competir no mercado. IV) O sistema educacional deve se adaptar ao mundo do trabalho, criando as condições para quem os indivíduos se tornem empregáveis. Assinale: se somente as afirmativas II, III e IV estiverem corretas se somente a afirmativas III e IV estiverem corretas se somente as afirmativas I e II estiverem corretas se somente as afirmativas I e III estiverem corretas se todas as alternativas estiverem corretas Explicação: Com a crise do fordismo e do Bem Estar Social, a ascensão do Estado Mínimo ou Neoliberal e com o advento do paradigma toyotista, não há mais empregos para todos. O novo paradigma é excludente e o neoliberalismo aprofunda a desigualdade social. A crise econômica e a ausência de crescimento marcam o capitalismo central. Agora, em pleno século XXI, com a crise que assola a Europa, não há mais empregos. Os escolarizados escondem seus diplomas para obter trabalho. Se o que a teoria do capital humano diz fosse verdadeiro, esses sujeitos, cheios de diplomas, teriam rendas altíssimas!!! Quando o desemprego aumenta com o neoliberalismo, a teoria do capital humano não pode mais prometer (sem cair no descrédito), que mais educação gera mais renda individual. Sem empregos, como prometer aos mais educados, mais renda? Se você pode ter mais diplomas e ficar desempregado, como pode acreditar em tais desculpas? Assim, é desenvolvida a neoteoria do capital humano, que, para manter a aceitação da ordem capitalista, afirma que mais educação apenas garante maior empregabilidade, afirmando que mais educação é igual a mais chances de competir no mercado Assim, em função das mudanças no contexto econômico e social, a neoteoria do capitalhumano defende um novo esquema: "mais educação = maior produtividade dos trabalhadores = maior empregabilidade", ou seja, maiores chances de lutar por uma vaga no mercado de trabalho". A ideologia vai tendo que oferecer novas leituras e novas desculpas para que continuemos a acreditar no papel redentor da educação e não questionemos o papel do Estado nem das relações de dominação na produção das desigualdades. 3a Questão Acerca do capital humano podemos afirmar que, exceto: Os resultados na vida pratica comprovam a eficacia e validade desta teoria ainda hoje Pensamento fortemente apoiado pela grande imprensa, acaba incorporando nos governos e nas populações pobres dos paises periféricos e semiperiféricos a ilusão do desenvolvimento A TCH acalenta a promessa da mobilidade social mediante a busca de empregos de maiores salários A visao da teoria do capital humano se embasa numa compreensão de desenvolvimento tomado como sinônimo de crescimento econômico e dentro de uma perspectiva linear onde não são consideradas as relações de poder e nem os limites do meio ambiente. Teoria formulada a partir das pesquisas de Theodor Schultz (1973) sobre a desigualdade de desenvolvimento econômico entre países na década de 1950. 4a Questão Segundo os ideólogos da Neo-teoria do Capital Humano, a escola deve se adequar às normas do mercado, para atender às novas demandas da sociedade. Nesse sentido, sob esta ótica, a educação escolar deve: (marque a alternativa CORRETA) ser gerenciada como se fosse uma empresa, capaz de captar e gerir seu próprio capital. ser direcionada para a emancipação humana, cabendo ao Estado atuar em parceria com o setor privado. ser vista como um modelo de negócio que deve se financiada pelas ONGs. ser gerenciada como uma instituição do Terceiro Setor, cabendo ao Estado atuar pontualmente junto às instituições de ensino. ser um serviço público para formar para a cidadania, sem se preocupar com as necessidades do mercado. Explicação: Para o neoliberalismo, a escola é vista em uma perspectiva técnico-científica. Ela não valoriza a formação humanística do indivíduo, mas defende uma formação guiada pela necessidade de mão-de-obra do mercado. Nos discursos neoliberais a educação não é mais reconhecida como integrante do campo social, mas se insere definitivamente no mundo do mercado. O neoliberalismo entende a escola como parte constituinte e importante do mercado, valorizando as técnicas de gerenciamento e reconhecendo que pais e alunos são consumidores do produto educação. Esvazia-se, desse modo, o papel político da educação. De acordo com os neoliberais a escola tem o seguinte papel: articular a preparação para o trabalho e a pesquisa acadêmica ao imperativo do mercado ou às necessidades da livre iniciativa. Assegurar que o mundo empresarial tem interesse na educação porque deseja uma força de trabalho qualificada, apta para a competição no mercado nacional e internacional. Tornar a escola um meio de transmissão dos seus princípios doutrinários. O que está em questão é a adequação da escola à ideologia dominante 5a Questão O neoliberalismo, apoiado nas recomendações do Banco Mundial elabora propostas de reformulação do sistema educacional, entendendo que: I) A crise da escola passa pela falta de escolas melhores e não pela falta de escolas; pela falta de professores mais qualificados e não pela falta de professores; por uma melhor distribuição dos recursos financeiros e não pela falta de recursos. O desafio da escola é apenas gerencial, de gestão. II) Não adianta apenas investir no capital humano se os governantes operam num esquema de centralização política que cria barreiras ao desenvolvimento econômico da nação e dos indivíduos. Num mundo globalizado, o mercado deve ser livre dos entraves políticos para garantir o desenvolvimento econômico. III) Uma escola ineficiente não tem como contribuir na valorização do capital humano. Para que o investimento no capital humano seja bem aproveitado, é necessário uma reforma administrativa do sistema educacional, através de mecanismos que controlem a eficiência, a produtividade e a qualidade desses serviços. Assinale: se somente as afirmativas I e II estiverem corretas se todas as alternativas estiverem corretas se somente as afirmativas I e III estiverem corretas se somente a afirmativas III estiver correta se somente as afirmativas II e III estiverem corretas Explicação: Para o neoliberalismo, a escola é vista em uma perspectiva técnico-científica. Ela não valoriza a formação humanística do indivíduo, mas defende uma formação guiada pela necessidade de mão-de-obra do mercado. Nos discursos neoliberais a educação não é mais reconhecida como integrante do campo social, mas se insere definitivamente no mundo do mercado. O neoliberalismo entende a escola como parte constituinte e importante do mercado, valorizando as técnicas de gerenciamento e reconhecendo que pais e alunos são consumidores do produto educação. Esvazia-se, desse modo, o papel político da educação. De acordo com os neoliberais a escola tem o seguinte papel: articular a preparação para o trabalho e a pesquisa acadêmica ao imperativo do mercado ou às necessidades da livre iniciativa. Assegurar que o mundo empresarial tem interesse na educação porque deseja uma força de trabalho qualificada, apta para a competição no mercado nacional e internacional. Tornar a escola um meio de transmissão dos seus princípios doutrinários. O que está em questão é a adequação da escola à ideologia dominante Os neoliberais afirmam que a escola está em crise e a crise da escola passa não passa pela falta de recursos, mas pela incompetência de gestão. Afirmam que o desafio da escola é apenas gerencial, gerado pela incompetência dos Estados em gerir as políticas educacionais. Para os neoliberais, para que a escola assuma o seu papel na sociedade e possa garantir o desenvolvimento econômico dos países ditos ¿subdesenvolvidos¿, devem ser adotadas as seguintes estratégias: a) o estabelecimento de mecanismos de controle e avaliação da qualidade e produtividade da escola e dos serviços educacionais, isto é, de práticas empresariais, que devem ser transferidas para o sistema educacional sem adaptações ou mediações. O sistema escolar dever ser administrado e avaliado tal qual qualquer empresa. b) subordinar a produção educacional às necessidades do mercado de trabalho. É necessário que o sistema educacional se adapte ao mundo do trabalho. Entretanto, isso não que dizer que a escola tenha como papel social a garantia do emprego. Antes de tudo ela deve garantir a empregabilidade, ou seja, cabe a escola criar as condições necessárias ao indivíduo quanto à qualificação para quem sabe um dia ele consiga um emprego. A escola deve ser capaz de formar o indivíduo flexível para atender as demandas do mercado. Ela tem como função oferecer as ferramentas necessárias para que ele tenha condições de competir no mercado. Para os neoliberais, na medida em que a escola passe a ser tratada como uma empresa, isto é, na medida em que ela priorize um rígido controle gerencial para a obtenção da qualidade total, é que se obterá a produtividade e a eficiência necessárias para garantir o crescimento econômico. 6a Questão A escola, na perspectiva neoliberal, é vista como uma mercadoria que deve ser produzida de forma rápida e eficiente. A escola deve ser pensada e projetada como uma instituição prestadora de serviços sob a ótica empresarial, devendo adotar os princípios de eficácia para obter liderança no mercado. De acordo com os neoliberais, algumas estratégias devem ser adotadas para possibilitar que a escola assuma o seu papel na sociedade e possa garantiro desenvolvimento econômico dos países subdesenvolvidos, a saber: I as escolas devem estabelecer mecanismos de controle e avaliação da qualidade e produtividade serviços educacionais II. a produção educacional deve se submeter às necessidades do mercado de trabalho. III. as escolas devem se recusar a utilizar os critérios de administração adotados nas empresas IV. a escola deve garantir a empregabilidade dos indivíduos A alternativa que indica o conjunto das estratégias que devem ser adotadas pelas escolas de acordo com o neoliberalismo é: I, II, III I, II, IV I, II III, IV II, III, IV 7a Questão De acordo com a neo-teoria do capital humano:é correto afirmar que: I - Segundo os ideólogos da Neo-teoria do Capital Humano, a escola deve se adequar às normas do mercado, para atender às novas demandas da sociedade. II - Nos discursos neoliberais, a educação não é mais reconhecida como integrante do campo social, mas se insere definitivamente no mundo do mercado. III - Friedman, um dos teóricos mais importantes do neoliberalismo afirma que: ¿uma sociedade democrática e estável é impossível sem um grau mínimo de alfabetização e conhecimento por parte da maioria dos cidadãos e sem a ampla aceitação de algum conjunto de valores¿ (1985, p.83-4) somente a afirmativa I é verdadeira. todas as afirmativas são verdadeiras. somente a afirmativa III é verdadeira. a afirmativa II e a afirmativa III são verdadeiras. a afirmativa I e a afirmativa III são verdadeiras. 8a Questão Assinale V para as afirmativas verdadeiras e F para as falsas, no que se refere às estratégias pensadas pelos neoliberais para possibilitar que a escola garanta o desenvolvimento econômico dos países ditos ¿subdesenvolvidos¿, isto é, para que a escola cumpra a função preconizada pela Teoria do Capital Humano: ( ) devem ser estabelecidos mecanismos de controle e avaliação da qualidade e produtividade para a escola e os serviços educacionais. ( ) o sistema escolar dever ser administrado e avaliado como qualquer empresa. ( ) a produção educacional deve ficar subordinada às necessidades do mercado de trabalho ( ) a escola deve ser submetida a um rígido controle gerencial que objetive a qualidade e eficiência Assinale a ordem correta das respostas V/V/F/F V/F/F/V V/V/V/V F/V/V/V F/V/V/F EDUCAÇÃO E ECONOMIA POLÍTICA 8a aula Lupa Vídeo PPT MP3 Exercício: CEL0362_EX_A8_201603488634_V1 21/09/2018 16:59:04 (Finalizada) Aluno(a): MARIA OBETANIA SILVA SOUZA Disciplina: CEL0362 - EDUCAÇÃO E ECONOMIA POLÍTICA 201603488634 1a Questão Para os defensores da sociedade do conhecimento o importante para o aumento da produtividade é o trabalho intelectual. Acreditam que as diferenças sociais devem ser vistas como fruto da separação entre: os que têm acesso à informática e os que não têm os produtores rurais e os produtores urbanos os empregados e os que estão fora do mercado de trabalho os que têm conhecimento e os que não têm. os donos dos meios de produção e os que vendem a sua força de trabalho Explicação: Na atual etapa do processo de acumulação capitalista ganha corpo uma nova leitura da sociedade contemporânea. De acordo com essa leitura, a evolução das sociedades se deu da seguinte forma: primeiro passou-se de uma economia agrícola para uma economia industrial e, atualmente, vive-se a passagem dessa economia industrial para a ¿economia do conhecimento¿. ¿Uma economia onde a criação e uso do conhecimento são os aspectos centrais das decisões e do crescimento econômico¿. Acredita-se que a capacidade de criar novos mercados, criar novos produtos e, principalmente, inovar é competência indispensável para essa nova economia. O ponto central dessa nova forma de ver a sociedade é o conhecimento, compreendido como fator que vitaliza a sociedade do ponto de vista econômico, social e político. Conceitos como posse de terra, posse de capital e exploração dos trabalhadores perdem sentido nessa visão. Para alguns de seus defensores, a sociedade do conhecimento é o momento em que o sistema capitalista é superado. A sociedade do conhecimento é também denominada de sociedade pós-industrial. Para essa corrente de pensamento, o conhecimento é a nova maneira de possibilitar a acumulação de capital. É o saber que é visto como a força da produção e o elemento capaz de gerar riqueza para quem o possui. Afirmam que a atual economia da nossa sociedade é baseada em conhecimento. Isso significa que o eixo da riqueza e do desenvolvimento passa a se deslocar de setores industriais tradicionais (intensivos em mão-de-obra, matéria-prima e capital) para setores cujos produtos, processos e serviços são intensivos em tecnologia e conhecimento. Mesmo na agricultura e na indústria de bens de consumo e de capital, a competição é cada vez mais baseada na capacidade de transformar informação em conhecimento e conhecimento em decisões e ações de negócio. Acreditam que o valor dos produtos depende cada vez mais do percentual de inovação, tecnologia e inteligência, a eles incorporadas. 2a Questão Para os defensores da sociedade do conhecimento, no paradigma do conhecimento, a produção se caracteriza por: presença de empresas com grandes espaços físicos e grandes estoques atuação predominante de trabalhadores com baixa escolaridade economia de escala, com produção de grandes quantidades de mercadorias tangíveis predomínio da produção de mercadorias não tangíveis, como livros virtuais, softwares e patentes. contratação de um número excessivo de trabalhadores desqualificados Explicação: A sociedade do conhecimento é também denominada de sociedade pós-industrial. Para essa corrente de pensamento, o conhecimento é a nova maneira de possibilitar a acumulação de capital. É o saber que é visto como a força da produção e o elemento capaz de gerar riqueza para quem o possui. Afirmam que a atual economia da nossa sociedade é baseada em conhecimento. Isso significa que o eixo da riqueza e do desenvolvimento passa a se deslocar de setores industriais tradicionais (intensivos em mão-de-obra, matéria-prima e capital) para setores cujos produtos, processos e serviços são intensivos em tecnologia e conhecimento. Mesmo na agricultura e na indústria de bens de consumo e de capital, a competição é cada vez mais baseada na capacidade de transformar informação em conhecimento e conhecimento em decisões e ações de negócio. Acreditam que o valor dos produtos depende cada vez mais do percentual de inovação, tecnologia e inteligência, a eles incorporadas. 3a Questão Assinale a opção que NÃO indica uma competência considerada necessária aos trabalhadores da atualidade pelos defensores da sociedade do conhecimento capacidade de aprendizado individual, de aprender a aprender capacidade de lidar com as mudanças e incertezas disponibilidade para realizar tarefas repetitivas e padronizadas capacidade de lidar com diferentes problemas, conflitos e contradições flexibilidade para se adaptar ao novo e transformar as dificuldades em oportunidades Explicação: Na visão dos defensores da sociedade do conhecimento, a educação deve ser mais eficiente e dever ser implantada uma pedagogia do aprender a aprender. A formar para as competências requeridas do trabalhador da atualidade: para a flexibilidade, para a resolução de problemas, para melhor se comunicar, etc 4a Questão Assinale V para as afirmativasverdadeiras e F para as falsas, no que se refere ao modo como os defensores da sociedade do conhecimento definem a forma como o trabalho é organizado nessa sociedade: ( ) o trabalho se organiza em grupos liderados por trabalhadores qualificados, que buscam construir novas habilidades e conhecimento ( ) Os trabalhadores são recompensados pelo seu desempenho e não são supervisionados diretamente. ( ) o trabalhador deixa de se submeter à máquina, agora é a máquina que se submete ao trabalhador ( ) os trabalhadores são organizados em linha e não controlam o processo de produção Assinale a ordem correta das respostas F/V/V/F V/V/F/F F/V/V/V V/V/V/F V/F/F/V Explicação: Todas as opções correspondem a características da sociedade do conhecimento, com excecão de "os trabalhadores são organizados em linha e não controlam o processo de produção", característica própria do fordismo A sociedade do conhecimento é também denominada de sociedade pós-industrial. Para essa corrente de pensamento, o conhecimento é a nova maneira de possibilitar a acumulação de capital. É o saber que é visto como a força da produção e o elemento capaz de gerar riqueza para quem o possui. Afirmam que a atual economia da nossa sociedade é baseada em conhecimento. Isso significa que o eixo da riqueza e do desenvolvimento passa a se deslocar de setores industriais tradicionais (intensivos em mão-de-obra, matéria-prima e capital) para setores cujos produtos, processos e serviços são intensivos em tecnologia e conhecimento. Mesmo na agricultura e na indústria de bens de consumo e de capital, a competição é cada vez mais baseada na capacidade de transformar informação em conhecimento e conhecimento em decisões e ações de negócio. Acreditam que o valor dos produtos depende cada vez mais do percentual de inovação, tecnologia e inteligência, a eles incorporadas. 5a Questão Ocorreu uma mudança no paradigma de comunicação, a lógica comunicacional de ¿um para muitos" foi substituída pela de ¿muitos para muitos", impulsionado pelo surgimento da Internet como meio de disseminação de informações e pelas novas tecnologias motivadas pela digitalização de documentos (LÉVY, 2000; VAZ, 2004). Marque a opção que traduz os textos desta questão: A sociedade do conhecimento Teoria do capital humano O Marxismo O comunismo A neo-teoria do capitalismo Explicação: A sociedade do conhecimento é uma visão da sociedade capitalista que tenta explicar a atual realidade do mundo capitalista marcada pela globalização e a revolução tecnológica. 6a Questão Ao analisar o que dizem os teóricos da sociedade do conhecimento, é possível identificar o caráter ideológico desta visão que anuncia a sociedade pós-capitalista e o fim da relação capital-trabalho. Em uma perspectiva crítica é possível dizer que: I) A sociedade do conhecimento não é o fim da sociedade capitalista, o que ocorre é uma resposta desse sistema à crise do capitalismo. II) No momento atual não vivemos em uma sociedade pós capitalista, mas em um período caracterizado por mudanças no mundo do trabalho e pelo toyotismo. III) na sociedade do conhecimento, a luta de classe continua presente e agora a subjetividade do trabalhador é capturada buscando sua adesão ao novo sistema. IV) na sociedade atual, sob o toyotismo, a exploração do trabalhador é ampliada pela polivalência operária e pela organização do trabalho que busca eliminar a porosidade Assinale: se somente as afirmativas I e III estiverem corretas se somente a afirmativas III e IV estiverem corretas se somente as afirmativas II, III e IV estiverem corretas se todas as alternativas estiverem corretas se somente as afirmativas I e II estiverem corretas Explicação: Para alguns de seus defensores, a sociedade do conhecimento é o momento em que o sistema capitalista é superado. A sociedade do conhecimento é também denominada de sociedade pós-industrial. Para essa corrente de pensamento, o conhecimento é a nova maneira de possibilitar a acumulação de capital. É o saber que é visto como a força da produção e o elemento capaz de gerar riqueza para quem o possui. Afirmam que a atual economia da nossa sociedade é baseada em conhecimento. Em uma perspectiva crítica, ao contrário, é possível afirmar que não vivemos o fim da sociedade capitalista como afirmam os defensores da sociedade do conhecimento. As transformações que os adeptos da sociedade do conhecimento identificam na sociedade atual não correspondem nem a uma sociedade, nem a práticas econômicas novas. Correspondem apenas a uma resposta do capitalismo à crise do fordismo. Trata-se de uma realidade que, apesar de guardar novos contornos e formas específicas, mantém a essência mesma do capitalismo: a acumulação e a apropriação privada dos frutos do trabalho. Na atualidade do capitalismo, bem como na sua origem, estão presentes na produção relações sociais que estabelecem a exploração do trabalho pelo capital (extração de mais-valia). Agora como antes, a categoria trabalho (e não o conhecimento) é central para explicar a sociedade produtora de mercadorias e, sobretudo, a vida humana.. Centrar a análise da sociedade na categoria conhecimento e não na categoria trabalho só mascara as relações de exploração a que estamos submetidos no mundo do trabalho. A sociedade do conhecimento atribuiu à escola a função de formar e conformar o novo tipo de homem exigido pelo projeto neoliberal, através de uma ¿pedagogia do aprender a aprender¿. Longe de propor uma formação humanística que tenha por objetivo a construção de um ser humano em seu sentido amplo, a classe dominante defende uma pedagogia centrada na ¿qualidade¿, buscando a racionalização e otimização do trabalho. A formação do trabalhador nesta proposta tem uma íntima ligação com o mercado e procura ajustar o trabalhador às suas novas demandas. Essa formação é vista como necessária e urgente, recaindo sobre ela a responsabilidade de desenvolvimento do país e sua competitividade no mundo globalizado. Na visão dos críticos, essa leitura da escola e da educação tem como objetivo criar uma unidade moral e intelectual comprometida com a concepção burguesa de sociedade. Deseja-se que a classe trabalhadora continue participando dentro dos marcos delimitados pelas classes dominantes, ressignificando as formas de participação e o sentido histórico da política e da luta sociais. O objetivo desta pedagogia do aprender a aprender é consolidar as novas bases da hegemonia burguesa, legitimando o consenso e a conformação das classes trabalhadoras. Essa necessidade de formação e conformação tem sua origem, de fato, nas mudanças das relações produtivas, na inserção de novas tecnologias e na necessidade de competição intercapitalista, próprias da atual etapa do processo de acumulação capitalista. 7a Questão Para os defensores da sociedade do conhecimento, a economia baseada em conhecimento desloca o eixo da riqueza e do desenvolvimento de setores industriais tradicionais, para setores cujos produtos, processos e serviços são intensivos em: juros e renda máquinas e equipamentos de base metal-mecânica tecnologia e conhecimento matéria-prima e mão de obra capital e trabalho EDUCAÇÃO E ECONOMIA POLÍTICA 8a aula Lupa Vídeo PPT MP3 Exercício: CEL0362_EX_A8_201603488634_V2 21/09/2018 17:01:40 (Finalizada) Aluno(a): MARIA OBETANIA SILVA SOUZA Disciplina: CEL0362 - EDUCAÇÃO E ECONOMIA POLÍTICA 201603488634 1a Questão Para os defensores da sociedade do conhecimento o importante para o aumento da produtividade é o trabalho intelectual.Acreditam que as diferenças sociais devem ser vistas como fruto da separação entre: os empregados e os que estão fora do mercado de trabalho os produtores rurais e os produtores urbanos os donos dos meios de produção e os que vendem a sua força de trabalho os que têm conhecimento e os que não têm. os que têm acesso à informática e os que não têm Explicação: Na atual etapa do processo de acumulação capitalista ganha corpo uma nova leitura da sociedade contemporânea. De acordo com essa leitura, a evolução das sociedades se deu da seguinte forma: primeiro passou-se de uma economia agrícola para uma economia industrial e, atualmente, vive-se a passagem dessa economia industrial para a ¿economia do conhecimento¿. ¿Uma economia onde a criação e uso do conhecimento são os aspectos centrais das decisões e do crescimento econômico¿. Acredita-se que a capacidade de criar novos mercados, criar novos produtos e, principalmente, inovar é competência indispensável para essa nova economia. O ponto central dessa nova forma de ver a sociedade é o conhecimento, compreendido como fator que vitaliza a sociedade do ponto de vista econômico, social e político. Conceitos como posse de terra, posse de capital e exploração dos trabalhadores perdem sentido nessa visão. Para alguns de seus defensores, a sociedade do conhecimento é o momento em que o sistema capitalista é superado. A sociedade do conhecimento é também denominada de sociedade pós-industrial. Para essa corrente de pensamento, o conhecimento é a nova maneira de possibilitar a acumulação de capital. É o saber que é visto como a força da produção e o elemento capaz de gerar riqueza para quem o possui. Afirmam que a atual economia da nossa sociedade é baseada em conhecimento. Isso significa que o eixo da riqueza e do desenvolvimento passa a se deslocar de setores industriais tradicionais (intensivos em mão-de-obra, matéria-prima e capital) para setores cujos produtos, processos e serviços são intensivos em tecnologia e conhecimento. Mesmo na agricultura e na indústria de bens de consumo e de capital, a competição é cada vez mais baseada na capacidade de transformar informação em conhecimento e conhecimento em decisões e ações de negócio. Acreditam que o valor dos produtos depende cada vez mais do percentual de inovação, tecnologia e inteligência, a eles incorporadas. 2a Questão Para os defensores da sociedade do conhecimento, no paradigma do conhecimento, a produção se caracteriza por: presença de empresas com grandes espaços físicos e grandes estoques economia de escala, com produção de grandes quantidades de mercadorias tangíveis contratação de um número excessivo de trabalhadores desqualificados predomínio da produção de mercadorias não tangíveis, como livros virtuais, softwares e patentes. atuação predominante de trabalhadores com baixa escolaridade Explicação: A sociedade do conhecimento é também denominada de sociedade pós-industrial. Para essa corrente de pensamento, o conhecimento é a nova maneira de possibilitar a acumulação de capital. É o saber que é visto como a força da produção e o elemento capaz de gerar riqueza para quem o possui. Afirmam que a atual economia da nossa sociedade é baseada em conhecimento. Isso significa que o eixo da riqueza e do desenvolvimento passa a se deslocar de setores industriais tradicionais (intensivos em mão-de-obra, matéria-prima e capital) para setores cujos produtos, processos e serviços são intensivos em tecnologia e conhecimento. Mesmo na agricultura e na indústria de bens de consumo e de capital, a competição é cada vez mais baseada na capacidade de transformar informação em conhecimento e conhecimento em decisões e ações de negócio. Acreditam que o valor dos produtos depende cada vez mais do percentual de inovação, tecnologia e inteligência, a eles incorporadas. 3a Questão Assinale a opção que NÃO indica uma competência considerada necessária aos trabalhadores da atualidade pelos defensores da sociedade do conhecimento disponibilidade para realizar tarefas repetitivas e padronizadas capacidade de aprendizado individual, de aprender a aprender capacidade de lidar com diferentes problemas, conflitos e contradições flexibilidade para se adaptar ao novo e transformar as dificuldades em oportunidades capacidade de lidar com as mudanças e incertezas Explicação: Na visão dos defensores da sociedade do conhecimento, a educação deve ser mais eficiente e dever ser implantada uma pedagogia do aprender a aprender. A formar para as competências requeridas do trabalhador da atualidade: para a flexibilidade, para a resolução de problemas, para melhor se comunicar, etc 4a Questão Assinale V para as afirmativas verdadeiras e F para as falsas, no que se refere ao modo como os defensores da sociedade do conhecimento definem a forma como o trabalho é organizado nessa sociedade: ( ) o trabalho se organiza em grupos liderados por trabalhadores qualificados, que buscam construir novas habilidades e conhecimento ( ) Os trabalhadores são recompensados pelo seu desempenho e não são supervisionados diretamente. ( ) o trabalhador deixa de se submeter à máquina, agora é a máquina que se submete ao trabalhador ( ) os trabalhadores são organizados em linha e não controlam o processo de produção Assinale a ordem correta das respostas F/V/V/F V/F/F/V F/V/V/V V/V/F/F V/V/V/F Explicação: Todas as opções correspondem a características da sociedade do conhecimento, com excecão de "os trabalhadores são organizados em linha e não controlam o processo de produção", característica própria do fordismo A sociedade do conhecimento é também denominada de sociedade pós-industrial. Para essa corrente de pensamento, o conhecimento é a nova maneira de possibilitar a acumulação de capital. É o saber que é visto como a força da produção e o elemento capaz de gerar riqueza para quem o possui. Afirmam que a atual economia da nossa sociedade é baseada em conhecimento. Isso significa que o eixo da riqueza e do desenvolvimento passa a se deslocar de setores industriais tradicionais (intensivos em mão-de-obra, matéria-prima e capital) para setores cujos produtos, processos e serviços são intensivos em tecnologia e conhecimento. Mesmo na agricultura e na indústria de bens de consumo e de capital, a competição é cada vez mais baseada na capacidade de transformar informação em conhecimento e conhecimento em decisões e ações de negócio. Acreditam que o valor dos produtos depende cada vez mais do percentual de inovação, tecnologia e inteligência, a eles incorporadas. 5a Questão Ocorreu uma mudança no paradigma de comunicação, a lógica comunicacional de ¿um para muitos" foi substituída pela de ¿muitos para muitos", impulsionado pelo surgimento da Internet como meio de disseminação de informações e pelas novas tecnologias motivadas pela digitalização de documentos (LÉVY, 2000; VAZ, 2004). Marque a opção que traduz os textos desta questão: O comunismo A sociedade do conhecimento O Marxismo Teoria do capital humano A neo-teoria do capitalismo Explicação: A sociedade do conhecimento é uma visão da sociedade capitalista que tenta explicar a atual realidade do mundo capitalista marcada pela globalização e a revolução tecnológica. 6a Questão Ao analisar o que dizem os teóricos da sociedade do conhecimento, é possível identificar o caráter ideológico desta visão que anuncia a sociedade pós-capitalista e o fim da relação capital-trabalho. Em uma perspectiva crítica é possível dizer que: I)A sociedade do conhecimento não é o fim da sociedade capitalista, o que ocorre é uma resposta desse sistema à crise do capitalismo. II) No momento atual não vivemos em uma sociedade pós capitalista, mas em um período caracterizado por mudanças no mundo do trabalho e pelo toyotismo. III) na sociedade do conhecimento, a luta de classe continua presente e agora a subjetividade do trabalhador é capturada buscando sua adesão ao novo sistema. IV) na sociedade atual, sob o toyotismo, a exploração do trabalhador é ampliada pela polivalência operária e pela organização do trabalho que busca eliminar a porosidade Assinale: se somente as afirmativas I e III estiverem corretas se somente as afirmativas II, III e IV estiverem corretas se todas as alternativas estiverem corretas se somente a afirmativas III e IV estiverem corretas se somente as afirmativas I e II estiverem corretas Explicação: Para alguns de seus defensores, a sociedade do conhecimento é o momento em que o sistema capitalista é superado. A sociedade do conhecimento é também denominada de sociedade pós-industrial. Para essa corrente de pensamento, o conhecimento é a nova maneira de possibilitar a acumulação de capital. É o saber que é visto como a força da produção e o elemento capaz de gerar riqueza para quem o possui. Afirmam que a atual economia da nossa sociedade é baseada em conhecimento. Em uma perspectiva crítica, ao contrário, é possível afirmar que não vivemos o fim da sociedade capitalista como afirmam os defensores da sociedade do conhecimento. As transformações que os adeptos da sociedade do conhecimento identificam na sociedade atual não correspondem nem a uma sociedade, nem a práticas econômicas novas. Correspondem apenas a uma resposta do capitalismo à crise do fordismo. Trata-se de uma realidade que, apesar de guardar novos contornos e formas específicas, mantém a essência mesma do capitalismo: a acumulação e a apropriação privada dos frutos do trabalho. Na atualidade do capitalismo, bem como na sua origem, estão presentes na produção relações sociais que estabelecem a exploração do trabalho pelo capital (extração de mais-valia). Agora como antes, a categoria trabalho (e não o conhecimento) é central para explicar a sociedade produtora de mercadorias e, sobretudo, a vida humana.. Centrar a análise da sociedade na categoria conhecimento e não na categoria trabalho só mascara as relações de exploração a que estamos submetidos no mundo do trabalho. A sociedade do conhecimento atribuiu à escola a função de formar e conformar o novo tipo de homem exigido pelo projeto neoliberal, através de uma ¿pedagogia do aprender a aprender¿. Longe de propor uma formação humanística que tenha por objetivo a construção de um ser humano em seu sentido amplo, a classe dominante defende uma pedagogia centrada na ¿qualidade¿, buscando a racionalização e otimização do trabalho. A formação do trabalhador nesta proposta tem uma íntima ligação com o mercado e procura ajustar o trabalhador às suas novas demandas. Essa formação é vista como necessária e urgente, recaindo sobre ela a responsabilidade de desenvolvimento do país e sua competitividade no mundo globalizado. Na visão dos críticos, essa leitura da escola e da educação tem como objetivo criar uma unidade moral e intelectual comprometida com a concepção burguesa de sociedade. Deseja-se que a classe trabalhadora continue participando dentro dos marcos delimitados pelas classes dominantes, ressignificando as formas de participação e o sentido histórico da política e da luta sociais. O objetivo desta pedagogia do aprender a aprender é consolidar as novas bases da hegemonia burguesa, legitimando o consenso e a conformação das classes trabalhadoras. Essa necessidade de formação e conformação tem sua origem, de fato, nas mudanças das relações produtivas, na inserção de novas tecnologias e na necessidade de competição intercapitalista, próprias da atual etapa do processo de acumulação capitalista. 7a Questão Para os defensores da sociedade do conhecimento, a economia baseada em conhecimento desloca o eixo da riqueza e do desenvolvimento de setores industriais tradicionais, para setores cujos produtos, processos e serviços são intensivos em: matéria-prima e mão de obra capital e trabalho tecnologia e conhecimento máquinas e equipamentos de base metal-mecânica juros e renda EDUCAÇÃO E ECONOMIA POLÍTICA 9a aula Lupa Vídeo PPT MP3 Exercício: CEL0362_EX_A9_201603488634_V1 21/09/2018 17:03:10 (Finalizada) Aluno(a): MARIA OBETANIA SILVA SOUZA Disciplina: CEL0362 - EDUCAÇÃO E ECONOMIA POLÍTICA 201603488634 1a Questão As sociedades comunais primitivas, coletoras/caçadoras, as sociedades agrícolas/hidráulicas e as sociedades escravistas foram marcadas pela centralidade histórica do trabalho. De uma sociedade sem propriedade privada e baseada no trabalho coletivo, a humanidade passou a experimentar relações de exploração do trabalho alheio, associada à propriedade privada de bens produzidos pelo trabalho. Neste processo histórico de socialização, aconteceram transformações e alguns homens se apoderaram da força de trabalho de outros homens, dando origem à face alienada do trabalho: foi assim no escravismo, na servidão e é assim atualmente, no capitalismo. Esta alienação pode ser entendida como: I. exploração do trabalho alheio que gerava riqueza, II. riqueza que era subtraída do trabalhador. III. manipulação que se exercia sobre as idéias do trabalhador IV. práticas que geravam a incapacidade de trabalho A alternativa que indica adequadamente os dois elementos que expressam o caráter da alienação sofrida pelo trabalho na sociedade capitalista é: I e IV II e IV III e IV II e III I e II 2a Questão "O ato de agir sobre a natureza, transformando-a em função das necessidades humanas, é o que conhecemos com o nome de trabalho. É possível afirmar que a essência do homem é o trabalho. Isso significa que a essência humana não é, então, dada ao homem; não é uma dádiva divina ou natural; não é algo que precede a existência do homem. Ao contrário, a essência humana é produzida pelos próprios homens. O que o homem é, o é pelo trabalho. Se a existência humana não é garantida pela natureza, não é uma dádiva natural, mas tem de ser produzida pelos próprios homens, sendo, pois, um produto do trabalho, isso significa que o homem não nasce homem. Ele forma-se homem. Ele não nasce sabendo produzir-se como homem. Ele necessita aprender a ser homem. Precisa aprender a produzir sua própria existência". O texto acima chama atenção para o fato de que, na sua origem, quando os homens viviem em sociedades comunais e igualitárias : I) Existe uma relação de identidade entre trabalho e educação. II) A produção do homem é, ao mesmo tempo, a formação do homem, isto é, um processo educativo. III) Trabalho e educação correspondem a dimensões que devem permanecer desarticuladas na formação humana Assinale: se somente a afirmativas I estiver correta se somente as afirmativas I e II estiverem corretas se somente as afirmativas I e III estiverem corretas se somente as afirmativas II e III estiverem corretas se todas as alternativas estiverem corretas Explicação: O homem, para sobreviver, age sobre a natureza, transformando-a. E nesse processo se transforma a si próprio e se relaciona com os outros homens através do trabalho. Os homens, em relação, realizam trabalho, isto é, criam e reproduzem sua existência na prática diária. Fazem isto atuando na e sobre a natureza. As mudanças na natureza do trabalho, na apropriação dos instrumentos e das relações de trabalho constituem a diversidade históricado trabalho. Essa diversidade denuncia os processos de exploração do trabalho e do trabalhador. O trabalho, como atividade fundamental da vida humana, existirá enquanto existirmos. O que muda é a natureza do trabalho, as formas de trabalhar, os instrumentos de trabalho, as formas de apropriação do produto do trabalho, as relações de trabalho e de produção. As sociedades comunais primitivas, coletoras/caçadoras, as sociedades agrícolas/hidráulicas e as sociedades escravistas foram marcadas pela centralidade histórica do trabalho. De uma sociedade sem propriedade privada e baseada no trabalho coletivo, onde educação e trabalho se articulam e se identificam, a humanidade passou a experimentar relações de exploração do trabalho alheio, associada à propriedade privada de bens produzidos pelo trabalho. Neste processo histórico de socialização, aconteceram transformações e alguns homens se apoderaram da força de trabalho de outros homens, dando origem à face alienada do trabalho: foi assim no escravismo, na servidão e é assim atualmente, no capitalismo. 3a Questão A categoria princípio educativo do trabalho nos remete a pensar sobre a dupla face do trabalho sob o capitalismo: seu caráter humanizador e alienador. A primeira delas contribui para a realização de uma educação emancipadora e crítica, pois é pelo trabalho que o homem pode: I) reconhecer-se no produto de sua obra II) reivindicar seus direitos III) desmistificar ideologias IV) compreender as relações sociais e a função que elas desempenham na sociedade de classes Assinale: se somente as afirmativas I e III estiverem corretas se somente a afirmativas III e IV estiverem corretas se todas as alternativas estiverem corretas se somente as afirmativas I e II estiverem corretas se somente as afirmativas II, III e IV estiverem corretas Explicação: O trabalho ao mesmo tempo em que é exercido de forma alienada, também pode ser libertador, uma vez que só por ele conseguimos gerar bens (materiais e imateriais) e imprimir valor a estes bens. Independente de qualquer questão, não podemos esquecer a sua dimensão humana. Alienado ou não, o trabalho é uma característica humana. È fundamental entender que o trabalho ao gerar bens, deixa as marcas humanas naquilo que foi produzido. Isso gera ensinamentos e aprendizagens, uma vez que, gerações podem repetir ou aprimorar o produzido. Neste processo que envolve dialeticamente, trabalho, humanização, aprendizado, e saberes, o trabalho ganha um outro sentido: o seu caráter educativo. Assim, o trabalho tem sido visto pelo pensamento crítico como um princípio educativo. Entende-se que o trabalho pode contribuir para a educação do trabalhador, contribuindo para que ele possa reconhecer-se no produto de sua obra, aprendendo a se organizar, reivindicar seus direitos, desmistificar ideologias, dominar conteúdos do trabalho, compreender as relações sociais e a função que nela desempenha. 4a Questão Da mundialização à crise do sistema capitalista atual, do emprego ao desemprego, o trabalho está no centro das nossas vidas. Em uma perspectiva crítica é possível afirmar que o trabalho tem uma dimensão ontológica, o que significa dizer que o trabalho: está em crise na atual sociedade capitalista tem uma dimensão fundamental na constituição de nossa humanidade. tem uma dimensão central na produção da tecnologia joga um papel importante na formação escolar da atualidade é central na vida das elites e classes dominantes Explicação: Sentido ontológico do trabalho (isto é, a compreensão da importância do trabalho para os homens sem levar em conta o modo como ele se manifesta nas sociedades de classe): O homem se destaca da natureza e é obrigado, para existir, a produzir sua própria vida. Assim, diferentemente dos animais, que se adaptam à natureza, os homens têm de adaptar a natureza a si. Agindo sobre ela e transformando-a, os homens ajustam a natureza às suas necessidades O homem se diferencia dos animais a partir do momento em que começa a produzir seus meios de vida. Ao produzir seus meios de vida, o homem produz indiretamente sua própria vida material. (Marx & Engels, 1974) O ato de agir sobre a natureza transformando-a em função das necessidades humanas é o que conhecemos com o nome de trabalho. É possível afirmar que a essência do homem é o trabalho. Isso significa que a essência humana não é, então, dada ao homem; não é uma dádiva divina ou natural; não é algo que precede a existência do homem. Ao contrário, a essência humana é produzida pelos próprios homens. O que o homem é, o é pelo trabalho. É o trabalho que define a essência humana, o que significa que não é possível que o homem viva sem trabalhar 5a Questão No processo histórico de socialização, aconteceram transformações e alguns homens se apoderaram da força de trabalho de outros homens: foi assim no escravismo, na servidão e é assim atualmente, no capitalismo, com o trabalho assalariado. No sistema de acumulação capitalista em que vivemos, o trabalhador não tem a posse dos meios de produção que um dia lhe pertenceram. Assim, estes recursos estão apartados dos trabalhadores. Na sociedade capitalista, onde a forma mercantil exerce uma influência decisiva sobre todas as manifestações da vida, os homens perdem o domínio sobre suas atividades. Esta realidade acima descrita é que explica a seguinte dimensão do trabalho humano: emancipação psicológica libertação alienação ontológica Explicação: Neste processo histórico de socialização, aconteceram transformações e alguns homens se apoderaram da força de trabalho de outros homens, dando origem à face alienada do trabalho: foi assim no escravismo, na servidão e é assim atualmente, no capitalismo. Esta alienação tem um caráter duplo: exploração do trabalho alheio que gerava riqueza, riqueza que era alienada ao trabalhador. Essa alienação acontece, na atualidade, como fruto do modelo econômico hegemônico, no qual o mercado e não o ser humano é elo entre as relações sociais. No sistema capitalista, a centralidade está no lucro e na multiplicação de capitais. Alienação, para Marx, está relacionada ao estranhamento que o trabalhador tem com o produto de seu trabalho. O produto do trabalho não pertence ao trabalhador, mas ao capitalista, dono dos meios de produção. A atividade produtiva deixa então de ser uma manifestação fundamental do homem, que dá sentido à sua existência, para ser um trabalho forçado, determinado pela necessidade. 6a Questão Na sociedade moderna e capitalista fica evidente que a prática educativa é uma prática política por ser determinada pelas relações de poder vigente, bem como, por produzir outras. Portanto, não podemos deixar de considerar que os espaços de convivência e formação humana são espaços de conflitos e contradições, ou seja, de relações de poder que ora se assemelham e ora se diferenciam em sua dinâmica. Assim, podemos compreender que o ensino como prática pedagógica intencional e sistemática necessita de: I - uma organização específica, ou seja, de um rigoroso planejamento. II - uma participação efetiva dos sujeitos envolvidos no processo de ensino e aprendizagem. III - um planejamento individualizado por parte do professor, tendo em vista que sua prática decorre exclusivamente de sua formação. Assinale a alternativa correta: Somente os enunciados I e II estão corretos Somente os enunciados II e III estão corretos Somente o enunciado III está correto Somente o enunciado I está correto Somente o enunciado II está correto Explicação: O trabalho tem sido visto pelo pensamento crítico como um princípio educativo. Entende-se que o trabalho pode contribuirpara a educação do trabalhador, contribuindo para que ele possa reconhecer-se no produto de sua obra, aprendendo a se organizar, reivindicar seus direitos, desmistificar ideologias, dominar conteúdos do trabalho, compreender as relações sociais e a função que nela desempenha O processo de trabalho como o princípio educativo é um dos pontos centrais desenvolvidos por Gramsci sobre a educação. Está calcado na idéia de que o trabalho não pode ser dever de apenas alguns. Poucos não podem viver à custa do trabalho de muitos. Através do processo de trabalho o homem humaniza-se, portanto, todos os homens devem submeter-se ao trabalho. O processo educativo deve estar alicerçado nestes princípios. É com base nesta dimensão ontológica que Marx aponta o trabalho como um princípio educativo. Trata-se de um pressuposto ético-político de que todos os seres humanos são seres da natureza e, portanto, têm a necessidade de alimentar-se, proteger-se das intempéries e criar seus meios de vida. Socializar, desde a infância, o princípio de que a tarefa de prover a subsistência, pelo trabalho, é comum a todos os seres humanos, é fundamental para não criar indivíduos, ou grupos, que exploram e vivem do trabalho de outros (FRIGOTTO, 2001, p. 41) Para Gramsci, o processo de trabalho é um princípio educativo imprescindível na formação da classe trabalhadora para que esta, organizada, concretize o ideal de uma sociedade emancipada, onde o trabalho adquira uma visão crítica da realidade, uma visão coerente e unitária, que leve em conta a historicidade das relações sociais. 7a Questão Aplicação 1. Para Hunt (2002, p. 26), o modo de produção capitalista se define a partir de quatro pressupostos básicos, são eles: produção de mercadorias, orientada pelo mercado; propriedade privada dos meios de produção; um grande segmento da população que não pode existir, a não ser que venda sua força de trabalho no mercado; e comportamento individualista, aquisitivo, maximizador, da maioria dos indivíduos dentro do sistema econômico. Com base nessa afirmação de Hunt é possível concluir que: I ) A sociedade capitalista é uma sociedade mercantil II) A desigualdade social marca a sociedade capitalista III) A força de trabalho é uma mercadoria IV) A propriedade dos meios de produção é comunal Assinale a opção correta: apenas as alternativas I e II são verdadeiras apenas as alternativas III e II são verdadeiras apenas as alternativas I, II e IV são verdadeiras apenas as alternativas II e IV são verdadeiras apenas as alternativas I, II e III são verdadeiras EDUCAÇÃO E ECONOMIA POLÍTICA 9a aula Lupa Vídeo PPT MP3 Exercício: CEL0362_EX_A9_201603488634_V2 21/09/2018 17:05:23 (Finalizada) Aluno(a): MARIA OBETANIA SILVA SOUZA Disciplina: CEL0362 - EDUCAÇÃO E ECONOMIA POLÍTICA 201603488634 1a Questão As sociedades comunais primitivas, coletoras/caçadoras, as sociedades agrícolas/hidráulicas e as sociedades escravistas foram marcadas pela centralidade histórica do trabalho. De uma sociedade sem propriedade privada e baseada no trabalho coletivo, a humanidade passou a experimentar relações de exploração do trabalho alheio, associada à propriedade privada de bens produzidos pelo trabalho. Neste processo histórico de socialização, aconteceram transformações e alguns homens se apoderaram da força de trabalho de outros homens, dando origem à face alienada do trabalho: foi assim no escravismo, na servidão e é assim atualmente, no capitalismo. Esta alienação pode ser entendida como: I. exploração do trabalho alheio que gerava riqueza, II. riqueza que era subtraída do trabalhador. III. manipulação que se exercia sobre as idéias do trabalhador IV. práticas que geravam a incapacidade de trabalho A alternativa que indica adequadamente os dois elementos que expressam o caráter da alienação sofrida pelo trabalho na sociedade capitalista é: II e III I e IV I e II III e IV II e IV 2a Questão "O ato de agir sobre a natureza, transformando-a em função das necessidades humanas, é o que conhecemos com o nome de trabalho. É possível afirmar que a essência do homem é o trabalho. Isso significa que a essência humana não é, então, dada ao homem; não é uma dádiva divina ou natural; não é algo que precede a existência do homem. Ao contrário, a essência humana é produzida pelos próprios homens. O que o homem é, o é pelo trabalho. Se a existência humana não é garantida pela natureza, não é uma dádiva natural, mas tem de ser produzida pelos próprios homens, sendo, pois, um produto do trabalho, isso significa que o homem não nasce homem. Ele forma-se homem. Ele não nasce sabendo produzir-se como homem. Ele necessita aprender a ser homem. Precisa aprender a produzir sua própria existência". O texto acima chama atenção para o fato de que, na sua origem, quando os homens viviem em sociedades comunais e igualitárias : I) Existe uma relação de identidade entre trabalho e educação. II) A produção do homem é, ao mesmo tempo, a formação do homem, isto é, um processo educativo. III) Trabalho e educação correspondem a dimensões que devem permanecer desarticuladas na formação humana Assinale: se todas as alternativas estiverem corretas se somente as afirmativas I e III estiverem corretas se somente as afirmativas I e II estiverem corretas se somente a afirmativas I estiver correta se somente as afirmativas II e III estiverem corretas Explicação: O homem, para sobreviver, age sobre a natureza, transformando-a. E nesse processo se transforma a si próprio e se relaciona com os outros homens através do trabalho. Os homens, em relação, realizam trabalho, isto é, criam e reproduzem sua existência na prática diária. Fazem isto atuando na e sobre a natureza. As mudanças na natureza do trabalho, na apropriação dos instrumentos e das relações de trabalho constituem a diversidade histórica do trabalho. Essa diversidade denuncia os processos de exploração do trabalho e do trabalhador. O trabalho, como atividade fundamental da vida humana, existirá enquanto existirmos. O que muda é a natureza do trabalho, as formas de trabalhar, os instrumentos de trabalho, as formas de apropriação do produto do trabalho, as relações de trabalho e de produção. As sociedades comunais primitivas, coletoras/caçadoras, as sociedades agrícolas/hidráulicas e as sociedades escravistas foram marcadas pela centralidade histórica do trabalho. De uma sociedade sem propriedade privada e baseada no trabalho coletivo, onde educação e trabalho se articulam e se identificam, a humanidade passou a experimentar relações de exploração do trabalho alheio, associada à propriedade privada de bens produzidos pelo trabalho. Neste processo histórico de socialização, aconteceram transformações e alguns homens se apoderaram da força de trabalho de outros homens, dando origem à face alienada do trabalho: foi assim no escravismo, na servidão e é assim atualmente, no capitalismo. 3a Questão A categoria princípio educativo do trabalho nos remete a pensar sobre a dupla face do trabalho sob o capitalismo: seu caráter humanizador e alienador. A primeira delas contribui para a realização de uma educação emancipadora e crítica, pois é pelo trabalho que o homem pode: I) reconhecer-se no produto de sua obra II) reivindicar seus direitos III) desmistificar ideologias IV) compreender as relações sociais e a função que elas desempenham na sociedade de classes Assinale: se somente as afirmativas I e III estiverem corretas se todas as alternativas estiverem corretas se somente a afirmativas III e IV estiverem corretas se somenteas afirmativas II, III e IV estiverem corretas se somente as afirmativas I e II estiverem corretas Explicação: O trabalho ao mesmo tempo em que é exercido de forma alienada, também pode ser libertador, uma vez que só por ele conseguimos gerar bens (materiais e imateriais) e imprimir valor a estes bens. Independente de qualquer questão, não podemos esquecer a sua dimensão humana. Alienado ou não, o trabalho é uma característica humana. È fundamental entender que o trabalho ao gerar bens, deixa as marcas humanas naquilo que foi produzido. Isso gera ensinamentos e aprendizagens, uma vez que, gerações podem repetir ou aprimorar o produzido. Neste processo que envolve dialeticamente, trabalho, humanização, aprendizado, e saberes, o trabalho ganha um outro sentido: o seu caráter educativo. Assim, o trabalho tem sido visto pelo pensamento crítico como um princípio educativo. Entende-se que o trabalho pode contribuir para a educação do trabalhador, contribuindo para que ele possa reconhecer-se no produto de sua obra, aprendendo a se organizar, reivindicar seus direitos, desmistificar ideologias, dominar conteúdos do trabalho, compreender as relações sociais e a função que nela desempenha. 4a Questão Da mundialização à crise do sistema capitalista atual, do emprego ao desemprego, o trabalho está no centro das nossas vidas. Em uma perspectiva crítica é possível afirmar que o trabalho tem uma dimensão ontológica, o que significa dizer que o trabalho: joga um papel importante na formação escolar da atualidade tem uma dimensão fundamental na constituição de nossa humanidade. tem uma dimensão central na produção da tecnologia está em crise na atual sociedade capitalista é central na vida das elites e classes dominantes Explicação: Sentido ontológico do trabalho (isto é, a compreensão da importância do trabalho para os homens sem levar em conta o modo como ele se manifesta nas sociedades de classe): O homem se destaca da natureza e é obrigado, para existir, a produzir sua própria vida. Assim, diferentemente dos animais, que se adaptam à natureza, os homens têm de adaptar a natureza a si. Agindo sobre ela e transformando-a, os homens ajustam a natureza às suas necessidades O homem se diferencia dos animais a partir do momento em que começa a produzir seus meios de vida. Ao produzir seus meios de vida, o homem produz indiretamente sua própria vida material. (Marx & Engels, 1974) O ato de agir sobre a natureza transformando-a em função das necessidades humanas é o que conhecemos com o nome de trabalho. É possível afirmar que a essência do homem é o trabalho. Isso significa que a essência humana não é, então, dada ao homem; não é uma dádiva divina ou natural; não é algo que precede a existência do homem. Ao contrário, a essência humana é produzida pelos próprios homens. O que o homem é, o é pelo trabalho. É o trabalho que define a essência humana, o que significa que não é possível que o homem viva sem trabalhar 5a Questão No processo histórico de socialização, aconteceram transformações e alguns homens se apoderaram da força de trabalho de outros homens: foi assim no escravismo, na servidão e é assim atualmente, no capitalismo, com o trabalho assalariado. No sistema de acumulação capitalista em que vivemos, o trabalhador não tem a posse dos meios de produção que um dia lhe pertenceram. Assim, estes recursos estão apartados dos trabalhadores. Na sociedade capitalista, onde a forma mercantil exerce uma influência decisiva sobre todas as manifestações da vida, os homens perdem o domínio sobre suas atividades. Esta realidade acima descrita é que explica a seguinte dimensão do trabalho humano: psicológica ontológica libertação emancipação alienação Explicação: Neste processo histórico de socialização, aconteceram transformações e alguns homens se apoderaram da força de trabalho de outros homens, dando origem à face alienada do trabalho: foi assim no escravismo, na servidão e é assim atualmente, no capitalismo. Esta alienação tem um caráter duplo: exploração do trabalho alheio que gerava riqueza, riqueza que era alienada ao trabalhador. Essa alienação acontece, na atualidade, como fruto do modelo econômico hegemônico, no qual o mercado e não o ser humano é elo entre as relações sociais. No sistema capitalista, a centralidade está no lucro e na multiplicação de capitais. Alienação, para Marx, está relacionada ao estranhamento que o trabalhador tem com o produto de seu trabalho. O produto do trabalho não pertence ao trabalhador, mas ao capitalista, dono dos meios de produção. A atividade produtiva deixa então de ser uma manifestação fundamental do homem, que dá sentido à sua existência, para ser um trabalho forçado, determinado pela necessidade. 6a Questão Na sociedade moderna e capitalista fica evidente que a prática educativa é uma prática política por ser determinada pelas relações de poder vigente, bem como, por produzir outras. Portanto, não podemos deixar de considerar que os espaços de convivência e formação humana são espaços de conflitos e contradições, ou seja, de relações de poder que ora se assemelham e ora se diferenciam em sua dinâmica. Assim, podemos compreender que o ensino como prática pedagógica intencional e sistemática necessita de: I - uma organização específica, ou seja, de um rigoroso planejamento. II - uma participação efetiva dos sujeitos envolvidos no processo de ensino e aprendizagem. III - um planejamento individualizado por parte do professor, tendo em vista que sua prática decorre exclusivamente de sua formação. Assinale a alternativa correta: Somente os enunciados II e III estão corretos Somente o enunciado I está correto Somente os enunciados I e II estão corretos Somente o enunciado III está correto Somente o enunciado II está correto Explicação: O trabalho tem sido visto pelo pensamento crítico como um princípio educativo. Entende-se que o trabalho pode contribuir para a educação do trabalhador, contribuindo para que ele possa reconhecer-se no produto de sua obra, aprendendo a se organizar, reivindicar seus direitos, desmistificar ideologias, dominar conteúdos do trabalho, compreender as relações sociais e a função que nela desempenha O processo de trabalho como o princípio educativo é um dos pontos centrais desenvolvidos por Gramsci sobre a educação. Está calcado na idéia de que o trabalho não pode ser dever de apenas alguns. Poucos não podem viver à custa do trabalho de muitos. Através do processo de trabalho o homem humaniza-se, portanto, todos os homens devem submeter-se ao trabalho. O processo educativo deve estar alicerçado nestes princípios. É com base nesta dimensão ontológica que Marx aponta o trabalho como um princípio educativo. Trata-se de um pressuposto ético-político de que todos os seres humanos são seres da natureza e, portanto, têm a necessidade de alimentar-se, proteger-se das intempéries e criar seus meios de vida. Socializar, desde a infância, o princípio de que a tarefa de prover a subsistência, pelo trabalho, é comum a todos os seres humanos, é fundamental para não criar indivíduos, ou grupos, que exploram e vivem do trabalho de outros (FRIGOTTO, 2001, p. 41) Para Gramsci, o processo de trabalho é um princípio educativo imprescindível na formação da classe trabalhadora para que esta, organizada, concretize o ideal de uma sociedade emancipada, onde o trabalho adquira uma visão crítica da realidade, uma visão coerente e unitária, que leve em conta a historicidade das relações sociais. 7a Questão Aplicação 1. Para Hunt (2002, p. 26), o modo de produção capitalista se define a partir de quatro pressupostos básicos, são eles: produção de mercadorias, orientadapelo mercado; propriedade privada dos meios de produção; um grande segmento da população que não pode existir, a não ser que venda sua força de trabalho no mercado; e comportamento individualista, aquisitivo, maximizador, da maioria dos indivíduos dentro do sistema econômico. Com base nessa afirmação de Hunt é possível concluir que: I ) A sociedade capitalista é uma sociedade mercantil II) A desigualdade social marca a sociedade capitalista III) A força de trabalho é uma mercadoria IV) A propriedade dos meios de produção é comunal Assinale a opção correta: apenas as alternativas I e II são verdadeiras apenas as alternativas III e II são verdadeiras apenas as alternativas I, II e III são verdadeiras apenas as alternativas II e IV são verdadeiras apenas as alternativas I, II e IV são verdadeiras EDUCAÇÃO E ECONOMIA POLÍTICA 10a aula Lupa Vídeo PPT MP3 Exercício: CEL0362_EX_A10_201603488634_V1 21/09/2018 17:07:45 (Finalizada) Aluno(a): MARIA OBETANIA SILVA SOUZA Disciplina: CEL0362 - EDUCAÇÃO E ECONOMIA POLÍTICA 201603488634 1a Questão Na construção da escola omnilateral, devemos: I) conceber a escola e a educação como um espaço contraditório que, embora reproduza a desigualdade, pode contribuir para transformação social. II) denunciar o caráter ideológico da pedagogia burguesa e fortalecer os movimentos sócio educativos que se colocam a favor do processo de emancipação humana III) combater a o discurso de que o indivíduo é o responsável pela sua inclusão e sucesso no mundo do trabalho IV) criticar as incoerências do projeto educativo da burguesia e chamar atenção para a impossibilidade de realização humana num sistema capitalista excludente. Assinale: se somente as afirmativas II, III e IV estiverem corretas se todas as alternativas estiverem corretas se somente as afirmativas I e II estiverem corretas se somente as afirmativas I e III estiverem corretas se somente a afirmativas III e IV estiverem corretas Explicação: A escola, em uma perspectiva omnilateral e transformadora, não deve ser concebida de modo mecânico como mera reprodutora de mão-de-obra para a produção capitalista (ainda que hegemonicamente cumpra esta função). Não deve ser vista também como instrumento de ascensão social, a partir de uma leitura salvacionista, redentora da escola. É necessário entender a escola a partir de uma análise estrutural e superestrutural da sociedade, enfatizando o caráter histórico da luta de classes. É preciso combater a exacerbação do indivíduo como responsável, através de formação polivalente, por sua inclusão e sucesso no mundo do trabalho. É necessário caminhar na direção contrária ao discurso da empregabilidade, chamando atenção dos trabalhadores para o fato de que ¿o indivíduo pode possuir determinadas condições de empregabilidade e nem por isso garantir sua inserção no mercado de trabalho¿ (GENTILI, 2004, p. 55), para o fato de que a exclusão é um problema estrutural e não individual. Entende-se ser essencial a análise a respeito das incoerências do projeto educativo da burguesia, para compreender a lógica contraditória do capital e chamar atenção para a impossibilidade de realização humana num sistema capitalista excludente. Importa denunciar o caráter ideológico da pedagogia burguesa e fortalecer os movimentos sócioeducativos que se colocam a favor do processo de emancipação humana. Trata-se de colocar nossa atuação acadêmica e política em prol da luta contra os interesses unilaterais da sociedade e da escola capitalista. 2a Questão Sobre a formação omnilateral é possível afirmar que ela: I) corresponde a uma proposta que alija o trabalhador dos saberes e da teoria II) significa uma formação integral voltada para o domínio da ciência, da técnica, da tecnologia, integrando saber geral e profissional e desenvolvendo as potencialidades do sujeito. III) rompe com a formação comprometida com o trabalho alienado, com a divisão do trabalho e com a manutenção das relações de dominação. Assinale: se somente as afirmativas I e III estiverem corretas se somente as afirmativas II e III estiverem corretas se somente a afirmativas II estiver correta se todas as alternativas estiverem corretas se somente as afirmativas I e II estiverem corretas Explicação: Formação omnilateral é aquela que irá ocorrer numa sociedade diferente, não orientada pela capital, nem dividida pelas relações capitalistas de produção. Uma sociedade igualitária e livre. Mas podemos tomar essa formação omnilateral como norte da nossa ação como educadores. Podemos tentar formar de forma diferenciada e transformadora., desde já. Formação omnilateral se refere à ruptura com o homem limitado da sociedade capitalista. Essa ruptura deve ser ampla e radical, isto é, deve atingir uma gama muito variada de aspectos da formação do ser social, expressando-se nos campos da moral, da ética, do fazer prático, da criação intelectual, artística, da afetividade, da sensibilidade, da emoção, etc. Trata-se de uma formação integral, para a vida e para a emancipação do homem, integrando todas as dimensões dos saberes e das práticas. 3a Questão Acerca da sociedade do conhecimento podemos afirmar que,exceto. a pedagogia das competências e estruturas de formação flexíveis, que preparam o indivíduo não mais para o emprego, mas para a empregabilidade se constituem o fruto dessa ideologia no panorama educacional Noção que deriva do determinismo tecnológico; ou seja, de tomar-se a ciência e a tecnologia como entidades autônomas, independentes das relações sociais. Uma sociedade como afirmou Bourdieu pós-industrial e pós-classista. sua marca constante é a mudança veloz, a descontinuidade e a incerteza A promoção dos valores humanos e sociais se tornam uma forte vertente desta visao. 4a Questão Uma formação que integra as diferentes dimensões da vida humana, articulando saberes científicos com saberes técnico-tecnológicos e que capacita o sujeito para atuar de forma ativa na sociedade é denominada de formação: reprodutora neoliberal omnilateral liberal unilateral Explicação: Enquanto a formação unilateral alija o trabalhador dos saberes, a formação omnilateral defende a formação integral dos indivíduos, uma formação para o domínio da ciência, da técnica, da tecnologia, integrando saber geral e profissional e desenvolvendo as potencialidades do sujeito. A integração dos saberes e dos procedimentos técnicos viabiliza o controle dos processos produtivos, que podem deixar de ser um monopólio de um grupo, criando a possibilidade de quebrar a lógica da dominação historicamente construída. 5a Questão Uma formação voltada para a preparação dos indivíduos para atuar no mercado de trabalho é entendida pelo pensamento crítico como uma formação: emancipadora integral unilateral omnilateral ampla Explicação: O que temos, sob o capitalismo é uma formação unilateral, que só valoriza uma dimensão humana: o mercado. Quando dizemos que a formação visa o mercado, estamos falando de uma formação que prepara para o trabalho. Estamos falando também de uma formação que prepara os homens que o sistema capitalista deseja: alguns para pensar e comandar, a maioria para realizar as funções instrumentais; uma formação voltada para preparar as mentes e os corpos que o sistema precisa para continuar existindo e o capital se acumulando. Uma formação de indivíduos poucoreflexivos, nada críticos, individualistas, passivos e submissos, não questionadores. 6a Questão Para o pensamento crítico, a escola capitalista está subordinada aos interesses e às necessidades do modelo de produção e, nesta subordinação, exerce a função de: oferecer iguais oportunidades a todos, de modo a superar a desigualdade social revelar os talentos individuais, favorecendo os processos de ascensão social premiar o esforço individual, garantindo aos mais capazes uma posição social vantajosa preparar os que irão exercer as funções intelectuais, e os que executarão as funções instrumentais ampliar a participação, promovendo a construção de uma sociedade democrática Explicação: A dualidade estrutural do sistema de ensino capitalista se caracteriza por uma bifurcação histórica entre o ensino das diferentes classes sociais, garantindo a cada uma das classes sociais fundamentais, uma trajetória escolar diferenciada. A dualidade educacional se manifesta na constituição de dois ¿sistemas¿ de formação de subjetividades e de duas redes diferentes de escola: uma para os que irão exercer as funções dirigentes e outra para os que irão exercer as funções operacionais. A origem dessa divisão não está na instituição escolar ou nas práticas dos professores, mas na divisão social do trabalho que separa o trabalho intelectual do trabalho corporal, impondo limites ao desenvolvimento pleno das capacidades humanas. A escola capitalista reproduz as relações de produção. Isso significa que ela reproduz uma realidade contraditória, marcada pelo conflito social. Ela vai reproduzir o conflito, a dominação. Assim, dizemos que a escola serve ao capital quando oferece um ensino de baixa qualidade à classe trabalhadora. Por contradição, a escola servirá aos interesses emancipatórios da classe trabalhadora quando oferecer a esta classe um ensino de qualidade. Um ensino que a faça refletir e pensar criticamente. Saber é poder. Garantir trabalhadores uma escola de ótima qualidade é a melhor contribuição que podemos dar ao processo de transformação social. 7a Questão A sociedade e a escola capitalista formam o homem unilateral. Muitas são as formas pelas quais se revela essa unilateralidade. Entre elas é possível mencionar: I) a oferta de uma educação que só objetiva a inserção no mercado de trabalho. II) uma formação estreitamente ligada às dinâmicas econômicas e financeiras III) uma educação voltada para a formação do sujeito produtivo que reproduz as relações estabelecidas na sociedade. Assinale: se somente a afirmativas I estiver correta se somente as afirmativas II e III estiverem corretas se todas as alternativas estiverem corretas se somente as afirmativas I e III estiverem corretas se somente as afirmativas I e II estiverem corretas Explicação: O que temos, sob o capitalismo é uma formação unilateral, que só valoriza uma dimensão humana: o mercado. Quando dizemos que a formação visa o mercado, não estamos falando apenas de uma formação que prepara para o trabalho. Estamos dizendo de uma formação que prepara os homens que o sistema capitalista deseja: alguns para pensar e comandar, a maioria para realizar as funções instrumentais; uma formação voltada para preparar as mentes e os corpos que o sistema precisa para continuar existindo e o capital se acumulando. Uma formação de indivíduos pouco reflexivos, nada críticos, individualistas, passivos e submissos, não questionadores, seja no fordismo, seja no toyotismo. 8a Questão Acerca da estrutura da realidade escolar nas sociedades periféricas podemos afirmar que estao presentes entre suas características, exceto: uma maior democratização de um ensino de qualidade que garante maiores indiceils de empregabilidade uma profunda desigualdade no acesso e na qualidade da educação básica. no caso do Brasil um caso singular de controle quase unidimensional da educação profissional, pelo patronato do Sistema ¿S¿ elevados índices de analfabetismo e uma população economicamente ativa (PEA) com menos de cinco anos de escolaridade sistemas educacionais frágeis e políticas de formação profissional emergenciais ou centradas na idéia de treinamento EDUCAÇÃO E ECONOMIA POLÍTICA 10a aula Lupa Vídeo PPT MP3 Exercício: CEL0362_EX_A10_201603488634_V2 21/09/2018 17:13:20 (Finalizada) Aluno(a): MARIA OBETANIA SILVA SOUZA Disciplina: CEL0362 - EDUCAÇÃO E ECONOMIA POLÍTICA 201603488634 1a Questão Na construção da escola omnilateral, devemos: I) conceber a escola e a educação como um espaço contraditório que, embora reproduza a desigualdade, pode contribuir para transformação social. II) denunciar o caráter ideológico da pedagogia burguesa e fortalecer os movimentos sócio educativos que se colocam a favor do processo de emancipação humana III) combater a o discurso de que o indivíduo é o responsável pela sua inclusão e sucesso no mundo do trabalho IV) criticar as incoerências do projeto educativo da burguesia e chamar atenção para a impossibilidade de realização humana num sistema capitalista excludente. Assinale: se todas as alternativas estiverem corretas se somente as afirmativas I e III estiverem corretas se somente as afirmativas II, III e IV estiverem corretas se somente a afirmativas III e IV estiverem corretas se somente as afirmativas I e II estiverem corretas Explicação: A escola, em uma perspectiva omnilateral e transformadora, não deve ser concebida de modo mecânico como mera reprodutora de mão-de-obra para a produção capitalista (ainda que hegemonicamente cumpra esta função). Não deve ser vista também como instrumento de ascensão social, a partir de uma leitura salvacionista, redentora da escola. É necessário entender a escola a partir de uma análise estrutural e superestrutural da sociedade, enfatizando o caráter histórico da luta de classes. É preciso combater a exacerbação do indivíduo como responsável, através de formação polivalente, por sua inclusão e sucesso no mundo do trabalho. É necessário caminhar na direção contrária ao discurso da empregabilidade, chamando atenção dos trabalhadores para o fato de que ¿o indivíduo pode possuir determinadas condições de empregabilidade e nem por isso garantir sua inserção no mercado de trabalho¿ (GENTILI, 2004, p. 55), para o fato de que a exclusão é um problema estrutural e não individual. Entende-se ser essencial a análise a respeito das incoerências do projeto educativo da burguesia, para compreender a lógica contraditória do capital e chamar atenção para a impossibilidade de realização humana num sistema capitalista excludente. Importa denunciar o caráter ideológico da pedagogia burguesa e fortalecer os movimentos sócioeducativos que se colocam a favor do processo de emancipação humana. Trata-se de colocar nossa atuação acadêmica e política em prol da luta contra os interesses unilaterais da sociedade e da escola capitalista. 2a Questão Sobre a formação omnilateral é possível afirmar que ela: I) corresponde a uma proposta que alija o trabalhador dos saberes e da teoria II) significa uma formação integral voltada para o domínio da ciência, da técnica, da tecnologia, integrando saber geral e profissional e desenvolvendo as potencialidades do sujeito. III) rompe com a formação comprometida com o trabalho alienado, com a divisão do trabalho e com a manutenção das relações de dominação. Assinale: se somente as afirmativas II e III estiverem corretas se todas as alternativas estiverem corretas se somente as afirmativasI e II estiverem corretas se somente as afirmativas I e III estiverem corretas se somente a afirmativas II estiver correta Explicação: Formação omnilateral é aquela que irá ocorrer numa sociedade diferente, não orientada pela capital, nem dividida pelas relações capitalistas de produção. Uma sociedade igualitária e livre. Mas podemos tomar essa formação omnilateral como norte da nossa ação como educadores. Podemos tentar formar de forma diferenciada e transformadora., desde já. Formação omnilateral se refere à ruptura com o homem limitado da sociedade capitalista. Essa ruptura deve ser ampla e radical, isto é, deve atingir uma gama muito variada de aspectos da formação do ser social, expressando-se nos campos da moral, da ética, do fazer prático, da criação intelectual, artística, da afetividade, da sensibilidade, da emoção, etc. Trata-se de uma formação integral, para a vida e para a emancipação do homem, integrando todas as dimensões dos saberes e das práticas. 3a Questão Acerca da sociedade do conhecimento podemos afirmar que,exceto. Uma sociedade como afirmou Bourdieu pós-industrial e pós-classista. A promoção dos valores humanos e sociais se tornam uma forte vertente desta visao. a pedagogia das competências e estruturas de formação flexíveis, que preparam o indivíduo não mais para o emprego, mas para a empregabilidade se constituem o fruto dessa ideologia no panorama educacional sua marca constante é a mudança veloz, a descontinuidade e a incerteza Noção que deriva do determinismo tecnológico; ou seja, de tomar-se a ciência e a tecnologia como entidades autônomas, independentes das relações sociais. 4a Questão Uma formação que integra as diferentes dimensões da vida humana, articulando saberes científicos com saberes técnico-tecnológicos e que capacita o sujeito para atuar de forma ativa na sociedade é denominada de formação: neoliberal liberal omnilateral unilateral reprodutora Explicação: Enquanto a formação unilateral alija o trabalhador dos saberes, a formação omnilateral defende a formação integral dos indivíduos, uma formação para o domínio da ciência, da técnica, da tecnologia, integrando saber geral e profissional e desenvolvendo as potencialidades do sujeito. A integração dos saberes e dos procedimentos técnicos viabiliza o controle dos processos produtivos, que podem deixar de ser um monopólio de um grupo, criando a possibilidade de quebrar a lógica da dominação historicamente construída. 5a Questão Uma formação voltada para a preparação dos indivíduos para atuar no mercado de trabalho é entendida pelo pensamento crítico como uma formação: integral omnilateral unilateral ampla emancipadora Explicação: O que temos, sob o capitalismo é uma formação unilateral, que só valoriza uma dimensão humana: o mercado. Quando dizemos que a formação visa o mercado, estamos falando de uma formação que prepara para o trabalho. Estamos falando também de uma formação que prepara os homens que o sistema capitalista deseja: alguns para pensar e comandar, a maioria para realizar as funções instrumentais; uma formação voltada para preparar as mentes e os corpos que o sistema precisa para continuar existindo e o capital se acumulando. Uma formação de indivíduos pouco reflexivos, nada críticos, individualistas, passivos e submissos, não questionadores. 6a Questão Para o pensamento crítico, a escola capitalista está subordinada aos interesses e às necessidades do modelo de produção e, nesta subordinação, exerce a função de: revelar os talentos individuais, favorecendo os processos de ascensão social preparar os que irão exercer as funções intelectuais, e os que executarão as funções instrumentais premiar o esforço individual, garantindo aos mais capazes uma posição social vantajosa ampliar a participação, promovendo a construção de uma sociedade democrática oferecer iguais oportunidades a todos, de modo a superar a desigualdade social Explicação: A dualidade estrutural do sistema de ensino capitalista se caracteriza por uma bifurcação histórica entre o ensino das diferentes classes sociais, garantindo a cada uma das classes sociais fundamentais, uma trajetória escolar diferenciada. A dualidade educacional se manifesta na constituição de dois ¿sistemas¿ de formação de subjetividades e de duas redes diferentes de escola: uma para os que irão exercer as funções dirigentes e outra para os que irão exercer as funções operacionais. A origem dessa divisão não está na instituição escolar ou nas práticas dos professores, mas na divisão social do trabalho que separa o trabalho intelectual do trabalho corporal, impondo limites ao desenvolvimento pleno das capacidades humanas. A escola capitalista reproduz as relações de produção. Isso significa que ela reproduz uma realidade contraditória, marcada pelo conflito social. Ela vai reproduzir o conflito, a dominação. Assim, dizemos que a escola serve ao capital quando oferece um ensino de baixa qualidade à classe trabalhadora. Por contradição, a escola servirá aos interesses emancipatórios da classe trabalhadora quando oferecer a esta classe um ensino de qualidade. Um ensino que a faça refletir e pensar criticamente. Saber é poder. Garantir trabalhadores uma escola de ótima qualidade é a melhor contribuição que podemos dar ao processo de transformação social. 7a Questão A sociedade e a escola capitalista formam o homem unilateral. Muitas são as formas pelas quais se revela essa unilateralidade. Entre elas é possível mencionar: I) a oferta de uma educação que só objetiva a inserção no mercado de trabalho. II) uma formação estreitamente ligada às dinâmicas econômicas e financeiras III) uma educação voltada para a formação do sujeito produtivo que reproduz as relações estabelecidas na sociedade. Assinale: se somente as afirmativas II e III estiverem corretas se somente as afirmativas I e III estiverem corretas se todas as alternativas estiverem corretas se somente as afirmativas I e II estiverem corretas se somente a afirmativas I estiver correta Explicação: O que temos, sob o capitalismo é uma formação unilateral, que só valoriza uma dimensão humana: o mercado. Quando dizemos que a formação visa o mercado, não estamos falando apenas de uma formação que prepara para o trabalho. Estamos dizendo de uma formação que prepara os homens que o sistema capitalista deseja: alguns para pensar e comandar, a maioria para realizar as funções instrumentais; uma formação voltada para preparar as mentes e os corpos que o sistema precisa para continuar existindo e o capital se acumulando. Uma formação de indivíduos pouco reflexivos, nada críticos, individualistas, passivos e submissos, não questionadores, seja no fordismo, seja no toyotismo. 8a Questão Acerca da estrutura da realidade escolar nas sociedades periféricas podemos afirmar que estao presentes entre suas características, exceto: no caso do Brasil um caso singular de controle quase unidimensional da educação profissional, pelo patronato do Sistema ¿S¿ sistemas educacionais frágeis e políticas de formação profissional emergenciais ou centradas na idéia de treinamento elevados índices de analfabetismo e uma população economicamente ativa (PEA) com menos de cinco anos de escolaridade uma maior democratização de um ensino de qualidade que garante maiores indiceils de empregabilidade uma profunda desigualdade no acesso e na qualidade da educação básica.