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ARTROPLASTIA
TOTAL DE 
QUADRIL
Prof.ª Msc. Vanessa Cocco
O que é 
Artroplastia?
Artroplastia
• Usada nos casos de lesões
articulares graves resultantes:
 Osteoartrite/ Osteoartrose
 Artrite reumatoide
 Necrose avascular.
Tipos Artroplastias
• Substituição
parcial/total
• Ressecção (antigamente)
Girdlestone
Cirurgia de girdlestone
Artroplastia de Ressecção 
de Girdlestone (ARG)
• Consiste na retirada da 
cabeça do fêmur 
• A foi realizada e 
documentada, pela 
primeira vez, por Schmalz
(1817) e White (1821) no 
Tratamento de crianças 
com tuberculose de quadril
Artroplastia de Ressecção 
de Girdlestone (ARG)
• Em 1928, Girdlestone
descreveu esse 
procedimento.
• 1943 – Difusão mundial 
• 1960 - caiu em desuso, com 
o desenvolvimento da ATQ.
Gathorne Robert Girdlestone
Artroplastia de Ressecção 
de Girdlestone (ARG)
• É utilizada quando há falha e/ou infecção
da prótese total de quadril.
Objetivos :
• Alívio do quadro álgico,
• Melhorar a função do paciente
• Erradicar a infecção
• Promover satisfação
Artroplastia de Ressecção 
de Girdlestone (ARG)
Vantagens :
• Pode ser utilizada em casos onde outros
tipos de artroplastias são contra-
indicadas,
• Pode ser convertida em uma ATQ
• Promove alívio da dor
Artroplastia de Ressecção 
de Girdlestone (ARG)
Desvantagens
• É funcionalmente pobre.
• Altera o estilo de vida do paciente.
• Alterações posturais.
• Fadiga precoce (aumento consumo de energia).
• Instabilidade articular pós-operatória.
• Distúrbio da marcha.
• Trendelenburg positivo.
• Necessidade de suporte externo para locomoção.
• Discrepância de membros.
Artroplastia total de quadril -
ATQ
John Charnley, década de 60
• Primeira ATQ realizada com sucesso.
• Remoção da cabeça do fêmur que era 
substituida por uma bola metálica 
com uma haste encaixada no fêmur. 
• A parte acetabular também era 
substituída por uma peça feito de 
polietileno de densidade ultra alta. 
• As duas partes eram presas nos 
ossos por um cimento cirúrgico.
Artroplastia de quadril
Indicações: 
• Dor.
• Limitações funcionais.
• Perda de mobilidade. 
• Indicações 
radiográficas de doença 
intra-articular. 
Artroplastia de quadril 
• Parcial (componente 
femural).
• Total (cimentada, não 
cimentada e híbrida)
• Primária ou Revisão.
Artroplastia Parcial
• Substituição apenas do componente
femoral (parte femoral proximal), e ocorre
a preservação do acetábulo normal.
Artroplastia Total
• Substituição do componente femoral e 
componente acetabular.
Artroplastia Total
Contra-indicações:
• Material ósseo ou suporte 
periarticular inadequado.
• Infecção ativa/Sepse.
• Doenças neurológicas 
progressivas.
• Insuficiencia arterial.
• Indivíduos jovens.
• Déficit musc. ABD
Artroplastia Total
Riscos
• Perdas sanguíneas consideráveis
• Elevada incidência de complicações 
tromboembólicas.
• Instabilidades hemodinâmicas e 
respiratórias durante à inserção do 
componente femoral da prótese.
Artroplastia Total
1. Prótese Híbrida
• Componente acetabular
fixado à bacia através de 
parafusos, e o componente 
femoral fixado com cimento 
no fêmur. 
• Usada em pacientes com até 
75 anos de idade.
Artroplastia Total
2. Prótese Cimentada
• Usa cimento ósseo 
(polimetilmetacrilato) para fixar 
o componente acetabular na 
bacia, e a parte femoral no 
fêmur.
• A mais utilizada é a prótese de 
Charnley: o acetábulo é de 
polietileno de alta intensidade e 
a parte do fêmur é de liga 
metálica. 
• Usada em pacientes com idade 
mais avançada.
Artroplastia Total
3. Prótese não-cimentada
• Acetábulo e componente 
femoral são fixados 
diretamente na 
superfície óssea, sem o 
cimento.
• Indicado para pessoas 
jovens, com boa 
qualidade óssea.
Artroplastia Total
3. Prótese não-cimentada
• Fixação ao osso sob pressão (pressfit). 
• A haste apresenta estrias anteriores e 
posteriores para evitar movimentos 
rotacionais e favorecer a interdigitação e 
a osteointegração ao osso. 
• A haste deve preencher completamente o 
canal femoral e distribuir de maneira 
homogênea os vetores de força. 
• O componente acetabular apresenta 
ranhuras e dentes para melhor fixação.
Artroplastia Total
3. Prótese não-cimentada
Fixação Biológica
Crescimento Ósseo
Artroplastia Total
3. Prótese não-cimentada
Fixação Biológica
Qualidade osso
Mecanismo estabilização 
Transmissão de carga
Implante dependente
Remodelação osso peri-protético
Cimentada X Não-cimentada
• Indicação (idade, sexo, atividade, 
geometria canal)
Cimentada X Não-cimentada
• Indicação (idade, sexo, 
atividade, geometria 
canal)
Não- cimentada Cimentada
Cimentada X Não-cimentada
• Qualidade 
cimento (manto, 
mistura, rolha, 
limpeza canal)
• Espessura ideal 
2,5-3mm
Cimentada X Não-cimentada
• Seleção do implante
Superfícies das próteses 
Metal-Metal
 Pacientes jovens ativos.
 Com boa qualidade óssea do 
fêmur proximal.
Cerâmica-Cerâmica
 Pacientes jovens com menor 
nível atividade física.
 Mais resistente.
Metal/polietileno
Metal/Cerâmica
Cimentada X Não-Cimentada
Interfere na 
Reabilitação?
Grande dúvida: Tempo de Apoio
Cimentada X Não-Cimentada
Descarga de Peso
• Depende do tipo prótese e do
cirurgião.
Prótese não cimentada
• 20-50% descarga peso – toque com
antepé - 6 semanas.
Prótese cimentada
• Marcha com muletas, descarga
parcial - 3 semanas.
• Março de 1998 e agosto de 1999, Hospital Moinhos de Vento
• 35 ATQ não-cimentada (34 pacientes)
 11 sexo masculino e 23 do feminino
 Idade entre 23 e 78 anos (média de 61 anos)
• Diagnósticos: OA (27 quadris), osteonecrose (4 quadris) e
fratura do colo do fêmur 4 quadris).
• Prótese tipo Bicontact-Aesculap
Resultados
• 31 pacientes deambularam com apoio total no 1º PO:
 Sem auxílio de bengala, muleta ou andador.
 Auxílio de outra pessoa.
• 3 pacientes solicitaram a utilização de uma muleta
para auxiliar no equilíbrio:
 Sentiam insegurança e medo de quedas.
Protocolo acelerado: sustentação de 
peso imediata em ATQ não cimentada
Evidências moderadas a fortes 
que não existem efeitos 
adversos de deslocamento ou 
não integração óssea em ATQ 
não cimentada após imediata 
sustentação total de peso.
Conclusão: Não foram encontrados efeitos adversos em pacientes com 
ATQ não cimentada após imediata sustentação total de peso.
ATQ não cimentada
• 2 grupos: apoio imediato X apoio após 3 meses
• Avaliação clínica: Harris hip score
• Outras avaliações: migração da prótese, densidade mineral óssea, RX, 
dual-energy x-ray absorptiometry (DEXA), TC.
• Resultados: não houve diferença entre grupos
ATQ não cimentada
• 2 grupos: apoio total X apoio parcial
• Avaliação: Merle d’ Aubigne hip score, EVA, 
migração prótese (RX).
• Resultados: não houve diferença entre 
grupos
Fatores que interferem na 
Reabilitação
• Tipo prótese
• Abordagem cirúrgica
• Procedimento Cirúrgico
• Idade paciente
• Objetivos do paciente
• Patologias associadas
É importante acompanhar 
o paciente na cirurgia
Tratamento Cirúrgico
Abordagens
• Ântero-lateral (Watson-Jones).
• Póstero-lateral (Gibson).
• Posterior (Kocher-Langenbeck).
• Lateral/transtrocantérica (Charnley).
• Anterior (Smith-Petersen).
Tratamento Cirúrgico
1. Ântero-lateral (Watson-Jones)
• A incisão a 2,5 cm da espinha ilíaca.
• Ântero-superior, cruza o trocanter maior e segue
pela borda anterior do fêmur.
• Entre o glúteo médio e o TFL.• O quadril pode ser luxado com RL + AD.
Músculos abordados:
TFL, Glúteo médio,
Glúteo mínimo
Tratamento Cirúrgico
1. Ântero-lateral (Watson-Jones)
Vantagens
• Boa exposição acetabular.
• Boa exposição do colo e da cabeça.
• Femoral.
Desvantagens
• Inadequada exposição do ilíaco.
• Lesão do mecanismo abdutor.
Tratamento Cirúrgico
2. Póstero-lateral: Gibson
• A incisão na diáfise femoral e na ponta 
do trocanter maior, curva-se 
posteriormente em direção à EIPS.
• A luxação é realizada por FLX + ADD + RL.
• Músculos abordados: glúteo máximo, 
rotadores, glúteo médio
Tratamento Cirúrgico
2. Póstero-lateral: Gibson
Vantagens
• Ampla exposição posterior do quadril
• Não interfere nem lesa o mecanismo abdutor.
Desvantagens
• Risco de paralisia e paresia ciática.
• Aumento de ossificação heterotópica.
• Aumento do índice de luxações nas 
artroplastias.
Tratamento Cirúrgico
3. Posterior: Kocher-Langenbeck
• Inicia-se junto à EIPS segue pela face 
posterior do trocanter maior. 
• A luxação da articulação é realizada 
posteriormente por meio de FLX+ RM.
• Músculos abordados: glúteo máximo, 
piriforme, gêmeo superior, obturador interno 
e gêmeo inferior. 
Tratamento Cirúrgico
4. Lateral / transtrocantérica (Charnley)
• Desinserção total da musculatura
abdutora do trocânter (glúteo médio).
• Risco de lesão do nervo glúteo superior
(claudicação).
• Maior incidência de trombose venosa
profunda.
Tratamento Cirúrgico
5. Anterior (Smith-Petersen)
• Ressecção profunda do TFL, lateralmente 
ao sartório e reto femoral.
• Risco de dano da artéria femoral.
• Pequena exposição do campo operatório.
• Maior índice de sangramento 
transoperatório.
Tratamento Cirúrgico
Tratamento Cirúrgico
Complicações
Tomboembolismo (TVP)
• Complicação mais comum.
• Pode evoluir para embolia 
pulmonar.
• Responsável 50% mortalidade 
PO.
• Sem profixaxia – 40-70%.
• 80-90% - membro operado.
Tratamento Cirúrgico
Complicações
Luxação
• 3% - ATQ primárias.
• 10% - ATQ revisão.
• Associada a retroversão do componente 
acetabular e a tensão inadequada partes 
moles. 
• Posição ideal: 15º anteversão e 45º 
inclinação.
• Maior 25º - qualquer movimento de 
anteversão e incl. Lateral leva a luxação.
Tratamento Cirúrgico
Complicações
Lesão nervosa
• 3,5% - ATQ primárias.
• 7,5% - ATQ revisão.
• Nervos: isquiático, femoral, 
obtiratório e fibular.
• Está associado ao alongamento do 
membro (distensão do nervo), trauma 
intra e PO, extrusão cimento e luxação 
prótese.
Tratamento Cirúrgico
Complicações
Fratura fêmur
• Estabilizar a prótese e 
consolidar a fratura.
• Uso de hastes longas, 
cerclagem e parafusos
Tratamento Cirúrgico
Complicações
Lesão vascular
• Raro (0,2-0,5%).
• Vasos e nervos intrapélvicos.
• Colocação parafusos e afastadores. 
• Quadrante ântero-superior – artéria e veia ilíaca).
Tratamento Cirúrgico
Complicações
Infecção
• 1-2% - ATQ primárias.
• 3-4% - ATQ revisão.
• Staphilococcus aureos e S. epidemidis – 50-75% 
das infecções.
Discrepância Membros
• Complicação mais comum.
• Alongamento é mais frequente até 2cm.
Avaliação pré -operatória
• Avaliar estado geral de saúde
• Perimetria, FM, goniometria, 
discrepância membros
• SF 36 (qualidade de vida)
• Harris Hip Score (HSS)
Avaliação pré -operatória
Harris Hip Score (HSS)
 Dor
 Função (marcha, claudicação, apoio, 
distância percorrida)
 Atividade funcional (escada, AVD’s, 
sentar)
 Deformidades (contratura, discrepância)
 ADM
 Marcha trendelemburg
Avaliação pré -operatória
Harris Hip Score (HSS)
Pontuação
• 90-100 – excelente
• 80=90 – bom
• 70—80 – satisfatório
• Abaixo 70 - fraco
Orientações pré-operatória
• Rotina pós-operatório
• Trocas de decúbitos
• Exercícios
• Movimentos leito (incisão)
• Crioterapia
• FM MsSs
• Adaptação AVD’s
• Treino marcha
Orientações PO ao Paciente
Sentado
EVITAR sentar em sofás ou 
poltronas baixas.
Não cruzar as pernas.
Para levantar deslocar-se para 
a beira do assento, levar a 
perna operada à frente e 
levantar-se fazendo força com 
a perna não operada.
Dar preferência a cadeiras 
firmes e com braços.
Orientações PO ao Paciente
Banheiro
• Assento mas elevado.
• Ao tomar banho, usar 
cadeira no box, tapete 
antiderrapante.
• Orientar uso de barras 
apoio.
Orientações PO ao Paciente
Deitado
• NÃO inclinar o tronco sobre 
o seu quadril para puxar o 
cobertor.
• Deitar sobre o lado não 
operado e colocar 
travesseiros entre as pernas. 
• Só será permitido deitar 
sobre o lado operado após 3 
meses de cirurgia.
Orientações PO ao Paciente
Deitado
• NÃO cruzar a perna 
operada sobre a outra.
Orientações PO ao Paciente
Subir e descer escadas
• Subir: a perna não operada sempre subirá
primeiro.
• Descer: a perna operada desce primeiro.
Orientações PO ao Paciente
Utilizando o carro
• Para entrar no carro, sente-se com as
pernas ainda para fora do carro, e leve
as pernas e os joelhos juntos para dentro
do carro.
• Para sair, faça a mesma coisa.
• Para dirigir, precisará da aprovação do 
médico
Diretrizes 
• Periodização: 12 semanas
• 1º-7º PO – Hospital (variável)
• 2º /3º sem – 3x/sem. Domicílio/ fisioterapia
• 4º/10º sem. – 3x/sem. 
Fisioterapia/hidroterapia 
• 11º-12º sem- 2x sem.
Fisioterapia/hidroterapia 
Fisioterapia PO Hospitalar
1º P.O
Objetivos
• Ventilação 
pulmonar
• Retorno venoso 
(TVP)
• FM MsSs
• FM Contralateral
Precauções -
ADM
• FLX – 100º
• EXT – 20º
• ADD/ABD –
neutra.
Fisioterapia PO Hospitalar
1º P.O
Condutas:
• Manter coxim ABD.
• Movimentos ativos tornozelo
• Exercícios respiratórios.
• Isometria músculos perna 
contralateral.
• Crioterapia.
Fisioterapia PO Hospitalar
2º P.O
Objetivos:
• Ventilação pulmonar
• Retorno venoso (TVP)
• ADM passiva
• Transferência peso
• Transferência leito/poltrona
• Treino marcha muletas/andador
Fisioterapia PO Hospitalar
2º P.O
Condutas:
• Retirada dreno
• Extensão joelho
• Contração isométrica
• ADM passiva 
• ( FLX/EXT, ADD /ABD até neutra)
• Transferência peso
• Treino marcha descarga parcial
• Crioterapia
Dutton, 2010
Fisioterapia PO Hospitalar
2º P.O
• Transferências: leito cadeira ortostase
Cuidar hipotensão!
• Marcha: uso de andador, muletas.
• Sustentação de peso:
Próteses cimentadas:
• Apoio precoce (2o ou 3o dia P.O.).
• Conforme tolerância do paciente.
Próteses não-cimentadas:
• Crescimento ósseo até ± 6 semanas P.O.
• Apoio parcial x apoio total ???
Fisioterapia PO Hospitalar
4º P.O
Objetivos:
• Ventilação pulmonar
• Retorno venoso (TVP)
• ADM passiva
• Transferência peso
• Transferência leito/poltrona
• Treino marcha muletas/andador
Fisioterapia PO Hospitalar
4º P.O
Condutas:
• Independência no banheiro
• Treino marcha 
• Continuação exercícios
• Crioterapia
Fisioterapia PO Hospitalar
5ª-7º P.O
Condutas:
• Treino AVD’s
• Iniciar subir e descer escadas
• Exercícios ativo assistidos ADD,FLX,EXT
Fisioterapia PO –
até 3º semana
Objetivos:
• Redução sinais inflamatórios
• Manter ADM
• Treino Marcha
• Fortalecimento muscular
• Independência AVD’s
Fisioterapia PO –
até 3º semana
Condutas:
• Exercícios ativos quadríceps , IQT, 
ABD, ADD, EXT
• EENM
• Alongamento (cuidar musculatura 
abordada e luxação)
• Exercícios CCF
• Treino AVD’s
• Treino equilíbrio bipodal
Fisioterapia PO -
4º semana até 10º semana
Objetivos:• Manter ADM
• Treino marcha sem muletas
• Força muscular
Fisioterapia PO -
4º semana até 10º semana
• Quando o membro operado for o ESQ, 
poderá dirigir carro automático (3º semana 
ou após retirada dos pontos) e carro 
mecânico na 6º semana.
• Quando o membro operado for o DIR, 
poderá dirigir na 6º semana.
Fisioterapia PO -
4º semana até 10º semana
• EXT quadril
• Progressão uso de carga
• Exercícios resistência elástica
• Treino marcha
• Treino equilíbrio bipodal
• Hidroterapia
Fisioterapia PO -
11º semana até 12º semana
Objetivos:
• Manter FM e resistência
• Treino equilíbrio estático e dinâmico 
bipodal e unipodal
• Marcha sem claudicação
Fisioterapia PO –
11º semana até 12º semana
Objetivos / Condutas:
• Manter FM e resistência
• Marcha linha (AP, LAT, 
ELEV, diagonal).
• Terreno instável (cama 
elástica, transf. peso 
AP,LL)
• Equilíibrio monopodal
terreno estável e instável
• Objetivos: Avaliar a função e a QV dos pacientes pós-artroplastia de 
Girdlestone.
• Local: Ambulatório Hospital São Paulo maio a novembro 2005.
• Métodos: 2 grupos:
 Girdlestone unilateral (n=9)
 Girdlestone + ATQ contralateral (n=3) 
Avaliações: 
• Questionário genérico de qualidade de vida SF-36
• Harris Hip Score (HHS)
Resultados:
Questionário genérico de qualidade de vida SF-36
ARG unilateral ARG + PTQ contralateral
BOM
MODERADO
RUIM
Resultados:
Harris Hip Score (HHS)
ARG + ATQ - 1 indivíduo BOM
- Moderado e Ruim
ARG Unilat. - 77,8% Resultados funcionais ruins
Resultados:
Harris Hip Score (HHS)
• Marcha (n-12): 11 claudicação
• Suporte Externo: 
 ARG + ATQ – 100
 ARG Unilat.:
 3 andador
 1 sem auxílio – claidicação severa
 1 cadeirante
 1 uma muleta
 1 duas muletas
 2 uma bengala (curta distância
Resultados:
Harris Hip Score (HHS)
• Todos apresentaram discrepância MsIs
• Trendelenburg
• 12 pacientes - 7 compensação calçado
- 3 sem prescrição
- 2 não adaptaram
Resultados:
Resultados:
Resultados:
Resultados: 
• N = 11 ECRs, com qualidade metodológica mista.
• A terapia de exercícios variou muito em termos de tipo e tempo.
• Resultados favoráveis ao ciclo de ergômetro e ao treinamento de 
força máxima: Fase pós-operatória precoce.
• Resultados inconclusivos para exercícios aquáticos, exercícios no 
leito sem resistência externa ou sem aumento progressivo de 
acordo com o princípio de sobrecarga e tempo. 
• Resultados favoráveis para exercícios de suporte de peso: fase 
pós-operatória tardia (> 8 semanas pós-operatório).
Conclusão: evidências insuficientes para construir um protocolo 
detalhado de exercicios baseado em evidências após THA. 
Caso Clínico - PRÁTICA
• Paciente 62 anos
• Fumante
• ATQ E há 3 anos
• Queixa dor quadril D (contra-lateral) e 
falta FM musculatura ABD E
• Deambula curta distância (casa) sem 
apoio
Caso Clínico - PRÁTICA
Caso Clínico - PRÁTICA

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