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apostila quiropraxia

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HUMANIVERSIDADE HOLÍSTICA 
Quiropraxia 
 
 
 
 
Humaniversidade Holística 1 
 
 
Índice 
 
 
 
 Matéria: Páginas: 
 
1. Histórico____________________________________________________________ 
2. Objetivo e Tratamento_________________________________________________ 
3. Coluna Vertebral_____________________________________________________ 
4. Indicações, Contraindicações e Complicações______________________________ 
5. Terapia Manual______________________________________________________ 
6. Noções de Quiropraxia_________________________________________________ 
7. Treinamento da Coluna________________________________________________ 
8. Resumo e Origem da Quiropraxia________________________________________ 
9. Referências Bibliográficas_______________________________________________
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
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Humaniversidade Holística 2 
 
Histórico 
 
Entre os séculos XV e XVI o Japão vivia momentos de grande agitação política. Havia um sentimento 
de unificação das várias províncias num governo único. Muitos dos senhores dessas províncias 
disputavam, porém, o poder a qualquer custo e, para isso, se utilizavam de métodos mais escusos. 
Os samurais, guerreiros de elite, em alguns casos, participavam dessas lutas e foi nesta época que 
surgiram as primeiras manifestações da técnica de nome Seitai. Mas seus movimentos eram muito 
“violentos”, pois para os samurais só os valentes poderiam se beneficiar deste tipo de tratamento. Isto 
contribuiu para que o Seitai não se tornasse popular. 
O contato maior com essa técnica no ocidente se deu com a migração dos Orientais para as Américas, 
mas o impulso maior ocorreu após a Segunda Grande Guerra, pois o exército japonês utilizava o Seitai 
largamente. Sem dados documentados ou mesmo históricos, podemos dizer que a técnica Quiroprática 
tem fundamentos baseados no Seitai. 
Com o desenvolvimento prático e teórico da Quiroprática nos EUA, o Seitai ficou relegado a poucos 
praticantes no Brasil e inclusive no Japão. Por não possuir regras devidamente escritas, a tendência é de 
o Seitai ser incorporado a outras técnicas. 
De qualquer forma não importa o nome e nem a maneira como se aplica uma técnica, o que vale são 
os resultados positivos no tratamento do corpo humano. 
 
Objetivo e Tratamento 
 
O Seitai não pretende ser infalível como técnica de tratamento ósseo; outras técnicas de eficiência 
comprovada não permitiriam tal fato. 
O cliente deverá permanecer passivo ás manipulações cabendo, portanto, ao massagista a iniciativa da 
manipulação. Então, Seitai se autodefine como uma ginástica passiva. 
O objetivo principal é de desobstruir os nervos radiais das calcificações que porventura as estejam 
pinçando. E para isto, após a aplicação dos movimentos, O massagista com seu polegar localiza as 
calcificações laterais da coluna e, ainda com seus polegares, pressiona-as para baixo e para dentro. 
 
NOTA: Este amassamento as calcificações pode ser executado com um pequeno bastão de maneira, 
de forma a aprofundar e melhorar o tratamento. 
 
Coluna Vertebral 
 
É formada por 33 ossos denominados vértebras, que estão agrupadas em 5 regiões, a saber: região 
cervical (7 vértebras); região torácica (12); região lombar (5); região sacral (5) e região coccígea (4). As 
regiões cervical, torácica e lombar são ditas verdadeiras, pois possuem movimento devido estarem 
agrupadas num só osso. 
A coluna possui curvaturas próprias, que têm a função de dar equilíbrio ao corpo humano. Vista de 
lado ela representa uma formação em “S”, sendo, que a curvatura para frente é chamado lordose 
(cervical e lombar), e para trás é chamada de cifose (torácica e sacrococcígea). As cifoses são curvaturas 
primárias (origem fetal), as lordoses são curvaturas secundárias ou de compensação. Elas surgem a partir 
do 7º ou 8º mês de vida, quando a criança começa a sentar-se (cervical), e se completa em torno de 1 ano 
quando se começa a andar (lombar). 
Outra curvatura é a escoliose que ao contrário das já citadas surge a partir de posturas indesejáveis a 
que submetemos a coluna (ou seja, sentar errado, dormir de lado, dirigir apoiando-se na porta, etc.) Ela 
apresenta um desvio para a direita ou esquerda em um ou mais pontos. 
 
Humaniversidade Holística 3 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Humaniversidade Holística 4 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 O massagista se posiciona de tal forma 
que transfira o peso de seu corpo para os 
membros superiores. As mãos deste deverão 
estar exatamente sobre a coluna do cliente. O 
movimento deverá iniciar-se na altura da T12 
até C5, sempre na expiração do cliente. 
Recomenda-se o uso de um elemento mais 
resistente (uma lista telefônica, por exemplo) na 
altura da caixa torácica do cliente para facilitar o 
movimento. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 O massagista posicionará suas mãos de tal 
forma a encontrar a máxima articulação da 
região cervical do cliente, O massagista 
executará a torção do pescoço de forma rápida 
e num só movimento. Estará sendo trabalhada 
a região das vértebras C1 a C3. Sempre 
verificar que o cliente esteja relaxado. Nunca 
realizar o movimento em caso deste estar 
tenso. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 O massagista inicialmente procura a 
máxima articulação do pescoço a noventa graus, 
e na expiração do cliente ele deverá pressionar 
tanto o queixo como o ombro do mesmo. 
Observar sempre que o cliente esteja bem 
relaxado. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 O massagista deverá travar a perna 
flexionada do cliente e realizar a torção da 
região lombar (altura da T12 até L5). 
Importante frisar que este movimento pode ser 
executado mais de uma vez, pois se trata de 
uma região muito resistente. Enquanto puxa o 
ombro, o massagista empurra a bacia do 
cliente. 
 
Humaniversidade Holística 5 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
O massagista executará a torção da região 
lombar agora para o outro lado. Para tanto, 
deverá puxar o ombro do cliente enquanto 
empurra a bacia. Este movimento também pode 
ser executado mais de uma vez. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 O massagista posiciona o membro 
inferior do cliente em forma de um quatro (4). 
Procura a máxima abertura e, na expiração 
deste, pressiona o joelho em um movimento 
rápido e seguro. Ao pressionar o joelho do 
cliente, certifique-se que sua outra mão esteja 
pressionando a crista ilíaca oposta. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 O massagista posicionará a perna 
flexionada do cliente no sentido do seu ombro 
adjacente. Primeiramente se procura o máximo 
dobramento e, na expiração do cliente. O 
massagista pressiona a coxa do mesmo contra 
seu tórax. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 O massagista posicionará agora a perna 
flexionada do cliente no sentido do seu ombro 
oposto. Certifica-se que se encontrou a 
máxima dobradura. O massagista deverá 
pressioná-la de encontro ao tórax do cliente. 
Para um melhor aproveitamento do 
movimento, O massagista poderá utilizar sua 
perna para conservar o ângulo da perna 
flexionada

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