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2017 
Helinaldo 
Universidade do Estado do Amazonas 
30/10/2017 
 CIRURGIA E ANESTESIOLOGIA 
 
 
Helinaldo Corrêa da Conceição 
helinaldouea@gmail.com 
 
 
Helinaldo Correa nasceu em Manicoré Amazonas em 19-11-1985 
Cursou até o 3 º período de Matemática na UFAM Campos Humaitá – Am 
Foi monitor de Prótese Parcial Removível entre Agosto a Dezembro de 2014 
Atualmente cursa Odontologia na UEA Campos Manaus – Am. 
Curriculum Lattes: http://buscatextual.cnpq.br/buscatextual/visualizacv.do?id=K4462273Y5 
Blogger: http://correamani.blogspot.com.br/ 
Wordpress: http://helinaldouea.wordpress.com 
Twitter: https://twitter.com/Aldohelinaldo 
Facebook: https://www.facebook.com/profile.php?id=100007037956953 
Página Vestibular UEA: https://www.facebook.com/groups/718228214878832/ 
Página: https://www.facebook.com/Amor-ao-Senhor-Jesus-255539141491422/ 
Facebook: https://www.facebook.com/profile.php?id=100010170823020&fref=ts 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
“... não temas, porque eu sou contigo; não te 
assombres, porque eu sou o teu Deus; eu te 
fortaleço, e te ajudo, e te sustento com a 
minha destra fiel.” (Isaías 41:10) 
 
 
 
Helinaldo Corrêa da Conceição 
helinaldouea@gmail.com 
 
 
Agradecimento aos professores 
 
Drº. Marcelo Oliveira 
Msc. Valber Martins 
Msc. Gustavo Albuquerque 
Drº Flávio Fayad 
Drº Joel Motta 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Helinaldo Corrêa da Conceição 
helinaldouea@gmail.com 
 
 
Sumário 
Neuroanatomia do Nervo Trigêmeo 
Semiologia e Biossegurança 
Princípios de Anestesia Local, Histórico, Equipamentos e Materiais. 
Técnicas de Anestesia Maxilar 
Técnicas de Anestesia Mandibular e Técnicas de injeção suplementar 
Biossegurança em cirurgia bucal 
Metodização Cirúrgica: Diérese, Exérese e Hemostasia. 
Metodização Cirúrgica: Síntese 
Farmacologia dos Anestésicos Locais 
Treinamento de sutura 
Estudo prático dos instrumentais e montagem do campo operatório 
Farmacologia dos Vasoconstrictores 
Acidentes e Complicações em Anestesia 
Exodontia: Indicações, contraindicações. 
Técnica Alveolar por Fórceps 
Exodontia: Técnica Alveolar por elevadores e Técnica Aberta 
Acidentes e Complicações em Exodontia 
Processo de Reparo e Tratamento da Ferida Cirúrgica 
Exames complementares: Solicitação e princípios de interpretação 
Abordagem Cirúrgica das Infecções Odontogênicas 
Terapêutica Medicamentosa em Cirurgia 
Traumatismo Alvéolo dentário 
 
 
CIRURGIA E ANESTESIOLOGIA 
 
 
Helinaldo Corrêa da Conceição 
helinaldouea@gmail.com 
 
 
 
O NERVO TRIGÊMEO (V) 
É assim denominado por possuir três ramos calibrosos distribuídos por áreas extensas da face, tanto 
superficiais como profundas. 
Nervos: Oftálmico 
 Maxilar=> forame redondo cai em concurso‼‼‼! 
 Mandibular=> forame oval 
Gânglio Trigeminal=> É a maior massa ganglionar do nosso corpo. É o único gânglio localizado 
no interior do crânio, protegido por um recesso formado por uma camada dupla de dura-máter, além 
de pia-máter e aracnoide. 
O gânglio trigeminal=> Localiza-se na fossa média do crânio, alojado em uma depressão 
encontrada próximo ao ápice da parte petrosa do osso temporal, chamada impressão trigeminal. 
No gânglio trigeminal=> Encontram-se os neurônios responsáveis pela sensibilidade exteroceptiva 
(dor, temperatura, tato e pressão) da maioria das estruturas da face e sensibilidade proprioceptiva, 
advinda da articulação temporomandibular. 
 
Nevio maxilar y sus ramas(Rs, Ramas; N, Nervio). (Datos de Liebgott B: The anatomical basis 
of dentistry, 2ª. Ed., St. Louis, 2001, Mosby.) 
 
 
Helinaldo Corrêa da Conceição 
helinaldouea@gmail.com 
 
 
Semiologia 
Semiologia: estudo dos sinais e sintomas. 
Sintoma: manifestação subjetiva. 
Sinal: manifestação objetiva. 
Sinal patognomônico: exclusivo de uma doença e indica de maneira absoluta sua existência, 
especificando-lhe o diagnóstico. 
Quadro clínico ou sintomatologia: é o conjunto de sinais e sintomas. 
Síndrome: conjunto de sinais e sintomas comuns a uma determinada doença. 
Pródromo: conjunto de sintomas que antecedem o surgimento do quadro clínico de uma doença. 
Semiotécnica (manobras de diagnóstico): técnica de colheita dos sinais e sintomas. 
Inspeção: visão a olho nu. 
Palpação: tato ou compressão. 
Percursão: batidas (ato de percutir). 
Auscultação: ouvir sons ou ruídos produzidos no organismo. 
Propedêutica clínica: interpretação dos dados da semiotécnica. 
Diagnóstico: identificação e conhecimento da doença através da observação de seus sinais e 
sintomas. 
Prognóstico: conhecimento sobre a evolução da doença. 
Tratamento ou terapêutica: conjunto de medidas utilizadas para resolução da doença ou agravo. 
Proservação: período após o tratamento em que o paciente é acompanhado. 
Anamnese 
Identificação: nome, idade (data de nascimento), sexo, raça, estado civil, procedência, endereço, 
profissão. Documentação! 
Queixa principal: razão principal da visita do paciente. Características: sucinta, com as palavras do 
paciente. Pode incluir: dor, ferida, queimação, sangramento, amolecimento de dentes, distúrbios de 
erupção dos dentes, boca seca ou excesso de saliva, inchaço, gosto ruim, mau hálito, dormência, 
estética, dificuldade para falar, dificuldade para mastigar, e outras. 
História da doença atual: história da queixa principal, desde seu início, fatos modificadores, 
tratamentos já realizados, até o momento do exame. Pode incluir: início, duração, intensidade, alívio 
ou agravamento, o que o paciente tentou fazer para tratar, fatos ou situações que o paciente 
relaciona ao início da doença. 
 
 
Helinaldo Corrêa da Conceição 
helinaldouea@gmail.com 
 
 
História pregressa: toda a história de saúde do paciente. História médica: doenças agudas ou 
crônicas, internações, cirurgias, uso de medicação, alergias, gestação, tabagismo, alcoolismo, e 
outros hábitos. História odontológica: tratamentos realizados, uso prévio de anestesia local, 
cicatrização de feridas bucais, sangramentos, doenças recorrentes (herpes, aftas), hábitos de higiene 
e outros hábitos bucais. 
História familiar: distúrbios de saúde de ascendentes ou descendentes do paciente, história de 
contatos no convívio sócio familiar com pacientes doentes. 
Exame físico geral: estado geral do paciente (BEG, debilitado), biótipo, marcha, postura, palidez, 
cianose, icterícia, tumefações visíveis, pressão arterial, frequência cardíaca, regularidade e força do 
pulso, fácies. 
Exame físico loco-regional: 
Extrabucal: face, olhos, nariz, ouvido, pescoço, linfonodos, musculatura cervico-facial. 
Intrabucal: pele e semimucosa dos lábios, mucosas labial, alveolar, jugal, soalho bucal, ventre da 
língua, dorso e bordas laterais da língua, gengiva e rebordo alveolar, palato duro, palato mole e 
pilares tonsilares, orofaringe. (BORAKS, 2011) 
 
Quem não sabe o que procura não interpreta o que acha. 
 Claude Bernard 
 
 
 
 
 
Helinaldo Corrêa da Conceição 
helinaldouea@gmail.com 
 
 
IMAGINOLOGIA 
Normal 
 
Encurtada 
 
Alongada 
 
Tabela para a tomada radiográfica 
 
 
Helinaldo Corrêa da Conceição 
helinaldouea@gmail.com 
 
 
 
 
Revelador 15 segundos 
Água 
Fixador 2 minutos 
BIOSSEGURANÇA 
Biossegurança em Odontologia é o conjunto de procedimentos adaptados no consultório com o 
objetivo de dar proteção e segurança ao paciente, ao profissional e sua equipe (Lima, Minholo & 
Ito).O único meio de prevenir a transmissão de doenças é o emprego de medidas de controle de infecção 
como equipamento de proteção individual (EPI), esterilização do instrumental, desinfecção do 
equipamento e ambiente, antissepsia da boca do paciente. 
 
 
Helinaldo Corrêa da Conceição 
helinaldouea@gmail.com 
 
 
São essenciais a padronização e manutenção das medidas de biossegurança como forma eficaz de 
redução de risco ocupacional, de infecção cruzada e transmissão de doenças infecciosas. 
Conceitos 
Assepsia: é o conjunto de medidas adotadas para impedir que determinado meio seja contaminado. 
Antissepsia: é a eliminação das formas vegetativas de bactérias patogênicas de um tecido vivo. 
Limpeza: é a remoção da sujidade de qualquer superfície, reduzindo o número de microrganismos 
presentes. Esse procedimento deve obrigatoriamente ser realizado antes da desinfecção e/ou 
esterilização. 
Desinfecção: é um processo que elimina microrganismos patogênicos de seres inanimados, sem 
atingir necessariamente os esporos. Pode ser de alto nível, intermediário ou baixo. 
Esterilização: é um processo que elimina todos os microrganismos: esporos, bactérias, fungos e 
protozoários. Os meios de esterilização podem ser físicos ou químicos. 
Classificação dos Instrumentos 
 
Artigos => São instrumentos de diversas naturezas que podem ser veículos de contaminação. 
Artigos Críticos – São os artigos que penetram através da pele e mucosas adjacentes, atingindo 
tecidos subepiteliais e sistema vascular. Inclui materiais como agulhas, lâminas de bisturi, sondas 
exploradoras, sondas periodontais, material cirúrgico e outros. Devem ser obrigatoriamente 
esterilizados ou uso único (descartável) 
Instrumentos semicríticos: são instrumentos que entram em contato com a mucosa ou pele íntegra 
(moldeiras, espelhos, instrumentais para restaurações). Podem ser desinfetados, mas quando 
possível e preferencialmente esterilizados. 
Instrumentos não críticos: entram em contato apenas com a pele íntegra ou não entram em contato 
com o paciente. (pinça perfuradora de lençol de borracha, arco de Young, mufla). Devem ser 
desinfetados. 
 
 
Helinaldo Corrêa da Conceição 
helinaldouea@gmail.com 
 
 
3 Procedimentos segundo o risco de contaminação 
Procedimentos críticos: quando há penetração no sistema vascular (cirurgias e raspagens 
subgengivais) 
Procedimentos semicríticos: quando entram em contato com secreções orgânicas (saliva) sem 
invadir o sistema vascular (inserção de material restaurador, aparelho ortodôntico). 
Procedimentos não críticos: quando não há contato com secreções orgânicas nem penetração no 
sistema vascular. Na Odontologia não existe nenhum procedimento que possa ser classificado nessa 
categoria. 
4 Medidas de Proteção Pessoal (Profissional e Equipe) 
4.1 Imunização contra Hepatite B 
A imunização contra a Hepatite B é realizada em três doses. A segunda dose um mês após a 
primeira e a terceira, seis meses após a segunda. Deve-se fazer teste sorológico para confirmação da 
imunização. Deve ser feito reforço da vacina a cada 5 anos. 
4.2 Equipamento de Proteção Individual (Barreiras) 
Gorro (tipo touca): deve recobrir todo o cabelo e orelhas, protegendo-os principalmente dos 
aerossóis. Deve ser de usos únicos e descartáveis em lixo contaminado. 
Avental: evita o contato da pele e roupas pessoais com os microrganismos do campo de trabalho. 
Seu uso deve ser restrito ao local de trabalho. Podem ser: 
- não cirúrgico: para procedimentos semicríticos. Devem ser trocados diariamente ou quando 
apresentarem contaminação visível por sangue ou fluidos. 
- cirúrgico estéril: para procedimentos críticos. É vestido após a paramentação do profissional e 
degermação das mãos. 
Máscara: proteção das vias aéreas superiores (3 camadas) - descartável. 
 
 
Helinaldo Corrêa da Conceição 
helinaldouea@gmail.com 
 
 
Óculos de Proteção: proteção biológica e mecânica. Devem ser fechados lateralmente. Devem ser 
lavados e desinfetados. 
Luvas: as mãos devem ser lavadas antes de calçar as luvas que devem ser descartadas a cada 
procedimento em lixo contaminado. 3 tipos: 
- procedimentos: não estéreis para procedimentos semicríticos. 
- cirúrgicas: embaladas individualmente para procedimentos críticos. 
- limpeza: látex grosso e resistente. Para a manipulação de instrumental contaminado, para 
procedimentos de limpeza e desinfecção do consultório. Devem ser desinfetadas após o uso. São 
reutilizáveis. 
=> Sobre Luvas: Utilizadas quando o profissional deixar o campo de trabalho para tocar em algum 
objeto ou superfície, e retirada quando o mesmo voltar para o campo de trabalho. Deve ser trocada a 
cada paciente. 
5 Campos de trabalho 
=> Campo estéril: para procedimentos críticos. 
=> Barreiras de PVC: para procedimentos semi-críticos. Devem ser trocadas a cada paciente. 
6 Preparo do instrumental para esterilização 
=> Pré lavagem: remoção da sujidade. 
- ultra-som: com solução enzimática ou desencrostante (2 à10 min.); 
- mecânica: o instrumental deve ficar imerso em solução enzimática (2 à 10 min) e depois lavado 
em água corrente. 
=> Secagem: toalha ou ar. 
=> Embalagem: de acordo com o método de esterilização. 
 
 
Helinaldo Corrêa da Conceição 
helinaldouea@gmail.com 
 
 
7 Métodos de Esterilização 
=> Calor Úmido (Autoclave): vapor sob pressão (1 à 2 atmosferas). Tempo de 15 à 30 minutos. 
Temperatura de 121 à 132 °C. 
=> Calor Seco (Estufa): tempo de 1 hora à 170°C ou 2 horas à 160°C, sem a abertura da mesma 
durante o processo. 
=> Processos Químicos: óxido de etileno por 4 horas; glutaraldeído 2% por 10 horas e solução de 
formaldeído 38% por 18 horas. 
8 Descarte de lixo 
Não contaminado: lixo comum, saco preto. 
Contaminado (contém sangue e secreções): saco branco identificado. 
Perfuro–cortantes: Descartex. 
 
Resolução 29/02 e 43/02 do CFO → cirurgião dentista que está na área cirúrgica pode realizar 
requisição de exames, desde que contribuam para o diagnóstico ou tratamento proposto para o 
paciente. Ex: se há desconfiança de que o paciente é soropositivo, pode-se solicitar o exame sem 
problemas. 
Como será feito: Receituário próprio ou impressos fornecidos pelos laboratórios (carimbo 
e assinatura de quem está requisitando). 
 
Manaus, 31 de Maio de 2013 
Solicito ao paciente Helinaldo Corrêa da Conceição os seguintes exames laboratoriais pré-
operatórios: 
1- Hemograma completo; 
2- Exames de coagulação; 
 
 
Helinaldo Corrêa da Conceição 
helinaldouea@gmail.com 
 
 
3- Glicemia; 
4- Uréia e creatinina; 
5- Urina. 
 
Dr: Flaviano Ferreira 
CRO 3421 
Rua Padre Torquato, Bairro São Domingos Sávio, 676. 
Hemograma completo 
 A. Contagem de hemácias e índices hematimétricos 
Este teste, também chamado de contagem de eritrócitos, é parte de uma contagem completa de 
sangue. É também usado para detectar a quantidade de hemácias em um microlitro (milímetro 
cúbico) de sangue total. Os índices hematimétricos fornecem importantes informações sobre o 
tamanho, concentração de hemoglobina e peso da hemoglobina de uma hemácia média. 
Objetivos 
•Fornecer dados para o cálculo do volume corpuscular médio e da hemoglobina corpuscular média, 
que revelam o tamanho da hemácia e o conteúdo de hemoglobina. 
•Dar suporte a outros testes hematológicos para o diagnóstico ou monitoração de anemia ou 
policitemia. 
•Auxiliar no diagnóstico e classificação das anemias. 
Preparação do paciente 
Jejum de 4 horas. 
Valores de referência 
Método: automatizado com eventual estudo morfológico em esfregaços corados. 
 
 
Helinaldo Corrêa da Conceição 
helinaldouea@gmail.com 
 
 
Os valores normaisde hemácias variam, dependendo do tipo de amostra e da idade e sexo do 
paciente, da seguinte maneira: 
Homens adultos: 4,6 a 6,2 milhões de hemácias/ml de sangue venoso 
Mulheres adultas: 4,2 a 5,4 milhões de hemácias/ml de sangue venoso 
Crianças: 3,8 a 5,5 milhões de hemácias/ml de sangue venoso 
Bebês a termo: 4,4 a 5,8 milhões de hemácias/ml de sangue capilar ao nascimento, diminuindo 
para 3,8 milhões de hemácias/ml na idade de 2 meses, e aumentando lentamente daí em diante. 
Os índices hematimétricos testados incluem volume corpuscular médio (VCM), hemoglobina 
corpuscular média (HCM) e concentração de hemoglobina corpuscular média (CHCM). 
VCM: 84 a 99mm3. 
HCM: 26 a 32 pg. 
CHCM: 31 a 36 g/dl. 
Achados anormais 
Uma contagem elevada de hemácias pode indicar policitemia absoluta ou relativa. Uma contagem 
deprimida de hemácias pode indicar anemia, sobrecarga de líquido ou hemorragia além de 24 horas. 
Testes adicionais, como, por exemplo, exame de célula colorida, hematócritos, hemoglobina, 
índices hematimétricos e estudos de glóbulos brancos são necessários para confirmar o diagnóstico. 
Baixos VCM e CHCM indicam anemias microcíticas hipocrômicas causadas por anemia por 
deficiência de ferro, anemia sideroblástica ou talassemia. Um VCM alto sugere anemias 
macrocíticas causadas por anemias megaloblásticas, devido à deficiência de ácido fólico ou 
vitamina B 12, desordens congênitas de DNA ou reticulocitose. Em razão de o VCM refletir 
volume médio de muitas células, um valor dentro da faixa normal pode ocorrer em pacientes cujo 
tamanho de glóbulos vermelhos varia, e inclui células microcíticas e macrocíticas. 
B. Hemoglobina Total 
 
 
Helinaldo Corrêa da Conceição 
helinaldouea@gmail.com 
 
 
Este teste é usado para medir a quantidade de hemoglobina (Hb) encontrada em um decilitro (100 
ml) de sangue total. Usualmente ele é parte de um hemograma completo. 
A concentração de hemoglobina correlaciona-se estreitamente com a contagem de hemácias. 
Objetivos 
•Medir a gravidade de anemia ou policitemia e monitorar a resposta à terapia. 
•Obter dados para o cálculo da hemoglobina corpuscular média e concentração de hemoglobina 
corpuscular média. 
Valores de referência 
Método: automatizado 
As concentrações de Hb variam, dependendo do tipo de amostra retirada (amostras de sangue 
capilar para bebês e amostras de sangue venoso para todos os demais) e da idade e sexo do paciente, 
da seguinte maneira: 
Recém-nascidos: 14 a 20 g/dl 
1 semana de idade: 15 a 23 g/dl 
6 meses de idade: 11 a 14 g/dl 
Crianças de 6 meses a 18 anos: 12 a 16 g/dl 
Homens: 14 a 18 g/dl 
Mulheres: 12 a 16 g/dl. 
Achados anormais 
Baixas concentrações de Hb podem indicar anemia, hemorragia recente ou retenção de líquido 
causando hemodiluição. 
 
 
Helinaldo Corrêa da Conceição 
helinaldouea@gmail.com 
 
 
Hb elevada sugere hemoconcentração originária de policitemia ou desidratação. 
C. Hematócrito 
O exame de hematócrito (Ht) pode ser efetuado separadamente ou como parte de um hemograma 
completo. Ele mede a porcentagem por volume de hemácias contidas em uma amostra de sangue 
total – por exemplo, 40% de Ht indica 40 ml de hemácias contidas em uma amostra de 100 ml. Essa 
concentração é obtida centrifugando-se o sangue total anticoagulado em um tubo capilar, de forma 
que as hemácias sejam firmemente concentradas sem hemólise. 
Objetivos 
•Auxiliar no diagnóstico de policitemia, anemia ou estados anormais de hidratação. 
•Auxiliar no cálculo de dois índices de hemácias: VCM e CHCM 
Valores de referência 
Método: automatizado. 
O Ht é normalmente medido eletronicamente. Os resultados são até 3% mais baixos do que as 
medições manuais, que aprisionam o plasma na coluna de hemácias concentradas. Os valores de 
referência variam dependendo do tipo de amostra, do laboratório que estiver efetuando o teste e do 
sexo e idade do paciente, como segue: 
Recém-nascidos: 42% a 60% de Ht 
1 semana de idade: 47% a 65% de Ht 
6 meses de idade: 33% a 39% de Ht 
Crianças de 6 meses a 18 anos: 35% a 45% de Ht 
Homens: 42% a 54% de Ht 
Mulheres: 36% a 46% de Ht. 
 
 
Helinaldo Corrêa da Conceição 
helinaldouea@gmail.com 
 
 
Achados anormais 
Um Ht baixo sugere anemia, hemodiluição ou uma perda maciça de sangue. Um Ht alto indica 
policitemia ou hemoconcentração devido à perda sanguínea ou desidratação. 
D. Contagem de Leucócitos 
Uma contagem de glóbulos brancos, também chamada de contagem de leucócitos, é parte de uma 
contagem completa de sangue. Ela indica a quantidade de leucócitos em um microlitro (milímetro 
cúbico) de sangue total. As contagens de leucócitos podem variar até em 2.000, em qualquer dia em 
particular, em função de exercício desgastante, tensão ou digestão. A contagem de leucócitos pode 
aumentar ou diminuir significativamente em determinadas doenças, porém é diagnosticamente útil 
somente quando o diferencial de glóbulos brancos e o estado clínico do paciente são levados em 
consideração. 
Objetivos 
•Determinar infecção ou inflamação. 
•Determinar a necessidade de testes adicionais, como, por exemplo, o diferencial de leucócitos ou a 
biópsia de medula óssea. 
•Monitorar a resposta à quimioterapia, radioterapia ou outros tipos de terapia. 
Valores de referência 
Método: automatizado, com eventual estudo morfológico em esfregaços corados. 
A contagem de leucócitos varia de 4.000 a 10.000/ml. 
Achados anormais 
Uma contagem elevada de leucócitos (leucocitose) com frequência assinala uma infecção, como, 
por exemplo, um abscesso, meningite, apendicite ou amigdalite. Uma contagem alta de leucócitos 
pode também resultar de leucemia e necrose tecidual devido à queimaduras, infarto do miocárdio ou 
gangrena. 
 
 
Helinaldo Corrêa da Conceição 
helinaldouea@gmail.com 
 
 
Uma contagem diminuída de leucócitos (leucopenia) indica depressão da medula óssea, que pode 
resultar de infecções virais ou de reações tóxicas, como, por exemplo, as que acompanham o 
tratamento com antineoplásicos, ingestão de mercúrio ou outros metais pesados, ou exposição ao 
benzeno ou arsênicos. A leucopenia caracteristicamente acompanha influenza, febre tifoide, 
sarampo, hepatite infecciosa, mononucleose e rubéola. 
E.Diferencial de Leucócitos 
O diferencial de leucócitos é usado para avaliar a distribuição e morfologia dos glóbulos brancos, 
fornecendo informação mais específica sobre o sistema imune do paciente do que a contagem de 
leucócitos isoladamente. 
Os glóbulos brancos são classificados de acordo com os cinco tipos principais – neutrófilos, 
eosinófilos, basófilos, linfócitos e monócitos – sendo determinada a porcentagem de cada tipo. A 
contagem diferencial é o valor percentual de cada tipo de glóbulo branco no sangue. O número 
absoluto de cada tipo de glóbulo branco é obtido por meio da multiplicação do valor percentual de 
cada tipo pela contagem total de glóbulos brancos. 
Os altos níveis desses glóbulos brancos estão associados com diversas respostas imunes e 
anormalidades. Algumas vezes é solicitada uma contagem de eosinófilos como um teste de 
acompanhamento, quando é relatado um nível elevado ou deprimido de eosinófilos. 
Objetivos 
•Avaliar a capacidade para resistir e superar infecções. 
•Detectar e identificar diversos tipos de leucemia. 
•Determinar o estágio e gravidade de uma infecção. 
•Detectar reações alérgicas. 
•Avaliar a gravidade de reações alérgicas (contagem de eosinófilos). 
•Detectar infecções parasíticas. 
 
 
Helinaldo Corrêa da Conceição 
helinaldouea@gmail.com 
 
 
•Servir de suporte para o diagnóstico de outras doenças. 
EUCOCITOSE ASSOCIADA À CÉLULAS BRANCAS : 
Neutrófilos- Infecções bacterianas, Infarto Agudo, Isquemia, Uremia, Diabetes, Gota, Leucemia 
mielocítica e Hemorragias 
Eosinófilos - Alergias, Parasitoses, Doenças da Pele e Hemopatias. 
Basófilos - Mielofibrose, Dermatites, Colite e Leucemia crônica. 
Linfócitos - Infecções agudas, Crônicas (Tuberculose, Sífilis) e Mononucleose (grande número de 
linfócitos atípicos). 
Monócitos - Tuberculose, Protozooses ( Malária e Tripanosomose ), Leucemias agudas, Lúpus 
Eritematoso Sistêmico e Artrite Reumatóide 
Plasmócitos - Rubéola, Sarampo, Mononucleose, Sarampo, Mieloma e Leucemia Plasmocítica. 
Bastonetes - Infecções Agudas gerais (Viroses, por exemplo) 
PLAQUETAS 
Valores de referência 
Método: automatizado, com eventual estudo morfológico em esfregaços corados. 
De forma a assegurar um diagnóstico preciso, os resultados de testes diferenciais devem ser 
interpretados em relação à contagem de glóbulos brancos totais (4.000 a 10.000/ml). Para adultos, 
os valores absolutos e porcentagens normais incluem o seguinte: 
Basófilos: 0 a 200/ml; 0 a 2% 
Eosinófilos: 40 a 500/ml; 1 a 5% 
Linfócitos: 880 a 4.000/ml; 22 a 40% 
Monócitos: 120 a 1.000/ml; 3 a 10% 
Neutrófilos: 1.800 a 7.500/ml; 45 a 75%. Cai em prova de CBA 
Para crianças, os valores absolutos e porcentagens normais podem diferir. As porcentagens são as 
seguintes: 
 
 
Helinaldo Corrêa da Conceição 
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Basófilos: 0 a 2% 
Eosinófilos: 1 a 5% 
Linfócitos: 45 a 75% 
Monócitos: 3 a 10% 
Neutrófilos: 22 a 40%. 
Achados anormais 
Os padrões diferenciais anormais fornecem evidência para uma ampla faixa de estados de doença e 
outras condições. 
F. Contagem de Plaquetas 
As plaquetas ou trombóticos promovem a coagulação, ou seja, a formação de um coágulo 
hemostático em locais de comprometimento vascular. 
A contagem de plaquetas é o mais importante teste de rastreamento da função plaquetária. As 
contagens precisas são vitais. 
Objetivos 
• Avaliar a produção ou utilização de plaquetas. 
• Avaliar os efeitos da quimioterapia ou radioterapia na produção de plaquetas. 
• Diagnosticar ou monitorar trombocitose ou trombocitopenia. 
• Confirmar uma estimativa visual da quantidade e morfologia da plaqueta a partir de um filme 
sangüíneo colorido. 
Valores de referência 
Método: automatizado, com eventual estudo morfológico com esfregaços corados. 
 
 
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As contagens normais de plaquetas variam entre 130.000 a 370.000/ml. 
Achados anormais 
Uma contagem diminuída de plaquetas (trombocitopenia) pode resultar de medula óssea aplástica 
ou hipoplástica; uma doença infiltrativa de medula óssea, como, por exemplo, carcinoma ou 
leucemia; hipoplasia megacariocítica; trombopoiese infecciosa proveniente de deficiência de ácido 
fólico ou vitamina B 12; acúmulo de plaquetas em um baço aumentado; destruição aumentada de 
plaquetas devido à drogas ou desordens imunes; coagulação intravascular disseminada; síndrome de 
Bernard-Soulier; ou lesões mecânicas às plaquetas. 
Uma contagem aumentada de plaquetas (trombocitose) pode resultar de hemorragias, desordens 
infecciosas; câncer; anemia por deficiência de ferro; cirurgia recente, gravidez, ou esplenectomia e 
desordens inflamatórias. Em tais casos, a contagem de plaquetas retorna ao normal após o paciente 
recuperar-se da desordem primária. Todavia, a contagem permanece elevada em trombocitemia 
primária, mielofibrose com metaplasia mielóide, policitemia vera e leucemia mielóide crônica. Em 
tais desordens, as plaquetas podem estar disfuncionais, resultando em sangramento. 
Exames correlatos (ao hemograma completo) 
VHS, reticulócitos, mielograma, etc. 
NERVOS E TÉCNICAS ANESTÉSICAS 
Posicionamento correto da cadeira odontológica de acordo com o procedimento cirúrgico; para os 
dentes maxilares encosto da cadeira paralela ao solo. 
Maxila 
 
 
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Mandíbula 
Dentes mandibulares aproximadamente 45 graus ao solo; Plano oclusão, paralelo ao solo. 
 
Anti-sepsia intraoral com clorexidina a 0,12% (bochecho por 1 minuto) 
Anti-sepsia extraoral com clorexidina a 2% ou povidine-iodo; nessa etapa é importante lembrar-se 
dos cuidados com o uso do antisséptico na região orbitária, sob pena de lesões oculares graves! 
Brocas cirúrgicas da série 700 ( 701, 702 e 703) haste longa. 
Regras: 
1. Bisel voltado para o osso 
2. Punção seguida de aspiração 
3. Introdução parcial da agulha 
4. Deposito do anestésico lentamente 
 
 
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5. Qualquer intercorrência, suspender o procedimento. 
6. Retirar a agulha sempre no mesmo sentido da punção 
 
 
 
 
Montagem da Mesa operatória 
 
 Começamos da esquerda para a direita 
Espelho bucal=> Sonda exploradora=> Pinça clinica => Seringa carpule=> cabo de bisturi nº 
3(lâmina 15)=> Sindesmótomo e descolador de Molt=>pinça hemostática => afastador de 
Minessota=>elevadores ou alavancas retas e curvas=>Fórceps=>lima para osso=>cureta=>pinça 
goiva ou Alveolótomo=>cubas=>Sugador Cirúrgico=>Seringa para irrigação=>Tubetes 
Anestésicos=>Gaze=>porta agulha=>tesoura para sutura=> pinça anatômica=> Fio de sutura. 
 
 
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NERVO ALVEOLAR SUPERIOR POSTERIOR (NASP) 
Área anestesiada: 3º, 2º e 1º(raiz disto vestibular e palatina) molares superiores, processo alveolar 
(osso), gengiva vestibular, periodonto e membrana mucosa vestibular adjacente da região. 
 
 
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Local para punção: Fundo de sulco vestibular a 45°, na direção do dente a ser anestesiado. 
Agulha curta de calibre 25. 
Deitado 
Boca parcialmente aberta 
Bennette descreve o posicionamento do dedo indicador no fundo do vestíbulo maxilar em direção 
posterior à área de pré – molares até atingir o processo zigomático maxilar como orientação para a 
penetração da agulha durante a técnica anestésica. 
Para a anestesia do lado direito, o operador deverá coloca-se do lado direito do cliente em posição 
ergonômica de 8 horas. Para a anestesia do lado esquerdo, o operador posiciona-se do lado direito 
do paciente, e o seu braço esquerdo é passado sobre a cabeça do paciente de modo que a área possa 
ser palpada com o indicador esquerdo, assumindo então, uma posição de 10 horas. O paciente 
deverá esta posicionado de forma que o plano oclusal da arcada superior forme um ângulo de 45º 
com o solo. 
NERVO ALVEOLAR SUPERIOR MÉDIO (NASM) 
Área anestesiada: Pré – molares superiores e mais raiz mesio vestibular do 1º molar superior, 
gengiva vestibular, periodonto e processo alveolar. 
Local para punção: Fundo de sulco vestibular, a 45° na direção do dente a ser anestesiado. 
Deitado 
Agulha curta 
Operador na posição de 10 horas. 
NERVO ALVEOLAR SUPERIOR ANTERIOR (NASA) 
Área anestesiada: Incisivos e caninos superiores, mucosa vestibular, periodonto, lábio superior e 
processo alveolar. 
Local para punção: Prega mucojugal acima do ápice do canino superior. 
Deitado 
 
 
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Operador da posição de (9 a 10 horas) 
 OBs: Técnica anestésica usada 
Bloqueio de campo= Técnica infiltrativa ou ainda supraperiosteal onde a solução anestésica é 
infiltrada próxima dos ramos terminais maiores de forma que a área anestesiada será circunscrita. 
 
NERVO INFRA – ORBITÁRIO 
 
 
 
 
 
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helinaldouea@gmail.comSÓ INERVAM MUCOSA 
1. NASOPALATINO => Bloqueio Regional 
 
Área anestesiada (subperióstica): Fibromucosa palatina de canino a canino (distal) 
 
Local para punção: Em direção a papila incisiva em um ângulo de 45° 
 
 
 
 
 
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2. PALATINO MAIOR 
 
Área anestesiada: mucosa palatina da região distal de canino a molares superiores de uma 
hemiarcada 
 
Local para punção: metade da distancia da linha média em direção ao dente a ser 
anestesiada ou próxima do forame palatino maior. 
Boca Aberta 
Posição de (9 a 10 horas) 
Observe: a agulha com a seringa sempre do lado oposto. 
 
Morpheus 
 
 
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3. PALATINO MENOR 
 
Área anestesiada: palato mole, mucosa posterior. 
 
Local para punção: Mandibular emerge do forame oval pterigomandibular 
 
NERVO ALVEOLAR INFERIOR (NAI) 
Área anestesiada: Dente de toda uma hemiarcada inferior, corpo da mandíbula, porção inferior do 
ramo mucoperiósteo vestibular, membrana mucosa anterior ao 1° molar inferior (nervo 
mentoniano), 2/3 anterior da língua e assoalho da cavidade oral, tecidos moles e periósteo lingual 
(nervo lingual). 
Local para punção: Deslizar o dedo indicador sobre o plano oclusal dos dentes inferiores, até a 
região do trígono retromolar, alcançando a porção anterior do ramo da mandíbula, o dedo ficará 1 
cm do plano oclusal, este então é deslocado para a lateralidade tensionando o tecido, baseando – se 
 
 
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pela metade da unha, faz a punção. O corpo da seringa ficará deposto do lado oposto, entre os pré-
molares, faz o refluxo e injeta lentamente por 2 min o anestésico (agulha longa). 
TÉCNICAS DE ANESTESIA 
 Técnica direta nada mais é que levar a agulha diretamente ao alveolar inferior, fazendo uma 
pulsão direta no alveolar inferior. *mais utilizada 
 Técnica indireta ou também chamada de técnica das 3 posições é o tipo de técnica que você 
consegue bloquear o nervo lingual, bucal e alveolar inferior mudando a posição da agulha sem 
retirar do tecido e com apenas uma pulsão. *mais utilizada 
OBs: Técnica anestésica usada: Bloqueio regional ou de nervo. O anestésico local é depositado 
próximo a um tronco nervoso principal, usualmente distante do local de intervenção operatória. 
Referência Anatômica: Rafe pterigomandibular 
 Trígono retromolar 
 Oclusal dos dentes posteriores 
 Linha obliqua externa 
 
 Comissura labial 
 
(Freitas, 2006) 
 
 
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Com seu indicador você vai apalpar a linha obliqua e vai começar apalpar o ramo 
ascendente da mandíbula. Você em seguida vai passar uma linha imaginaria tangente ao 
ramo da mandíbula, ou seja, linha A. Então, essa linha A corresponde ao bordo anterior 
do ramo da mandíbula. Quando o paciente abre à boca a prega pterigomandibular fica 
evidente e é a segunda linha imaginária, linha B passa sobre a linha pterigomandibular. 
Entre a linha A e a linha B encontra – se uma bissetriz que irá dividi a linha A e linha B 
em zona A e zona B. A zona A tem que ser evitada. Vocês nunca irão entrar com a 
agulha nessa zona A. Nosso foco é a Zona B a referência será 1 cm acima do plano 
oclusal, mais ou menos na região central da zona B. Você irá fazer a inserção da sua 
agulha. No lado direito você usa o indicador, já no lado esquerdo você usa o polegar. 
 
NERVO BUCAL=> Complemento anestésico do NAI. 
Área anestesiada: Gengiva vestibular na região dos molares inferiores. 
Local para punção: Fundo de sulco vestibular inferior e mucosa jugal, agulha pouco 
introduzida, próxima ao dente a ser anestesiado. 
NERVO LINGUAL 
Área anestesiada: 2/3 (sensitiva) anteriores da língua e assoalho da cavidade oral, tecidos 
moles e periósteo lingual. 
Local para punção: Linha obliqua da mandíbula (milo – hióidea) 
NERVO MENTONIANO (só inerva mucosa) 
Área anestesiada: Gengiva vestibular de incisivos, caninos e pré-molares (tecido mole), 
mucosa labial e pele do mento. 
Local para punção: Fundo de sulco do vestíbulo na região do ápice entre os pré – 
molares inferiores (infiltrativa na mucosa lingual, na direção do dente a ser extraído). 
NERVO INCISIVO 
Área anestesiada: Dentes caninos e incisivos inferiores, através dos canais recorrentes 
incisais. 
 
 
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Local para punção: Fundo de sulco vestibular inferior na direção do dente que se quer 
anestesiar. 
PÓS – TUBER=> NASP 
Agulha longa 
Boca entre aberta 
Paciente deitado 
Área anestesiada: 3°, 2° e raiz mesio vestibular do 1° molar superior; mucosa vestibular 
e periodonto. 
Ex: Terceiros molares superiores inclusos. 
Local para punção: Fundo de sulco do vestíbulo, acima do 2° molar superior (distal) a 
45° em relação aos planos horizontal, frontal e sagital. 
Referencia anatômica: 
 Tuberosidade da maxila 
 Processo zigomático 
 Prega muco vestibular acima do 2° molar superior 
 
INFRA - ORBITÁRIO => NASM + NASA 
Área anestesiada: Inerva o 2° PMS até incisivo central, periodonto, mucosa gengival, asa 
do nariz e pálpebra inferior, mucosa labial. 
Agulha longa 
Ex: Remoção de caninos, cistos 
Local para punção: Fundo de sulco do vestíbulo, entre os ápices dos pré – molares 
superior, 1 cm ao lado da asa do nariz e na direção da pupila, com a agulha paralela ao 
longo eixo do dente. Palpar o forame infraorbitário. 
Referências Anatômicas 
 
 
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 1cm ao lado da asa do nariz 
 Direção da pupila 
 1° PMS e 2º PMS (entre esses dentes) 
 Forame e eminência infra-orbitária 
 
 
Para a Mandíbula: 
 Paciente ligeiramente inclinado 60° em relação ao solo. 
 Técnica = Bloqueio de nervo regional 
 
 
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Para a maxila: 
 Paciente deitado paralelo ao solo em posição supina. 
 Técnica = supraperiosteal e bloqueio regional. 
 Fusão: é a união de dois dentes ou mais, esta união pode ser completa formando 
um único dente. Pode ocorrer união das coroas e raízes. 
 Concrescência: é a união de 2 dentes ou mais, somente pelo cemento dentário. 
 Dilaceração: encurvamento acentuado de uma raiz 
 Reabsorção radicular: pode ser total ou parcial 
 Hipercementose: é a excessiva formação de cemento dentário na superfície da 
raiz em qualquer de suas partes. 
CORTICAL ÓSSEA 
Maxila (Vestibular menos denso) 
 (Lindhe, 2011) 
Mandíbula (Molares lingual menos denso, pré a pré vestibular menos denso) 
 
 
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 (Lindhe, 
2011) 
 (Lindhe, 
2011) 
NÚMERO DOS FÓRCEPIS E SUAS INDICAÇÕES: 
Fórceps => Função de luxar o dente e extraí – lo do alvéolo. 
 150 - Pré a pré -molares superiores 
 
 151 - Pré a pré -molares inferiores e restos radiculares inferiores. 
 
 16 – (chifre de touro) Molares inferiores de ambos os lados adaptada na região 
de furca (coroa destruída). 
 
 
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 17 – Molares inferiores de ambos os lados adaptada na região cervical (coroa 
pouco destruída) 
 
 18L - Molares superiores esquerdo 
 
 18R - Molares superiores direito 
 
 65 e 69 – Remanescentes (restos radiculares) superiores 
 
 1 – Canino a Canino tanto inferiores quanto superiores 68 – Raízes de dente inferiores. 
 
 
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 Alveolótomo Reto = Pinça Goiva de Luer Reto = Osteótomo => Usada em 
dentes anteriores Remover espículas ósseas. 
 
 Alveolótomo Curvo = Pinça Goiva de Luer Curvo => Usado em dentes 
posteriores principalmente para remover espículas ósseas. 
 
 
 Lima para osso => Alisamento do rebordo alveolar do tecido ósseo. 
 
 Pinça de Campo = Pinça Backhaus => Prender o sugador cirúrgico ao campo 
fenestrado do paciente evitando que caia. 
 
 
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 Porta Agulha de Mayo Hegar 17 cm 
 
 Seringa Carpule com refluxo 
 
 Pinça clinica para Algodão 
 
Pinça dente de rato 16 cm 
 
Pinça de Dissecção 16cm 
 
 
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Tesoura de Spencer (pequena) 
 
Tesoura de Mayo-Stille curva 14 cm 
 
Tesoura de Mayo-Stille Reta 14 cm 
 
 Cureta de Lucas 
 
 
 
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 Descolador de Molt nº 9 
 
Descolamento do tecido gengival ao redor dos dentes – desinserção das fibras 
gengivais 
 Sindesmótomo 
 
 Cabo de Bisturi nº3 
 
 
Jogo de Extrator Apical de Seldin: Reto no. 2, Angulado Esquerdo 1L, 
Angulado Direito 1R 
 
 
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Seldin Reto 
 expansão e dilatação do alvéolo 
 rompimento do ligamento periodontal 
Extrator Apical de Seldin: 304 
 
Afastador de Minesota 
 
Pinças Halsted-(mosquito) reta 12,5 cm 
 
Pinças Halsted-(mosquito) curva12, 5 cm 
 
 
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Cuba de inox pequena para soro fisiológico 
 
Broca Cirúrgica – Zecrya ou broca haste longa, NO. 702 e Broca Esférica tipo 
carbite pescoço longo, no. 6 ou 8 
 
Fórceps nº 1 Incisivos e caninos superiores 
Fórceps nº 65 Incisivos e raízes superiores 
Fórceps nº 68 Raízes de dentes inferiores 
Fórceps nº 69 Raízes de dentes inferiores e superiores 
Fórceps nº 99A Pré-molares, caninos e incisivos superiores. 
Fórceps nº 101 Pré-molares superiores 
Fórceps nº 203 Pré-molares e raízes inferiores 
Fórceps nº 213 Pré-molares e caninos superiores 
 
 
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Fórceps nº 23 Molares inferiores 
Fórceps nº 32 Molares e pré-molares superiores 
Fórceps nº 53L Molares superiores do lado esquerdo 
Fórceps nº 53R Molares superiores do lado direito 
Fórceps nº 210H Terceiros molares superiores 
Fórceps nº 222 Terceiros molares inferiores 
 Laminas de bisturi 
Nº 10 = pele 
Nº 11 = Drenar abscesso intra e extraoral dentoalveolar. 
Nº 12 = Região distal do 3º molar. 
Nº 15 = É a mais utilizada na odontologia intra bucal e pele. 
Nº 15 C = Usada para implante. 
 
Características de cada modelo: 
Nº 10 
A lâmina Nº 10 com a sua curva de ponta é uma das mais tradicionais formas de lâmina 
e é usada geralmente para fazer pequenas incisões na pele e músculo. A Nº 10 é muitas 
vezes utilizada em cirúrgias mais especializadas, como para a colheita da artéria radial 
 
 
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durante uma operação de revascularização do miocárdio, durante a abertura do 
brônquio, cirúrgia torácica e para correção de hérnia inguinal. 
Nº 11 
A Nº 11 é uma lâmina afiada triângular alongada ao longo da borda hipotenusa e com 
uma ponta forte, o que a torna ideal para incisões. Utilizada em procedimentos diversos, 
tais como a criação de incisões para drenos torácicos, a abertura das artérias coronárias, 
a abertura da aorta e remover as calcificações nas válvulas aórtica ou mitral. 
Nº 12 
A Nº 12 é uma ponta pequena, lâminas afiadas em forma crescente ao longo da borda 
interna da curva. Às vezes, é utilizada como um cortador de sutura, mas também para 
arteriotomias (incisão cirúrgica de uma artéria), cirúrgias de parótida (glândula salivar 
facial), cortes de mucosa em uma septoplastia (reparação de septo nasal) e 
procedimentos durante a fissura palatina, ureterolithotomies (remoção do cálculo por 
incisão do ureter) e pyelolithotomies (incisão cirúrgica da pelve renal de um rim para a 
remoção de uma pedra nos rins - também conhecido como pelviolithotomy). 
Nº 12D 
 A 12D, por vezes referido como 12B no mercado dos EUA, é uma lâmina de dois 
gumes Nº 12. Lâmina afiada em ambos os lados da curva em forma crescente. Ela é 
usada extensivamente dentro das técnicas de cirúrgia dentária. 
Nº 15 
A lâmina Nº 15 têm um perfil curvo, pequeno corte e é a ideal mais popular forma de 
lâmina para fazer incisões curtas e precisas. É utilizada em uma variedade de 
procedimentos cirúrgicos, incluindo a excisão de uma lesão na pele ou cisto sebáceo 
recorrente e para a abertura de artérias coronárias. 
Nº 15C 
 
 
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Com um a mais, a borda mais extensa do que a lâmina de corte Nº 15 tradicional, a 15C 
oferece um alcance adicional para o dentista realizar procedimentos periodontais. 
Obs: Segurar o cabo de bisturi em forma de empunhadura, ou seja, em forma de 
caneta modificada. 
Observe‼! Os fórceps 65 e 69 ficam reservados para raízes superiores e o fórceps 
151 para as raízes da arcada inferior. 
TIPOS DE INCISÃO: 
 - Partch = semilunar 
 (Fragiskos, 2007) 
Regiões apicais (fácil deslocamento, acesso restrito a região apical). Este tipo de 
incisão não nos dar uma boa visibilidade. Ex: Lesão periapical (osteotomias até 
encontrar a raiz) o 1 pré - molar superior possui duas raízes uma vestibular e uma 
palatina (acesso melhor na vestibular), normalmente quando as coroas estão 
destruídas geralmente se fraturam uma das raízes. 
 
 - Envelope 
 
 
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 (Fragiskos, 2007) 
(Neste caso não há incisão relaxante ou obliqua, então neste caso a sindesmotomia 
seria no sulco gengival ao redor da margem gengival do dente que será extraído). Um 
ou mais dentes adjacentes ao que queremos remover. Os limites são: dente, osso 
alveolar e os retalhos que são feitos. 
 - Wassmund = trapezoidal 
(Fragiskos, 2007) 
É destinada a áreas apicais e maiores, não restritas a um dente apenas, pode ter 
envolvimento de dois dentes. Podemos deixar no mínimo uma distância do sulco 
gengival 4 a 5 mm dor margem gengival. Temos uma incisão horizontal e duas 
relaxantes. Essa incisão só é praticada em gengiva inserida, nunca em gengiva 
livre. Ex: É indicada para pacientes que possuem prótese fixa. 
Nunca devem ser convergentes e sim, divergentes. O motivo seria a 
vascularização. A porção livre deverá ser menor do que a base. Nunca inter – 
papilar e sim, para papilar. 
 - Newmann = triangular 
 
 
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 (Fragiskos, 2007) 
Retalho com duas relaxantes e intra - sulculares 
Dois dentes adjacentes ou mais 
Evitar estruturas nobres 
Região posterior 
Rebordo e relaxantes 
 - Newmann modificada 
Retalho com uma relaxante e intra – sulcular 
Canino a Canino 
A base não deverá esta sobre osso 
Hematoma => Acúmulo de aumento de volume, acúmulo de sangue no espaço 
subcutâneo ou submucoso. 
Equimose => Não ocorre aumento de volume, somente a mancha profundamente 
arroxeada. 
Características do retalho 
 Deve ser demarcado por incisão cirúrgica 
 Deve possuir suprimento sanguíneo próprio 
 Permitir acesso aos tecidos subjacentes 
 
 
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 Pode ser recolocado na posição original 
 Pode ser mantido por sutura 
Observe! 7 dias para remover a sutura. 
Manobras básicas de cirurgias 
 Assepsia (campos, EPIS, Instrumental) 
 Antissepsia (Extra oral clorexidina a 4% e intra oral 0,12%) 
 Diérese (incisão e afastamento do tecido, divulsão) 
 Exérese (remoção do material) 
 Hemostasia (controle do sangramento) 
 Síntese (sutura) 
Diérese 
 Consiste em dividir (separar tecido ou planos anatômicos, para abordar uma 
região ou órgão) 
1) Tipos 
a) punção 
b) incisão Mais utilizado 
c) divulsão 
d) descolamento 
e) curetagem 
a) Punção=> Perfurar o tecido. 
Ex: biópsia/ diagnóstico diferencial 
Pode ser: 
- Aspirativa 
 
 
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- Anestésica 
A punção mais utilizada pelos dentistas é a anestésica 
b) Incisão=> Cortar o tecido (são praticadas sobre a mucosa bucal ou sobre a pele, 
podendo ser também efetuado com bisturis e também tesoura). 
Evitar estruturas anatômicas importantes. 
Ex: Nervo bucal e Nervo Mentoniano 
Importante‼ 
1)Conhecimento sobre os pontos de apoio. 
2) Utilizar lâminas novas e afiadas 
3) Incisão firme, continua com bordas irregulares (nítidas e atraumáticas) 
4) Devem ser relativamente amplas 
5) Posicionar as margens da ferida sobre osso saudável e intacto. 
Bisturi número 15 + cabo número 3 (mais utilizado na odontologia UEA) 
Empunhadura do bisturi: 
Forma de caneta mais utilizada, mas usada em incisões pequenas e delicadas. O 
bisturi é apoiado pelo dedo indicador, polegar e médio ficando perpendicular ao 
tecido. 
Princípios de incisão: 
- Intra – bucal 
- Extra – bucal 
Intra – bucal são de 2 ordens: 
 
 
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1) Apoiado em osso 
Ex: Mucosa apoiada no processo alveolar. 
2) Mucosa não – apoiada em osso 
Ex: Bochecha, Lábio. 
Devem ser: 
 Amplas 
 Campo operatório visível 
 Boa irrigação do retalho para que seja favorecida uma boa e rápido cicatrização. 
 Contra indicado incisões econômicas. 
CUIDADOS ‼! 
Com incisões verticais (relaxantes) na face lingual na altura dos molares para evitar a 
lesão do nervo lingual. Incisões vestibulares ao nível dos ápices dos pré – molares 
inferiores, para evitar lesionar o feixe vasculo – nervoso mentoniano (de grande 
reabsorção do rebordo alveolar esse feixe esta bem próximo da crista – alveolar). Mais 
indicada incisão do tipo envelope. Evitar também incisões verticais (relaxantes no palato, 
pois pode lesionar artéria palatina maior). 
Retalho => Porção de tecido limitado por incisão. 
Retalho total = periósteo junto com o tecido. 
Retalho dividido = periósteo fica junto ao osso. 
Tipos de incisão: 
Sulcular 
 Incisões no sulco gengival 
Verticais Relaxantes 
 
 
Helinaldo Corrêa da Conceição 
helinaldouea@gmail.com 
 
 
 Pode ser feito por bisturi (frio) ou elétrico (incisa e cauteriza) 
Envelope 
 Incisões sulco gengival, sem a presença de incisão relaxante. 
Formato de uma incisão 
Extremidade não incisada (fixa) bem maior que o ápice, porque facilita a vascularização 
ou irrigação, caso contrário ocorre necrose. 
c) Divulsão=> Cortar antes com o bisturi, separar os tecidos sem seccionar, cortar. 
Divulsiona sem cortar os tecidos, apenas separa. Utiliza – se tesoura de ponta romba 
(Metzembaum). 
d) Deslocamento=> Desloca o periósteo (Alguns autores acham que é um tipo de 
divulsão). 
e) Curetagem=> Consiste em remover um órgão ou parte dele (resultado final da 
cirurgia). Ex: Na exodontia remover cisto, granuloma etc. 
f) Hemostasia=> Cessamento da hemorragia, consiste em um conjunto de manobras para 
prevenir, coibir ou deter sangramentos. 
 Digital (compressão) 
 Pinçagem 
 Ligadura (nó ao redor do vaso) 
 Tamponamento 
 Termocoagulação (bisturi elétrico) 
 Substâncias vasoconstritoras (adrenalina baixa o sangramento) 
Compressão do local com gaze, preferência com os dedos ( 5 a 10 min) no local 
sangrante. 
g) Síntese=> Sutura 
Resumo 
 
 
Helinaldo Corrêa da Conceição 
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Manobras básicas de cirurgias 
 Assepsia (campos, EPIS, Instrumental) 
 Antissepsia (Extra oral clorexidina a 4% e intra oral 0,12%) 
 Diérese (incisão e afastamento do tecido, divulsão) 
 Exérese (remoção do material) 
 Hemostasia (controle do sangramento) 
 Síntese (sutura) 
MANOBRAS DE SÍNTESE 
Objetivo: 
 Fazer a mobilização dos tecidos 
 Reduzir os espaços anatômicos mortos 
 Facilitar o processo de cicatrização 
Classificação dos fios 
Absorvíveis = até 60 dias 
Não - absorvíveis = Por mais de 60 dias 
Fios absorvíveis => origem animal (veiculado em álcool) 
• Categute simples/ cromado 
• Ácido poliglicólico (Dexon ou PGA) = usado em Medicina 
• Ácido poligaláctico (Vicryl) 
• Polidioxanona (Maxon, PDS) 
Não – Absorvíveis 
 Seda (usado na uea) 
 Algodão 
 Poliéster 
 Nylon 
 
 
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 Polipropileno (Prolene) 
Princípios para confecção de sutura 
 O ideal é de 2 a 5 mm de distância 
 2 volta no sentido horário fio de seda 
 1 volta no sentido anti- horário fio de seda 
 2 volta no sentido horário fio de Nylon 
 1 volta no sentido anti- horário fio de Nylon 
 
Em U 
 
(Fragiskos, 2007) 
Em X 
 
Simples 
 
 
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(Fragiskos, 2007) 
Contínua Simples ou sutura de Kurschner 
 
(Fragiskos, 2007) 
Sutura ancorada de Ford, Retrógrada, festonada ou de Reverdin. 
 
(Fragiskos, 2007) 
 
 
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Sutura em barra Grega 
 
Nó cirúrgico composto por 3 seminós 
1°- Contenção 
2º- Fixação 
3°- Segurança 
LAVAGEM DAS MÃOS 
 
 
Helinaldo Corrêa da Conceição 
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Fonte: www.h1n1online.com/.../higienizacao-da-maos.html acessado em 8/04/2013 12:13 
 
PRILOCAÍNA 3% +FELIPRESSINA 
FELIPRESSINA 
 
 
Helinaldo Corrêa da Conceição 
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 Atua sobre os receptores V1 da vasopressina presentes no músculo liso da parede dos 
vasos sanguíneos, sendo esta ação muito mais acentuada na microcirculação venosa 
que na arteriolar. 
 A Prilocaína pode ser usada em paciente diabético compensado, pois esse 
vasoconstritor não induz alterações de pressão arterial. 
 Paciente com alterações cardiovasculares controlados, pois a Prilocaína não causa 
alteração de pressão. 
 Prilocaína pode ser usada em hipertenso que já se encontra em tratamento médico, 
pois não produz efeito cardiovascular. 
 
GESTANTE 
 
PRILOCAÍNA 
 
 Apresenta perfil farmacológico semelhante ao da lidocaína, contudo, causa menos 
vasodilatação, o que permite um maior tempo de duração do efeito anestésico na 
ausência de vasoconstritor. Também apresenta menor toxicidade para o sistema 
nervoso central, porque se distribui melhor por todos os tecidos, o que diminui a 
penetração neste sistema. Seu metabólito, produzido no fígado, apresenta um 
radical de orto-toluidina, com conhecida capacidade de produzir meta-
hemoglobinemia (FARIA, MARZOLA, 2001). A hemoglobina fetal é um tanto 
diferente da hemoglobina do adulto e, sem dúvida, o feto e os neonatos não 
apresentam bateria enzimática adequada para fazer a conversão desta meta-
hemoglobina em hemoglobina. Assim, seu uso em gestantes deveria ser evitado, 
apenas por precaução, uma vez que não se dispõe de dados clínicos adequados 
sobre a segurançado anestésico para o feto, mas sabe-se que a dosagem 
empregada nos tubetes para uso odontológico é praticamente insignificante 
(FARIA, MARZOLA, 2001). Também é antidiurético. 
 A FELIPRESSINA deve ser evitada devido a sua semelhança com o hormônio 
ocitocina (responsável pela contração uterina), e a fenilefrina, devido à lentidão de 
sua biotransformação, permanecendo assim por mais tempo na corrente 
circulatória materno-fetal (CORRÊAet al., 2003). 
 
 
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ARTICAÍNA 4% + EPINEFRINA (ADRENALINA) 1:100 000 
ARTICAÍNA 
 
 A metemoglobinemia é um efeito colateral potencial da administração de 
grandes doses de articaína. Tal relação foi observada depois da administração 
intravenosa para fins de anestesia regional; ainda não foram descritos casos em 
que a articaína foi administrada do modo e nos volumes habituais em 
procedimentos odontológicos. 
 
LIDOCAÍNA 2% + EPINEFRINA (ADRENALINA) 1:1000 000 
 
Esse anestésico é o mais recomendado para gestantes, já que não está associado a nenhum 
fator que possa contraindicá-lo. É seguro durante a gestação desde que se utilize a 
lidocaína a 2% com adrenalina 1: 100.000 com limite máximo de 2 tubetes por sessão 
(dose mínima efetiva), uma vez que o feto não consegue metabolizar a droga anestésica 
eficientemente (ROOD, 1981). 
A adrenalina é o vasoconstritor mais potente e mais utilizado na Odontologia 2 e atua 
diretamente nos receptores α- e β-adrenérgicos. Pequenas doses de adrenalina dilatam os 
vasos que irrigam os músculos esqueléticos, onde predominam os receptores β
2
. Doses 
grandes estimulam os receptores α, produzindo vasoconstrição. Do ponto de vista clínico, 
essa diferença de ação sobre os receptores α ou β determina a hemostasia alcançada 
durante os procedimentos cirúrgicos. A injeção direta do anestésico com adrenalina no 
local da cirurgia resulta em altas concentrações teciduais da substância, estimulando 
predominantemente os receptores α, obtendo a hemostasia desejada. 
As funções de um agente vasoconstritor são: diminuir a circulação local, evitar a rápida 
absorção do anestésico, prolongar a sua ação, diminuir sua toxicidade e promover 
hemostasia, assegurando um período de latência e duração suficientemente longos6, 
aumentando sua eficiência e segurança4. Assim, a importância de um vasoconstritor é 
indiscutível. Entretanto, estudos mostraram que os anestésicos contendo vasoconstritor, 
como a adrenalina, podem causar efeitos colaterais indesejáveis em pacientes com 
discrasias cardiovasculares, como aumento da frequência cardíaca e da pressão arterial. 
Alguns autores afirmaram ainda que a administração de 1 a 2 tubetes odontológicos com 
 
 
Helinaldo Corrêa da Conceição 
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diluição de adrenalina a 1:100.000 aumenta a pressão arterial sistólica, a frequência 
cardíaca, causa aumento no rendimento cardíaco, no ritmo cardíaco e na taxa cardíaca. 
Apesar desses efeitos colaterais relacionados à utilização dos vasoconstritores, a 
realização de procedimentos odontológicos com anestesia inadequada certamente 
resultaria em estresse e dor ao paciente, estimulando a produção endógena das 
catecolaminas em doses acima daquelas utilizadas durante os procedimentos. Além disso, 
estudos demonstraram que pacientes que receberam adrenalina em pequenas doses 
tiveram uma redução na pressão arterial. Chernow et al.20 relataram que anestésicos 
locais contendo adrenalina geralmente são bem suportados por pacientes com discrasia 
cardiovascular de grau leve a moderado. 
 
 
Cuidado! Aumenta o açúcar no sangue diabete tipo I e II (A adrenalina tem a ação 
farmacológica oposta a insulina, logo é considerada um hormônio hiperglicêmico) 
Diabetes tipo I=> Caracterizada pela ausência da produção de insulina. Os pacientes 
geralmente exibem hiperglicemia grave e cetoacidose. A doença é tipicamente 
diagnosticada na infância e os pacientes necessitam de injeções exógenas de insulina para 
sobreviver. 
Diabetes tipo II=> É mais difícil de diagnosticar. Geralmente ocorre em adultos mais 
velhos e obesos. Apesar de a hiperglicemia estar presente, a cetoacidose raramente se 
desenvolve. Além disso, os pacientes podem ser capazes de produzir certa quantidade de 
insulina endógena. 
 
 
Helinaldo Corrêa da Conceição 
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Sintomas do diabetes: 
 Polidpsia 
 Poliúria 
 Polifagia 
 Perda de peso 
 Xerostomia 
 
 
ANESTESIA LOCAL EM PACIENTES USUÁRIOS DE COCAÍNA 
 
Uma interação medicamentosa pode ocorrer quando uma das drogas interfere, de algum 
modo, sobre a outra, podendo ser classificada como farmacocinética - quando se 
manifesta durante a absorção, a distribuição, a biotransformação ou a excreção das drogas 
- ou farmacodinâmica - quando acontece nos sítios de ação das drogas, envolvendo os 
mecanismos pelos quais os efeitos desejados se processam. Na prática odontológica, 
algumas interações de drogas podem ser benéficas, como é o caso dos vasoconstritores 
associados aos anestésicos locais, por diminuir a toxicidade destes e proporcionar uma 
maior duração da anestesia. Ao contrário, outras interações podem acarretar efeitos 
adversos, de menor ou maior significado clínico, muitos deles previsíveis e passíveis de 
serem evitadas, desde que sejam tomadas algumas medidas de ordem preventiva. Neste 
sentido, deve-se destacar a importância da anamnese ou exame subjetivo, para que se 
possa traçar o perfil inicial do paciente que será tratado sob sua responsabilidade. Num 
indivíduo saudável. que não apresenta história de doenças sistêmicas, o risco das 
 
 
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interações medicamentosas fica restrito aos fármacos que o próprio dentista poderá 
aplicar ou prescrever. Entretanto, a possibilidade de interações é muito maior no 
atendimento de pacientes que fazem uso contínuo de uma ou mais drogas, como é o caso 
dos diabéticos, hipertensos e cardiopatas, entre outros. Isto reforça a importância da 
relação profissional entre o dentista e o médico que trata do paciente, quando deve ser 
estimulada a troca de informações sobre o controle ou compensação de sua doença, bem 
como a avaliação do risco/benefício quanto ao emprego das soluções anestésicas locais e 
'outras drogas. Deve-se também ressaltar que o cirurgião-dentista é em última análise o 
responsável direto pelo procedimento odontológico sendo, portanto, quem deve selecionar 
a solução anestésica local para um determinado tipo de paciente e/ou intervenção. As 
interações medicamentosas adversas, que eventualmente ocorrem na prática odontológica, 
não são bem documentadas, provavelmente pelo fato de que a odontologia é exercida 
muito mais em consultórios ou clínicas privadas do que em ambientes comunitários, 
como nos hospitais. Portanto, apesar de muitas das interações entre drogas já se 
encontrarem bem estabelecidas, outras, ao contrário, são apenas baseadas em relatos 
isolados e que ainda necessitam de maior comprovação científica. 
 
 
INTERAÇÃO ENTRE OS ANESTÉSICOS LOCAIS DE USO ODONTOLÓGICO E A 
COCAÍNA 
 
As soluções anestésicas locais que contêm um agente vasoconstritor do grupo das aminas 
simpatomiméticas-adrenalina (o mesmo que epinefrina), noradrenalina (norepinefrina), 
/evonordefrina (neocobefrina) ou fenilefrina. Independente do sal anestésico associado 
(lidocaína, mepivacaína, articaína ou bupivacaína), quando usadas em doses excessivas 
ou injetadas acidentalmente no interior dos vasos sanguíneos, podem interagir com certas 
drogas que o paciente faz uso, como os betabloqueadores cardíacos, antidepressivos 
tricíclicos, derivadosdas anfetaminas etc, podendo induzir reações adversas de certa 
gravidade. Entretanto, talvez a interação mais discutida atualmente seja aquela entre a 
cocaína e as aminas simpatomiméticas contidas nas soluções anestésicas locais, 
provavelmente pelos índices alarmantes do uso ilícito de cocaína em todo o mundo, 
independentemente do nível cultural ou sócio-econômico da população. A cocaína é um 
agente simpatomimético que estimula a liberação de noradrenalina e inibe sua recaptação 
 
 
Helinaldo Corrêa da Conceição 
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nas terminações nervosas adrenérgicas. Isto implica dizer que os usuários de cocaína são 
pacientes de risco para toda e qualquer complicação cardiovascular. Em doses suficientes, 
induz hipertensão arterial e taquicardia, aumentando o débito cardíaco e as necessidades 
de oxigênio. Esta atividade do SNA simpático pode diminuir a perfusão das artérias 
coronárias e acarretar uma isquemia significante, arritmia ventricular, angina pectoris e 
infarto do miocárdio, efeitos estes que têm sido exaustivamente relatados. Pesquisas 
recentes na Universidade de Harvard mostram que, logo após o uso, a cocaína provoca 
constrição do baço e um aumento de 4 a 6% do número de glóbulos vermelhos que, uma 
vez na circulação, aumentam a viscosidade do sangue e o risco de trombose. Além disso, 
a cocaína parece induzir uma maior produção de um importante fator da coagulação 
sanguínea, o fator de von Willebrand, que aumenta em até 40% e contribui ainda mais 
para a formação de coágulos intravasculares. Concluiu-se que "usar cocaína é como jogar 
a roleta russa: a vasoconstrição que ocorre nos primeiros dez minutos após o uso da droga 
carrega a arma, o aumento da viscosidade levanta o gatilho e o fator Von Willebrand 
dispara o projétil". Enquanto o efeito da cocaína permanecer ativo é também alto o risco 
de efeitos adversos, caso os vasoconstritores do grupo das aminas simpatomiméticas 
forem inadvertidamente injetados no sistema vascular sanguíneo. Segundo Van DYKE e 
cols., os maiores níveis plasmáticos da cocaína são alcançados dentro de 30 minutos após 
administração intravenosa, desaparecendo após duas horas, aproximadamente. Entretanto, 
quando a cocaína é "aspirada", a absorção para a corrente sanguínea torna-se mais lenta, 
com o efeito sendo prolongado pelo período de 4 a 6 horas. Isto pode ter servido de base 
para as palavras de GOULET e cols., que acrescentam: "estes pacientes são verdadeiras 
bombas-relógios ambulantes, caso estejam sob o efeito da droga no mesmo dia em que 
forem submetidos ao tratamento odontológico". Em virtude do risco potencial que isto 
representa para o cirurgião-dentista, é proposto o seguinte protocolo no atendimento de 
pacientes usuários de cocaína. Através da anamnese, procurar identificar o usuário de 
cocaína. Como na grande maioria dos casos o paciente não relata ou não assume sua 
condição de usuário da droga, deve-se incluir a seguinte pergunta no roteiro de anamnese: 
Você faz uso de cocaína? Obviamente o profissional deverá esclarecer o teor da pergunta, 
descrevendo o grande risco de interação da droga com certos tipos de vasoconstritores 
contidos nas soluções anestésicas. Obs: Caso o cirurgião-dentista suspeite das 
informações dadas pelo paciente, alguns sinais físicos característicos como euforia, 
agitação, tremores, dilatação das pupilas e alteração no ritmo cardíaco (avaliada através 
 
 
Helinaldo Corrêa da Conceição 
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do pulso carotídeo), assim como lesões de pele na região ventral do antebraço ou da 
mucosa nasal, podem, auxiliar na identificação deste grupo de pacientes. 
 
Vasoconstritores com cocaína (Taxa de significância = 1). 
 
 A cocaína é uma droga anestésica local que também possui propriedades estimulantes 
significativas sobre o SNC e o SCV. A cocaína estimula a liberação de noradrenalina e 
inibe sua recaptação em terminações nervosas adrenérgicas, produzindo assim um estado 
de hipersensibilidade às catecolaminas. A taquicardia e a hipertensão são frequentemente 
observadas com a administração de cocaína, as quais aumentam o débito cardíaco e as 
necessidades miocárdicas de oxigênio. Quando isso resulta em isquemia do miocárdio, 
arritmias potencialmente letais, angina, infarto do miocárdio ou parada cardíaca podem 
ocorrer. O risco desses problemas é maior em odontologia quando o anestésico local 
contendo vasoconstritor é administrado acidentalmente no meio intravascular de um 
paciente com níveis sanguíneos de cocaína já elevados. Após a aplicação intranasal de 
cocaína, níveis sanguíneos máximos ocorrem dentro de 30 minutos e desaparecem 
comumente depois de 4 a 6 horas. Sempre que possível, não se 
deve administrar anestésicos locais contendo vasoconstritores em pacientes que usaram 
cocaína no dia de sua consulta. Infelizmente são raros os usuários abusivos de cocaína 
que fornecem essa informação voluntariamente ao dentista. Embora não seja 
recomendado em qualquer paciente odontológico, o uso de fio de retração gengival 
impregnado com adrenalina está absolutamente contraindicado nos usuários de cocaína. 
A administração de anestésicos locais em usuários de cocaína também pode aumentar o 
risco de superdosagem de anestésico local. Se houver qualquer suspeita de uso recente de 
cocaína pelo paciente, ele deve ser questionado diretamente. O tratamento odontológico 
planejado deve ser adiado se o paciente tiver usado cocaína nas 24 horas prévias à 
consulta odontológica ou quando houver suspeita de seu uso. 
Vasoconstritores com antipsicóticos ou ouros bloqueadores a-adrenoceptores (Taxa 
de significância = 4). Bloqueadores dos a-adrenoceptores como fenoxibenzamina e 
prazosin (Minipress®) e drogas antipsicóticas como haloperidol (Haldol®) e tioridazina 
(Mellaril®) podem produzir hipotensão significativa em consequência da intoxicação por 
superdosagem. Esse efeito hipotensivo pode ser intensificado com doses altas de 
 
 
Helinaldo Corrêa da Conceição 
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vasoconstritores. As drogas vasoconstritoras devem ser utilizadas com cautela. (Malamed, 
2013) 
 
A doença de Von Willebrand (DvW) é a doença hereditária da coagulação com maior 
prevalência, atingindo cerca de 1% da população geral1,2 e manifesta-se clinicamente em 
cerca de 125 indivíduos por milhão (aproximadamente o dobro da prevalência da 
hemofilia A)3. O seu diagnóstico deve ser considerado sempre que surge um doente com 
história de hemorragias mucocutâneas repetidas, especialmente se associadas a um padrão 
familiar. 
Observe: 
ASA I – Paciente saudável com saúde normal; 
ASA II - Paciente com doença sistêmica moderada ou fator de risco de saúde 
insignificante; 
ASA III – Paciente com doença sistêmica grave não incapacitante; 
ASA IV – Paciente com doença sistêmica grave que é constante a ameaça á vida; 
ASA V - Paciente moribundo cuja expectativa de vida não é esperada nas 
próximas 24 h sem intervenção cirúrgica; 
ASA VI – Morte cerebral. 
 
Doenças metabólicas não controladas 
  diabete 
  doença cardiovascular 
  discrasias sanguíneas 
  doença hepática 
A hipertensão representa a elevação da pressão arterial sistólica e/ou diastólica. O 
diagnóstico de hipertensão é feito quando a pressão arterial sistólica atinge valor igual ou 
superior a 140 mm Hg e a pressão diastólica um valor igual ou superior a 90 mm Hg. 
Acredita-se que a patogenia da hipertensão essencial resida: 
a) no rim e no seu papel de regular o volume vascular através da eliminação de sal e água; 
b) no sistema renina-angiotensina-aldosterona através dos seus efeitos sobre o tono 
vascular sanguíneo, regulação do fluxo sanguíneo renal e metabolismo de sais; ec) no sistema nervoso simpático, que regula o tono dos vasos de resistência. 
 
 
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As medicações utilizadas no tratamento da hipertensão exercem seus efeitos através de 
um ou mais desses 
mecanismos reguladores, e podem ser classificadas em diuréticos, agonistas alfa-2 de 
ação central, vasodilatadores diretos, antagonistas dos canais de cálcio, inibidores da ECA 
e antagonistas dos receptores de angiotensina-2. 
Paciente alérgico ao paracetamol e a dipirona sódica o que fazemos? 
A opção é pelo Ibuprofeno, que em doses mais baixas apresenta atividade analgésica 
similar à da dipirona. 
Adultos: comprimidos de 200 mg , com intervalos de 6 horas. (Advil ou genérico) 
Crianças: solução gotas 50 mg/ml (Alivium ou genérico) 
Regra prática: 1 gota/kg de peso corporal, a cada 6 a 8 horas, não excedendo o máximo 
de 40 gotas por dose.(Eduardo Dias, 2012) 
 
Dr. Estou com dor de dente, porém estou grávida. O que devo tomar para passar a 
dor? 
 
Resposta: Paracetamol, pois ele é um analgésico que pode ser tomado durante a 
gravidez, mas sem exageros e sob orientação. Importante: Quando comparado com 
outros analgésicos, o paracetamol continua sendo o mais seguro para ser utilizado durante 
a gravidez. 
Anti – inflamatório 
Observe: V O é Via Oral 
Nimesulida comp. 500mg______________________1comp. de 12/12 horas 3 dias V O 
Amoxicilina 500mg_________________________1 comp. De 8/8 horas 7dias V O 
Analgésicos 
Dipirona Sódica comp. 500mg (6 comprimidos)______ 1 comp. De 4/4 horas V O 
Paracetamol comp. 500mg___________________ 1 comp. De 4/4 horas V O 
 
 
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Paracetamol comp. 750mg(12comprimidos)______________ 1 comp. De 6/6 horas V O 
Antibiótico 
Paciente sem históricos de alergias aos derivados de penicilina 
Amoxicilina 500mg_________________________1 comp. De 8/8 horas 7dias ou 5 dias 
V O 
Paciente com históricos de alergias aos derivados de penicilina 
Clindamicina comp. 300mg___________ 1 comp. De 8/8 horas 7 dias V O 
Azitromicina comp. 300mg__________ 1 comp./ dia durante 3 dias V O 
Inflamação 
Por muito tempo, a inflamação foi considerada uma doença, e somente a partir do século 
XVIII é que Hunter propôs que a mesma fosse uma resposta benéfica. Desde Celsus 
(contemporâneo de Cristo) que se caracteriza a inflamação por quatro sinais "cardinais": 
rubor, calor, tumor e dor. Virchow, no século XIX, acrescentou um quinto sinal: a perda 
da função. 
Aulus Cornelius Celsus 
Livro “De Medicina”, 30 a.C. 4 sinais cardinais da inflamação: 
• rubor, tumor, calor e dor. 
Rudolph Virchow, 1793 
5º sinal: perda de função 
 
Como fazer uma prescrição: 
 
P/ Nome do Paciente 
R/ (esse R significa receba) 
Uso interno / Via Oral 
 
Amoxicilina --------- 500mg – (9/12 cápsulas) 
Tomar 1 comprimido de 8 em 8 horas durante 3 dias. 
 
 
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(Se for mais de um medicamento, numerar) 
Ex: 
1)Amoxicilina 
2) Dipirona sódica 
 
Manaus, data............... de…… de 20…… 
E embaixo carimbo do professor. 
PARACETAMOL 
O paracetamol (N – acetil – ƿ – aminofenol) é o único derivado de anilina atualmente em 
uso clínico. É amplamente promovido como sendo o agente analgésico antipirético de 
escolha nos casos em que a ASPIRINA não pode ser utilizada, devido a existência de 
problemas gástricos ou outras contraindicações. 
A história do paracetamol data do fim do século XIX, quando a atividade antipirética dos 
derivados da anilina foi descoberta e vários congêneres, incluindo o paracetamol, foram 
sintetizados. Dois outros derivados de anilina, a acetanilida e a fenacetina, tornaram – se 
populares, enquanto o paracetamol foi deixado de lado. Os químicos finalmente 
perceberam que o paracetamol era o metabólito ativo de ambos os fármacos, contudo, a 
comercialização do paracetamol teve sucesso a partir da metade do século XX. 
MECANISMO DE AÇÃO 
O paracetamol possui atividades analgésicas e antipiréticas essencialmente equivalente às 
da aspirina. Seu mecanismo de ação também parece estar associado à inibição da síntese 
de PGs, embora possa haver algumas diferenças quanto ao aspectro de enzimas COX 
inibidas. Foi sugerido que o paracetamol pode ser mais ativo que a aspirina, embora 
relatos mais recentes acerca de uma nova isoforma associada ao SNC em seres humanos – 
a COX – 3 – não tenham sido confirmadas em pesquisas adicionais. A seletividade do 
paracetamol pelo SNC baseia – se amplamente nas diferenças de efeitos terapêuticos e 
tóxicos que apresenta com relação à aspirina, e não em evidências experimentais diretas. 
 
 
Helinaldo Corrêa da Conceição 
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Embora com relação à aspirina o paracetamol apresente efeitos anti-inflamatórios muito 
mais modestos, pode ser um inibidor comparativamente mais seletivo da síntese neuronal 
de PG. Novas evidencias recentemente sugeriram a existência de um mecanismo 
periférico possivelmente responsável pelos efeitos analgésicos do paracetamol. Os 
peróxidos liberados a partir de leucócitos e tecidos inflamados, ao se ligarem ao 
paracetamol, inibem sua ação, fato que pode comprometer gravemente qualquer efeito 
que o paracetamol possua sobre a inflamação. Outros mecanismos de ação proposto para 
esse fármaco não envolvem as PGs e incluem a ativação de vias serotoninérgicas espinais, 
bem como a inibição da óxido nítrico sintase. 
Lipotimia e/ou Síncope 
O termo lipotimia quer dizer pré-sincope, ou pré-desmaio, é a sensação de desmaio sem 
que essa necessariamente ocorra. Já a sincope é a perda temporária e momentânea da 
consciência, devido a uma hipóxia cerebral como consequência de uma diminuição do 
fluxo sanguíneo para a cabeça, é acompanhada com frequência por palidez, hipotensão e 
taquicardia. 
A sincope consiste na perda súbita da consciência, de curta duração, com abolição das 
funções motrizes, mas permanência das funções circulatórias e respiratórias. 
 
Podem ser provocados por hipoglicemia, fadiga, problemas cardíacos, cerebrais ou 
emocionais e debilidade orgânica. Além da inconsciência, a vítima pode apresentar 
palidez facial. A hipoglicemia severa e prolongada pode ser a causa da morte ou de lesões 
cerebrais irreversíveis. 
 
Sintomas: 
Sintomas como tonturas, visão turva e palidez podem antecipar um possível desmaio. 
Nesta situação, a vítima deve ser colocada sentada com o corpo para frente e a cabeça 
mais baixa que o tórax. 
 
Como prevenir 
 Anamnese 
 
 
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 Se o paciente é ansioso ou inseguro 
 Controlar a ansiedade 
 
Procedimentos: 
- Na fase de inconsciência, verificar respiração e pulso; 
- Manter o ambiente ventilado; 
- Desapertar as roupas da zona toráxica; 
- Elevar membros superiores; 
- Uma vez recuperada a consciência, dar água com açúcar ou só açúcar; 
- Procura de médico. 
Observe‼‼ Colocar o cliente deitado com as pernas para cima 
 
No texto Lei 5.081, de 24/08/1966, no artigo 6º, está escrito que o cirurgião – dentista 
pode “Prescrever e aplicar medicação de urgência no caso de acidentes graves que 
comprometem a vida e a saúde do paciente”, sendo confirmado pela Resolução CFO – 
063-2005, não devendo haver a preocupação de estar praticando ato ilegal ao agir de uma 
situação de emergência. 
Assim sendo, por este conjunto de possibilidades, a classe odontológica tem que 
incorporar o presente tema em suas práticas diárias, a partir dos bancos acadêmicos, 
buscando sempre atualização ao longo de sua práticaprofissional. 
Os medicamentos que devem esta disponível pode ser divididos em Obrigatórios e 
Acessórios. 
Os medicamentos obrigatórios são: 
 
 Oxigênio 
 Adrenalina 1:1000 e (ampola de 1ml), e 
 O dinitrato isossorbida (comprimido de 5mg), que é um vaso constritor 
coronariano para uso sublingual. 
 
Medicamentos Acessórios são: 
 Anticonvulsivante, como o Diazepam 10 mg (ampola de 2 ml); 
 Corticosteróide, como o succinato de hidrocortisona 100mg (frasco – ampola 2 
ml); 
 
 
Helinaldo Corrêa da Conceição 
helinaldouea@gmail.com 
 
 
 Anti – histamínico, com a prometazia ( ampola de 2 ml); 
 Broncodilatador, como o salbutamol (aerossol); e 
 Glicose, em pó ou em cubos. 
 
Hipertensão Arterial (HA) 
 
Definição: pressão sangüínea persistentemente elevada, em repouso. 
Pontos de definição: acima de 160/95 mm Hg (Scully & Cawson, 1997); 
acima de 140/90 mm Hg (Little et al., 2002; Sooriakumaran et al., 2005); 
diastólica acima de 95 mm Hg (Silverman et al., 2002). 
Causas e classificação: 90% dos casos – hipertensão essencial ou primária (1% 
desenvolve hipertensão maligna) 10% dos casos – secundária a doenças renais ou 
endócrinas 
Fatores de risco: idade, raça (negros), sexo masculino, obesidade, genética. Outros fatores 
de risco que podem complicar ou aumentar a chance de HA: hipercolesterolemia, 
tabagismo, intolerância à glicose (diabetes). 
 
 
Celulite 
 
 
Helinaldo Corrêa da Conceição 
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É uma inflamação difusa dos tecidos moles, que não está circunscrita ou confinada a uma 
área, mas que, ao contrário do abscesso, tende a espalhar-se pelos espaços teciduais e ao 
longo dos planos faciais. 
 Ocorre em consequência da infecção por microrganismos. 
Os estreptococos 
 
Hialuronidase e fibrinolisinas 
 
Atuam degradando ou dissolvendo 
 
Ácido hialurônico, a substância cimentante intercelular, e fibrina. 
 
 Hialuronidase é o fator de disseminação de Duran-Reynals. 
Histologia 
 Mostrará apenas uma exsudação difusa de leucócitos polimorfonucleares e 
linfócitos ocasionais, como muito liquido seroso e fibrina causando separação do 
tecido conjuntivo ou das fibras musculares. 
1) Angina de Ludwig 
É uma celulite grave que comumente, se inicia no espaço submandibular e envolve 
secundariamente o espaço sublingual e submentoniano. 
Características Clínicas 
 Tumefação lenhosa 
 Desenvolvimento rápido 
 Soalho da boca e consequente elevação da língua 
 Geralmente o paciente tem febre alta, pulso e respiração rápidos. 
 É observada também uma leucocitose moderada. 
Tratamento 
É baseado em quatro medidas: 
 
 
Helinaldo Corrêa da Conceição 
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1) Manutenção das vias aéreas 
2) Incisão e drenagem 
3) Antibioticoterapias 
4) Eliminação do foco infeccioso original 
 
2) Trombose do seio cavernoso 
É uma condição grave que consiste na formação de um trombo no seio cavernoso ou em 
seus ramos comunicantes. 
Características Clínicas 
 Edema das pálpebras 
 Paralisia dos músculos oculares externos 
 Lacrimejamento 
 Calafrios e febre 
Tratamento 
 O dente afetado deve ser extraído 
 A drenagem é necessária se houver presença de flutuação 
 Corticoide sistêmico para pacientes que desenvolveram insuficiência hipofisária. 
Não conseguimos diferenciar granuloma de cisto através de radiografias e sim, através 
de exames histológicos. Quando o dente esta sem coroa fazemos cirurgia, no caso de 
ainda ter coroa fazemos endodontia. 
Granuloma periapical sente uma sensibilidade a precursão 
Granuloma 
Curetar para não se transformar em cisto residual. 
TERAPÊUTICA MEDICAMENTOSA EM ODONTOLOGIA 
Enterais (uso interno) – Trato gastrointestinal 
 
 
Helinaldo Corrêa da Conceição 
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 Via Oral 
 Via Sublingual 
 Via Retal 
Parenterais (uso externo) – Não interagem com o trato gastrointestinal 
 Via Intravenosa 
 Via Intramuscular 
 Via Subcutânea 
A via de administração parenteral deve ser utilizada apenas pelo profissional que estiver 
familiarizado com ela. O aprendizado pode ser realizado em hospitais de emergência e 
cursos. Deve – se observar com especial atenção a validade dos medicamentos, assim 
como seu armazenamento em local de fácil acesso. 
Via Oral => É a melhor via de administração para clientes que possuem alergias. 
 
QUESTÕES 
1) Paciente M.S.L, 25 anos e na 25° semana de gestação, procurou o dentista para 
exodontia do elemento 15 por causa de um foco de infecção. Ao investigar os anestésicos 
disponíveis para anestesia o dentista notou que possuía apenas Prilocaína com 
Felipressina. Diante disto achou melhor adiar a exodontia para adquirir um outro tipo de 
anestésico. Justifique farmacologicamente a atitude do dentista em adiar a extração. 
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2) Onde são encontrados os receptores β2 adrenérgicos e qual seu efeito nos vasos 
sanguíneos? 
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Helinaldo Corrêa da Conceição 
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3) Qual o possível efeito da adrenalina utilizada como hemostática local em cirurgias de 
terceiros molares inferiores inclusos? Justifique. 
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4) Paciente J.I.G. 18 anos se submeteu a uma exodontia do elemento 15. Três dias depois 
ligou para o dentista dizendo que na região do palato correspondente ao dente extraído 
estava muito dolorido e com áreas ulceradas puntiformes. Levando em consideração que 
o profissional utilizou Lidocaína com Norepinefrina 1:50 000, o que pode ter acontecido 
com este paciente e qual a possível causa para esta complicação? 
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5) Por que a técnica anestésica infiltrativa esta contra indicada em áreas inflamadas ou 
infectadas? Justifique. 
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6) Assinale a opção correta 
a) Bisturi n° 3 lâminas 11, 10, 12 e 13 
b) Bisturi n° 4 lâminas 15, 11, 12 e 10 
c) Bisturi n° 4 lâminas 10, 11, 13 e 15 
d) Bisturi n° 3 lâminas 11, 15, 12 e 10 
e) Bisturi n° 3 lâminas 11, 13, 15 e 12 
7) Dê o somatóriodas alternativas corretas 
(01) O princípio da necessidade cirúrgica leva em consideração o estado geral do paciente 
na escolha do melhor momento para o ato operatório. 
(05) O principio da necessidade cirúrgica leva também em consideração os procedimentos 
pré e tras – operatório dando ênfase no planejamento cirúrgico. 
 
 
Helinaldo Corrêa da Conceição 
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(08) As cirurgias de emergências em odontologia são aquelas feitas imediatamente onde o 
paciente corre risco de vida. 
(15) Um exemplo de cirurgia oral menor seria redução e fixação de fraturas mandibulares. 
Soma_____ 
 
8) Dê o somatório das alternativas corretas: 
(01) Numa incisão do tipo Partch, a sutura deve começar pela área do ângulo para se 
evitar tensão nas bordas do retalho. 
(05) A incisão do tipo Wassmund está contra indicado em pacientes portadores de prótese 
fixa anterior. 
(08) No retalho tipo Newmann tem – se uma ausência de risco de incisão em cima do 
defeito ósseo. 
(11) A incisão do tipo Semilunar traz um acesso restrito a região apical. 
SOMA____________ 
9) São instrumentos da diérese exodôntica: 
a) Sindesmótomo, descolador de Molt e cureta de Lucas. 
b) Sindesmótomo, descolador de Molt e bisturi. 
c) Destaca periósteo, cureta de Freer e Sindesmótomo. 
d) Osteótomo, lima para osso e cureta de Lucas. 
e) Descolador de Molt, espátula nº 7 e Sindesmótomo. 
10) É uma condição indispensável para as osteotomias utilizando instrumentos 
rotatórios manuais. 
a) Utilização de brocas diamantadas do tipo Zecrya. 
b) Irrigação contínua com solução salina ou água destilada. 
c) Esmagamento para se evitar hemorragias. 
d) Remoção parcial do periósteo para facilitar a cicatrização posterior. 
e) Utilização somente de brocas esféricas carbite nº 8. 
11) Escreva ao lado de cada nervo as estruturas que inervam: 
 
 
Helinaldo Corrêa da Conceição 
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Nervo Alveolar Superior Anterior (NASA) 
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Nervo Alveolar Superior Posterior (NASP) 
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12) Para a Dentistica restauradora do elemento dental 25 devemos usar a técnica 
regional para bloqueio do(s) nervo(s): 
a) Alveolar Superior Anterior 
b) Alveolar Superior Posterior 
c) Alveolar Superior Médio 
d) Nasopalatino 
e) Nenhuma acima 
13) Para a exodontia do elemento 26 devemos utilizar a seguinte técnica: 
a) Pterigomandibular com complemento do nervo lingual. 
b) Terminal infiltrativa 
c) Terminaligamentosa e pulpar 
d) Pterigomandibular com complemento do nervo bucal 
e) Nenhuma resposta acima 
14) Para a exodontia do 21 devemos anestesiar pela técnica infiltrativa o (s) nervo (s) 
seguintes: 
a) Nervo Alveolar Superior Anterior e Médio 
b) Nervo Alveolar Superior Anterior e Nasopalatino 
c) Nervo Alveolar Superior Anterior 
d) Nervo Alveolar Superior Anterior mais terminação nervosas do nervo alveolar superior 
anterior do lado direito. 
 
 
Helinaldo Corrêa da Conceição 
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e) Nenhuma resposta acima 
15) Para a exodontia dos elementos 35, 36, 37 e 38, devemos aplicar a técnica 
pterigomandibular para silêncio operatório dos seguintes nervos: 
a) Nervo Alveolar Inferior e Lingual 
b) Nervo Alveolar Inferior, Lingual mais infiltrativa do nervo Bucal 
c) Nervo Alveolar Inferior, Lingual, mais infiltrativa do nervo lingual e infiltrativa do 
nervo mentoniano ( na técnica de 45°) 
d) Nervo Alveolar Inferior, Lingual, mais infiltrativa do nervo mentoniano e incisivo 
(técnica de 45°) 
16) Cite os acidentes anatômicos que lhes orientam na adoção da técnica 
pterigomandibular: 
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17) Citar os acidentes anatômicos que lhes orientam na adoção da técnica 
infraorbitária: 
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18) Descreva a técnica para bloqueio do nervo alveolar inferior: 
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19) Descreva a técnica de bloqueio dos nervos alveolar superior anterior e médio 
(técnica infraorbitária): 
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20) Citar 5 acidentes e complicações dos anestésicos locais: 
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21) Para a exodontia do elemento 26 precisamos anestesiar o (s) nervo (s): 
a) Nervo alveolar superior médio e nervo alveolar superior anterior 
b) Nervo alveolar superior posterior e médio 
c) Nervo alveolar superior posterior, nervo alveolar superior médio e nasopalatino. 
d) Nervo alveolar superior posterior, nervo alveolar superior médio e nervo palatino 
maior. 
e) Nenhuma das respostas acima 
22) Para a exodontia do elemento 37 precisamos anestesiar o (s) nervo (s): 
a) Nervo alveolar inferior e nervo bucal 
b) Nervo alveolar inferior, nervo bucal e nervo lingual 
c) Nervo mentoniano e lingual 
d) Infiltrativa no nervo linguale nervo bucal 
 
 
Helinaldo Corrêa da Conceição 
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e) Nenhuma das respostas acima 
22) (UFRN – 2012) A adrenalina (epinefrina) é eficaz para prevenir ou minimizar a perda 
de sangue durante os procedimentos cirúrgicos. Contudo, ela também produz um efeito 
vasodilatador rebote. O fator que explica essa desvantagem é 
A) o aumento significativo da ação nos receptores α e β. 
B) a diminuição da ação β e manutenção da ação α. 
C) o efeito prolongado da ação α. 
D) a diminuição da ação α e manutenção da ação β. 
 
23) (UFRN – 2012) A anestesia pela técnica de Vazirani-Akinosi caracteriza-se pelo 
bloqueio 
A) do nervo alveolar superior posterior em pacientes com abertura bucal limitada. 
B) do nervo mandibular, incluindo o alveolar inferior em pacientes com abertura bucal 
limitada. 
C) do nervo infraorbitário por acesso extrabucal, com ou sem limitação da abertura bucal. 
D) do nervo alveolar inferior, lingual, mili-hioídeo, mentoniano, incisivo, 
auricolotemporal e bucal em pacientes sem limitação da abertura bucal. 
 
24) (UFRN – 2012) Na impossibilidade de se realizar ciclos de esterilização com altas 
temperaturas e na presença de umidade, se houver necessidade de reutilização de artigos 
críticos, a esterilização é viável e deve ser feita com 
A) óxido de etileno e plasma peróxido de hidrogênio. 
B) radiação ionizante e plasma peróxido de hidrogênio. 
C) radiação gama e óxido de etileno. 
D) formaldeído gasoso e estufa. 
 
25) (UFRN – 2012) Para obter sucesso no fechamento cirúrgico de uma fístula buco-
sinusal, o procedimento mais adequado é 
A) eliminar previamente qualquer infecção aguda ou crônica do seio maxilar. 
B) usar material aloplástico no defeito ósseo. 
C) realizar um retalho sob tensão. 
D) eliminar o trato fistuloso, não podendo ser suturado e usado como um plano durante o 
fechamento. 
 
 
Helinaldo Corrêa da Conceição 
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26) (UFRN – 2012) Um paciente em choque anafilático pode apresentar manifestações 
clínicas que determinam sua morte. Os principais sistemas responsáveis por esse desfecho 
fatal são 
A) o respiratório e o neurológico. 
B) o gastrointestinal e o hematológico. 
C) o respiratório e o cardiovascular. 
D) o cutâneo e o respiratório. 
 
27) (UFRN – 2012) Os anestésicos Articaína a 4% (1:100.000 epinefrina) e Lidocaína a 
2% (1:100.000 epinefrina) serão utilizados em um paciente com 45 quilos. O volume 
correto (aproximadamente) de cada um desses anestésicos deve ser, respectivamente, 
 
A) 4,5 e 10 ml. C) 7,9 e 9,9 ml. 
B) 4,4 e 5,5 ml. D) 8 e 12 ml. 
28) (UFRN – 2012) Em um Leucograma, o aumento de neutrófilos imaturos é 
denominado “desvio à esquerda ” Esse quadro, que pode ser desencadeado pela presença 
de uma infecção aguda de origem bacteriana, é evidenciado pelo aumento dos: 
A) mastócitos. 
B) segmentados.(aumento de forma imaturo - núcleo em forma de bastão=neutrófilo) 
C) linfócitos. 
D) bastonetes. 
 
29) (UFRN – 2012) É uma infecção com progressão rápida, frequentemente de fontes 
odontogênicas, que se manifesta ocasionalmente na cabeça e no pescoço. Pacientes 
diabéticos e pacientes alcoólatras têm mostrado ser um grupo de risco para esse tipo de 
infecção. O comprometimento médico, o atraso na cirurgia e a mediastinite estão 
associados com uma mortalidade aumentada. 
Essa descrição diz respeito à 
A) hipertermia maligna. 
B) trombose do seio cavernoso. 
C) fasceíte necrosante. 
 
 
Helinaldo Corrêa da Conceição 
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D) angina de Ludwing. 
 
30) Sobre o controle da ansiedade em cirurgias odontológicas, assinale a alternativa 
errada: 
a) Os benzodiazepínicos são os fármacos de primeira escolha para o controle da 
ansiedade na clínica odontológica; 
b) A verbalização é um método farmacológico básico e eficaz no controle da ansiedade; 
c) Midazolam, 15g mg, em dose única antes da cirurgia é uma boa medida para 
controlar a ansiedade; 
d) Em casos de ansiedade extrema, com o paciente colaborador refratário ao 
atendimento cirúrgico, não aceitando nenhum tipo de sedação, devemos oferecer a 
opção de anestesia geral em ambiente hospitalar. 
e) Visão de sangue, movimentos bruscos e insegurança do operador aumentam a 
ansiedade do paciente. 
 
31) Sobre uso de antibióticos em odontologia podemos considerar correta as afirmações 
abaixo, exceto: 
a) A profilaxia antibiótica consiste na administração de fármacos somente antes da 
cirurgia; 
b) Em pacientes imunocomprometidos, o uso da antibioticoterapia profilática tem uma 
clara indicação; 
c) Antibioticoterapias terapêutica está indicada quando o processo infeccioso já está 
instalado; 
d) A Clindamicina é o antibiótico de escolha para pacientes alérgicos às penicilinas; 
e) O Metronidazol é extremamente eficaz contra os bacilos anaeróbicos sendo de muita 
utilidade no tratamento de abcessos. 
32) Sobre o controle da dor em cirurgias odontológicas, assinale a alternativa correta: 
a) O uso de antinflamatório, após exodontia deve ser por período prolongado para o 
controle do edema, no mínimo por 5 dias; 
b) Em caso de pacientes alérgicos à dipirona sódica, devemos prescrever derivados do 
acido acetilsalicílico para o controle da dor após cirurgias; 
c) Em pacientes com história de gastrite, o uso de antinflamatório inibidores da COX – 
1 deve ser por três dias para não aumentar a irritação gástrica; 
 
 
Helinaldo Corrêa da Conceição 
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d) Os corticosteroides em dose única pré-operatória não interfere nos mecanismos de 
homeostasia, ao contrário de alguns inibidores de ciclo oxigenasse; 
e) Em casos de exodontias complicadas o uso da dexametasona pode ser prolongado por 
até três dias para maior controle do edema. 
 
33) Sobre infecções odontogênicas, assinale a alternativa incorreta: 
a) Quando a infecção chega aos tecidos adjacentes, geralmente, leva uma resposta 
inflamatória, disseminada, aguda, de consistência dura e associada a dor intensa, 
processo chamado de abcesso dento alveolar; 
b) A formação de pus deve ser encarada como um sinal positivo, pois representa a morte 
de células de defesa e de microrganismos, cronificando o processo infeccioso; 
c) A celulite representa um quadro de maior gravidade do que um abcesso; 
d) Nos quadros de abcessos ocorre uma maior presença de bactérias anaeróbicas; 
e) O primeiro passo no tratamento adequado da infecção odontogênica consiste na 
identificação e eliminação do agente causal. 
 
34) Sobre as infecções odontogênicas complexas, assinale a alternativa errada: 
a) A espessura da cortical óssea é um fator importante para a determinação da 
disseminação da infecção; 
b) A relação dos ápices radiculares com as inserções musculares determinam o ponto de 
drenagem de uma infecção odontogênica; 
c) Na arcada maxilar a cortical palatina é mais delgada, favorecendo a drenagem do 
exudato inflamatório; 
d) Os espaços faciais são espaços virtuais que surgem com progressão da infecção; 
e) A infecção odontogênica normalmente é um processo bem delimitado e circunscrito. 
 
35) Paciente J. B. S, 45 anos, compareceu a Policlínica Odontológica da UEA para 
exodontia simples do elemento 36. O mesmo relata não ser alérgico a nenhuma 
medicação, nunca ter tido nenhum problema de saúde. Entretanto o mesmo relata estar 
tomando muita água, indo várias vezes ao banheiro e estar se alimentando muito. Para 
esse paciente, qual será nossa conduta? 
a) Fazer exodontia sem preocupações; 
b) Encaminhar o paciente ao médico; 
 
 
Helinaldo Corrêa da Conceição 
helinaldouea@gmail.comc) Pedir exame de Urina I 
d) Pedir exame de Glicemia em Jejum 
e) Solicitar o Hemograma completo 
 
36) Paciente V. H. S, 25 anos, sexo feminino, compareceu a policlínica Odontológica da 
UEA para exodontia de elemento incluso 45 e 46, portando exames complementares do 
Spa hemograma completo e coagulograma. A mesma relata não ser alérgica a nenhum 
medicamento e nunca ter tido nenhum problema de saúde. Analisando seu hemograma, 
verificou se que o HEMATÓCRITO registrava 37%. Que a análise preliminar poderá ser 
feita? 
a) O resultado encontra-se dentro da normalidade e pode-se fazer a exodontia 
b) O resultado encontra-se acima do normal e a paciente deve ser encaminhada 
c) O resultado encontra-se abaixo do normal e a paciente deve ser encaminhada 
d) Deve se solicitar exame de glicemia em jejum 
e) Deve se solicitar o risco cirúrgico 
 
37) Paciente A. C. M, 35 anos, Compareceu a policlínica Odontológica da Uea para 
exodontia de elemento incluso 28, ao analisar seu leucograma, notamos um domínio de 
células pre deslocada à esquerda. Qual seria a melhor conduta para esse paciente? 
 
a) Fazer a exodontia sem preocupações 
b) Suspender cirurgia eletiva até que se normalize o quadro 
c) Pedir outros exames laboratoriais 
d) Pedir o risco cirúrgico 
e) Operar o paciente utilizando anestésico sem vasoconstritor. 
 
38) Quanto à relação espaço facial com os dentes e seu ápices causadores de infecção 
odontogênica, é CORRETO afirmar que: 
a) Espaço sublingual: pré-molares inferiores e, às vezes, os segundo molares inferior. 
b) Espaço submandibular: molares inferiores. 
c) Espaço submentoniano – caninos inferiores e superiores. 
d) Espaço pterigomandibular – pré-molares superiores e molares inferiores. 
e) Espaço bucal – pré-molares superiores, molares superiores e inferiores. 
 
 
Helinaldo Corrêa da Conceição 
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39) Paciente portador de doença periodontal grave necessita de exodontia dos elementos 
dentários 33 a 43. Solicitando seu hemograma constatou-se oligocitopenia com cerca de 
4.000.000 mm3 . Diante deste quadro a paciente encontra-se: 
a) Com aumento do número de leucócitos no sangue - um único tipo, dois, três ou 
todos. 
b) Com diminuição do número de leucócitos no sangue 
c) Com redução do número de hemácias 
d) Com elevação do número de linfócitos 
e) Com redução de hemoglobina 
 
40) Para pacientes cujas infecções podem ser devidamente tratadas por exodontia, incisão 
e drenagem é desejável uma anestesia local eficaz. A maioria dos Cirurgiões Dentistas 
pode concordar que uma anestesia local adequada pode ser difícil de obter quando há uma 
inflamação aguda de infecção. Assinale a alternativa incorreta: 
a) Os anestésicos locais por serem ácidos fracos que, em sua forma não ionizada, 
decompõem se lentamente pela membrana da célula e por outras barreiras 
teciduais, para penetrar no tecido nervoso. 
b) Uma área infectada é provável que tenha pH mais baixo que os tecidos normais 
devido aos produtos da inflamação. 
c) O anestésico local é menos capaz de se difundir por meio de tecidos infectados 
que dos tecidos normais. 
d) Um mecanismo possível para a falha do estabelecimento de uma anestesia 
regional adequada é a alteração inflamatória degenerativa na estrutura do nervo e 
em suas proteínas constituintes. 
e) Alterações inflamatórias podem se deslocar pelo nervo que inerva a região. 
 
41) Numa avaliação do leucograma com normalidade e sem desvio, espera-se um 
proporção diferente entre os leucócitos. Assinale abaixo o grupo de células que 
corresponde à normalidade do exame: 
a) Neutrófilos................45-70% 
b) Eosinófilo..................45-70% 
c) Basófilos..................45-70% 
 
 
Helinaldo Corrêa da Conceição 
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d) Linfócitos..................45-70% 
e) Monócitos..................45-70% 
 
42) Um paciente apresenta odontalgia intensa, continua e pulsátil, envolvendo o 
elemento dentário 36, há cerca de 12 horas. O dente em questão está extrusionado e 
com alta sensibilidade a percussão. Existe aumento de volume doloroso não muito 
definido quanto a localização nas regiões sub-mandibular e sub-mentoniana, “lado 
esquerdo”, e de consistência endurecida. O paciente está febril e acamado. 
Assinale a alternativa que apresenta o possível diagnostico 
a) Pericementite apical aguda com abcesso submucoso imaturo e toxemia. 
b) Abcesso periapical crônico agudizado e celulite facial 
c) Pulpite aguda com reversibilidade duvidosa e celulite facial e toxemia 
d) Abcesso periapical agudo com celulite facial e toxemia 
e) Abcesso periapical agudo com abcesso submucoso maduro e toxemia 
1 – Os acidentes ocasionados pela extração dentaria são muitos e de diferentes categorias. Assinale 
abaixo a alternativa que indica causa de fratura de coroa e/ou da raiz. 
I – Utilização de fórceps errado, carie incipiente, fragilidade causada por tratamento endodôntico. 
II - Formações radiculares excepcionais com curvatura excessiva, raízes supranumerárias. 
III – Condensação óssea excessiva no local da extração como a fóvea incisiva. 
IV – Dentes isolados por extrações previas realizadas há muito tempo, paciente submetido à dieta 
estimulante para formação óssea. 
V – Formação de exostose da cortical vestibular ou lingual, incorreta aplicação da força na extração 
dental. 
a) Todos os itens estão incorretos 
b) Todos os itens estão corretos 
c) Estão corretas somente os itens II, IV, V 
d) Estão corretas somente os itens I, II e III 
e) Estão corretas somente os itens II e V 
 
 
 
Helinaldo Corrêa da Conceição 
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2 – Em seu trajeto, o nervo naso-palatino vai do teto da cavidade nasal em direção inferior e anterior 
até alcançar e atravessar sucessivamente o canal e o forame incisivo, dando inervação de canino a 
canino. 
a) A afirmativa e a justificativa estão corretas 
b) A afirmativa e a justificativa estão incorretas 
c) A afirmativa está correta e a justificativa está incorreta 
d) A afirmativa está incorreta e a justificativa está correta 
e) NDA 
 
3 – Fraturas alveolares podem ser de rebordo alveolar ou da tuberosidade. Assinale abaixo a 
complicação que pode estar associada à fratura de rebordo alveolar. 
a) Osteítes e abcessos e, os quais só terminam após a eliminação deste osso alveolar 
b) Alveolite e comunicação buco sinusal que só terminam após antibioticoterapia 
c) Osteítes e osteomielites, os quais só terminam depois da terapia antibiótica 
d) Alveolite e celulite, os quais só terminam após limagem deste osso alveolar 
e) Abcesso agudo e fistula buco sinusal, os quais só terminam após drenagem e 
antibioticoterapia 
 
4 – A lesão de troncos nervosos pode ser ocasionada quando da extração, podendo ocorrem tanto nos 
nervos inferiores, ocasionando lesão de gravidade variável. Os acidentes mais importantes são os que 
tem lugar sobre os nervos: 
a) Alveolar inferior, bucal e mentoniano, todos de ordem sensitiva causando paralisia 
b) Alveolar inferior, lingual e mentoniano, todos de ordem sensitiva causando parestesia 
c) Alveolar superior, alveolar inferior e mentoniano, todos de ordem sensitiva causando 
parestesia 
d) Mentoniano, lingual e infraorbitário, todos de ordem motora causando parestesia 
e) Massetérico, temporal superficial e milohióide, causando paralisia 
 
 
 
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5 – A Luxação da mandíbula pode ocorrer durante a extração de um molar inferior pelo excesso de 
força ou quando de uma intervenção demorada onde o paciente fica muito tempo de boca aberta. 
Esta pode ser colocada novamente em seu sitio daseguinte forma: 
a) Colocando-se os polegares de ambas as mãos sobre a arcada dentaria da mandíbula 
imprimem-se fortemente três movimentos, para baixo, cima para trás. 
b) Colocando-se os polegares de ambas as mãos sobre a arcada dentaria da mandíbula 
imprimem-se fortemente três movimentos, para cima, para baixo e para trás. 
c) Colocando-se os polegares de ambas as mãos sobre a arcada dentaria da mandíbula 
imprimem-se fortemente três movimentos para baixo, para trás e para cima. 
d) Colocando-se os polegares de ambas as mãos sobre a base da mandíbula imprimem-se 
fortemente três movimentos, para baixo, para cima e para trás. 
e) Colocando-se os polegares de ambas as mãos sobre a base da mandíbula imprimem-se 
fortemente três movimentos, para trás, para cima e para baixo. 
 
6 – A divisão Maxilar do trigêmeo faz com que ele seja caracterizado como nervo misto, pois é o 
único a possuir em seu interior componentes funcionais sensitivos e motores: 
a) A afirmativa e a justificativa estão corretas 
b) A afirmativa e a justificativa estão incorretas 
c) A afirmativa está correta e a justificativa incorreta 
d) A afirmativa está incorreta a justificativa correta 
e) NRA 
 
7 – É a infecção pútrida do alvéolo dental que se instala após uma extração. É uma complicação 
frequente, é a que mais molesta e a mais chata da exodontia. Para sua produção, interveem diversos 
fatores; sendo que, a união de alguns deles produzem esta afecção, que em muitas oportunidades, 
adquirem caracteres alarmantes, pela intensidade de um de seus sintomas. 
A frase acima se refere a____________ e o principal sintoma é_____________. 
Assinale abaixo o item quem completa as lacunas na frase acima. 
a) Osteomielite, dor 
 
 
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b) Comunicação buco sinusal, inflamação. 
c) Alveolite, dor 
d) Osteite, infecção 
e) Comunicação buco sinusal, infecção. 
 
8 – São instrumentos de EXÉRESE todos abaixo, exceto: 
a) Descoladores 
b) Extratores (elevadores) 
c) Forceps 
d) Curetas 
e) Pinça Goiva 
 
9 – Consiste em uma modificação da incisão de Wassmund, com as mesmas indicações e 
diferenciação técnica apenas na incisão abaixo da margem gengival livre 3 a 5mm seguindo o 
contorno dos festoes gengivais. Esta é a incisão de: 
a) Newman 
b) Partsch 
c) Valsalva 
d) Envelope 
e) Heimlich 
10 – Leia os itens abaixo e assinale a alternativa correta. 
I – O fórceps 18L, indicado somente para molares superiores esquerdos possui um mordente liso 
que encaixa na face palatina e outro pontiagudo para encaixe na vestibular. 
II – O fórceps 16 tem indicação para molares inferiores com coroa destruída e deve ser encaixado 
somente na furca. 
III – O fórceps 65 tem indicação para restos radiculares de incisivos, pré-molares e molares 
superiores. 
IV – A elevador apical de Seldim 1L é reto tem como principal movimento a cunha 
 
 
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a) Todos os itens estão incorretos 
b) Todos os itens estão corretos 
c) Estão incorretos somente os itens II, III, IV 
d) Estão incorretos somente os itens I e III 
e) Estão incorretos somente os itens III e IV 
11 – Existem três grandes grupos de drogas empregadas no controle da dor pós-operatória, cada um 
atuando em um estágio diferente de seu mecanismo: anti-inflamatório esteroidais, anti-inflamatório 
não-esteroidais (AINEs) e analgésicos. Em casos de exodontias pela técnica aberta estaria mais 
indicado o uso de: 
a) Analgésicos de 8/8h por cinco dias 
b) Ibuprofeno 600mg três vezes ao dia + paracetamol 500mg 2 vezes ao dia 
c) Nimesulida 100mg duas vezes ao dia 8/8h 
d) Dexametazona 500mg dose única 1h antes da cirurgia 
e) NRA 
 
12 – Observe o fluxograma ao lado e assinale a alternativa que completa as lacunas na sequência, 
sobre os princípios fundamentais em cirurgia: 
a) Necessidade cirúrgica, Assepsia. 
b) Assepsia, Oportunidade cirúrgica. 
c) Necessidade cirúrgica, Oportunidade cirúrgica. 
d) Oportunidade cirúrgica, Necessidade cirúrgica. 
e) Assepsia, Necessidade cirúrgica. 
 
 
 
 
 
13 - Dê a somatória das alternativas abaixo cujos valores dos sinais vitais pré-operatório 
contraindicam temporariamente uma exodontia. 
Diagnostico Definitivo 
Terapêutica Adequada 
Conservador Cirúrgica 
Avaliação Sistêmica Avaliação Local 
 
 
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(01) Pressão arterial 150/110mmhg, frequência e ritmo cardíaco, 120-75 BPM, temperatura 
36,5 Cº 
(05) Pressão arterial 120/80mmhg, frequência e ritmo cardíaco, 100-80 BPM, temperatura 
38,5 Cº 
(08) Pressão arterial 120/80mmhg, frequência e ritmo cardíaco, 60-75 BPM, temperatura 38,5 
Cº 
(11) Pressão arterial 170/90mmhg, frequência e ritmo cardíaco, 80-120 BPM, temperatura 
36,5 Cº 
(15) Pressão arterial 120/80mmhg, frequência e ritmo cardíaco, 60-75 BPM, temperatura 36,5 
Cº 
 
Soma___25____ 
 
14 – Sobre os cuidados transoperatórios é correto afirmar: 
I – Curetagem do alvéolo: deve ser feita rotineiramente após a exodontia 
II – Realizar a remoção das espiculas ósseas com pinça tipo Halsted 
III – Manobra de Chompret: reposiciona as paredes gengivais 
IV – Sutura em “U”: promove uma inversão dos bordos da ferida 
a) Todos os itens estão iuncorretos 
b) Todos os itens estão corretos 
c) Estão incorretos somente os itens II, III, IV 
d) Estão corretos somente os itens I e II 
e) Estão corretos somente os itens I e IV 
 
15 – Assinale na folha de resposta o somatório das alternativas corretas sobre os cuidados pós-
operatórios: 
 
 
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(01) Evitar esforços e exercícios físicos nos primeiros 7 dias 
(05) Saliva sanguinolenta é normal até do 5º dia 
(08) Os pontos com categute deverão ser removidos após 5 a 7 dias 
(11) Alimentação liquida e gelada por 7 dias 
(15) Escovação deverá ser feita normalmente, evitando a região operada, que deverá ser 
higienizada com gaze ou cotonete. 
 
Soma__16__ 
 
 
 MONITORIA DE CBA E CTBMF: DATA: 02/03/2016. 
1)- a angina do ludwing é uma condição infecciosa maxila-facial de grande 
importância. São caracteristica desta angina: exceto. 
A)-disfagia. 
B)-face tóxica. 
C)-somente envolvimento dos espaços faciais submandibular e sunlíngual bilateral 
D)-somente envolvimento dos espaços faciais submandibular , sublíngual e submentual 
bilateral. 
E)-posicionamento superior da lígual. 
Comentário: quando os espaços perimandibulares (submandibular, sublingual e 
submentoniano) são bilateralmente envolvidos em uma infecção, esta é conhecida como 
angina de ludwig. Essa infecção é uma celulite de evolução rápida que pode obstruir as vias 
aéreas e, é comum, disseminar-se, posteriormente, para os espaços fasciais profundos do 
pescoço. Página 324 
 
2)- (ENADE – 2013) um adolescente de 15 anos de idade apresentou-se no consultório 
odontológico com dor aguda, contínua e edema na região do primeiro molar inferior 
esquerdo durante a anamnese, o paciente relatou ser usuário de crack há mais de 12 
 
 
Helinaldo Corrêa da Conceição 
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meses. Ao exame clínico e radiografico, verificou-se que o dente apresentava grande 
destruição e comprometimento de furca, sendo indicada sua exodontia? 
#considerando essa situação avalie as afirmações a seguir. 
I-a solução anestésica que contém vasoconstritor semelhante a epinefrina está indicada 
para realização de exodontia porque com essa droga, não há risco de elevação da 
pressão anterior e do ritmo cardiaco. 
Ii-a solução anestésica lidocaína2% com epinefrina pode ser utilizada, por propiciar 
menor toxicidade sistemica e menimizar o risco de elevação da pressão arterial e do 
ritmo cardiaco do paciente. 
Iii-a solução anestésica prilocaína 3% com felipressina 0,03 ui é uma alternativa para o 
atendimento odontológico porque, com essa droga, não há risco de elevação severa da 
pressão arterial e do ritmo cardíaco do paciente. 
Iv-as soluções anestesicas que contém vasoconstritores semelhantes a epinefrina devem 
ser evitadas, porque o uso crônico do crack faz com que haja liberação de dopamina, 
com aumento de adrenalina no organismo e consequente aumento da pressão arterial e 
do ritmo cardíado do paciente. 
 
A)-I E II. 
B)-I E III. 
C)-III E IV. 
D)-I, II E IV. 
E)-II, III E IV. 
3)- ao se reinjetar um volume de anestésico local o resultado final pode não ser o de 
controle da dor, podemos estar diante de uma tolerância crescente a uma droga 
repetidas vezes. Este fenômeno também e conhecido como: 
A)-metemoglobinemia. 
B)-taquifilaxia. ( correta ) 
C)-hipertermia maligna. 
D)-anafilaxia. 
E)-lipotimia. 
4)- os tumores benignos e malignos mais comuns que envolvem as glândulas salivares 
maiores e menores são, respectivamente? 
 
 
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A)-hemangiona de glândula salivar, carcinoma, muco 
epidermóide/carcinoma adenóide. 
B)-adenoma pleomorfo, linfangioma de glândula salivar. 
C)-hemangiona de glândula salivar, adenoma pleomorfo. 
D)-adenoma pleomorfo, carcionoma mucoepidermóide/carcinoma adenóide cístido. ( 
correta ) 
E)-nenhuma das anteriores. 
5)-sobre o uso de bifosfanatos e sua capacidade de induzir osteonecrose nos maxilares, 
é incorreto afirmar que: 
A)-a possibilidade de necrose avascular é diretamente proporcional ao tempo de uso do 
bisfosfonato. 
B)-um estimulo traumático e/ou infeccioso é sempre necessário para inicial o processo 
de osteonecrese nos paciente que utilizam cronicamente os bifosfonatos. 
C)-os bifosfonatos injetáveis, tais como o zoledronato, parecem demonstrar maior 
relação com aparecimento das necroses. 
D)-os bifosfonatos são inibidores específicos da atividade dos osteoclastos, sendo 
utilizados frequentemente nas metástases ósseas de tumores sólidos com origem na 
mama ou próstata com a finalidade de controlar as complicações. 
E)-nenhuma das anteriores. 
6)- p.o.f compareceu ao consultório odontológico apresentando intenso processo 
infeccioso na área correspondente ao dentes 11 e 22. Visando dar inicio ao tratamento, 
o dentista optou pela técnica terminal infiltrativa naquela região, administrando, 
inicialmente, um tubetes de lidocaína a 2% com vasoconstrictor adrenergico. Como 
não obteve sucesso, o profissional aplicou mais três, que igualmente, não levaram ao 
efeito anestésico desejado. 
Assinane a opção que representa a causa atribuida ao insucesso do procedimento 
adotado e por que se deve evita-lo. 
A-atribui-se a alta concentração do anestésico e deve ser evitado porque pode provocar 
trismo. 
B)-atribui-se ao ph básico do meio e deve ser evitado porque se trata de um 
procedimento bastante doloroso. 
C)-atribui-se alta dose do anestésico e deve ser evitado porque há maior probilidade de 
ocorre parestesia persistente. 
 
 
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D)-atribui-se ao ph ácido do meio e deve ser evitado porque microrganismos e material 
séptico podem ser carreados ás camadas teciduais mais profundas. ( corretas ) 
E)-atriu-se ao ph neutro do meio e dever ser evitado já que pode levar a um quadro do 
intoxicação por anestésico. 
7)-a avaliação pré-operatório associada a exames complementares quando dos 
procedimentos cirúrgicos é de fundamental importância levando em consideração esta 
premissa, em um caso de sialolitíase supurativa da glândula submandibular, qual 
exame complementar não está indicado. 
A)-tomografia computadorizada cone beam. 
B)-radiografia oclusal da mandíbula. 
C)- sialografia com contraste. 
D)-ultrassom. ( correta ) 
E)-nenhuma. 
8)-considerando um paciente com pericoronarite do elemento 38, que apresenta um 
quadro infeccioso ativo com presença de secreção purulenta. Ao exame de contagem de 
leucócitos, apresentou contagem de 19 mil células por milímetro cúbico, considerando 
esta informação, este paciente apresenta: 
A)-leucemia. 
B)-leucocitose. ( correta ) 
C)-leucopenia. 
D)-trombopenia. 
E)-tromcitopenia. 
9)-alguns medicamentos apresentam efeitos colaterais quando da administração em 
específico o aas ( ácido acetilsalicitico ) apresenta como efeito colaterais alteração dos 
parâmetros hematológico considerando estas informação, o aas tem função: 
A)-anticoagulante. 
B)-antiagregante plaquetário. ( correta ) 
C)-antifúngico. 
D)-antibiótico. 
E)-hemolítico. 
 
 
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10)-quanto ás infecções maxila-faciais, são caracteristicas de celulite, exceto: 
A)-progressão lenta. 
B)-aumento de volume e endurecido. 
C)-ausência de ponto de flutuação. 
D)-presença de dor. 
E)-ausência de secreção puruleta. 
 
 
REFERÊNCIA BIBLIOGRÁFICA 
 
ANDRADE, Eduardo Dias. Emergências médicas em odontologia. 3. ed. São Paulo: 
Artes Médicas, 2011. 
ANDRADE, Eduardo Dias. Terapêutica medicamentosa em odontologia. 2. ed. São 
Paulo: Artes Médicas, 1998. 
HUPP, James R; ELLIS III, Edward; TUCKER, Myron R. Cirurgia oral e maxilo facial 
contemporânea. 5.ed. Rio de Janeiro: Elsevier,2009. 
MADEIRA, Miguel Carlos. Anatomia da face: Bases Anatomofuncionais para a prática 
odontológica 6.ed. São Paulo: Sarvier, 2008. 
MALAMED, Stanley F. Manual de Anestesiologia. 5 .ed. Rio de Janeiro: Elsevier, 2005. 
PEÑARROCHA DIEGO, Miguel; SANCHIS BIELSA, José Maria; MARTÍNEZ 
GONZÁLES, José Maria. Anestesia local em odontologia. Rio de Janeiro: Guanabara 
Koogan, 2008. 
 
 
 
 
 
 
 
 
Helinaldo Corrêa da Conceição 
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