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Vitor Marinho da Costa 
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Vitor Marinho da Costa 
 
 
Terça-feira 11/09/2018 
1. RESINA ACRÍLICA: 
• A resina acrílica tem várias 
funcionalidades na odontologia, 
que vão desde provisórios até 
extensos trabalhos 
restauradores. 
 
• O forte odor da resina acrílica é 
devido a sua volatilidade de seu 
monômero. 
 
• A resina acrílica é um polímero e 
possuem moléculas muito 
grandes arranjadas em extensas 
cadeias. 
 
• As resinas acrílicas apresentam 
propriedades óticas e 
dimensionais estáveis em 
condições orais normais, e as 
propriedades físicas são 
comprovadamente adequadas 
para aplicações odontológicas. 
Além de apresentarem fácil 
processamento e baixo custo. 
 
2. APRESENTAÇÃO: 
• A resina acrílica se apresenta na forma de um Pó (composto por 
polimetilmetacrilato pré-polimerizado na forma de esferas, pérolas) e de um 
líquido (Em sua maior parte, formado por metilmetacrilato não polimerizado). 
Perceba que o pó já é o próprio polímero e o liquido é o monômero. 
 
 
 
 
 
Vitor Marinho da Costa 
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Vitor Marinho da Costa 
3. COMPOSIÇÃO: 
• A composição da resina acrílica 
se dá por duas fases, uma em 
pó (Polimetil metacrilato e 
pequena quantidade de 
benzoíla, que funciona como um 
iniciador, responsável por 
começar o processo de 
polimerização) e uma fase 
líquida (Monômero de 
metilmetacrilato com pequenas 
quantidades de hidroquinona, 
que funciona como um inibidor 
da polimerização). 
 
• Toda a reação de formação da 
resina acrílica é EXOTÉRMICA. 
Na reação acontece uma 
quebra de ligações duplas e 
assim temos o aumento da 
cadeia pela incorporação de 
grupos. 
 
• Plastificante. 
• Pigmentos. 
• Agentes de ligação cruzada. 
 
4. CLASSIFICAÇÃO: 
• As resinas acrílicas podem ser 
classificas em dois grupos, 
aquelas que são termicamente 
polimerizáveis e aquelas que 
são quimicamente polimerizáveis 
(autopolimerizáveis). Esses dois 
tipos de resina acrílica são 
importantes, pois em algumas 
situações o controle do tempo de 
polimerização se faz necessário, 
como na confecção de próteses 
totais. Procedimentos mais 
permanentes, onde o material 
precisará durar por um tempo 
maior, como no caso das 
próteses, as resinas termo 
ativadas são escolhidas. 
 
• As resinas termicamente 
ativadas são polimerizadas sob 
pressão, e com isso teremos 
materiais mais resistente.
 
5. PROPRIEDADES: 
• Dureza relativamente baixa – Tem maior facilidade de fraturar. 
• Alteração dimensional elevada se comparada com os outros polímeros. 
 
6. APLICAÇÃO: 
• Próteses totais, PPR, Dentes artificiais, Moldeiras individuais, Coopies de 
moldagem, Placas intermaxilares (miorelaxante), Bases para montagem de PPR, 
Dispositivos ortodônticos, Coroas provisórias, Facetas estéticas (desuso), Modelos 
para núcleos metálicos fundidos. 
 
Vitor Marinho da Costa 
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Vitor Marinho da Costa 
7. PROPORCIONALIDADE (3:1): 
• A proporção ideal pra de 3 pra 1 em um pode Paladom tampado, para evitar 
evaporação, e com isso diminuindo a perda de dimensão. 
• Muito pó pode levar a um preenchimento inadequado, pelo monômero, dos 
espaços livres entre as particular de pó, resultando em um material fraco com 
consequente porosidade no produto final. O uso de monômero em excesso 
produzirá excessiva contração de polimerização e perda da qualidade da 
adaptação da superfície interna do material. 
 
8. ESTÁGIOS DE POLIMERIZAÇÃO: 
• Existem 5 fases, sendo que o processo de polimerização acontece nas 4 
primeiras. 
• FASE 1 ou ARENOSA – Quando se mistura o pó no liquido, formando uma 
espécie de areia molhada. Essa fase passa muito rápida. 
• FASE 2 ou PEGAJOSA ou FILAMENTOSA – Nesse momento a resina se torna 
bastante pegajosa. Nesse momento o monômero está atacando o polímero. 
• FASE 3 ou PLÁSTICA, GEL ou MASSA – Nessa fase a resina se torna passível de 
ser manipulada com a mão, visto que não está mais pegajosa. 
• FASE 4 ou ELÁSTICA ou BORRACHÓIDE – Nesse estágio a resina não está 
grudenta e apresenta uma memória elástica.