DIMENSIONAMENTO DE PESSOAL NA ENFERMAGEM ATUALIZADO.pdf
50 pág.

DIMENSIONAMENTO DE PESSOAL NA ENFERMAGEM ATUALIZADO.pdf


DisciplinaAdminitraçao Gerenciamento Enfermagem35 materiais101 seguidores
Pré-visualização7 páginas
1
Dimensionamento de Pessoal 
em Enfermagem
Profª Fernanda Coelho
Dimensionamento de pessoal de enfermagem: \u201cetapa inicial do processo de provimento de
pessoal, que tem por finalidade a previsão da quantidade de funcionários por categoria
requerida para suprir as necessidades de assistência de enfermagem direta ou indiretamente
prestada aos pacientes. Entretanto, considerando que o processo de dimensionar pessoal de
enfermagem possibilita também a avaliação da carga de trabalho existente nas unidades já em
funcionamento, esse conceito pode ser ampliado, sendo compreendido como um processo
sistemático que fundamenta o planejamento e a avaliação da quantidade e da qualidade de
enfermagem para prover a assistência de acordo com a singularidade dos serviços de saúde e
que garanta a segurança dos pacientes e dos trabalhadores\u201d. (Lima et al, 2016)
2
Dimensionamento de pessoal em 
enfermagem
Previsão da quantidade de funcionários 
por categoria para suprir as necessidades 
de assistência direta ou indireta
Avaliação da carga de 
trabalho em unidade em 
funcionamento
Planejamento e avaliação 
da quantidade e qualidade 
de enfermagem para prover 
a assistência
Etapa inicial do 
provimento de 
pessoal
Considera as características 
do serviço de saúde e 
garante a segurança dos 
pacientes e profissionais
Impacto do dimensionamento do pessoal de 
enfermagem
Qualidade, eficácia e custo 
Prestação da assistência em 
condições de maior ou menor 
segurança
Pacientes com necessidades 
cada vez mais complexas
adequar qualiquantitativo do 
pessoal para novas demandas, 
melhoria da qualidade e 
racionalizar os custos
Sobrecarga de trabalho, com 
dificuldade na implantação de 
medidas que aumentem a 
qualidade
3
Resolução Cofen 543/2017
Considerações iniciais:
\u201cCONSIDERANDO a prerrogativa estabelecida ao Cofen no artigo 8º, incisos IV, V e XIII, da Lei nº 5.905/73, de baixar
provimentos e expedir instruções, para uniformidade de procedimento e bom funcionamento dos Conselhos Regionais,
dirimir as dúvidas suscitadas pelos Conselhos Regionais e exercer as demais atribuições que lhe são conferidas por lei;\u201d
CONSIDERANDO que o artigo 15, inciso II, III, IV, VIII e XIV, da Lei nº 5.905/73, dispõe que compete aos Conselhos
Regionais de Enfermagem: disciplinar e fiscalizar o exercício profissional, observadas as diretrizes gerais do Conselho;
fazer executar as instruções e provimentos do Conselho Federal; manter o registro dos profissionais com exercício na
respectiva jurisdição; conhecer e decidir os assuntos atinentes à ética profissional impondo as penalidades cabíveis; e
exercer as demais atribuições que lhes forem conferidas por esta Lei ou pelo Conselho Federal; (COFEN, 2017).
lei 5905/73: dispõe sobre a 
criação dos Conselhos Federal e 
Regionais de Enfermagem e dá 
outras providências. 
\u2022 CONSIDERANDO a Lei nº 7.498, de 25 de junho de 1986, e o Decreto nº 94.406, de 08 de junho de
1987, que regulamentam o exercício da Enfermagem no país;\u201d
\u2022 CONSIDERANDO o Código de Ética dos Profissionais de Enfermagem;
\u2022 CONSIDERANDO a Resolução Cofen nº 358, de 15 de outubro de 2009, que dispõe sobre a
Sistematização da Assistência de Enfermagem e a implementação do Processo de Enfermagem em
ambientes públicos, privados e filantrópicos, e dá outras providências
\u2022 CONSIDERANDO o Regimento Interno da Autarquia aprovado pela Resolução Cofen nº 421/2012
\u2022 CONSIDERANDO Resolução Cofen nº 429, de 30 de maio de 2012, que dispõe sobre o registro das
ações profissionais no prontuário do paciente e em outros documentos próprios da enfermagem,
independente do meio de suporte \u2013 tradicional ou eletrônico
Essa resolução torna obrigatório o registro de todas as 
atividades de enfermagem, quer sejam assistenciais, quer 
gerenciais (informações sobre recursos humanos, materiais e 
processo de trabalho)
4
CONSIDERANDO as recomendações do relatório das atividades realizadas pelo Grupo
de Trabalho \u2013 GT do Coren-SP, indicadas no Processo Administrativo Cofen nº
0562/2015
Entre elas, a adequação da classificação de pacientes pediátricos como sendo de
cuidados intermediários, independente da presença de acompanhante; a conclusão de
que não é suficiente incluir meia hora de enfermagem para os pacientes antes
classificados como de cuidados intermediários sem acompanhante (o tempo a mais não
garantia a qualidade da assistência) e passar a utilizar a classificação de pacientes de
cuidados de alta dependência.
CONSIDERANDO as pesquisas que validaram as horas de assistência de enfermagem
preconizadas na Resolução COFEN nº 293/2004 e aquelas que apontam novos
parâmetros para áreas especificas.
CONSIDERANDO os avanços tecnológicos e as necessidades requeridas pelos gestores,
gerentes das instituições de saúde, dos profissionais de enfermagem e da fiscalização dos
Conselhos Regionais, para revisão e atualização de parâmetros que subsidiem o
planejamento, controle, regulação e avaliação das atividades assistenciais de enfermagem.
CONSIDERANDO que o quantitativo e o qualitativo de profissionais de enfermagem
interferem, diretamente, na segurança e na qualidade da assistência ao paciente;
CONSIDERANDO que compete ao enfermeiro estabelecer o quadro quantiqualitativo de
profissionais necessário para a prestação da Assistência de Enfermagem;
5
CONSIDERANDO a necessidade de atingir o padrão de excelência do cuidado de
enfermagem e favorecer a segurança do paciente, do profissional e da instituição de
saúde; (COFEN,2017).
CONSIDERANDO as sugestões e recomendações emanadas da Consulta Pública no
período de 09/07/2016 à 16/09/2016 no site do Conselho Federal de Enfermagem;
CONSIDERANDO as deliberações do Plenário do Cofen em sua 481ª Reunião
Ordinária, ocorrida em 27 de setembro de 2016, na cidade do Rio de Janeiro;
CONSIDERANDO tudo o que mais consta do PAD Cofen nº 562/2015;
(FCC- 2015) Órgão: TRT 3ª Região (MG). Prova: Analista Enfermagem:
(adaptada)
O Conselho Federal de Enfermagem por meio da Resolução COFEN nº
543/2017, atualizou e estabeleceu parâmetros para Dimensionamento do
Quadro de Profissionais de Enfermagem nos serviços/locais em que são
realizadas atividades de enfermagem, considerando, entre outras:
a) a necessidade requerida pelos administradores de hospitais, face a dificuldade
dos enfermeiros em definir tais parâmetros.
6
b) avanços tecnológicos e as necessidades requeridas pelos gestores, gerentes das
instituições de saúde, dos profissionais de enfermagem e da fiscalização dos
Conselhos Regionais, para revisão e atualização de parâmetros que subsidiem o
planejamento, controle, regulação e avaliação das atividades assistenciais de
enfermagem
c) o grande número de matéria regulamentando as unidades de medida e a relação
de horas de enfermagem por leito ocupado.
d) o caráter educativo e fiscalizatório dos sindicatos das categorias de enfermagem.
e) a necessidade de garantir ao profissional de enfermagem uma reserva de
mercado, atualmente ameaçada por outros profissionais.
Questão 2: FCC,2015. Órgão: TRT 3 ª Região (MG) Prova: Analista
Enfermagem- adaptada
O Conselho Federal de Enfermagem por meio da Resolução COFEN nº 543/17,
fixou e estabeleceu parâmetros para o dimensionamento do quadro de
profissionais de enfermagem nas Unidades Assistenciais das Instituições de
Saúde e Assemelhados, considerando dentre outras,
a) A Resolução Cofen nº 429, de 30 de maio de 2012, que dispõe sobre a
sistematização da Assistência de Enfermagem .
7
b) a necessidade de atingir o padrão de excelência do cuidado de enfermagem e
favorecer a segurança do paciente, do profissional e da instituição de saúde, bem
como a redução de custos da assistência prestada;
c) A competência do Enfermeiro para estabelecer o quadro quantiqualitativo de
profissionais necessário para a prestação