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Apanhado de Educação de jovens e Adultos (EJA)
resposta gabarito
resposta apostila
resposta que esta na prova de aluno
01- “A alfabetização e a escolarização são apenas alguns dos tipos de práticas de letramento e o processo de interação com o contexto social é um dos fatores determinantes para o processo de aprendizagem, desenvolvimento e letramento” (Kleiman, 1995). Em relação ao letramento, Kleiman defende que:
I- A alfabetização (domínio do sistema alfabético) constitui apenas um tipo de prática de letramento.
II- Entendendo o letramento como um conjunto de práticas sociais que se utiliza da escrita, ampliam-se as agências de letramento para além da escola, abrangendo a família, a Igreja, o trabalho, as organizações populares.
III- O processo de letramento tem de considerar a sua dimensão social, o significado que a escrita tem para determinado grupo social e em que tipo de instituição foi adquirida.
IV- As mudanças pretendidas através do processo de letramento visam à formação de um indivíduo consciente, crítico e transformado, que participe do poder da língua escrita na sociedade letrada.
Está correta a alternativa:
a)I e II.
b) III e IV.
C) I, II e III. 
d) II, III e IV.
E) I, II,III e IV PAG- 61 UNIDADE II
02- A campanha de 1947 possibilitou a instauração no Brasil de um campo de reflexão pedagógica em torno do analfabetismo, entretanto, ele não chegou produzir nenhum proposta metodologia específica para a alfabetização de adultos. Isso só ocorreu: PAG 41 á PAG 46
 Assinale a opção correta:
Com a vinda da corte portuguesa ao brasil.
 b) No início dos anos 60, quando o trabalho de Paulo Freire passou a direcionar diversas experiências de educação de adultos.
c) Com a LCB de 1996.
d) Com a Lei 5692/71.
e) com a Reforma Capanema.
03- A seguir, leia algumas considerações sobre o trabalho da Educação de Jovens e Adultos no Brasil:
I - A Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional (Lei 9394 de 1996) não garante nenhum direito àqueles que não tiveram acesso ou continuidade de estudos no ensino fundamental e médio na idade própria.
II - Melhoria da educação das crianças não elimina, em curto prazo, o analfabetismo da população jovem e adulta, por isso pensar na EJA é muito importante.
III - O texto da Constituição é apenas um momento inicial na luta pela extensão dos direitos educacionais da cidadania. A União determina as diretrizes políticas da educação, garantindo a atuação solidária dos sistemas (União, Estados e Municípios).
IV - O desafio do Brasil é a efetivação de políticas de Educação que levem em conta o povo e suas lutas, garantindo o direito à educação, à escolarização, dando novo significando à escola pública.
 A alternativa correta é:
I, II e III.
II, III e IV Pag 24 a 30
I, III e IV
I, II e IV.
II e IV.
4- A idade mínima para matricula em cursos ou para inscrição em exames da EJA tem sido objeto de debates e de controvérsias. A tendência dominante é a favor da restrição da idade de acesso dos exames assim como aos cursos.
As posições favoráveis às restrições de idade apoiam-se nos seguintes fundamentos. Pag 36
a. Os adolescentes necessitam da frequência regular à escola para a formação intelectual e para a socialização.
b. Os cursos e exames supletivos são destinados à população que ainda não dispõe de conhecimentos adquiridos fora do sistema escolar.
c. Antecipa-se a inclusão de jovens e adolescentes nos cursos e exames da EJA para reduzir a pressão da demanda no ensino regular e desonerar seus encargos.
d. Orientam-se conforme a lógica economicista do custo-benefício, que prioriza o financiamento do ensino de crianças e adolescentes.
e. Orientam-se conforme a lógica do mercado ou da iniciativa privada, sobretudo das redes de televisão interessadas em ampliar o numero de consumidores dos telecursos.
5. A iniciativa partiu da miséria do povo. A constatação de milhões de brasileiros analfabetos motivou a iniciativa de intelectuais e estudantes para promover a educação de adultos, com o propósito de formar uma consciência política e social nos trabalhadores. O resultado dessa iniciativa foi a criação em 1960, em Recife (PE)? PAG 45 UNIDADE 1
do Movimento Brasileiro de Alfabetizacão (MOBRAL).
do Movimento de Cultura Popular (MCP).
do Exame Nacional de Certificação de Competências de Jovens e Adultos (ENCEJA).
da Fundação Educar.
do primeiro recenseamento escolar do Brasil
6- A investigação realizada por Luria e colaboradores na década de 1930 com moradores de aldeias do Uzbequistão e de Khirgisia, na Ásia Central – e que tem sido muito utilizada para análise dos efeitos de escolarização e aquisição da escrita no desenvolvimento cognitivo – apontou para resultados. pag 60
 
 Indique a alternativa que não se traduz em um desses resultados:
Os indivíduos que tinham alguma instrução e trabalhado nas fazendas coletivas tendiam a utilizar categorias abstratas na resolução de tarefas independente de suas experiências, isto é, utilizam o pensamento categorial.
Os indivíduos não escolarizados e que mantinham o trabalho de agricultura tradicional tendiam a resolver tarefas influenciados pelas experiencias e relações concretas com elementos usados na prática. 
Em todos os casos, foi constatado que mudanças nas formas de atividade pratica, especialmente as baseadas na educação formal, produziram mudanças qualitativas no processo de pensamento dos indivíduos estudados
Foram capazes de definir que mudanças básicas na organização do pensamento podem ocorrer num tempo relativo curto quando exitem mudanças radicais nas circunstâncias sócio históricas.
Em nenhum dos casos estudados ocorrem mudanças básicas do pensamento ou se configuraram mudanças qualitativas.
7- Afirmar que os cursos da EJA e exames supletivos devem habilitar ao prosseguimento de estudos em caráter regular significa que: pagina 29
A EJA deve reproduzir o currículo das escolas regulares que atendem aos estudantes que tiveram acesso à escolaridade na idade própria.
As escolas que atendem à população de jovens e adultos terão autonomia para escolher seu material didático, assim como para estabelecer uma proposta curricular própria.
Os cursos e exames da EJA devem ter a mesma duração em meses e horas que seus equivalentes em regime regular.
A distribuição das aulas e a frequência escolar dos estudantes deverão seguir as normas estabelecidas pela União.
As certificações obtidas, após a conclusão do ensino médio, asseguram aos estudantes da EJA o direito ao prosseguimento dos estudos em nível superior
8- Analise as afirmativas em seguidas, marcando V para verdadeira e F para falsa:
( V ) Atualmente, a EJA tem uma função reparadora, o que significa não só o direito a uma escola de qualidade, mas também o reconhecimento da igualdade d todo e qualquer ser humano.
( V ) A função equalizadora da EJA dá coberta quanto à reentrada no sistema educacional a trabalhadores e a tantos outros segmentos sociais daqueles que tiveram uma interrupção forçada seja pela repetência ou pela evasão.
( F ) Hoje em dia, o termo suplência é bastante utilizado está para dominar a EJA.
( V ) A qualidade na produção adequada de matéria didático está relacionada à função qualificadora da EJA.
Marque a alternativa que relaciona resposta respectivamente corretas:
VVVV
V,V,F,V.
VFVV.
VFVF.
VVVF.
9- As políticas públicas em educação pretendem interferir na realidade social e atingir os fins e princípios da legislação educacional, tornando a educação escolar um direito a todos os cidadãos brasileiros na educação básica, inclusive para os que não estudaram na idade própria. O jornal O Estado de São Paulo, de 28 de setembro de 2013, noticiou os dados da Pnad 2012 que apontam que na faixa etário de 6 a 14 anos, 98,2% estão na escola, e na faixa etária de 15 a 17 anos, somente 84,2% estão matriculados na escola.
 Ainda segundo a Pnad 2012, um em cada três brasileiros de 25 anos ou mais,33,5%, não completou o ensino fundamental.
pagina 12 a 18
Escolha a alternativa correta:
os dados indicam que no ensino fundamental estão matriculados 98,2% das crianças e adolescentes dessa faixa etária e que os jovens e adultos a partir dessa faixa etária estão atendidos.
Os dados apontam que no ensino médio estão matriculados 98,2% dos adolescentes brasileiros e que expressa o papel das politicas publicas no atendimento ao EJA.
Os dados de matricula de alunos no ensino fundamental é de 84,2%
A faixa etária dos 6 ao 17 anos representa toda a educação básica, portanto não ha necessidade de preocupação com a educação de jovens e adultos.
e) A faixa etária de 6 a 17 anos é a obrigatória para todo o cidadão brasileiro, inclusive para os que não estudaram na idade própria. A Educação de jovens e Adultos e os dados do Pnad 2012 mostram que um terço dos brasileiros não completou o ensino fundamental.
10- A partir de 1969, o governo federal organizou o Mobral, Movimento Brasileiro de Alfabetização, um programa de proporções nacionais. Pode-se apontar como marcante nesse projeto: pagina 49
A conscientização popular. 
A descentralização do ensino.
As campanha populares de alfabetização libertária.
O atendimento aos interesses ideológicos da Ditadura Militar.
A prioridade das propostas de Paulo Freire.
11- A LDB 9394/96 estabelece que:
 Art. 37 A Educação de Jovens e Adultos será destinada aqueles que não tiveram acesso ou continuidade de estudos no ensino fundamental e médio na idade própria.
§1° Os sistemas de ensino assegurarão gratuitamente aos jovens e aos adultos que não puderam efetuar os estudos na idade regular oportunidades educacionais apropriadas, consideradas as características do alunado, seus interesses, condições de vida e de trabalho, mediante cursos e exames.
§2° O Poder Público viabilizará e estimulará o acesso e a permanecia do trabalhador na escola, mediante ações integradas e complementares entre si.
Há que se pontuar que nesse artigo:
A Lei de Diretizes e Bases da Educação Nacional menciona a adoração de professores especializados para a Educação de Jovens e Adultos.
Considera se que as características dos alunos, seus interesses, condições de vida e de trabalho permitem a constituição de programas que minimizem as exigências curriculares, uma vez que esta população apresenta déficits no que se refere à escolarização.
Considera-se que as características dos alunos, seus interesses, condições de vida e de trabalho podem permitir a constituição de programas voltados aos interesses dessa população.
Considera-se as características dos alunos, seus interesses, condições de vida e de trabalho, por esse motivo não permitem a escolarização dos jovens e adultos, uma vez que estes não necessitam aprender a ler e escrever para desenvolver as suas atividades empregatícias.
Não consideram as características dos alunos, seus interesses, condições de vida e de trabalho.
12- Art. 38- Os sistemas de ensino manterão cursos e exames supletivos, que compreenderão a Bse nacional comum do currículo, habilitando ao prosseguimento de estudos em caráter regular.
§ 1° Os exames a que se refere este artigo realizar-se-ão:
I- No nível de conclusão de ensino fundamental, para os maiores de quinze anos;
II- No nível de conclusão do ensino médio, para os maiores de dezoito anos.
§2° Os conhecimentos e habilidades adquiridos pelos educandos por meios informais serão aferidos e reconhecidos mediante exames.
 No artigo 38, ambos os parágrafos retomam a nomenclatura “ensino supletivo” empregado pela LDB 5.692/71, colocando ênfase nos exames. Segundo os comentários de Sérgio Haddad, enfatizar a possibilidade de realização de exames pode determinar:
I- A ideia de diminuição das responsabilidades dos sistema público frente aos processos de ensino-aprendizagem presentes nos cursos de formação de jovens e adultos.
II- A possibilidade de não valorizar as bases necessárias para a aquisição do conhecimento que são: a atuação dos professores, o currículo, os materiais didáticos, as metodologias, dentre outros.
III- A preocupação em avaliar apenas a produto, desconsiderando todo o processo.
IV- A preocupação apenas com os mecanismos de certificação.
V- A preocupação com o processo de ensino-aprendizagem e também com a certificação de todo a escolarização. pag 30
Responda:
São corretas a I, a II, a III, a IV e a V.
São incorretas a I, a II, a III, a IV e a V.
São corretas a I e a V.
São corretas a II, a III e a IV.
São corretas a I, II, III e IV.
 
13- A Educação de Jovens e Adultos tem como referência uma educação que promova a relação, sem hierarquização e sem preconceito ou discriminação entre pessoas com diferenças de cultura, etnia, cor, idade, gênero, orientação sexual, ascendência nacional, origem e posição social, profissão, religião, estado de saúde, opinião política ou qualquer outra questão. 
De acordo com o texto acima, a Educação de Jovens e Adultos tem como princípio:
Atender as necessidades básicas da alfabetização, para que jovens e adultos possam votar e aumentar as bases eleitorais.
Resgatar as funções reparadoras, equalizadoras e qualificadoras da educação.
Oferecer uma educação formal numa instituição que somente valorize os conteúdos curriculares.
Satisfazer as necessidades básicas de aprendizagem do educando, de modo que todos eles percorram a mesma trajetória profissional.
Buscar o desenvolvimento físico do indivíduo para que ele desempenhe com maior facilidade suas atividades no trabalho.
14- A educação de jovens e adultos é um campo de praticas e reflexão que inevitavelmente transborda os limites da escolarização em sentido estrito, pela seguinte razão:
A) Porque abarca processos formativos diversos, onde podem ser incluídas iniciativas visando a qualificação profissional.
B) Não há o desenvolvimento comunitário, nem formação politica.
C) As questões culturais são pautadas em outros espações que não escolar.
D) Os processos de escolarização de jovens e adultos tem espaços rigidamente delimitados, e imediatamente se apresenta como problemático.
E) É um campo pedagógico onde se adotam concepções mais restritivas sobre o fenomeno educativo.
15-A Educação de Jovens e Adultos( EJA) ainda é vista por muitos como uma forma de alfabetizar quem não teve oportunidade de estudar na infância ou aqueles que por algum motivo tiveram que abandonar a escola. Felizmente, o conceito vem mudando. Qual é o grande desafio atual desse tipo de ensino hoje?
I- A preparação para o ingresso no mercado de trabalho.
II- Tornar o aluno capaz de conviver numa sociedade capitalista.
III- Apresentar ao aluno a cultura clássica.
IV- Oferecer condições para que o aluno possa dar continuidade aos estudos, completando sua escolaridade básica.
V- Ensinar os cidadãos brasileira a escrever seus nomes.
Escolha a alternativa que contém a afirmativa correta:
I.
II.
III.
IV.
V.
16- Ao contrário das crianças, os adultos são resistentes para escrever baseando-se no conhecimento que tem do sistema de escrita; no entanto, eles dispõem da capacidade de compreender a importância da segmentação do texto, estabelecendo correspondência entre as partes do enunciando.
A interpretação do texto acima não permite afirmar que:
Os adultos têm a compreensão das funções sociais da língua, que lhes permitem chegar mais facilmente ao conteúdo do texto.
A maior ou menor capacidade de interpretar e de aprender com o texto esta ligada a experiencia de vida acumulada pelo adulto antes do ato da leitura.
Os textos contextualizados constituem-se em importante instrumentos para alfabetização de adultos.
A aprendizagem por meio da interação com o meio sociocultural possibilita o desenvolvimento das potencialidades cognitivas do adulto.
São os diferentes potenciais cognitivos que permitem a aprendizagem do adulto e a sua interação em meios socioculturais.
17- Alfabetizar jovens e adultos tem sido um desafiopara o sistema educacional brasileiro, pois ainda constatamos a existência de pessoas adultas pouco ou não alfabetizadas. Essa constatação fere um dos principais princípios do direito à cidadania, que é o direito á Educação básica em qualquer idade e para toda a vida.A conclusão da Educação Básica é importante devido:
I- Ao fato desse conhecimento não se construir só por meio das relações estabelecidas no desenvolvimento das atividades diárias.
II- Á inclusão social de quem está excluído por conta do analfabetismo ou alfabetização funcional.
III- Ao fato de que para se ter uma sociedade mais justa e democrática, a educação para pessoas jovens e adultas significa resgatar aquilo que lhes fi negado na idade própria e garantir-lhes a plena cidadania.
IV- Os jovens e adultos devem procurar seu direito à Educação Básica para serem atendidos. pagina 11
Escolha a alternativa que contem a(s) afirmação (ões) correta(s):
I, II e III.
I
II
III
IV e I
 18-Como ajudar o adulto, em sua diversidade, a aprender a Língua Portuguesa?A proposta Curricular para o EJA/2001 oferece algumas orientações para o professor, entre elas:
I- Quanto à ortografia, é melhor corrigir do que comentar e sugerir,porque as normas da ortografia são mais lentamente incorporadas pelos alunos
II- 8 Para o aprendizado da leitura,iniciar com a leitura de textos curtos e de conteúdos significativos para os alunos e, voz alta.
III- Para a produção de textos, é importante o professor compreender o processo de elaboração do aluno, entendendo o erro como objeto de aprendizagem.
Assinale a alternativa CORRETA:
Apenas a I e II estão corretas
Apenas II e III estão corretas
Apenas I e III estão corretas
Apenas a II está correta
Apenas III está correta
 
19- Cabe ao educador da EJA, exceto:
Assinale a resposta correta;
Possibilitar unicamente orientação vocacional.
Respeitar as diferenças culturais dos alunos.
Facilitar aprendizagens significativas.
Promover discussões das políticas sociais.
Levar em consideração as condições de existência dos alunos.
 
20- Celso Beisegel (1997) destaca o caráter exemplar da Campanha Nacional de Educação de Adultos, iniciada em 1947, capitaneada por Lourenço Filho como política governamental que exprimia o entendimento da educação de adultos como peça fundamental na elevação dos níveis educacionais da população em seu conjunto. Beisegel chama a atenção ainda para: pagina 41
Marque a opção de afirmativa correta:
A extinções de serviços de educação primária para os jovens e adultos.
A política que viabilizou a criação e permanência do ensino supletivo integrado às estruturas dos sistemas estaduais de ensino.
O final da ação do Mobral em 1947,que deu também lugar à instauração, no Brasil, de um campo de reflexão pedagógica. 
A proposta metodológica específica para a alfabetização de adultos, de 1999.
Os efeitos positivos da educação dos adultos sobre a educação das crianças.
21 – Cícero tem 16 anos e trabalha em uma marcenaria em São Paulo. Em 2009, aos 14 anos , concluiu o ensino fundamental, mas não deu prosseguimento aos estudos no ensino médio por motivos familiares. Há alguns dias, ele recebeu uma oferta de trabalho com melhor salário, contudo, com a exigência mínima de escolarização media. Cícero decidiu então agilizar o processo de escolarizaçao e procurou a diretora da escola em que concluiu o ensino fundamental para receber orientações.
Qual das alternativas abaixo pode ser oferecida pela diretora?
a) Cícero poderá se inscrever aos exames supletivos equivalentes ao ensino médio e, se aprovado, terá o direito a certificação de conclusão da educação básica.
b) Cícero poderá se matricular em um curso noturno de EJA e obter a certificação no prazo de 18 meses.
c) Cícero poderá agilizar a conclusão do ensino médio, matriculando-se em um curso de natureza flexível como Centro Estadual de Educação de Jovens e Adultos (CEEJA).
d) Cícero devera cursar regularmente uma escola de ensino médio porque não tem a idade mínima exigida para os cursos e exames do EJA.
e) Cícero poderá agilizar a conclusão do ensino médio, em regime regular, mediante o aproveitamento dos estudos que realizou no ensino fundamental.
22-Conforme a proposta curricular da EJA 2001 uma nova proposta de educação matemática para adulto baseia-se nos seguintes entendimentos:
I- Os adultos dominam as situações simbólicas convencionais da matemática como a escrita numérica, mas não dispõe de conhecimentos de contagem de cálculos.
II- A matemática na sala de aula deve sugerir caminhos, orientar a atividade interpretar os erros como meios de aprendizagem.
III- Enfatizar o caráter instrumental da matemática, no inicio da escolaridade, por meio da proposição de atividades de resolução de problemas.
IV- Os materiais didáticos devem ser utilizados desde que sirvam para desencadear situações de aprendizagens significativas aos adultos.
Qual das afirmações estão corretas?
E- Apenas a II, III e IV estão corretas.
23-Considere os itens abaixo no que se refere às determinações legislativas e assinale a alternativa correta. pagina 64
I- São adequadas para serem trabalhados em uma sala de Educação de Jovens e Adultos textos que tratem da realidade mais próxima do aluno, pois as determinações legislativas focam a construção do conhecimento de uma forma própria, ou seja, exatamente vinculada às questões do trabalho e das experiências de vida.
II- A prática pedagógica a ser trabalhada em uma sala de Educação de jovens e Adultos deve envolver o conteúdo que apresenta características adequadas às necessidades dos que freqüentam esta modalidade de ensino sem descuidar do conhecimento cientifico, e por isso atende as determinações legais.
III- São adequados para serem trabalhados com uma sala de Educação, de Jovens e Adultos textos cujas informações não estejam em conformidade com as vivências cotidianas e sociais dos alunos, uma exigência legal.
IV- O texto a ser trabalhado com os alunos de Educação de Jovens e Adultos, conforme a legislação estabelece, deve estar estritamente vinculado às diretrizes curriculares desenvolvidas com os alunos em idade escolar que freqüentam o Ensino Fundamental.
As alternativas I, II, III e IV são corretas.
as alternativas II e III são corretas.
As alternativas I e II são corretas.
A alternativa I é correta.
A alternativa II é correta.
24- Durante as aulas, e analisando as entrevistas, percebemos que os alunos do EJA são geralmente trabahadores/as, empregados/as desempregados/as que não tiveram acesso à escola e à cultura letrada.
 Sendo assim, para a concretização de uma prática administrativa e pedagógica verdadeiramente voltada para o cidadão, é necessário que o processo de ensino e aprendizagem na Educação de Jovens e Adultos seja coerente com os seguintes ideiais:
I- A alfabetização de adultos deve partir da realidade dos educandos, da origem dos seus problemas e -conhecimentos e das possibilidade de superá-los, da sua realidade sócio-econômica e cultural.
II - O educando deve ser reconhecido como pessoa produtiva cultura e conhecimento construídos em sua vida.
III- O educando deve ser considerado como sujeito de sua aprendizagem.
Assinale a alternativa correta;
As alternativas I e II são incorretas.
Apenas a alternativa III é incorretas.
As alternativas I, II e III são corretas. 
Apenas a alternativa I é incorreta.
As alternativas I, II e III são incorretas
25- De acordo com Haddad (2003), mesmo que a Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional 9394/96 considere uma seção para a Educação de Jovens e Adultos e ainda Institua em suas normas uma aparente flexibilidade, estas determinações não foram suficientes para alterar as evidências que demonstram que esta modalidade de ensino é considerada como uma educação de segunda ordem. Segundo o mesmo autor, isso ocorre porque:
I- Apenas os alunos não alfabetizados pertencentes às classes econômicas mais favorecidas têm o direitode frequentar esse nível de ensino.
II- A Educação de Jovens e Adultos é retratada nas normas legislativas sob a ótica de reformas que priorizam a Educação Fundamental das crianças em detrimento dos outros níveis e grupos sociais.
III- Na legislação, nenhuma palavra foi dita sobre o analfabetismo. Nesse sentido, fecham-se os olhos para o enorme contingente de pessoas jovens e adultas que não tem o domínio da leitura, da escrita e do cálculo.
IV- A forma de organização dos sistemas que atuam com a Educação de Jovens e Adultos, conforme a Lei 9.394/96, deve ser focada em questões relativas às práticas sociais e ao mundo do trabalho.
V- A Educação de Jovens e Adultos é retratada nas normas legislativas como uma modalidade de ensino que deve ser frequentada por aqueles que têm condições econômicas de financiar esse tipo de educação.
Responda:
Apenas a II e a III são corretas.
Apenas a II e III são incorretas.
Apenas a IV e a V são incorretas.
Apenas a II, a IV e a V são incorretas.
São corretas as afirmativas I, II, III, IV e V.
26- De acordo com Beisiegel, só depois de 1940 foi possível falar na existência de uma política de educação de jovens e adultos no Brasil. Antes disso, as iniciativas foram sempre esparsas e descontínuas, sem dar uma forma de ação mais global e sistemática dessa modalidade de educação. A única ação de amplitude nacional nesse sentido foi: pagina 41
Desenvolvida pela UNESCO, implementando a educação de jovens e adultos.
Realiza pelo Exército nas escolas regimentais para ministrar instrução primária aos soldados analfabetos.
A proclamada pelas Missões Rurais, que buscavam uma atuação mais profunda.
A produzida pelos movimentos estudantis e religiosos.
A elaborada pelos trabalhos realizados no Instituto Superior de Estudos Brasileiros.
27- De acordo com Ferreiro, toda pessoa que aprende a ler e escrever passa por um processo peculiar. Um Individuo não aprende sozinho, ele precisa de informações, explicações especificas que podem ser fornecidas pelo professor, pais, irmãos, etc. Os adultos analfabetos também constroem hipóteses, testando formas de ler e escrever, passando pelos mesmos níveis de aquisição dos conhecimentos, como a criança. Sendo assim, analise as afirmativas abaixo, quanto ao nível silábico alfabético, e depois escolha a opção verdadeira: pagina 17
I- Nesse nível usem letras variadas e diferentes, representando diferenças quantitativas e qualitativas.
II- Usam valores sonoros com as respectivas vogais.
III- Usam uma letra para cada som emitido.
IV- Descobre que a escrita é a própria representação da fala.
Apenas a I, III e IV são verdadeiras.
 Apenas II e IV são verdadeiras.
Apenas II, III e IV são verdadeiras.
Apenas a III e IV são verdadeiras.
Apenas a I, II e III são verdadeiras.
28-De acordo com os comentários de Sérgio Haddad, a LDB 9.394/96, no que se refere à educação de Jovens e Adultos, é ambígua em suas determinações. contudo, há algumas propostas em que a condição de imprecisão do texto legal não se faz presente. Assinale a alternativa em que a legislação não deixa duvidas sobre as suas determinações;
Apenas a União viabilizara e estimulará o acesso a permanência do trabalhador na escola.
 Compete aos Estados e aos Municipios em regime de colaboração com a União a responsabilidade de assegurar a oferta da Educação de Jovens e Adultos.
O Estado será o unico responsavel, caso não seja oferecida a Educação de Jovens e Adultos para aqueles que não tiveram adcesso a educação em idade propria.
Compete aos Estados e aos Municipios assegurar a organização da Educação de Jovens e adultos.
Compete aos Estados e aos Municipios em regime de colaboração com a Uniao, recensear a população em idade escolar para a educação básica e os jovens e adultos que a ela não tiveram acesso e ainda fazer-lhes a chamada publica para a matricula na escola, oferecendo vagas para todos. pagina 26
29-- Existem alguns fatores que contribuem para a unificação do sistema escolar brasileiro, dentre eles:
I- O fato óbvio de as escolas estarem localizadas dentro dos limites do território nacional.
II- O fato de o sistema escolar estar a serviço da cultura brasileira, de tal maneira que escolar e cultura se influenciam mutuamente.
III- O fato de o ensino ser desenvolvido na língua nacional.
IV- O fato de todas as escolas estarem sujeitas a um legislação comum.
V- O fato de existirem disposições legais que determinam, ao menos formalmente, a articulação entre os graus e equivalência entre as modalidades de ensino.
VI- O fato evidente de, por se situar no território brasileiro, constituir um sistema fechado.
Estão corretas as afirmativas:
I, II, III.
IV, V, VI.
I, II, IV.
I,II,III,IV,V.
I, II, III, IV, V, VI.
30- Em 1964, o Ministério da Educação organizou a última etapa do Programa Nacional de Alfabetização de Adultos cujo planejamento incorporou largamente as orientações de Paulo Freire. Essa e outras experiências acabaram por desaparecer ou desestruturar-se sob a violentar repressão:
Marque a opção correta:
Dos comunistas.
Dos anarquistas.
Dos sindicalistas
Da ditadura Militar.
Dos Estado Novo.
31- Em relação ao Movimento Brasileiro de Alfabetização (MOBRAL), é correto afirmar que:
I – Assumiu uma posição de independência institucional e financeira face aos sistemas regulares de ensino.
II- Procurou instalar cursos preferencialmente em núcleos rurais.
III- Foi uma campanha de massa com controle ideológico e doutrinário garantindo pela centralização dos objetivos e das orientações de base conservadora.
IV- Cabia a União o planejamento, a orientação técnica e o auxilio financeiro e as Unidades Federadas instalar
a) As alternativas I,III e V são corretas.
b) As alternativas I, III, IV são corretas.
c) As alternativas II e V são incorretas.
d) As alternativas III e V são incorretas.
e) Todas as alternativas são corretas.
 
 
 
32- Em relação ao processo de avaliação, seria importante que os cursos do EJA tivessem como prática a concepção de avaliação:
Classificatória: Corrigir as atividades feitas pelos alunos a fim de averiguar respostas certas e erradas, com bases nas verificações bimestrais, tomar decisões quanto ao seu aproveitamento escolar, sua aprovação ou reprovação.
Somativa: Tem função classificatória, ocorre no final do período letivo, e consiste em classificar os alunos de acordo com níveis de aproveitamento previamente estabelecidos, geralmente tendo em vista sua promoção de uma serie para outra, ou de um grau para o outro.
Investigativa: conhecer os indícios das aprendizagens realizadas pelos adultos.
Utilizar o recurso da autoavaliação.
Após realizar uma avaliação diagnostica no grupo classe, procurar acompanhar o processo individual de aprendizagem do aluno (avaliação formativa).
33-Em conferência em 1948, Lourenço Filho afirmava que;
“ No caso específico do Brasil, atribuía-se ao ensino supletivo o esforço de fornecer a todos a educação de base ou educação fundamental, entendendo-se por educação de base o processo educativo dedicado o proporcionar a cada indivíduo os instrumentos indispensáveis da cultura do seu tempo, em técnicas que facilitassem o acesso a essa cultura, como a leitura, a escrita, aritmética elementar, noções de ciências, de vida social de civismo e de higiene. E com os quais segundo suas capacidades, cada homem pudesse desenvolver-se e procurar melhor o ajustamento social”:
Com este pronunciamento, pode-se afirmar que a campanha de Lourenço Filho:
Atendia às exigências da cidadania, de educação para todos.
Ignorava a proposta da UNESCO na educação do Brasil.
Não atendia à educação primária oferecida pela escola.
organizava técnicos em missões educionais.
Deixava de atender uma educação de cultura popular.
34-- Haddad levantava críticas à LDB 9394/96( Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional) por não levar em consideração algumas condições fundamentais à frequência epermanência dos alunos na Educação de Jovens e Adultos, uma vez que eles têm que realizar um esforço redobrado para frequentar esses programas de educação. Algumas dessas condições seriam:
Escolas próximas do trabalho e da residência, programas sociais de alimentação, saúde, material escolar e transporte, independente do horário e da modalidade de ensino.
Empresas com mais de 200 empregados poderem ter acesso no próprio ambiente de trabalho ao curso do EJA.
Formas e modalidades de ensino “únicas”.
O não incentivo fiscal às empresas que facilitarem a educação básica dos seus funcionários.
Incentivo financeiro para que o aluno frequente esse nível de ensino.
35- Leia o texto a seguir:
“ A valorização da escola entre os adultos das comunidades rústicas estenderia os efeitos da campanha `própria educação das crianças. O nível de vida em cada comunidade condicionaria as possibilidades de desenvolvimento da educação das crianças: se um meio adverso lhes impede o desenvolvimento, o meio culturalmente elevado produz um efeito contrário.” ( Beisiegel, 1974).
Após a leitura do texto acima, responda:
I- A educação do adulto teria consequências sobre a educação das crianças.
II- O adulto provido de instrução em meio rude pode contribuir para modificá-lo, atuando no seio do lar, sobre os filhos, e nas relações com a comunidade.
III- Atuando diretamente sobre a população adulta, não contribui para as exigência da cidadania.
Aponte a alternativa correta:
É correto o contido em I,II e III.
É incorreto apenas o contido em I.
È correto apenas o contido em III.
É correto apenas o contido em II.
É correto apenas o contido em I e II.
36-Lúcia, que assumiu uma classe de educação de jovens e adultos recentemente, leu sobre a importância do ensino da matemática para esse alunos. A partir daí, começou a fazer-lhes propostas diferentes por meio da resolução de problemas. Trabalhar dessa forma significa:
I- Uma atitude investigativa em relação àquilo que está sendo estudando.
II- A aplicação das técnicas ou fórmulas adequadas e decoradas, com o objetivo único de obter a resposta correta.
III- Utilizar uma linguagem distante da que é usada diariamente pelo aluno, pois só assim este entenderá os conceitos matemáticos.
IV- A discussão dos resultados do problema, propondo novos problemas, a mudanças dos dados ou da perguntas, fazendo o aluno refletir sobre as mudanças necessárias para a resolução, de modo a compreender a relação que existe entre a utilização desta ou daquela operação e o texto do problema.
V- Ensinar o aluno a decorar.
Escolha a alternativa que relaciona as afirmativas corretas:
I e II
I e III.
I e IV.
II e III.
e) II e IV.
37- “Mas não é supérfluo, ao contrário, chamar atenção para o fato de que, precisamente a fim de colocar indivíduos desiguais por nascimento nas mesmas condições de partida, pode ser necessário favorecer os mais pobres e desfavorecer os mais ricos, isto é, introduzir artificialmente, ou imperativamente, discriminações que de outro modo não existiriam (...) Desse modo, uma desigualdade torna-se instrumento de igualdade pelo simples motivo de que corrige uma desigualdade anterior: a nova igualdade é o resultado da equiparação de duas desigualdades” (BOBBIO, 1996, p. 32 In: PARECER CNE 11/00).
O texto acima oferece fundamentos para justificar a seguinte função da Educação de Jovens e Adultos:
Educadora.
Humanizadora
Reparadora.
Qualificadora
Equalizadora.
38- No Brasil, a educação de adultos constitui-se como tema de política educacional sobretudo a partir dos anos 40. A menção à necessidade de oferecer educação aos adultos já aparecia em textos normativos anteriores, como na pouco duradoura Constituição de 1934, mas na década seguinte é que começou a tomar corpo, com iniciativas concretas, mediante a preocupação de oferecer os benefícios da escolarização a amplas camadas da população, até então excluídas da escola. Podemos afirmar que:
Assinale a afirmativa correta:
Essa tendência se expressou em várias ações e programas governamentais nos anos 40 e 50, com a criação do Fundo Nacional do ensino Primário, em 1942.
Essa tendência se expressou pela Campanha de Educação de Adultos , em 1847.
Essa tendência se expressou pela Campanha de Educação Rural iniciada, em 1852.
Essa tendência se expressou pela Campanha Nacional de Erradicação do Analfabetismo, em 1928.
Essa tendência se expressou pela Campanha Nacional do Livro Didático, de 1950.
39- No Brasil, ao longo do tempo, a educação de adultos foi se consolidando como tema das políticas educacionais. Podemos constar que o período da história da educação em que esse modalidade de ensino começou a ser sistematizada corresponde:
Marque a resposta correta:
Ao Período colonial.
Ao Período Imperial.
Ao Início do Perído Republicano.
À Ditadura Militar.
E) Á Década de 1940, com diferentes iniciativas governamentais.
40- No início dos anos 60, o trabalho de Paulo Freire passou a direcionar diversas experiências de educação de adultos organizadas por distintos atores, com graus variados de ligação com o aparato governamental. Enquadram-se nesse caso os programas do:
Marque a resposta correta:
Movimento da EJA na região Sul do país.
Movimento popular na região Centro -Oeste do país.
c) Movimento da Educação de Base (MEB) e o movimento de cultura Popular do Recife, ambos iniciados em 1961.
d) Movimento Pró-Letramento do MEC.
Moviemento Pró Alfabetizado das comunidade ribeirinhas.
41- Os capítulos da Proposta Curricular da EJA são desdobrados dos objetivos gerais em conteúdos e objetivos mais específicos. Eles estão organizados em três áreas:
Língua Portuguesa, Matemática e Inglês.
Língua Portuguesa, Matemática e Geografia.
Língua Portuguesa, Matemática e Ciências.
Língua Portuguesa, Matemática e História.
Língua Portuguesa, Matemática e Estudos da Sociedade e da Natureza.
43- O objetivo da proposta curricular da EJA é oferecer um subsidio que oriente a elaboração de programas de educação de jovens e adultos e, consequentemente, também o provimento de matérias didáticas e a formação de educadores. Na reflexão pedagógica sobre essa modalidade educativa, tem especial relevância:
A consideração de suas dimensões social econômica.
O ideário da Educação Básica, referencia importante na área.
Destaque ao valor educativo do dialogo e da participação, a consideração do educando como sujeito portador de saberes, que devem ser reconhecidos.
Reformulação das praticas pedagógicas, atualizando-as com apenas as tecnologias.
Integração aos programas de educação de com ensino regular e infantil.
44-O periodo de 1996 a 2001, em que se desenrolou o processo de construção do PNE que resultou na Lei n°10.172, foi marcado por controversas sobre a importância relativa da Eja na agenda de politicas educacionais. Quando dirigimos a atenção para as retoricas educativas, os acordos internacionais e a legislação nacional do periodo somos levados a crer na existência de um amplo consenso em torno do direito humano à educação em qualquer idade, e à necessidade da f ormação continuada ao longo da vida. Entretanto, quando analisamos as politicas educacionais levadas à pratica , constatamos a secundarização da Eja frente a outras modalidades de ensino e grupos de idade( Di Pierro, 20101, p 940).
Todas as afirmativas abaixo confirmam as informações acima, exceto:
A conferencia Mundial de Jabem propos que fosse possibilidades aos jovens e adultos as oportunidade para satisfação de suas necessidades e aprendizagem.
O Relatorio de Jacques Delors afirmou que a educação é um bem coletivo ao qual todos deveriam ter acesso.
A V Conferencia Internacional de Educação de Adultos comprometeu os países significarias da Declaração de Hamburgo, com a promoção da aprendizagem ao longo da vida. pag 50
A colaboração do Governo Federa para a manutenção e o desenvolvimento da EJA segui a diretriz de localização direcionando-se aos estados e municípioscom maiores taxas de alfabetismo e menores índices de desenvolvimento humano localizados no Nordeste e norte do pais.
A lei 9394/98 relegou os direitos educativos dos jovens e adultos ao ensino adequado as suas necessidades e condições de aprendizagem, estabelecendo as responsabilidades dos poderes públicos.
45- O Plano Nacional de Educação ( 2001 – 2010 ) estabelece 26 metas para serem cumpridas com a modalidade de ensino “Educação de Jovens e Adultos”. Conforme Di Pierro ( 2010), a maior parte delas não foi cumprida. Para demonstrar e evidenciar a fidedignidade de suas afirmações, a autora apresenta abaixo informações que mostram porque tais determinações não foram cumpridas, e ainda discute as possíveis conjunturas que propiciaram essa situação. 
Dentre elas, podemos indicar:
I- Falta de vontade política das empresas e das prefeituras em desenvolver as determinações indicadas no PNE.
II- Emprego dos recursos destinados ao Ensino Fundamental não integrava o Fundef.
III- Não havia a possibilidade de uma formação específica dos professores para lidar com esta modalidade de ensino.
IV- O PNE previu uma formação específica para os professores que trabalhassem apenas com as salas de Alfabetização e das séries iniciais.
V- Embora o PNE indicasse uma avaliação periódica ( desenvolvida a cada dois anos), essas avaliações nunca foram desenvolvidas.
São corretas I, II, III, IV e V.
Apenas as alternativas II, III e IV são corretas.
Apenas as alternativas II, IV e V são corretas.
Apenas as alternativas I e IV são incorretas.
Apenas as alternativas I e V são corretas.
 
46- “O grande problema de um país é o analfabetismo das crianças, é não dos adultos. O adulto analfabeto já encontrou seu lugar na sociedade. Pode não ser um bom lugar, mas é seu lugar. Vai ser pedreiro, vigia de prédio, lixeira ou seguir outras profissões que não exijam alfabetização. Alfabetizar o adulto não vai mudar muito sua posição dentro da sociedade, pode até perturbar.
Vamos concentrar nossos recursos em alfabetizar a população jovem. Fazendo isso agora, em dez anos desaparece o analfabetismo”.
As afirmativas acima são do depoimento do Ministro José Goldemberg e de outros educadores.
 Tais pronunciamentos foram conclusivos, pois marcaram uma nova fase política, a de:
Assumir o discurso de inclusão social da educação de jovens e adultos.
Desqualificar o processo da educação de jovens e adultos.
Utilizar cotas no investimento da alfabetização do Eja.
Ampliar a universalização do ensino.
Realizar a inserção profissional dos jovens e adultos na sociedade.
47- O ensino da multiplicação, assim como qualquer outra operação matemática, deve ter como objetivos desenvolver o raciocínio lógico do aluno, fazer o aluno pensar produtivamente através de problemas.Para tornar as aulas mais interessantes e desafiadoras não se faz necessário:
Entender o significado das operações.
Desenvolver a habilidade de cálculos.
Fazer o aluno reconhecer que diferentes situações problema podem ser resolvidas por uma única operação e que diferentes operações podem resolver um mesmo problema.
Desenvolver a memorização da tabuada, por meio de chamadas orais e métodos de repetição.
Buscar a interação dos alunos através de atividades em grupo e jogos.
 
48- O índio não se pode dizer analfabeto porque vive num mundo iletrado,já o camponês (,,,) não, pois vive no meio das letras e não as conhece” Os exemplos comentados por Paulo Freire permitem as seguintes observações:
I- A problematizarão das realidades do camponês e do índio é condição para se iniciar a alfabetização, colocando-os assim como sujeitos do processo.
II- Ninguém é analfabeto por livre escolha, mas como consequência das condições de dominação em que se encontra
III- O camponês é o analfabeto que não necessita ler porque vive em uma cultura auditiva,onde a palavra escrita não tem significação
IV- O índio é o homem que, mesmo participando da cultura letrada,não teve a oportunidade de ser alfabetizado
Assinale a alternativa correta
Apenas I e II estão corretas
Apenas I e III estão corretas.
Apenas II e IV estão corretas.
Apenas III e IV estão corretas.
Apenas I, III e IV estão corretas.
49-- Os capítulos da proposta curricular da EJA desdobram-se em objetos gerais, conteúdos e objetivos mais específicos, e estão organizados em três áreas:
Lingua portuguesa, matemática e inglês .
Lingua portuguesa,matemática e geografia.
Lingua portuguesa, matemática e ciências.
Lingua portuguesa,matemática e história.
e)Língua portuguesa, matemática e estudos da sociedade e da natureza.
50- Os alunos da EJA, nos dias atuais, têm demonstrado uma mudança na faixa etária: cada vez mais o público jovem configura as salas de aula. Dessa forma, podemos ressaltar como proposta metodológica compatível com as expectativas dos alunos:
Assinale a resposta correta:
O ensino compensatório.
A política que viabilizou a criação e permanência do ensino supletivo integrado as estruturas dos sistemas estaduais de ensino.
Os currículos que contemplem diferentes culturas e manifestações artísticas.
A aprendizagem por repetição e memorização.
A ênfase no ensino de matemática.
51-- O Mobral ( Movimento Brasileiro de Alfabetização), criado em 1967, foi uma organização autônoma que visou ocupar o lugar deixado pelos movimentos sociais reprimidos e pelas iniciais de alfabetização suspensas pelo governo militar. Sobre é correto afirmar que:
I- Promoveu atividades de alfabetização e programas articulados nos campos da saúde nos campos da saúde e do civismo.
II- Atuava em absoluta oposição às ideias produzidas pelos movimentos anteriores a 1964, principalmente as de Paulo Freire.
III- Possuía a característica de centralização das orientações do processo pedagógico, ou seja, constituía-se de uma gerência pedagógica que cuidava da programação, execução e avaliação dos trabalhos.
IV- Nunca foi extinto, continuado a existir até os dias de hoje.
Escolha a alternativa que relaciona as afirmativas corretas:
Apenas I e II.
Apenas II e III.
Apenas I e III .
I, II,III
II, III, IV.
 
52-Observe as afirmativas abaixo quanto ao processo de desenvolvimento na fase adulta;
I- A idade adulta e a velhice são fases que comportam mudanças no processo de desenvolvimento psicológico.
II- A idade adulta é passível de mudanças e processos de adaptações.
III- Podemos entender a idade adulta como uma fase estável e sem transformações psicológicas.
IV- Podemos classificar os adultos pouco escolarizados dentro de níveis estáveis e fechados do desenvolvimento psicológicos.
Em relação as afirmativas acima, é correto afirmar:
São erradas I, II, III e IV.
São erradas III e IV. 
apenas I é correta
I, II e III são erradas.
I, II, III, IV são corretas.
53-O conhecimento dos dados e o levantamento de informações levam à compreensão do que significam os conceitos de alfabetização, alfabetizado e alfabetizado funcional. Essa preocupação é tão grande que foi criado o Índice Nacional de Analfabetismo Funcional, Inaf, que demonstra a fragilidade que o cidadão que não completou a escolaridade básica tem ao passar pela escola e não ser capaz de dominar informações suficientes para desenvolver as habilidades e as competências para a leitura e a escrita.
Segundo a tabela abaixo, podemos observar a matrícula na Eja e o turno de preferência das matriculas:
tabela 6.1- Numero de escolas e Matriculas da Educação de jovens e adultos no brasil - 2007/2010 
escolas e Matriculas na Educação de Jovens e Adultos.
	Ano
	Total da escolas
	Total de matriculas
	Total de matriculas nos turno noturno
	%matriculas no turno noturno
	2007
	42.753
	4.975.591
	4.309.1000
	86,6
	2010
	39.641
	3.234.956
	3.673.396
	86,7
I- Os dados do Mec/ Inep apontam uma diminuição de matrícula no Brasil pela Educação de Jovens e Adultos.
II- Apesar da diminuição das matrículas e procura por escola é ainda preferencialmente no turno noturno.III- Embora, diferente do que possamos pensar, haja a procura de matrícula no turno da manhã e da tarde, isto é diurno.
IV- Escolas que oferecem a EJA em 2007 não a oferecem em 2010.
Escolha a alternativa que contém a(s) afirmativa(s) correta(s):
I e II.
III e IV.
IV.
I, II e III.
II, III e IV.
54- O que significam os conceitos de alfabetização, alfabetizado e alfabetizado funcional?
Essa preocupação é tão grande que foi criado o índice Nacional de Analfabetismo Funcional, inata, que demonstra a fragilidade que o cidadão que não completou a escolaridade básica tem ao passar pela escola e não ser capaz de dominar informações suficientes para desenvolver as habilidades e as competências para a leitura e a escrita.
I- Alfabetizado pode ser considerado aquele que domina a leitura a escrita e o cálculo.
II- Alfabetização pode ser considerado o processo de construção de leitura e escrita.
III- Alfabetizado funcional pode ser considerado aquele que passou pela escola e não aprendeu a ler, escrever e contar.
IV- Podemos considerar que há divergências quanto ao que se considera ser alfabetizado, o que gerou a expressão alfabetizado funcional.
A alternativa com a(S) correta(s) é:
I, II e IV. 
I e II.
III e IV.
I, II, III e IV.
IV.
55-- Paulo Freire, no texto “educação de Adustos – algumas reflexões”, defende que “a Educação de Adultos viveu um processo de amadurecimento que veio transformando a compreensão que tínhamos dela (....) é melhor percebida quando a situamos hoje na Educação Popular (....) na medida em que a realidade começa a fazer algumas exigências à sensibilidade e à competência cientifica dos educadores e das educadoras, refere-se a:
I- A compreensão crítica dos educadores do que vem ocorrendo na cotidianidade do meio popular e que influencia o cotidiano das atividades pedagógicas.
II- Os próprios conteúdos a serem ensinados não podem ser estranhos a essa cotidianidade.
III- A capacidade e curiosidade do educador frente ao aluno da Educação de Jovens e Adultos, reveladas pela observação cuidadosa de quem são seus alunos.
Escolha a alternativa que contém as afirmativas correta:
I
II
III
I E II
I, II E III
56- Pensando na história e na política de educação de jovens e adultos:
Examine estas assertivas marcando f para falsa e v para verdadeira:
( ) Durante os primeiros anos do Colônia, as práticas educacionais de jovens e adultos foram amplamente divulgadas, mesmo que relacionadas à catequese de índios.
( ) Lourenço Filho foi o idealizador da campanha de Educação de Adultos, que foi um amplo movimento de mobilização nacional em favor da educação de jovens e adultos analfabetos.
( ) Com a chegada da família real tivemos muitas iniciativas e políticas públicas de incentivo a educação de jovens e adultos.
( ) Após a revolução de 1964, o Programa Nacional de Alfabetização e seus movimentos de educação popular, espalhados por todo o Brasil, foram extinto com a alegação de que não eram eficientes, atingiam poucos alunos e formação analfabetos funcionais.
( ) As Missões Rurais de Educação de Adultos agiam sozinhas sem se articularem com as autoridades locais, com as associações, as igrejas, escolas e serviços sociais existentes na região.
Marque a opção de respostas respectivamente corretas:
b) V, F, F, F.
c) F,V,F,F.
d) Movimento Pró-Letramento do Mec.
e) Movimento Pró-Alfabetização das comunidades ribeirinhas.
57-- Para Harrison & Callari (2001): “ O analfabetismo não é uma condição individual resultante da incapacidade de ler e escrever[...]”
Considerando essa afirmativa e o que estudamos na apostila, analise as seguintes assertivas;
I- A educação de pessoas jovens e adultas vem sendo destinada à parcela da população que não teve acesso à escolarização e, portanto, encontra-se à margem de um saber exigido por uma sociedade letrada.
II- A EJA constitui-se como uma ação que possibilita oferecer respostas à população iletrada que se encontra em um mercado de trabalho cada vez mais exigente.
III- Os avanços da ciência e da tecnologia, que impõem novas posturas e saberes como exigência para o ingresso no mundo do trabalho, nada cada vez mais exigente.
IV- A própria história da colonização brasileira remete-nos ao entendimento da exclusão social.
Escolha a alternativa que relaciona respectivamente as assertivas corretas;
I e II 
I e IV.
I, II e IV.( vermelho)
II, III e IV.
I, II, III e IV.
58- Para Beisegel, Haddad e Gadotti, entre outros, a educação popular surgiu na América Latina no calor das lutas populares dentro e fora do Estado. Afirmam ainda que:
Marque a afirmativa correta:
Como prática pedagógica e educacional, a educação popular pode ser encontrada em todos os continentes, manisfesta em concepções e práticas muito diferentes e até antagônicas, com exceção da China.
A educação popular passou por diversos momentos epistemológicos- educacionais e organizativos, desde a busca pela conscientização, nos anos 20 e 30, e a defesa da escola pública popular comunitária, nos anos 40 e 50, até a escola cidadã, nos últimos anos, num mosaico de interpretações, convergências e divergências.
A proposta de refletir acerca da educação popular, enquanto produto histórico do seu tempo, implica muito mais que a apreciação do conceitos.
Devemos ir além, o que certamente nos remete á necessidade de buscamos bases sólidas, sobretudo por intermédio de suporte legal, que permitam conhecê-la e entendê-la em seu período clássico.
A educação popular, tal como a conhecemos hoje, tem sua origem no século XIX, época em que houve grandes transformações sociais e políticas.
59- Para M. Durante, são fatores que contribuem para a aprendizagem da língua portuguesa:
A hierarquização dos conteúdos a serem trabalhados por série.
A utilização de textos que permitam a interação com o conhecimento construído. (Gabarito)
A classificação e seleção dos textos segundo a sequência didática estabelecida para o curso
A diversificação dos conteúdos enfatizando-os conteúdos fatuais
A concentração das atividades no texto adotado para o aluno, evitando-se a relação com conteúdos de outras áreas
60-Para ensinar a leitura e a escrita das unidades,números de zero a nove, Marcia Csik (1995) propôs a seguinte atividade:
 
“Mostrará um lápis aos educandos e perguntará: quantos lápis vocês estão vendo na minha mão? Quando todos concluirem que é “um” , solicitará a indicação do número “1” através dos dedos da mão e, depois ,representará este número no quadro-negro através de marcas do algarismo e ,se possível, por extenso”
Qual é a técnica operatória utilizada pela autora?
 
É a operação “conta-de-cabeça”
É a operação “fazer corresponder”
É a operação “repartir”
É a operação “juntar”
É a operação “somar”
61 – Para Csik (1995), a matemática é um objeto de cultura, ou seja, uma ferramenta que auxilia a construção do mundo.
Dessa forma, no ensino da matemática, o professor deverá considerar que:
I- Os adultos analfabetos não possuem conhecimentos matemáticos intuitivos, dificultando o desenvolvimento do raciocínio
II- Os adultos não alfabetizados são portadores de dispositivos natos, tais como a rapidez e a precisão de cálculo,que facilitam o aprendizado do raciocínio escolar
III- Os adultos não alfabetizados são rápidos e precisos em cálculos em função do tipo de trabalho e das características individuais;
Assinale a alternativa correta:
Apenas I e III estão corretas
Apenas I e II estão corretas
Apenas I está correta
Apenas II está correta
Apenas III está correta
62– Pouco letrado e recém-chegado em São Paulo ,José Maria limita-se a uma vida no bairro em que se instalou.Para ler uma carta que recebe de parentes ,ele depende da vontade dos outros. As informações que recebe pelo rádio e pela televisão são assimiladas de forma incompleta e fragmentadas. Quando assiste a um jogo do Brasil no exterior,sabe que a transmissão será por satélite,mas dispõe apenas de uma noção vaga do que é umsatélite. Vota num candidato ao Senado,mas não sabe o que compete ao senador. (Adaptado de MEC /2001-Proposta Curricular para EJA)
Sobre as consequências da condição pouco letrada de José Maria,podemos afirmar.
I- Embora seja capaz de resolver problemas práticos simples,tal como saber o destino de um ônibus ou preencher um formulário, José Maria não possui conhecimentos sobre o mundo letrado.
II- Embora pessoas como José maria disponham de condiçoes socioeconômicas semelhantes, é preciso observar que do ponto de vista sociocultural são diferentes em função de suas diversas histórias de vida.
III- A desescolarização marca profundamente pessoas como Jose Maria ,pela imagem que fazem de si e pelo estigma que a sociedade lhes impõe.
Assinale a alternativa correta:
Apenas I e III estão corretas
Apenas II e III estão corretas
Apenas I e II estão corretas
Apenas I está correta
Apenas II está correta
 
63- Para Marta Kohl (2004), tratar a velhice da mesma forma que se trata a infância não contempla a multiplicidade das possibilidades de desenvolvimento humano. Seria como entender que uma criança de sete anos da classe media alta em Nova York se desenvolvesse da mesma forma que uma criança da mesma idade vivendo na zona rural do Afeganistão. Para aprofundar a questao, a autora organizou uma pesquisa que tomou como foco um grupo de adultos trabalhadores, excluídos da escola regular e inseridos no mundodo trabalho em ocupações de baixa qualificação profissional e de baixa remuneração.
Com base no exposto, podemos afirmar que:
I. A autora defende a necessidade da criação de um campo próprio de estudo para a psicologia dos adultos.
II. A autora justifica a necessidade de se historicizar a psicologia dos adultos, considerando os múltiplos aspectos da vida cultural dos indivíduos.
III. A autora entende que a idade adulta corresponde a um estagio psicológico de estabilidade e de ausência de mudanças.
IV. A autora não dispõe de suporte teórico suficiente para contestar a perspectiva dominante na psicologia que limita o desenvolvimento dos adultos às etapas de ordem biológica.
Assinale a alternativa correta:
I, II, III corretas.
II, III, Iv corretas.
I, III corretas.
I, II corretas.
III e IV corretas.
64- Para De Aquino (2007), na atual era do lifelong learning (educação continuada), a Andragogia se propõe como uma abordagem mais adequada ao processo de aprendizagem do adulto. Ao contrario da Pedagogia, para o autor, A Andragogia preocupa-se, sobretudo com:
Os ambientes escolares formais caracterizados pela competitividade e por julgamento de valor.
O ensinar, ou seja com a seleção de técnicas mais adequadas para a transmissão das informações em aula, além de orientação de leituras.
O emprego de critérios esternos tais como as notas, para avaliar o processo ensino aprendizagem.
A etapa do planejamento conduzido pelo professor e pela seleção dos instrumentos de avalização da aprendizagem do aluno.
A aprendizagem baseada em experiências e projetos, em ambientes escolares nos quais a responsabilidade do aprender é compartilhada entre professor e aluno.
65-Quando a gente compreende a educação como possibilidade, a gente descobre que a educação tem limites. è exatamente porque é limitável, ou limitada ideológica, econômica, social, política e culturalmente, que ela tem eficácia.Então, diria aos educadores que estão hoje com dezoito anos e que, portanto, vão entrar no outro século, no começo de sua vida criadora, que, mesmo reconhecendo que a educação do outro século não vais ser a chave da transformação do concreto para a recriação, a retomada da liberdade, mesmo que saibam que não é isso, estejam convencidos da eficácia da pratica educativa como elemento fundamental no processo de resgate da liberdade.”
( Paulo Freire, 1987, p 36)
Com base no trecho acima, podem-se entender que Paulo Freire defende a ideia de que:
A educação escolar está para além das questões sociais e politicas.
A ação educativa tem em seu poder os anseios sociais.
A escola é redentora das desigualdades sociais e econômicas.
A escola transforma e reproduz no interior de suas relações práticas que podem ser contrárias à liberdade e a criatividade, compatíveis com o processo de formação da cidadania plena para uma sociedade democrática.
A educação é neutra em relação às questões políticas, sociais e culturais.
66-Qual é a técnica operatória utilizada pela autora?
É a operação “conta-de-cabeça”
É a operação “fazer corresponder”
É a operação “repartir”
É a operação “juntar”
É a operação “somar”
67– Se considerarmos que o desenvolvimento cognitivo é fruto da aprendizagem decorrente da interação com o meio sociocultural e que a fase adulta comporta mudanças no processo de desenvolvimento psicológico podemos afirmar que:
a) Os adultos aprendem até uma determinada etapa da vida.
b) Os adultos aprendem da mesma maneira, independentemente das circunstancias históricas em que ocorrem a aprendizagem.
c) Os adultos aprendem por meio da interação de suas experiências particulares, que não são generalizáveis.
d) Os adultos aprendem por meio da interação com seus grupos de origem somente depois de terem desenvolvido seus potenciais cognitivos.
e) Os adultos aprendem sozinhos, já que as circunstancias históricas não interferem em seu processo de aprendizagem.
68- Sobre a pratica educativa para adultos, conforme Paulo Freire, a ilustracao acima sugere as seguinte interpretações:
I. A alfabetizacao é um ato político, porque é a partir do reconhecimento do valor de suas experiências de vida e visoes de mundo que o adulto se alfabetiza criticamente.
II. Os fundamentos da alfabetização encontram-se na categoria práxis, ou seja, a partir dos textos contextualizados busca-se cevar o adulto a produzir o seu próprio texto.
III. A alfabetização deve-se basear no método silábico, tal como “Ivo viu a uva, BA-be-bi-bo-bu”, poruqe representa o universo cultural dos adultos.
Assinale a correta:
I e II corretas.
II e III corretas.
I e III corretas.
II correta.
III correta.
69-Segundo art.37 da Lei n° 9394/96 de diretrizes e bases da educação nacional, a educação de jovens e adultos deve ser destinada àqueles que não tiveram acesso ou continuidade de estudos no ensino fundamental e médio na idade próprio, e que:
Assinale a assertiva correta:
Competem aos sistemas de ensino assegurar gratuitamente aos jovens e aos adultos, que não puderam efetuar os estudos na idade regular, oportunidades educacionais apropriadas, consideradas as características do alunado, seus interesses, condições de vida e de trabalho, mediante cursos e exames.
O Poder Público não é obrigado a viabilizar e estimular o acesso e a permanência do trabalhador na escola, mediantes ações integradas e completares entre si.
A educação de jovens e adultos deverá articular-se, preferencialmente, com a educação superior.
A filosofia e a sociologia devem ser incluídas como disciplinas obrigatórias em todas as séries do ensino da Eja.
Os diplomas de curso da EJA, do ensino fundamental, quando registrados, têm validade nacional e habilitam o concluinte ao prosseguimento de estudos na educação superior.
70- Sabemos do valor da aprendizagem em todas as fases da vida, e não somente durante a infância e a juventude. Qual a importância dos programas de alfabetização de adultos no Brasil? 
Entre elas, podemos apontar:
I – Reduzir as estatísticas de analfabetismo.
II- Suprir as necessidades de escolas públicas no Brasil.
III– Contribuir para a democratização das oportunidades educacionais.
IV- Contribuir para aprendizagem e desenvolvimento de cada pessoa que ainda não concluiu a educação básica.
Assinale a alternativa correta:
São corretos os itens I,II e III.
b) É correto apenas o item II.
c) São incorretos os itens II e IV. 
d) É incorreto o item II.
e) É incorreto o item III.
71-Segundo Durante, Emilia Ferreiro realizou uma pesquisa sobre as concepções de sistema da escritade alunos adultos não alfabetizados. Destacam-se algumas de suas conclusões:
Não há nenhuma semelhança entre a concepção de escrita em adultos e crianças não alfabetizados.
B) Os desenhos para produzir escrita ou criar outras letras que não as usadas convencionalmente.
C) Os adultos não passam pelos níveis pré-silábico e silábico na produção da escrita.
D) Os adultos têm maior compreensão das funções sociais da língua do que as crianças .
E) Os adultos confundem a grafia dos números e a grafia das letras
72-Segundo art.37 da Lei n° 9394/96 de diretrizes e bases da educação nacional, a educação de jovens e adultos deve ser destinada àqueles que não tiveram acesso ou continuidade de estudos no ensino fundamental e médio na idade própria, e que:
Assinale a assertiva correta:
Compete aos sistemas de ensino assegurar gratuitamente aos jovens e aos adultos, que não puderam efetuar os estudos na idade regular, oportunidades educacionais apropriadas, consideradas as características do alunado seus interesses, condições de vida e de trabalho, mediante cursos e exames. 
( vermelho)
b) O Poder Público não é obrigado a viabilizar e estimular o acesso e a permanência do trabalhador na escola, mediante ações integradas e complementares entre si.
c) A educação de jovens e adultos deverá articular-se, preferencialmente, com a educação superior.
d) A filosofia e a sociologia devem ser incluídas como disciplinas obrigatórias em todas as séries do ensino da EJA. 
e) Os diplomas de cursos da Eja, do ensino fundamental, quando registrados, têm validade nacional e habilitam o concluinte ao prosseguimento de estudos na educação superior.
73- Trabalhar com Educação de Jovens e Adultos pressupõe, se quisermos um trabalho que contribua para essa população, saber que o acesso ao conhecimento escolar é uma questão de direito e requer uma ação pedagógica adequada que não seja apenas a reprodução do que é oferecido no ensino regular.
 É como se buscasse apenas condensar, em menos tempo, o conhecimento trabalhado do ensino Fundamental e no Ensino Médio. Escolha a alternativa correta:
A diminuição do tempo na EJA é uma forma de prejudicar os alunos e não acelerar sua escolaridade.
Acelerar a escolaridade no Eja significa possibilitar mais rapidamente a entrada na universidade.
C) Considerar a necessidade de consolidar a alfabetização funcional dos indivíduos, e considerar a oferta em seis meses do que o ensino regular oferece em 1 ano, significa compreender que o adulto aprende de forma diferente da criança e do adolescente e de forma mais rápida. 
D) A educação básica é hoje requisito para o trabalhador. (Resposta de suelen)
e) Cada um sabe o que é importante para si e pode escolher seu poder de vida e a qualidade de vida que quer para si e sua família, e a preocupação com a educação básica não tem o menor sentido.
74- Todas as alternativas estão relacionadas à tabela abaixo, exceto:
Brasil: Analfabetismo e escolaridade da população com 15 anos ou mais ( 2001- 2008)
	Indicador/ano
	2001
	2005
	2006
	2007
	2008
	Taxa de Analfabetismo
	12,4%
	11,15
	10,4%
	10,1%
	10,0%
	Numero de Analfabetos
	15.072.313
	14.979.160
	14.391.064
	14.135.122
	14.247.495
	Inscritos em programs de alfabetização
	930mil
	1.8milhão
	1.6milhão
	1,3milhão
	1,4milhão
	Média de anos de estudos
	6,4
	7
	7,2
	7,3
	7,4
Fontes :IBGE. Obeservatório da Equidade: HTTP??www.ibge.gov.br/obesrvatorio de equidade:PNAD/IBGE citado em relátorio de gestão de Deja/Secad/Mec (2009).
Engajamento de estados e municípios nas campanhas pela redução do analfabetismo.
As taxas de analfabetismo mantiveram a tendência histórica do pequeno recuo.
Elevação da média de anos de estudo ao longo do período.
Crescimento do número de pessoas que participam de programas de alfabetização.
oferta de oportunidade de estudos a pessoas com menos de quatro anos de escolaridade.
75- Uma breve retrospectiva da trajetória da EJA, no Brasil, permite observar que a escolarização de jovens e adultos:
A) Tornou-se objeto de ação sistemática desde a época do Império, quando as políticas educacionais empenharam-se na universalização do ensino fundamental para os adultos.
B) Tornou-se objeto de atenção dos governos brasileiros a partir do momento em que os altos indices de analfabetismo passaram a ser divulgados internacionalmente.
C) Tornou-se objeto de preocupação a partir da Constituição Federal de 1988 que transferiu para as organizações não governamentais (ONGS) a iniciativa dessa modalidade de ensino.
D) Sempre foi o objeto de atenção dos governos brasileiros que procuravam priorizar os investimentos nessa modalidade de ensino.
E) Sempre resultou da cooperação entre União, Estados e Municípios, que buscavam por meio de ação conjunta erradicar o analfabetismo no pais.
76. Um trabalhador de 42 anos matriculou-se no curso noturno de EJA de uma escola perto de sua casa. Na infância estudou por três anos consecutivos e saiu da escola na 2ª serie. Hoje, sente dificuldade para compreender o que Le, reproduzindo o que aconteceu naquela época. O pedagogo dessa escola preparou os docentes para o trabalho com situações de ensino com foco na aprendizagem efetiva dos alunos. Dentro dessa perspectiva, o professor de Português propôs as seguintes atividades abrangendo situações de aprendizagem e de avaliação:
I. Diagnostico para a identificação do conhecimento de leitura do aluno como ponto de partida para o trabalho.
II. Tarefas que o aluno realiza mais ou menos no tempo gasto pelos colegas.
III. Exercícios para o aluno aprender vocabulário, conceitos e normas básicas de escrita e leitura.
IV. Auto e múltiplas avaliações permanentes, para confrontar a percepção do aluno sobre seu aproveitamento escolar com a avaliação do professor.
Atendem à proposta do pedagogo e às necessidades do aluno:
a. I e III.
b. I e IV.
c. I, III e IV.
d. I, II, III e IV. (Vermelho)
e. I, II e IV.
 DISCURSIVAS
Questão 1: -“A Educação de Adultos torna-se mais que um direito: é a chave para o século XXI; é tanto consequência do exercício da cidadania como condição para uma plena participação na sociedade. Além do mais, é um do poderoso argumento em favor do desenvolvimento ecológico sustentável, da democracia, da justiça, da igualdade entre os sexos, do desenvolvimento socioeconômico e científico, além de um requisito fundamental para a construção de um mundo onde a violência cede lugar ao diálogo e à cultura de paz baseada na justiça.”
Declaração de Hamburgo, 1997.
Conforme o texto acima e os estudos realizados, disserte sobre os princípios da Educação de Jovens e Adultos e sobre as finalidades da organização dos currículo na Educação de Jovens e Adulto.
R: (Neide) Alfabetizar jovens e adultos tem sido um desafio para o sistema educacional brasileiro, pois ainda constatamos a existência de pessoas adultas pouco ou não alfabetizadas. Essa constatação fere um dos principais princípios do direito à cidadania, que é o direito à Educação Básica, em qualquer idade e para toda a vida.
Há a estruturação de toda a Educação Básica, suas finalidades e forma de organização. São informações para as quais nos devemos atentar para compreender como a Educação de Jovens e Adultos deve e pode ser organizada, de modo a atender aos educandos garantindo seu acesso e permanência até a conclusão da escolaridade básica. A legislação deixa bem explicita a ideia de que a educação escolar deve estar vinculada ao meio social e ao mundo do trabalho, ou seja, a escola deve olhar para além dos seus muros.
R: 2 (Teresinha): Segundo Hamburgo A educação de adultos, dentro desse contexto, torna-se mais que um direito: é a chave para o século XXI; é tanto consequência do exercício da cidadania como condição para uma plena participação na sociedade. A educação de adultos pode modelar a identidade do cidadão e dar um significado à sua vida.
 A educação ao logoda vida implica repensar o conteúdo que reflita certos fatores, como idade, igualdade entre os sexos, necessidades especiais, idioma, cultura e disparidades econômicas. Engloba todo o processo de aprendizagem, formal ou informal, onde pessoas consideradas "adultas" pela sociedade desenvolvem suas habilidades, enriquecem seu conhecimento e aperfeiçoam suas qualificações técnicas e profissionais, direcionando-as para a satisfação de suas necessidades e as de sua sociedade. A educação de adultos inclui a educação formal, a educação não-formal e o espectro da aprendizagem informal e incidental disponível numa sociedade multicultural, onde os estudos baseados na teoria e na pratica devem ser reconhecidos.
2- A resolução n° 4, de 13 de julho de 2010(*) do Ministério da Educação. Conselho Nacional de Educação, por meio da Câmara de Educação Básica, define as diretrizes curriculares nacionais gerais para a educação básica. No capítulo II, trata das modalidades da educação básica e, no art. 28, da educação de jovens e adultos e aponta com maiores detalhes o que a Lei n° 9394/96 traz nos artigos 37 e 38. 
Analise e elabore um texto sobre o que artigo 28 aponta como papel dos sistemas de ensino na educação de jovens e adultos:
Art.28. A Educação de Jovens e Adultos (EJA) destina-se aos que se situam na faixa etária superior à considerada própria, no nível de conclusão do Ensino Fundamental e do Ensino Médio.
§ 1° Cabe aos sistemas educativos viabilizar a oferta de cursos gratuitos aos jovens e aos adultos, proporcionando-lhes oportunidades educacionais apropriadas, consideradas as características do alunado, seus interesses, condições de vida e de trabalho, mediante cursos, exames, ações integradas e complementares entre si, estruturados em um projeto pedagógico próprio.
R: (Teresinha)Segundo as Diretrizes Curriculares Nacionais para a EJA, essa modalidade deve desempenhar três funções:
Função reparadora: não se refere apenas à entrada dos jovens e adultos no âmbito dos direitos civis, pela restauração de um direito a eles negado, o direito a uma escola de qualidade, mas também ao reconhecimento da igualdade ontológica de todo e
qualquer ser humano de ter acesso a um bem real, social e simbolicamente importante. Mas não se pode confundir a noção de reparação com a de suprimento.
Para tanto, é indispensável um modelo educacional que crie situações pedagógicas satisfatórias para atender às necessidades de aprendizagem específicas de alunos jovens e adultos.
Função equalizadora: relaciona-se à igualdade de oportunidades, que possibilite oferecer aos indivíduos novas inserções no mundo do trabalho, na vida social, nos espaços da estética e nos canais de participação. A equidade é a forma pela qual os bens sociais são distribuídos tendo em vista maior igualdade, dentro de situações
específicas. Nessa linha, a EJA representa uma possibilidade de efetivar um caminho de desenvolvimento a todas as pessoas, de todas as idades, permitindo que jovens e adultos atualizem seus conhecimentos, mostrem habilidades, troquem experiências e tenham acesso a novas formas de trabalho e cultura.
 Função qualificadora: refere-se à educação permanente, com base no caráter incompleto do ser humano, cujo potencial de desenvolvimento e de adequação pode se atualizar em quadros escolares ou não-escolar.
3-A partir das demandas dos sistemas de ensino, da SECAD/MEC, dos movimentos sociais e de entidades do campo educacional quanto à necessidade de delimitação de alguns parâmetros operacionais para a EJA, assim como em obediência a alguns dos pilares do Plano de Desenvolvimento da Educação (PDE), que indicam a necessidade de uma visão sistêmica da educação e, portanto, de políticas públicas universalizantes, em contraponto às políticas focalizadas do passado recente, a Comissão da camara de Educação Básica apresenta as Diretizes Operacionais Nacinais de EJA que visam nortear o desenvolvimento da Educação de Jovens e Adultos no contexto do sistema nacional de educação, compreendo-a como educação ao longo da vida e garantindo unidade na diversidade. Dessa forma, garantia de oferta de EJA deve se configurar, sobretudo, como direito público subjetivo, o que pressupõe qualidade social, democratização de acesso, permanência, sucesso escolar gestão democrática. 
Como o documento considera a EJA?
R: (Neide) As disposições da proposta curricular para as séries iniciais do Ensino Fundamental para a Educação de Jovens e Adultos que foi elaborada pelo Ministério da Educação em parceria com a associação Ação Educativa, tendo esse documento como norteador das discussões da prática educativa. Aprofundaremos na metodologia de alfabetização e pós‑alfabetização em Língua Portuguesa, em Matemática, Ciências, História e Geografia. Já os estudos ministrados a partir do ciclo II do Ensino Fundamental e do Ensino Médio, devem ser oferecidos por escolas reconhecidas pelas secretarias de educação estaduais e por professores com licenciatura plena nas diferentes disciplinas do currículo, tendo como suporte as diretrizes curriculares para a Educação de Jovens e Adultos e também para esses ensinos.
R 2 (Teresinha): Os alunos e alunas de EJA trazem consigo uma visão de mundo
influenciada por seus traços culturais de origem e por sua vivência social, familiar e
profissional. Podemos dizer que eles trazem uma noção de mundo mais relacionada
ao ver e ao fazer, aberto à aprendizagem, eles vêm para a sala de aula com um olhar
que é, por um lado, um olhar receptivo, sensível, e, por outro, é um olhar ativo: olhar
curioso, explorador, olhar que investiga, olhar que pensa. O sistema ver EJA, como
espaço de relações Inter geracionais, de diálogo entre saberes, de compreensão e de reconhecimento da experiência e da sabedoria, tensionadas pelas culturas de jovens,
adultos e idosos tem, muitas vezes, essas relações tratadas como problemas. As
formas de expressão conflitam com padrões homogêneos, exigindo acolher a
discussão de juventudes, do tempo de vida adulta e de velhices, no plural.
4- Enunciado:
Que a educação seja o processo através do qual o indivíduo toma a história em suas próprias mãos, a fim de mudar o rumo da mesma.
Como? Acreditando no educando, na sua capacidade de aprender, descobrir, criar soluções, desafiar, enfrentar, propor, escolher e assumir as consequências de sua escolha.
Mas isso não será possível se continuarmos bitolando os alfabetizandos com desenhos pré-formulados para colorir, com textos criados por outros para copiarem, com caminhos pontilhados para seguir, com histórias que alienam, com métodos que não levam em conta a lógica de quem aprende. (FUCK, 1994, p. 14 - 15)
Tendo por referencia a passagem textual, disserte sobre as concepções que permearam a trajetória histórica da Educação de Jovens e Adultos e indique que tipo de educação deve ser desenvolvido para atender as necessidades de pessoas que não tiveram acesso à escola em idade escolar.
PÁGINA 37,38
R: (Neide) A concepção que está presente na lei é de que o processo educacional da Educação de Jovens e Adultos respeite o perfil cultural do aluno, aproveitando as experiências adquiridas no trabalho e na vida social, para a construção de sua trajetória educacional, com ações integradas e complementares, visando ao seu acesso à escola, bem como à sua permanência nela.
R 2 (Teresinha): (EJA) no Brasil, muitos desafios são enfrentados, o que exige tratar de aspectos conceituais que sustentam modos de formular e compreender este diagnóstico e que, mais do que isto, orientam políticas públicas de Estado.
Primeiramente cabe abordar a concepção de educação de jovens e adultos, que
entende educação como direito de aprender, de ampliar conhecimentos ao longo da
vida, e não apenas de se escolarizar. Tratar a EJA como direito significa reafirmar a
Declaração Universal dos Direitos Humanos, de 1948, para a qual a educação
constitui direito fundamental da pessoa, do cidadão; mais do que isto significa criar,
oferecercondições para que esses direitos sejam, de fato, exercidos. Desde o final da
primeira metade do século XX, os sistemas nacionais de educação vêm decidindo
seus rumos e filosofia a partir da prioridade política assumida por todos os Estados.
Entre nós, brasileiros, só em 1988 o direito à educação para todos voltou à
Constituição Federal. A solução e entender que: EJA é espaço de tensão e
aprendizado em diferentes ambientes de vivências, que contribuem para a formação de jovens e de adultos como sujeitos da história. Negros, brancos, indígenas, amarelos, mestiços; mulheres, homens; jovens, adultos, idosos; quilombolas, pantaneiros, ribeirinhos, pescadores, agricultores; trabalhadores ou desempregados — de diferentes classes sociais; origem urbana ou rural; vivendo em metrópole, cidade pequena ou campo; livre ou privado de liberdade por estar em conflito com a lei; pessoas com necessidades educacionais especiais – todas elas instituem distintas
formas de ser brasileiro, que precisam incidir no planejamento e execução de
diferentes propostas e encaminhamentos para a EJA.
5- Leia a epígrafe:
“As características do leitor: cultura, conhecimento prévio e linguístico, esquemas conceituais e o seu propósito na leitura é que irão produzir maneiras diferenciadas de interpretação dos textos. A capacidade de interpretar e aprender com os textos está diretamente ligada àquilo que o indivíduo conhece antes do ato da leitura. As características do leitor são tão importantes como as do texto.” (Durante, 1998, p. 29).
Diante do que foi citado acima e do que aprendemos na aula, como deve ser o trabalho com Língua Portuguesa na Educação de Jovens e Adultos? Que princípios norteados devem ser levados em consideração (cite e explique pelo menos três princípios PÁGINAS 67 A 85
R: (Neide) “a linguagem tem a função de comunicar ao ouvinte a posição que o falante ocupa de fato ou acha que ocupa na sociedade em que vive". Dessa forma, o processo linguístico tem o poder de revelar a origem social de um indivíduo, visto que um falante, ao se pronunciar, “denuncia” para o seu ouvinte sua escolaridade, origem ou, até mesmo, a que grupo social pertence. 
R 2 (Teresinha): o conceito de EJA, se destaca conhecimentos sobre os modos de
ser do aluno adulto, de agir, como ocorre seu processo de aprendizagem e os
conceitos de autoestima, de autoconceito, autoimagem e de auto eficácia, bem como a
atuação da autoestima e da baixa autoestima em toda a vida do educando,
principalmente em seu processo ensino aprendizagem. Destaca a influência dos
âmbitos familiar e escolar na vida do aluno adulto: como ambas, através de uma
fundamental parceria participativa na vida do educando, ainda que esse seja
adolescente ou adulto. A solução ou metodologia sugerida seria: Respeitando os
sonhos, as frustrações, as dúvidas, os medos, os desejos dos educandos, crianças, jovens ou adultos, os educadores e educadoras populares têm neles um ponto de
partida para a sua ação. Insista-se, um ponto de partida e não de chegada. O trabalho
com esta implica o despertar, no aluno adulto, o desejo pela aprendizagem através da
motivação emocional, fazendo com que o adulto sinta-se aceito por todos e com as
mesmas capacidades intelectuais e emocionais. Uma boa autoestima resulta num bom desempenho. Este, por sua vez, contribui para uma boa auto estima.
6- Mariana é uma professora que se mudou recentemente para uma cidade no interior da Bahia e conseguiu aulas em uma escola de alfabetização de adultos, que trabalham o dia todo na lavoura e estudam á noite.Sugira uma atividade de língua Portuguesa para Mariana trabalhar com seus alunos.
R: Aplicar atividades relacionadas as suas experiencias de vida, suas dificuldades do dia a dia e valorizar seus conhecimentos prévios e aplicar atividades relacionadas a situações da vida cotidiana dos alunos. Por exemplo no caso de Dona de casa; atividade de relacionar a figura as palavras, trazer para sala rótulos de produtos de supermercado, como Arroz, Feijão, Sal e óleo etc...Aplicar leituras textos que façam sentido e que tenham significado para o educando, priorizando a memorização. Uma carta, um jornal, lista de supermercado, a partir dai trabalhar, com o reconhecimento das palavras.
R 2 (Teresinha): É importante que o ensino da EJA não copie o mesmo modelo de aula desenvolvida no ensino regular. Temos de considerar as condições específicas do aluno que participa das aulas da EJA. É o aluno adulto que trabalha, no mínimo oito horas diárias, e que teve pouco tempo para permanecer na escola quando deveria estar na idade adequada, segundo a Lei. Esse aluno está marcado por um sistema de ensino que o marginalizou, pois não lhe proporcionou crescimento, como ser humano, menos ainda, como intelectual que associasse o conhecimento adquirido nos bancos escolares à prática propriamente dita. O discurso da escola regular era o que demonstrava que o aluno não sabia nada, aquele que tem muito a aprender. O professor detinha o poder pelo próprio discurso que o distinguia do aluno. O discurso era, pois, o fator que atrelava o aluno, ser sem nenhum poder, ao professor ou a quaisquer outras pessoas da sociedade que pudessem controlá-lo pelo poder.
Atualmente, é esse modelo que deve ser rompido. Não se pode admitir que, em pleno despontar de um novo século, em que a tecnologia se associa ao homem para facilitar sua vida, esse ainda seja manipulado por outros seres semelhantes a si. O aluno da EJA busca, na instituição escolar, o ensino pelo jogo ideológico com efeitos de sentidos produzidos pelas diferentes posições críticas assumidas pelo professor/aluno no discurso pedagógico para construir a sua prática escolar cotidiana. Em sala de aula é o professor o protagonista desse objetivo que, em concordância dos prescritos legais, deve proporcionar situações diversificadas de aprendizagem que contribuam para o exercício pleno da cidadania.
7-Maria Clara Di Piero sobre a LDB 9394 para elevar idades mínimas de ingresso no EJA, que segundo a Lei 9394/96, é 15 anos para o ensino fundamental e 18 para o ensino médio.:
O tema não reuniu consenso na rodada de audiências públicas realizadas pelo CNE em 2007. Minha posição naquela ocasião foi;
Nas últimas décadas, a EJA foi chamada a cumprir uma nova função, qual seja , a de acolher a reinserir no sistema educativo adolescentes das camadas populares dele excluídos devido aos processos de seleção presentes na escola regular ( fracasso escolar, rejeição a adolescentes com defasagem idade-série, discriminação de jovens tidos com indisciplinados, recusa ao atendimento a adolescentes em liberdade assistida, etc) e relacionados a processos mais amplos de exclusão social ( pobreza, desemprego, novas configurações das famílias, violência urbana, etc.). Assim, para que se assegure o direito à educação de qualidade, qualquer redefinição dos parâmetros de acolhimento ou rejeição desses adolescentes na EJA deve ser acompanhada de políticas sociais a expulsar esses adolescentes. Uma eventual elevação da idade mínima de ingresso no EJA deve ser acompanhada de políticas de atenção aos adolescentes como elevada defasagem idade-série e aos jovens com baixa escolaridade cujas condições socioeconômicas impõem o ingresso precoce no mundo do trabalho.
A partir das colocações de Maria Clara Di Pierro, discuta as questões relativas à função social da educação de jovens e adultos e a idade para o ingresso na educação de jovens e adultos no Ensino Fundamental e Ensino Médio.
R: (Neide) Como estabelece a legislação, os cursos da Educação de Jovens e Adultos serão oferecidos em dois níveis de ensino, correspondentes ao Ensino Fundamental e ao Ensino Médio. Para regulamentar a frequência, há o limite de 16 anos como idade mínima para se matricular e cursar o Ensino Fundamental e 18 anos para cursar o Ensino Médio. 
A legislação aponta como possibilidades desse atendimento escolar, a elaboração de propostas pedagógicas que estejam de acordo comas características e necessidades dos alunos para a conclusão do Ensino Fundamental e Médio por meio da realização de cursos presenciais ou com presença flexível e de exames. 
Ela reconhece que a educação acontece em todos os setores da vida social, de diferentes formas. Assim, conhecimentos e habilidades que podem ser adquiridos por meios informais poderão ser reconhecidos e avaliados por meio de certificados e exames para progressão de estudos. 
*A função social do processo educativo torna‑se real, e a educação, entendida como instrumento de difusão e promoção do projeto de desenvolvimento nacional. A Educação de Jovens e Adultos colabora com o aperfeiçoamento do indivíduo, para o desempenho de funções sociais e profissionais. É necessária uma educação que vise à emancipação e a política de ensino, em favor disso, precisa ser incrementada, de forma que a educação influencie decisivamente sobre o desenvolvimento da sociedade e do país. A educação de adultos vem apresentada como uma alternativa, mediante as expectativas de se trabalhar com a diminuição do alto índice de analfabetos no país, dando ênfase aos aspectos legais e sociais que a rodeiam.
R 2 :Página 35- unidade 1 	
Limite de 16 anos mínima para fundamental e 18 para ensino médio. A eja tem como função social a inclusão de jovens e adultos na sociedade promovendo a independência e qualificação destes mesmos, para estes poderem exercer sua função de cidadão.
R 3(Teresinha): Deve-se levar em consideração também o perfil desses estudantes, distinto daqueles que têm oportunidade de estudar na “idade convencional” no que diz respeito à seleção de conteúdos, materiais didáticos e metodologias de ensino e de
avaliação, uma vez que esses alunos, em sua maioria, trabalham durante o dia em
período integral. A ausência do domínio da leitura e da escrita, no entanto, não
representa ausência de cultura e outros saberes não acadêmicos. Nesse contexto, os
projetos pedagógicos para turmas da EJA devem ser pensados de maneira que
possam contemplar o multiculturalismo e que sejam capazes de valorizar e reconhecer
a complementaridade entre os saberes acadêmicos e os informais (ligados ao
contexto sociocultural do educando), a experiência de vida já adquirida pelos discentes
e as diferenças entre as formas de conhecimento. O currículo deve abranger temas
que possibilitem compreender o contexto em que os alunos vivem, ou seja, que
apresentem significado. Essa concepção está de acordo com o documento base do
Proeja, que estabelece o objetivo da educação para adultos integrada à formação
profissional.
8- Na educação de jovens e adultos, o ensino da língua portuguesa deve ter como finalidade o desenvolvimento da capacidade de representação e comunicação. O texto é a unidade básica do ensino e não as letras, sílabas, palavras ou frases descontextualizadas. A aprendizagem significativa dos conteúdos implica na atribuição de sentido e construção de novos significados. Paulo Freire foi fonte inspiradora que levou a muitas experiências formais de escolarização de jovens e adultos, pois para alfabetizar as pessoas analfabetas parte do universo cultural dos alunos, reconhecendo suas experiências e histórias de vida e associa-os ao sentido político e social da educação. Como Paulo Freire pensou o processo de alfabetização para as analfabetas?
R: (Neide) Favorecia o desenvolvimento de uma consciência de classe e a politização entre os jovens e adultos que fossem por ele educados. Os movimentos da cultura popular dos anos 1960 têm, no Método Paulo Freire de Alfabetização, a síntese das orientações e vicissitudes da educação popular praticada nesse período. O método desenvolvia uma “consciência de classe” entre os jovens e adultos, que, ao se alfabetizarem, realizavam um processo mais amplo de discussão e reflexão crítica sobre as condições de vida coletiva das classes dominadas. Em 1964, já vinha sendo utilizado por todos os movimentos de educação popular no Brasil. Após o golpe militar de 1964, o Programa Nacional de Alfabetização foi suspenso, e iniciava a procura dos responsáveis pela atuação subversiva na área educacional.
R - 2 (Jessica): Paulo Freire como intelectual orgânico e, mais do que isso, como
militante politico, ao colocar seus conhecimentos em pratica,
valorizando o homem do povo, aprendendo com a vida,
formando educadores engajados e respeitadores da experiencia e da
sabedoria popular, transformava valores, atacava o sistema de acesso
a cargos e posições sociais, o autoritarismo e a hierarquização nas
relações. Revoltava-se contra o poder constituido, do fascinio
capitalista, valorizando o homem e a natureza.
9- Na Lei n° 9394/96, a seção V trata da educação de jovens e adultos, e encontramos no:
Art. 37. A educação de jovens e adultos será destinada àqueles que não tiveram acesso ou continuidade de estudos no ensino fundamental e médio na idade própria.
§ 1° Os sistemas de ensino assegurarão gratuitamente aos jovens e aos adultos , que não puderam efetuar os estudos na idade regular, oportunidades educacionais apropriadas, consideradas as características dos alunado, seus interesses, condições de vida e de trabalho, mediante cursos e exames.
§ 2° O Poder Público viabilizará e estimulará a acesso e a permanência do trabalhador na escola, mediante ações integradas e complementares entre si.
§ 3° A educação de jovens e adultos deverá articular-se, preferencialmente, com a educação profissional, na forma do regulamento ( incluído pela Lei n° 11.741, de 2008).
O que o art. 37 da Lei n° 9394/96 assegura aos jovens e adultos que não estudaram na idade própria?
R: (Neide) Art. 37. A educação de jovens e adultos será destinada àqueles que não tiveram acesso ou continuidade de estudos no ensino fundamental e médio na idade própria.
§ 1º Os sistemas de ensino assegurarão gratuitamente aos jovens e aos adultos, que não puderam efetuar os estudos na idade regular, oportunidades educacionais apropriadas, consideradas as características do alunado, seus interesses, condições de vida e de trabalho, mediante cursos e exames.
§ 2º O Poder Público viabilizará e estimulará o acesso e a permanência do trabalhador na escola, mediante ações integradas e complementares entre si.
§ 3o A educação de jovens e adultos deverá articular-se, preferencialmente, com a educação profissional, na forma do regulamento. (Incluído pela Lei nº 11.741, de 2008)
10- Na Declaração de Hamburgo de 1997, há o reconhecimento do direito do adulto que não concluiu a edução básica na idade própria, conforme o texto a seguir:
A Educação de Adultos torna-se mais que um direito: é a chave para o século XXI; é tanto consequência do exercício da cidadania como condição para uma plena participação na sociedade. Além do mais, é um poderoso argumento em favor do desenvolvimento ecológico sustentável, da democracia, da justiça, da igualdade entre os sexos, do desenvolvimento socioeconômico e cientifico, além de um requisito fundamental para a construção de um mundo onde a violência cede lugar ao diálogo e à cultura de paz baseada na justiça ( Declaração de Hamburgo, 1997).
Quais são os aspectos na Declaração de Hamburgo que foram discutidos e que destacam a importância da educação de jovens e adultos?
R: A MELHORIA DAS CONDIÇÕES E A QUALIDADE DA EDUCAÇAO DOS ADULTOS GARANTIA DO DIREITO UNIVERSAL Á ALFABETIZAÇAO E A EDUCAÇAO BASICA , IGUALDADE E A EQUIDADE NAS RELAÇOES ENTRE HOMENS E MULHERES E MAIOR AUTONOMIA DA MULHER .TRANFORMAÇOES DO MUNDO DE TRABALHO ;A SAÚDE E A POPULAÇAO PAG 50
R - 2 (Jessica): Acesso e permanência até a conclusão da escolaridade básica.
A legislação deixa bem explicita a ideia de que a educação escolar deve estar
vinculada ao meio social e ao mundo do trabalho, ou seja, a escola deve olhar
para além dos seus muros.
11) Na Lei º9394/96, art. 38, que trata da educação de jovens e adultos, estabelece que:
Art. 38. Os sistemas de ensino manterão cursos e exames supletivos que compreenderãoa base nacional comum do currículo, habilitando ao prosseguimento de estudos em caráter regular.
§1ºOs exames a que se refere este artigo realizar-se-ão.
I- no nível de conclusão do ensino fundamental, para os maiores de quinze anos.
II- no nível de conclusão do ensino médio, para os maiores de dezoito anos.
§2º Os conhecimentos e habilidades adquiridos pelos educandos por meios informais serão aferidos e reconhecidos. mediante exames.
Quais são as atribuições dos sistemas do ensino no atendimento à educação de jovens e adultos?
Resposta: pág 23
Vejamos o artigo 211: 
A União, os Estados, o Distrito Federal e os Municípios organizarão em regime de colaboração seus sistemas de ensino. 
§ 1º A União organizará o sistema federal de ensino e o dos Territórios, financiará as instituições de ensino públicas federais e exercerá, em matéria educacional, função redistributiva e supletiva, de forma a garantir equalização de oportunidades educacionais e padrão mínimo de qualidade do ensino mediante assistência técnica e financeira aos Estados, ao Distrito Federal e aos Municípios. (Redação dada pela Emenda Constitucional nº 14, de 1996) 
§ 2º Os Municípios atuarão prioritariamente no Ensino Fundamental e na educação infantil. (Redação dada pela Emenda Constitucional nº 14, de 1996) 
§ 3º Os Estados e o Distrito Federal atuarão prioritariamente no Ensino Fundamental e médio. (Incluído pela Emenda Constitucional nº 14, de 1996) 
§ 4º Na organização de seus sistemas de ensino, a União, os Estados, o Distrito Federal e os Municípios definirão formas de colaboração, de modo a assegurar a universalização do ensino obrigatório. (Redação dada pela Emenda Constitucional nº 59, de 2009) 
§ 5º A Educação Básica pública atenderá prioritariamente ao ensino regular. (Incluído pela Emenda Constitucional nº 53, de 2006) (BRASIL, 1988). 
O que esse artigo informa, de maneira explícita e importante, para a Educação de Jovens e Adultos? 
As responsabilidades dos diferentes poderes executivos: federal, estaduais e municipais frente à educação escolar brasileira. Deixa bem claro quais as atribuições de cada um deles, sugerindo o desenvolvimento das atribuições e competências de forma colaborativa, tendo como objetivo principal a oferta da educação escolar. Define as funções como supletivas e redistributivas, o papel da União e a garantia de que, em todo o território nacional, existam oportunidades educacionais, com recursos adequados para o padrão de qualidade mínimo do ensino.
Lembre‑se das funções dos sistemas de ensino: 
• federal – atuação de forma supletiva e redistributiva; 
• estadual – oferta do Ensino Médio e do Ensino Fundamental em colaboração com os municípios;
 • municipal – oferta da Educação Infantil e, com prioridade, do Ensino Fundamental, em colaboração com os Estados. 
Esse artigo apresenta um impasse. Quem deve oferecer a Educação de Jovens e Adultos? Pelo que podemos entender, compete aos sistemas de ensino municipais a oferta do Ensino Fundamental e aos sistemas de ensino estaduais, oferecer o Ensino Médio. A lei trata da oferta dessa modalidade de educação, de forma colaborativa entre os sistemas de ensino estadual e sistemas de ensino municipais. Quando os sistemas de ensino municipais não podem ainda atender à Educação de Jovens e Adultos no Ensino Fundamental, o sistema de ensino estadual deve oferecer e compreender que é seu papel atuar de forma cooperativa.
No artigo em questão é, portanto, introduzido o conceito de sistemas de ensino, dos responsáveis por construir e organizar as escolas, por elaborar o plano de carreira para os profissionais da educação, por realizar concursos para contratá‑los, por atribuir as aulas ao professor e abrir as matrículas, formar as classes, horários, montar o calendário escolar e as matrizes curriculares dos níveis e modalidades de ensino, entre outras, isto é, possibilitar a atividade‑fim da educação, que é o atendimento aos alunos.
R-2 (Jessica):. Os cursos de frequência flexível e atendimento individualizado são
desenvolvidos por meio do Telecurso 2000. A regulamentação para a
instalação, matrícula, constituição das turmas, quadro curricular,
frequência e avaliação dos alunos, aproveitamento e registro de estudos, o
papel do orientador de aprendizagem e sua formação para o atendimento
de alunos por meio da telessala são atribuições dos sistemas estaduais de
ensino. O curso é oferecido por disciplina, e as disciplinas cursadas são
eliminadas por provas durante o semestre e pelo exame final, no qual o
aluno deve ter a nota mínima cinco.
12-Nos estudos de Luria, apontaram que os indivíduos que tinham passado por algum processo de instrução e trabalhado nas fazendas coletivas utilizavam categorias abstratas na resolução das tarefas, independente do experiência do seu contexto concreto. Ao contrario indivíduos não escolarizados que continuaram trabalhando na agricultura tradicional tendiam a resolver as tarefas segundo seus contextos de experiência de vida e
relações concretas usadas no cotidiano. Conclui-se então que não foi o processo de escolarização/alfabetização que determinou, exclusivamente, mudanças nos conteúdos e formas de
pensamento desses adultos envolvidos na pesquisa.
Resposta:
Tolchinsky (1995) afirma que as possibilidades que a escrita proporciona são os fatores e condições do desenvolvimento cognitivo. A aprendizagem da escrita, por si só, não representa a possibilidade de ampliação de novas formas de pensamento. A prática e a multiplicidade de usos e funções sociais dos textos e os processos de leitura que envolvem a interpretação, discussão e produção de textos é que afetam nossa maneira de pensar.
 
Oliveira (1992) acrescenta a essa discussão o papel da escola, que atua tendo como objeto privilegiado o conhecimento e é espaço para o indivíduo aprender a pensar sobre o próprio conhecimento e a relacioná‑lo com o conhecimento descontextualizado e independente de sua vida cotidiana.
Kleiman (1995) apresenta o conceito de letramento para aprofundar a análise da prática social da escrita, separando a alfabetização dos estudos sobre o impacto social da escrita. Para ela, letramento significa o conjunto de práticas sociais que a escrita possibilita como tecnologia e sistema simbólico, para atingir objetivos específicos e em contextos singulares. A alfabetização é um tipo de prática de letramento. A autora apresenta, então, duas concepções de letramento baseadas em pesquisas de Brian Street: modelo autônomo e modelo ideológico. O modelo autônomo de letramento trata a escrita como produto completo de si mesma. É a lógica que rege a relação entre aprendizagem da escrita e desenvolvimento cognitivo; assim, quem não possui a escrita é incapaz de desenvolver formas superiores de pensamento. O modelo ideológico de letramento aborda a escrita e seus usos sociais e práticas que possibilita; os significados da escrita estão contextualizados social e culturalmente pelo grupo social que a vive.
Ratto (2004) acrescenta que, mesmo não alfabetizado e nem escolarizado, o trabalhador realiza práticas de letrado ao usar a língua, ao vivenciar no trabalho práticas discursivas e utilizar modelos de outros, incorporando em sua oralidade a estrutura formal de texto escrito, para fins específicos. Essa prática oral da linguagem escrita, propiciada pela interação com o meio, função que a língua desempenha, leva ao desenvolvimento e transformação o indivíduo em sua capacidade linguística e à conscientização de seu papel político na sociedade. 
Durante (1998), partindo dessas discussões que estudamos, destaca‑se a importância da aprendizagem da escrita e da leitura, cujas funções e usos em contextos diversificados propiciam o desenvolvimento cognitivo. O uso da linguagem permite o acesso do indivíduo aos sentidos e significados sociais e culturais, propiciando a participação crítica e transformadora na sociedade letrada. A alfabetização e a escolarização são tipos de práticas de letramento, por isso a importância do processode interação com o contexto social, este como fator predominante para o processo de desenvolvimento e aprendizagem.
13-Paula, que assumiu uma classe de educação de jovens e adultos recentemente, leu sobre a importância do ensino da matemática para esses alunos. A partir daí, começou a fazer propostas diferentes para os alunos por meio da resolução de problemas. Trabalhar dessa forma significa que a metodologia utilizada nas salas de EJA permite ao professor trabalhar de forma interdisciplinar;logo,o ensino da matemática proporciona ao professor a condição de promover entre os alunos a capacidade de estabelecer relações, de pesquisar, de selecionar e processar informações de forma autônoma e significativa, partindo de suas vivências cotidianas. Os estudos acerca da educação de jovens e adultos destacam a importância de os professores compreenderem a diversidade que constitui os percursos, as experiências e as identidades dos sujeitos-alunos. No ensino da matemática não apenas as condições sociais influem, mas também as condições humanas individuais associadas às necessidades de como contar e calcular. Escrever os pontos de mudança na prática educativa nas aulas de matemática da Prof. Paula, influenciadas pela leitura sobre a aprendizagem da matemática pelos alunos da EJA.
Resposta: pag 87/88/89/90
A aprendizagem da Matemática refere‑se a um conjunto de conceitos e procedimentos relacionados a métodos de raciocínio, forma de representação e comunicação. É uma ciência que comporta relações, regularidades e coerências, permite a curiosidade, instiga a capacidade de generalizar, prever e abstrair, que possibilitam maior capacidade de compreender o mundo, e constitui‑se em base para outras áreas do currículo. O ponto de partida para a aprendizagem da Matemática são os conhecimentos prévios dos alunos, e a escola deve ensinar os processos sistematizados e formais. A comunicação oral é importante, pois os alunos possuem um conhecimento informal, baseado na linguagem oral, permite‑lhes o suporte para a compreensão de noções e notações matemáticas, para a aprendizagem significativa de procedimentos mais abstratos, como:
• levantamento de dados pessoais; 
• atividades de compra e venda;
• leitura e interpretação de informações que aparecem em moedas e cédulas em dinheiros; 
• leitura e traçado de itinerários, mapas e plantas. 
Csik (1995), no contato com jovens e adultos não alfabetizados, observou que a rapidez e a precisão do cálculo dependem: 
• do tipo de trabalho exercido e o cálculo que o aluno precisa realizar: a dona de casa, em seu trabalho com pequenas quantidades, só sabe realizar cálculos com pequenas quantidades, e os homens que trabalham na construção civil, atividade que envolve grandes quantidades, realizam cálculos em milhares;
 • do contexto social. Podemos pensar na diferença entre um grupo social pequeno, em que todos os que o integram se conhecem, no qual, às vezes, a sobrevivência é baseada nas trocas, e uma cidade urbana, em que, feiras livres e mercados se caracterizam por negócios, com transações envolvendo moedas, necessitando de operações mais complexas. 
O grande desafio do ensino da Matemática é organizar uma proposta que auxilie os jovens e adultos na compreensão e na atuação em sua realidade, considerando condições sociais, humanas e individuais e a necessidade de contar e de calcular. A resposta está, então, em usar o cálculo mental, a realidade já vivenciada pelo aluno, o que é de seu domínio: oferecer‑lhe a oportunidade de raciocinar a partir dos procedimentos mentais que emprega quando calcula, a fazer descobertas que poderão se transformar no aprofundamento do cálculo mental, bem como por escrito. Essa passagem para o cálculo escrito pode ser realizada a partir da reflexão e da explicação oral das soluções encontradas para as questões realizadas em sala de aula. Depois disso, o professor pode solicitar que os alunos formalizem, por escrito, o que foi exposto verbalmente, utilizando os conhecimentos matemáticos envolvidos em cada questão resolvida. Sendo assim, A introdução de novas informações para a construção dos conceitos básicos da Matemática e para a resolução dos problemas será apresentada da mesma forma como essas noções foram construídas historicamente, desenvolvidas e padronizadas pela humanidade.
Quando as atividades desenvolvidas pelo professor partem de situações sugeridas pelos alunos, sendo transformadas em situações‑problema e projetos a serem desenvolvidos envolvendo as outras disciplinas, auxiliam na troca de informações, de diferentes maneiras de olhar a realidade, de resolver problemas, de organizar o pensamento e desenvolver a criatividade.
Vejamos a síntese dos objetivos para o ensino de Matemática do primeiro segmento da EJA, constante da proposta do MEC e da associação Ação Educativa:
Que os educandos sejam capazes de: 
• Valorizar a Matemática como instrumento para interpretar informações sobre o mundo, reconhecendo sua importância em nossa cultura. 
• Apreciar o caráter de jogo intelectual da Matemática, reconhecendo‑o como estímulo à resolução de problemas. 
• Reconhecer sua própria capacidade de raciocínio matemático, desenvolver o interesse e o respeito pelos conhecimentos desenvolvidos pelos companheiros. 
• Comunicar‑se matematicamente, identificando, interpretando e utilizando diferentes linguagens e códigos.
 • Intervir em situações diversas relacionadas à vida cotidiana, aplicando noções matemáticas e procedimentos de resolução de problemas individual e coletivamente. 
• Vivenciar processos de resolução de problemas que comportem a compreensão de enunciados, proposição e execução de um plano de solução, a verificação e comunicação da solução. 
• Reconhecer a cooperação, a troca de ideias e o confronto entre diferentes estratégias de ação como meios que melhoram a capacidade de resolver problemas individual e coletivamente. 
• Utilizar habitualmente procedimentos de cálculo mental e cálculo escrito (técnicas operatórias), selecionando as formas mais adequadas para realizar o cálculo em função do contexto, dos números e das operações envolvidas. 
• Desenvolver a capacidade de realizar estimativas e cálculos aproximados e utilizá‑la na verificação de resultados de operações numéricas.
 • Medir, interpretar e expressar o resultado utilizando a medida e a escala adequada de acordo com a natureza e a ordem das grandezas envolvidas. 
• Aperfeiçoar a compreensão do espaço, identificando, representando e classificando formas geométricas, observando seus elementos, suas propriedades e suas relações. 
• Coletar, apresentar e analisar dados, construindo e interpretando tabelas e gráficos.
14- Referência:
PIERRO, M.C.DI. Democratização da Gestão e qualidade social da Educação. Educação de jovens e Adultos. Brasilia-DF, 16/04/2008.
Quais são os desafios cruciais da Educação Brasileira de Jovens e Adultos que merecem atenção?
R: Ao meu ver, são quatro:
a) Ampliação da cobertura, o que só poderá ocorrer com a superação do crônico sub-financiamento, o que implica colocar em debate a inserção precária no FUNDEB (inclusão progressiva: fator de ponderação negativo de 0.7: teto de 15% do Fundo, investimento prioritário no “ensino regular”). A palavra de ordem, nesse caso, é isonomia.
b) Superação de visão compensatória, na qual se sustentam os modelos inadequados e emprobecidos de educação remedial ( nos moldes do ensino supletivo), inclusive as campanhas de alfabetização que recorrem à desprofissionalização do educador e são descompromissadas com a continuidade de estudos dos egressos na educação básica.
c) A adoração de uma visão ampliada e EBJA, que adota uma perspectiva da formação dos jovens e adultos e aborda os nexos entre educação e política ( incluindo a formação para a cidadania participativa), educação e cultura ( incluindo a promoção da leitura, a inclusão digital, a fruição e conservação do patrimônio artístico e cultural), e a educação e trabalho (incluindo formação profissionale para a economia solidária).
d) A formação continuada (inicial e em serviço) profissionalização e valorização dos educadores.
A partir do que você estudou, analise cada aspecto considerado pela educadora Maria Clara, na tentativa de dar ao segmento da educação de jovens e adulto o real atendimento ao jovem e adulto que não completou a educação básica.
R:
15- - Referência:
PIERRO, M.C.DI. Democratização da Gestão e qualidade social da Educação. Educação de jovens e Adultos. Brasilia-DF, 16/04/2008.
1- Dados básicos sobre a educação básica escolar de jovens e adultos
A população jovem e adulta que demanda o ensino fundamental público e gratuito – direito público subjetivo dos cidadãos e dever do Estado- é maioria: dentre as 132 milhões de pessoas com 15 anos ou mais registradas em 2005, 67 milhões (51%) tinham baixa escolaridade, sendo 14 milhões de analfabetos absoluto (11%) e a cerca de 33 milhões de analfabetos funcionais (25%) da população com menos de 4 anos de estudos)
Para uma demanda potencial tão extensa, a cobertura escolar (subestimada nas estatísticas oficiais pelo efeito FUNDEF) proporcionada em 2005 pela oferta de Eja em 45mil escolas (57% das quais no Nordeste) era reduzida: considerados o ensino presencial e não presencial, as matrículas somaram 3,9 milhões no Ensino Fundamental e 1,7 milhões no Ensino Médio, totalizando 5,6 milhões de estudantes, o que representava pouco mais que 10% do total de matrículas na Educação Básica. A eles devemos acrescentar cerca de 2 milhões de inscrito em programas de alfabetização de adultos., 70% dos quais no Nordeste. Assim, a cobertura escolar na EJA Fundamental (+- 6milhões de estudantes) situa-se abaixo de 10% da demanda potencial.
Explique os dados apontados por Maria Clara Di Pierro sobre o atendimento da EJA no Brasil em 2005 e o motivo pelo qual ela diz ser 10% abaixo da demanda potencial. 	
R: (Neide) Isso significa que grande parte da população brasileira não teve acesso à escola, na idade própria, para a aprendizagem de conteúdos, atitudes e procedimentos do Ensino Fundamental e do Ensino Médio, necessários para o desenvolvimento de habilidades e competências que são importantes para a formação da cidadania, para o convívio na vida social e para o mundo no trabalho. 
16- Referência
 Segundo dados do Censo Escolar de 2005, a Eja contava com 248 mil funções docentes, predominante nas zonas urbanas (85%) e nas redes publicas (93% sendo 53% estadual e 
 Segundo Lima(1993) as pesquisas sobre escolaridade e desenvolvimento,nas duas últimas décadas têm seguido rumos diferentes. Alguns autores, que relacionam desenvolvimento de formas mais elaboradas de pensamento, levando a concluir que grupos que não têm acesso á escolarização são intelectualmente inferiores. Apresente os estudos de Luria.
Resposta:
 pág 59
Os resultados dos estudos de Luria, pesquisados no Uzbequistão e Khirgisia, com o objetivo de identificar a influência da mudança social e tecnológica no processo de pensamento em adultos, apontaram que os indivíduos que tinham passado por algum processo de instrução e trabalhado nas fazendas coletivas utilizavam categorias abstratas na resolução das tarefas, independente da experiência do seu contexto concreto. Ao contrário, indivíduos não escolarizados que continuaram trabalhando na agricultura tradicional tendiam a resolver as tarefas segundo seus contextos de experiência de vida e relações concretas usadas no cotidiano. Nessa investigação, estão envolvidos o processo de instrução e o contexto de vida e social dos indivíduos, a transformação social, política e econômica decorrente da Revolução de 1917. Os indivíduos que usaram estratégias categoriais na resolução das tarefas propostas passaram pelo contexto escolar e participaram das discussões coletivas sobre assuntos sociais vitais para sua época. Não foi o processo de escolarização/alfabetização que determinou, exclusivamente, mudanças nos conteúdos e formas de pensamento desses adultos envolvidos na pesquisa.
 
 
17- Como Lourenço Filho via a questão do analfabetismo?
Resposta:(Neide) No caso específico do Brasil, atribuía‑se ao ensino supletivo o esforço de fornecer a todos a educação de base ou educação fundamental, entendendo‑se por educação de base o processo educativo dedicado a proporcionar a cada indivíduo os instrumentos indispensáveis da cultura de seu tempo, em técnicas que facilitassem o acesso a essa cultura – como a leitura, a escrita, a aritmética elementar, noções de ciências, de vida social, de civismo, de higiene – e com as quais, segundo suas capacidades, cada homem pudesse desenvolver‑se e procurar melhor ajustamento social.
Com relação à educação de base: está implícita a ideia de organização de uma educação para todos. Seria a proposta do currículo nacional mínimo para todo o território nacional; 
Com relação ao meio social: a importância de formação para a cidadania, pensar sobre as condições de vida, resolução dos problemas sociais de acordo com o ponto de vista das comunidades; 
Com relação ao desenvolvimento pessoal: constituição do sujeito e cidadão brasileiro por meio da educação
R 2: página 41,43 unidade 1
O atendimento é expressivo. A educação torna‑se um problema para a população brasileira na década
de 1930, quando é citada na Constituição Brasileira de 1934. O Manifesto dos Pioneiros da Educação Nova,
em 1932, indica a reconstrução nacional como podendo ser realizada somente a partir da educação e, ao
pensar na hierarquia dos problemas nacionais, aponta, como o de maior gravidade, a educação. Em 1937,
O Conselho Nacional de Educação enviou à Presidência da República o anteprojeto do Plano Nacional de
Educação, que, no entanto, não chegou a ser discutido. É na Constituição Federal de 1946 que a Educação
Primária torna‑se obrigatória, da primeira à quarta série, a todo cidadão brasileiro.
Lourenço Filho – o idealizador da Campanha de Educação de Adultos (1947) em todo o
território nacional
O Governo Dutra concretiza a Campanha de Educação de Jovens e Adultos analfabetos que foi
iniciada no Estado Novo, idealizada por Lourenço Filho em 1947, e que, em 1948, acompanhando a
conceituação desenvolvida pela Unesco, que traz o conceito de alfabetização funcional da Educação
Fundamental ou da Educação de Base, a qual consistia no desenvolvimento dos conhecimentos de
leitura, escrita e cálculo, noções gerais de história, geografia, ciências, higiene, saúde e civismo para as
crianças e também para os adultos analfabetos.
Segundo Beisegel (2003, p. 212), a educação de base corresponderia aos conteúdos da escola
primária. Assim, a educação de adultos, com os mesmos conteúdos da escola primária para as crianças,
já contribuía para a realização do ideal de educação para todos.
O Decreto nº 19.513 definiu critérios para o uso dos recursos federais do Fundo Nacional de Ensino
Primário para a campanha e distribuiu os números de classes de educação de adultos, citadas na tabela
que acabamos de ver, entre os Estados brasileiros. O atendimento dessas classes foi grande e são os
seguintes os números registrados das matrículas apresentadas pelo Serviço de Educação de Adultos,
conforme veremos na tabela a seguir.
Podemos afirmar que, na década de 1950, a Educação de Jovens e Adultos tornou‑se um dos esteios
da construção de agentes para o futuro desejado para o país e inscreveu‑se como um dos grandes
embates político‑ideológicos do final do período populista.
No final dos anos 1950, a campanha é desativada, permancendo, porém, a estrutura que foi
implantada, e a atuação junto aos adultos foi desenvolvida pelas organizações da sociedade civil.
O período foi marcado por disputas políticas e ideológicas e diferentes projetos alternativos, que
pretendiam exercer influência sobre a população, como organizações políticas, movimentos estudantis,
associações religiosas, igrejas e correntes ideológicas.
Lourenço Filho (1948) citado porBeisegel (1974, p. 93) relata:
[...] no caso específico do Brasil, atribuía‑se ao ensino supletivo o esforço
de fornecer a todos a educação de base ou educação fundamental,
entendendo‑se por educação de base o processo educativo dedicado a
proporcionar a cada indivíduo os instrumentos indispensáveis da cultura de
seu tempo, em técnicas que facilitassem o acesso a essa cultura – como a
leitura, a escrita, a aritmética elementar, noções de ciências, de vida social,
de civismo, de higiene – e com as quais, segundo suas capacidades, cada
homem pudesse desenvolver‑se e procurar melhor ajustamento social.
18- Analise a situação da formação docente para atuação no EJA?
Resposta:
R: (Neide) É necessário existirem professores com formação e carreira específica.o papel do professor é de fundamental importância para garantir o aprendizado dos alunos. É preciso que o professor tenha clareza do que é ensinar e do que é aprender. Hoje, o grande desafio da escola de qualidade está voltado à questão da aprendizagem dos alunos com sucesso, o que garante a permanência na escola, a continuidade de estudos e a conclusão da escolaridade básica. Para Perrenoud (2000), o ofício do professor não é imutável. As transformações tecnológicas, a globalização, as novas relações sociais e profissionais, bem como os novos conhecimentos, exigem o desenvolvimento de novas competências. Da mesma forma, na tarefa do professor, para enfrentar a crescente heterogeneidade dos efetivos escolares e a evolução dos programas, novos temas se apresentam como desafios: o tratamento das diferenças, a avaliação formativa, as situações didáticas, a prática reflexiva e a metacognição. Assim como a profissionalização, o trabalho em equipe e por projetos, o uso de pedagogias diferenciadas, a sensibilidade quanto à relação com o saber e com a lei também são aspectos da profissão docente.
R 2: pag.64 unidade II
5.4.2 O papel do professor na organização e direção das situações de aprendizagem e na progressão das aprendizagens
Na Educação de Jovens e Adultos, o papel do professor é de fundamental importância para garantir o aprendizado dos alunos. É preciso que o professor tenha clareza do que é ensinar e do que é aprender. Hoje, o grande desafio da escola de qualidade está voltado à questão da aprendizagem dos alunos com sucesso,
o que garante a permanência na escola, a continuidade de estudos e a conclusão da escolaridade básica.
Para Perrenoud (2000), o ofício do professor não é imutável. As transformações tecnológicas, a globalização, as novas relações sociais e profissionais, bem como os novos conhecimentos, exigem o desenvolvimento de novas competências. Da mesma forma, na tarefa do professor, para enfrentar a crescente heterogeneidade dos efetivos escolares e a evolução dos programas, novos temas se apresentam como desafios: o tratamento das diferenças, a avaliação formativa, as situações didáticas, a prática reflexiva e a metacognição. Assim como a profissionalização, o trabalho em equipe e por projetos, o uso de pedagogias diferenciadas, a sensibilidade quanto à relação com o saber e com a lei também são aspectos da profissão docente.
Um novo modelo de prática pedagógica, centrada em cada um de seus alunos ou nos aprendizes, a vontade de conceber situações didáticas ótimas, com situações de salas de aula abertas, amplas, carregadas de sentido e de regulação, pode ser compreendida a partir da explicitação das seguintes competências a serem trabalhadas pelos professores:
• Conhecer, com relação a determinada disciplina, os conteúdos a serem ensinados e sua tradução
em objetivos de aprendizagem.
Essa competência significa relacionar os conteúdos a serem trabalhados a objetivos e a situações de aprendizagem, em três estágios: planejamento didático, por meio da identificação dos objetivos trabalhados nas situações em questão, ou seja, escolhê‑las e dirigi‑las com conhecimento de causa;
análise a posteriori das situações e atividades, do que se desenvolveu realmente; e a avaliação dos saberes construídos em circunstâncias múltiplas e complexas. Não basta fazer com que os alunos aprendam, é necessário que eles construam as competências‑chaves, que são os núcleos.
• Trabalhar a partir das representações dos alunos.
As concepções dos aprendizes formam seus sistemas de representação, e o professor necessita conhecê‑los, e uma das formas de isso acontecer é dando‑lhes direitos nas aulas, interessar‑se por eles e compreender suas raízes e suas formas de coerência, colocar‑se no lugar deles, levando em conta que
já esquecemos as dificuldades para aprender, pois os conhecimentos científicos contrariam a intuição.
Por meio da didática, podemos encontrar um ponto de entrada nos sistemas cognitivos dos alunos, para desestabilizá‑los o suficiente para incorporarem novos elementos e reorganizarem os já adquiridos em função do novo conhecimento.
• Trabalhar a partir dos erros e dos obstáculos à aprendizagem.
A grande tarefa cognitiva do aluno na escola é reestruturar seu sistema de compreensão do mundo. É um importante trabalho cognitivo, pois necessita restabelecer o equilíbrio rompido e dominar a realidade, de maneira simbólica e prática. Os obstáculos cognitivos devem ser superados a partir de certas
aprendizagens. As situações–problema apresentadas pelos projetos obrigam o aprendiz a transpor um obstáculo, graças a uma aprendizagem inédita, que é o que configura o objetivo da nova aprendizagem.
Por outro lado, o erro do aluno deve ser compreendido como a informação que ele não sabe, e compete ao professor usá‑la como ferramenta para ensinar.
• Construir e planejar dispositivos e sequências didáticas.
Essa atitude do professor possibilita a aquisição de amplo repertório por parte do aluno. Na situação de aprendizagem, é possível pensar numa sequência de atividades que possibilitem abordar o problema,
de diferentes formas. Planejar uma trajetória coletiva, com abordagem construtivista, acontece quando se propõem situações que estimulem o conflito cognitivo entre alunos ou na mente do aluno, e isto por
meio de dispositivos e sequências didáticas, que fazem com que aprendam, que sejam mobilizados para a compreensão e êxito na realização da tarefa.
• Envolver os alunos em atividades de pesquisa, em projetos de conhecimento.
O papel do professor é definir o tipo de relação de seu planejamento de aula com o saber que este vai propiciar ao aluno, e, como consequência, o sentido da experiência e do trabalho escolar. É importante envolver os alunos em situação de certa importância e duração, para garantir uma progressão visível ao professor e também ao próprio educando. A dinâmica da pesquisa a ser realizada pelo educando, ou por um grupo, ou pelo coletivo da classe é intelectual, emocional e relacional: exige o envolvimento pessoal
nas atividades, a cumplicidade, a solidariedade e a paixão de conhecer.
A progressão das aprendizagens dos alunos pode ser abordada com o desenvolvimento das seguintes competências:
— conceber e administrar as situações‑problema, ajustando‑as ao nível e às possibilidades do
aluno;
— adquirir uma visão longitudinal dos objetivos de ensino;
— estabelecer laços com as teorias subjacentes às atividades de aprendizagem;
— observar e avaliar os alunos em situações de aprendizagem, de acordo com uma abordagem formativa;
— fazer balanços periódicos de competências e tomar decisões de progressão.
O professor, tendo como meta a aprendizagem, além de propor as situações propícias a ela, deve se preocupar em saber como está ocorrendo para que possa fazer intervenções e alterações em seu planejamento com o objetivo de garantir o sucesso do aluno na escola.
A concepção de aprendizagem é a de que os adultos não alfabetizados e pouco escolarizados são capazes de aprender, têm potencial para se desenvolverem cognitivamente. São, então, indivíduos ativos e cognoscentes, que estão em interação com o mundo letrado ao seu redor. A aprendizagem requer o conhecimento de diferentes de fontes de informações.Aprender um
conteúdo específico requer a aprendizagem de conceitos e dados que geralmente se relacionam com outros conteúdos curriculares. Por outro lado, podem‑se aprender procedimentos e atitudes, ou seja, como fazer para obter o conhecimento ambicionado. Por isso, os conteúdos curriculares devem
estar sempre presentes em todos os momentos, mas é preciso que sejam trabalhados numa evolução progressiva, pois o domínio deles se dará em etapas.
19- A partir das demandas dos sistemas de ensino, da SECAD/MEC, dos movimentos sociais e de entidades do campo educacional quanto à necessidade de delimitação de alguns parâmetros operacionais para a EJA, assim como em obediência a alguns dos pilares do Plano de Desenvolvimento da Educação (PDE), que indicam a necessidade de uma visão sistêmica da educação e, portanto, de políticas públicas universalizantes, em contraponto às políticas focalizadas do passado recente, a comissão da Câmara de Educação Básica apresenta as Diretrizes Operacionais Nacionais de EJA que visam nortear o desenvolvimento da Educação de Jovens e Adultos no contexto do sistema nacional de educação, compreendendo-a como educação ao longo da vida e garantindo unidade na diversidade. Dessa forma, a garantia da oferta de EJA deve se configurar, sobretudo, como direito público subjetivo, o que pressupõe qualidade social, democratização do acesso, permanência, sucesso escolar e gestão democrática.
Como o documento considera o EJA?
Resposta:
20- Quais os aspectos considerados para a certificação do EJA?
Resposta:
R: (Neide)É dever do Estado a oferta de educação escolar regular para jovens e adultos, com características e modalidades adequadas às suas necessidades e disponibilidades, garantindo-se aos que forem trabalhadores as condições de acesso e permanência na escola.A Educação de Jovens e Adultos (EJA) é uma modalidade de ensino que atende a todos jovens e adultos que não iniciaram ou não concluíram os seus estudos em nível de ensino fundamental e médio no tempo regular.
O EJA é considerado um sistema reparador e equalizador que busca colocar em igualdade de acesso à educação aqueles que, por alguma razão, não puderam freqüentar a escola ou dar prosseguimento aos estudos na idade adequada. É importante que um sistema voltado a um público tão específico tenha um modelo pedagógico próprio que satisfaça as necessidades de jovens e adultos, a muitos dos quais também são trabalhadores, por essa razão, a maior parte dos cursos do EJA são oferecidos em horário noturno.
R: A organização dos cursos da EJA
A Lei nº 9.934/96 responsabiliza os sistemas de ensino pela oferta gratuita de cursos destinado aos jovens e adultos. Os cursos presenciais e de presença flexível podem ser oferecidos por instituiçõe escolares que mantêm cursos autorizados de Ensino Fundamental e Médio e que solicitem autorizaçã conforme dispositivos legais e normativos dos sistemas de ensino, atendendo a todas as exigências por
eles solicitadas.
Para cumprir essa atribuição, os sistemas de ensino devem garantir que todos os estabelecimentos de ensino que oferecem os cursos de Educação de Jovens e Adultos ofereçam oportunidades educacional apropriadas, respeitando as características dos educandos. Para tanto, ao desenvolver cursos de Ensino Fundamental e Médio para a Educação de Jovens e Adultos, o respeito à diversidade e às disparidades
regionais e locais é tema apontado pela legislação, como forma de atender aos interesses, às necessidade e às condições de vida e de trabalho dos alunos da EJA (artigos 1º e 3º, incisos X e XI da LBD).
Lembrete
Devem ser garantidas aos educandos jovens e adultos oportunidades
educacionais apropriadas, o ensino noturno, o respeito às suas características
com o atendimento aos seus interesses, necessidades, condições de vida e
de trabalho.
Além disso, a LDB cita os cuidados para com os trabalhadores que não concluíram a Educação Básica. Compete ao poder público viabilizar e estimular o acesso e a permanência do trabalhador na escola, apontando, como formas de atuação junto à clientela, ações integradas, complementares entre si.
Para explicitar o uso de formas diferenciadas de atendimento a essa clientela, os sistemas de ensino são responsáveis por oferecer cursos e exames que assegurem o direito ao prosseguimento de estudos, isto é, no caso do Ensino Fundamental, a garantia de cursar o Ensino Médio, e quanto ao Ensino Médio o direito a cursar o Ensino Superior, com o mesmo valor legal dos cursos regulares (art. 26 da LDB e CNE/
CEB nº 1/00, art. 9º, inciso IV e art. 12, inciso I).
Lembrete
Para garantir o acesso e permanência dos alunos na escola são‑lhes
oferecidos os cursos presenciais, os de presença flexível ou exames.
21- Segundo a citação de Maria Clara de Pierro, discuta as questões relativas a função social do EJA e a idade para o ingresso no EJA no ensino médio e fundamental.
Resposta:(Neide) *A função social do processo educativo torna‑se real, e a educação, entendida como instrumento de difusão e promoção do projeto de desenvolvimento nacional. A Educação de Jovens e Adultos colabora com o aperfeiçoamento do indivíduo, para o desempenho de funções sociais e profissionais. É necessária uma educação que vise à emancipação e a política de ensino, em favor disso, precisa ser incrementada, de forma que a educação influencie decisivamente sobre o desenvolvimento da sociedade e do país. A educação de adultos vem apresentada como uma alternativa, mediante as expectativas de se trabalhar com a diminuição do alto índice de analfabetos no país, dando ênfase aos aspectos legais e sociais que a rodeiam.
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limite de 16 anos idade mínima para fundamental e 18 para ensino médio.
A eja tem como função social a inclusão de jovens e adultos na sociedade,promovendo a independência e qualificação destes mesmos,para estes poderem exercer sua função de cidadã
EJA - Educação de Jovens e Adultos
 
 
1) O que a EJA (Educação de Jovens e Adultos) representa?
A Educação de Jovens e Adultos - EJA representa, hoje, uma nova probabilidade de acesso ao direito à educação sob uma nova opção legal, acompanhada de garantias legais. A Educação de Jovens e Adultos não é um presente, nem um favor, tal como antes a própria legislação ou a prática das políticas educacionais a viam. Desde a Constituição de 1988 ela se tornou um direito de todos os que não tiveram acesso à escolaridade e de todos que tiveram este ingresso, mas não puderam completá-lo.
2) Qual um dos principais objetivos da EJA?
A aceitação da EJA é de grande sucesso, pois visa escolarizar e socializar esses indivíduos que não tiveram a oportunidade de estudar e, por conseguinte, sentem-se discriminados por não saberem ler, escrever, nem calcularem.
3) Quais são as vantagens de estar sendo alfabetizado na fase adulta?
A educação é tão valiosa que é uma condição prévia a muitas outras coisas de nossa sociedade: ler livros, entender cartazes, escrever cartas, sentar-se ao computador, navegar na rede mundial de computadores, votarem com consciência, assinar o nome em registros, ler um manual de instruções, participarem mais conscientemente de associações, partidos e desenvolver o poeta, ou o músico, ou o artista que reside em cada pessoa.
4) Ao longo dos anos, como tem sido a questão da EJA no Brasil?
A EJA vem ocupando um espaço reduzido no sistema educativo, estando marcada por apresentar um caráter estritamente compensatório e por constituir lugar exclusivo e reconhecido dos desprovidos de valor social.
5) Quais possibilidades que a EJA em sua composição desperta para os alunos?
Possibilidades de uma educação de jovens e adultos trabalhadores, concebida não como estratégia de compensação, reposição, suplência ou de adequação ao mercado, mas principalmente, como meio de formação ampla e integral de homens e mulheres.
6) No que se baseia a EJA?
No princípio, estabelecido pela Constituição de 1988 e em seu artigo 205: toda e qualquer educação visa opleno desenvolvimento da pessoa, seu preparo para o exercício da cidadania e sua qualificação para o trabalho.
7) Qual a melhor maneira de ensinar alunos na EJA?
Para trabalhar com esses estudantes, é fundamental conhecê-los bem, as classes são heterogêneas, desta forma deverá haver uma diversificação de materiais e métodos, sendo eles adequados a idade e a necessidade.
8) O que acha dos recursos que utiliza na EJA? Por quê?
A EJA utiliza integralmente ou em partes, experiências da educação não-formal seguem as orientações curriculares do CNE, organizando os componentes e conteúdos em torno de eixos temáticos e tem o trabalho como eixo geral integrador desses temas. Esse material tem uma flexibilidade que possibilita a liberdade do professor preparar seu planejamento, podendo incluir textos e atividades que possam melhorar a sala de aula e a organização do processo ensino-aprendizagem.
9) Qual é a relação de aluno professor na EJA?
Uma das principais características dos alunos na EJA é que têm baixa auto-estima e acanhamento da sociedade, por não ser alfabetizado. Uma das mais importantes lições para o professor é saber que ele é quem vai descobrir que tem muito a aprender, o professor irá perceber que tem muito a descobrir. Deste modo deve informar que a educação facilita as relações pessoais e sua integração profissional de seus alunos.
10) Porque há tanta evasão nesta educação?
A evasão nesse segmento é tão alta que chega a ser encarada como natural. Os conteúdos devem ter relação com a vida dos alunos, estimulante, tem-se a obrigação de responder as necessidades e lidar com os problemas pessoais dos alunos, afinal, na maioria dos casos eles sofrem com questões familiares, profissionais, conjugais entre tantas outras. É necessário que o professor além de um mediador de informações também seja um estimulador a prática escolar.
11) Explique a responsabilidade sobre a Gestão da Educação dentro do contexto moderno a partir dos impactos e demandas econômicas, políticas e sociais, culturais e tecnológicas.
As políticas e a gestão da educação no Brasil caracterizam políticas do governo, a importância dessa disciplina é justificada pelo seu compromisso e formação do cidadão. Vários desafios são colocados para sociedade uma vez que o contexto educacional é mediado pelo contento político econômico, social e cultural. É necessária as condições da oferta de ensino de qualidade, organização do trabalho escolar compatível com os objetivos educativos da instituição, há necessidade de formação de professores que vão trabalhar com esses alunos no sentido de desenvolver a sociedade um novo cidadão mais completo e lúcido, mas em condição de atuar na sociedade contribuindo para o seu enriquecimento. São necessários mecanismos de informação e da comunicação entre todos os segmentos da escola, gestão democrática, participação de diversos grupos e pessoas nas atividades e espaços educativos.
 
12)-COMO A AUTORA MARIA FERNANDA REZENDE NUNES DEFINE QUE O NEOLIBERALISMO ENTRA NO CENARIO MUNDIAL?
Entra no cenário mundial difundindo a crença no mercado o Estado mínimo a exaltação da empresa privada e o darwinismo social, com a naturalização dos índices de desemprego. As políticas passam a se dirigir para a privatização o corte dos gastos públicos entre eles os benefícios sociais. Entretanto o desmonte do Estado do Bem-Estar Social nos países que foram efetivamente beneficiados por ele não é e nem tem sido tão fácil quanto a formulação teórica sugere pois os trabalhadores organizados tem forças pra lutar pela garantia das suas conquistas. Ele vai entrando como “uma luva” no Brasil sendo defendidas por tendências políticas divergentes.
 
13)- DE ACORDO COM VALLE(2009)COMO O PENSAMENTO NEOLIBERAL EDUCACIONAL VÊ A ESCOLA?
Vê a escola como espaço do desenvolvimento de talentos ,hábitos de preparação para desafios conectada com a atividade geral das vidas humanas, pois a nova liberdade é a politica do conflito regulado e a economia social da maximização de oportunidades da vida intelectual 
 
14)-COM RELAÇÃO AO ATENDIMENTO AOS ALUNOS COM NECESSIDADES EDUCACIONAIS ESPECIAS COMO DEVE SER O PROCESSO DE CONSTRUÇÃO DO P.P.P. DA ESCOLA?
Face aos princípios e diretrizes da educação inclusiva é possível afirmar que o Brasil ainda não reúne condições de efetivar tal projeto em toda a sua dimensão. Ainda hoje o precário atendimento as necessidades escolares dos aluno brasileiro é responsável pelos elevados índices de evasão e repetência escolar.
 
15) O que a EJA (Educação de Jovens e Adultos) representa?
A Educação de Jovens e Adultos - EJA representa, hoje, uma nova probabilidade de acesso ao direito à educação sob uma nova opção legal, acompanhada de garantias legais. A Educação de Jovens e Adultos não é um presente, nem um favor, tal como antes a própria legislação ou a prática das políticas educacionais a viam. Desde a Constituição de 1988 ela se tornou um direito de todos os que não tiveram acesso à escolaridade e de todos que tiveram este ingresso, mas não puderam completá-lo.
16) Qual um dos principais objetivos da EJA?
A aceitação da EJA é de grande sucesso, pois visa escolarizar e socializar esses indivíduos que não tiveram a oportunidade de estudar e, por conseguinte, sentem-se discriminados por não saberem ler, escrever, nem calcularem.
17) Quais são as vantagens de estar sendo alfabetizado na fase adulta?
A educação é tão valiosa que é uma condição prévia a muitas outras coisas de nossa sociedade: ler livros, entender cartazes, escrever cartas, sentar-se ao computador, navegar na rede mundial de computadores, votarem com consciência, assinar o nome em registros, ler um manual de instruções, participarem mais conscientemente de associações, partidos e desenvolver o poeta, ou o músico, ou o artista que reside em cada pessoa.
18) Ao longo dos anos, como tem sido a questão da EJA no Brasil?
A EJA vem ocupando um espaço reduzido no sistema educativo, estando marcada por apresentar um caráter estritamente compensatório e por constituir lugar exclusivo e reconhecido dos desprovidos de valor social.
19) Quais possibilidades que a EJA em sua composição desperta para os alunos?
Possibilidades de uma educação de jovens e adultos trabalhadores, concebida não como estratégia de compensação, reposição, suplência ou de adequação ao mercado, mas principalmente, como meio de formação ampla e integral de homens e mulheres.
20) No que se baseia a EJA?
No princípio, estabelecido pela Constituição de 1988 e em seu artigo 205: toda e qualquer educação visa o pleno desenvolvimento da pessoa, seu preparo para o exercício da cidadania e sua qualificação para o trabalho.
21) Qual a melhor maneira de ensinar alunos na EJA?
Para trabalhar com esses estudantes, é fundamental conhecê-los bem, as classes são heterogêneas, desta forma deverá haver uma diversificação de materiais e métodos, sendo eles adequados a idade e a necessidade.
22) O que acha dos recursos que utiliza na EJA? Por quê?
A EJA utiliza integralmente ou em partes, experiências da educação não-formal seguem as orientações curriculares do CNE, organizando os componentes e conteúdos em torno de eixos temáticos e tem o trabalho como eixo geral integrador desses temas. Esse material tem uma flexibilidade que possibilita a liberdade do professor preparar seu planejamento, podendo incluir textos e atividades que possam melhorar a sala de aula e a organização do processo ensino-aprendizagem.
23) Qual é a relação de aluno professor na EJA?
Uma das principais características dos alunos na EJA é que têm baixa auto-estima e acanhamento da sociedade, por não ser alfabetizado. Uma das mais importantes lições para o professor é saber que ele é quem vai descobrir que tem muito a aprender, o professor irá perceber que tem muito a descobrir. Deste modo deve informar que a educação facilita as relações pessoais e sua integração profissional de seus alunos.
24) Porque há tanta evasão nesta educação?
A evasão nesse segmento é tão alta quechega a ser encarada como natural. Os conteúdos devem ter relação com a vida dos alunos, estimulante, tem-se a obrigação de responder as necessidades e lidar com os problemas pessoais dos alunos, afinal, na maioria dos casos eles sofrem com questões familiares, profissionais, conjugais entre tantas outras. É necessário que o professor além de um mediador de informações também seja um estimulador a prática escolar.
 
25) Escreva sobre as construções de Magda Soares e Mary Kato para a introdução do termo letramento na alfabetização e o que ele significa?
A palavra letramento é nova em nossa língua e surgiu com a autora Mary Kato em 1986
em seu livro “No mundo da escrita: uma perspectiva psicolingüística”, sendo em seguida usada em diversos livros, muitos de educação.
A tradução de “literacy” por letramento é atribuída a Mary Kato, em 1986.
Leda Verdiani Tfouni, em 1988 e Magda Soares, em 1998, apontam a distinção entre alfabetização e letramento.
Este trabalho discute os desafios do letramento/literacia 2 (considerados sinônimos) na educação infantil como prática social, incluindo as diversas modalidades, propostas, pesquisas e sua relevância na formação de profissionais.
Letramento/literacia como prática social
A criança torna-se letrada na atividade situada, por meio de diferentes instrumentos sociais de comunicação, como computadores, internet, telecomunicações, fax, fotocópias, televisão, dramas, filmes, teatro e arte . Os textos da vida cotidiana, como os mapas, sinais de trânsito, horários de transporte coletivo, são fundamentais para a inserção no mundo. (Os problemas de letramento/litrácea aumentam com a falta de livros, materiais, objetos de pintura, artes, brinquedos e excesso de crianças, em decorrência da falta de unidades infantis, e inadequada proporção adulta-criança, nos agrupamentos, que resultam
em baixa qualidade da educação.
Letramento é o resultado da ação de ensinar e aprender as práticas sociais de leitura e de
escrita. É o estado ou a condição que adquire um grupo social, ou um indivíduo, como
conseqüência de ter se apropriado da escrita e de suas práticas sociais. Apropriar-se da escrita é torná-la própria, ou seja, assumi-la como propriedade.
Um indivíduo alfabetizado, não é necessariamente um indivíduo letrado, pois ser letrado implica em usar socialmente a leitura e a escritura e responder às demandas sociais de leitura e de escrita.
 
O letramento é constituído por competências distribuídas de maneira contínua, cada ponto ao longo desse contínuo indicando diversos tipos e níveis de habilidades, capacidades e conhecimentos que podem ser aplicados a diferentes tipos de material escrito. A autora destaca que a definição de letramento e os seus critérios para avaliá-lo variam enormemente. A linha divisória para distinguir o alfabetizado, do letrado e o analfabeto do iletrado varia de sociedade para sociedade.
 
26)- Faça a linha do tempo da história do EJA. Inclua dados históricos e políticos da mesma época.
Década de 30
A educação de adultos começa a delimitar seu lugar na história da educação no Brasil.
Década de 40
Ampliação da educação elementar, inclusive da educação de jovens e adultos. Nesse período, a educação de adultos toma a forma de Campanha Nacional de Massa. Fim da ditadura, Censo 1940, Criação da Unesco 1945, CEAA 1947.
Década de 50
A Campanha se extinguiu antes do final da década. As críticas eram dirigidas tanto às suas deficiências administrativas e financeiras, quanto à sua orientação pedagógica. Pensamento Paulo Freire, MCP e CPC
Década de 60
O pensamento de Paulo Freire, assim como sua proposta para a alfabetização de adultos, inspira os principais programas de alfabetização do país.
Ano de 1964
Aprovação do Plano Nacional de Alfabetização, que previa a disseminação por todo o Brasil, de programas de alfabetização orientados pela proposta de Paulo Freire. Essa proposta foi interrompida com o Golpe Militar e seus promotores foram duramente reprimidos.
Ano de 1967
O governo assume o controle dos Programas de Alfabetização de Adultos, tornando-os assistencialistas e conservadores. Nesse período lançou o MOBRAL – Movimento Brasileiro de Alfabetização.
Ano de 1969
Campanha Massiva de Alfabetização
Década de 70
O MOBRAL expandiu-se por todo o território nacional, diversificando sua atuação. Das iniciativas que derivaram desse programa, o mais importante foi o PEI – Programa de Educação Integrada , sendo uma forma condensada do antigo curso primário.
Década de 80
Emergência dos movimentos sociais e início da abertura política. Os projetos de alfabetização se desdobraram em turmas de pós-alfabetização.
Ano de 1985
Desacreditado, o MOBRAL foi extinto e seu lugar foi ocupado pela Fundação Educar, que apoiava, financeira e tecnicamente, as iniciativas do governo, das entidades civis e das empresas.
Década de 90
Com a extinção da Fundação Educar, criou-se um enorme vazio na Educação de Jovens e Adultos.
Alguns estados e municípios assumiram a responsabilidade de oferecer programas de Educação de Jovens e Adultos.
A história da Educação de Jovens e Adultos no Brasil chega à década de 90 reclamando reformulações pedagógicas. PAAB, CNA/EJA, PAS
Ano de 1990
Acontece na Tailândia/Jomtiem, a Conferência Mundial de Educação para Todos, onde foram estabelecidas diretrizes planetárias para a Educação de Crianças, Jovens e Adultos.
Ano de 1997
Realizou-se na Alemanha/Hamburgo, a V Conferência Internacional de Educação de Jovens, promovida pela UNESCO (Organização das Nações Unidas). Essa conferência representou um importante marco, a medida em que estabeleceu a vinculação da educação de adultos ao desenvolvimento sustentável e eqüitativo da humanidade.
Ano de 1998
A Lei de Diretrizes e Bases da Educação – LDB 9394/96, dedica dois artigos (arts. 37 e 38), no Capítulo da Educação Básica, Seção V, para reafirmar a obrigatoriedade e a gratuidade da oferta da educação para todos que não tiveram acesso na idade própria.
Ano de 2000 Sob a coordenação do Conselheiro Carlos Roberto Jamil Cury, é aprovado o Parecer nº 11/2000 – CEB/CNE, que trata das Diretrizes Curriculares Nacionais para a Educação de Jovens e Adultos. Também foi homologada a Resolução nº 01/00 – CNE.
Em Mato Grosso, foi homologada a Resolução nº 180/2000 – CEE/MT, que aprovou o Programa de EJA para as escolas do Estado, a partir de 2002 e para os demais estados.
*
27)- Pensar em EJA (Educação de Jovens e Adultos) no Brasil é voltar em termos históricos ao início de nossa colonização. Os autores do material didático priorizam esses estudos nos seguintes períodos:
a) de 1940 a 1950
b) de 1950 a 1970
c) de 1970 a 1990
d) de 1990 a 2000
e) de 2000 até nossos dias incluindo os desafios atuais
 
A)1940 A 1950
Década de 40, Ampliação da educação elementar, inclusive da educação de jovens e adultos. Nesse período, a educação de adultos toma a forma de Campanha Nacional de Massa. Fim da ditadura, Censo 1940, Criação da Unesco 1945, CEAA 1947.
década de 50, A Campanha se extinguiu antes do final da década. As críticas eram dirigidas tanto às suas deficiências administrativas e financeiras, quanto à sua orientação pedagógica. Pensamento Paulo Freire, MCP e CPC
 
B)1950 A 1970
DE 2000 ATÉ NOSSOS DIAS INCLUINDO OS DESAFIOS ATUAIS.
COMENTE O QUE FOI SIGNIFICATIVO ,NA HISTÓRIA DA EJA ,EM SUA OPINIÃO NO ITEM ''B''
 
Ainda nos anos 50, foi realizada a Campanha Nacional de Erradicação do
Analfabetismo (CNEA), que marcou uma nova etapa nas discussões sobre a educação de
adultos. Na década de 60, com o Estado associado à Igreja Católica, novo impulso
foi dado às campanhas de alfabetização de adultos. No entanto, em 1964, com o golpe militar, todos os movimentos de alfabetização que se vinculavam à idéia de fortalecimento de uma cultura popular foram reprimidos.
Década de 70, ainda sob a ditadura militar, marca o início das ações do Movimento Brasileiro de Alfabetização – o MOBRAL, que era um projeto para se acabar com o analfabetismo em apenas dez anos.
 
c)de 1970 a 1990
Comente o que foi significativo, na História da EJA, em sua opinião no item C
a década de 70, ainda sob a ditadura militar, marca o início das ações do Movimento Brasileiro de Alfabetização – o MOBRAL, que era um projeto para se acabar com o analfabetismo em apenas dez anos
Década de 80, Emergência dos movimentos sociais e início da abertura política. Os projetos de alfabetização se desdobraram em turmas de pós-alfabetização.
Ano de 1985, Desacreditado, o MOBRAL foi extinto e seu lugar foi ocupado pela Fundação Educar, que apoiava, financeira e tecnicamente, as iniciativas do governo, das entidades civis e das empresas.
Década de 90, Com a extinção da Fundação Educar, criou-se um enorme vazio na Educação de Jovens e Adultos.
Alguns estados e municípios assumiram a responsabilidade de oferecer programas de Educação de Jovens e Adultos.
A história da Educação de Jovens e Adultos no Brasil chega à década de 90 reclamando reformulações pedagógicas. PAAB, CNA/EJA, PAS
Ano de 1990, Acontece na Tailândia/Jomtiem, a Conferência Mundial de Educação para Todos, onde foram estabelecidas diretrizes planetárias para a Educação de Crianças, Jovens e Adultos.
 
d) de 1990 a 2000
Comente o que foi significativo, na História da EJA, em sua opinião no item d
Em 1990 o então eleito presidente Fernando Collor de Mello extinguiu a fundação educar, e em seu lugar não foi criada qualquer outra instituição,o que geriu uma espécie de vácuo na atuação governamental na área da EJA, ate 1997 quando no governo de Fernando Henrique Cardoso, foi implementado o programa de alfabetização solidaria. Em 2000 foi solicitado pelo conselho nacional da educação de jovens e adultos parecer esse elaborado pelo professor Carlos Roberto Jamil Cury no final do século XX. Tornou esse documento mais complexo, contendo um histórico sobre a sobre a educação de adultos no Brasil é três reparadoras, equalizadora, e qualificadora
Década de 90
A história da EJA no Brasil chega à década de 90 reclamando reformulações pedagógicas. PAAB, CNA/EJA, PAS.
Ano de 1990 Acontece na Tailândia/Jomtiem, a Conferência Mundial de Educação para Todos, onde foram estabelecidas diretrizes planetárias para a Educação de Crianças, Jovens e Adultos
1990 causam impressão de que a eja é uma realidade recente.1997 conferência internacional da Eja promovida pela UNESCO o desenvolvimento sustentável e equitativel da humanidade. 1998 LDB 9394/96 reafirmam a obrigatoriedade e a gratuidade para os que não tiveram acesso na idade própria. 1999 a eja representa uma parte significativa na abertura deste novo século. Em 2000 foi solicitado pelo conselho educacional um parecer sobre as Diretrizes Curriculares Nacionais para a EJA, elabora pelo professor Cury. No Brasil as 3 bases legais, reparadora, equalizadora, e qualificadora.
 
e) de 2000 até nossos dias incluindo os desafios atuais
No cenário atual a Eja conseguiu um avanço significativo em relação a sua historia anterior. No entanto se constituem em desafios para esse campo. O avanço da expansão nas redes publicas de ensino e a conscientização dos governos municipais e estaduais sobre a importância e a necessidade de se investir na eja. A questão, encarar a eja como educação continuada para a vida toda. Necessidade de investir na formação de professores que assumem a classe no ensino noturno a criação de mecanismo de acompanhamento e a avaliação de classes implantadas pelos governos locais ou por iniciativa do MEC através do programa Brasil Alfabetizado e Fazendo Escola.
 
28) Porque a Educação de Jovens e Adultos no Brasil ocupa um lugar reduzido, marginal no cenário das políticas publicas para educação?
Pela escassez dos recursos financeiros e materiais disponíveis para a área como também por praticas profundamente compensatórias, assistencialistas, aligeiradas, mecanicistas, com resultado pouco satisfatório, sem avaliação.
29) Há uma explicação para o difícil processo de legitimação do direito à educação para as populações pobres no Brasil?
O modo de tratar sujeitos analfabetos ou de baixa escolaridade como um grupo homogêneo, inadequação de currículos, conteúdos, métodos e materiais didáticos são a marca da discriminação que contribui significativamente para a manutenção das desigualdade e, consequentemente, para uma recorrente produção de excluídos.
30) Pode-se considerar o Eja como uma educação que irá suprir aquilo que ficou faltando na ausência de uma escola na idade própria, ou pela evasão?
Não, EJA deve ser tratada com valor em si mesma, considerando-se principalmente, as singularidades e propriedades dessa modalidade educacional, levando em conta as características do alunado, seus interesses, condições de vida e de trabalho.
 
31) Por que o EJA, no Brasil, sempre ocupou espaço reduzido no sistema educativo?
Por apresentar um caráter estritamente compensatório e por constituir lugar exclusivo e reconhecido dos desprovidos de valor social.
32) Como está a porcentagem de analfabetismo no Brasil?
O maior estado de numero de analfabetos e a Bahia, seguido de São Paulo. Mais da metade dos analfabetos encontram-se na região norte, depois vem o sudeste. A mesma taxa de analfabetismo é Distrito federal, seguido de Santa Catarina.
33) Os jovens e adultos que freqüentam o EJA tem qual objetivo em mente?
O objetivo maior é ingressar no mercado de trabalho ou garantir a permanência em seu trabalho.
34) O que a LDB determina quanto aos sistemas de ensino da EJA?
Determina que os sistemas de ensino devem viabilizar e estimular a acesso e a permanência do trabalhador na escola, mediante ações integradas e complementares entre os diversos setores das esferas publicas.
35) Qual é a dificuldade enfrentada pelo sistema de ensino?
Incorporar as contribuições que a ed. popular tem trazido para a EJA. Os projetos que contemplam tais contribuições geralmente se organizam paralelamente ás estruturas das próprias secretarias de educação e da rede escolar, ficando sujeitos á descontinuidade das gestões administrativas.
36) Porque a juventude vem sendo um dos grandes protagonistas na sala de aula?
Porque a maioria desses jovens é produto de uma escolarização sem qualidade, pois as crianças entram na escola, não aprendem, repetem ou são empurradas para as series seguintes até se evadirem. Tornam-se jovem e adultos que receberam apenas um verniz de escolarização e um acúmulo de histórias educacionais de fracasso.
37) O que aponta o art 211 da Constituição?
A necessidade de haver uma atuação solidária dos sistemas de ensino da união, dos Estados e dos municípios, os quais devem responder solidariamente à crescente demanda e estimular inovações que possibilitem a organização de estratégias afirmativas entre parceiros
 
38)- Lindeman realizou em 1926 um dos mais antigos estudos sobre Andragogia, estabelecendo cinco pressupostos.
Explique com suas palavras o que é Andragogia e comente o pressuposto abaixo:
A orientação de aprendizagem do adulto esta centrada na vida......
Andragogia, é o campo da Pedagogia que se dedica ao estudo do processo de ensino e de aprendizagem do adulto. É a educação de adultos com o objetivo de diferenciar o processo educativo de crianças e adultos.
De todos os seres da natureza, o homem é o único ser consciente pelos atos que pratica e o único que tem a capacidade de aumentar seus conhecimentos por vontade própria. Por isso é o mais desenvolvido de todos.
 
Ele tem disposição para aprender o que dá resultados visíveis e o faz ganhar algo. Programas de educação devem levar em conta as situações de vida e não disciplinas. Respeitar isso significa maior chance de aplicabilidade das competências diante dos desafios diários
 
Resp : e procurando nos aproximar da realidade brasileira , podemos afirmar que quem melhor tentou construir epistemologia do conhecimento relacionada aos adultos foi , sem duvida o grande Mestre “Paulo Freire “ , a partir de um olhar atento sobre o cenário politico-educacional de sua época , um método de alfabetizaçãoque tenha o adulto como centro da discussão e, como fundamento desencadeou um processo de libertação e de conscientização dos educandos . Em uma de suas obras “ Pedagogia do Oprimido “ , ele formula a oposição entre o que chamava de” educação Libertadora “ e “ educação bancaria “ .
 
38 a) Linderman realizou em 1926 um dos mais antigos estudo sobre Andragogia, estabelecendo cinco pressupostos. Explique com suas palavras o que é Andragogia e comente o pressuposto abaixo dando um exemplo de aplicação:
 “A experiência é a mais rica fonte para jovens e adultos aprenderem; por isso, o centro da metodologia da educação de adultos é a análise das experiências".
Andragogia, é o campo da Pedagogia que se dedica ao estudo do processo de ensino e de aprendizagem do adulto. É a educação de adultos com o objetivo de diferenciar o processo educativo de crianças e adultos.
De todos os seres da natureza, o homem é o único ser consciente pelos atos que pratica e o único que tem a capacidade de aumentar seus conhecimentos por vontade própria. Por isso é o mais desenvolvido de todos.
 
Andragogia vem sendo empregada para designar a educação de homens e mulheres, já adultos, com o objetivo de marcar as diferenças existente no processo educativo de crianças e adultos.
Comentando o pressuposto, os alunos de EJA, por serem jovens e adultos, não podem ser consideradas pessoas vazias do ponto de vista de aprendizagem. Eles têm uma história, uma trajetória de vida e, por isso mesmo, trazem consigo diferentes experiências, bagagens e conhecimento acumulados ao longo de sua existência, inclusive a maioria deles já teve alguma experiência com a escola, mesmo que bem rápida e a muito tempo, mas tiveram, e todas essas experiências não podem ser deixadas de lado no plano de aprendizagem, devem ser consideradas e aproveitadas em sala de aula .
 
39) O aluno do eja possui características próprias quais são?
Dona de casa - Trabalhadores formais i informais- O aluno que não teve oportunidade de estudar; - É responsável, pois tem família a qual deve sustentar. Buscam formação rápida, pois necessitam para seu crescimento no mercado de trabalho. Possui limitações, mas busca solucioná-las, pois tem muita força de vontade. Tem consciência da necessidade de aprender. Valoriza suas conquistas estabelecendo associações por decisão própria e perseverança. O aluno que não permaneceu no ensino regular por falta de disciplina. Multi-repetentes no ensino diurno, vão para a EJA para escapar dos constrangimentos.
 
40) escreva sobre a importância de Paulo Freire na atualidade do eja e a educação como um todo?
Paulo Freire foi mais que intelectual foi um militante político, ao colocar seus conhecimentos em pratica. Valorizando o homem do povo, aprendendo c/a vida, formando educadores engajados e respeitadores da experiência e sabedoria popular , transformava valores, valorizava o homem e a natureza .A contribuição do pensamento frei Riano é enxergar a Educação como processo que sirva de libertação e não domesticação do homem
 
41- Escreva sobre como deve ser a avaliação na EJA?
A avaliação na EJA deve ser orientada pelas habilidades, valores e competências, estabelecidos no plano didático. Ela vai considerar a construção do conhecimento de cada aluno. O professor deve avaliar constantemente, propiciando atividades diferenciadas como reforço ao desenvolvimento das habilidades dos alunos em defasagem. O professor não deve enfatizar apenas os erros ou os desconhecimentos dos alunos, mas levar em conta tudo o que já conseguiram aprender.
A avaliação final deve basear-se nas aprendizagens significativas que os alunos tenham tido condições de desenvolver.
É fundamental a participação dos próprios alunos na avaliação contínua de sua aprendizagem. Essa modalidade de avaliação permite organizar e reorganizar quando necessário, o percurso do ensino e da aprendizagem
 
42)- Como é o aluno do EJA?
Em uma tentativa de cauterização ampla podemos que os alunos do EJA representam uma grande parcela da população brasileira que não teve acesso ao direito básico constitucional de freqüentar a escola no tempo previsto em lei (6 a 24 anos). De acordo com o censo de 2000 esse publico abrange mais de 70 milhões de pessoas com mais de 15 anos que ainda não concluíram o ensino Fundamental.
 
43)- Escreva sobre a importância de Paulo Freire na atualidade da EJA e a educação como um todo.
Paulo Freire como intelectual orgânico e, mais do que isso, como militante político, ao colocar seus conhecimentos em pratica, valorizando o homem do povo, aprendendo com a vida, formando educadores engajados e respeitadores da experiência e da sabedoria popular, transformava valores, atacava o sistema de acesso a cargos e posições sociais, o autoritarismo e a hierarquização nas relações. Revoltava-se contra o poder constituído, do fascínio capitalista, valorizando o homem e a natureza.
 
44)- Elabore uma lista sobre as características do aluno da EJA.
Dona de casa
Trabalhadores formais i informais
O aluno que não teve oportunidade de estudar;
 Buscam formação rápida, pois necessitam para seu crescimento no mercado de trabalho
 É responsável, pois tem família a qual deve sustentar.
 Possui limitações, mas busca solucioná-las, pois tem muita força de vontade.
 Tem consciência da necessidade de aprender
 Valoriza suas conquistas estabelecendo associações por decisão própria e perseverança.
 O aluno que não permaneceu no ensino regular por falta de disciplina.
 Multi-repetentes no ensino diurno, vão para a EJA para escapar dos constrangimentos.
 
45)- Qual é o perfil do aluno do EJA?
Quem não teve oportunidade de estudar na idade apropriada, por motivos variados, (desde o abandono da escola, por causa do trabalho, antes de terminar a Educação Básica ou porque não tinha escola na região onde morava). Desde os que não sabem ler e escrever que querem ser alfabetizados e os que já possuem essas habilidades mas desejam adquirir o diploma e outros saberes para se sentirem mais cidadãos e participativos.
 
46)- Escreva sobre a importância do planejamento didático
A importância do planejamento é para fugir da rotina, da repetição mecânica dos cursos e das aulas; Para evitar a improvisação o que pode provocar ações soltas, desintegradas
É um processo que “visa dar respostas a um problema, estabelecendo fins e meios que apontem para a sua superação de modo a atingir objetivos previstos, pensando e prevendo necessariamente o futuro”, mas considerando as condições do presente, as experiências do passado, os aspectos contextuais e os pressupostos filosóficos, culturais, econômicos e político de quem planeja e com quem se planeja.
Para garantir: a eficiência, eficácia e efetividade do processo ensino-aprendizagem; a continuidade do trabalho do professor; o cumprimento da programação estabelecida; a distribuição racional do tempo disponível; a seleção cuidadosa dos objetivos, dos conteúdos, assim como de metodologia, recursos e procedimentos de avaliação; o conhecimento por parte dos alunos, das metas do trabalho do professor.
 
47)- Escreva sobre o trabalho com projetos na EJA.
O que é? Como deve ser o trabalho? O que significa um bom projeto? Especifique suas partes.
Preparar um projeto requer a integração de múltiplos recursos, conhecimento e estratégias. O projeto parte de uma situação-problema, de uma necessidade, tem o objetivo compartilhado com todos os envolvidos e prevê um produto final, predefinido e compartilhado com os participantes. Todo projeto necessita de uma metodologia e a metodologia de projetos está relacionada a uma visão interdisciplinar dos saberes, pelo fato dela estar centrada na resolução de problemas da vida prática. Deve-se ter em mente que um projeto deve estar embasado em problemas da vida cotidiana para que a fatia de realidade recortada para o estudo seja inteiramente analisada, desmistificada e conhecida por todos os envolvidos. Além disso, deve-se ter me mente que o conhecimento advindodesse processo, resultado de uma metodologia de integração e superposição de saberes, possa proporcionar um novo jeito de ser e de sentir, trazer uma nova luz, que reflita uma nova forma de “estar no mundo”, processo este que nos exige sabedoria para bem conviver conosco e com o que nos rodeia. Entre outras coisas, um bom projeto tem um objetivo claro e uma justificativa coerente com o mesmo, o educando conhece o assunto e sabe o que os alunos conhecem e desconhecem do mesmo, o conteúdo do projeto é significativo em si e para os alunos, os alunos compartilham o objetivo do projeto, o tema e os desdobramentos do projeto estão incluídos em práticas sociais, de modo a sempre transcender os muros da escola e o produto final do projeto torna visíveis os processos de aprendizagem e conteúdo apreendidos.
 
48) Como é composto os alunos do eja.
Os alunos do EJA são jovens e adultos que representam uma parcela grande da população, que não teve acesso ao seu direito de estudar no tempo previsto em Lei, de 6 a 14 anos. Estava conversando com a Sandra e com a Adriana, segue o que elas concluíram sem resumir...O público da EJA é composto, como o nome mesmo já diz, de pessoas jovens e adultas, e isso significa que, do ponto de vista da aprendizagem, elas 
não podem ser consideradas pessoas vazias. Elas têm uma história, uma trajetó-ria de vida e, por isso mesmo, trazem consigo diferentes experiências, bagagens e conhecimentos acumulados ao longo de sua existência. 
A inserção em diferentes espaços, como família, trabalho, grupo religioso, entre outros, vai dando a esses jovens e adultos uma visão muito particular de mundo, de valores, vai formando sua personalidade. Além disso, no contexto da sala de aula, é impossível dissociar a vida pessoal de cada um: seus sonhos e frustrações, conquistas e decepções, memórias, alegrias e traumas construídos ao 
longo de sua trajetória de vida.
 
49) Como Fáveo e Andrade definem a Política Pública da Educação de Jovens e adultos no Brasil?
 Resposta: A Educação de Jovens e Adultos (EJA),no Brasil,sempre ocupou espaço reduzido nos sistemas
educativos,com um caráter estritamente compensatório e quase exclusivo dos desprovidos de valor social.
Os currículos, conteúdos,métodos e materiais didáticos utilizados na EDUCAÇÂO DE JOVENS E ADULTOS
Geralmente reproduzem inadequadamente os modelos voltados ás crianças.
A origem dos problemas está na não-universalização do Ensino fundamental e no afastamento do poder
público no que se refere á definição e implementação de políticas públicas que garantam o atendimento de jovens e adultos trabalhadores. As ações definidas para a EJA configuram-se como campanhas ou movimentos,em geral
desenvolvidos a partir do governo, com envolvimento de organizações da sociedade civil para a realização
de propostas de eliminação do analfabetismo ou de formação de mão-de-obra, em curtos espaços de tempo.Essas
políticas não têm atingido as causas do problema, perdem-se na descontinuidade administrativa e são associadas
ao ensino noturno supletivo que absorve jovens e adultos que não conseguiram concluir o ensino básico na idade regular
 
50) De acordo com Simons (1979) em Valle, quando a escola assumirá sua função libertadora?
 Resposta: Por meio do diálogo entre educador e seus educandos,dos educandos entre si, e todos
com as realidades naturais e culturais da comunidade,as populações caminharão para o
autogoverno e para a participação dos homens na construção da vida coletiva.
 
51) Explique o que vem a ser o Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (IDEB).
 Resposta: O IDEB é um indicador da qualidade educacional, que combina o Saeb, a Prova Brasil e a taxa
de aprovação de cada escola e de cada município, considerada com o tempó médio que o
aluno leva para concluir uma série. Foi criado com o propósito de nortear as políticas
educacionais do país, a fim de melhorar a qualidade do processo ensino-aprendizagem.
este índice analisa, no mesmo indicador, o desempenho dos alunos nas avaliações
aplicadas pelo MEC nas redes públicas de todo o país e as taxas de evasão e repetência
destas mesmas escolas
 
52) A inclusão de alunos com necessidades especiais é contemplada pelas Políticas Pública Brasileira. Descreva como surgiu o conceito de Educação Inclusiva.
 
53) COM A PROMULGAÇÃO DA LDB 9394/96 COMO ESTÁ ORGANIZADA A EDUCAÇÃO BÁSICA NO BRASIL?
NOMENCLATURA ADOTADA PARA IDENTIFICAR A NOVA CPMPOSIÇÃO
DOS NÍVEIS ESCOLARAES, QUE NÃO MAIS PRIVILEGIA O ENSINOO COMEÇANDO AOS SETE ANOS MAS
RECONHECENDO O DIREITO DA CRIANÇA DE O Á 6 ANOS CONFORME ARTIDO 21: A EDUCAÇÃO ESCOLAR COMPÕEM-SE DE: educação básica formada pela educação infantil, ensino fundamental, e ensino
médio.
EDUCAÇÃO INFANTIL- CRECHES (0 A 3 ANOS ) E PRÉ -ESCOAS (DE 4 E 5 ANOS)-GRATUITO.
ENSINO FUNDAMENTAL-ANOS INICIAIS ( DO 1º AO 5º ANO) E ANOS FINAIS ( DO 6º AO 9º ANO)
É OBRIGATÓRIO E GRATUITO.
ENSINO MÉDIO-................................( SEGUE ATÉ..................)
EDUCAÇÃO DE JOVENS E ADULTOS-ATENDE AS PESSOAS QUE NÃO TIVERAM ACESSO A EDUCAÇÃO.
EDUCAÇÃO INDÍGENA- ATENDE AS COMUNIDADES INDÍGENAS,DE FORMA A RESPEITAR A CULTURA
E LÍNGUA MATERNA DE CADA TRIBO. (FIM).
 
54) A atividade de Paulo Freire 
55) Discussão de aulas com projetos em EJA 
56) Experiências em EJA no BRASIL. 
 Na apostila de EJA, fala do Programa de Alfabetização solidária, já na apostila de Políticas Públicas em Educação, cita:
Programa Brasil Alfabetizado, Movimento de Alfabetização (MOVA), Programa de Alfabetização Solidária (PAS) e Programa Integrar.
 
57) A organização do espaço na Educação Infantil é fundamental para que as propostas pedagógicas atinjam seus objetivos. Os aspectos que condicionam os educadores na sua tomada de decisão para essa organização são classificados em elementos contextuais e pessoais. Eles são distribuídos assim:
Elementos contextuais: o ambiente, a escola e a sala de aula.
Elementos pessoais: as crianças e os professores.
a) Escreva sobre o elemento pessoal ("Crianças")
b) Escreva sobre o elemento pessoal ("Professor")
c) Escreva sobre o elemento contextual ("ambiente")
d) Escreva sobre o elemento contextual ("escola")
e) Escreva sobre o elemento contextual ("sala de aula")

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